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Entenda o que é a varíola dos macacos

Disseminação tem causado preocupação no mundo

O trauma naturalmente causado por uma pandemia acaba por deixar muitas pessoas preocupadas quando veem, logo em seguida, alertas sobre o surgimento de uma doença em locais onde antes ela não era detectada. É o que ocorreu após notícias de que humanos se contaminaram com a chamada varíola dos macacos, doença que é endêmica em países africanos. Mas sua disseminação para países não endêmicos, como na Europa e nos Estados Unidos, causou apreensão. Até agora, existem mais de 200 casos confirmados ou suspeitos em cerca de 20 países onde o vírus não circulava anteriormente.

Diante dessa situação, fontes e especialistas foram consultados para elucidarem eventuais dúvidas sobre o que é a varíola dos macacos, bem como sobre sintomas, riscos, formas de contágio e sobre o histórico dessa doença que recentemente tem causado tanta preocupação nas pessoas.

Médico infectologista do Hospital Universitário de Brasúlia (UnB), André Bon trata de tranquilizar os mais preocupados. “De maneira pouco frequente essa doença é grave. A maior gravidade foi observada em casos de surtos na África, onde a população tinha um percentual de pacientes desnutridos e uma população com HIV descontrolado bastante importante”, explica o especialista.

Segundo ele, no início dos anos 2000 houve um surto da doença nos Estados Unidos. “O número de óbitos foi zero, mostrando que, talvez, com uma assistência adequada, identificação precoce e manejo adequado em uma população saudável, não tenhamos grandes repercussões em termos de gravidade”.

O grupo que corre maior risco são as crianças. Quando a contaminação abrange grávidas, o risco de complicações é maior, podendo chegar a varíola congênita ou até mesmo à morte do bebê.

Uma publicação do Instituto Butantan ajuda a esclarecer e detalhar o que vem a ser a varíola dos macacos. De acordo com o material, a varíola dos macacos é uma “zoonose silvestre” que, apesar de em geral ocorrer em florestas africanas, teve também relatos de ocorrência na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália e, mais recentemente, na Argentina.

Histórico e ocorrências

A varíola dos macacos foi descoberta pela primeira vez em 1958, quando dois surtos de uma doença semelhante à varíola ocorreram em colônias de macacos mantidos para pesquisa. O primeiro caso humano dessa variante foi registrado em 1970 no |Congo. Posteriormente, foi relatada em humanos em outros países da África Central e Ocidental.

“A varíola dos macacos ressurgiu na Nigéria em 2017, após mais de 40 anos sem casos relatados. Desde então, houve mais de 450 casos relatados no país africano e, pelo menos, oito casos exportados internacionalmente”, complementa a publicação recentemente divulgada pelo instituto.

Segundo o instituto, entre 2018 e 2021 foram relatados sete casos de varíola dos macacos no Reino Unido, principalmente em pessoas com histórico de viagens para países endêmicos. “Mas somente este ano, nove casos já foram confirmados, seis deles sem relação com viagens”.

Varíola dos macacos, monkeypox
Portugal confirmou mais de 20 casos de varíola dos macacos – REUTERS/Dado Ruvic

Casos recentes

Portugal confirmou mais de 20 casos, enquanto a Espanha relatou pelo menos 30. Há também pelo menos um caso confirmado nos Estados Unidos, no Canadá, na Alemanha, na Bélgica, na França e na Austrália, segundo a imprensa e os governos locais, conforme informado pelo Butantan.

“Neste possível surto de 2022, o primeiro caso foi identificado na Inglaterra em um homem que desenvolveu lesões na pele em 5 de maio, foi internado em um hospital de Londres, depois transferido para um centro especializado em doenças infecciosas até a varíola dos macacos ser confirmada em 12 de maio. Outro caso havia desenvolvido as mesmas lesões na pele em 30 de abril, e a doença foi confirmada em 13 de maio”, informou o Butantan.

Mais quatro casos foram confirmados pelo governo britânico no dia 15 de maio, e, no dia 18, mais dois casos foram informados – nenhum deles envolvendo alguém que tivesse viajado ou tido contado com pessoas que viajaram, o que indica possível transmissão comunitária da doença.

Dois tipos

De acordo com o instituto, esse tipo de varíola é causada por um vírus que infecta macacos, mas que incidentalmente pode contaminar humanos. “Existem dois tipos de vírus da varíola dos macacos: o da África Ocidental e o da Bacia do Congo (África Central). Embora a infecção pelo vírus da varíola dos macacos na África Ocidental às vezes leve a doenças graves em alguns indivíduos, a doença geralmente é autolimitada (que não exige tratamento)”, explica o instituto.

André Bon descreve essa varíola como uma “doença febril” aguda, que ocorre de forma parecida à da varíola humana. “O paciente pode ter febre, dor no corpo e, dias depois, apresentar manchas, pápulas [pequenas lesões sólidas que aparecem na pele] que evoluem para vesículas [bolha contendo líquido no interior] ate formar pústulas [bolinhas com pus] e crostas [formação a partir de líquido seroso, pus ou sangue seco]”.

De acordo com o Butantan, é comum também dor de cabeça, nos músculos e nas costas. As lesões na pele se desenvolvem inicialmente no rosto para, depois, se espalhar para outras partes do corpo, inclusive genitais. “Parecem as lesões da catapora ou da sífilis, até formarem uma crosta, que depois cai”, detalha. Casos mais leves podem passar despercebidos e representar um risco de transmissão de pessoa para pessoa.

Paciente durante investigação de varíola de macaco.
Varíolas dos macacos causa pequenas lesões na pele – CDC/BRIAN W.J. MAHY

Transmissão e prevenção

No geral, a varíola dos macacos pode ser transmitida pelo contato com gotículas exaladas por alguém infectado (humano ou animal) ou pelo contato com as lesões na pele causadas pela doença ou por materiais contaminados, como roupas e lençóis, informa o Butantan. Uma medida para evitar a exposição ao vírus é a higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel.

O médico infectologista do HUB diz que a principal forma de prevenção dessa doença – enquanto ainda apresenta “poucos casos no mundo” e está “sem necessidade de alarde” – tem como protagonistas autoridades de saúde. “Elas precisam estar em alerta para a identificação de casos, isolamento desses casos e para o rastreamento dos contatos”, disse.

“Obviamente a utilização de máscaras, como temos feitos por causa da covid-19 por ser doença de transição respiratória por gotículas e evitar contato com lesões infectadas é o mais importante nesse contexto”, enfatiza Bon ao explicar que a varíola dos macacos é menos transmissível do que a versão comum.

O Butantan ressalta que residentes e viajantes de países endêmicos devem evitar o contato com animais doentes (vivos ou mortos) que possam abrigar o vírus da varíola dos macacos (roedores, marsupiais e primatas). Devem também “abster-se de comer ou manusear caça selvagem”.

O período de incubação da varíola dos macacos costuma ser de seis a 13 dias, mas pode variar de cinco a 21 dias, conforme relato do Butantan. Por isso pessoas infectadas precisam ficar isoladas e em observação por 21 dias.

Vacinas

André Bon explica que as vacinas contra varíola comum protegem também contra a varíola dos macacos. Ele, no entanto, destaca que não há vacinas disponíveis no mercado neste momento.

“Há apenas cepas guardadas para se for necessário voltarem a ser reproduzidas. Vale lembrar que a forma como a vacina da varíola era feita antigamente não é mais utilizada no mundo. Era uma metodologia um pouco mais antiga e atrasada. Hoje temos formas mais tecnológicas e seguras de se fazer a vacina, caso venha a ser necessário”, disse o médico infectologista.

Bon descarta a imediata necessidade de vacina no atual momento, uma vez que não há número de casos que justifiquem pressa. “O importante agora é fazer a observação de casos suspeitos”, disse.

O Butantan confirma que a vacinação contra a varíola comum tem se mostrado bastante eficiente contra a varíola dos macacos. “Embora uma vacina (MVA-BN) e um tratamento específico (tecovirimat) tenham sido aprovados para a varíola, em 2019 e 2022, respectivamente, essas contramedidas ainda não estão amplamente disponíveis”.

“Populações em todo o mundo com idade inferior a 40 ou 50 anos não tomam mais a vacina, cuja proteção era oferecida por programas anteriores de vacinação contra a varíola, porque estas campanhas foram descontinuadas”, informou o instituto.

Lançamento presencial nesta quinta de “Outro Lugar na Solidão”

E se ao envelhecer o novo amor fosse atropelado por uma pandemia?

Giacomo e Nonata vão viver uma história de amor nos tempos do Coronavírus, nos tempos do superfaturamento de equipamentos de proteção, corrupção endêmica no sistema de saúde local.  O entrelaço de suas vidas acontecerá par e passo com descobertas que provocam loopings na vida de qualquer pessoa: O pai de Giaco é o prefeito e protagonista dos roubos e do uso da máquina pública para enriquecimento pessoal, a mãe de Giaco dedica sua vida a ocultar segredos de família, e para tal não há limites. Enquanto cada personagem lida com as consequências de escolhas passadas que moldam destinos como “canyons”, por onde eles descem de caiaque, o vírus se alastra e impõe medidas que colocam frente a frente duas características humanas: a solidariedade e a ganância.
Nesta quinta (02/06), serea feito o lançamento presencial de “Outro Lugar na Solidão”, romance de Marcos Linhares, Marcelo Capucci e Adriana Kortlandt. A obra é o  quarto fruto desse trio de autores, que criou a Calidt Literária, um escritório de produção textual, uma ação de criação coletiva de obras para tv, cinema, streaming e impresso.
Marcos Linhares explica que poder falar de amor na maturidade é algo fantástico. “Temos sempre que superar nossos medos e limitações e sempre é tempo para construirmos novos caminhos”, enfatiza o autor, que também é jornalista.
Marcelo Capucci não esconde a alegria de poder voltar a fazer lançamento de obras presencialmente. “Senti falta desse olho no olhos com os nossos leitores. Em tempos de ansiedade, tristeza,
 lançar um romance é algo que nos enche de satisfação e esperança”, afirma o escritor, que também é professor e baterista da banda Plebe Rude.
Adriana Kortlandt considera essa experiência de produção coletiva de textos muito significativa. E também não esconde a satisfação de poder autografar em Brasília, visto que fica dividida entre o Distrito Federal e a França, onde também possui residência. “É tudo tão surpreendente e novo que o arquivo de textos que estamos produzindo virou para mim uma caixinha de jóias”, comemora a autora que ganhou o International Latino Book Awards de 2018, com “A casa da vida” como “Melhor Livro de Não Ficção em Língua Portuguesa”.

A história
Marcos Linhares explica que a ideia do folhetim veio com a chegada da pandemia de COVID-19. “Resolvemos escrever um romance ambientado nessa turbulência, mas não queríamos que fosse um diário da tragédia, queríamos uma história de amor entre dois médicos com 64 anos, ainda na ativa, na linha de frente de hospitais de suas cidades, e tudo isso acontecendo ao mesmo tempo”, revela Linhares.
Marcelo Capucci recorda as primeiras discussões. “Pensamos em escrever essa saga de dois médicos idosos e viúvos que se apaixonam em meio ao colapso sanitário e hospitalar ocasionado pelo Corona vírus…  A história  ganhou personagens, contornos dramáticos, traição, assassinatos, enfim… Um thriller bem interessante. Depois disso, claro, juntamos tudo e agora lançaremos a obra  impressa. Foi intenso o processo”, brinca Capucci, que tem que conciliar a literatura com uma escola (é vice-diretor de uma escola rural).
Adriana Kortlandt, que também é psicóloga,  traz muitas memórias e experiência na construção da obra.”Minha avó me contava a história de que, durante a Gripe Espanhola, ela e seus vizinhos saíam para comprar o jornal e se reuniam para ler juntos os folhetins da época.  Com a pandemia da covid-19, estamos de novo necessitados dessas pausas da literatura, de momentos como esse que nos ajudem também a refletir sobre o que estamos vivendo e a ultrapassar essas dificuldades. Espero que a história que contamos ajude a momentos como esse, sempre que necessário”, pontua a escritora.
“Outro lugar na solidão” conta uma história de amor na maturidade da vida de duas pessoas, Nonata e Giacomo. Exatamente quando pensam que sentimentos e sensações mais simples e básicos da vida não lhes afetam mais, eles irrompem.  Giacomo e Nonata vivem uma história de amor nos tempos do Coronavírus, nos tempos do superfaturamento de equipamentos de proteção, corrupção endêmica no sistema de saúde local.  O entrelaço de suas vidas acontecerá par e passo com descobertas que provocam loopings na vida de qualquer pessoa: O pai de Giaco é o prefeito e protagonista dos roubos e do uso da máquina pública para enriquecimento pessoal, a mãe de Giaco dedica sua vida a ocultar segredos de família, e para tal não há limites. Enquanto cada personagem lida com as consequências de escolhas passadas que moldam destinos como “canyons”, por onde eles descem de caiaque, o vírus se alastra e impõe medidas que colocam frente a frente duas características humanas: a solidariedade e a ganância.
 
Os autores
 
Marcos Linhares publicou obras de estilos diversos, com livros de poemas, crônicas, contos, jornalismo esportivo, jornalismo literário, jornalismo policial, jornalismo cultural e biografias. É autor de 12 livros e preside o Sindicato dos Escritores do Distrito Federal (Sindescritores) desde 2015. Está em fase de captação de recursos para o filme Fuga espetacular, baseado em um dos casos de seu livro Não existe crime perfeito, sobre investigações policiais em Brasília. Radicado em Brasília, dá palestras em unidades de internação para jovens que cumprem medidas sócio-educativas e em escolas rurais, levando a literatura como ferramenta de emancipação, de sonho, de esperança. Ganhou o International Latino Book Awards, em 2016, em Los Angeles, com o livro Faço, Separo, Transformo ( escrito em parceria com Marcelo Capucci). Em 2016, coordenou a 32ª Feira do Livro de Brasília. Atualmente, é o curador-geral da 36ª Feira do Livro de Brasília (FeLiB), vice-presidente do Sindescritores e coordenador-geral da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa do Brasil Maria da Conceição Moreira Salles.
Adriana Kortlandt mora na França e, além de escritora, é também psicóloga. Começou a escrever anotando sonhos. Escreveu seu primeiro livro, Almagesto – contos anímicos , com algo desta atmosfera imaginosa. Depois vieram outros livros: Fios da Memória – um guia para escrever de si – livro sobre identidade feminina, escrito em parceria com Helena Silveira; Eu sou confiável? Reflexões sobre a autocorrupção,em parceria com Fauzi Mansur. Os artigos de opinião escritos ao longo dos anos em vários jornais brasileiros estão compilados no livro O refúgio das borboletas, e apresentam reflexões sobre temas do cotidiano, sempre pelo viés da psicologia, profissão que exerce há décadas. A casa da vida conta a história de uma mulher inacreditável, literalmente: Maria da Glória Nascimento de Lima, a Glorinha, que acolheu crianças abandonadas pelos pais e pelo Estado ao longo de uma vida. A parceria com Marcos Linhares e Marcelo Capucci surgiu com a série infanto-juvenil “Mayra”, cujo primeiro volume será lançado em breve.
 
Marcelo Capucci é pedagogo e especialista em Educação Ambiental, suas experiências como professor de escola pública o levaram à literatura. A arte das letras é outra faceta do músico e baterista da banda punk de Brasília Plebe Rude. Publicou seu primeiro livro Faço, Separo, Transformo… em parceria com o jornalista Marcos Linhares em 2015. A obra ganhou o International Latino Book Awards, em 2016, na categoria melhor livro infantil em português.  Também com Marcos Linhares e Adriana Kortlandt, escreveu a série infantojuvenil “Mayra )ilustrado por Cerino), além de “O doce delírio de minhas idéias” e o intrigante Síndrome do (Não) Lugar no Mundo.
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Coluna do Fluminense | Coisas do futebol

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

Desfalcado de Nino, o Fluminense iniciou o clássico muito bem, dominando as ações e logo aos 9 minutos Cano faz 1×0 após um escanteio desviado por Manoel.

O time continuava dominando, com saídas de bola perfeitas até os 30 minutos.

Aí, Ganso apareceu negativamente errando 3 passes seguidos, e com isso o adversário atacou pela lateral esquerda onde se encontrava o improvisado Yago, e num chute de rara felicidade de fora da área, o adversário empatou.

Continuamos melhor e numa arrancada de Arias, o árbitro deixou de marcar uma falta(que merecia amarelo), na entrada da área.

Cano ainda perdeu um gol frente a frente com o goleiro, e terminou o primeiro tempo, com o Fluminense dominando 2/3 do jogo.

Começa o segundo tempo e logo aos 5 minutos, Yago perde uma grande oportunidade.

Aos 11 minutos, em mais um erro de troca de passes no ataque, levamos a virada, e pior quando o jogo estava controlado, que colocou o time num nervosismo inexplicável.

Aos 18 minutos, Diniz tira Yago para entrada de Caio Paulista e Welington cedendo o lugar para Matheus Martins.

Aos 24 minutos, Matheus Martins perdeu um gol incrível frente a frente com o goleiro, num passe perfeito de Ganso.

Aos 28 minutos, o goleiro adversário faz uma defesa incrível numa cabeçada de Luiz Henrique e aos 30 entram Bigode e Felipe Melo para saída de Arias e David Braz.

A partir dos 30 minutos passou a ser um jogo de ataque contra defesa, com o Fluminense imprensando o adversário.

Aos 36 minutos, sai Samuel Xavier e entra JK.

Ainda deu tempo do goleiro adversário fazer 3 grandes defesas, mas a zebra aconteceu, e terminamos o jogo com 6 atacantes, o que mostra o destemor de Diniz, que não teve culpa pela inesperada derrota.

Uma derrota que não estava nos planos, afinal jogávamos contra um velho freguês, em que nosso time foi melhor e levamos 2 gols em falhas individuais dos nossos jogadores, e que o goleiro adversário fez defesas inacreditáveis.

São coisas que só acontecem no futebol, mas uma boa atuação, com Diniz conseguindo implantar uma mentalidade ofensiva no time.

Agora, é visitar o Juventude e buscar o reencontro com a vitória no próximo domingo às 11 horas.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Sem o subsídio, a passagem de ônibus chegaria a quase R$ 10 no DF

Previsto em contrato, pagamento às empresas de transporte público é uma forma de o reajuste não ser repassado à população

O cenário econômico tem imposto desafios a diversas áreas do país e do mundo e obrigado setores a encontrar formas de amenizar as consequências à população. No caso do transporte público, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem assumido a responsabilidade para que a população não sinta no bolso os efeitos da alta de preços e da inflação.

“O custo de tudo está aumentando, o pneu e o combustível aumentaram, o salário dos rodoviários teve aumento no ano passado, e mesmo assim a gente não impactou isso na tarifa do usuário. A gente preferiu colocar o custo da tarifa técnica com o pagamento do subsídio”Valter Casimiro, secretário de Transporte e Mobilidade do DF

No Distrito Federal, a passagem de transporte público não sofre considerável reajuste desde 2020, embora nesses últimos dois anos o aumento do preço dos combustíveis e dos insumos impactem diretamente na renda das famílias. O único reajuste, feito no início de 2020, de 10%, é inferior ao aplicado em outras gestões, quando os valores chegaram a subir até 50%.

“Se a gente fosse fazer hoje uma relação de quanto seria a passagens sem o subsídio, ela chegaria próxima a R$ 10, quase o dobro do que o usuário paga hoje. Isso traria um impacto muito negativo para a população, que já sofre com tantas outras situações de inflação e desemprego. O governo optou por não impactar na tarifa do usuário”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro.

Esse impacto não tem ocorrido porque o governo paga um subsídio às empresas de transporte público, o que está previsto no contrato assinado entre 2012 e 2013, com validade por 10 anos. Segundo o texto, a remuneração das empresas decorre do valor da tarifa técnica multiplicado pelo número de passageiros pagantes transportados. Essa modalidade é adotada hoje em pelo menos 100 municípios do país.

30%do subsídio aplicado é referente à gratuidade para pessoas com deficiência e estudantes

“Temos a tarifa técnica, que é o valor do custo do sistema dividido pelo número de passageiros, e o usuário paga o que chamamos de tarifa-usuário, que é um percentual dessa tarifa técnica. A outra parte quem paga é o governo”, detalha Casimiro.

Desde que o contrato foi assinado, portanto, o GDF faz repasses às empresas do transporte público para que seja feito o equilíbrio financeiro-econômico. Atualmente, do subsídio aplicado, 30% é referente à gratuidade para pessoas com deficiência e estudantes.

“É um custo que a gente entende que tem que ser feito. O estudante teve isso como um ganho, uma vitória de muitos anos, e o governo tem isso como uma questão de que não pode finalizar, precisa mesmo ter a gratuidade para o estudante e nada mais justo que o governo pagar esse custo”, aponta Casimiro.

“O custo de tudo está aumentando, o pneu e o combustível aumentaram, o salário dos rodoviários teve aumento no ano passado, e mesmo assim a gente não impactou isso na tarifa do usuário. A gente preferiu colocar o custo da tarifa técnica com o pagamento do subsídio”, finaliza o secretário de Transporte e Mobilidade.

Outras medidas

Arcar com o preço que seria pago pelo usuário de transporte público não é a única medida tomada pelo governo. Embora tenha assumido um contrato em andamento, o GDF tem trabalhado em outras frentes para modernizar e melhorar o transporte público.

Uma delas foi a extinção do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). Em 22 de julho de 2019, o governador Ibaneis Rocha sancionou a Lei nº 6.334 que extinguiu o DFTrans.

Em 4 de novembro de 2019, o BRB assumiu o processamento antes feito pelo DFTrans. A transferência para o banco do sistema de processamento do Sistema de Bilhetagem Automática (SBA) possibilitou a eliminação de fraudes e um ganho de eficiência operacional. Com todas as ações previstas, o BRB Mobilidade estimou, à época, uma diminuição em fraudes na ordem de R$ 300 milhões ao longo de quatro anos. O governo também encontrou, à época, 80 mil vulnerabilidades no contrato do Passe Livre Estudantil. Desde então, não houve mais casos.

Ninguém acerta a Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 120 milhões

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São as seguintes as dezenas sorteadas: 05 – 12 – 32 – 38 – 47 – 60

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.485 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite desse sábado (28), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, na cidade de São Paulo.

São as seguintes as dezenas sorteadas: 05 – 12 – 32 – 38 – 47 – 60.

A estimativa de prêmio para o próximo concurso, a ser realizado na terça-feira (31), é R$ 120 milhões.

A quina teve 188 apostas ganhadoras, cada uma vai pagar R$ 46.388,86. Já a quadra registrou 13.488 apostas vencedoras e o prêmio individual é R$ 923,68.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

GDF instala novas placas, faz podas de árvore e reforça segurança no Parque da Cidade

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Foram retiradas 29 árvores e instalados 15 avisos na área dos pinheiros, com objetivo de prevenir acidentes no local devido à queda de galhos no período de ventos fortes

Quem visita a área dos pinheiros no Parque da Cidade certamente vai notar mudanças. Vinte e nove árvores que poderiam causar riscos foram erradicadas. Também foram instaladas 15 novas placas que advertem os visitantes sobre possíveis quedas de galhos ou de árvores na região, principalmente em caso de chuva e ventania, ou ainda devido ao uso de redes de balanço nos troncos.

O serviço abrangeu a área do Estacionamento 4, onde ficam o Bosque do Pinheiro e as churrasqueiras, pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) em parceria com o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) – responsável pela confecção das placas – e a equipe da administração do Parque da cidade.

“Foi feito um estudo sobre quais placas deveriam ser colocadas. Optamos por três tipos que alertam sobre os ventos, os riscos de queda de galho e a proibição de amarrar qualquer tipo de objeto, como redes, nas árvores”, conta o chefe de Departamento de Parque e Jardins da Novacap, Raimundo Silva.

“Por ser uma área de convívio comum, o Parque da Cidade possui regras, que vão da segurança à autorização para uso dos espaços. E, por meio da sinalização, contribuímos para assegurar que a população possa praticar esporte e lazer de forma segura”Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer

Instalados em áreas estratégicas, os alertas são necessários pela grande quantidade de pinheiros existentes no local, usado por visitantes para fazer churrasco, piqueniques, encontros e pequenas festas. “São árvores extremamente grandes e altas, com mais de 40 metros de altura. A árvore pode estar com um aspecto de normalidade, mas pode existir uma podridão interna, ou sob o solo, que não é detectável a olho nu, o que pode vir a causar acidente”, justifica.

Outro motivo de atenção é a questão climática. Ventos e chuvas fortes costumam expor as árvores ao risco de queda. “A árvore é um ser vivo que pode sofrer intempéries e tem um grau de resistência”, completa.

Segurança e informação

“Foi de suma importância a colocação das placas para orientar os frequentadores a ter um local que proporcione segurança, com informação do que é permitido e do que é desaconselhado, como pendurar redes”, afirma o administrador do Parque da Cidade, Carlos Alberto Bougleux.

Placas advertem para o risco de queda de galhos e informam sobre a proibição de uso de redes

Já em relação à poda de árvores, Bouglex lembra que muitos pinheiros têm mais de 40 anos. “Com essa época de clima alterado, com rajadas de ventos fortes, essa manutenção está sendo semanal”, diz. As erradicações são feitas prioritariamente em árvores próximas a pistas de rolagem e às redes elétricas, e também nas áreas internas onde há as pistas de cooper e de ciclismo.

A estudante Ca Ignes, 25 anos, notou as placas durante uma caminhada no local e gostou da ação. “Acho interessante, essencial, na verdade, até porque essa é uma área icônica, que a população usa bastante. A inclusão dessas placas foi bem legal”, definiu.

Os amigos Artemis Assunção, 23, e Euler Queiroz, 36, ambos engenheiros, também gostaram da iniciativa. “Acho superimportante esse alerta. Quanto mais informação, melhor”, ressalta Artemis. Euler vê as placas como uma ação de cuidado com os visitantes. “É mais segurança. É uma área com muitas árvores; até por isso ficamos sentados mais para cá”, diz, ao mostrar o espaço descampado escolhido para o encontro.

“Por ser uma área de convívio comum, o Parque da Cidade possui regras, que vão da segurança à autorização para uso dos espaços. E, por meio da sinalização, contribuímos para assegurar que a população possa praticar esporte e lazer de forma segura. Essa é mais uma forma de levar qualidade de vida à população”, destaca a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

Governo anuncia envio de equipes para o Grande Recife após chuvas

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Presidente Jair Bolsonaro fez anúncio em suas redes sociais

O governo federal anunciou o envio de equipes do Ministério do Desenvolvimento Regional, do Ministério da Cidadania, do Ministério da Defesa e das Forças Armadas para prestar auxílio a autoridades locais e às famílias afetadas pelas fortes chuvas no Grande Recife. As informações foram divulgadas pelo presidente Jair Bolsonaro em sua conta no Twitter.

O presidente escreveu que determinou ao Ministério do Desenvolvimento Regional faça um monitoramento ininterrupto da situação em Pernambuco e em outros estados do Nordeste.

Somente no Grande Recife, o número de pessoas que morreram desde segunda-feira (23) em decorrência dos temporais chegou a 33. Desse total, 28 morreram em deslizamentos de terra ocorridos entre a madrugada e a manhã deste sábado (28). Em nota, o governo de Pernambuco informou que a Central de Operações da Coordenadoria de Defesa Civil do Estado de Pernambuco recebeu dos municípios o registro de pelo menos 516 pessoas desalojadas e 249 desabrigadas.

O presidente informou também que, após sobrevoo em áreas atingidas no estado de Alagoas, o governo publicou o reconhecimento federal de emergência em 13 municípios e fez uma primeira liberação imediata de R$ 2,5 milhões para ações de socorro e assistência humanitária nas duas cidades em situações mais críticas.

“Nossos mais profundos votos de pesar e solidariedade às vítimas desse triste desastre, bem como as famílias que tiveram seus bens destruídos pelas chuvas. É um momento difícil para todos. Faremos o que estiver ao nosso alcance para amenizar essa dor”, escreveu Bolsonaro.

Mais chuvas

A previsão é de que continue a chover forte de sábado para domingo (29) nos estados de Alagoas, de Pernambuco, da Paraíba e do Rio Grande do Norte, com precipitações que podem chegar até a 100 mm. O alerta para deslizamentos de terra e alagamentos na região é de Grande Perigo, o nível máximo.

Curso prepara servidores do GDF para se relacionarem com a imprensa

Inscrições para a capacitação em media training estão abertas até 31 de maio. Aulas serão de 6 a 10 de junho, das 14h às 18h

Chegou a oportunidade de adquirir postura e técnicas que o seu cargo público tanto exige para falar bem em público e em apresentações de ampla repercussão. A Escola de Governo (Egov) está com inscrições abertas para o curso de media training.

O curso, com carga horária de 12 horas, tem como público-alvo os servidores públicos do Governo do Distrito Federal (GDF) e dispõe de duas turmas, com 30 vagas cada. As inscrições podem ser realizadas até o dia 31 de maio. As aulas serão realizadas de 6 a 10 de junho, das 14h às 18h.

O curso de media training, que tem como um dos objetivos capacitar o servidor a se relacionar e a se portar de forma adequada com a imprensa, será ministrado pela instrutora e jornalista Jocye da Hora.

“A evolução dos alunos, depois da aplicação dos exercícios e dicas passadas no curso semanal, é satisfatória. Espero acompanhar os servidores concedendo muitas entrevistas boas para imprensa, será um orgulho”, diz a instrutora.

O secretário de Atendimento à Comunidade, Severino Cajazeiras, participou da última turma com parte de sua equipe e destaca a importância de saber se comunicar da forma correta.

“O curso é um treinamento para se expressar melhor, falar melhor e a se comunicar melhor. Quanto melhor for a forma de comunicação das pessoas, melhor você desenvolve as suas atividades e compreende os outros, pois quando você se expressa bem, melhor você entende a expressão das outras pessoas”, afirma Cajazeiras.

Além das turmas de media training, estão abertas as capacitações para Cerimonial e protocolo de eventos; Lei de Acesso à Informação (LAI); Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – Módulo: Usar, Tratamento de acervos arquivísticos; e para a palestra Como fazer apresentações de impacto.

Os cursos da Escola de Governo têm carga horária diversificada, com certificação de conclusão. Para conferir a lista completa de capacitações e se inscrever, acesse o site: https://sistemas.df.gov.br/EGOV/ListadeTurmasPublicadas.aspx.

Serviço
– Curso: Media training
– Período: de 30 de maio a 3 de junho
– Horário: das 14h às 18h
– Carga horária: 20 horas

PROS confirma apoio à candidatura do governador Ibaneis Rocha

Acreditamos e apoiamos o trabalho do governador”, declara o presidente da legenda, Celivaldo Eloi

O presidente do PROS no DF, o advogado Celivaldo Elói, confirmou que o partido estará na base de sustentação à candidatura do governador Ibaneis Rocha à reeleição. Mesmo com o lançamento de candidato próprio à presidência da República, no caso o influenciador digital Pablo Marçal, o PROS prefere manter o apoio a Ibaneis, considerado o candidato mais viável para vencer a eleição.

“O governador Ibaneis Rocha vem fazendo um trabalho muito bom pela cidade, resgatando a autoestima do cidadão, fazendo grandes obras e cuidando da área social com carinho. A pandemia atrapalhou muito mas mesmo assim ele conseguiu manter o DF funcionando, o que vem facilitando a retomada econômica. Acreditamos e apoiamos o trabalho dele”, disse Celivaldo Eloi.

Esta, na verdade, não é uma posição pessoal do presidente regional, mas segue a orientação da direção nacional do partido. Marçal, mesmo com pouco tempo de lançamento de sua pré-candidatura vem alcançando bons índices nas pesquisas. Ele vem intensificando a apresentação de suas propostas principalmente pelas redes sociais, mas tem planos de voltar a Brasília (da última vez que esteve conseguiu reunir mais de cinco mil pessoas para ouvi-lo).

O ex-senador Gim Argello, que recuperou os direitos políticos depois de ficar três anos preso por desdobramentos da operação Lava Jato, está filiado ao partido. Ele está conversando na legenda para decidir a que cargo vai concorrer; ele já declarou que gostaria de voltar ao Senado, mas os dirigentes nacionais tentam convencê-lo a buscar uma vaga de deputado federal, já que um dos maiores objetivos do PROS é formar uma grande bancada na Câmara.

Mega-Sena deste sábado sorteia prêmio de R$ 100 milhões

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Apostas podem ser feitas até as 19h; sorteio será às 20h em São Paulo

O Concurso 2.485 da Mega-Sena, que será realizado hoje (28) à noite em São Paulo, deverá pagar o prêmio de R$ 100 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.

O último concurso, na quarta-feira (25), não teve acertadores, e o prêmio ficou acumulado para hoje.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.