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Governo de Goiás abre licitação para construir 4.450 moradias nos 246 municípios goianos

Por determinação do governador Ronaldo Caiado, Agehab abriu licitação para contratação de empresas do ramo da construção civil para produzir 4.450 moradias, contemplando as dez regiões de planejamento do Estado

Em parceria com municípios, que vão doar lotes urbanizados e legalizados para construção das casas, Agehab dá início a processo que visa atender as dez regiões de planejamento do Estado, com lotes de 400 a 650 moradias em cada uma delas. Edital, com regras da licitação, está disponível no site da Agência

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), está com licitação aberta, na modalidade Registro de Preço, para contratação de empresas do ramo da construção civil para produção de 4.450 moradias de interesse social nas dez regiões de planejamento do Estado. A licitação é em nível nacional, com regime de execução de empreitada por preço global, e o julgamento será a menor preço por lote.

A sessão de abertura das propostas será realizada no dia 13 de abril, às 9h, na sede da Agehab, por meio da sua Comissão Permanente de Licitação (CPL). O edital, com todas as regras para participação neste procedimento licitatório, foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 18 de março e está disponível para consulta no site da Agência (www.agehab.go.gov.br), no link: https://www.agehab.go.gov.br/licitacoes-e-contratacoes/licitacoes/153-licitacoes-e-contratacoes/licita%C3%A7%C3%A3o-presencial-2021/3305-licita%C3%A7%C3%A3o-presencial-srp-n%C2%BA-002-2021.html.

Por determinação do governador Ronaldo Caiado, os recursos para a construção dessas moradias serão disponibilizados pelo Fundo Protege, vinculado à Secretaria da Economia do Governo de Goiás. A Agehab firmará parceria com os municípios que doarem os lotes urbanizados e regularizados para os empreendimentos, com possibilidade de construção de 30 a 50 unidades por contrato.

A contratação das construtoras será por lotes de 400 a 650 unidades habitacionais (UH), distribuídos por regiões de planejamento, da seguinte forma: lote 1 – 500 UH – Centro Goiano; lote 2 – 400 UH – Nordeste; lote 3 – 400 UH – Noroeste; lote 4 – 400 UH – Norte; lote 5 – 650 UH – Oeste Goiano; lote 6 – 400 UH – Região Metropolitana de Goiânia; lote 7 – 500 UH – Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (RIDE); lote 8 – 400 UH – Sudeste; lote 9 – 400 UH – Sudoeste Goiano; lote 10 – 400 UH – Sul Goiano.

As construtoras terão prazo de 120 dias para a construção de até 50 unidades habitacionais, contados a partir do recebimento da ordem de serviço. Será executado o projeto padrão de casas da Agehab. O valor referencial por unidade é de R$ 85.560,22 (Data Base Goinfra). A previsão é que as primeiras moradias sejam entregues no segundo semestre deste ano.

Sistema do Artesanato de Goiás é sancionado com objetivo de reconhecer, capacitar e divulgar artesãos

Primeira-dama Gracinha Caiado no ateliê da artesã Fatinha Dutra, durante visita técnica do mapeamento do artesanato goiano, em Olhos d’Água. Diálogo com representantes do artesanato goiano foi essencial para a fundamentação do SAG e conhecer as diversas realidades e demandas locais

Vinculado à Secretaria de Estado da Retomada, programa vai concentrar ações de estímulo ao comércio, apoio estratégico, valorização e qualificação profissional. Para conhecer diversas realidades e demandas regionais, iniciativa conta com trabalho de mapeamento do setor comandado pela coordenadora do Gabinete de Política Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado

O Sistema do Artesanato de Goiás (SAG) foi sancionado pelo governador Ronaldo Caiado nesta quarta-feira (31/03). Conforme publicação do Diário Oficial do Estado (DOE), também fica instituído o Conselho do Artesanato de Goiás (ConartGO) e a criação do Selo do Artesanato de Goiás, vinculados à Secretaria de Estado da Retomada. A matéria foi aprovada em segunda e última votação pela Assembleia Legislativa de Goiás no último dia 18.

O objetivo central da iniciativa é o reposicionamento estratégico do setor de artesanato na economia goiana por meio de estímulos ao potencial diversificado próprio do segmento. Via SAG, o Governo de Goiás desenvolverá políticas públicas coordenadas e assertivas aos profissionais de artesanato do Estado.

A Secretaria da Retomada atuará na implantação e consolidação de canais públicos que facilitem a comercialização dos artesanatos goianos ao prestar apoio estratégico e permanente aos artesãos, principalmente por meio de ações de qualificação profissional.

Entusiasta do artesanato goiano, a coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), primeira-dama Gracinha Caiado, destacou a relevância do SAG como instrumento de preservação da cultura local. “É muito gratificante ver que o sonho que começamos a construir no ano passado, logo quando apresentamos a Secretaria da Retomada, se torna realidade. O que queremos é exatamente potencializar o que há de melhor na nossa cultura e tradições, valorizando nossa história. Goiás é um Estado rico e que tem muito a mostrar para o Brasil e o mundo”, celebrou Gracinha.

Para o secretário da Retomada, César Moura, a criação do SAG é uma demonstração da preocupação do Governo de Goiás com as questões que envolvem o segmento. “Com a formalização do Sistema do Artesanato de Goiás, poderemos, aliados aos parceiros dentro e fora do governo, cumprir com a determinação do governador Ronaldo Caiado e da coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), primeira-dama Gracinha Caiado, de posicionar estrategicamente o artesanato goiano e conectar a cadeia produtiva ao mercado”, comemorou César.

Sistema do Artesanato de Goiás será responsável por gerenciar as políticas públicas do Governo do Estado voltadas aos artesãos, com foco na qualificação, reconhecimento e divulgação do trabalho produzido localmente

Mapeamento do artesanato

O titular da Retomada lembra ainda que uma série de ações foram desenvolvidas desde que o SAG foi anunciado, no dia 29 de setembro de 2020, em Pirenópolis. “Este sistema não poderia ser possível sem o mapeamento do artesanato goiano, realizado em várias regiões do Estado, com o intuito de conhecer as demandas e necessidades dos artesãos a partir de visitas técnicas e conversas com os profissionais. Só assim pudemos entender a realidade de cada região”, pontuou ele.

Equipes da Retomada, da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), do GPS e outros parceiros visitaram artesãos, centros de artesanato, associações, cooperativas, museus e galerias durante o mapeamento realizado em Olhos d’Água, distrito de Alexânia e conhecida como a capital do artesanato goiano, Pirenópolis, Mineiros, Chapadão do Céu, Caldas Novas, Morrinhos e Rio Quente.

Áreas de atuação

Os quatros eixos que compõem a frente de ações do SAG contemplam estratégias, diretrizes, valores e iniciativas a serem desenvolvidas e implementadas pelo Conartgo. São elas:

Plano Estadual do Artesanato: Com objetivo de atender ao desenvolvimento territorial e dos segmentos de artesãos de Goiás, prevê ações de fomento e financiamento do setor “em um horizonte temporal prospectivo de dez anos”. Para tal, serão consideradas “as especificidades e vocações regionais construídas de forma participativa”.

Sistema de Fomento e Financiamento: Tem por finalidade organizar e estabelecer as mais diversas possibilidades e parcerias para o setor.

Sistema de Formação: Atenderá às necessidades atuais e futuras relacionadas à capacitação, a qualificação e a profissionalização.

Sistema de Informações e Indicadores: Atenderá à atual carência de informações e indicadores do setor de artesanato. A finalidade é organizar e estabelecer um conjunto de informações e indicadores de forma sistêmica e continuada por meio de parcerias que permitam planejar com mais qualidade e monitorar a evolução das políticas públicas.

Detran-DF comemora 24 anos de respeito ao pedestre na faixa

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Durante esses 24 anos em que Brasília se consolidou como a capital da travessia segura na faixa, os motoristas criaram o hábito de dar passagem ao pedestre | Foto: Divulgação

Autarquia lança campanha educativa para fortalecer hábito que tem salvado tantas vidas e reduzido em 83% o número de mortes por atropelamento

Nesta quinta-feira (1º), completam 24 anos que o Distrito Federal instituiu o respeito ao pedestre na faixa. Este comportamento, que é exemplo de cidadania e motivo de orgulho para todos os brasilienses, tem preservado inúmeras vidas e contribuído para um trânsito cada vez melhor e mais seguro na capital do país.

Desde 1997, quando Brasília se consolidou como a capital da travessia segura na faixa, o número de pedestres mortos tem reduzido significativamente. Naquele ano, já houve uma redução de 24% no número de pedestres mortos (202) em relação ao ano anterior (266). De lá para cá, mesmo com uma frota de tamanho triplicado, saltando de 605 mil veículos em 1996 para 1.870.203 veículos em 2020, o número de pedestres que perderam a vida no trânsito do DF reduziu 83,4%, caindo de 266 para 44 mortes por atropelamento.

Para o diretor-geral do Detran, Zélio Maia, “a redução do número de pedestres mortos nesses 24 anos foi muito significativa e justifica o empenho de todos – governo e sociedade – para que haja cada vez mais respeito ao pedestre na faixa, por parte do condutor, e utilização desse equipamento de segurança, por parte dos pedestres”.

O objetivo da campanha educativa é relembrar os condutores sobre a preferência de travessia do pedestre e incentivar os pedestres a realizarem a travessia sempre na faixa. O formato da campanha atende aos requisitos de segurança em razão do momento de pandemia que vivemos.

Ainda vale destacar que apenas um dos óbitos ocorreu em acidente durante a travessia na faixa. Os outros 43 pedestres mortos em 2020 foram atropelados quando realizavam a travessia fora da faixa. Em 2020, registrou-se uma redução de 49% de pedestres mortos em relação a 2019, quando 86 pessoas morreram atropeladas nas vias do DF.

Campanha

Durante esses 24 anos, os motoristas criaram o hábito de dar passagem ao pedestre que, por sua vez, conquistou a garantia de uma travessia segura nas vias do Distrito Federal. Para reforçar esse hábito, o Detran vai realizar campanha educativa na mídia, nas redes sociais e em pontos de visualização, durante o mês de abril, como o slogan Quem dirige para. O pedestre usa. O objetivo é relembrar os condutores sobre a preferência de travessia do pedestre e incentivar os pedestres a realizarem a travessia sempre na faixa. O formato da campanha atende aos requisitos de segurança em razão do momento de pandemia que vivemos.

Na quinta-feira (1º), das 9h às 11h, haverá ação educativa na faixa de pedestre da plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, próximo ao Conjunto Nacional. À tarde, das 14h às 16h, as equipes de educação estarão na faixa de pedestre do cruzamento entre a Comercial Norte e Sul, próximo à Praça do Relógio. No momento da travessia, os educadores abrirão uma faixa parabenizando os condutores pelos 24 anos de respeito ao pedestre.

Nos pontos de visualização, serão disponibilizados ainda uma tenda personalizada com banner e material educativo, além de cavaletes com a frase: “Há 24 anos os moradores do DF deram um passo decisivo: respeitar a faixa de pedestres.”

 

Estatísticas de mortes

VÍTIMAS 1996 1997 VARIAÇÃO
TOTAL DE MORTES 610 465 Redução de 23,7%
PEDESTRES 266 202 Redução de 24%
VÍTIMAS 2019 2020 VARIAÇÃO
TOTAL DE MORTES 273 176 Redução de 35,5%
PEDESTRES 86 44 Redução de 49%
VÍTIMAS 1996 2020 VARIAÇÃO
TOTAL DE MORTES 610 176 Redução de 71%
PEDESTRES 266 44 Redução de 83,4%

*Com informações do Detran-DF

Governador Ibaneis ganha na justiça e comércio do Distrito Federal vai continuar funcionando

O comércio e as outras atividades da capital federal podem continuar a funcionar, conforme definiu o governo local em decreto

O governador Ibaneis Rocha (MDB) derrubou, mais uma vez, a decisão da juíza federal Katia Balbino de Carvalho Ferreira, que mandava fechar bares, restaurantes e comércio em geral, no DF, a partir dessa quinta-feira (1º/3).

Nesta quarta-feira (31), a desembargadora Ângela Catão, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), derrubou a liminar que impedia a reabertura do comércio no Distrito Federal a partir de 1º de abril.

Portanto, o comércio e as outras atividades da capital federal podem continuar a funcionar, conforme definiu o governo local em decreto.

Para a desembargadora, embora a liminar tenha usado dados fornecidos pelo GDF, a administração pública “se vê diante da contingência de ponderar e sopesar, para a tomada de decisão político-administrativa de retorno às atividades econômicas no âmbito do DF, os aspectos – que se entrelaçam – de natureza sanitária (saúde pública), econômicos e sociais que compõem a realidade complexa que se lhe apresenta”.

Ângela Catão avaliou que a condução do enfrentamento da pandemia da Covid-19 e a decisão do momento adequado para a retomada das atividades econômicas no DF, com a observância dos protocolos sanitários e com os subsídios técnicos, estão dentro da esfera de competência do Poder Executivo.

Fonte: Portal DF Mobilidade

Quase 13% da população do DF já foi vacinada contra a Covid-19

Já foram utilizados no Distrito Federal, 92,03% do total distribuído para aplicação da primeira dose e 81,86% para a segunda | Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde

Cobertura vacinal considera a população-alvo da vacinação, que são adultos acima de 18 anos

Em quase 90 dias da campanha de vacinação contra a covid-19, o Distrito Federal já vacinou 12,9% da população-alvo, adultos com 18 anos ou mais. De acordo com a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), o DF tem 2.309.944 pessoas acima dos 18 anos. Para se obter a cobertura vacinal, deve-se considerar somente a população-alvo, uma vez que ainda não há vacina para crianças e adolescentes. Até o momento, já foram vacinadas 297.956 integrantes do grupo prioritário. Com a segunda dose, foram 75.485 vacinados, o que corresponde a 3,27% de cobertura.

A vacinação é o principal recurso terapêutico capaz de frear esse ritmo da pandemia no Brasil. Estamos sempre na expectativa da chegada de mais doses, pois nossa capacidade de vacinação é grandeFernando Érick Damasceno, coordenador de Atenção Primária da Secretaria de Saúde

“Até então se calculava o percentual relacionado à população total do DF e isso não correspondia a nossa meta que é vacinar a população com 18 anos ou mais”, explica a subsecretária de Planejamento em Saúde, Cristiane Braga. “A taxa de cobertura vacinal corresponde ao número de pessoas do público-alvo que foram vacinadas. No caso da vacina contra a covid-19, temos um denominador para a população do DF com idade superior a 18 anos”, explica a subsecretária de Planejamento em Saúde, Cristiane Braga.

O coordenador de Atenção Primária da Secretaria de Saúde, Fernando Érick Damasceno, considera que a organização das bases de vacinação montadas em pontos estratégicos contribuiu para dar celeridade ao processo. Além disso, Fernando também pontua que o DF está em um ritmo progressivo de abertura de bases de modo a alcançar a população dos grupos prioritários o mais rapidamente possível. “A vacinação é o principal recurso terapêutico capaz de frear esse ritmo da pandemia no Brasil. Estamos sempre na expectativa da chegada de mais doses, pois nossa capacidade de vacinação é grande”, observa.

Vacinômetro

Os indicadores percentuais passam a ser informados no Vacinômetro da Secretaria de Saúde a partir desta quarta-feira (31). Das 448.410 doses recebidas pelo Distrito Federal, 415.980 já foram distribuídas para as redes de frio regionais e o restante está armazenado na Rede de Frio Central, no Parque de Apoio.

Considerando as doses distribuídas, já foram utilizadas 92,03% do total distribuído para aplicação da primeira dose e 81,86% para a segunda. Atualmente, são utilizadas as vacinas CoronaVac, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, e a vacina de Oxford, produzida pelo laboratório AstraZeneca e, no Brasil, pela Fundação Oswaldo Cruz.

População de outros estados

No mais recente boletim sobre a vacinação no DF, divulgado na segunda-feira (29), a Secretaria de Saúde informou que vacinou com a primeira dose, até o momento, 29.106 pessoas que residem nos 26 estados brasileiros. Com o reforço, esse número é de 10.922.

Diante dessa realidade, o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e o presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF, Gilberto Occhi, foram até ao gabinete do novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e explicaram esse cenário da vacinação.

Segundo os gestores locais, por causa da localização, a capital do país vem recebendo moradores de municípios vizinhos da região do Entorno, especialmente de Goiás, que lotam a rede de saúde distrital em busca de imunização contra o coronavírus.

Essa procura não programada tem prejudicado o atendimento à população local, tanto que a Secretaria de Saúde estuda a possibilidade de exigir comprovante de residência para garantir que nos postos da rede só sejam vacinados os moradores das regiões administrativas do DF.

Queiroga sinalizou que o Ministério da Saúde está sensível às reivindicações e aberto para trabalhar em parceria para melhorar a saúde pública do Distrito Federal. “Vamos aprofundar as discussões, sobretudo, para aprimorar a assistência no DF”, afirmou.

Caesb prorroga Programa de Negociação de Débitos até 30 de abril

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Até agora, 37 mil clientes já aderiram ao programa

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) decidiu prorrogar o Programa de Negociação de Débitos (PND 2020) até o dia 30 de abril. O objetivo é garantir ao consumidor pessoa física o pagamento de contas atrasadas até 30 de novembro de 2020.

Lançado em dezembro do ano passado, o PND 2020 já beneficiou 37.403 clientes. O valor negociado já superou os R$ 16 milhões, sendo R$ 14 milhões pagos à vista para quitação de débitos.

O superintendente de Comercialização, Diego Rezende, acredita que o programa é essencial para os clientes neste período: “Ele proporciona ao usuário, que teve dificuldades para manter o pagamento regular na pandemia, as condições de pagar seus débitos sem a incidência de juros e garantir a continuidade do abastecimento de água”, explica.

O PND 2020 garante desconto de até 99% nos juros de mora para pagamento à vista, até 15 dias a partir do recebimento do boleto. Se o cliente optar por realizar o pagamento, toda a dívida em nome dele será quitada. Caso o nome esteja negativado, os custos de cartório deverão ser pagos em até três dias úteis.

Para os usuários que optarem pelo parcelamento das dívidas, o desconto dos juros será progressivo, de acordo com a quantidade de parcelas. Nesse caso, a negociação estará disponível até o dia 30 de abril. O cliente deve acessar a área de autoatendimento no site da Caesb e clicar na opção Programa de Negociação de Débitos.

Construção de UPAs ajuda a gerar empregos no DF

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As seis unidades do Iges em obras empregam 350 trabalhadores e ajudam a salvar a economia em plena pandemia

As obras das sete novas unidades de pronto atendimento (UPA) que estão sendo construídas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) estão gerando mais de 350 empregos e ajudando a reaquecer a economia brasiliense em plena pandemia do coronavírus. São 175 empregos diretos e pelo menos 175 indiretos abertos em diversos setores da cadeia produtiva da construção civil, segundo informou nessa quarta-feira (30) a Gerência de Obras do Iges.
Das sete unidades em obras, cinco são construídas pela Civil Engenharia, empresa terceirizada pelo Iges para tocar os empreendimentos. Cada obra emprega, em média, 25 profissionais do setor, entre pedreiros, ajudantes, bombeiros hidráulicos e eletricistas, além de 10 funcionários do setor administrativo, inclusive estagiários e menores aprendizes, segundo o engenheiro Pedro Henrique da Silva, da Civil Engenharia.
A gerente de Obras do Iges, Rita Lourenço, esclarece que balanços periódicos sobre o número de empregos gerados são produzidos a partir de relatórios diários apresentados pelas construtoras. Os dados são checados por meio de vistorias feitas por técnicos do instituto nos canteiros de obras. “Já a média de funcionários indiretos é calculada pelos índices de contratações da construção civil brasileira”, completa.
O engenheiro Pedro Henrique explica que a pandemia desaqueceu vários setores da economia, como a indústria da construção civil do Distrito Federal. “A construção dessas UPAs, neste momento de pandemia do coronavírus, está sendo bastante positiva para manter e gerar empregos no DF”, afirmou.
Sobrevivência em meio à crise
Quem está no canteiro de obras também comemora a oportunidade de emprego em meio à pandemia. É o caso do eletricista Vanderlei Guedes, 41 anos, que trabalha de segunda a sábado na construção da UPA do Riacho Fundo II. Graças à obra, Guedes, que é arrimo de família, consegue manter os dois filhos e a esposa. “É uma sorte manter o emprego mesmo durante essa crise causada pela pandemia”, acredita.
Outro que comemora o emprego é Albertino Pereira, 55 anos, colega de Guedes na UPA do Riacho Fundo II. Atuando na obra desde o início da crise sanitária, ele conta que precisou se adaptar às medidas de segurança para não contrair o vírus e continuar trabalhando. Hoje, sente-se um privilegiado por estar empregado. “Eu esperava que a pandemia fosse uma coisa passageira, mas estamos há mais de um ano passando por isso”, reclama. “Mas se não fosse essa oportunidade, não sei como conseguiria manter a minha renda.”
Avanço das obras
Com a mão de obra assegurada, o engenheiro Pedro Henrique garante que as UPAs podem ser entregues dentro dos prazos estipulados. unidades estão sendo construídas em Brazlândia, em Ceilândia, no Gama, no Paranoá, em Planaltina, no Riacho Fundo II e em Vicente Pires.
As obras começaram em maio do ano passado, mas foram desaceleradas pela pandemia e pelo auxílio que o Governo Federal deu às famílias carentes, o que gerou uma grande procura por materiais de construção em todo o país.
Mas diante da nova onda da covid-19, o governador Ibaneis Rocha determinou acelerar o ritmo das obras. Os cronogramas foram refeitos, e agora a previsão é que as UPAs comecem a ser entregues nos próximos meses. A primeira deve ser a de Ceilândia, que está com cerca de 80% dos trabalhos concluídos, segundo o presidente do Iges, Gilberto Occhi.

As novas UPAs terão 1,2 mil metros quadrados e capacidade para atender cerca de 4,5 mil pessoas por mês. No total serão mais de 42 novos leitos de observação, 14 de emergência e sete de isolamento. O atendimento será feito 24 horas em todos os dias da semana. Cada unidade contará com dois ou três médicos em cada período de trabalho (manhã, tarde e noite).

Secretaria de Saúde do DF lança edital para gestão de novos hospitais de campanha

Contratada irá fornecer manutenção e insumos aos aparelhos e medicamentos para atender os pacientes | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Duração do contrato será de 180 dias; três novas unidades terão 300 leitos com suporte ventilatório para pacientes internados por covid-19

A Secretaria de Saúde publicou nesta quarta-feira (30), no Diário Oficial do Distrito Federal, o edital para contratação emergencial da empresa que vai gerir os novos hospitais de campanha para atender pacientes com covid-19. O contrato terá duração de 180 dias. Caberá à contratada oferecer serviços de gestão integrada de leitos hospitalares, com suporte ventilatório pulmonar e terapia renal substitutiva beira-leito.

O contrato também prevê que a empresa contratada forneça manutenção e insumos necessários ao funcionamento dos equipamentos (incluindo computadores e impressoras) e atendimento dos pacientes (medicamentos, materiais médico-hospitalares, gases medicinais e esterilização de equipamentos e materiais, além de alimentação, nutrição enteral e parenteral).

Ao longo desse período, deverão ser ofertadas 18 mil diárias de internações por hospital de campanha. São três unidades que já estão sendo montadas: uma no Estádio Bezerrão, no Gama; outra no Autódromo de Brasília; e o terceiro em Ceilândia. Cada hospital terá 100 leitos.

As empresas interessadas devem enviar propostas entre os dias 31 de março e 8 de abril (até às 18h), para o e-mail dispensadelicitacao.sesdf@saude.df.gov.br.

Banco Central libera oficialmente transferências bancárias pelo WhatsApp

Uso para pagamentos segue em análise

Horas depois de o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, anunciar que o órgão liberaria transações pelo WhatsApp, o BC autorizou oficialmente as transferências bancárias pelo aplicativo. A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira (30) pela autoridade monetária.

A empresa Facebook Pagamentos do Brasil, dona do WhatsApp, foi aprovada como “iniciador de transações”. As operadoras Visa e Mastercard receberam autorizações de dois arranjos de pagamentos: transferência/depósito e operações pré-pagas, em que o cliente abastece uma carteira virtual com dinheiro para gastar mais tarde.

As operações só poderão ser feitas dentro do Brasil. Transações com o exterior estão vetadas. Os pagamentos de compras por meio da plataforma Facebook Pay, que haviam sido pedidos pelas operadoras, continuam sob análise e não foram incluídos na autorização.

Em nota, o Banco Central informou que as autorizações “poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos”. As transferências e as contas pré-pagas estarão disponíveis assim que o WhatsApp liberar a modalidade. Caberá ao próprio aplicativo definir as tarifas de transação.

Em junho do ano passado, o BC suspendeu o teste que o Facebook tinha começado a fazer no Brasil. Em parceria com as operadoras Visa e Mastercard, pessoas físicas e empresas poderiam usar a função pagamento dentro do aplicativo para transferirem dinheiro e fazerem pagamentos no país e em reais. O BC, na época, interrompeu o serviço para verificar os riscos da nova tecnologia.

Além de Recopa, Brasília também recebe jogo do Santos na Libertadores

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Duelo contra San Lorenzo, da Argentina, será dia 13 no Mané Garrincha

A partida de volta entre Santos e San Lorenzo (Argentina), pela terceira fase preliminar da Libertadores, será realizado no estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, no próximo dia 13 de abril, às 21h30 (horário de Brasília). O Peixe recebeu nesta terça-feira (30) a confirmação de mudança do local pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

A transferência para Brasília se deve ao impedimento a jogos de futebol em São Paulo em meio à Fase Emergencial, a mais restritiva no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (covid-19), vigente até 11 de abril e que pode ser prorrogada. Pelo mesmo motivo, o duelo de volta entre Palmeiras e Defensa y Justicia (Argentina), da Recopa Sul-Americana, também mudou para a capital federal e será disputado um dia após a partida do Santos.

Além disso, a Baixada Santista, onde fica a cidade de Santos (SP), está em lockdown, também para controle de casos e internações pelo vírus, até domingo (4), mas a medida pode ser estendida pelos prefeitos da região. O Alvinegro sequer está podendo treinar no município e tem se preparado em Atibaia (SP).

O regulamento da Conmebol prevê que os clubes informem eventual mudança no local em que atuarão como mandantes com, ao menos, 15 dias de antecedência. O jogo de ida será na terça-feira (6), também às 21h30, no estádio Nuevo Gasometro, em Buenos Aires (Argentina). O confronto vale uma vaga na fase de grupos do torneio continental.