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Policiamento com cães, o diferencial no combate às drogas

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Três cachorros “escoltaram” os policiais em buscas nas plataformas superior e inferior da Rodoviária. Vinte alunos do Curso de Formação de Praças reforçaram o grupo, como parte do treinamento | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Batalhão com 100 homens e 54 farejadores investiga pelo menos seis ocorrências por dia. Alunos em formação se empolgam com atuação dos animais

Uma parceria eficiente no combate à criminalidade, principalmente, em relação ao tráfico de drogas. Policiais militares e cães farejadores do Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) estão investidos em missões diárias pelo Distrito Federal e se deparam com uma média de seis ocorrências por dia, quase todas relacionadas à apreensão de entorpecentes.

Uma matilha de 54 animais das raças pastor belga de malinois, pastor alemão cinza e labrador integram o batalhão, que ainda tem cerca de 100 homens. Cães de ambos os sexos, treinados por cerca de dois anos no quartel da PMDF no Setor Policial Sul e que também estão aptos a encontrar armas e explosivos, entre outras tarefas.

Ação na Rodoviária

A reportagem da Agência Brasília acompanhou uma tarde de trabalho do BPCães na Rodoviária do Plano Piloto. Três cachorros “escoltaram” os policiais em buscas nas plataformas superior e inferior do terminal. Vinte alunos do Curso de Formação de Praças reforçaram o grupo, já que a atividade é parte do treinamento dos futuros policiais.

Em cerca de 20 minutos de operação, Iron – um pastor malinois de 1 ano e meio – entrou rapidamente em uma banca de produtos eletrônicos, fuçou e parou estático em frente a uma gaveta. Ali, o policial recolheu um cigarro de maconha guardado por um vendedor. Missão cumprida, Iron ganhou sua recompensa: uma bolinha de borracha para brincar antes de seguir na missão.

“Apesar da pequena quantidade, é menos droga em circulação. O que o cão detecta com o faro, a gente não consegue ver. É a droga dentro de um painel do carro ou dentro de um motor onde o acesso é difícil”, aponta o comandante do batalhão, major Carlos Reis.

“E estamos investindo muito nos treinamentos para odor específico, no qual os cães localizam criminosos por meio de seu cheiro. Como os bandidos que normalmente fogem para as matas, por exemplo”, explica.

A arma dos cães-policiais é o focinho, capaz de reconhecer até 978 odores diferentes. Já a vida útil nas missões de segurança é de oito anos

Missões em grandes eventos

Em 2018, dois cães-policiais foram primordiais para uma das maiores apreensões recentes de maconha registradas pela PMDF. Cerca de 2,5 toneladas da droga estavam escondidas em um caminhão que trafegava pela rodovia BR-070, além de duas pistolas irregulares.

De acordo com Reis, até junho deste ano, o batalhão canino já realizou pouco mais de 300 operações a partir de chamados de outras unidades policiais. Sem contar as ações corriqueiras em locais como as rodoviárias de Brasília e Interestadual, entre outras.

Durante a Copa América, em Brasília, o foco eram explosivos: os cães também passaram 25 dias fazendo varreduras em hotéis e veículos em busca desses artefatos.

Treinamento começa cedo

A arma dos cães-policiais é o focinho, capaz de reconhecer até 978 odores diferentes. Já a vida útil nas missões de segurança é de oito anos. Quando se aposentam, os cachorros usualmente são adotados por seu guia e aprendem a viver com as mordomias de um animal doméstico.

O treinamento começa cedo, a partir dos 45 dias de vida, conforme relata o sargento Diego Aires, um dos responsáveis pela capacitação dos animais.

“A gente verifica logo cedo a aptidão dos cachorros. Tem alguns que possuem muitos recursos e podem ser usados nas mais diversas situações”, explica Aires. “Eles são ótimos para a detecção de drogas e armas, mas também podem, por exemplo, atuar na proteção aos policiais em algumas operações”, emenda.

Guilherme Araújo, 31 anos, é um dos alunos que participaram da patrulha na Rodoviária. Estava ali mais um candidato a integrar o BPCães. No sétimo mês de preparação para entrar nos quadros da polícia, se disse motivado e promete lutar por uma vaguinha no batalhão.

“Apesar de ser uma unidade difícil de entrar, [o batalhão] é um local que me empolga. A presença dos cães é diferenciada e a gente trabalha de uma forma mais especializada”, define Guilherme.

Segunda edição da Campus Party Digital promove palestras, bate-papos e hackathons para campuseires do Brasil e América Latina

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Festival acontecerá entre 22 e 24 de julho com transmissão multiplataforma e inscrição gratuita

A Campus Party Digital Edition está chegando! O maior festival de tecnologia do mundo acontecerá entre 22 e 24 de julho, com transmissão multiplataforma e acesso 100% gratuito. A edição Latam que ocorrerá em 6 países: Colômbia, Chile, Uruguai, Paraguai, Argentina e Brasil; conta com 3 estúdios sedes: Brasília (em parceria com o Governo do Distrito Federal), Goiânia (em parceria com o Governo de Goiás) e São Paulo (em parceria com a Prefeitura de São Paulo). Serão mais de 400 palestrantes, diversos conteúdos integrados e transmissões ao vivo.

O principal objetivo da Campus Party é compartilhar conteúdos disruptivos, que visam estimular ainda mais a interação entre os participantes, independente de idade, etnia, gênero ou status socioeconômico. A meta é ir além da entrega de eventos no molde “zoom + plateia”, por meio do projeto omnichannel, que levará o conteúdo em diferentes plataformas como: Youtube, Linkedin, Facebook, Instagram, TikTok, Twitch e Kwai. Na semana posterior ao evento, os campuseires também poderão encontrar os painéis de conteúdo Globo, no Globoplay.

De acordo com o Tonico Novaes, CEO da Campus Party no Brasil, a edição digital é um estímulo importante para a inclusão social, uma vez que permite a ruptura dos limites geográficos e das barreiras econômicas. “A ideia é proporcionar uma experiência omnichannel no metaverso gerando aprendizado, criatividade e colaborativismo entre os campuseires, comunidades e parceiros. Dessa forma continuamos conectando pessoas e ideias que irão transformar o futuro da sociedade”, afirma Tonico.

Serão 7 palcos que apresentarão, respectivamente, diferentes temáticas:

– Reinicializar o mundo (principal)

– Work Life (mercado de trabalho e economia)

– Green Deal by Play Energy. (energia limpa e meio ambiente)

– Living Better (saúde e ciência)

– Joy of Life by Magalu (entretenimento e cultura digital)

– New Horizons by Petrobras (Educação e Govtech)

– Fábrica de Empreendedores by Sebrae

O festival conta um line-up de peso. Confira alguns dos principais nomes:

  • Abilio Diniz – Presidente do Conselho da Península Participações e membro do Conselho de Administração do Grupo Carrefour;
  • Caito Maia – Fundador da Chilli Beans;
  • Fernanda Gentil – jornalista e apresentadora da Globo;
  • Felipe Andreoli –jornalista da Globo;
  • Eduardo Sterblitch – Humorista da Globo;
  • Rafa Kalimann – Apresentadora do Globoplay;
  • Maitê Lourenço – CEO e fundadora do BlackRocks Startups;
  • Luís Justo – CEO do Rock in Rio;
  • Nyvi Estephan – Apresentadora e streamer;
  • Fabiana Karla – Atriz e apresentadora da Globo;
  • Eva Lazarin – CEO e fundadora da Benkyou;
  • Débora Garofalo – Coordenadora do Centro de Inovação da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo;
  • Fabi Alvim – Comentarista olímpica da Globo;
  • Aretha Duarte – alpinista;
  • Ademar Lucas – skatista;
  • Joana Thimoteo – Diretora de eventos esportivos da Globo;
  • Ricardo Cappra – Cientista Chefe de Dados do Cappra Lab;
  • Flávia Gamonar – Autora e instrutora oficial LinkedIn Learning;
  • Kenya Sade – Apresentadora do podcast To na Trace;
  • Gustavo Ziller – Criador e protagonista da série 7CUMES do Canal Off.

Serão três dias de um evento imersivo, criativo, disruptivo e digital de conteúdos construídos a partir de comunidades e experiência interativas. Confira abaixo os principais destaques desta edição:

Plataforma Campus Verso

 A grande novidade da segunda edição digital é o Campus Verso, uma plataforma com modelagem em 3D de alguns ambientes da Campus Party física. O marketplace de EAD gameficado, que foi desenvolvida em parceria com a Benkyou (da CEO Eva Lazarim), será lançada com a transmissão do festival. Após o evento, a plataforma continuará ativa com conteúdos gratuitos e cursos ministrados por parceiros (universidades, Institutos Federais, empresas de cursos e etc). Em seguida, campuseires também poderão colocar seus cursos a venda na interface

Segundo Ricardo Queiroz, Head de Inovação da Campus Party, a Campus Verso é fundamental para a estratégia de digitalização do festival. “Queremos criar pontos de contatos para o campuseire, mas com a premissa básica de agregar valor à nossa base. Nossa expectativa é transformar a plataforma em um hub para produtores de conteúdo e conectar cada vez (mais) quem quer aprender. Com a parceria com a Benkyou conseguimos fazer isso de uma forma mais lúdica e divertida”, finaliza Ricardo.

Hackathons

Esta edição contará com dois hackathons, um com o apoio do Distrito Federal e o outro com a parceria do Governo de Goiás. Ambos estão sendo realizados, gratuitamente, entre16 e 22 de julho.

As maratonas propõem aos participantes o desenvolvimento de uma solução tecnológica para sanar o problema de algum segmento. Neste ano, o desafio de Brasília é focado na retomada da economia, onde o objetivo é criar alternativas de renda para quem perdeu durante a pandemia. Já o desafio Goiás é direcionado para a criação de soluções para o turismo, com olhar especial para ecoturismo.

Os inscritos deverão formar grupos e passarão por mentorias especializadas, pitches e validações. Os integrantes que apresentarão o projeto mais qualificado participarão do programa de aceleração, de 6 semanas, da Sai do Papel (saidopapel.com.br). A equipe vencedora também receberá ingressos para próxima Campus Party, em qualquer uma das regiões, com direito a barraca.

Para mais informações sobre os hackathons acesse: https://digital.campus-party.org/

Liga de eSports

A Campus Party reuniu a Liga dos Surdos, Wakanda Streamers, Afrogames e Brazilians Against Time (BRAT) para a realização de campeonatos e fóruns com transmissões ao vivo. O objetivo é dar espaço e voz para gamers e comunidades do Brasil, em um ambiente de valorização e engajamento.

“Nosso objetivo é transformar a Campus Party num hub também para comunidades de games. Esse tipo de interconexão transcende o evento e abre possibilidades para uma série de novas ações em conjunto. Eu aposto que vamos conseguir”, explica Ronaldo Geraidine, responsável por games e eSports da Campus Party Digital.

Comunidade 360 e Maratonas de Negócios by Sebrae

O Sebrae realizará uma maratona de negócios com foco em empresas que ainda se encontram na fase de ideação. Essa maratona consiste em uma série de capacitações durante a Campus Party. O objetivo é preparar as equipes em diversas temáticas relacionadas ao empreendedorismo e inovação.

O Sebrae também apresentará, durante o evento, o Startup 360, que fará uma analogia com as edições presenciais e se assemelhará ao espaço Startup & Makers. Os projetos selecionados receberão uma série de capacitações, oferecidas pela instituição, pós-evento.

Capture the Flag da Clearsale

Maratona de segurança, na qual os participantes têm o objetivo de quebrar sistemas, utilizando conhecimentos em linguagens de programação e data science. Os desafios acontecerão dentro da plataforma e-Flag, ambiente que permite hackeamento. Os participantes conquistam um flag a cada nível completado. O vencedor será quem realizar mais desafios, em menos tempo. Os três primeiros lugares ganharam: 5 mil, 3 mil e 2 mil reais. As inscrições estão abertas, até o dia 20 de julho, às 23:59. Inscreva-se pelo link: https://digital.campus-party.org/sao-paulo/capture-the-flag-clearsale/.

Demoday

Em parceria com a Prefeitura de São Paulo, o Demoday visa facilitar a captação de investimento para as startups, com isenção de taxa na captação de até R$500 mil, na plataforma Captable. A ação foi realizada no dia 15 de julho, mas o vídeo na integra estará disponível na plataforma Campus Verso.

O Prêmio é a conexão com mercado de investimento, visibilidade, stand na próxima CPBR física e o auxílio para capitação de investimento.  Cada startup competidora teve 3 minutos para apresentar seu projeto e 5 minutos para interagir com os investidores e representantes de organizações, como a DOMO Invest, Astella Investimentos, Porto Digital, Órbi Conecta e Sai do Papel.

Palco Goiás

A praça de Goiás contará com um palco exclusivo e presencial, que em virtude da pandemia, não terá cadeiras para o público, apenas espaço para os palestrantes, com transmissão 100% online. Diretamente do Passeio das Águas Shopping, na região Norte de Goiânia, serão realizadas 39 atividades (workshops, palestras e painéis), promovidas por 13 parceiros e três secretarias de Estado.

Campus Party Digital Edition 2021

Abertura: Dia 22 de julho, às 10h30

Dias: 22, 23 e 24 de julho

Horários: 11h às 22h (dias 22/07 e 23/07) e 11h às 19h30 (dia 24/07)

Sitehttps://digital.campus-party.org/

Realizador – Gouvêa Ecosystem

A Gouvêa Ecosystem é composta por 17 empresas dedicadas a apoiar e promover a evolução dos negócios em 4 verticais: Consultoria, Serviço, Solução e Relacionamento. Membro do Ebeltoft Group- consórcio global com 18 empresas de consultoria especializadas em varejo e consumo em 22 países.

Patrocinadores

Enel, Petrobras, Magazine Luiza, Sebrae, Clearsale, Ford e Serpro

 

Apoio Institucional:

Governo de Goiás, Governo do Distrito Federal e Prefeitura de São Paulo.

Parceiros de mídia:

Globo, Mercado e Consumo, Ótima, Rádio Disney, TikTok, Estação Nerd, Best Rádio, TV Anhanguera, Maurício de Sousa Produções, Kwai, Filtr, Nerd Bunker, IGN e BuzzFeed.

Parceiros:

HandTalk, Skylar, Class, CONIF, Inova Unicamp, Mackenzie, Universidade Metodista e Agência de Inovação da UFSCar.

Ministério da Saúde prejudica vacinação no DF, oposição propaga fake news e classe política se omite

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Parte da vacina que seria usada para a população foi desviada para tropa de militares e pessoas de outros estados. Enquanto isso, oposição produz fake news acusando o GDF de estocar vacina

A falta de vacina no Distrito Federal precisa unir a classe política local, seja de situação ou oposição, em busca de uma solução do problema. Isso é importante pra desmistificar que o governo não está vacinando por estocar o medicamento, uma fake news que a oposição vem bradando. Uma mentira que tem intenção eleitoral.

O momento é de todos se unirem e cobrarem do Governo Federal o envio de vacinas para suprir a quantidade que foi desviada para vacinação de tropas militares e pessoas de outros estados. Uma boa notícia, num primeiro momento o Ministério da Saúde prometeu entregar nesta quarta-feira (21) 120 mil doses para o Distrito Federal.

O omissão da classe política é tamanha que dos oito deputados federais, três senadores e ainda dois ministros, nenhum se manifestou ou correu atrás para que o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, enviasse mais vacinas contra a covid-19 para acabar com o déficit vacinal no DF.

Em pouco mais de cinco meses da campanha de vacinação contra a covid-19, a Secretaria de Saúde do DF imunizou 123.794 pessoas de outras unidades da Federação que receberam a primeira dose, sendo que 47.862 completaram o ciclo vacinal com a segunda dose. São vacinas que deixaram de ser recebidas pelos brasilienses e o Ministério da Saúde tem a obrigação de repor.

Os moradores dos cinco estados que mais procuraram o DF foram os de Goiás (44,99% das doses aplicadas, considerando D1 e D2), Minas Gerais (11,45%), São Paulo (6,60%), Rio de Janeiro (6,14%) e Bahia (4,85%).

Somado a este percentual de vacinas, aplicadas no público externo, está a pouca demanda do imunizante no DF.

O secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, vem repetidamente cobrando do Ministério da Saúde, que ignora o pedido. Nesta segunda-feira (19), o ministro da Saúde, Marcelo Quiroga, ao se referir sobre a vacinação no nosso quadrado, deixou o descaso bem claro.

No mesmo dia, o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, informou que o Distrito Federal espera pela chegada de 120 mil doses de vacinas. Essa carga não dá para colocar a capital federal entre os cinco entes federativos que mais avançam no processo de imunização no país.

Sem uma forte pressão, a reposição de vacinas que o DF tem direito, não vai ocorrer e a população da capital federal ficará no final da fila dos imunizados.

Os senadores e deputados federais do Distrito Federal, além de dois ministros de Estado, se omitem diante da situação. A preocupação, parece, é criar o caos, para tirar proveito nas eleições do próximo ano. Tem político que pelo poder é capaz de deixar morrer o seu próprio povo.

É o que acontece hoje no Distrito Federal, onde apenas o governador Ibaneis Rocha e sua equipe correm para resolver o problema e vacinar a população, mesmo sofrendo ataque com fake news 24 horas por parte de políticos oportunistas da oposição. Essa velha política tem que deixar de existir no Distrito Federal, em prol da saúde da população brasiliense.

 

Presidente Bolsonaro diz que vai vetar aumento do fundo eleitoral

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Lei de Diretrizes Orçamentárias, aprovada pelo Congresso, prevê um aumento de R$ 5,7 bilhões para o fundo

O presidente Jair Bolsonaro garantiu que vai vetar o aumento de R$ 5,7 bilhões no fundo eleitoral, aprovado pelo Congresso Nacional por meio da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A fala foi proferida em entrevista para a Rádio Nacional da Amazônia.

Segundo o presidente, o valor pode ser mais bem empregado na construção de pontes e de malha rodoviária, por exemplo.

Durante a entrevista, Bolsonaro também falou sobre a vacinação contra a Covid-19 no país. Segundo ele, já foram distribuídas mais de 150 milhões de doses de vacinas no Brasil e cerca de 100 milhões de pessoas já foram imunizadas com a primeira dose. Os números podem ser conferidos no portal do Ministério da Saúde.

O presidente também comentou sobre seu estado de saúde, que segundo ele, já está 100%. Bolsonaro explicou que o quadro de obstrução intestinal foi agravado por uma crise de soluços. Ele recebeu alta do hospital no último domingo (18).

Fonte: Brasil 61

Governo de Goiás começa pagamento de premiados na Nota Fiscal Goiana

São R$ 200 mil sorteados por mês. Objetivo é incentivar que consumidor, ao fazer qualquer tipo de compra, sempre peça para que seja inserido número do CPF na nota fiscal. Iniciativa visa diminuir sonegação de impostos e aumentar arrecadação

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Economia, liberou, na última semana, o pagamento do sorteio de número 50 da Nota Fiscal Goiana, realizado no mês de junho. A maioria dos que informaram a conta bancária já recebeu o dinheiro. “Agora, o cidadão tem a garantia de que, ao ser premiado, vai receber”, reforçou o governador Ronaldo Caiado.

Todo mês é sorteado um total de R$ 200 mil, divididos entre 158 prêmios: um de R$ 50 mil; três de R$ 10 mil; quatro de R$ 5 mil: 50 de R$ 1 mil e 100 prêmios de R$ 500.

“É um programa que só traz vantagens para aqueles que adotam o hábito de pedir o CPF em qualquer compra, seja no supermercado, na farmácia, na padaria”, ressalta a secretária da Economia, Cristiane Schmidt.

Dados da Coordenação do programa revelam que, dos 158 contemplados no sorteio do dia 22 do mês passado, 52 receberam o pagamento, feito pela Secretaria da Economia. “Para receber, é preciso acessar o site do programa www.economia.go.gov.br/nfgoiana e informar os dados da conta bancária”, ressalta o coordenador da Nota Goiana, Leonardo Vieira de Paula.

Os ganhadores têm até 90 dias após a homologação do sorteio para informar a conta pelo site do programa, por meio do quadro premiações, após login e senha. A homologação ocorreu no dia 29 de junho, com a publicação dos premiados no Diário Oficial do Estado. Depois desse período o contemplado perde o direito ao prêmio.

Sorteio de julho

Os sorteios são mensais. O próximo será no dia 29 de julho, e só precisa se inscrever quem ainda não tem o cadastro na Nota Goiana. Para contar pontos, basta pedir o CPF na nota. Ao somar R$ 100 reais em compras, o participante tem direito a um cupom eletrônico.

Outra vantagem do Programa Nota Fiscal Goiana é que o inscrito também ganha desconto no valor do IPVA, entre 5% e 10%, proporcional ao valor das notas fiscais acumuladas. E ainda ajuda o time goiano do coração a ganhar prêmios trimestralmente.

Governo intensifica fiscalização de irregularidades no auxílio emergencial

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Na última semana foi publicada uma portaria sobre acumulação indevida do auxílio com benefício previdenciário

O governo federal tem intensificado a fiscalização e adotado uma série de medidas para evitar as fraudes no auxílio emergencial e garantir que a ajuda financeira chegue a quem realmente precisa. Pensando nisso, na última semana foi publicada uma portaria sobre acumulação indevida do auxílio com benefício previdenciário.

O documento determina que quem recebeu o auxílio emergencial cumulativamente com benefícios previdenciários ou assistenciais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai ter as parcelas descontadas do próprio benefício.

A concessão dos benefícios previdenciários tem efeitos retroativos, por isso a apuração do recebimento concomitante irregular só é viabilizada em períodos posteriores. Assim, o pagamento do auxílio emergencial foi correto, porém, foi configurado recebimento irregular devido aos efeitos retroativos dos benefícios previdenciários.

De acordo com o Ministério da Cidadania, a Polícia Federal já realizou cerca de 100 operações de combate às fraudes, com expedição de mais de 380 mandados de busca e de 50 mandados de prisão.

Segundo o advogado constitucionalista e sócio da Gomes, Almeida e Caldas Advocacia, Camilo Onoda Caldas, essas fraudes são cometidas por dois grupos distintos. Os primeiros são indivíduos que estando fora dos requisitos estabelecidos pela lei que solicitam o auxílio e o segundo de quadrilhas que fraudam o recebimento do benefício utilizando CPF de dados e terceiros.

“Existem atualmente operações da Polícia Federal e do Ministério Público contra fraudes praticadas tanto por indivíduos quanto por quadrilhas e parte dessa sistemática de repressão envolve o cruzamento de dados”, afirmou. Caso uma pessoa seja descoberta, ela pode ser condenada a devolver os valores que recebeu e eventualmente responder por um processo criminal.

Quando há o recebimento indevido e é comprovada a má-fé do beneficiário, o órgão cobra a devolução aos cofres públicos dos valores recebidos, atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A devolução é chamada de ressarcimento ao PBF. Além disso, a família fica proibida de reingressar no programa por um ano, prazo contado a partir da data em o ressarcimento foi efetuado.

Já retornaram aos cofres da União, até o momento, cerca de R$ 4,8 bilhões referentes ao auxílio emergencial. O montante inclui as devoluções feitas em 2020 e 2021 e contemplam as devoluções voluntárias realizadas por meio da emissão de Guia de Recolhimento da União (GRU), restituição por Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) e recursos não movimentados dentro dos prazos legais, além de revisões e fiscalizações quanto à elegibilidade dos beneficiários.

Extensão do benefício

Em junho foi anunciada uma nova prorrogação do benefício até o mês de outubro, com parcelas de R$300 e R$600. A extensão se deu por conta do programa de vacinação que prevê que toda população adulta seja vacinada até lá. As três novas parcelas serão pagas a 40 milhões de brasileiros.

Desempregada desde o início da pandemia, a mãe e chefe de família Tais Caroline Lima ainda conta com a ajuda financeira para manter as despesas de casa. Apesar da redução do valor comparado ao benefício pago em 2020, o recurso tem sido essencial enquanto ela ainda busca uma nova fonte de renda.

“É um valor que ajuda, porém não é um valor suficiente. Para uma mãe sozinha, com dois filhos que mora de aluguel, que tem gasto de alimentação, água, luz e nenhum suporte do governo. Acaba sendo um pequeno valor que ajuda, porém não é o suficiente”, contou.

Denúncias do recebimento indevido

Em nota, o Ministério da Cidadania também informou que modernizou a legislação que disciplina a concessão do benefício, aprimorando os critérios de elegibilidade, a partir de recomendações de órgãos de controle. O objetivo é reforçar os pilares da proteção social e econômica aos mais vulneráveis e o compromisso com a responsabilidade fiscal.

A Ouvidoria é o canal para o registro de denúncias de recebimento indevido. As denúncias também podem ser feitas pelo telefone 0800 707 2003 (opção 5) ou por formulário eletrônico. Se o cidadão receber o auxílio e quiser devolver por não precisar mais do benefício ou não se enquadrar nos critérios, tudo pode ser feito pela internet no site: https://devolucaoauxilioemergencial.cidadania.gov.br/devolucao

Fonte: Brasil 61

Covid-19: “Provavelmente vamos precisar, no futuro, de uma terceira dose”, diz infectologista

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(Foto Tania Rego)

Pfizer e agora a AstraZeneca vão pesquisar se há necessidade de uma dose adicional de imunizante contra Covid-19. Saiba mais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (19), a AstraZeneca a realizar estudos para avaliar a possibilidade de uma terceira dose da vacina contra a Covid-19. Com isso, já são duas as fabricantes de imunizantes usados no Brasil a obter o sinal verde do órgão. Em junho, a Pfizer foi liberada para investigar os efeitos, segurança e benefício de uma dose de reforço de sua vacina, a Comirnaty.

Ambas as pesquisas estão em estágio inicial. Em resposta à reportagem, a Anvisa esclareceu que “até o momento não há estudos conclusivos sobre necessidade de terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra a Covid-19”. No entanto, o que explicaria a busca dos laboratórios farmacêuticos por respostas em relação à uma terceira dose? O portal Brasil61.com conversou com especialistas para entender a questão.

Segundo Melissa Medeiros, infectologista e coordenadora do Núcleo de Pesquisas do Hospital São José de Doenças Infecciosas, em Fortaleza (CE), não era possível prever uma terceira dose antes do início da imunização da população. Com o passar do tempo, a chegada de novas variantes e a resposta imunológica de alguns grupos às duas doses, a ciência tem caminhado nesse sentido, explica.

“No início dos protocolos da imunização, não imaginávamos a necessidade de uma terceira dose tão precoce. Não estava no desenho inicial. Provavelmente só duas doses. Como não temos, inclusive, como prever o tempo em que vamos precisar para fazer esses reforços”, diz.

Para a infectologista Ana Helena Germoglio, a dose de reforço contra a Covid-19 segue padrão adotado para impedir outras doenças, ainda que numa periodicidade menor. “A gente já sabe, com base em várias outras vacinas que utilizamos há muitos anos, que muitas vacinas precisam de reforço a cada dez anos, a cada cinco anos ou até anualmente, como é o caso da Influenza. E a mesma coisa, muito provavelmente vai ser em relação às vacinas da Covid-19”, afirma.

Ana Helena esclarece, contudo, que as pessoas que já tomaram as duas doses contra a Covid-19 não devem ficar preocupadas, achando que não estão protegidas adequadamente contra o vírus. “Muito provavelmente no futuro vamos precisar de uma terceira dose da vacina, mas nem por isso a gente deve achar que as vacinas utilizadas hoje em dia não funcionam.”

Segundo a Anvisa, todas as vacinas autorizadas no Brasil mantêm proteção contra doenças graves e morte.

“Principalmente com essas medicações da AstraZeneca e da Pfizer, já temos uma efetividade enorme com a segunda dose de vacina. A gente tem uma proteção muito maior quando faz a segunda dose, embora só a primeira dose das vacinas já dê uma proteção em torno de 84% de infecção. A segunda dose deve ser feita, deve ser reforçada”, indica a doutora Melissa.

Redução de anticorpos

Especialistas explicam que um dos fatores por trás do movimento que estuda uma terceira dose já era esperado: a queda de anticorpos produzidos pelo organismo depois de um certo período após a segunda dose. “A gente sabe que anticorpos vão diminuindo ao longo do tempo”, explica Melissa.

É importante lembrar que vacinas relacionadas a qualquer tipo de doença têm eficácias diferentes em cada grupo da população. Não é diferente com a Covid-19. A infectologista detalha que idosos e pessoas que têm imunossupressão, por exemplo, respondem com menor assertividade à vacina.

“A partir dos 50 anos a gente já começa a ter o que chamamos de imunosenescência. As pessoas mais velhas têm uma produção de anticorpos menor do que as pessoas adultas jovens. Provavelmente essas pessoas são populações mais vulneráveis, além das pessoas que tomam imunobiológico, drogas que baixam a imunidade”, complementa.

Até por isso, é normal que as populações mais vulneráveis sejam as primeiras a receber, caso os estudos clínicos indiquem a necessidade, uma dose adicional de vacina contra a Covid-19, aponta Ana Helena. “Sabemos que os idosos e as pessoas que têm imunossupressão têm uma resposta menor. Logo, também serão grupos mais prováveis de ter necessidade de outras doses da vacina. Mas só saberemos isso com a ciência e o tempo.”

Variantes

O temor com o surgimento de novas variantes do novo coronavírus é que alguma delas “escape” das vacinas produzidas até o momento. Isso também contribui para a elaboração de estudos sobre uma dose adicional dos imunizantes. “As variantes têm realmente um impacto muito importante, principalmente porque a gente já sabe que algumas vacinas não têm uma eficácia tão boa contra algumas variantes”, diz Melissa.

Ana Helena afirma que as vacinas disponíveis atualmente oferecem resposta contra todas as variantes, embora o nível de proteção seja menor a depender da cepa. “Pode acontecer da gente ter alguma variante que não seja responsiva às vacinas disponíveis, mas as vacinas atuais têm uma plataforma muito plástica, que pode muito bem ser adaptada para que se faça uma modificação e ela se torne ativa contra alguma variante que porventura não seja responsiva a essas vacinas”, detalha.

Estudos

No Brasil, a Pfizer vai estudar o reforço da vacina em pessoas que tomaram as duas doses completas do imunizante há pelo menos seis meses. Ao todo, 885 pessoas vão participar dos testes. Todas elas já integraram a fase clínica da vacina da farmacêutica no país no ano passado, antes da liberação do registro pela Anvisa.

O coordenador de estudos da Pfizer no Brasil, Cristiano Zerbini, deu declarações recentes a respeito da proteção do imunizante. Onze dias após a primeira dose, a eficácia é de 92%. Sete dias depois da segunda dose, a proteção varia entre 95% e 100%. Seis meses após a imunização completa, cai para 86% a 90%. Com base nisso, há o questionamento sobre a necessidade ou não de uma terceira dose.

Já a AstraZeneca conduzirá dois estudos para entender a eficácia de doses extras da vacina no país. A farmacêutica desenvolveu uma segunda versão de seu imunizante em uso no Brasil com o objetivo de proteger contra a variante beta do novo coronavírus, identificada primeiro na África do Sul.

A nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que tomaram duas doses da versão atual ou duas doses de uma vacina de mRNA contra a Covid-19. Essa dose de extra será aplicada em pessoas em que não foi identificada produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo coronavírus.

Já o estudo liberado pela Anvisa nesta segunda terá a participação de 10 mil pessoas que receberam as duas doses do imunizante. A terceira dose será aplicada entre 11 e 13 meses após a segunda.

Fonte: Brasil 61

Mais de 80 remédios para tratamento do câncer ficam isentos de ICMS no Distrito Federal

O decreto do governador em exercício, Paco Britto, foi publicado neste terça

Renúncia ao imposto ultrapassa R$ 5 milhões; medida vai garantir economia a pacientes e também ao GDF

A partir de agora, pacientes que comprarem medicamentos para tratamento de câncer pagarão menos. Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (20) o decreto do governador em exercício, Paco Britto, que isenta 81 remédios do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS).

Além de beneficiar o consumidor final, a lei vai baratear também os custos para o próprio Governo do Distrito Federal (GDF) na compra dos remédios – muitos usados na rede pública de saúde. “O governo abre mão de uma receita, mas amplia o acesso da população a esses medicamentos ao reduzir os custos para o cidadão”, explica Paco Brito.

Em março deste ano, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou convênios garantindo a alguns produtos a isenção, que já havia sido autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O pedido de homologação foi encaminhado ao Legislativo pelo governador Ibaneis Rocha. Lá, os projetos de decreto foram aprovados por unanimidade pelos 18 distritais presentes à sessão.

“A medida também vai representar economia de recursos públicos e melhoria no atendimento de quem depende do SUS”Osnei Okumuto, secretário de Saúde

A renúncia de receita por parte do Executivo com a comercialização desses insumos até 2023 ultrapassa a casa dos R$ 5 milhões. “É mais uma medida importante que o governo adota”, enfatiza o secretário de Economia, André Clemente.

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, lembra que a isenção do imposto é justa, por aumentar a esperança de cura de milhares de brasileiros que lutam contra o câncer. A decisão, pontua o gestor, garante benefícios ao paciente, que passa a ter mais facilidade de obter medicamentos, ao mesmo tempo em que barateia custos de aquisição para a rede pública. “A medida também vai representar economia de recursos públicos e melhoria no atendimento de quem depende do SUS”, reforça.

Distrito Federal vai antecipar segunda dose da vacina para servidores da Educação

A antecipação foi anunciada em coletiva nesta segunda-feira (19), com os secretários da Saúde, Osnei Okumoto; da Casa Civil, Gustavo Rocha, e de Comunicação, Weligton Moraes | Fotos: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Etapa de imunização vai ser antecipada em 30 dias e começa em 26 de julho. Objetivo é a volta às aulas na rede pública com todos vacinados

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde, agendou para 26 de julho a antecipação da segunda dose da vacina contra covid-19 para os profissionais da rede de ensino. A aceleração da imunização vai garantir o retorno em segurança às aulas presenciais na rede pública, prevista para 2 de agosto.

A medida foi anunciada na tarde desta segunda-feira (19), durante coletiva de imprensa da Saúde, no Palácio do Buriti. A escolha da data se dá porque a partir da próxima semana completam-se 60 dias do início da aplicação da primeira dose para os profissionais de educação.

“Há segurança nessa antecipação, lembrando que ela só vale para os professores e demais profissionais da educação”Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil

Esse é o tempo mínimo necessário para que a segunda dose do antídoto possa ser manipulada. Estima-se que seis mil servidores da pasta ainda precisem completar o ciclo da vacinação.

De acordo com o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, a antecipação da dose está prevista na bula da vacina, sem qualquer prejuízo à saúde da população vacinada. “Há segurança nessa antecipação, lembrando que ela só vale para os professores e demais profissionais da educação.”

Quadro da vacinação

O governo federal se comprometeu a enviar esta semana para o Distrito Federal 132.320 doses da vacina, sendo 92.232 para primeira dose e 40.088 para segunda. A Secretaria de Saúde aguarda a confirmação da chegada dos imunizantes para estender a campanha a outras faixas etárias inferiores aos atuais 41 anos de idade.

Desta segunda-feira (19) até 31 de julho, a Secretaria de Saúde deve vacinar em segunda dose 184.817 pessoas, sem necessidade de agendamento. Atualmente o DF tem pouco mais de 172 mil, o que será facilmente reposto porque o governo reservou os antídotos para completar o ciclo de imunização e vem recebendo mais doses ao longo das próximas semanas.

“Essas doses que estão na rede de frios não estão paradas, só estão programadas para serem aplicadas em que já tomou a primeira – e agora não vai faltar para essas pessoas”, afirma Gustavo Rocha.

Mais de 136 toneladas de drogas são apreendidas pelas forças de segurança de Goiás em dois anos e seis meses

O governador Ronaldo Caiado durante apresentação de drogas apreendidas em operações realizadas pelas corporações do Estado: “Um governante que se acovarda diante das facções não tem prerrogativa para governar. A sociedade precisa que as forças de segurança tenham total autonomia de ação”

Só nos seis primeiros meses de 2021, cerca de 25 toneladas de entorpecentes foram retiradas de circulação no Estado, com aumento em 94% na apreensão de cocaína, em comparação com produtividade de igual período do ano passado

Mais de 136 toneladas de drogas foram apreendidas, no Estado, pelas forças de segurança pública, em dois anos e seis meses da atual gestão do Governo de Goiás. Durante o primeiro semestre de 2021, saíram de circulação mais de 25 toneladas de entorpecentes. Neste período, houve, ainda, aumento de 94% nas apreensões de cocaína no Estado, na comparação com produtividade do mesmo período ano passado.

As apreensões significam não só prejuízo às organizações criminosas especializadas no tráfico de drogas, como também contribui diretamente para o restabelecimento da segurança da população, destaca o secretário de Estado da Segurança Pública, Rodney Miranda. “Isso torna os grupos criminosos cada dia menores e mais desorganizados”, afirma.

Entre os principais fatores responsáveis pelo resultado positivo está a maior liberdade concedida pela atual gestão do Governo do Estado às forças policiais. Para o governador Ronaldo Caiado, as ações adotadas contribuem para o desmantelamento de associações criminosas que agiram por anos no Estado. “Um governante que se acovarda diante das facções não tem prerrogativa para governar. A sociedade precisa que as forças de segurança tenham total autonomia de ação”, destaca.

Ainda segundo o chefe do Executivo estadual, o trabalho das forças de segurança tem auxiliado na missão de devolver Goiás aos goianos. “Aqueles que se sentiam donos do pedaço, acima da lei e que muitas vezes tinham a prerrogativa de ameaçar as estruturas de Estado, tiveram por parte do Governo de Goiás a ação inteligente, articulada e eficiente, dentro daquilo que a lei determina, mas sem deixar que bandido crescesse ou tomasse cada vez mais o espaço do cidadão, que não tinha tranquilidade para sair de casa”, ressalta.

Na análise do chefe da SSP-GO, essas apreensões representam, principalmente, famílias poupadas do sofrimento causado pelo vício e de todos os danos trazidos por meio do envolvimento com o tráfico. “Hoje, está cada vez mais difícil achar droga na rua. Isso é fruto de um trabalho de inteligência, de esforço e de integração entre as nossas polícias. O convívio na sociedade fica menos pesado, menos desgastante, se a segurança pública tem funcionado e a gente tem visto isso pelas ruas de todos os 246 municípios do Estado de Goiás”, afirma.

Apreensões de destaque

Uma das principais apreensões foi realizada por equipes do Comando de Operações de Divisas (COD), da Polícia Militar (PMGO), em fevereiro deste ano. Na ocasião, os militares interceptaram um carregamento com aproximadamente 2,4 toneladas de maconha, na zona rural da cidade de Guapó. A droga era levada em uma camionete de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, até Brasília (DF). O veículo usado na ação criminosa, que possuía registro de roubo, também foi apreendido.

Outro destaque foi a apreensão de 3 toneladas de maconha, por equipes do 15º Batalhão da PMGO, em Jataí, no Sudoeste Goiano. A droga estava em uma camionete, escondida em uma região de mata, próximo à GO-050. Os militares descobriram o carregamento após o recebimento de denúncia anônima. Um homem, que seria o responsável pelos entorpecentes, foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia Civil do município.

Durante a Operação Narco Brasil, realizada em junho deste ano, as forças policiais apreenderam em Goiás cerca de 1,6 tonelada de entorpecentes, além de 13 mil unidades de drogas sintéticas (ecstasy e LSD). Foram cumpridos diversos mandados de busca e apreensão que culminaram na prisão de 198 pessoas, além da apreensão de armas e munições. A operação foi coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e realizada de forma simultânea em todo o País.

Também em junho de 2021, policiais militares do Batalhão Rural e do Comando de Missões Especiais (CME) apreenderam aproximadamente 1,5 tonelada de maconha, em Anápolis. A droga era transportada em um caminhão e estava escondida em meio a uma carga de produtos de higiene. O carregamento de entorpecentes foi interceptado na zona rural do município goiano.

Em ação integrada contra o tráfico interestadual de drogas, as Polícias Civil e Militar apreenderam, em abril, mais de uma tonelada de entorpecentes, no município de Santa Bárbara de Goiás. A droga pertencia a uma organização criminosa e foi interceptada no momento em que era transportada por dois homens, em uma camionete. Além das drogas, também foram apreendidas duas armas de fogo, munições e o veículo, que possuía registro de furto/roubo.

No início do ano, a Polícia Civil de Goiás apreendeu um carregamento com 1,5 tonelada de drogas, em Campestre de Goiás, a cerca de 50 quilômetros de Goiânia. A carga, que continha centenas de tabletes de maconha e skunk (supermaconha), era transportada de Mato Grosso do Sul para a capital goiana. A apreensão trouxe um prejuízo estimado em R$ 2 milhões ao crime organizado. Duas pessoas foram presas em flagrante e autuadas por tráfico de entorpecentes.