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Ministério da Saúde injeta R$ 624 milhões para reestruturar o modelo da rede de saúde materno-infantil

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Dados preliminares de 2021, apontam alta na taxa de óbitos maternos nos últimos dois anos

Com o objetivo de reduzir os óbitos maternos-infantis agravados na pandemia, o Brasil contará com acréscimo de R$ 624 milhões ao financiamento da rede de saúde. O aprimoramento da assistência terá o fortalecimento das maternidades e a criação dos ambulatórios de assistência a gestantes com alto risco para complicações.

Com esse montante, o Ministério da Saúde pretende reestruturar o modelo da rede de saúde materno-infantil, para fortalecer a integralidade da assistência e o combate à mortalidade materna e na infância.

Às vésperas do Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher, comemorado neste sábado (28), o Ministério da Saúde apontou uma inversão nos motivos dos falecimentos.

Entre 2017 e 2019, as mortes diretamente ligadas a causas obstétricas, como hipertensão e hemorragias, predominavam. Os dados preliminares de 2021 apontam que causas  indiretas, como doenças do sistema respiratório e circulatório, ultrapassaram, somando 1.625 óbitos.

Segundo a diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPES), ginecologista e obstetra Lana de Lourdes Aguiar, com a pandemia, as fragilidades da Rede de Atenção à Saúde foram expostas de Norte a Sul do país.

“Tanto barreiras de acesso ocasionaram demoras quanto a detecção precoce, o diagnóstico e o tratamento oportuno de gestantes e puérperas que eram acometidas pela Covid-19”, afirmou.

A morte materna ocorre durante a gravidez ou dentro de um período de 42 dias seguintes ao parto ou aborto espontâneo, independentemente da duração, devido a qualquer causa relacionada ou agravada pela gestação e seu tratamento.

Para além das estatísticas, fica o vazio das crianças que sequer têm a chance de conhecer quem as trouxe ao mundo. A estudante brasiliense Bianca Amorim, de 21 anos, perdeu a mãe em 2007, em decorrência de problemas no parto da irmã. “A minha mãe teve uma gestação bem complicada. Ela ficou de repouso, fez pré-natal, exames, tomava muitos remédios. Mas teve uma hemorragia durante o parto, que resultou em uma trombose pulmonar e ela não resistiu”, contou.

Com apenas seis anos à época, sem entender bem o que havia acontecido, foi extremamente difícil compreender o fato de que a mãe, que havia saído de casa para dar à luz sua irmãzinha tão esperada, não voltaria mais do hospital.

“E pra mim ficou o vazio da dor, que vai sempre me acompanhar, que a gente só aprende a conviver com ela. Mas o que aquece o meu coração é saber que cada pedaço meu tem um pedacinho dela.”

Óbitos maternos notificados ao Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM)

  • 2019: 1.576 óbitos
  • 2020: 1965 óbitos
  • 2021*: 2.768 óbitos (Dados preliminares)

O painel do Ministério da Saúde mostra que o país vinha registrando uma queda nos óbitos de gestantes e puérperas entre 2017 e 2019. No entanto, em 2020, com o início da disseminação do coronavírus, a situação mudou.

Região

Apesar de atingir todas as Unidades de Federação, segundo o DAPES, os óbitos maternos concentram-se mais nas regiões Norte e Nordeste, dadas as dificuldades acentuadas nos vazios assistenciais. Apesar disso, com a pandemia, observou-se um aumento representativo da mortalidade materna em estados como Santa Catarina, Paraná e Distrito Federal.

Segundo a médica Lana de Lourdes Aguiar, diretora do DAPES, até a pandemia, a mortalidade materna fazia parte de um indicador de desigualdade social, cenário que passou a não ter mais precedentes. “Ao observar os estados com trajetória na rede de atenção materna e infantil, e com Índices de Desenvolvimento Humano superiores a muitos estados brasileiros, estes performaram insatisfatoriamente no atendimento ágil e oportuno de gestantes e puérperas com Covid.”

Ações para redução da mortalidade materna

Dos óbitos que ocorrem durante a gravidez ou por complicações durante o parto, 90% das causas são consideradas evitáveis, com atenção à saúde precoce e de qualidade.

As ações, de acordo com o DAPES, serão voltadas à atenção a gestantes e puérperas por meio da ampliação da Rede Cegonha. “Estamos mantendo todos os serviços da antiga Rede Cegonha e agora trabalhando para ampliar, fortalecer esses componentes que já eram propostos no passado e oferecer um cuidado mais integral”, destacou Aguiar.

O aprimoramento da assistência contará com o fortalecimento das maternidades e a criação dos ambulatórios de assistência a gestantes com alto risco para complicações.

Segundo o secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Parente, a análise desses dados é um  indicador importante para medir a qualidade dos serviços de saúde e direcionar melhor ações e recursos. “Esses processos de vigilância e análise contínua de dados, e ter acesso a informações oportunas de qualidade, facilitam e favorecem uma resposta adequada a essas situações e agravos de saúde.”

Em Jataí, Mendanha apresenta propostas focadas em energia e infraestrutura

Projetos fazem parte do Plano de Gestão do governadorável para resolver gargalhos no agronegócio

Os desafios na área de infraestrutura e propostas em tecnologia energética foram os principais pontos apresentados pelo pré-candidato ao Governo de Goiás, Gustavo Mendanha (Patriota), durante a visita à 48ª Exposição Agropecuária de Jataí, neste sábado (28). Os temas serão contemplados no plano de gestão do governadorável, documento oficial que norteia o trabalho realizado pelo governo, que é apresentado durante o processo eleitoral.

“A má distribuição energética atrapalha o agronegócio. Para resolver esse gargalho, buscamos soluções inteligentes e um dos caminhos passa pela articulação entre o setor produtivo, o Estado e a Enel”, explicou Mendanha, entusiasta da tecnologia.

A expectativa é que um representante do agronegócio faça parte do grupo de técnicos que ajudam a elaborar o plano de gestão do governo Mendanha.

O pré-candidato ao governo de Goiás destaca que as propostas do plano vão contemplar itens para a construção de um Estado Inteligente. Nesse sentido, a tecnologia será um dos pontos fortes.

O governadorável, que foi recebido pelo presidente do Sindicato Rural de Jataí, Vitor Gaiardo, percorreu os stands da exposição e em um deles os expositores apresentaram soluções tecnológicas para a geração e distribuição a partir da energia solar. No entanto, os produtores voltaram a reforçar a importância do estado de investir e buscar investimentos na distribuição de energia.

Gaiardo destacou que as condições das rodovias estaduais e os problemas no fornecimento de energia elétrica geram prejuízos ao segmento. “Precisamos de infraestrutura para rodar”, reclamou o presidente do Sindicato Rural de Jataí, um dos municípios mais importantes para o agronegócio do País.

Comitiva

Na comitiva estavam a deputada federal Magda Mofatto (PL), o ex-presidente do PL, Flávio Canedo, o deputado estadual Zé Carapô (PROS), o presidente da Câmara de Vereadores de Aparecida, André Fortaleza (MDB), o vereador de Aparecida Leandro da Pamonharia (Agir), o presidente do Mobiliza, Paulo Daher; Fernando Meirelles, presidente do Agir, o ex-prefeito de Jataí, Fernando da Folha, e Pankão, ex-prefeito de Acreúna, outro município do Sudoeste goiano e importante para o agronegócio brasileiro.

Mendanha visita três cidades no final de semana

O governadorável passou por Mineiros antes de seguir para Jataí, onde participou de uma festividade em comemoração ao aniversário e lançamento da pré-candidatura a deputada Estadual de Rosângela Rezende.

Em Jataí, além de participar da 48ª edição da EXPAJA, Mendanha visitou a feira coberta e assistiu a uma missa.

A agenda foi finalizada em São Miguel do Passa Quatro, no sudeste de Goiás, em uma exposição de carros e motos antigos.

Imposto de Renda: prazo para entrega da declaração à Receita Federal acaba nesta terça (31)

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Imposto de renda 2022.

Contribuintes que não prestarem contas ao Leão até lá vão pagar multa e ficar com o CPF irregular

Os contribuintes que ainda não declararam o Imposto de Renda 2022 têm apenas até a próxima terça-feira (31) para prestar contas à Receita Federal. Até as 16h da última sexta-feira, cerca de 5,2 milhões de declarações ainda não haviam sido entregues. Quem perder o prazo paga multa de 1% ao mês sobre o imposto devido.

Segundo a Receita, o valor mínimo da multa é de R$ 165,74, mas pode chegar a 20% do IR. O contribuinte que não declarar dentro do prazo também vai enfrentar restrições. O CPF fica irregular, o que impede o cidadão de fazer empréstimo em bancos ou prestar concurso público, por exemplo.

Marcyo Franco Fortes, diretor de uma empresa contábil, dá dicas para as pessoas que ainda não fizeram a declaração do IR. “Se for procurar um profissional qualificado, um contador para ajudá-lo a fazer essa declaração, ele tem que correr porque o prazo termina no dia 31. A dica seria ir atrás de toda a documentação necessária para fazer a declaração de IR. A gente sempre aconselha a procurar um profissional qualificado para não ter surpresas no ano que vem”, recomenda.

Franco diz que os contribuintes que optarem por fazer a declaração por conta própria devem ficar atentos na hora de deduzir os valores gastos com saúde. Segundo ele, a Receita Federal está mais rigorosa e nem tudo é passível de dedução. Além disso, ele alerta que é comum os contribuintes deixarem para prestar contas ao Leão em cima da hora e acabam se surpreendendo.

“Muita gente chega faltando cinco dias, por exemplo, para declarar o imposto de renda com um monte de situações que deveriam ter sido recolhidos os impostos no ano anterior e não foi feito. Por falta de conhecimento, ele pode pagar multas relativamente altas para a Receita Federal”, afirma.

Quem deve declarar o IR
A Receita Federal exige que todos os contribuintes que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021 devem fazer a declaração do IR. Para quem trabalha com atividade rural, a obrigatoriedade vale para os casos em que a receita bruta no ano passado foi superior a R$ 142.798,50.

Também deve declarar: quem tem rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 40 mil; aquele com patrimônio superior a R$ 300 mil e os que tiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fizeram operações na bolsa de valores, incluindo os dependentes. A entrega da declaração é exigida também de quem passou a residir no Brasil no ano passado e para as pessoas que venderam imóveis residenciais e compraram outro até 180 dias depois da venda.

Morador de São Paulo, Lucas Costa Gonçalves, 24 anos, vai declarar o IR pela primeira vez. “Como eu não sabia muito o que fazer, acabei adiando e depois me toquei que ficou em cima da hora”, justifica. Agora, o assistente trade marketing corre contra o relógio para ficar em dia com o Fisco.

“Está bem corrido, porque nos atrasamos na entrega dos informes de rendimento e estamos atrás dessa documentação. Eu e minha esposa estamos correndo contra o tempo para entregar até o dia 31. Eu pedi ajuda para o meu pai, porque em anos anteriores ele declarou e ele sabia como era o processo, como a separação de documentos e a entrega para a Receita Federal”, disse.

Restituição 
Embora seja o último dia para a entrega da declaração, a terça-feira também marca a restituição do primeiro de cinco lotes para cerca de 3,38 milhões de contribuintes. O primeiro lote é destinado às pessoas que têm prioridade pela lei, como idosos, pessoas com deficiência ou moléstia grave e professores. O segundo lote de restituição está previsto para 20 de junho, o terceiro para 29 de julho, o quarto para 31 de agosto e o quinto para 30 de setembro.

Para saber se será contemplado neste lote, o contribuinte deve acessar o site da Receita, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.

Marcyo Franco dá uma dica que pode incentivar aqueles que deixaram para fazer a declaração de última hora tentarem prestar contas mais cedo no ano que vem. “As declarações vão entrando nos lotes de ressarcimento da Receita Federal e as primeiras declarações são as primeiras a serem analisadas e restituídas. Se você deixar por último, você vai ser o último lote a receber”, indica.

 

SONO: Quantas horas você precisa dormir?

Dormir a quantidade de horas necessárias é fundamental. Neste episódio, o Dr. George do lago, dará mais detalhes sobre o assunto

O número de horas de sono é necessidade individual. Ou seja: cada pessoa apresenta um perfil que precisa ser conhecido para então ser praticado durante a noite. Dormir varia em diversas situações. Uma mesma pessoa não vai dormir igual durante toda a vida: crianças tem necessidades diferentes do adulto e do idoso, por exemplo. E por que somos orientados a dormir 8h por noite?

A resposta é bem simples: a grande maioria da população se encaixa nesse perfil e necessita dessa quantidade de horas para executar bem as funções do corpo e ter disposição para as atividades diurnas. Porém, há quem precise de menos de 6h30 de sono diárias e a estas pessoas chamamos de dormidoras curtas. No outro extremo, há quem precise de 9h ou mais de sono, que são as chamadas de dormidoras longas.

O grande problema de padronizar o tempo dormindo é ignorar os casos que são diferentes da maioria. Com isso, o dormidor curto tem expectativa de mais horas de sono do que realmente precisa, gerando ansiedade enquanto está na cama. Já os dormidores longos podem sempre dever horas de sono quando se comparam com a população geral. Conhecer o próprio padrão de sono é fundamental para respeitar um ritmo do próprio corpo. A pessoa que não dorme suficiente apresenta cansaço, irritabilidade, dificuldade de atenção e memória no dia seguinte, aumentando risco de acidentes de trabalho e trânsito, pior performance nos estudos e na execução de tarefas que exigem concentração.

Como saber então quantas horas de sono eu preciso? O ideal é sempre conversar com seu médico para uma avaliação mais ampla e orientação precisa para o seu caso. De forma simples, se você nos fins de semana dorme muito mais que durante a semana, iniciando o sono no horário habitual, há uma chance grande de você dormir menos do que precisa durante a semana. Infelizmente, dormir pouco é um dos principais problemas do sono atuais e com impactos negativos na saúde.

Dormir é uma necessidade fisiológica assim como comer ou beber água. Numa sociedade em que somos estimulados a produzir cada vez mais, dormir bem virou luxo. Conheça seu corpo e reavalie seus hábitos e prioridade. Sono de qualidade não pode ser negociado. Pense nisso!

 

Sesc-DF comercializará comidas típicas nas unidades durante período junino

É clima de São João! Além da programação cultural, o Sesc-DF vai comercializar diversos pratos e quitutes típicos do período junino de 6 a 12 de junho, das 11h às 14h, nos restaurantes da instituição em Taguatinga Norte, Guará, Gama e Ceilândia. O horário de atendimento nas lanchonetes será de 9h às 17h. As opções do cardápio deste ano variam entre canjica, caldos, arroz carreteiro, galinhada, feijão tropeiro, doces típicos, pamonha, pudim, tapioca e diversos outros doces.
A coordenadora de Nutrição do Sesc-DF, Sabrina Batista, adiantou que neste ano o cardápio está repleto de novidades como a torta de tapioca, pudim, curau de milho, pamonhas de sal e de doce. Todos os itens com preços acessíveis. “Vamos iniciar nossas preparações típicas juninas sabendo da importância que essas festividades têm para os comerciários, para as famílias e para os nossos clientes. É uma época que remete a lembranças afetivas. Dentro dos setes dias estaremos tendo em nossos restaurantes preparações típicas de festa junina com cardápio diferenciado. Serão muitas opções. Além do cardápio diversificado, temos redobrado a atenção com relação a quantidade de açúcar, fazendo preparações com mais qualidade nutricional”, explicou Sabrina.
SERVIÇO
Comidas Típicas nas unidades
Período: 6 a 12 de junho
Horário: 11h às 14h nos restaurantes
e de 9h às 17h nas lanchonetes do Sesc.
Local: Comercialização de pratos típicos juninos, em self-service e no serviço take out nos restaurantes de:
– Taguatinga Sul
– Taguatinga Norte
– Guará
– Gama
– Ceilândia

*Além dos lanches juninos nas lanchonetes do Sesc (exceto a unidade do Sesc-DF no Setor Comercial Sul (SCS)).

Nenhum de Nós, Tati Portela, Chimarruts, shows de dança e stand up agitam palco da Expotchê

(Foto Marcos Welber)

Tradicional feira da cultura gaúcha acontece de 3 a 12 de junho. Tholl trupe circense, Tchê Guri, Peão Farrapo, dentre outras bandas, também se apresentam no evento. Confira programação completa

Juntamente com a chegada do frio, a maior feira de artigos do sul realizada fora do Rio Grande do Sul está de volta a Brasília. A 29ª edição da Expotchê chega à capital no dia 3 de junho e vai até o dia 12, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. O evento, além de reunir diversos produtos da cultura e gastronomia gaúcha, também conta com a apresentação de vários artistas e bandas musicais.

Além de desfrutar do circuito de estandes de expositores gaúchos, com artesanato, comidas e bebidas, tradicionalmente, a Expotchê conta com uma programação dedicada à valorização e promoção da cultura gaúcha. Este ano, se apresentam na feira a banda Nenhum de Nós; Tati Portela; Grupo Tholl, trupe circense de Pelotas; a banda Chimarruts; Grupo de Danças Coração Gaúcho; o grupo musical Cancioneiros do Planalto; o Grupo de Danças Sinuelo da Saudade; o grupo Tchê Guri; o Grupo de Danças do CTG Estância Gaúcha; o grupo Peão Farrapo e o músico Luiz Kur se apresenta juntamente com o Trio Migrante. A programação conta ainda com o show humorístico do artista Gaudêncio Sincero.

A feira fica aberta de segunda a sexta, das 16h às 23h; e aos sábados e domingos, das 11h às 23h. Os ingressos custam R$ 25,00 a inteira; e R$12,50 a meia entrada. Todos os dias, na primeira hora, a entrada é franca, e quem estiver pilchado, ou seja, vestido a caráter, com a vestimenta gaúcha, também não paga para entrar.

 

Atrações para todos os gostos

Nenhum de Nós: Figurinha marcada e sempre presente na Expotchê, a banda completou em outubro de 2021, 35 anos de carreira, tendo superado a marca de 2 mil shows. Com 17 discos, 3 DVDs e 22 EPs lançados, a banda recebeu inúmeros prêmios, amplo reconhecimento de público e de crítica, e possui uma imensa legião de fãs no Brasil e na América Latina. Entre os maiores sucessos da banda estão: “Camila Camila”, “Astronauta de Mármore”,“Vou Deixar Que Você Se Vá” , “Paz e Amor”, “Da Janela”, “Você Vai Lembrar de Mim”, “Amanhã ou Depois” e “Eu Não Entendo”.

Chimarruts: Banda brasileira de reggae, formada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul no ano de 2000. Entre seus sucessos estão: “Versos Simples”, “Se for embora”, “Meu Erro” e “Do Lado de Cá”. Atualmente a Chimarruts trabalha a turnê do seu quinto disco de estúdio “A diferença”, trazendo canções que vêm para embalar a comunhão das diferenças e dedicado a todos que lutam por um mundo mais justo, humano e menos preconceituoso.

Tati Portela: A cantora ficou nacionalmente conhecida como vocalista da Chimarruts. A banda surgiu em 2000, já emplacando músicas que falavam de paz e amor. Gravou 5 CDs e 1 DVD ao vivo. Participou de grandes programas de TV e teve suas músicas veiculadas em trilhas de novelas. A banda fez shows em todo o Brasil e em 2011 participou do Pop Music Festival ao lado de Ziggy Marley e Shakira. Em 2016, paralelo ao trabalho da Chimarruts, Tati Portella dá o start “oficial” a sua carreira solo, tendo seu lançamento em 2017, na abertura do show do Coldplay em Porto Alegre. Em 2019 estreia seu primeiro disco solo, chamado “Impermanência”. Junto da carreira de artista, cantora e compositora, o trabalho social e o envolvimento com instituições de caridade sempre se fizeram presentes na vida da Tati.

Tholl, trupe circense: Criado em 1987, o Grupo Tholl se destaca por aliar a estética dos novos circos (com figurinos, efeitos de luz, visagismo) com a arte circense tradicional. O espetáculo repleto de fantasia e lirismo e claro muita acrobacia do chamado novo circo é o que o público pode esperar nessa montagem criada especialmente para a Expotchê deste ano. Bachilli leva para o palco, cenas, figurinos e músicas dos seis espetáculos apresentados pelo grupo no decorrer de seus 20 anos. Em cena, 9 artistas se revezam em uma apresentação cheia de emoções. Com figurinos coloridos e alegres, os artistas da trupe pelotense querem fazer de 20 anos, um ato de celebração junto ao público.

Grupo Peão Farrapo: Criado em março de 2018, partiu de um grupo de amigos gaúchos que se conheceram em um costelão. A maioria dos integrantes integra o efetivo do Exército Brasileiro. O nome escolhido foi em função da música “Peão Farrapo” do Grupo os Garotos de Ouro, um clássico da música tradicionalista gaúcha.

Tchê Guri: Banda brasileira de tchê music, o grupo surgiu em 11 de abril de 1990, idealizado pelos irmãos Vargas. No ano seguinte, o grupo realizou uma turnê pelas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Em 1993, foi lançado o primeiro álbum do conjunto, intitulado Primeiro. O Tchê Guri foi a primeira banda gaúcha a ocupar um espaço na mídia nacional. Em 1997 as rádios FM de todo o Sul descobriram a música “Guria”, sendo esta a primeira de um grupo regional a tocar neste tipo de emissora.

Gaudêncio Sincero: O bagual Gaudêncio é como aquele seu parente mais grosso que dedo destroncado. Gaudêncio é um legítimo habitante do campo, figura típica do Rio Grande do Sul. Mais grosso que dedo destroncado, e com a paciência mais curta que chute de porco. Com todas essas “qualidades” sendo exibidas nos palcos e nos vídeos divulgados no YouTube; Instagram e pelo Whatsapp, o personagem ganhou destaque e o carinho do público. No Stand Up Bagual do Gaudêncio Cris Pereira entrega ao público uma apresentação muito engraçada, que remete aos modelos mais antigos do humor de salão. Um espetáculo fundamentado em piadas e histórias que fazem com que o público se identifique com o personagem, ao lembrar de parentes, amigos e conhecidos.

 

Horários dos shows:

03/06 – SEXTA-FEIRA

19h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

20h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

21h – Nenhum de Nós – PALCO PRINCIPAL

 

04/06 – SÁBADO

14h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

16h – Grupo de Danças do CTG Estância Gaúcha – Juvenil, Adulto e Veterano – PALCO REGIONAL

18h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

20h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

21h – Tati Portela – PALCO PRINCIPAL

 

05/06 – DOMINGO

14h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO PRINCIPAL

16h – Show Grupo de Danças Sinuelo da Saudade – CTG PADF – PALCO PRINCIPAL

18h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

20h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

21h – Show Grupo Musical Cancioneiros do Planalto – PALCO PRINCIPAL

 

06/06 – SEGUNDA-FEIRA

19h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

20h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO PRINCIPAL

21h – Show Grupo Musical Coração Gaúcho – PALCO PRINCIPAL

 

07/06 – TERÇA-FEIRA

18h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

19h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

21h – Show Humorístico – Gaudêncio Sincero – PALCO PRINCIPAL

 

08/06 – QUARTA-FEIRA

18h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

19h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

21h – Chimarruts – PALCO PRINCIPAL

 

09/06 – QUINTA-FEIRA

18h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

19h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

21h – Tchê Guri – PALCO PRINCIPAL

 

10/06 – SEXTA-FEIRA

18h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

19h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

20h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO PRINCIPAL

 

11/06 – SÁBADO

14h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

16h – Grupo de Danças do CTG Estância Gaúcha – Juvenil, Adulto e Veterano – PALCO PRINCIPAL

18h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

20h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

21h – Peão Farrapo – PALCO PRINCIPAL

 

12/06 – DOMINGO

14h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO PRINCIPAL

16h – Show Grupo de Danças Sinuelo da Saudade – CTG PADF – PALCO PRINCIPAL

18h – Grupo Tholl – Trupe Circense de Pelotas – RS – PALCO REGIONAL

20h – Show Grupo de Danças Coração Gaúcho – PALCO REGIONAL

21h – Luiz Kur e Trio Migrante – PALCO PRINCIPAL

 

SERVIÇO:

29º Expotchê

Data: 3 a 12 de junho de 2022
Horário: Segunda a sexta, das 16h às 23h; aos sábados e domingos das 11h às 23h.
Onde: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade
Entrada: R$25,00 a inteira e R$12,50 a meia-entrada.
Todos os dias na primeira hora a entrada é franca. Crianças até sete anos não pagam.
Realização: Rome Eventos
Acompanhe: https://www.instagram.com/expotche/
Saiba mais em: https://expotche.com.br/

Relp 2022: Parcelamento de dívidas do Simples Nacional termina nesta terça (31)

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Governo federal estima que mais de 650 mil empresas devem aderir ao programa

Esta terça-feira (31) é o último dia para que os pequenos negócios que têm dívidas tributárias com a União possam formalizar a adesão ao Relp, o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional. O governo federal estima que mais de 650 mil empresas, entre micro e pequenos negócios e microempreendedores individuais (MEIs), vão participar do “Refis do Simples”.

A Receita Federal acredita que mais de 400 mil empresas vão aderir ao Relp. Apenas esses negócios têm débitos da ordem de R$ 8 bilhões. Já a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) projeta que cerca de 256 mil empresas vão participar do parcelamento, em um montante que deve atingir os R$ 16,2 bilhões.

Vale lembrar que os débitos negociáveis junto à Receita Federal são aqueles que ainda não estão inscritos na Dívida Ativa da União (DAU). Esses são responsabilidade da PGFN. Segundo a PGFN, são 1,3 milhões MEIs inscritos na DAU.

Lilian Toledo, analista de Políticas Públicas do Sebrae, explica as vantagens que os MEIs e donos de pequenos negócios terão ao aderir ao Relp. “O Relp possibilita aos empreendedores fazer a negociação de dívidas tributárias com condições muito boas, como, por exemplo, parcelamentos em até 15 anos de débitos fiscais, possibilidade de 90% de descontos em multas e juros e 100% em encargos de honorários advocatícios. São excelentes condições para quem está devendo para o Fisco”, explica.

Confira o percentual de desconto de acordo com as perdas: 

Arte: Brasil 61

Os descontos serão aplicados proporcionalmente à queda de faturamento que as empresas tiveram durante a pandemia da Covid-19. Para a concessão do abatimento, vai ser levado em conta o período compreendido entre março e dezembro de 2020 em comparação ao mesmo período de 2019.

Relp 
O Relp é voltado à renegociação de débitos do Simples Nacional, inscritos ou não em dívida ativa da União, até 25 de fevereiro de 2022. A adesão ao programa é 100% digital e vai depender se o passivo está na Receita Federal ou na PGFN. A Lei Complementar (193/2022) que instituiu o Relp foi promulgada em março deste ano. Em abril, a Receita Federal regulamentou o programa por meio da Instrução Normativa RFB nº 2.078.

Em caso de dúvidas, acesse aqui o tutorial para adesão ao Relp via Portal do Simples Nacional, ou aqui para adesão ao Relp via Sistema Regularize – Débitos em Dívida Ativa.

 

FREPER: Mercado de carbono e reforma tributária são pautas prioritárias

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Palácio do Congresso Nacional

A Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (Freper) também enfatizou importância de temas como licenciamento ambiental, mercado de gás e preços de combustíveis

A Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (Freper) lançou uma pauta prioritária para o setor. A iniciativa pretende orientar os parlamentares sobre temas relevantes e recentes, como o aumento do preço de combustíveis, utilização de biocombustíveis e energia renovável.

Vice-presidente da Frente, o deputado federal Laercio Oliveira (PP-SE) enalteceu o trabalho do grupo e defendeu a aprovação urgente de propostas importantes para o país. O congressista também lembrou de projetos apoiados pelo grupo que já foram aprovados e viraram leis, como a nova Lei do Gás.

“O grande marco que celebramos é justamente a aprovação da Lei do Gás, que foi um trabalho coletivo. Eu fui o relator, mas toda a frente esteve envolvida, empenhada. Esse empenho e essa unidade que construímos em torno de todos os membros da frente foi o que provocou esse resultado que conquistamos”, disse.

Entre os assuntos considerados prioritários, a pauta prevê temas como licenciamento ambiental, mercado de carbono, mercado de gás, preços de combustíveis e simplificação tributária. Neste último caso, a Freper visa impulsionar o debate de propostas que contribuam para o desenvolvimento do país, como a reforma tributária. Assim, a frente defende urgência na votação da PEC 110/19.

O advogado tributarista Sebastião Dantas avalia que o atual sistema tributário impede que a população brasileira tenha melhor qualidade de vida. Segundo ele, o modelo em vigor compromete o funcionamento adequado das empresas, por meio de despesas que poderiam ser evitadas.

“A urgência se dá exatamente para que a legislação tributária fosse simplificada e de mais fácil entendimento. O ideal mesmo é que fosse feita uma reforma de maneira ampla para que tudo fosse mais harmonizado e evitasse, inclusive, conflito de competência entre tributos”, destacou.

No caso do mercado de carbono, a Freper projeta um ambiente estruturado para incentivar a diminuição de emissões dos principais setores produtivos, assim como para gerar uma progressiva e consistente demanda oficial para os projetos de redução e remoção de emissões que ocorrem no ambiente voluntário.

Já em relação à pauta do meio ambiente, o destaque vai para o licenciamento ambiental que, na avaliação dos parlamentares que compõem a frente, garante “adequação das atividades produtivas ao uso sustentável dos recursos naturais, a manutenção da qualidade do meio ambiente para as futuras gerações e a segurança da sociedade.”

Ações de combate à dengue são ininterruptas no DF

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Chácara Santa Luzia, na Estrutural, teve 2,5 mil imóveis vistoriados em combate a alta concentração do mosquito Aedes aegypti

O Distrito Federal não descansa no combate à dengue. No sábado (28), 300 militares do Corpo de Bombeiros e 30 agentes da vigilância ambiental da Secretaria de Saúde percorreram a Chácara Santa Luzia, na Estrutural. No total, o grupo inspecionou 2.518 imóveis e 3.082 depósitos, sendo que foram eliminados 60 focos do mosquito e tratados 70 possíveis criadouros de larvas. O número de vistorias superou as expectativas dos agentes, que tinham como meta chegar, ao menos, a mil imóveis.

“Não deixo água parada, sempre lavo tudo com água sanitária, jogo terra nos vasinhos das plantas, o que puder fazer para evitar” Ana Cláudia Garcia, dona de casa

O levantamento por amostragem no local apontava alta concentração de Aedes aegypti, o transmissor da dengue e de outras doenças, como zika e chikungunya. “Alguns dias antes de cada ação em uma determinada área, colocamos um recipiente simples por cinco dias para acompanhar se haverá depósito de ovos. Conforme a quantidade de posturas, sabemos que há várias fêmeas do mosquito. Há áreas com só três depósitos, outros com mais de 200, como foi o caso da Santa Luzia”, relata Herica Marques, chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental do Guará, que engloba a região administrativa, Estrutural/SIA, Arniqueira, Águas Claras e Vicente Pires.

“É algo muito bom porque esse mosquito pode matar e ninguém quer ficar doente” Guedson Medeiros, leiturista de medidor de energia

A dona de casa Ana Cláudia Garcia, 31 anos, já teve dengue e conta que tem muito medo dos filhos também adoecerem. Por isso, toma todos os cuidados. “Não deixo água parada, sempre lavo tudo com água sanitária, jogo terra nos vasinhos das plantas, o que puder fazer para evitar”. Porém, ela sabe que é necessário que os vizinhos também façam sua parte. A dona de casa avalia positivamente ações como a dos bombeiros e da vigilância ambiental para reduzir o número de criadouros.

Para o leiturista de medidor de energia Guedson Medeiros, 37 anos, essa ação é uma forma de ajudar os moradores. “É algo muito bom porque esse mosquito pode matar e ninguém quer ficar doente”. Assim também concorda a dona de casa Carmem Lúcia Alves, 41 anos, que assegura também cuidar do seu quintal. “Aqui, o mosquito não se cria”. Herica Marques reforça que o trabalho nas residências é fundamental, já que 90% dos depósitos com larvas estão nos domicílios.

A ação de vistoria das residências é de cunho educativo, faz parte da “Operação Sanear – Dengue”, dos bombeiros com a Secretaria de Saúde para preservação da vida. Foram empregadas 16 viaturas dos bombeiros para a operação de sábado.

Ações integradas

Desde o início do ano, a Secretaria de Saúde vistoriou mais de 1,5 milhão de imóveis em todas as regiões administrativas do DF. Órgãos como Corpo de Bombeiros (CBMDF), Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Secretaria de Segurança Pública, Defesa Civil, Departamento de Trânsito (Detran), Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Novacap, entre outros, auxiliam a pasta nas ações de combate.

A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) conta com 15 núcleos de vigilância ambiental espalhados pelas regiões administrativas. Cada núcleo possui equipes que realizam trabalho de campo, visitando casas, prédios, terrenos e orientando a população.

*Com informações da Secretaria de Saúde do DF

 

RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS: Sou MEI, posso participar do Relp 2022?

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Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional também permite a adesão de microempreendedores individuais. O prazo acaba na próxima terça-feira (31)

Cerca de 1,3 milhão de microempreendedores individuais (MEIs) têm débitos do Simples Nacional inscritos na Dívida Ativa da União (DAU), de acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Os números tendem a ser maiores se acrescentados os passivos dos MEIs junto à Receita Federal, que não são inscritos na DAU.

No entanto, os microempreendedores individuais podem renegociar suas dívidas fiscais por meio do Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional, o Relp. O Relp permite que o MEI parcele os débitos em até 180 meses, com descontos de até 100% dos encargos legais e 90% dos juros de mora e multas. A parcela mínima para esses contribuintes é de apenas R$ 50. O prazo para aderir ao programa vai até a próxima terça-feira (31).

Silas Santiago, gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, explica que os MEIs estão entre os contribuintes que podem participar do Relp. “Quem tem direito a aderir ao Relp são as empresas, sejam elas microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte que têm débitos do Simples, mesmo que hoje não estejam no Simples. Então, a empresa pode ou não estar hoje no Simples, mas esse débito foi gerado na época que ela estava no Simples”, pontua.

MEIs e donos de empresas de micro e pequeno porte podem seguir o passo a passo abaixo para aderirem ao Relp.

  1. Acesse o Portal do Simples Nacional ou o Portal e-CAC;
  2. Preencha os dados da empresa, como CNPJ e código de acesso;
  3. Se for o primeiro acesso, é preciso gerar código de acesso no local indicado;
  4. Na opção, “Pagamentos e Parcelamentos”, selecione “Parcelar dívidas do SN pela LC 193/2022 (Relp)” ou “Parcelar dívidas do MEI pela LC 193/2022 (Relp)”;
  5. Responda às perguntas do formulário;
  6. Gere a guia de pagamento da primeira parcela;
  7. Pague a primeira parcela até 31 de maio.

Se você é MEI e tem dívidas relativas ao Simples Nacional que tenham vencido até fevereiro de 2022, você pode aderir ao Relp. Os MEIs que possuam débitos parcelados de negociações no passado também podem incluí-los no programa. Mesmo aquelas cujas dívidas estão em discussão judicial ou administrativa podem participar do novo Refis, com ressalva às condições abaixo:

  • Desistir das impugnações ou dos recursos administrativos e das ações judiciais que tenham por objeto os débitos que serão incluídos no Relp;
  • Renunciar a quaisquer alegações de direito sobre as quais se fundem as referidas impugnações, recursos ou ações judiciais;
  • No caso de ações judiciais, protocolar requerimento de extinção do processo com resolução do mérito – art. 487, III, “c”, do Código de Processo Civil (CPC).

Não podem participar do Relp os negócios que tiveram falência decretada, foram extintos por liquidação ou estão com inscrição no CNPJ suspensa, inapta, baixada ou nula.

Confira o percentual de desconto de acordo com as perdas: 

Arte: Brasil 61

Em caso de dúvidas, acesse aqui o tutorial para adesão ao Relp via Portal do Simples Nacional, ou aqui para adesão ao Relp via Sistema Regularize – Débitos em Dívida Ativa.