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Eleições 2022 | Oposição no DF tenta fazer bolo sem fermento

O fermento numa eleição é a maior quantidade de apoio, um histórico de realizações que se possa mostrar a população e a união em torno de um projeto político de sucesso

POR RICARDO CALLADO

Para uma boa receita de bolo, é preciso usar o fermento certo. A receita é simples, mas muitos acabam perdendo a mão e deixando o bolo solado. Quando isso acontece é porque na maioria das vezes faltou o fermento necessário.

Fazer política não é diferente de fazer um bolo. A receita muitas vezes parece ser simples. Não precisa inventar nenhuma mágica. O fermento numa eleição é a maior quantidade de apoio, um histórico de realizações que se possa mostrar a população e a união em torno de um projeto político de sucesso. E isso falta para a oposição e sobra na campanha à reeleição do governador Ibaneis Rocha (MDB).

Não é de hoje que a oposição bate cabeça. O PT tem hoje dois candidatos ao Palácio do Buriti, a sindicalista Rosilene Correa e o ex-deputado Geraldo Magela. Mas, até as convenções partidárias, pode não ter nenhum. Os acordos em torno da candidatura do ex-presidente Lula pode solar o petismo no DF.

A legenda pode ser obrigada a engolir uma outra candidatura de esquerda ou de extrema-esquerda. Isso é muito ruim para o futuro do partido que já vem desidratando em Brasília desde a desastrosa gestão de Agnelo Queiroz e o seu bilionário Mané Garrincha, obra alvo de corrupção.

Outros partidos de esquerda, com o o PSDB e o Cidadania, tentar emplacar as candidaturas dos senadores Izalci Lucas e Leila do Vôlei. Sem fermentos, são candidatos de si próprio, o que impede a feitura até de um bolo competitivo para a disputa.

Ex-Rede e atualmente no PV, o distrital menos votado em 2018, Leandro Grass acredita que pode ser uma alternativa. Apena seu guru político acredita nisso e tentar fazer o parlamentar acreditar também. Político novo, está sendo usado pelas velhas raposas políticas da esquerda.

Não é preciso ir muito longe para entender a solada dessas candidaturas. Basta acompanhar as pesquisas política registradas no TSE. Se for levar em conta os levantamentos de consumo interno, a realidade se impõe de forma mais dolorosa as postulações da oposição.

Tem candidatos – e apoiadores – que não conseguiriam sustentar uma fábrica de bolo que acabariam levando a falência. Imagina governar o Distrito Federal. Na economia, se diz que quem não tem competência não se estabelece. É melhor procurar outra praia.

 

 

Governo Ibaneis distribui 1.447 escrituras para moradores de sete regiões do DF

Nadia Mazutti, 43 anos, conseguiu a documentação do imóvel, na QS 18 do Riacho Fundo II, após duas décadas de espera | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Moradias foram legalizadas por meio do Regulariza-DF, programa que ainda vai beneficiar famílias de outras dez localidades

O Governo do Distrito Federal (GDF) se prepara para entregar quase 1.500 escrituras a famílias de baixa renda. Moradias que serão legalizadas após décadas de espera por meio do programa Regulariza-DF, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), um projeto que vai alcançar moradores de mais dez regiões administrativas (RAs) do DF.

Trata-se de um trabalho persistente feito em Áreas de Regularização de Interesse Social (Aris), beneficiando famílias com renda de até cinco salários mínimos e que são as ocupantes originárias da habitação, entre outros critérios. Após quatro etapas iniciais, o Regulariza-DF já preparou 1.447 escrituras em sete regiões (veja números abaixo) e vai concretizar o sonho de moradores que não tinham a documentação oficial do lar em mãos.

“É um esforço diário da Codhab com o objetivo de trazer tranquilidade aos moradores do DF”, pontua o diretor-presidente do órgão, João Monteiro. “Ainda há pessoas que não possuem a escritura do seu lar, o que é um direito”, acrescenta.  A meta da companhia é regularizar cerca de 150 mil imóveis pelo DF até o fim de 2023.  O investimento no programa é de R$ 50 milhões.

Fim da espera

Uma moradora do Riacho Fundo II afirma já ter tido a experiência da alegria de ter sua casa legalizada no ano passado. A pedagoga Nadia Mazutti, 43 anos, conseguiu a documentação do imóvel, na QS 18, após duas décadas de espera. Ela conta que pagou apenas uma taxa mínima e se diz muito agradecida. “É muito bom sair da irregularidade. É o que a pessoa almeja: ter tudo certinho, pagar os impostos. A gente fica inseguro quando não tem”, aponta.

Nadia mora com a mãe numa edificação que ela mesmo construiu, após ganhar um lote em um programa habitacional da época. “Era muita promessa dos governos passados que essa regularização sairia, e nada. Agora, graças a Deus, tive essa oportunidade”, acrescenta a pedagoga, contemplada em 2021, antes do início do novo projeto.

Mudança na legislação

Mês a mês, a Codhab convoca moradores das localidades para apresentar a documentação com vistas à regularização do imóvel. O processo segue para análise e, em seguida, vem o edital com o nome dos habilitados. Outra vantagem: o GDF entrega aos contemplados gratuitamente as escrituras, lavradas em cartório, e o lote em definitivo.

“Diversos assentamentos foram criados no passado. Os gestores davam posse, mas não davam propriedade a esses moradores.  A legislação sancionada pelo governador Ibaneis Rocha (Lei Complementar nº 986/2001) foi fundamental para dar um fim a esses processos inacabados”, explica o diretor de Regularização de Interesse Social da companhia, Leonardo Firme.

De autoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a lei simplifica procedimentos de regularização e moderniza as regras de regularização fundiária urbana previstas no Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF (Pdot).

Segundo Firme, a companhia faz uma pesquisa lote a lote para verificar potenciais beneficiários do programa. E outras localidades já estão na rota do governo para serem atendidas. “Estamos finalizando alguns estudos no Itapoã, no Pôr do Sol e no Vale do Amanhecer (Planaltina), que em breve também terão moradias legalizadas”, finaliza.

Beneficiados nas quatro etapas do programa até o momento:

–  Samambaia: 495 escrituras

–  Recanto das Emas: 493 escrituras

–  Riacho Fundo II: 373 escrituras

–  Ceilândia (becos): 65 escrituras

–  Brazlândia: 8 escrituras

– Areal (Arniqueira): 7 escrituras

– Riacho Fundo : 6 escrituras

Total: 1.447 escrituras

Governo Federal anuncia fim da emergência sanitária por covid-19 no país

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, faz pronunciamento em Rede Nacional Obrigatória de Emissoras de Rádio e Televisão.

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez pronunciamento neste domingo

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou em pronunciamento de rádio e TV, na noite deste domingo (17), o fim da emergência de saúde pública em decorrência da pandemia. Segundo o ministro, o anúncio foi possível por causa da melhora do cenário epidemiológico, da ampla cobertura vacinal e da capacidade de assistência do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda segundo o ministro, nos próximos dias será editado um ato normativo sobre a decisão. Queiroga afirmou que a medida não significa o fim da covid-19. “Continuaremos convivendo com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde dos brasileiros, em total respeito à Constituição Federal.”

Vacinação

No pronunciamento, o ministro falou que o país realizou a maior campanha de vacinação de sua história, com a distribuição de mais de 476 milhões de doses de vacina. Foi ressaltado que mais de 73% dos brasileiros já completaram o esquema vacinal contra a covid-19 e 71 milhões receberam a dose de reforço.

O ministro também destacou os investimentos feitos na área nos últimos dois anos. “O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, fortaleceu o SUS, com a expansão da capacidade de vigilância, ampliação na atenção primária e especializada à saúde. Foram mais de R$ 100 bilhões destinados exclusivamente para o combate à pandemia, além dos mais de R$ 492 bilhões para o financiamento regular da saúde desde 2020”, disse Queiroga.

Emergência sanitária

O Brasil identificou a primeira contaminação pelo novo coronavírus no final de fevereiro de 2020, enquanto a Europa já registrava centenas de casos de covid-19. No dia 3 de fevereiro de 2020 o ministério declarou a covid-19 como uma emergência de saúde pública de importância nacional..

A declaração de transmissão comunitária no país veio em março, mês em que também foi registrada a primeira morte pela doença no país. Segundo último balanço, divulgado pelo Ministério da Saúde neste domingo, o Brasil registrou, desde o início da pandemia, 5.337.459 casos de covid-19 e 661.960 mortes. Há 29.227.051 pessoas que se recuperaram da doença, o que representa 96,6% dos infectados. Há ainda 363.607 casos em acompanhamento.

Grandes mulheres da construção de Brasília

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Neiva Zelaya, a Tia Neiva, criou a União Espiritualista Seta Branca, que deu origem ao Vale do Amanhecer | Foto: Arquivo Público

Conheça exemplos da importante participação feminina na formação da capital federal

A construção de Brasília tem uma face feminina que poucos conhecem. Em meio à terra avermelhada, ao lado de nomes como Lucio Costa, Juscelino Kubitschek e Oscar Niemeyer, mulheres de contextos culturais muito distintos participaram da criação da capital federal. Eram mães, esposas, caminhoneiras, professoras, cozinheiras – perfis contrastantes de pessoas que tinham a coragem como ponto em comum.

“Conversei com uma senhora que passou por uma cesárea a seco, sem analgesia, tamanha a precariedade dos acampamentos nos tempos da construção”Tânia Fontenele, professora

Esse brio é conhecido de perto pela professora Tânia Fontenele. Doutora em História Cultural, Memórias e Identidades pelas universidades de Brasília (UnB) e de Montreal (Canadá), ela é autora do livro Poeira e Batom no Planalto Central – 50 Mulheres na Construção de Brasília, obra que deu origem ao documentário homônimo. “Tive contato com histórias que emocionam pela sua força, narrativas que trazem um lado muito mais humano da criação de Brasília”, conta. “Saem da monumentalidade que envolve a construção de uma cidade”.

Arte: Agência Brasília

Os relatos mostram realidades diversas. Há mulheres que chegaram ao Planalto Central no pau de arara, fugindo da seca. Outras abriram mão de uma vida confortável nas grandes capitais para viver sem água encanada ou luz elétrica.

“Conversei com uma senhora que passou por uma cesárea a seco, sem analgesia, tamanha a precariedade dos acampamentos nos tempos da construção”, conta a pesquisadora. “Minha própria mãe saiu do Rio de Janeiro, uma das cidades brasileiras mais cosmopolitas em 1960, para dar aula de Geografia em uma Taguatinga recém-criada”.

Tânia Fontenele pesquisa a história das mulheres que ajudaram a formar o DF: “Tive contato com histórias que emocionam pela sua força, narrativas que trazem um lado muito mais humano da criação de Brasília” | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

A presença feminina durante a construção de Brasília, apesar de numerosa, padeceu de invisibilidade por muitos anos. Alguns nomes ganharam notoriedade na história. É o caso de Zenaide Barbosa dos Santos, que serviu cafezinho à comitiva presidencial na primeira vez em que JK pisou no Planalto Central. Ou o de Júlia Kubitscheck, mãe e força-motriz por trás do homem que ousou criar uma cidade no centro do país. Mas as histórias de grandes mulheres como Dona Coracy, Tia Neiva e Mercedes Parada, entre tantas outras, merecem destaque.

Dona Coracy

Coracy Uchôa Pinheiro fundou a Associação das Pioneiras Sociais | Foto: Arquivo Público

Ela chegou a Brasília ao lado do marido. Coracy Uchôa Pinheiro e Israel Pinheiro, o recém-empossado presidente da Novacap, foram os primeiros moradores do Catetinho. Nascida em Paracatu (MG), acostumada a viver na fazenda, Dona Coracy não estranhou muito o desconforto de uma cidade em plena construção. E, diante do jeito fechado do companheiro, logo assumiu o papel de ponte entre o gestor e os candangos.

Enquanto Israel Pinheiro comandava as obras de construção da capital federal, Dona Coracy dedicava-se às demandas dos mais necessitados. Providenciava remédios, atendimento médico e escolas para os candangos. Era acionada até quando precisavam fazer enterros, já que ainda não havia cemitério na cidade.

Seu trabalho social foi consolidado na Associação das Pioneiras Sociais, entidade que fundou juntamente com Sarah Kubitschek. Dona Coracy morreu em 2013, aos 107 anos. Com Israel Pinheiro, teve nove filhos, 30 netos e dez bisnetos.

Tia Neiva

Sergipana de Propriá, Neiva Chavez Zelaya fez de tudo. Foi costureira, fotógrafa, agricultora e motorista de ônibus. Seu caminho cruzou com o de Brasília quando, morando no município goiano de Jaraguá, comprou um caminhão e passou a transportar materiais para construir o sonho de JK.

Dividia a vida de caminhoneira com trabalhos sociais. Teve um abrigo para crianças no Núcleo Bandeirante, dava comida a quem tinha fome e passou a ser conhecida como Tia Neiva. Por conta de suas visões mediúnicas, criou a União Espiritualista Seta Branca, embrião que deu origem à comunidade religiosa Vale do Amanhecer.

Mercedes Parada

A normalista goiana chegou ao Planalto Central em 1957. Mercedes Ribas Parada nunca tinha atuado como topógrafa na vida, mas, orientada pelo marido, o engenheiro Joffre Mozart Parada, delimitou tamanho e local de cada uma das 102 fazendas que deram origem ao Distrito Federal.

Apesar de ter traçado o mapa original do DF, seu nome não aparece nos registros da construção de Brasília. A casinha de onde transformava em planta cartográfica os dados trazidos pelo marido está de pé até hoje, na Candangolândia.

Mesmo com impactos da pandemia, setor imobiliário segue aquecido e tem expectativas altas para 2022

Por Lidiane Praxedes Oliveira da Costa

Um setor que performou bem, mesmo diante dos reflexos da pandemia, certamente foi o mercado imobiliário. Seja pela alta conversão do regime de trabalho de presencial para remoto, ou pela maior quantidade de tempo que todos passamos a ficar em casa devido ao isolamento social, muitas pessoas sentiram a necessidade de mudar de residência.

Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), somente no ano de 2021, o lançamento de imóveis novos considerados de médio e alto padrão em São Paulo registrou um crescimento de 26%.

Igualmente, as vendas do setor – independente da classificação dos imóveis – tiveram um avanço entre os anos de 2020 e 2021. Não suficiente, o setor da construção civil abriu mais de 39 mil vagas de emprego, somente no mês de fevereiro de 2022.

Os dados mostram que a evolução da área surpreendeu. Em minha atuação, por exemplo, presenciei clientes alterando toda a formatação de seus negócios, aproveitando-se dos recursos tecnológicos e do ambiente online.

E, mesmo com a alta da Selic, conhecida como a taxa básica de juros, motivo pelo qual tem efeitos sobre as demais taxas praticadas pelo mercado em empréstimos e financiamentos, as expectativas para o setor continuam altas.

Desde o último semestre de 2021, a Selic disparou. No período de um ano, subiu mais de 8%, e, de novembro para cá, apontou um aumento de 2,5 pontos – fato que reflete diretamente no bolso do consumidor.

Mas, na contramão dos aumentos voluptuosos na Selic, a competição entre as instituições financeiras tem trazido vantagens aos consumidores que desejam investir na aquisição de imóveis, já que os índices para financiamento imobiliário foram praticamente “congelados”.

Isso porque a taxa de financiamento imobiliário flutuou de 9,21% a 9,33% no período de novembro/21 a março/22. Assim, podemos considerá-las, até aqui, “estáveis”.

Óbvio que o cenário ainda é bem diferente se comparado ao período que antecedeu a pandemia, porém, ainda assim, se mostra positivo a quem deseja investir.

A nova curva de subsídios atrelada ao Programa Casa Verde e Amarela, por exemplo, é mais um indicativo de que o setor tem grandes projeções de crescimento, ainda em 2022.

Mas, além das finanças, com o que mais o consumidor deve se preocupar para concretizar o sonho de aquisição de sua casa própria?

Tão importante quanto o índice de juros e a negociação comercial que envolvem uma tratativa imobiliária são os documentos que se associam ao imóvel e as partes envolvidas no negócio, especialmente aos vendedores.

Muitas pessoas ainda têm a ilusão de que uma negociação imobiliária é simples, então, equivocadamente, dispensam as formalidades de “due diligence” e “contrato”, o que fatalmente pode ser um erro ensejador de grandes prejuízos.

Desta forma, é imprescindível que o consumidor se atente à análise criteriosa das certidões necessárias, além, claro, da assinatura de um contrato equilibrado, que reflita, dentre outros termos, exatamente as condições comerciais acordadas, os direitos e deveres das partes e as condições resolutivas.

* Lidiane Praxedes Oliveira da Costa é advogada com atuação em direito empresarial e direito imobiliário, com mais de 16 anos de experiência. Enfatiza sua atividade em estratégias de desjudicialização de conflitos, com o objetivo de prezar pela segurança jurídica nas relações empresariais, e, consequentemente, implementar soluções para otimizar o  lucro, aumentar os rendimentos e mitigar os riscos das atividades corporativas.

Agilidade do Pix chega na administração pública

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Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

Em diversas cidades, é possível usar o Pix para pagar multas, impostos, passagem de ônibus e contas de luz

Hoje com o Pix é possível pagar quase tudo instantaneamente. E essa agilidade já chegou até mesmo na administração pública. Em diversas cidades, é possível usar a tecnologia para pagar multas, impostos e até passagens antecipadas do transporte coletivo.

É o caso de Manaus, no Amazonas, onde os motoristas autuados, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), podem realizar o pagamento da guia de recolhimento via Pix, que já vem disponibilizado no próprio documento de notificação de penalidade. O item pode ser identificado por um QR-Code para o devido pagamento.

As opções tradicionais para quitar a multa nos pontos de estabelecimentos comerciais, ou no cartão de crédito em 12 vezes, continuam valendo. Os autos de infração também podem ser acessados pelo site do IMMU. Basta clicar no item Consultas e no botão Multas de trânsito.

Pagamento de Impostos

Em Jataí, em Goiás, a Secretaria de Fazenda anunciou na última quarta-feira (13), que os contribuintes já podem pagar tributos e taxas municipais via Pix. O pagamento também se dá a partir da leitura de um QR Code, que será impresso nas guias de recolhimento emitidas pela internet ou pelo atendimento presencial no prédio do Centro Administrativo.

Para pagar, basta abrir o aplicativo do banco e apontar o celular para o QR Code, que será lido pela câmera do celular. A prefeitura esclarece que não será fornecida nenhuma chave pix no processo.

Segundo a administração municipal, com a modalidade, os cidadão terão liberdade para pagar os tributos em qualquer instituição financeira ou carteira digital, sem ter que se dirigir às instituições conveniadas ao município.

Mas caso o contribuinte opte pelo pagamento convencional, por meio do código de barras que continua disponível na guia, deverá fazê-lo nos seguintes bancos: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco Itaú, Banco Santander e Sicredi.

O secretário de Fazenda de Jataí, Valter Pedro Cardoso, faz um alerta: “é preciso que o contribuinte fique atento na leitura dos dados ao efetuar o pagamento, verificando sempre se o beneficiário do recebimento que for apresentado no comprovante é, de fato, a Prefeitura de Jataí. Em tempos de golpes, sempre é necessária atenção redobrada.”

Passagem antecipada

Também é possível usar o Pix para comprar passagem antecipada para o transporte coletivo. O recurso está disponível na cidade de Joinville, em Santa Catarina, nas bilheterias dos terminais, na Passebus e nas empresas Gidion e Transtusa.

O Pix é aceito tanto para compra quanto para recarga de vale transporte, Cartão Ideal e cartões renováveis. As passagens embarcadas compradas dentro dos ônibus não poderão ser pagas com Pix.

Conta de luz

O Pix já está tão popular na administração pública, que a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) está com promoção Conta com Pix. A iniciativa proporciona dois anos de contas pagas para 20 clientes da companhia que efetuaram o pagamento da fatura de energia por meio do Pix e que se cadastraram no site da iniciativa.

O primeiro sorteio foi realizado no dia 30 de março e os próximos estão marcados para os dias 13/04, 30/04, 14/05 e 28/05 de 2022, a serem realizados pela Loteria Federal. O prêmio de um crédito de R$ 5 mil em desconto na conta de luz deverá ser consumido em até 24 meses.

Para concorrer, basta pagar a conta pelo Pix por meio de qualquer aplicativo bancário. Depois, é só cadastrar os dados no site cemig.com.br/contacompix.
O objetivo da companhia é estimular a adesão com pagamento da conta via Pix, uma forma mais moderna e cômoda para quitação das contas de luz.

 

1ª Edição do Brasília Moto Festival será realizada de 20 a 24 de abril

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Brasília – Motociclistas realizam passeio pelas ruas de Brasília como parte do encerramento do Capital Moto Week (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O encontro ocorrerá no Parque de Exposições da Granja do Torto

A 1ª edição do Brasília Moto Festival (BMF), evento que reunirá motociclistas, triciclistas, jipeiros e motoclubes de todo o país, ocorrerá de 20 a 24 de abril, no Parque de Exposições da Granja do Torto. O festival terá exposição de carros antigos, Praça de Alimentação com gastronomia, cervejas artesanais e área de camping para triciclistas e motor homes, além de estacionamento gratuito para motos, carros antigos, jipes e carros de passeio.

Mas o destaque do festival é sua programação musical, com algumas atrações tradicionais da noite brasiliense. Serão 24 bandas se revezando entre o Palco principal e “Celeiro Bar” em uma maratona de cinco dias. Se apresentarão no Palco principal, dentre outras, as bandas Cloning Stones, Brazilian Blues Band, a banda Magoo acompanhada da Orquestra Filarmônica de Brasília, além do guitarrista Haroldinho Mattos em um tributo a Jimi Hendrix. Já o Palco Celeiro receberá os shows das bandas Ligação Direta, Rota Capital e Jack Walker, entre outras.

A organização do festival o define como pet friendly, ou seja, animais de estimação também são bem-vindos. Além disso, o BMF vai contar com Feira de Adoção de cães e gatos. A entrada é gratuita, com doação voluntária de 1kg de alimento. As doações serão encaminhadas ao Instituto Reciclando o Futuro, que desenvolve relevante trabalho social no DF. Outras informações podem ser conferidas no site do evento.

Hoje é Dia: Páscoa, Tiradentes e aniversário de Brasília são destaques

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O pôr do sol ganha incríveis tons no período de seca em Brasília

Confira as principais datas da semana entre 17 a 23 de abril

O Hoje é Dia, da semana entre os dias 17 a 23 de abril, traz uma agenda movimentada. Neste domingo (17), a semana já começa com uma das maiores celebrações do calendário cristão, a Páscoa. Os próximos dias também terão um feriado nacional: na quinta-feira, dia 21 de abril, é o Dia da Inconfidência Mineira. A data homenageia José Joaquim da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes.

Veículos já destacaram, algumas vezes, a data. Em 2018, o programa Na Trilha da História, contou detalhes sobre a Inconfidência Mineira. No ano passado, o Repórter Brasil falou sobre a data.

 

Também no dia 21, a capital federal e sua principal universidade pública fazem aniversário. A Universidade de Brasília (UnB) completa 60 anos e Brasília completa 62 anos. A cidade já foi homenageada algumas vezes em veículos da EBC. Em 2016, o Portal EBC destacou imagens que mostram que a cidade vai muito além da Esplanada dos Ministérios. Já em 2020, o Repórter Brasil relembrou o local onde Brasília foi construída.

Datas comemorativas

A semana também é repleta de datas comemorativas e marcantes na história do Brasil. O dia 19 de abril é marcado pelo “Dia do Índio” (saiba como a data surgiu aqui) e pelo “Dia do Exército Brasileiro”. No ano passado, o programa Recados (da Rádio Nacional Alto Solimões) falou sobre a data e explicou o seu significado.

O dia 20 de abril é marcado pelo chamado “Dia do Disco” (uma homenagem ao músico Ataufo Alves). Em 2018, o História Hoje, da Radioagência Nacional contou detalhes sobre a data:

Outras duas datas comemorativas da semana são, também, diretamente ligadas a figuras marcantes do país. O dia 18 de abril é o Dia Nacional do Livro Infantil. A data é uma homenagem a Monteiro Lobato, que nasceu nesta data em 1882. Em 2019, o Repórter Brasil falou sobre a data e sobre a biografia do escritor:

Já o dia 23 é o Dia Nacional do Choro. A data foi criada em homenagem ao maestro Alfredo da Rocha Vianna Filho, mais conhecido como Pixinguinha, que nasceu neste dia em 1897. Em 2017, o Caminhos da Reportagem fez uma homenagem a ele:

Nascimentos, mortes e datas históricas

Outras figuras marcantes também são lembradas na semana. No dia 19, o jogador Rivaldo (campeão mundial pela seleção brasileira em 2002) completa 50 anos. No mesmo dia, o nascimento do ex-presidente Getúlio Vargas completa 140 anos. Também completa 140 anos no dia 19 a morte de Charles Darwin. Um episódio de sua vida (quando ele veio ao Brasil) foi contado no História Hoje da Radioagência Nacional.

No dia 20, a Rádio MEC, emissora da Empresa Brasil de Comunicação, completa 99 anos no ar, no dia 22 o descobrimento do Brasil pelos portugueses completa 520 anos e no dia 23 a morte da militante Olga Benário Prestes completa 80 anos. A história dela foi contada pelo programa Espaço Público, da TV Brasil, em 2015.

Confira a lista semanal do Hoje é Dia com datas, fatos históricos e feriados:

17 a 23 de Abril de 2022
17

Nascimento do economista mato-grossense Roberto Campos (105 anos)

Dia Internacional da Hemofilia

Páscoa (data móvel)

Dia Nacional da Botânica – a data foi instituída pelo Decreto de Lei nº 1.147, de 24 de maio de 1994, em homenagem às comemorações dos 200 anos do nascimento do naturalista alemão Carl Friedrich Philipp von Martius

18

Nascimento do escritor paulista Monteiro Lobato (140 anos)

Nascimento da bailarina e coreógrafa fluminense Márcia Haydée (85 anos)

Dia Nacional do Livro Infantil – a data foi escolhida em homenagem a Monteiro Lobato

Lançamento de “O Livro dos Espíritos” por Allan Kardec, marcando o nascimento do Espiritismo na França (165 anos)

19

Morte do naturalista, geólogo e biólogo britânico Charles Darwin (140 anos)

Nascimento do pintor e escultor colombiano Fernando Botero (90 anos)

Nascimento do político gaúcho Getúlio Vargas (140 anos)

Nascimento do futebolista recifense Rivaldo Vítor Borba Ferreira, o Rivaldo (50 anos)

Morte de Benedito Carneiro Bastos Barreto, o Belmonte (75 anos) – foi um caricaturista, pintor, cartunista, cronista, escritor e ilustrador brasileiro

Dia do Índio

Dia do Exército Brasileiro

Condenação de Tiradentes e 10 reús da Inconfidência Mineira (230 anos)

20

Nascimento do fotógrafo baiano Mário Cravo Neto (75 anos)

Dia do Disco – a data surgiu em homenagem ao músico Ataulfo Alves, falecido em 20 de abril de 1969

Dia do Diplomata – marca a data de nascimento do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira

21

Morte do poeta maranhense Sousândrade (120 anos)

Dia da Inconfidência Mineira – também conhecido como Dia de Tiradentes

22

Nascimento do ator estadunidense Jack Nicholson (85 anos)

Dia do Descobrimento do Brasil pelos Portugueses

Dia Internacional da Mãe Terra – comemoração que foi iniciada em 1970 como o “Dia da Terra” ou “Earth Day” nos Estados Unidos, quando o Senador Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional de estadunidenses contra a poluição do nosso planeta, tendo recebido a adesão de vários países após 1990 e sendo ratificada pela 80ª Assembleia Geral da ONU

23

Nascimento do maestro e compositor pernambucano Severino Araújo (105 anos)

Nascimento do maestro e compositor fluminense Pixinguinha (125 anos)

Morte da militante alemã Olga Benário Prestes (80 anos)

Dia Mundial do Livro e do Direito Autoral – nesta data, no ano de 1616, morreram Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Garcilaso de la Vega

Dia Mundial dos Escoteiros

Dia Nacional do Choro

Uso das bikes rosa cresce 60% no DF em cinco meses de funcionamento

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Levantamento da operadora do sistema de bicicletas compartilhadas mostra também um aumento de quatro vezes no número de usuários. Estação do Parque da Cidade é a mais disputada

“Uso desde o início, quando elas chegaram no fim de 2021. As bikes são superconfortáveis, é fácil de retirá-las e tudo se faz via aplicativo. Gosto de andar no próprio parque (da Cidade)”Sandra Gusmão, 49 anos, servidora pública

Após cinco meses de funcionamento, as bicicletas compartilhadas já são notadas facilmente pelas ruas de Brasília. Agora na cor rosa, 355 unidades estão distribuídas por 41 estações na região central da capital. E, segundo a empresa Tembici, operadora do sistema, as viagens das “rosinhas” aumentaram 60% se comparadas a outubro de 2021, quando o programa foi implantado.

Outro dado mostra que o brasiliense aderiu a esta nova opção de mobilidade: a operadora registrou um aumento de quatro vezes no número de “bicicleteiros”, observando-se o primeiro trimestre deste ano em relação ao último de 2021.

Novas, práticas e acessadas por meio de um aplicativo de celular, as bikes, de fato, têm uma boa rotatividade na maioria das estações. Em especial no Parque da Cidade, em frente ao Setor de Rádio e TV, e próximo à Funarte, no Eixo Monumental – os pontos mais disputados.

As novas bicicletas são facilmente acessadas por meio de um aplicativo de celular | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília

As bicicletas disponíveis na estação do parque, segundo o levantamento da empresa, são responsáveis por 20% dos passeios de todo o sistema. É o caso da servidora pública Sandra Gusmão, 49 anos, que bate o ponto no local. Aluga a bike duas vezes por semana após o trabalho. Aos sábados ou domingos, traz os dois filhos, e mais de uma vez eles já encontraram o ponto com capacidade para 26 bicicletas totalmente vazio.

João Paulo Rodrigues trabalha no Setor de Autarquias Sul e costuma pedalar depois do expediente para relaxar: “Depois, pego o ônibus e vou para minha casa”, revela o morador de Planaltina

“Uso desde o início, quando elas chegaram no fim de 2021. As bikes são superconfortáveis, é fácil de retirá-las e tudo se faz via aplicativo. Gosto de andar no próprio parque”, conta Sandra. “Moro no Guará e, se tivesse uma estação por lá, pensaria seriamente em vir pedalando para o meu trabalho aqui no Plano Piloto”, admite. Ela tem uma “magrela” em casa, mas hoje prefere usar as rosinhas.

O técnico-administrativo João Paulo Rodrigues, 33 anos, trabalha no Setor de Autarquias Sul. O hobby dele é pedalar após o expediente para esfriar a cabeça. O rapaz circula pela área verde das entrequadras da Asa Sul. “Não tenho nada de ruim para falar. Venho quase todos os dias e gosto muito. Depois, pego o ônibus e sigo para minha casa”, revela o morador de Planaltina.

355Número de bicicletas distribuídas por 41 estações na região central da capital

As 41 estações estão situadas nas asas Sul, Norte e em outros pontos da região central, como o Eixo Monumental, na altura do Sudoeste, no Parque da Cidade e outros. Em Águas Claras, as bicicletas são elétricas: há uma parceria da operadora com um aplicativo de entrega de refeições e o aluguel é exclusivo para usuários da atividade.

A ideia de levar o sistema compartilhado para outras regiões administrativas (RAs) está em estudo pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob). Segundo o secretário Valter Casimiro, o objetivo é colocar subsídio do governo para expandir para as demais cidades. O Plano Piloto, segundo ele, foi a RA onde os gestores mais se mostraram interessados em implantar o projeto quando houve um chamamento público à época.

“As bikes compartilhadas eram muito aguardadas na cidade. Os brasilienses abraçaram o projeto desde o início. Conforme o aumento da demanda e a maturidade do programa, podemos expandir a outros lotes”, pontua a gerente regional da Tembici, Marcella Bordallo. O contrato prevê um total de 500 bicicletas e 70 estações que estão sendo criadas aos poucos.

Ciclovias à vontade

Se tem muitas bicicletas para compartilhar, ciclovia é o que não falta no Distrito Federal. Nas asas Sul e Norte, de acordo com números da Semob, são 136 km de ciclovias construídas. Já no Sudoeste, são mais 10 km de pistas para os ciclistas transitarem com segurança.

“Brasília tem uma extensão enorme de ciclovias e conseguimos atender bem a mobilidade da população do Plano Piloto. Naturalmente, precisamos fazer algumas interligações entre elas, mas isso já está previsto”, adianta Casimiro. Com uma malha cicloviária atual de 633,49 km, a capital federal  só fica atrás de São Paulo (699 km).

Como alugar:

Para mais informações sobre as bicicletas compartilhadas e estações, acesse https://brasilia.tembici.com.br/ ou baixe o aplicativo Tembici no celular.

 

DF| Conscientização sobre a hemofilia é lembrada em 17 de abril

Hemocentro oferece atendimento gratuito e multiprofissional a pacientes com a patologia

Os atendimentos ambulatoriais são feitos de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 7h às 18h. É necessário agendar pelos telefones (61) 3327-1671 e (61) 3327-4423, ou pelo WhatsApp (61) 99140-0173

Criado pela Federação Mundial de Hemofilia, o Dia Mundial da Hemofilia é lembrado em 17 de abril no mundo inteiro. Nesta data, centros de referências para o tratamento da doença buscam aumentar a conscientização sobre os distúrbios hemorrágicos e sobre a necessidade de diagnóstico precoce e tratamento adequado.

No Distrito Federal, a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) é o centro de referência no DF para o tratamento dessas patologias. Ali, o Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias é responsável pelo atendimento a doenças hemorrágicas como a hemofilia.

Imagem: Divulgação/Secretaria de Saúde

A doença compromete a capacidade do corpo de coagular o sangue, necessária para interromper as hemorragias. Trata-se de distúrbio genético e hereditário que acomete quase exclusivamente os homens. Os sintomas mais comuns são sangramentos em músculos e articulações e manchas roxas.

“Aqui, nós damos toda a assistência ao paciente, não só médica, como também multiprofissional, para que ele tenha uma melhor qualidade de vida”Melina Belintani Swain, chefe da Seção de Ambulatórios da Fundação Hemocentro de Brasília

A doença não tem cura, mas o avanço científico permitiu que pessoas com hemofilia tenham hoje uma boa qualidade de vida, desde que sigam as orientações médicas necessárias e realizem o tratamento de forma adequada.

Atualmente, o ambulatório do Hemocentro conta com 610 pacientes cadastrados, sendo 260 deles portadores de hemofilias do tipo A ou B. “A Fundação Hemocentro de Brasília é o centro de referência no DF para o tratamento dessas patologias. Aqui, nós damos toda a assistência ao paciente, não só médica, como também multiprofissional, para que ele tenha uma melhor qualidade de vida”, explica a chefe da Seção de Ambulatórios da FHB, Melina Belintani Swain.

No ambulatório do Hemocentro, o atendimento é feito de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A FHB também é responsável pela distribuição de medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde por meio do Programa Nacional de Coagulopatias Hereditárias.

Quem pode ser atendido

O atendimento multiprofissional de pacientes portadores de coagulopatias hereditárias é realizado no Hemocentro de modo presencial e conforme protocolo da instituição. Para paciente com coagulopatias hereditárias, é necessário apresentar relatório médico.

Paciente em investigação clínica para coagulopatias hereditárias deve apresentar encaminhamento realizado por médico hematologista para investigação clínica. Após o diagnóstico, o paciente é cadastrado no sistema Hemovida Web Coagulopatias, do Ministério da Saúde, e acompanhado pela equipe multiprofissional, conforme protocolo estabelecido.

O Ambulatório de Coagulopatias Hereditárias realiza atendimentos distintos. Desta forma, para cada modalidade de atendimento, há previsão de horários e de tempo de espera diferentes.

Os atendimentos ambulatoriais são feitos de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 7h às 18h. É necessário agendar pelos telefones (61) 3327-1671 e (61) 3327-4423, ou pelo WhatsApp (61) 99140-0173. Os atendimentos são agendados previamente para o período matutino ou vespertino.

Os requisitos básicos são estar agendado ou, em caso de intercorrência, é possível o atendimento sem marcação, durante o horário de funcionamento da unidade; apresentar documento de identidade oficial com foto. No caso de paciente menor de idade que não possui documento de identidade, apresentar a certidão de nascimento original ou cópia autenticada juntamente com o documento oficial com foto do responsável legal que o esteja acompanhando no atendimento.

É preciso também estar cadastrado no sistema Hemovida Web Coagulopatias do Ministério da Saúde. Se o paciente tem diagnóstico confirmado, deve apresentar prescrição médica original e vigente. Em situações excepcionais, como cirurgias eletivas e procedimentos invasivos, apresentar também relatório médico.

Entrega domiciliar

Pacientes residentes no DF com hemofilia grave ou moderada que fazem tratamento profilático mantêm acompanhamento regular e periódico no Hemocentro podem receber o fator de coagulação em casa. É preciso que a prescrição esteja vigente e de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde.

A entrega domiciliar é feita em veículo com refrigeração exclusiva para a medicação. Um servidor do Hemocentro acompanha o transporte e entrega. Para mais informações sobre esse serviço, o paciente deve conversar com o médico do ambulatório durante sua consulta.

*Com informações da Secretaria da Saúde e da Fundação Hemocentro de Brasília