Decreto foi publicado hoje no Diário Oficial da União
Foi publicado no Diário Oficial da União de hoje (12) um decreto presidencial que inclui dois itens na lista de produtos para uso em laboratórios, clínicas, hospitais, consultórios e campanhas que têm alíquota zero do PIS/Pasep, da Cofins, do PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação.
Com a publicação do Decreto nº 10.933 de 2022, passam a integrar o anexo III do Decreto nº 6.426 de 2008 – que acrescenta “produtos para uso em laboratório de anatomia patológica, citológica ou de análises clínicas e em hospitais, clínicas e consultórios médicos odontológicos e em campanhas de saúde realizadas pelo poder público” – os seguintes produtos: cateteres intravenosos periféricos, de poliuretano ou de copolímero de etilenotetrafluoretileno (ETFE); e artigos para fístula arteriovenosa, compostos de agulha, base de fixação tipo borboleta, tubo plástico com conector e obturador.
De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, a perda estimada de arrecadação, com a inclusão desses itens, será de R$ 3,50 milhões por mês para o ano de 2022. Em 2023, estima-se uma perda arrecadatória de R$ 45,27 milhões; e para 2024, R$ 48,57 milhões.8965
Ainda segundo a Secretaria-Geral, a perda de arrecadação para o ano de 2022, no entanto, será compensada por meio da elevação de 5% para 10% das alíquotas do IPI incidente sobre vidros planos classificados. “Para os anos seguintes, a perda já será contemplada na estimativa de receita anual”, complementa.
Asfalto molhado, baixa visibilidade e excesso de velocidade aumentam os riscos de acidentes
Com a previsão de continuação das chuvas até o fim da semana no DF, os motoristas devem redobrar os cuidados com a direção. O Departamento de Trânsito do DF (Detran) lembra que a atenção máxima é fundamental tanto em razão da pista molhada quanto pela baixa visibilidade, principalmente quando a chuva é intensa.
Algumas recomendações aos condutores são de praxe, como reduzir a velocidade, aumentar a distância do veículo da frente e usar o ar-condicionado, ou abrir um pouco as janelas, para desembaçar os vidros. Também é importante usar o farol baixo, recurso que torna o veículo mais visível, e sempre deve sinalizar a intenção de mudar de direção.
Confira, abaixo, o resumo das principais orientações.
Revise pneus, freios, limpadores e faróis do veículo
Mantenha os pneus calibrados
Evite freadas ou mudanças bruscas, que podem provocar a aquaplanagem, situação em que pneus perdem o contato com o asfalto
Para ter melhor visibilidade, use o ar-condicionado e o desembaçador elétrico traseiro ou abra um pouco os vidros para deixar o ar circular pelo carro
Reduza a velocidade e mantenha maior distância do veículo da frente
Se houver pouca visibilidade em função de chuva ou neblina, pare em um local seguro e espere as condições do tempo melhorarem
Utilize sempre a luz de seta para indicar mudança de direção.
Em novembro de 2020, a Amazon abriu centro de distribuição em Santa Maria, gerando mais de 140 empregos direitos
Por meio de uma parceria firmada com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) para integrar micro, pequenas e médias empresas (MPEs) do DF ao e-commerce, a Amazon Brasil oferecerá treinamentos gratuitos via webinars a partir de amanhã (13).
Durante esses encontros virtuais, em contato direto com executivos da empresa, os empresários também poderão esclarecer dúvidas sobre o processo de vendas on-line.
“As Micro, pequenas e médias empresas formam a espinha dorsal da nossa economia. Elas também serão muito beneficiadas com essa capacitação. E outro ponto muito positivo é que o DF está numa localização privilegiada. Ou seja, ajuda na implantação de Centros de Distribuição de grandes empresas e cria oportunidades para desenvolverem a atuação em Marketplace”, explica o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Pereira.
Em novembro de 2020, a Amazon abriu um centro de distribuição em Santa Maria, gerando mais de 140 empregos direitos.
Veja, abaixo, a relação dos cursos, com os respectivos links para inscrição.
“O trabalho integrado das forças de segurança, bem como o uso da tecnologia e do trabalho de inteligência, foi essencial para os resultados positivos”, afirma o secretário de Segurança Pública do DF, Júlio Danilo | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Balanço da SSP-DF mostra ainda queda de 17,7% nas tentativas deste tipo de crime
As políticas adotadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio do programa DF Mais Seguro, fizeram com que o Distrito Federal superasse, ano passado, os recordes históricos de 2019 e 2020, com as menores taxas de homicídios dos últimos 39 e 41 anos, respectivamente.
Levantamento realizado pela SSP-DF mostra que, em 2021, foram registrados 10 homicídios por grupo de 100 mil habitantes, índice mais baixo desde 1977, que teve 14/100 mil. O uso da taxa é uma metodologia internacional para aferir o nível de violência de determinado lugar, relacionando o número da criminalidade com o da população.
Quando analisado o número absoluto de vítimas de homicídio, ano passado o DF atingiu o menor número de mortes em 29 anos. Em 1992, último ano em que a redução foi menor, foram 302 vítimas, com população estimada em 1,6 milhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2021, com população estimada em 3,1 milhões, foram registrados 309 casos, sete a mais com praticamente o dobro de habitantes. No comparativo com 2020, a redução de homicídios foi de 17,4% (de 374 para 309). Dos autores deste crime identificados em 2021, 76,4% têm antecedentes criminais. No caso das vítimas o percentual é de 65,1%.
“Frente a dois anos de reduções recordes, sabíamos que 2021 seria desafiador, pois precisávamos avançar e conquistar resultados melhores que o ano anterior. Com o apoio do governador Ibaneis Rocha, concentramos esforços no programa DF Mais Seguro, que vem tornando nossas ações cada vez mais precisas e regionalizadas, com estabelecimento de metas, monitoramento e avaliação de resultados. O trabalho integrado das forças de segurança, bem como o uso da tecnologia e do trabalho de inteligência, também foi essencial para os resultados positivos”, destaca o secretário de Segurança Pública do DF, Júlio Danilo.
Em 2020, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o DF teve a maior queda de homicídios em valores percentuais do país
O número de vítimas dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) – que englobam, além do homicídio (feminicídio), latrocínio e lesão corporal seguida de morte – teve redução de 18%, de 411 para 337. Ou seja, 74 vidas foram poupadas no decorrer do ano. A tentativa de homicídio passou de 706 para 581, com 125 casos a menos. No caso de latrocínios, que são roubos seguidos de morte, a queda foi de 32,2%: de 32 casos, em 2020, para 22 no ano passado.
Metas e resultado
Uma das medidas estratégicas implementadas pela SSP para conter a criminalidade foi, desde o início do ano passado, a estipulação de metas e a cobrança de resultados até o ano de 2022. Ano passado, por exemplo, o objetivo era fechar o ano com a taxa de 15,8/100 mil mortes violentas intencionais para cada 100 mil habitantes, de acordo com o Plano Plurianual da Segurança Pública (Leis nº 6.490 e 6.624 – DF). O resultado, no entanto, foi bem melhor: 10,9/100 mil (-31%).
Destaque nacional
Em 2020, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o DF teve a maior queda de homicídios em valores percentuais do país: -13,4% comparado com o ano anterior, 2019. No primeiro trimestre do ano passado, de acordo com o Monitor da Violência – FBSP, USP e Portal G1, o DF figurou como a unidade da Federação com a maior redução de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) do Brasil. De acordo com o estudo, a redução no DF chegou a 37%.
Em setembro de 2021, segundo dados do Monitor da Violência divulgados em 18 de outubro, o Distrito Federal atingiu a menor taxa de homicídios do Brasil para o mês, com 0,60 casos por 100 mil habitantes, empatando com São Paulo e Santa Catarina. “O alto percentual de resolução de crimes, o enfrentamento ao tráfico de drogas e ao porte ilegal de armas, além do tempo de resposta do Corpo de Bombeiros no atendimento às vítimas, foram muito importantes nesse processo”, afirma Danilo.
Crimes contra o patrimônio
Os roubos a residência, de veículo e em comércio caíram 6,5%, 8,3% e 1,8% respectivamente
Os seis Crimes Contra o Patrimônio (CCPs), monitorados de forma prioritária pela SSP-DF, marcaram queda de 11,2% ano passado no comparativo com 2020. O roubo em transporte coletivo obteve a maior redução, de 31,45%, de 923 para 633 ocorrências em todo o DF. No roubo a transeunte houve 15,4% de redução. Os roubos a residência, de veículo e em comércio caíram 6,5%, 8,3% e 1,8% respectivamente. A queda nesses tipos de crimes representa 3,4 mil roubos a menos no Distrito Federal.
Produtividade das forças de segurança
Durante todo o ano passado, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) retirou das ruas mais de 1,5 mil armas de fogo e realizou mais de oito mil prisões em flagrante por crimes diversos. Para o comandante geral da corporação, coronel Márcio Vasconcelos, o uso da tecnologia e o policiamento orientado pela inteligência foram essenciais para o desempenho da corporação.
“Tivemos um ano excepcional, de muito trabalho, e isso se refletiu na redução da criminalidade. Ampliamos nossa comunicação, inteligência e videomonitoramento, mas o empenho e compromisso dos policiais militares, que atenderam cerca de 500 mil ocorrências ano passado, fizeram a diferença”, afirma.
53 milatendimentos médicos de urgência foram realizados pelo Corpo de Bombeiros Militar do DF em 2021
Destaque nacional pelo alto percentual de resolução de homicídios, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) cumpriu, em 2021, 6,6 mil mandados de prisão. A corporação realizou, ainda, 802 operações no período. De acordo com o delegado geral da PCDF, Robson Cândido, o enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, o cumprimento de mandados, o combate massivo aos crimes contra as mulheres e os praticados pela internet refletem diretamente na diminuição dos crimes letais contra a vida. “A PCDF segue ao lado do cidadão, se reinventando e se aprimorando em inteligência policial e investigação.”
O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) realizou mais de 53 mil atendimentos médicos de urgência em 2021. Além disso, foram quase 18 mil incêndios combatidos e 30 mil operações de busca e resgate realizadas. A corporação participou ainda, em apoio, de missões fora do DF, como a da Bahia, Haiti, Brumadinho e Chapada dos Veadeiros.
“Foi um ano de muito trabalho, planejamento e coragem. Mesmo com a segunda onda da pandemia não deixamos de apoiar a sociedade do DF e até de outros estados. Foram mais de cem mil ocorrências atendidas no DF, cinco missões nacionais e uma internacional”, ressaltou o comandante geral em exercício, Edimar Moura.
Em relação à segurança nas vias do DF, o Departamento de Trânsito do DF (Detran), destaca que houve 58% de redução nas vítimas fatais no trânsito do DF no comparativo de 2020 para 2021 (de 227 para 169). Foram realizadas 1,8 mil operações da Lei Seca e mais de 13 mil motoristas foram autuados por embriaguez ao volante.
Houve, também, a ampliação dos canais de denúncia e do atendimento às vítimas de violência doméstica. Foi inaugurada uma nova delegacia da mulher, além da possibilidade de a vítima registrar o boletim de ocorrência de maneira on-line
“São vidas que estamos preservando ao conscientizar a população de agir de forma responsável no trânsito, tanto por meio da educação, como das fiscalizações. Além disso, participamos de forma efetiva junto aos demais órgãos da Segurança Pública no grande esforço de reduzir também a criminalidade no Distrito Federal”, destacou o diretor-geral, Zélio Maia.
Enfrentamento à violência contra a mulher
Em 2020, no comparativo com 2019, houve redução de quase 50% (de 32 para 17) nos casos de feminicídio no Distrito Federal. Em 2021, foram registrados 24 crimes desta natureza. “Sabíamos que para superar a marca de 2020 teríamos que intensificar nossas ações junto a outros órgãos de governo e da sociedade. Para isso, implementamos o programa Mulher Mais Segura, que prevê uma série de projetos e ações integradas de enfrentamento a este tipo de crime”, destacou o secretário Júlio Danilo.
Dentre as ações propostas pelo programa Mulher Mais Segura está o Dispositivo de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP). Trata-se de um método de acompanhamento pioneiro no país – além de o agressor receber a tornozeleira, a vítima também é acompanhada por meio de um dispositivo móvel. Vinculado ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), da SSP-DF, ao ser acionado, o aplicativo emite um chamado de forma prioritária na tela do computador do despachante do Ciob, que encaminha, imediatamente, uma viatura da Polícia Militar para o local.
Houve, também, a ampliação dos canais de denúncia e do atendimento às vítimas de violência doméstica: para tanto, foi inaugurada uma nova delegacia da mulher, além da possibilidade de a vítima registrar o boletim de ocorrência de maneira on-line. As delegacias especiais de atendimento à mulher (Deam 1 e 2) registraram, durante todo o ano passado, 876 flagrantes relacionados à Lei Maria da Penha.
O Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), da PMDF, que possui policiamento especializado para casos de violência doméstica, realizou quase 23 mil visitas familiares em 2021. O trabalho ajuda a prevenir, inibir e interromper o ciclo da violência doméstica.
Em busca de conscientizar cada cidadão sobre o seu papel no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher, a SSP-DF possui, ainda, a campanha #MetaaColher. Com o slogan “A melhor arma contra o feminicídio é a colher”, o movimento busca incentivar a denúncia como ferramenta de prevenção a este crime. De março de 2015 a novembro de 2021, mais de 70% das vítimas de feminicídio não haviam registrado ocorrências anteriores de violência praticadas pelo mesmo autor.
Programa avança para municípios do Entorno do Distrito Federal
Famílias serão contempladas com auxílio mensal de R$ 350. Nesta primeira fase, Executivo libera 2,5 mil benefícios, somando-se as três localidades. Serão atendidos todos que comprovarem, com documentação, que se enquadram nos requisitos legais. “É gratificante governar olhando para pessoas que necessitam da mão estendida do Estado”, afirma Caiado
O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), já está com inscrições abertas para o programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social para moradores dos municípios de Águas Lindas, Novo Gama e Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. As inscrições do programa, que são permanentes, serão analisadas por ordem cronológica de entrada no sistema da Agehab. Os interessados que comprovarem, com a documentação exigida, que atendem aos requisitos legais serão beneficiados.
“É gratificante governar olhando para pessoas que necessitam da mão estendida do Estado”, afirmou o governador Ronaldo Caiado durante a entrega de 3 mil cartões do Pra Ter Onde Morar, na semana passada, a moradores de Goiânia e de Aparecida de Goiânia. “Um governador tem que ser humanitário”, acrescentou, na ocasião.
Ao todo, serão liberados, na primeira etapa, 2,5 mil benefícios para as três cidades, sendo 1 mil para Luziânia, 1 mil para Águas Lindas e 500 para Novo Gama. A Agehab tem liberado o benefício por grupos para otimizar o trabalho de recebimento das inscrições, análises documentais e realização efetiva das entregas dos cartões. Na Região Metropolitana de Goiânia (RMG), cerca de 3,5 mil famílias já foram chamadas para receber seus benefícios mediante a entrega da documentação estipulada por lei. As primeiras famílias aprovadas já começaram a receber os recursos.
Os interessados devem se inscrever inicialmente apenas pela internet, no site www.agehab.go.gov.br. Eles devem providenciar, desde já, os documentos necessários, incluindo o Cadastro Único (CadÚnico) no município onde vivem, que deve ser tirado ou renovado em um Centro de Referência em Assistência Social (Cras) mais próximo de casa.
Além do CadÚnico atualizado no município, outros requisitos para pleitear a participação no programa são o superendividamento; ser pessoa e/ou família em vulnerabilidade socioeconômica; ter mais de 18 anos ou ser emancipado; e morar no município por, no mínimo, três anos. Alguns grupos são prioritários, como idosos, pessoas com deficiência e vítimas de violência doméstica. Também podem participar estudantes da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e beneficiários do Programa Universitário do Bem (ProBem). Como todos os outros potenciais candidatos, estudantes devem estar enquadrados nos requisitos básicos.
Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social
Nova linha de atendimento à população de baixa renda, o Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social é uma iniciativa que visa combater a falta de moradias de maneira emergencial, com subsídio para locação de imóveis. O objetivo é atender até 30 mil famílias goianas com recursos disponibilizados do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege). O recurso mensal de R$ 350 será concedido por 18 meses, podendo ser prorrogado por igual período, caso as famílias não consigam evoluir em sua situação socioeconômica.
Os contemplados serão acompanhados periodicamente pela equipe de atendimento social da Agehab. A proposta do Governo de Goiás é subsidiar locação de imóveis até que as famílias melhorem suas condições financeiras ou estejam aptas a receber a moradia definitiva – caso a situação delas permaneça dentro dos critérios de déficit habitacional e moradia de interesse social.
A combinação, à primeira vista, pode parecer boa, já que o energético, além de mascarar o sabor das outras bebidas, dá mais energia. Mas não é bem isso o que acontece
Com a chegada de janeiro, vêm as férias e os abusos que podem resultar em doenças sérias, como alguns tipos de arritmias cardíacas. Segundo o cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Thiago Germano, os exageros cometidos na mistura de álcool com energéticos podem atrapalhar o bom funcionamento do coração. “Esta mistura, com o seu consumo excessivo, pode ser um catalisador para problemas cardíacos, em especial a fibrilação atrial, que é um tipo de arritmia cardíaca que torna os batimentos acelerados”, explica.
O álcool pode trazer grandes malefícios a vários órgãos do nosso corpo, principalmente ao fígado, pâncreas, coração e cérebro. Já a cafeína, contida em bebidas energéticas, causa diversos efeitos colaterais no organismo. Entre os principais estão as dores no peito, arritmias, elevação da pressão arterial, tontura, insônia, formigamentos, desconforto respiratório, dores de cabeça e irritabilidade. Quem sofre de problemas cardíacos deve passar longe dessa mistura.
Outra situação que deve ser observada é o fato de algumas pessoas terem problemas cardíacos e não saberem da existência da doença. Muitas vezes, o paciente já tem uma predisposição, mas não apresenta qualquer sintoma. O uso do energético pode ser o gatilho para desencadear uma arritmia cardíaca ou até um infarto. Além disso, várias doenças, como as canaliculares — alteração da repolarização do coração —, não são vistas nos exames de rotina, são assintomáticas e muitas vezes só acontecem quando o coração é estimulado.
“É de suma importância pensar na saúde neste período, bem mais que isso, entender que é possível se divertir sem ingerir certas bebidas. É melhor se cuidar do que ter que interromper as férias para ir ao hospital”, finaliza o cardiologista Thiago Germano.
Aulas de programação e música, além de divertidas, podem contribuir com o cognição, raciocínio lógico e coordenação motora
Época de férias escolares é sempre um desafio para os pais, que precisam usar a criatividade para não deixar os dias de descanso caírem na rotina de programas de televisão. A boa notícia é que existem boas opções de conteúdos que, além de agradar a garotada e distraí-las, podem desenvolver habilidades. A BYJU’S FutureSchool, maior edtech do mundo em educação interativa online, propõe como boas alternativas aulas de programação e música.
“Aproveitar o tempo livre de maneira divertida, mas também produtiva. Essa é a nossa proposta para essa turma que está sempre em busca de alguma novidade. Por exemplo, um curso de programação pode viabilizar um game, só que elaborado pelo próprio jovem. Então, o aventureiro vai trabalhar a criatividade, curiosidade e resolução de problemas. É uma atividade que entretém e traz benefícios ao processo de aprendizagem. Entender brincando”, enfatiza Fernando Prado, Country Manager da BYJU’S FutureSchool.
Prado também destaca: “As aulas de música podem melhorar a confiança social, trazer benefícios cognitivos e até ajudar em outras matérias”. Segundo um estudo realizado na Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, alunos com programas de educação musical superior pontuaram 22% mais em inglês e 20% mais em matemática em testes, em comparação com alunos que frequentaram programas de música de menor qualidade.
Na BYJU’S FutureSchool é possível encontrar esses cursos de férias. Para a turma de programação, há duas opções: Acampamento de Verão e Acampamento de Verão Mini (versão enxuta), voltados para o público de 6 a 14 anos, contam com aulas 1:1 e 1:4, quatro dias por semana, sessões de mentoria e certificação básica de desenvolvedor de games. Os pacotes, que podem ser adquiridos durante todo o período de recesso, com valores a partir de R$309 e podem ser comprados pelo site da BYJU’S FutureSchool.
Também tem o curso “Crie com Música”. O conteúdo é focado nos jovens que querem aprender a tocar violão e piano/teclado e os módulos são divididos por habilidades (iniciante, intermediário e avançado). Todas as aulas são on-line, ao vivo, e individuais, como forma de proporcionar uma melhor interação entre professor e aluno. “Estas são algumas dicas para garantir a motivação e ainda acrescentar aprendizado”, finaliza Fernando Prado.
Sobre a BYJU’S FutureSchool A BYJU’S Future School é uma plataforma de educação interativa, que, no Brasil oferece aulas de programação e música com uma metodologia desenvolvida especialmente para crianças e adolescentes dos 6 aos 15 anos, em que os alunos terão a possibilidade de interagir com professores capacitados, em aulas individuais ou em pequenos grupos. Muito além de ensinar lógica de programação para as crianças, a BYJU’S FutureSchool tem como objetivo fazer com que seus alunos aprimorem o raciocínio lógico e desenvolvam habilidades complementares que os capacitem a lidar com os desafios do presente e do futuro.
O recurso foi obtido graças ao empenho da Prefeitura de Pirenópolis que, por meio da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil – Comdec, montou de forma ágil um processo solicitando o reconhecimento federal da situação de emergência decretada
César Augusto, secretário de Meio Ambiente e Urbanismo
O domingo do dia 28 de novembro de 2021 ficou marcado pelo alagamento do distrito de Lagolândia e do povoado de Capela e região, em Pirenópolis.
Provocado pelo fenômeno conhecido como Cabeça D´Água, no Rio do Peixe, córregos Mata Mata, Confisco e outros, segundo apurou o Corpo de Bombeiros, o alagamento deixou 21 famílias desalojadas. Um processo montado pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil – Comdec conseguiu fazer com que a Secretaria de Defesa Civil Nacional reconhecesse, em âmbito federal, a situação como de emergência.
“Na prática, isso traz grandes possibilidades de obtenção de recursos federais para minimizar os estragos feitos pela chuva em Lagolândia, sobretudo para os equipamentos públicos, mas também para ajuda direta para os munícipes que sofreram prejuízos”, explica o secretário de Meio Ambiente, César Augusto Triers, a frente da Comdec e também coordenador da força-tarefa montada ainda no domingo (28) pelo prefeito de Pirenópolis, Nivaldo Melo, e que reuniu todas as secretarias do município, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil.
Além das 21 casas destruídas pela força da água, outras 52 foram danificadas, conforme levantamento da Secretaria de Meio de Ambiente, e ainda uma série de equipamentos públicos, tais como estradas, pontes e quadras.
O reconhecimento da situação de emergência pela Secretaria de Defesa Civil Nacional foi possível graças ao trabalho em ritmo acelerado para a composição do processo, o que aliás também reflete o que foi feito in loco para as famílias atingidas pela enchente, não só pelo grupo montado pelo prefeito mas também pela população em geral que não mediu esforços para arrecadar alimentos, roupas e utensílios.
Prometendo contagiar o público ao som dos clássicos da música de salão, o evento já conta com 35 anos de existência na capital
Na quinta-feira, dia 13, o Projeto Venha Dançar se prepara para começar o ano na cobertura de um dos hotéis mais luxuosos de Brasília, o San Marco Hotel. Completando 35 anos de história, o evento reúne uma rica seleção de músicos experientes para agitar a capital durante quatro horas consecutivas a partir das 20h. “O projeto surgiu da necessidade do público brasiliense encontrar um local amplo para dançar ao som dos clássicos. Devido ao sucesso do nosso último evento, esperamos começar este ano com o pé direito”, afirma o produtor e organizador do evento, Dilmar Mattos.
Nesta primeira edição do ano, além da participação da cantora e compositora Anna Doni, os instrumentistas Junior Mathias e Beto Paraguaio marcam presença para deixar o clima ainda mais especial. Alternando entre os ritmos do forró, salsa, merengue, samba de gafieira, lambada, maxixe e tango, o evento resgata as raízes da dança de salão ao cobrir os grandes clássicos nacionais e internacionais, para a felicidade do público. “É sempre gratificante cantar, independente do local e do público. O Venha Dançar sempre valorizou o trabalho dos músicos, e eu não tenho dúvidas que será uma noite mágica, imperdível” ressalta Anna Doni, que será um dos destaques da noite.
Visando a saúde de todos os frequentadores, para participar é necessário apresentar o comprovante de vacinação contra a COVID-19 na entrada do evento; sendo que o couvert artístico permanece no valor de R$50,00 e as vagas disponíveis para o público são limitadas.
Sobre o Projeto Venha Dançar – Realizado pela primeira vez em 1987 no antigo Gran Circo Lar, onde hoje abrange o Complexo Cultural da República, o Projeto Venha Dançar foi retomado em 2016 após um período de pausa. Em seu auge, os bailes tradicionais já chegaram a reunir mais de três mil pessoas e diversas orquestras de prestígio, como a octogenária Orquestra Tabajara, a Orquestra Waldir Calmon, Maestro Cipó, Passaport, Brappo, entre outras.
SERVIÇO
Projeto Venha Dançar no San Marco Hotel
Data: 13/01, quinta-feira
Horário: 20h
Valor do Couvert: R$ 50,00
Endereço: SHS Qd. 05, Bloco C, Setor Hoteleiro Sul, San Marco Hotel, Brasília (DF)
Preço da gasolina sobe de R$ 3,09 para R$ 3,24, por litro
A partir de amanhã (12), depois de 77 dias sem aumentos, a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. O anúncio foi feito hoje (11) pela companhia, em nota à imprensa.
Segundo a empresa, os últimos aumentos ocorreram em 26 de outubro do ano passado. Desde então, o preço cobrado pela Petrobras para a gasolina chegou a ser reduzido em R$ 0,10 litro, em 15 de dezembro. Já o preço do diesel ficou estável.
Com a decisão de hoje, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,11 por litro”, explicou a companhia, na nota.
Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras subirá de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro. Levando em conta a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será elevada de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba, mostrando variação de R$ 0,24 por litro.
Abastecimento
De acordo com a Petrobras, esses ajustes “são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”.
A companhia reiterou seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações de alta e baixa, “ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio, causadas por eventos conjunturais”.