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Time do DF conquista vaga na elite do futebol feminino

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Vitória foi obtida nesta segunda | Foto: Reprodução/Instagram

Pela primeira vez, Cresspom consegue uma posição na fase A1 da disputa nacional

No Dia Nacional do Futebol, comemorado nesta segunda-feira (19), o Distrito Federal tem mais uma motivação para celebrar a data. O time feminino do Cresspom garantiu, pela primeira vez na história, uma vaga na fase A1 do Campeonato Brasileiro Feminino, a elite do torneio. Em partida contra o Ceará, no domingo (18), pelas quartas de final, a equipe esportiva levou a melhor ao marcar dois gols, garantindo também a participação na fase semifinal.

O confronto está previsto para ocorrer em 15 de agosto no estádio Abadião, em Ceilândia, contra o Atlético de Minas Gerais. O clube do presidente Pedro Rodrigues Carvalho vai tentar mais uma vitória. Neste ano, a capital federal contou com dois representantes na primeira divisão do Brasileiro: o Real Brasília e o Minas Brasília. O último, no entanto, caiu para a segunda divisão.

“Uma das nossas missões à frente da pasta era fomentar o futebol feminino em toda cidade”, afirmou a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira. “Com resultados tão bons nessa área, não temos dúvida que estamos no caminho certo para possibilitar, cada vez mais, espaço para as mulheres entrarem em campo.”

O técnico do Cresspom, professor Robson Marinho, celebrou o resultado, que considera benéfico para todo o Distrito Federal. “Foi uma conquista muito importante, não só para o clube, mas para a cidade de forma geral”, disse. “Ter um representante na Série A1 do Brasileirão é superimportante para o futebol de Brasília. Superada essa etapa, vamos tentar racionalmente o título de campeões brasileiros. Isso representa muito para o futebol feminino em Brasília e também para o Cresspom”.

O clube

O Clube Recreativo e Esportivo de Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar do Distrito Federal (Cresspom) é uma agremiação desportiva e social brasileira. No futebol das mulheres, o clube alcançou o primeiro lugar, em sete anos, no Brasiliense Feminino (2007, 2008, 2009, 2011, 2012, 2014 e 2015).

Aliadas da imunidade: três receitas com vitamina C para inserir na rotina dos idosos

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Morango, kiwi e, claro, a laranja, estão entre as frutas fontes dessa vitamina que é fundamental para manter o corpo com um bom funcionamento, principalmente na terceira idade

Com o avançar da idade, o sistema imunológico torna-se menos eficaz e o corpo fica mais suscetível a doenças. Pensando nisso, em homenagem ao Dia dos Avós, na segunda-feira, 26 de julho, a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, indica receitas com algumas das frutas ricas em vitamina C, para aumentar a imunidade e a saúde dos idosos.

“À medida que vamos envelhecendo, a nossa produção de colágeno também reduz e a vitamina C está intimamente ligada a esse processo”, conta Renata. Por isso, o consumo frequente dessa vitamina é fundamental para manter o corpo com um bom funcionamento.

“A recomendação para idosos é de 75mg para mulheres e 90mg para homens, de vitamina C por dia. A quantidade presente nas frutas pode variar, mas uma laranja e um limão já cumprem a meta diária que o corpo precisa”, aconselha a nutricionista.Para atingir esse objetivo, é necessária a ingestão de vegetais crus, sobretudo as frutas ácidas diariamente. Renata explica que a vitamina C, em especial, é sensível à temperatura e ao contato com o oxigênio. “O ideal também é que as frutas sejam cortadas ou descascadas logo no momento do consumo”, completa. Para quem não dispensa uma salada, a nutricionista indica as folhas cruas que, quando temperadas com limão, tornam-se ótimas opções.

O morango, a mexerica, o abacaxi, o limão siciliano, o kiwi, o maracujá, o caju e até a acerola, por exemplo, são excelentes fontes de vitamina C. Essas frutas possuem poucas calorias e, além de ajudar na imunidade, também fazem bem para a pele, coagulação e auxiliam na produção de colágeno.

O consumo regular dessa vitamina na dieta ainda ajuda na absorção de cálcio, importante para a saúde óssea, e também possui efeito antioxidante, auxiliando na redução dos riscos de desenvolvimento de doenças crônicas.

Para começar a incluir essas frutas na rotina, uma das dicas é consumi-las como sobremesa do almoço e do jantar. “Como a vitamina C ajuda na absorção do ferro, encontrado nas carnes, feijões e vegetais verde-escuros, é interessante comer as frutas nesses períodos – que são as refeições em que ingerimos esses alimentos”, completa.  Porém, está liberado comer em qualquer momento do dia!

Além disso, para facilitar no cardápio do dia a dia, Renata separou três receitas para fazer em casa e ajudar na imunidade!

CANJICA COM LARANJA CHARMUTE

Ingredientes:

1 xícara de canjica
1 litro de água
1 xícara de leite desnatado
200 ml de leite de coco
½ xícara de chá de mel
3 cravos-da-índia
1 rama de canela
Raspas de 1 Laranja Charmute
Preparo: deixe a canjica de molho por 12 horas antes de iniciar o preparo. Depois, cozinhe a canjica na panela de pressão com a água, o cravo e a canela, por cerca de 30 minutos. Após esse tempo, retire a pressão e adicione o leite, o leite de coco e o mel. Cozinhe em fogo baixo até o caldo começar a engrossar.

Desligue o fogo quando a canjica estiver na sua consistência preferida e transfira para taças ou para um refratário. Finalize com as raspas de laranja e sirva ainda quente ou deixe na geladeira por, pelo menos, quatro horas.

TORTA CRUA DE MORANGO COM HORTELÃ

Ingredientes:

1 pacote de bolacha tipo maisena triturada
1 xícara de chá de manteiga derretida
1 pacote de gelatina sabor morango
1 lata de creme de leite
½ xícara de chá de mel
2 colheres de sopa de hortelã picado
2 xícaras de morangos picados
Morangos para decorar
Preparo: misture a bolacha com a manteiga, até formar uma massa homogênea.  Abra a massa em uma forma de fundo falso e reserve.

Bata no liquidificador a gelatina preparada conforme instruções da embalagem e já fria com o creme de leite, o hortelã, 1 xícara de morangos e o mel.  Misture delicadamente a outra xícara de morangos picados ao creme e acrescente a mistura à massa já preparada. Finalize decorando com morangos.

SALADA COM FRUTAS

Ingredientes:

Molho:
1 colher de sopa de azeite
Suco de ½ limão siciliano
1 colher de sopa de shoyu
1 colher de sopa de orégano
2 colheres de sopa de água

Preparo do molho: misture todos os ingredientes

Salada:

½ maço de rúcula
½ cenoura ralada
1 manga fatiada
2 kiwis cortados em 4 partes
Palmito em rodelas à vontade

Preparo da salada: misture as folhas de rúcula com a cenoura ralada e acomode em uma saladeira. Acrescente os kiwis cortados, a manga fatiada e as rodelas de palmito. Finalize com o molho e sirva em seguida.

Sobre o Oba Hortifruti – A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável. Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, O Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.

A rede já foi premiada duas vezes pela Folha de S. Paulo, na pesquisa Top Of Mind, como a marca mais lembrada pelos brasileiros na categoria hortifruti, pela edição da revista Veja Comer & Beber, como o estabelecimento mais amado pelos paulistanos e também no ranking IBEVAR – FIA 2020, como uma das empresas mais eficientes do varejo brasileiro.

Atualmente, a marca possui mais de 55 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal. Com mais de 40 anos de história, o Oba expandiu sua atuação no mercado com setores de frios e laticínios, açougue, adega, mercearia, importação própria, pré lavados, lanchonete, floricultura, padaria e restaurante, que complementam o setor de hortifruti.

Papo Proativo traz como tema Comunicação e Impacto Social

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Realizado em parceria com a Moai, talkshow reunirá no próximo dia 27 duas importantes figuras do ecossistema de impacto da cidade: Deise Nicoletto e Francisco Nilson

A Proativa Comunicação realiza, em parceria com a Moai Brasil, no próximo dia 27, a partir das 19h, mais uma edição do Papo Proativo. O tema do talkshow online – que será transmitido ao vivo pelo Zoom, será “Usando a Comunicação e o Impacto Social para fortalecerem a imagem de sua marca”.

Entre os convidados estão Deise Nicoletto, fundadora do Impact Hub Brasília, economista e pós-graduada em Administração Estratégica, com especialização em Negócios Sociais e Inclusivos; Francisco Nilson, diretor de Sustentabilidade da R2 Produções, mentor, palestrante e especialista em Inovação Sustentável.

Segundo Flávio Resende, diretor da Proativa e coordenador do projeto, a proposta do projeto, que nasceu há dez anos, é convidar para debaterem temas de interesse do mercado, sempre ligados ao universo da Comunicação.

“Temos buscado estabelecer como mercado uma relação pedagógica, transmitindo a importância das ferramentas adequadas de comunicação para a obtenção de resultados para as organizações”, afirma o jornalista.

Para Vinícius Postai, CEO da Moai Brasil, o evento promete: “Convidamos toda a nossa rede para este evento de altíssimo nível. Temos certeza de que vai agregar muito aos participantes, sem contar no fato de que o impacto social é uma realidade cada vez mais presente no mundo corporativo”, defende.

As inscrições gratuitas podem ser feitas pelo link: https://bit.ly/3xpUGuu.

SERVIÇO:

O que: Papo Proativo – Tema: “Usando a Comunicação e o Impacto Social para fortalecerem a imagem de sua marca”

Quando: 27/07, a partir das 19h

Onde: Via Zoom

Quanto: De graça

Inscrições:https://bit.ly/3xpUGuu

Informações: 61 99216-9188

Católica EaD oferece diversidade de cursos gratuitos

O portfólio contempla 13 temas e as inscrições estão abertas

A União Brasileira de Educação Católica (UBEC) e Universidade Católica de Brasília (UCB) estão com oportunidades abertas para 13 cursos livres, gratuitos e de curta duração. Os alunos podem ter contato com temas relevantes para a sociedade e a contemporaneidade, com emissão de certificado de extensão universitária. Os interessados poderão se inscrever no site ead.catolica.edu.br/esperancar.

Para realizar sua inscrição, o candidato deve entrar no site e preencher uma ficha com seus dados, para ter acesso a toda a gama de cursos oferecidos pelo projeto Esperançar. Os cursos têm carga horária de 40 horas e está disponível para todos, independentemente do grau de escolaridade e da instituição a que está matriculado.

O portfólio traz seis novos cursos: Felicidade e bem viver; Educação popular e direitos humanos; Tecnologia e sustentabilidade; Educação social: o papel do/a educador/a social; Teologia da libertação para os dias atuais – módulos 2 e 3.

Além dos novos cursos, estão disponíveis outras sete possibilidades com os temas: Direitos Humanos; Fraternidade e Políticas Públicas; Gestão Ambiental; Gênero, lutas e conquistas; Quantas cores tem a escola?; Migrações contemporâneas e refúgio; e Teologia da libertação para os dias atuais – módulo 1.

Projeto Esperançar: saiba mais

Os cursos são parte integrante do projeto Esperançar Católica EaD, que já beneficiou mais de dez mil pessoas de todas as regiões do país e do exterior. O projeto tem por objetivo chegar, de maneira gratuita, às pessoas que tenham a pretensão de aprofundar temáticas relacionadas com a construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária, permeada por valores humanos e éticos.  “A oferta gratuita de cursos livres tem relação com a missão do Grupo UBEC, de servir à sociedade por meio da educação, assim como representa o compromisso institucional com a missão da Igreja Católica”, destaca Joaquim Alberto, coordenador de Pastoralidade da UBEC.

O projeto conta com a parceria e apoio da Associação Nacional de Educação Católica (ANEC), da Cátedra UNESCO/UCB – Juventude, Educação e Sociedade, da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB Nacional), do Movimento de Educação de Base (MEB), da Rede Eclesial Panamazônica (REPAM-Brasil) e da Agenda Universidades e Amazônia. No segundo semestre de 2021, serão disponibilizados novos cursos, além de inovações acadêmicas e tecnológicas na plataforma do Esperançar da Católica EaD.

Vila Planalto é a primeira cidade a receber o projeto Brasília 60+1

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Iniciativa vai levar 192 sessões de cinema a 32 regiões administrativas do Distrito Federal

A poucos metros da Esplanada dos Ministérios, a comunidade da Vila Planalto ganhou vida e se transformou no símbolo dos pioneiros que “arregaçaram as mangas” para construir a nova Capital Federal. E é, ali, na Praça Nelson Corso, que leva o nome do contramestre mineiro trazido por Juscelino Kubitschek para trabalhar nas primeiras obras da cidade, que o projeto “Brasília 60+1 – nossa história pelas lentes do cinema” tem início, a partir de sexta-feira (23).

A programação da iniciativa, idealizada pelo Instituto Latinoamerica, vai contemplar 32 regiões administrativas do DF até o fim do ano. O evento vai exibir dois filmes por dia – um curta e um longa-metragem, entre documentários e ficção -, que trazem um recorte do imaginário de Brasília e do cinema brasileiro. Ao todo, serão 192 sessões gratuitas de cinema.

De acordo com o presidente do Instituto Latinoamerica, Atanagildo Brandolt, o projeto foi idealizado para ser realizado ao longo das comemorações do aniversário de 60 anos de Brasília, em 2020. “Com a pandemia, tivemos que aguardar e, por fim, nos readaptar, porque 61 anos só se comemora uma vez. Então, agora, faremos o evento presencialmente com o mesmo entusiasmo e observando todas as medidas de segurança necessárias.”

A entrada é gratuita, entretanto, o público será limitado a 80 pessoas. A medida visa cumprir os protocolos de segurança sanitária, como manter distanciamento físico e evitar aglomerações. Os ingressos deverão ser retirados na Praça Nelson Corso, até às 18h30, no dia do evento.

A cerimônia de abertura será transmitida pelo canal do Instituto no YouTube. Para a estreia, serão exibidos os filmes Delfini Brasília, olhar operário, de Maria do Socorro Carneiro, e Amor & Brega, do cineasta brasiliense Ronaldo Duque.

PROGRAMAÇÃO

A curadoria do “Brasília 60+1 – nossa história pelas lentes do cinema” é assinada pelo produtor cultural João Batista. “A ideia é trazer um acervo diversificado com obras que atendam ao gosto de todos os gêneros e faixas de público, privilegiando obras de maior entretenimento, como comédias, animações e suspense, com boa receptividade junto ao público.”

A seleção de estreia do projeto, que fica na Vila Planalto até domingo (25), contou com a participação da Administração de Brasília e traz o curta-metragem “Delfini Brasília, olhar operário” da cineasta Maria do Socorro Carneiro, abrindo as atividades, às 19h30. O documentário, premiado na Mostra Brasília do 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, é uma tradução do amor do operário pioneiro João Delfini (98) pela capital que ajudou a construir.

Na sequência, será exibido o longa-metragem Amor & Brega, do cineasta brasiliense Ronaldo Duque. O filme é um documentário musical, que conta a história da música brega por meio do radialista Vavá, que corre o risco de perder seu programa radiofônico. A história tem pinceladas de ficção. A classificação indicativa é 12 anos.

O projeto “Brasília 60+1 – nossa história pelas lentes do cinema” é realizado pelo Instituto Latinoamerica, com recursos do Fundo Nacional da Cultura, da Secretaria Especial de Cultura, do Ministério da Cidadania.

Serviço:
Brasília 60+1 – nossa história pelas lentes do cinema – Vila Planalto

Data: Vila Planalto – de 23 a 25 de julho. Sexta a domingo, das 19h30 às 22h.
Local: Praça Nelson Corso – (Acamp Pacheco Fernandes), Vila Planalto
Entrada Franca – retirada de ingressos até 18h30
Transmissão de abertura: www.youtube.com/c/InstitutoLatinoamerica

Venda de alimentos nas ruas provoca concorrência desleal para bares, restaurantes e similares

Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação explica que a prática tem prejudicado os estabelecimentos que atuam na área de forma registrada e fiscalizada

No Distrito Federal, o setor de Alimentação Fora do Lar solicita um plano de combate ao crescimento exacerbado na oferta informal de marmitas e comidas de rua. O pedido é feito por empresários do setor que buscam minimizar os prejuízos econômicos gerados pelo descontrole da informalidade.

A prática, que ocorre na capital federal, não é restrita apenas à capital do país, visto que todos os estados enfrentam a mesma situação. Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), explica que essa venda irregular traz uma concorrência desleal ao setor.

“Quem atua na área de alimentação, com registro e autorização, deve pagar impostos para manter os seus estabelecimentos em atividade. Há uma fiscalização do governo em torno dos produtos oferecidos e da receita obtida. Quando falamos de vendas nas ruas das cidades, não temos esses mesmos aspectos garantidos. Isso impacta negativamente e traz uma concorrência injusta”, pontua.

Em 2016, o país já registrava meio milhão de brasileiros que atuavam como ambulantes de alimentação. A atividade teve o seu crescimento devido à necessidade de buscar uma renda alternativa por conta do aumento do desemprego na época.

Neste ano, a situação também é crítica. Atualmente, o número de pessoas sem emprego chegou a 14,8 milhões, sendo a maior taxa de desempregados desde o início da série histórica, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que registrou uma alta de 3,4%, com mais 489 mil pessoas desocupadas, quando comparado ao trimestre anterior, encerrado em janeiro.

“A crise econômica que estamos enfrentando é severa. O setor foi amplamente prejudicado e é indiscutível que a Alimentação Fora do Lar teve um déficit considerável desde a chegada da Covid-19. Os bares, restaurantes e similares sofreram com a queda da movimentação de clientes e, além disso, os lockdowns foram responsáveis por restringir por completo o funcionamento de milhões de estabelecimentos. Os empresários que conseguiram driblar esses problemas estão, agora, sofrendo com falta de apoio e concorrências que não são cabíveis”, destaca Sampaio.

Para o presidente da FBHA, o governo precisa tomar medidas para que a população tenha uma forma justa de garantir a própria renda. Sampaio defende a necessidade de oferecer suporte às pessoas que atuam de forma irregular, sem que impacte os empreendimentos regularizados nas cidades.

“A irregularidade pode ser uma alternativa. É injusto, mas tornou-se a garantia de emprego para muitas famílias. Devemos levar em consideração a necessidade de contemplar todos – desde quem atua sem registro até os empresários que buscam uma solução justa para manter as suas atividades sem mais prejuízos. Para tanto, é necessário investir na fiscalização e no auxílio para minimizar vendas informais dentro do segmento”, complementa.

Crise no setor

Em junho deste ano, a Associação Nacional de Restaurantes (ANR), em parceria com a consultoria Galunion e com o Instituto Foodservice Brasil (IFB), informou que 71% dos bares e restaurantes brasileiros enfrentam endividamentos por conta da pandemia ocasionada pela Covid-19. A situação para o setor de Alimentação Fora do Lar é crítica.

“Atualmente, temos mais de 16 mil bares e restaurantes inseridos no Cadastur. Ainda há outros, por fora, que também vivem a mesma realidade. Infelizmente, os empreendimentos que ainda estão em funcionamento vivem uma crise sem fim, onde o dia de amanhã é incerto. A flexibilização das restrições é necessária para tentar minimizar o déficit que temos. Temos urgência nessas mudanças”, reforça Sampaio.

Sobre a FBHA – A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) é uma entidade sindical patronal constituída com a finalidade de coordenação, defesa administrativa, judicial e ordenamento dos interesses e direitos dos empresários da categoria e atividades congregadas. Integra a chamada pirâmide sindical, constituída pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), pela própria FBHA, pelos Sindicatos e pelas empresas do setor.

É uma das maiores entidades sindicais do país e tem representação nos principais órgãos, entidades e conselhos do setor empresarial e turístico do Brasil, tais como o Conselho Nacional de Turismo (CNT), do Ministério do Turismo, ou o Conselho Empresarial do Turismo (Cetur) da CNC.

Está presente em todas as regiões, através de 67 sindicatos filiados. Representa em âmbito estadual e municipal cerca de 940 mil empresas, entre hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares.

Veja onde se vacinar contra a gripe no Distrito Federal

Imunizante que protege contra o vírus influenza está disponível para toda a população

A secretaria de Saúde já vacinou 792.371 pessoas contra o vírus influenza no Distrito Federal. A campanha teve início em 12 de abril apenas para os grupos prioritários, porém a procura foi baixa até o início do mês. Dos integrantes do grupo de risco, a cobertura vacinal é maior para os professores, que já tem 74,3% do público estimado vacinado. A cobertura em idosos é de 64,1% e gestantes em 62,1%.

A meta da Secretaria de Saúde é imunizar ao menos 90% do grupo de risco. Com a baixa procura pelo imunizante, e seguindo as orientações do Ministério da Saúde, no último dia 5 de julho a pasta abriu a vacinação para toda população acima dos seis meses de vida, até que se esgotem os estoques do imunizante. Cem unidades básicas de saúde fazem a aplicação da vacina, confira aqui.

A vacina contra a gripe protege dos vírus Influenza A H1N1 e H3N2, e Influenza B. É contraindicada para crianças menores de 6 meses de idade e pessoas com história de anafilaxia a doses anteriores apresentam contraindicação a doses subsequentes. Contudo, na maioria dos casos, as vacinas contra influenza têm um perfil de segurança excelente e são bem toleradas.

A enfermeira da área técnica de imunização da Secretaria de Saúde, Fernanda Ledes, destaca que aqueles que receberam a primeira ou segunda dose da vacina contra a covid-19 devem aguardar um prazo mínimo de 14 dias para se vacinar contra a gripe. A orientação, segundo ela, é que as pessoas que são público-alvo da vacina contra o coronavírus priorize receber esse imunizante, aguarde 14 dias e faça a da gripe.

Se recebeu a vacina CoronaVac, é necessário aguardar o término do ciclo vacinal, ou seja, se vacinar contra a gripe somente 14 dias após receber a segunda dose. Caso não esteja na sua vez de vacinar contra a covid-19, a recomendação é fazer a vacina contra a influenza, esperar o intervalo mínimo e começar o esquema da vacina contra o coronavírus assim que chegar sua vez.

“Influenza é uma doença respiratória que, assim como a covid-19, também leva a internações e complicações à saúde. Então eu reforço a necessidade de quem está no grupo elegível para vacinação que procure uma unidade de saúde e vacine-se”, indica.

A doença

A Influenza é uma infecção respiratória aguda, causada pelos vírus A, B, C e D. O vírus A está associado a epidemias e pandemias, tem comportamento sazonal e apresenta aumento no número de casos entre as estações climáticas mais frias. O Ministério da Saúde mantém a vigilância da influenza no Brasil por meio da vigilância sentinela de Síndrome Gripal (SG) e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em pacientes hospitalizados.

Essas áreas têm como objetivo principal identificar os vírus respiratórios circulantes, permitir o monitoramento da demanda de atendimento dos casos hospitalizados e óbitos. Por isso, é importante todos os anos participar da campanha.

Aplicativo gratuito cria rota dos ipês em Brasília

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Florada dos ipês, em Brasília.

Ferramenta mapeia árvores espalhadas pela cidade e estimula visitação

A apreciação dos ipês coloridos virou uma tradição cultural na capital do país. Com a chegada do inverno, eles florescem numa explosão de cores: roxas, amarelas, brancas e rosas, que vão se alternando na paisagem urbana de Brasília ao longo dos meses. Essas árvores então viram alvo da apreciação dos moradores da cidade, que saem às ruas e parques para fotografá-las e admirá-las.

Agora, a cidade ganhou um aplicativo que está ajudando a mapear essas espécies em todo Distrito Federal. Segundo estimativas oficiais, são mais de 600 mil ipês, que vêm sendo plantados em Brasília desde a sua inauguração. O app “Ipês” está disponível nas versões para smartphones que usam a plataforma Android ou IOS e pode ser baixado gratuitamente no Google Play e na Apple Store.

Idealizado pela professora de biologia Paula Sicsú, o projeto sem fins lucrativos quer incentivar a população a conhecer, participar da preservação da biodiversidade e criar uma rota de visitação aos ipês da capital federal. “Desde antes de ser bióloga e professora, eu já apreciava a natureza, as belezas da cidade. Muito me agrada ver que sempre tem algo florindo em Brasília, principalmente na época da seca, para alegrar a nossa vida”, conta Paula.

Hábito de moradores

A ideia de criar um aplicativo surgiu exatamente desse hábito que ela e milhares de moradores de Brasília, e também de outras regiões do país, têm de apreciar a florada dos ipês.

“Já durante pandemia, no ano passado, eu estava pedalando muito pela cidade e desviava minhas rotas de bicicleta para que elas confluíssem com os ipês que estavam floridos naquele período. Comecei a ficar a louca dos ipês e percebi que muita gente também se mobiliza por isso”, brinca a bióloga ao contar como tudo começou. “Mas eu sempre tinha dificuldade de saber onde tem um ipê bonito e florido naquele momento. E também sentia falta de saber mais sobre o ambiente ao redor daquele ipê, para programar o passeio mais adequado, saber a melhor forma de chegar, se tem banheiro público perto, se dá pra fazer um piquenique. Foi daí que surgiu a ideia do aplicativo”, revela.

Em novembro, Paula Sicsú contratou o desenvolvedor Rafael Costa para criar a ferramenta. O trabalho foi concluído recentemente e o app lançado nos primeiros dias de julho. Em poucos mais de 10 dias, são 520 árvores cadastradas e mais de 1,8 mil usuários registrados. Toda a plataforma é colaborativa e depende essencialmente da contribuição dos usuários para a formação do banco de dados.

Ipês-amarelos  florescem em  Brasília
Ipês-amarelos florescem em Brasília – Marcello Casal JrAgência Brasil

Criar rotas

Entre as funcionalidades, os usuários podem, por exemplo, filtrar os ipês mais próximos de sua casa, montar rotas para apreciar as árvores cadastradas por meio do GPS do próprio smartphone. Novas árvores também podem ser cadastradas pelos usuários, que têm a opção de curtir as fotos mais bonitas. Mas a principal funcionalidade do aplicativo, na opinião da própria idealizadora, é a possibilidade das pessoas atualizarem, em tempo real, como está a floração daquele ipê, se está pouco, muito ou totalmente florido, justamente para estimular que mais pessoas possam apreciar a árvore no auge da sua beleza.

“O aplicativo funcionará melhor à medida em que as pessoas forem fornecendo informações sobre as árvores, principalmente sobre como está a florada delas, já que as flores são efêmeras e rapidamente caem ao chão”, diz Paula.

Florada dos ipês, em Brasília.
Hábito de observar os ipês floridos é comum em Brasília. – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Registro

Para registrar um novo ipê, o usuário deve fotografar e subir a imagem da árvore, marcar sua localização no mapa e informar se tem florada e como ela está. O usuário pode ainda informar se o local é próximo de banheiros públicos, cafés, restaurantes e estacionamentos.

No futuro, a bióloga espera que o banco de dados permita, por exemplo, saber quando uma determinada árvore floresceu a cada ano, se foi nas mesmas datas ou em períodos diferentes. Também será possível fazer uma espécie de concurso sobre qual o ipê mais florido. “A gente quer melhorar as experiências das pessoas na apreciação da natureza”.

Florada dos ipês, em Brasília.
São mais de 600 mil ipês, que vem sendo plantados em Brasília desde a sua inauguração. – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Sobre os ipês

Do tupi-guarani, ipê significa casca dura. Presentes no Cerrado, essa árvore ainda pode ser vista no Nordeste, no Sul e no Sudeste do Brasil e outros países da América do Sul, como Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru e Venezuela.

Suas flores podem ser roxas, amarelas, brancas e rosas, sendo que cada florada ocorre em uma determinada época do ano. Algumas dessas espécies podem alcançar até 35 metros de altura e seu tronco medir até 90 centímetros de diâmetro.

Setor de eventos pode aderir programa de retomada das atividades

Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Prazo de adesão vai até o dia 26 de novembro

Pessoas jurídicas ligadas ao setor de eventos podem aderir ao Programa Emergencial de Retomada do Setor, estabelecido pela Portaria 7.917/2021. O prazo de adesão vai até o dia 26 de novembro e a negociação deve ser feita no portal Regularize.

Poderão ser negociados os débitos inscritos em dívida ativa da União até 5 de novembro de 2021. A negociação não abrange dívida ativa do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), mas, em breve, haverá uma modalidade de negociação para esses débitos.

Serão concedidos benefícios, por conta da situação econômica e da capacidade de pagamento do contribuinte, considerando o impacto da crise da Covid-19 na geração de resultados. O impacto na capacidade de geração de resultados é a redução da soma da receita bruta mensal entre março e dezembro de 2020 em relação à soma da receita bruta mensal do mesmo período de 2019.

Os interessados devem prestar informações demonstrando os impactos financeiros sofridos e um passo a passo de como negociar, que está disponível para o contribuinte no portal Regularize.

Fonte: Brasil 61

Artigo | Como tornar a matemática divertida para crianças

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POR LUCIANA BRITES

A matemática pode não ser tão atrativa e, muitas vezes, considerada uma matéria chata para algumas pessoas, mais ainda para as crianças. Porém, há várias maneiras de inseri-la no dia a dia e desmistificar esse conceito, transformando a atividade em oportunidade de aprendizados leves e divertidos. Além disso, o processo também vai ajudar os pequenos a entenderem melhor todo o conteúdo que é ensinado na escola. 

Algumas dicas sobre como inserir o tema envolvem brincadeiras que podem ser feitas em casa. Uma delas é a do empilhamento de copos. Junte copos plásticos e enumere todos. Depois, peça para a criança empilhar os copos em ordem e contar em voz alta, formando uma torre. Durante o empilhamento, vá contando até a torre cair. O objetivo é usar todos os copos sem derrubá-la e, depois, contar quantos copos foram usados para, por fim, derrubá-la. 

Outra sugestão é o Bingo. Primeiro, você deve pegar uma cartela de bingo e numerar cada quadrado aleatoriamente entre 1 e 20. Em pequenos pedaços de papel, escreva os números que serão sorteados e coloque-os em uma caixa. Sorteie os números com a criança e faça ela marcar na cartela o número certo. Quem completar primeiro, vence. 

Colagem e desenho é outra opção. Com a ajuda de um papel (preferencialmente colorido, pois estimula o interesse), lápis, tintas, cola e tesoura, peça para a criança desenhar diferentes formas, recortar e fazer colagens. Estimule-a a criar obras de arte abstratas. 

Já o Quebra-Cabeça auxilia no desenvolvimento do raciocínio e no reconhecimento de formas, tamanhos e sequência das peças. Os Jogos de Montar auxiliam a desenvolver as habilidades matemáticas e de geometria, envolvendo organização. 

Além dos jogos, insira a matemática nas suas obrigações e nas atividades que as crianças podem auxiliar os adultos, como em tarefas básicas de casa. Durante o preparo do almoço, por exemplo, peça para a criança separar os ingredientes e pesar cada um deles com o auxílio de uma balança. A percepção de pesos e medidas ajuda a construir conceitos matemáticos. 

Outro exemplo é levar a criança como companhia ao mercado. Durante as compras, peça ajuda para contar a quantidade de frutas necessárias para formar um quilo ou também para ir anotando o valor de cada item para somar o total no final. Com essas dicas, as crianças vão achar a matemática bem mais divertida. 

(*)CEO do Instituto NeuroSaber(www.neurosaber.com.br), Luciana Brites é autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.