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”A Orquestra do Coração do Brasil”: Caiado investe no setor cultural e libera R$ 1,1 milhão para Filarmônica de Goiás

Governador Ronaldo Caiado e primeira-dama Gracinha Caiado, durante apresentação da Orquestra Filarmônica de Goiás, na capital, antes da pandemia de Covid-19: medidas anunciadas visam auxiliar setor durante fase crítica da crise sanitária

Para combater consequências econômicas advindas da pandemia, governador lança pacote de medidas e também autoriza R$ 2 milhões, por meio de edital, para apoiar locais privados ou municipais que promovam atividades culturais, bem como geração de renda aos trabalhadores da área. Previsão é de que sejam mantidos 1.050 empregos diretos com iniciativa

Considerada uma das três melhores orquestras do país, a Filarmônica de Goiás segue como prioridade para o Governo do Estado. Por meio da Secretaria de Cultura, o governador Ronaldo Caiado liberou, em meados de março, R$ 1,1 milhão, que será distribuído em seis parcelas a serem pagas de janeiro até junho. A verba contemplará o projeto “Filarmônica de Goiás – A Orquestra do Coração do Brasil – 41 anos tocando o coração das pessoas”.

De acordo com o cronograma de pagamento, os músicos têm acesso ao dinheiro após fornecerem a prestação de contas. Até o momento, os artistas receberam em fevereiro o pagamento referente ao mês de janeiro. O repasse está em dia.

A preocupação do Executivo com o setor cultural não é de agora. Em dezembro do ano passado, sob determinação do governador, foram recontratados, pelo prazo de seis meses, os 49 músicos da Orquestra Filarmônica de Goiás que haviam sido dispensados. A medida foi um projeto emergencial para resolver o impasse gerado com a exoneração dos profissionais, recomendada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) em outubro.

Com a ação, o governo estadual garantiu os postos de trabalho dos artistas até que seja finalizado o processo para contratar uma organização social (OS) que realizará a gestão do corpo sinfônico.

A Orquestra também foi beneficiada com a ordem de pagamento, assinada por Caiado em fevereiro deste ano, no valor de R$ 2,561 milhões, oriundos do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás (Fundo Cultural), referente a débitos atrasados de 2018. Por meio do instituto que era responsável pelos músicos naquele ano, a Filarmônica recebeu R$ 1.247.449,10.

Espaços Culturais

Preocupado com as consequências econômicas ocasionadas pela pandemia da Covid-19, Caiado também determinou o lançamento de edital de Chamamento para Dinamização de Espaços de Cultura do Fundo Cultural de Goiás. Ele autorizou a destinação de R$ 2 milhões da Lei Orçamentária Anual da Secult para apoiar locais privados ou municipais que promovam atividades culturais, bem como geração de renda aos trabalhadores da cultura.

De acordo com o secretário interino da Secult, César Moura, os editais foram pensados a partir das diversas reuniões com representantes do segmento e visa ser mais uma via de apoio no enfrentamento à atual crise sanitária enfrentada em todo o mundo. “Com os espaços sem poder receber público, é preciso garantir a subsistência das famílias que dependem desses postos de trabalho”, ressalta. A previsão é de que sejam mantidos 1.050 empregos diretos com esta ação do Governo de Goiás.

As inscrições, que devem ser abertas ainda este mês, serão pela plataforma Mapa Goiano. A Secult fará a divulgação dos prazos e disponibilizará as demais informações em suas redes sociais, site institucional e por meio da imprensa.

Funcionamento

Serão destinados R$ 1,250 milhão para contemplar mais de 50 espaços como teatros, galerias de arte, cinemas, centros culturais, entidades culturais cineclubes e pontos de cultura privados (com ou sem fins lucrativos), ou públicos – ligados às prefeituras do interior goiano. Aos espaços públicos municipais, será reservada cota preferencial de 50%. A estimativa é de que pelo menos 600 empregos diretos serão beneficiados com os recursos; dentre eles, equipe de apoio às atividades artísticas.

Os R$ 750 mil restantes serão aplicados em nove projetos que visem apoiar eventos e festivais culturais produzidos para a internet nas áreas do circo, dança, artes visuais, música, teatro, letras e cinema. A previsão é de que pelo menos 450 empregos diretos sejam contemplados com os recursos. Também haverá cota preferencial de 50% para projetos municipais, voltados ao fomento no interior goiano.

A pedido do deputado Daniel Donizet, GDF libera R$ 10 milhões para a ampliação do Hvep

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A reforma vai garantir o dobro do número de atendimentos e o funcionamento do setor de Ortopedia

O deputado Daniel Donizet (PL) esteve hoje (17) com o governador Ibaneis Rocha (MDB), no Palácio do Buriti, para tratar sobre a ampliação do Hospital Veterinário Público do DF, o Hvep. Na ocasião, Ibaneis assinou o decreto, a pedido do deputado, destinando R$ 10 milhões para a reforma do hospital.
“Agradeço muito ao governador por atender esse nosso pedido. As equipes do Brasília Ambiental já estão trabalhando no projeto há algum tempo. O edital de licitação deve ser publicado em breve. A ideia é que as obras comecem o quanto antes”, disse o deputado.
Com a reforma, o Hvep vai conseguir dobrar o número de atendimentos diários e ainda garantir o funcionamento do setor de Ortopedia, uma demanda antiga da população que busca atendimento gratuito pro pet, principalmente, em casos de atropelamentos. A estimativa é passar de 900 para 2,1 mil consultas por mês.
Localizado no Parque Lago do Cortado, em Taguatinga, o Hvep oferece serviços gratuitos e de excelência no tratamento de animais de pequeno porte no DF.
Ainda na reunião, Daniel Donizet também conversou com o governador sobre a situação da Saúde no DF e a regularização fundiária da Ponte Alta Norte, no Gama.
Saúde no DF
O GDF informou que, na segunda-feira, foram abertos 38 novos leitos de UTI e a previsão é que outros 40 sejam mobilizados ainda esta semana.
Sobre os hospitais de campanha, três serão montados. Na próxima segunda-feira, acontecerá o pregão eletrônico para a contratação da empresa. O governador determinou urgência no processo de licitação para que os hospitais comecem a funcionar o quanto antes.
Quanto às vacinas, o governador disse estar empenhado na compra, mas que, por enquanto, não tem nenhum lote disponível.
Ponte Alta Norte
Daniel Donizet aproveitou a oportunidade para pedir ao governador que faça o possível para acelerar o processo de regularização fundiária da Ponte Alta Norte, no Gama.

Distrito Federal tem renovados estoques de equipamentos de proteção pessoal para combate a covid-19

Armazenamento no Iges-DF está sendo reposto frequentemente em razão do aumento de internações por covid-19 | Foto: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF

Consumo de máscaras e luvas cresceu com o aumento de pacientes com covid-19. Nesta quarta-feira (17), chegam milhares de luvas para repor produtos

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) continua renovando os estoques de equipamentos de proteção individual (EPIs) usados pelos profissionais de saúde que estão na linha de frente contra o coronavírus.

228.681Total disponível de equipamentos de proteção individual

Nesta quarta-feira (17), está prevista a chegada de 44 mil pares de luvas tamanho G, que serão fornecidos aos profissionais das oito unidades do instituto — o Hospital de Base (HB), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e as seis unidades de pronto atendimento (UPAs). Com o novo carregamento de luvas, o estoque total do Iges chegará a 272.681 itens.

Reposição frequente

Até hoje (16), estavam nos estoques da Central de Armazenamento e das unidades de saúde do Iges o total de 228.681 EPIs. São máscaras, luvas, aventais, gorros, álcool 70% e outros materiais usados diariamente pelos trabalhadores. Com o aumento do número de pacientes atendidos, cresceu também o uso desses equipamentos. Por isso, é preciso que sejam repostos frequentemente para que não haja desabastecimento.

Outra estratégia para não faltar produtos é remanejar os equipamentos e atender as unidades que mais precisam.

“Estamos trabalhando para que seja constante a reposição desses EPIs, essenciais para garantir a segurança dos nossos colaboradores”, afirmou Thiago Teixeira, superintendente adjunto de Insumos e Logística do Iges.

Teixeira adiantou que outra estratégia para não faltar produtos é remanejar os equipamentos e atender as unidades que mais precisam. Assim, quando em determinada UPA cai o estoque de luvas, por exemplo, o material é transferido de outras unidades onde há mais disponibilidade do produto. Assim, evita-se que o atendimento seja comprometido, conforme o superintendente adjunto.

Detalhamento do estoque

O balanço da Superintendência de Insumos e Logística (Silog) demonstra que o Iges tem em seus estoques 48.493 máscaras cirúrgicas descartáveis; 41.715 máscaras de proteção respiratória PFF2; e 10,9 mil luvas de procedimento não estéril de látex.

A lista de itens também inclui:• 8.548 unidades de álcool gel 70% frasco
• 27.617 unidades de 1 litro de álcool 70%
• 8.770 acessórios de proteção facial descartável
• 85 aventais de procedimento não estéril
• 9.403 capotes laminados impermeáveis
• 2 mil gorros descartáveis de 30g
• 859 óculos de biossegurança
• 66.060 turbantes cirúrgicos de 30g
• 4.231 unidades de macacões protetores para quimioterapia

Brasil encerra mês de janeiro com saldo de 260.353 empregos formais

De acordo com dados do Caged, o total de admissões foi de 1.527.083, enquanto os desligamentos de 1.266.730

O Brasil encerrou o mês de janeiro de 2021 com um saldo de 260.353 empregos formais. A informação consta no último levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (16) pelo Ministério da Economia.

O resultado é o melhor da série histórica para o mês. De acordo com o balanço, o total de admissões ultrapassou 1,5 milhão, enquanto os desligamentos ficaram em torno de 1,2 milhão. O número também é superior ao notado em dezembro de 2020, quando a geração de empregos ficou em 142.690 postos de trabalho.

Com o quadro, o estoque de empregos formais no Brasil atingiu 39,6 milhões de vínculos, o que significa uma variação de 0,66% em relação ao estoque do mês anterior. O Ministério da Economia atribui o resultado à modernização trabalhista.

Ainda de acordo com a Pasta, o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda tem sido bem-sucedido em evitar demissões, “em um ano atípico de enfrentamento de uma grave pandemia”.

Fonte: Brasil 61

Distrito Federal no topo da transparência nacional

Avaliação CGU pontua o DF com nota próxima da máxima; o resultado está alinhado a um dos pilares do governo

O Distrito Federal alcançou nota 9,74 no Mapa Brasil Transparente 2021, divulgado pela Controladoria Geral da União (CGU). A avaliação deixa a administração pública gerida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) acima da média nacional, que é de 8,8, em comparação aos estados brasileiros. A pontuação máxima é 10. O resultado está alinhado a um dos pilares do GDF, que é a transparência.
A avaliação deixa a administração pública gerida pelo GDF acima da média nacional, que é de 8,8
De 1º de abril a 31 de dezembro de 2020 foram avaliadas a transparência ativa e passiva dos 26 estados, do Distrito Federal, das capitais e dos municípios com mais de 50 mil habitantes, totalizando 691 entes federativos. Isso representa a concentração de 70% da população brasileira. A média das capitais foi 8,71, enquanto a dos municípios, 6,84.
O DF também teve pontuação máxima na transparência passiva, alcançando a quinta melhor nota do ranking. Este é o caso de a gestão pública disponibilizar informações solicitadas pelos cidadãos. Já a ativa ocorre quando os dados são publicados voluntariamente na internet em sites do governo.
Na avaliação da CGU são verificadas publicações como receitas e despesas, licitações e contratos, estrutura administrativa e dados relacionados a servidores. O objetivo é aprofundar o monitoramento da transparência pública e possibilitar o acompanhamento das ações implementadas por estados e municípios na promoção do acesso à informação.
Essa não é a primeira vez que o Distrito Federal é reconhecido pela sua transparência na divulgação de dados. Em maio de 2020, foi avaliado pelo ranking da Transparência Internacional como “ótimo” em relação à publicação dada às contratações emergenciais realizadas no combate ao novo coronavírus, ocupando o segundo lugar entre os 27 avaliados.
CGDF
No Governo do Distrito Federal essa missão é da Controladoria-Geral do DF. A Subcontroladoria de Transparência e Controle Social é a responsável por esse trabalho atuando entre órgãos, entidades e empresas públicas.
Controlador-geral do DF,  Paulo Martins ressalta que o Distrito Federal vem avançando o posicionamento em diversos rankings de transparência, o que demonstra o compromisso do governo em disponibilizar informações necessárias à participação da sociedade.
Para o coordenador-geral de Cooperação Federativa e Controle Social da CGU, Adenisio Álvaro de Souza, a avaliação funciona como uma ferramenta pedagógica ao fazer com que estados e municípios aperfeiçoem suas técnicas de divulgação e melhorem a cada ano.
“Ganham todos com isso: a população, que passa a ter controle de como são gastos os recursos públicos, e os gestores, já que o acompanhamento inibe os desvios.”​

Atividades econômicas fecham a partir desta quarta-feira em Goiás

Sistema de revezamento inicia com 14 dias de suspensão das atividades econômicas seguidos por 14 dias de funcionamento, sucessivamente, e é mais uma medida para enfrentar agravamento da pandemia no Estado

O Governo de Goiás anunciou na manhã desta terça-feira (16/03) o retorno do revezamento das atividades econômicas no Estado, a partir do dia 17 de março, por causa do agravamento da situação de emergência em saúde pública decorrente da pandemia de Covid-19.

A medida restabelece o Decreto nº 9.653, de 19 de abril de 2020, com a adoção do sistema de revezamento das atividades econômicas organizadas para a produção ou a circulação de bens ou de serviços, que se inicia com 14 dias de suspensão seguidos por 14 dias de funcionamento, sucessivamente.

O funcionamento das atividades econômicas e não econômicas deve acontecer seguindo os protocolos expedidos pelas autoridades sanitárias, além do uso de máscaras, disponibilização de álcool em gel para funcionários e clientes, manutenção do distanciamento entre pessoas e a proibição de aglomerações.

São consideradas atividades essenciais e que não se incluem no revezamento previsto pelo governo: farmácias, clínicas de vacinação, laboratórios de análises clínicas e estabelecimentos de saúde; cemitérios e serviços funerários; distribuidores e revendedores de gás e postos de combustíveis; supermercados e congêneres, não se incluindo lojas de conveniência; estabelecimentos que atuem na venda de produtos agropecuários; agências bancárias e casas lotéricas; serviços de call center restritos às áreas de segurança, alimentação, saúde  e de utilidade pública; atividades de informação e comunicação; fornecedores de bens ou de serviços essenciais à saúde, à higiene e à alimentação.

E também: segurança privada; empresas de saneamento, energia elétrica e telecomunicações; assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade; obras da construção civil de infraestrutura do poder público; borracharias e oficinas mecânicas; restaurantes e lanchonetes instalados em postos de combustíveis; estabelecimentos que estejam produzindo, exclusivamente, equipamentos e insumos para auxílio no combate à pandemia da Covid-19.

Esses estabelecimentos devem comercializar apenas bens essenciais, assim considerados os relacionados à alimentação e bebidas, à saúde, limpeza e à higiene da população, hipótese em que os produtos não-essenciais não poderão permanecer expostos à venda ou deverão ser identificados como vedados para venda presencial. Ficando expressamente vedado o consumo de gêneros alimentícios e de bebidas nos locais, bem como o acesso simultâneo de mais de uma pessoa da mesma família, exceto nos casos em que necessário acompanhamento especial.

Mudanças

Nesta versão do decreto, hospitais veterinários e clínicas veterinárias continuam incluídas como atividades essenciais, mas a inclusão de estabelecimentos comerciais de fornecimento de insumos e gêneros alimentícios pertinentes à área foi vetada.

Escritórios e sociedades de advocacia e contabilidade foram incluídos e estão autorizados a funcionar, mas está vedado o atendimento presencial.

Alimentação

Restaurantes e lanchonetes ficam autorizadas a funcionar seguindo os modelos de comercialização de gêneros alimentícios mediante entrega (delivery), pegue/leve (take away) e drive thru, sendo proibido o consumo de gêneros alimentícios e de bebidas nos estabelecimentos.

Transporte

As empresas do sistema de transporte coletivo e privado, incluindo as empresas de aplicativos e transportadoras, também estão autorizadas a funcionar.

Em relação ao transporte coletivo urbano fica determinado que os trabalhadores empregados nas atividades consideradas como essenciais terão prioridade para o embarque nos horários de pico. A comprovação deve acontecer por contrato de trabalho, carteira de trabalho, crachá ou outro documento capaz de comprovar o vínculo empregatício.

Duração

A medida poderá ser revista a qualquer momento pelo governo conforme a análise da evolução da situação epidemiológica em Goiás. Com a adoção dessas novas ações, fica revogado o Decreto nº 9.700, de 27 de julho de 2020.

Resposta da Educação do DF é duas vezes melhor que a média nacional

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas levou em conta as soluções mais amplas e ágeis. Brasília foi considerada a com melhor desempenho entre as capitais

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas revela que a rede pública de educação do Distrito Federal alcançou a nota 5.9, mais do que o dobro de pontos da média nacional (2.38) quando se fala em resposta à pandemia de covid-19. A pesquisa formulou variáveis para medir a amplitude da cobertura e a agilidade na implementação do ensino remoto. Em se tratando de capitais, Brasília saiu disparada na frente de todas as 26 avaliadas e conquistou nota 6, mais que o triplo da média apurada (1,6).

“Aqui no DF, a rede pública de ensino fez um esforço gigantesco para manter os estudantes envolvidos no processo pedagógico. Eu tenho certeza que a nossa resposta, dos nossos professores, diretores, assistentes, coordenadores regionais, dos técnicos na sede, foi uma das melhores do país”Leandro Cruz, secretário de Educação

“O ano de 2020 foi o maior desafio da história da educação. Saiu tudo exatamente como deveria? Claro que não. Houve prejuízo ao aprendizado? Claro que sim, é preciso reconhecer essas coisas. Mas aqui no DF, a rede pública de ensino fez um esforço gigantesco para manter os estudantes envolvidos no processo pedagógico. Eu tenho certeza que a nossa resposta, dos nossos professores, diretores, assistentes, coordenadores regionais, dos técnicos na sede, foi uma das melhores do país”, comenta o secretário de Educação, Leandro Cruz.

Clique aqui para conhecer a íntegra da pesquisa da FGV.

Intitulada “Uma avaliação dos programas de educação pública remota dos estados e capitais brasileiros durante a pandemia do COVID-19”, a pesquisa é assinada por Lorena Barberia, Luiz Cantarelli e Pedro Henrique Schmalz, todos do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP).

Eles analisaram os programas das 27 unidades federativas brasileiras e de todas as 26 capitais estaduais, de março a outubro de 2020. Os indicadores utilizados na análise como componentes para a criação do Índice de Educação à Distância (EAD) tiveram o objetivo de medir a qualidade dos programas estabelecidos em cada local.

Durante os meses de abril e junho, período que não valeu presença, as estratégias para o retorno das aulas começaram a ser testadas

Estudo remoto no Distrito Federal

O ano letivo de 2020 começou em 10 de fevereiro e foi interrompido em 12 de março, em função da pandemia do novo coronavírus. As atividades escolares foram retomadas oficialmente em 13 de julho, de forma remota, e concluídas em 28 de janeiro do corrente ano.

Durante os meses de abril e junho, período que não valeu presença, as estratégias para o retorno das aulas começaram a ser testadas, e a Secretaria de Educação buscou se aprofundar no engajamento dos estudantes.

“O tempo foi curto para adequar a estrutura de ensino a um modelo totalmente novo. No entanto, o trabalho realizado pela Secretaria até que as ações fossem colocadas em prática foi feito com a agilidade necessária para garantir sucesso do andamento das aulas”, diz o secretário executivo da Secretaria de Educação, Fábio de Sousa.

Os chips para dispositivos móveis puderam ser comprados com o recurso do programa Cartão Material Escolar

Por três meses, foram veiculadas teleaulas, por meio de uma parceria com a TV Justiça, que possibilitou aulas em três emissoras de televisão. Já em abril, a plataforma Google Sala de Aula entrou no ar, primeiro para o ensino médio e logo após para o fundamental.

A Secretaria trabalhou para que ninguém fosse excluído, e, assim, em setembro o órgão começou a fornecer os pacotes de dados gratuitos para acesso à plataforma, via aplicativo Escola em Casa DF.

Os chips para dispositivos móveis puderam ser comprados com o recurso do programa Cartão Material Escolar. Além disto, estudantes sem acesso à internet ou equipamentos tecnológicos receberam material impresso – no primeiro momento, direto na escola e, posteriormente, em suas casas.

A plataforma inscreveu 470 mil estudantes e 72 mil profissionais da educação. Só de acessos, desde o início do funcionamento, foram 17,5 milhões por parte de estudantes e outros 3,6 milhões de professores. O número de postagens também foi expressivo: 11,4 milhões de estudantes e 400 mil de professores

Também entrou na contabilização da nota a supervisão dos alunos

Contribuições da pesquisa

O estudo realizado pela FGV apresenta três importantes contribuições. Em primeiro lugar, a velocidade e a qualidade dos programas estabelecidos por cada estado ou capital variaram consideravelmente entre as regiões. Em alguns locais foram adotados planos de maneira conjunta ao fechamento das escolas, e em outros um tempo maior para qualquer ação foi verificado. Também foi detectado que em algumas regiões, os estudantes não receberam qualquer tipo de plano de ensino remoto por parte do governo.

Além disso, a pesquisa aferiu que a maioria dos programas apresentados para retomar as atividades escolares na pandemia foi estabelecido com pouca ou nenhuma preocupação com o acesso às aulas e com a supervisão dos alunos.

A terceira contribuição da pesquisa mostra que poucos programas tiveram a iniciativa de reduzir ou aliviar o impacto da pandemia e do fechamento de escolas sobre as populações mais vulneráveis.

Metodologia da pesquisa

Para chegar às notas de cada estado e do DF, foram considerados quatro componentes. O primeiro a ser pesquisado foram os meios de transmissão, levando em conta canais utilizados para oferecer aulas a distância, vídeos ou conteúdo educacional aos estudantes, como rádio, televisão ou internet.

As formas de acesso disponibilizadas para estudantes e professores às aulas e aos conteúdos, como celulares, tablets, apostilas ou quaisquer meios de subsídio à internet foram analisadas como segundo quesito.

Também entrou na contabilização da nota — terceiro item da pesquisa — a supervisão dos alunos, que verifica a responsabilidade de garantir a frequência dos estudantes nas aulas, além do monitoramento das atividades propostas.

E por último, a cobertura também foi analisada, que são os níveis educacionais atendidos, como infantil, fundamental e médio ou Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Jovens se mobilizam e arrecadam mais de 2 mil lençóis para hospital público de Brasília

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Material foi doado nesta terça-feira (16), junto a um ‘kit de esperança’

Com o intuito de contribuir com os profissionais que estão na linha de frente de combate à covid-19, a Ação solidária Adventista e o os Doutores de Esperança se mobilizaram e conseguiram arrecadar mais de 2.000 lençóis hospitalares em menos de três dias. Ambos são ministérios da igreja Adventista do Sétimo Dia da Asa Sul, em Brasília, e realizaram a doação ao Hospital Regional da Asa Norte nesta terça-feira (16).

O pastor responsável da Igreja Adventista da Asa Sul, Jim Galvão, destaca que, quando ficou sabendo da necessidade, rapidamente criou uma campanha nas redes sociais junto aos grupos da igreja. “Conseguimos mobilizar um grande número de pessoas. Nossa ação teve como intuito atender a uma demanda do Hospital Regional da Asa Norte (HRAM), para o qual doamos lençóis. A igreja Adventista tem em seu coração a alegria de compartilhar amor e esperança neste momento difícil que o mundo enfrenta”, salienta o pastor.

Thaís Trivelato, uma das voluntárias e líder de um grupo de humanização hospitalar cristão, conhecido como Doutores de Esperança, frisa que a companha viralizou na internet. “As pessoas começaram a entrar em contato para doar. Dessa forma, conseguimos contribuir com o trabalho dos nossos ‘anjos’ que estão trabalhando dentro dos hospitais, na linha de frente”, comemora Thaís.

Junto com o material também foi entregue aos profissionais da saúde um “kit esperança”, contendo um livro que fala sobre alento e dias melhores e um veludo em formato de coração, demostrando carinho aos que estão na linha de frente de combate ao novo coronavírus.

O diretor do HRAN, Dr. Paulo Roberto, agradeceu a iniciativa da igreja Adventista e argumentou que a ajuda é de suma importância. “Ficamos felizes em receber mais de 2.000 lençóis em nosso hospital. Isto é muito importante para dar um certo conforto para os nossos pacientes que estão internados, agonizando com a dor de estar com essa doença. É uma maneira de carinho que a igreja está tendo com a gente, que está trabalhando sem parar para cuidar desses pacientes”, conclui o diretor.

Artigo | Buongiorno! Sono italiano!

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Por Raquel Fasoli

Uma vez italiano, para sempre italiano. E assim sucessivamente a cada geração. Ao menos é o que considera a Constituição Italiana, de 1948, na qual decreta que qualquer descendente de um cidadão italiano, independente da perpetuidade de grau, é considerado italiano também e pode requerer sua cidadania.

Resumindo, o processo de cidadania italiana nada mais é do que a recomposição do registro civil do cidadão                italiano, que emigrou para outro país. Em 2018, o então embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernardini, contou que há no país cerca de 30 milhões de brasileiros que são descendentes de italianos. Toda essa população tem garantido o direito de solicitar sua cidadania italiana.

A cidadania italiana é um benefício ultrajante que assegura uma série de direitos para um cidadão europeu. Mas como em todo lugar do mundo, ser reconhecido como cidadão de um país também traz consigo os deveres de um cidadão daquele país.

Após a finalização do processo de reconhecimento da cidadania italiana, os novos cidadãos italianos passam a possuir não somente os mesmo direitos que os nascidos em solo italiano, mas também os mesmos deveres para com a pátria italiana.

Essa série de deveres começa pela necessidade de manter o Cadastro Cosular AIRE (Anagrafe dos Italianos Residentes no Exterior) sempre atualizado. Esse registro funciona como um banco de dados do cidadão italiano fora do país.

Uma dúvida frequente quanto os direitos de um italiano reconhecido é quanto a tributação. Um cidadão italiano paga os impostos ao país no qual reside. Portanto, se for o caso da vivência no Brasil, o mesmo pagará os impostos brasileiros. Já se for o caso da residência na Itália, então a tributação é a italiana.

Diante disso, partimos para um outro benefício. A aposentadoria.

Mesmo residindo fora da Itália, os cidadãos italianos podem contribuir com o país. Além, é claro, de poder contribuir com o país no qual reside. Sendo assim, ao aposentar, esse cidadão terá direito a aposentadoria em ambas nações, de acordo com as leis de cada uma delas.

O voto também é uma questão importante. Apesar de não ser obrigatório, o cidadão italiano tem o direito de votar e eleger seus representantes, independente de viver ou não na Itália.

Já o alistamento militar não é mais necessário desde 2005.

Agora uma dica para quem deseja ser italiano. Fique atento a Constituição e as Leis do país. No caso de infração não adianta se escusar, alegando desconhecimento.

Acima de tudo, é bom lembrar que o cidadão italiano também tem seus direitos. Tais como a possibilidade de residir e trabalhar na Europa e transitar entre os países que fazem parte na União Europeia sem restrições arbitrárias.

Outro grande benefício é quanto a educação. Ao se reconhecer, é possível pleitear vagas em grandes escolas e universidades europeias de alto renome.

E, é claro, vale lembrar que com a documentação italiana, o cidadão não precisa de visto para ter acesso aos países que fazem fronteira mais burocráticas com o Brasil. Como os Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão.

Reforço que a dupla nacionalidade oferece, sim, inúmeros benefícios e oportunidades, porém, além dos direitos, também háduplas obrigações.

Raquel Fasoli é gerente da Dimensione Cidadania, empresa especializada em cidadania italiana
contato@dimensionecidadania.com.br

Inscrições para os cursos do CUFA Empreenda seguem abertas

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Capacitação e empoderamento são as palavras-chave do projeto de formação proposto pela Central Única das Favelas do Distrito Federal

O mês tem ótimas novidades para o público interessado em instrumentalizar suas formações e ampliar suas perspectivas de empreendedorismo com o que o CUFA Empreenda tem de melhor a oferecer. Por conta da altíssima demanda, — já que em fevereiro foram mais de 3000 inscrições — os cursos de Mídias e Fotografia mantiveram-se abertos e estão disponíveis no mês de março. A iniciativa visa atender aos pedidos da comunidade e abrigar um maior número de pessoas. Assim, as inscrições podem ser realizadas para cinco cursos: MaquiagemMídias SociaisFotografiaAcessibilidade e Inclusão em Eventos, e Elaboração de Projetos.

Essa ampla gama de atividades recebe um reforço qualitativo ainda maior: algumas das capacitações foram adaptadas a uma plataforma de Educação a Distância (EaD). Com isso, o intuito é promover alta qualidade na transmissão dos conhecimentos, maior agilidade na realização de tarefas, notável comodidade na comunicação, mais eficiência na troca de dados, significativa confiança na preservação de arquivos, além de respeito ao isolamento social necessário ao momento. Além da disponibilização das aulas na plataforma, uma mentoria com os professores, para as dúvidas, será oferecida via plataforma Zoom, com dias e horas já estabelecidas.

“Integrar os cursos oferecidos pelo CUFA Empreenda a uma plataforma EaD de qualidade demonstra a intenção de melhora gradativa de nossas produções, objetivo este que é um dos pontos centrais do projeto. Queremos melhorar sempre que possível a oferta de formações ao nosso querido público empreendedor. E como obtivemos um sucesso maior que o esperado, com a inscrição de mais de 3000 pessoas só no mês de fevereiro, precisamos estar à altura da demanda, proporcionando um serviço de qualidade”, explica Bruno Kesseler, presidente da da CUFA DF.

O apreço pela qualidade tem atraído o interesse de empreendedores das mais diversas áreas de atuação, de agentes culturais a vendedores autônomos. A exemplo disso, Andy Barbosa, artista e estudante do Empreenda, relata sua experiência e faz uma análise sobre o impacto social da proposta: “acho muito importante o projeto da CUFA com esses cursos gratuitos. E também o fato de ser online, que permite que cada um participe de sua casa. O que observei no curso de Gestão Financeira foram conteúdos muito acessíveis para quem nunca lidou com finanças em projetos. Foi muito bom para entender um pouco de como esses palestrantes chegaram a esse ponto da carreira, de como construíram esse grande caminho, partindo de uma base periférica. Então, para mim, foi muito bom observar essa postura da CUFA diante de pessoas que não possuem conhecimentos tão específicos. Foi fantástico”.

Além da grande diversidade no corpo discente, o empoderamento pela qualificação desses alunos também ocorre pelas distintas áreas do conhecimento exploradas pelo projeto. Entre inúmeros ministrantes, está Bárbara Barbosa, do curso de Acessibilidade e Inclusão em Eventos, que conta um pouco sobre o que se pode esperar de sua formação: “a pandemia isolou ainda mais pessoas com deficiência. Se já tinham dificuldades para se locomover, se comunicar, para estudar em ambientes físicos, no ambiente online isso se tornou ainda mais excludente. Isso porque uma aula virtual sem interpretação em libras, sem explicação sobre o um slide, etc, muitas pessoas permanecem isoladas das demais. A oficina de acessibilidade tem a intenção de fazer entender que no ambiente online não é fácil distinguir quais necessidades específicas o público tem e instrumentalizar os alunos para solucionar essa questão. ”

Serviço: CUFA Empreenda

1.Curso: Mídias Sociais.

Ministrantes: Izabela Boreli (jornalista, influenciadora digital e Social Mídia) e Breno Lobo (empreendedor e especialista em comunicação e marketing digital)

Data: 9 a 19 de março

Horário: disponível 24h por dia na plataforma EaD

Conteúdo: entre os temas abordados nesta oficina estão: a Introdução ao Tráfego Pago, orientações para a criação de uma campanha de anúncios nas mídias sociais, o vocabulário básico do Marketing, além de dicas valiosas para quem está começando.

Local: plataforma EaD

Mentorias: Breno – 20/03, às 19h/ Izabela Boreli 20/03, às 20h

2.Curso: Fotografia com Smartphone.

Ministrante: Ylson Dias (graduado em Produção Multimídia, professor de desenho e editor de imagens).

Data: 9 a 19 de março.

Horário: disponível 24h por dia na plataforma EaD

Conteúdo: o curso trará técnicas para criar fotos de qualidade com smartphone. Serão apresentados elementos e ferramentas que colaboram para a produção de fotos em diversas modalidades, concentrando-se principalmente na cor, na luz e na composição para dar um estilo visual consistente à galeria e à edição de cada foto.

Local: plataforma EaD.

Mentoria: 20/03, às 10h.

3.Curso: Maquiagem.

Ministrante: Bárbara Frossard (maquiadora, modelo e consultora de imagem) maquiagem profissional.

            Datas: 15 a 19/03.

Horário: às 19h30.

Conteúdo: o curso oferecerá técnicas de maquiagem profissional para as mais diversas finalidades, incluindo ainda conhecimentos sobre tipos de produtos. Também serão compartilhadas informações relativas à consultoria de imagem, seus benefícios e vantagens.

Local: Zoom.

4.Curso: Acessibilidade e Inclusão em Eventos.

Ministrante: Bárbara Barbosa (especialista em Acessibilidade em Ambientes Culturais).

            Data: 22 a 26/03.

Horário: às 19h30.

Conteúdo: serão compartilhados conhecimentos sobre a execução projetos para eventos culturais e/ou corporativos de forma a torná-los mais acessíveis e inclusivos para pessoas com deficiência, ou mobilidade reduzida, tanto para acessar programas de políticas públicas afirmativas para a diversidade e inclusão em editais de fomento ou patrocínio da forma mais correta, adequada, eficaz e econômica, quanto para melhor atender ao público com deficiência e/ou mobilidade reduzida que se interesse por participar do evento cultural/corporativo realizado.

Local: Zoom.

  1. Curso:Elaboração de Projetos

            Ministrante: Mirella Dias.

            Datas: 29, 30 e 31/03.

            Horário: às 19h30.

Conteúdo: o público deve esperar do curso a aprendizagem sobre o mercado de trabalho do elaborador de projetos e suas áreas de atuação. A aprendizagem sobre como elaborar um documento, um projeto, sistematizando-o em etapas, objetivos, metas, cronogramas e orçamento a serem executados. Direcionado para projetos culturais, sociais e educacionais, com ênfase, também, nas áreas de sustentabilidade e acessibilidade.

Local: Zoom.