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CEF 01 do Jardins Mangueiral é inaugurado

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CEF 01 tem estrutura moderna e capacidade para 700 alunos por turno

Brasília, 24 de fevereiro de 2026 – O governador Ibaneis Rocha inaugurou, na terça-feira (24), o Centro de Ensino Fundamental 01 do Jardins Mangueiral, reforçando a rede pública de ensino na região do Jardim Botânico. A unidade é a terceira entregue à comunidade durante a atual gestão, que já colocou em funcionamento o Centro Educacional Jardins Mangueiral e o Centro de Ensino da Primeira Infância Flor do Cerrado.

Durante a cerimônia, o chefe do Executivo destacou que a nova escola atende a uma demanda histórica por equipamentos públicos no bairro. Segundo ele, a falta de unidades de ensino obrigava o deslocamento diário de estudantes para outras áreas do DF. A expectativa é de que novas estruturas educacionais sejam anunciadas para a região.

Ibaneis Rocha: “Essa é uma escola que conta com uma estrutura totalmente recente, com um projeto muito bem feito, que vai atender a uma demanda da região que era muito importante”

Com investimento de R$ 14,1 milhões, o CEF 01 possui 5.098,44 m² de área construída, distribuídos em três pavimentos. São 20 salas de aula e capacidade para até 700 alunos por turno. A escola conta com espaços pedagógicos diversificados, como salas de leitura, música, artes plásticas e artes cênicas, além de auditório, laboratórios, pátio coberto, quadra poliesportiva coberta, cozinha industrial, refeitório, parquinho infantil e paraciclos.

A vice-governadora Celina Leão afirmou que a entrega reafirma o compromisso do governo com a ampliação do acesso à educação pública de qualidade. Já a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou que a unidade foi planejada para oferecer ambientes amplos, seguros e alinhados à proposta pedagógica.

Antes da construção das escolas no Mangueiral, estudantes precisavam recorrer ao transporte escolar para frequentar aulas em regiões como Lago Norte e São Sebastião. Com as novas unidades, crianças podem iniciar a vida escolar na creche e concluir o ensino médio na própria comunidade.

A nova escola tem capacidade para atender até 700 alunos por turno, em ambientes amplos, seguros e preparados para o desenvolvimento educacional

Alunos que passaram a estudar na nova escola relataram melhorias na rotina, como redução do tempo de deslocamento e maior conforto nas salas climatizadas.

A inauguração integra o conjunto de ações do Governo do Distrito Federal voltadas à expansão da infraestrutura educacional. Entre os investimentos na região estão mais de R$ 7,3 milhões no Cepi Flor do Cerrado, com 188 vagas em tempo integral, e R$ 15,3 milhões no CED Jardins Mangueiral, com capacidade para até 1,2 mil estudantes.

Para o governador, cada nova escola representa avanço social e mais oportunidades para crianças e jovens do DF.

Jardim Botânico terá novo empório rural no Jardins Mangueiral

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Espaço vai apoiar agricultura familiar e estimular economia local

Brasília, 24 de fevereiro de 2026 – O governador Ibaneis Rocha assinou, na terça-feira (24), a ordem de serviço para a construção do empório rural do Jardim Botânico. O equipamento será implantado às margens da DF-463, no Setor Habitacional Jardins Mangueiral, com investimento estimado em R$ 1.484.463,12. A iniciativa busca fortalecer a agricultura familiar, reduzir despesas logísticas e ampliar o acesso da população a produtos locais.

Com área de 747,26 metros quadrados, o empório será edificado em eucalipto autoclavado e terá cobertura em telhas ecológicas, priorizando critérios de sustentabilidade e durabilidade. O projeto inclui 18 boxes destinados à venda de produtos rurais, dois boxes de alimentação, sanitários adaptados, lavatório comunitário e espaço externo equipado com mesas e cadeiras.

Ibaneis Rocha: “Esse equipamento tem não só a finalidade de fornecer produtos, mas principalmente a de dar ao homem do campo a oportunidade de expor sua produção e ter uma renda que justifique ele permanecer no campo” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

Durante o anúncio, o governador destacou o impacto social e econômico do empreendimento, ressaltando que o modelo já adotado em outras regiões tem ampliado oportunidades de renda para produtores e incentivado a permanência no campo.

A vice-governadora Celina Leão afirmou que o novo empório contribuirá para o desenvolvimento regional, promovendo a comercialização de hortifrutis, orgânicos e artesanato, além de impulsionar a economia local.

Após a conclusão das obras, o espaço será concedido a uma associação ou cooperativa de agricultores familiares, selecionada por meio de chamamento público coordenado pela Secretaria de Agricultura. O processo dará prioridade a entidades com atuação na região.

O secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno, informou que a expectativa é entregar o equipamento nos próximos meses, já com a entidade gestora definida. Segundo ele, o empório atenderá especialmente produtores de São Sebastião, reconhecida como principal polo de orgânicos do DF, além de agricultores do Jardim Botânico, Sobradinho II e localidades vizinhas.

De acordo com o secretário, o espaço deve aquecer o mercado regional ao permitir a venda direta de alimentos frescos e itens artesanais, ampliando a renda dos pequenos produtores. Ele adiantou ainda que outras cidades, como Brazlândia e Gama, também estão no planejamento para receber estruturas semelhantes.

Curso gratuito capacita síndicos no Itapoã Parque

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Formação aborda legislação, finanças e convivência condominial com certificação

Brasília, 24 de fevereiro de 2026 – Moradores do Itapoã Parque terão acesso ao Curso Básico de Síndico, marcado para os dias 26 e 27 deste mês, no auditório da Escola Classe 502. A iniciativa busca qualificar lideranças comunitárias e fortalecer a gestão condominial na região.

A ação é resultado de parceria entre a Administração Regional do Itapoã, o Instituto Nacional dos Condomínios e Cidades Inteligentes (INCC) e a Assosíndicos-DF, dentro do programa de gestão comunitária voltado à ampliação do protagonismo dos moradores.

Com carga horária de dez horas, certificação e participação gratuita mediante doação de 2 kg de alimentos não perecíveis, o curso tratará de temas centrais do cotidiano condominial, como normas legais, administração financeira, mediação de conflitos, convivência e boas práticas de gestão.

Segundo o administrador regional Dilson Bulhões, a capacitação atende a uma demanda direta da comunidade. Ele destaca que investir na formação de síndicos e lideranças contribui para a organização interna dos condomínios e para a melhoria da qualidade de vida dos moradores.

Para o presidente do INCC, Paulo Melo, a qualificação representa um avanço na profissionalização da gestão condominial. Ele ressalta que síndicos bem preparados impactam positivamente a administração dos empreendimentos e o ambiente coletivo.

O presidente da Assosíndicos-DF, Emerson Tormann, afirma que a formação tem caráter estratégico ao promover organização, convivência harmoniosa e valorização patrimonial.

A expectativa é reunir síndicos, subsíndicos, conselheiros e moradores interessados em atuar na administração condominial, fortalecendo a participação cidadã no Itapoã Parque.

Serviço – Curso Básico de Síndico

Data: 26 e 27 de fevereiro
Horário: 19h às 22h30
Carga horária: 10 horas
Local: Auditório da Escola Classe 502 do Itapoã Parque
Inscrição: gratuita, mediante doação de 2 kg de alimento não perecível

Período chuvoso no DF exige atenção redobrada contra a dengue

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Ações da Vigilância Ambiental incluem visitas domiciliares, uso de drones e liberação de wolbitos para evitar o avanço da doença no verão

A chuva que refresca o calor do verão pode esconder um perigo silencioso. Em poucos dias, a água acumulada em tampinhas esquecidas, calhas entupidas ou baldes deixados no quintal vira convite para a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da zika, da febre amarela e da chikungunya. No Distrito Federal, onde a doença apresenta comportamento sazonal entre outubro e maio, a atenção precisa ser redobrada.

Equipes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram, no último mês, a quadra 508 de Samambaia Sul em uma ação de prevenção, com vistorias domiciliares e orientações aos moradores. A iniciativa permite mapear os índices de infestação e direcionar estratégias de combate ao vetor.

Agentes da Vigilância Ambiental da SES-DF percorreram a quadra 508 de Samambaia Sul em ação de combate ao mosquito da dengue | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF

A agente de vigilância ambiental (Ava) Sofia Quaresma lembra que a dengue é endêmica no DF, mas ganha força no período chuvoso. “Muita gente acredita que a casa está limpa, mas um restinho de água em um balde, no ralo pouco usado ou até no motor atrás da geladeira já é suficiente para o mosquito se reproduzir. A visita serve para reforçar cuidados e mostrar pontos que o morador nem sempre percebe”, explica.

Durante a atividade, os agentes visitaram a casa de Conceição de Maria Araújo, 64 anos. No local, foram identificados recipientes com acúmulo de água da chuva, sendo que um deles apresentava larvas, que foram coletadas para análise. “É muito bom ter esses profissionais para nos orientar. Agora ficarei mais atenta”, afirma.

Para a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Samambaia, Giselle Melo, o enfrentamento da dengue depende diretamente da parceria com a população. “Costumo dizer que 50% do resultado vem do agente orientando e os outros 50%, do morador colocando em prática o que aprendeu. Separar alguns minutos da semana para olhar o quintal, vedar caixas d’água e eliminar água parada é decisivo para quebrar o ciclo do mosquito”, ressalta.

O trabalho dos agentes é primordial para identificar e combater os focos do mosquito da dengue

Dados

Com foco na prevenção, mais de 360 servidores da Vigilância Ambiental em Saúde visitaram cerca de 1,8 milhão de residências no DF em 2025 e notificaram aproximadamente 25 mil ocorrências suspeitas de dengue, sendo 12 mil casos prováveis. O número representa redução de 96% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 278 mil casos prováveis no Distrito Federal.

Neste ano, até a Semana Epidemiológica 05, foram notificados 1.132 casos suspeitos de dengue em residentes do Distrito Federal, dos quais 616 eram prováveis. Entre os casos prováveis, sete foram confirmados.

Os Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental em Saúde da SES-DF atuam na prevenção e no controle de fatores ambientais que impactam a saúde da população, com monitoramento de riscos de zoonoses, como dengue, leishmaniose e raiva; controle de vetores, como mosquitos e escorpiões; análise da qualidade da água; e realização de ações educativas voltadas à prevenção de doenças. As atividades são executadas de acordo com a demanda de cada região administrativa.

Drones auxiliam no mapeamento de locais mais críticos; fotos tiradas pelo equipamento mostram onde há possíveis focos de água parada, permitindo ações mais precisas

Combate ao mosquito

As ações de enfrentamento às arboviroses são realizadas de forma ininterrupta, abrangendo residências e locais públicos. Entre as estratégias utilizadas está a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), tecnologia que cria uma camada protetora nas paredes internas, capaz de eliminar os mosquitos que pousam nesses locais. O produto apresenta baixa toxicidade para humanos e animais domésticos. Em 2025, foram feitas quase 60 aplicações da BRI, principalmente em locais com grande circulação de pessoas, como rodoviárias e feiras.

Outra importante ferramenta de prevenção são as estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Cada unidade é composta por um balde preto, com boia e tela ao redor, impregnada com Pyriproxyfen — inseticida que atua como hormônio regulador do crescimento de insetos, impedindo que atinjam a fase adulta. Mais de 3,2 mil EDLs foram instaladas em diferentes regiões do DF no ano passado.

As ovitrampas também tiveram papel fundamental no monitoramento e controle das arboviroses. Em 2025, as equipes de vigilância instalaram mais de 3,8 mil armadilhas. Nelas, um pote preto com água e levedo de cerveja estimula os mosquitos a depositarem seus ovos em uma placa de fibra de madeira (paleta) e na parede do recipiente. Embora as armadilhas se assemelhem a criadouros, são seguras, pois recebem inseticida para impedir o desenvolvimento das larvas.

Inspeção identifica recipientes que podem acumular água da chuva e virar criadouro do Aedes aegypti

Além das ações em solo, a SES-DF incorporou drones no enfrentamento às arboviroses. Os equipamentos auxiliam no mapeamento de territórios mais críticos. As imagens captadas indicam locais com possíveis focos de água parada, permitindo intervenções mais precisas. Ao todo, os drones realizaram varredura em 22 regiões administrativas, totalizando mais de 2,1 mil hectares mapeados e cerca de 3 mil possíveis criadouros identificados.

Outra frente de atuação inovadora foi a liberação dos wolbitos, mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, que impede o desenvolvimento dos vírus de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Os insetos com a Wolbachia se reproduzem com os exemplares selvagens, transmitindo a bactéria às próximas gerações. No DF, o programa registrou 14 semanas de produção e 13 de liberação de aproximadamente 13 milhões de “mosquitos amigos”. Nesse período, as ações de campo envolveram 68 rotas semanais, 14 mil pontos de soltura e 813 viagens para distribuição dos insetos em todo o território previsto.

Os agentes de vigilância ambiental da SES-DF receberão, no próximo mês, 683 tablets com caneta digitalizadora e pacote de dados móveis para substituir as fichas em papel. Com o equipamento, o registro das atividades passará a ser feito diretamente em aplicativos e sites oficiais. Os dispositivos vão agilizar o serviço, reduzindo retrabalho e minimizando o risco de perda de informações.

Vacinação

Até o momento, quase 222 mil doses da vacina contra a dengue foram aplicadas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos no Distrito Federal. O imunizante previne formas graves da doença e está disponível nas salas de vacina da rede pública de saúde. No total, cerca de 312 mil doses foram aplicadas, considerando todos os públicos nas redes pública e privada. Apesar dos números expressivos, a vacinação contra a dengue ainda não alcançou a cobertura ideal.

Olimpíadas do conhecimento de 2026 têm inscrições abertas

Competições de diversas matérias fortalecem o protagonismo estudantil

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) publicou o 1º Informativo Olímpico, com o objetivo de ampliar a divulgação das olimpíadas do conhecimento que já estão com inscrições abertas. Nos próximos meses, serão publicadas ainda novas edições do informativo, à medida que forem abertas as inscrições das diversas competições científicas nacionais, ao longo do ano letivo. O calendário dos eventos pode ser consultado no site da secretaria.

A iniciativa busca mobilizar professores e estudantes da rede pública de ensino do DF para participarem das competições, destacando as oportunidades de aprendizagem, desenvolvimento acadêmico e crescimento pessoal proporcionadas por essas experiências.

As diversas olimpíadas desempenham papel fundamental na formação dos estudantes. Ao estimular o interesse por ciência, tecnologia e outras áreas do saber, as competições despertam a curiosidade e incentivam a busca pelo conhecimento de forma prática, dinâmica e interativa. A ciência deixa de ser apenas conteúdo teórico e passa a ser vivenciada de maneira aplicada e desafiadora.

Entre as principais competições nacionais estão a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), a Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG); a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), a Olimpíada Brasileira de Informática (OBI); a Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), a Olimpíada Brasileira de Linguística (OBL) e a Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP).

Aprendizado que se transforma em oportunidades

A participação dos estudantes nas competições fortalece a autoconfiança e motiva os jovens a vislumbrar novas possibilidades acadêmicas e profissionais

 

Durante as atividades, os estudantes são convidados a resolver problemas, elaborar projetos e propor soluções inovadoras. Esse processo contribui para o desenvolvimento da criatividade, da capacidade de argumentação e do pensamento crítico, além de ampliar o repertório intelectual e melhorar o desempenho acadêmico em diferentes disciplinas.

A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, explica que, com participação nas olimpíadas, os estudantes aprendem habilidades importantes, “como o trabalho em equipe, a comunicação e a autonomia, que são indispensáveis para o ensino superior e o mercado de trabalho”. Iêdes complementa: “Existe também a possibilidade da obtenção de bolsas de estudos, prêmios e até oportunidades para intercâmbios e estágios para os estudantes que se destacam nessas competições.”

A participação fortalece a autoconfiança e motiva os jovens a vislumbrar novas possibilidades acadêmicas e profissionais. Ao incentivar a formação de futuros cientistas, engenheiros, médicos e outros profissionais, as competições contribuem diretamente para a transformação de trajetórias e para o desenvolvimento da sociedade.

2026 deve ser o “ano dos concursos públicos” e exige preparação antecipada dos candidatos

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Reitora Claudine Fernandes destaca importância do planejamento estratégico e reforça papel do preparatório do Centro Universitário UniProcessus

O ano de 2026 desponta como um dos mais promissores para quem deseja ingressar no serviço público, com a previsão de editais relevantes em diferentes áreas e níveis de escolaridade. Especialistas apontam que concursos nas áreas de segurança pública, educação, social e carreiras administrativas devem movimentar o cenário nacional, especialmente no Distrito Federal e em outros grandes centros.

Para a reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, o cenário reforça uma tendência clara: quem começa a estudar antes da publicação dos editais sai na frente. “Este será, sem dúvida, um ano de muitas oportunidades em concursos públicos. Os candidatos que se anteciparem na preparação terão vantagem competitiva significativa, principalmente diante da alta concorrência que esses certames costumam registrar”, afirma.

Entre os concursos que tradicionalmente concentram grande número de vagas, Claudine destaca os da área de segurança e educação. “Na segurança pública, concursos como os da Polícia Militar e da Polícia Civil costumam ter alto volume de nomeações ao longo da validade do certame. Já na educação, a expectativa de novos editais pode representar milhares de oportunidades, especialmente em redes públicas de ensino”, explica.

Segundo a reitora, a área social também deve ganhar protagonismo nos próximos meses, acompanhando a demanda crescente por políticas públicas e serviços essenciais. Além disso, concursos de órgãos legislativos e tribunais seguem no radar dos concurseiros por oferecerem salários atrativos e estabilidade profissional.

Diante desse cenário aquecido, surge uma dúvida comum entre os candidatos: ainda dá tempo de começar a estudar em 2026? Para Claudine Fernandes, a resposta é sim, desde que haja organização e método. “O segredo está em utilizar editais anteriores como base de estudo, compreender o perfil das bancas e manter uma rotina consistente. O planejamento estratégico é mais importante do que a quantidade de horas estudadas”, orienta.

Ela reforça ainda que a preparação estruturada reduz a ansiedade e aumenta as chances de aprovação, especialmente em concursos de grande porte. “Muitos candidatos esperam o edital sair para começar a estudar, mas isso pode ser um erro. Quando o edital é publicado, o tempo costuma ser curto. Por isso, iniciar antes é uma decisão inteligente”, pontua.

Preparatório reforça tradição na aprovação de concurseiros
Com mais de 35 anos de atuação na formação educacional, o Centro Universitário UniProcessus oferece cursos preparatórios voltados a diferentes carreiras públicas, com metodologia baseada em planejamento de estudos, análise de editais anteriores e resolução intensiva de questões.

De acordo com Claudine Fernandes, a instituição acompanha de perto as tendências dos concursos públicos para orientar os alunos de forma estratégica.
“O nosso preparatório é estruturado para que o aluno estude com foco no que realmente é cobrado nas provas, otimizando o tempo e aumentando o desempenho”, destaca.

Mais informações sobre os cursos preparatórios podem ser consultadas no site oficial da instituição: https://processus.edu.br/concursos.

Mãe solo aos 40: quando a fertilização in vitro (FIV) é o plano B

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Márcia Mendonça Carneiro

Não há dúvida que o papel feminino na sociedade vem mudando ao longo dos últimos anos: as mulheres evoluíram e conquistaram novos papeis na sociedade, no mercado de trabalho e em vários outros campos. Neste contexto, a percepção feminina em relação à maternidade também vem mudando em todo o mundo assim como no Brasil. Mulheres jovens na Europa e no Brasil não consideram a maternidade uma prioridade segundo algumas pesquisas. Dados  divulgados recentemente refletem esta nova tendência: o número de mulheres solteiras que engravidam  casa dos 40 anos aumentou 250% nos últimos 30 anos nos Estados Unidos. Aparentemente, estas mulheres prefeririam encarar a maternidade com um parceiro, mas quando este não veio e o relógio biológico não podia esperar mais, optaram pela maternidade solo com o auxílio da fertilização in vitro (FIV) e de um banco de sêmen.

O National Center for Health Statistics (NCHS) americano já havia informado anteriormente que o número de bebês nascidos em mulheres acima de 40 anos de idade foi maior que  o de adolescentes pela primeira vez na história americana. Os partos em mulheres acima de 40 anos aumentaram 193% desde a década de 90 enquanto  o número caiu 7% naquelas entre 20 a 24 anos. No Brasil,  houve um aumento de 56% no numero de partos em mulheres na faixa etária de 35 a 39 anos e de 36% na faixa de 40 a 44 anos nos últimos anos. Não há dados brasileiros sobre maternidade solo e FIV, mas os números da Rede Latino-americana de Reprodução Assistida (REDLARA) que engloba 68 das 186 clínicas brasileiras mostram que em 2022 as mulheres com 40 anos ou mais representavam 35% dos ciclos de FIV enquanto as com menos de 34 apenas 18%.

O adiamento da maternidade é um fenômeno mundial e resulta na queda dos nascimentos mesmo em países nos quais a natalidade é alta como Índia , China e no inclusive no Brasil. Os números publicados recentemente revelam que a taxa de fertilidade vem caindo ao longo dos anos: em 2013 era 2,0 filhos/mulher e em 2023 chegou a 1.5, sendo o valor de 2.1  considerado adequado para a substituição populacional no longo prazo.  Muitas mulheres, entretanto, só se sentem prontas do ponto de vista pessoal e profissional para encarar o desafio da maternidade após os 35 anos de idade.  Além disso, o mercado de trabalho nem sempre acolhe aquelas que escolhem serem mães e a maternidade é um dos fatores que acentua a desigualdade salarial entre homens e mulheres.  Aparentemente, as mulheres da geração Z têm adiado ou desistido da maternidade em prol da carreira e da saúde mental, pois acompanharam os enormes desafios enfrentados pela geração Millenial.

Adiar a gravidez confiando nos avanços da ciência e das técnicas de reprodução assistida como a fertilização in vitro (FIV;“bebê de proveta”) pode ser uma opção, mas é preciso reconhecer que não há garantias e que apesar dos avanços tecnológicos, a idade feminina ainda constitui o principal fator de sucesso que afeta as chances de gravidez. As mulheres nascem com um número fixo não-renovável de óvulos, a chamada “reserva ovariana” e, ao longo do tempo, há redução não só do número assim como da qualidade destes e o consequente  declínio da fertilidade, que se acelera  após os 35 anos. Assim,  aos 41 anos as chances de infertilidade podem chegar a 50% aos 41 anos e 90% aos 45. Um estudo publicado recentemente traz esperança ao mostrar que a suplementação de óvulos com uma proteína essencial reduz os efeitos deletérios da idade, com potencial para melhorar as chances de gravidez na fertilização in vitro (FIV) para mulheres acima de mais velhas. Embora estes resultados sejam promissores, ainda há um longo caminho a ser percorrido até que este avanço possa ser utilizado.

Os extraordinários avanços no campo da Medicina Reprodutiva deram às mulheres novas perspectivas, permitindo o controle seu ciclo reprodutivo e a possibilidade de escolher ou não a maternidade, o número de filhos e de quando tê-los, eventualmente sem a necessidade de um parceiro. É bem verdade que muitas mulheres conseguem engravidar espontaneamente após os 35 anos. Entretanto, não há até o momento nenhum método capaz de medir com precisão a reserva ovariana muito menos a chance real de engravidar e ter um filho saudável. Assim, é preciso reconhecer os limites biológicos e procurar avaliação médica especializada para o devido aconselhamento e tomada de decisão.

Márcia Mendonça Carneiro, Ginecologista do Biocor Rede D’Or, Professora Titular- Departamento de Ginecologia e Obstetrícia – Faculdade de Medicina da UFMG

Santa Maria recebe a Feira do Trabalho e do Campo até sábado

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A iniciativa conta com apoio da Administração Regional e do Governo do Distrito Federal; a realização é do Instituto Acolher

Acontece até o sábado (28), em Santa Maria a Feira do Trabalho e do Campo, iniciativa que promove qualificação profissional, geração de renda e valorização da produção local. O evento está sendo realizado desde a segunda-feira (23) ao lado da Administração Regional, reunindo cursos, palestras, oficinas e exposição de produtos.

A feira tem como objetivo fortalecer o empreendedorismo, incentivar a economia solidária e ampliar oportunidades para trabalhadores urbanos e rurais, pequenos produtores, artesãos e microempreendedores.

Durante a programação, o público tem acesso a capacitações voltadas à gestão de negócios, vendas, identidade visual, sustentabilidade, economia solidária e desenvolvimento pessoal, além da comercialização de produtos da agricultura familiar e do artesanato regional.

A iniciativa conta com apoio da Administração Regional de Santa Maria e do Governo do Distrito Federal. A realização é do Instituto Acolher, em parceria com o programa Economia Solidária e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF.

Além das atividades formativas, a feira também funciona como espaço de convivência comunitária e fortalecimento da economia local.

Serviço
Data: 23 a 28 de fevereiro
Local: Santa Maria – ao lado da Administração Regional
Atividades: cursos, palestras, oficinas e exposição de produtos
Entrada gratuita
Mais informações e programação completa: @instituto_acolherdf

GDF investe R$ 77,8 milhões em UBSs e amplia a atenção primária

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Recursos fortaleceram a rede com 12 unidades entregues, três em execução e novos projetos em preparação

Entre 2019 e 2025, o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Saúde (SES-DF) e da Novacap, avançou na ampliação da Atenção Primária no Distrito Federal com a entrega de novas unidades básicas de saúde (UBSs) para a população do DF. Durante esse período, o GDF investiu R$ 77,8 milhões na ampliação da cobertura sanitária em áreas estratégicas, viabilizando a implementação da Estratégia de Saúde da Família.

Além desse valor, o investimento de R$ 30 milhões está previsto para projetos em elaboração. Dessa forma, os investimentos somam R$ 108,5 milhões destinados às novas UBSs, com o objetivo de melhorar o atendimento oferecido à população de todas as regiões do DF.

“A Atenção Primária é o primeiro nível de atenção, capaz de resolver a maioria das necessidades de saúde da população. Ela é fundamental por focar em prevenção, promoção da saúde e acompanhamento contínuo, melhorando a qualidade de vida e reduzindo custos ao evitar internações desnecessárias”, afirma o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda.

São 12 unidades entregues, três em execução e novos projetos em preparação. As UBSs entregues estão distribuídas por diferentes regiões administrativas, incluindo Planaltina (UBS 20) e Vale do Amanhecer, Samambaia (UBS 11), Recanto das Emas (UBS 5), Paranoá Parque (UBS 3), Sobradinho/Sobradinho II (UBS 7 — Buritizinho), Jardins Mangueiral (UBS 1), Ceilândia (UBS 15), Penitenciária Feminina, Gama (UBS 7), Santa Maria (UBS 2) e a da Chapadinha. Em execução estão as UBSs do Incra 8, da Ponte Alta e da Estrutural.

Do total investido, R$ 77,8 milhões já foram aplicados em unidades entregues ou em fase de conclusão, enquanto R$ 30 milhões estão previstos para projetos em elaboração | Foto: Divulgação/SES-DF

 

Segundo Carlos Alberto Spies, diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, a prioridade é garantir que a infraestrutura acompanhe as demandas reais das cidades. “Quando uma UBS é instalada mais próxima do local onde as pessoas moram, os serviços se tornam mais eficientes. Reduzem-se os deslocamentos, melhora o acompanhamento dos pacientes e há uma diminuição na sobrecarga dos atendimentos mais complexos”, explicou.

Moradora da Chapadinha, Edileuza Coelho, de 63 anos, está satisfeita com a UBS recém-inaugurada próxima à sua casa. “No dia 16 de dezembro [de 2025], o governador entregou a UBS aqui para a gente. É uma grande conquista pra todos nós daqui da comunidade”, comemorou a cuidadora de idosos.

Além das unidades entregues e das obras em andamento, o planejamento contempla novas ações para os próximos anos. Entre elas está a construção da UBS na Vila Rabelo, em Sobradinho, no Riacho Fundo II e em Arniqueiras, todas previstas para este ano e com projetos em fase de elaboração. Spies esclarece que manter um planejamento estruturado é essencial para acelerar as entregas: “Projetos bem elaborados e prontos para licitação permitem ao governo garantir unidades mais funcionais”.

Ações educativas no trânsito alcançam mais de 1,5 mil pessoas no DF

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Atividades foram realizadas em cinco regiões administrativas entre sexta-feira e domingo, com foco na volta às aulas e na segurança durante o Carnaval

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) promoveu, entre sexta-feira (20) e domingo (22), uma série de ações educativas que alcançaram cerca de 1.500 pessoas em cinco regiões administrativas do Distrito Federal: Sobradinho, Gama, Taguatinga, Planaltina e Guará. A iniciativa integra o calendário permanente de conscientização do órgão e destaca a importância da adoção de comportamentos seguros no trânsito, especialmente no período de volta às aulas e nas ações preventivas relacionadas ao Carnaval.

As atividades foram direcionadas a diferentes públicos, como pedestres, condutores, ciclistas e frequentadores de bares, com foco na prevenção de sinistros e na promoção de uma cultura de responsabilidade e respeito no trânsito.

Na sexta-feira (20), a ação Café na Faixa, realizada em Sobradinho, reuniu 40 participantes em palestras sobre condutas seguras para pedestres e prevenção de sinistros, com orientações voltadas à atenção nas travessias e ao respeito à sinalização.

Em Taguatinga, a campanha Volta às Aulas, realizada no Centro Educacional Leonardo da Vinci, abordou pais e alunos com orientações direcionadas a pedestres e condutores. Ao todo, 400 pessoas foram alcançadas, com distribuição de material educativo e incentivo à adoção de comportamentos mais seguros no entorno escolar.

Ainda na sexta-feira, o projeto Rolê Consciente esteve em bares do Gama, impactando 300 pessoas. A programação contou com palestra educativa, intervenção artística com os MCs do Trânsito Seguro e entrega de material informativo, destacando os riscos da combinação entre álcool e direção, especialmente durante o período de Carnaval. No sábado (21), o Rolê Consciente chegou ao Guará, alcançando 400 pessoas.

Em Planaltina, o projeto Pneu Seguro levou minipalestras sobre segurança viária, com orientações específicas voltadas a ciclistas e motociclistas que atuam como entregadores por aplicativo, destacando cuidados essenciais para uma circulação mais segura.

As crianças também foram alvo das campanhas educativas do fim de semana

 

Educação para toda a família

Encerrando a programação, no domingo (22), a ação Rua de Lazer, no Guará II, reuniu 300 participantes. O público acompanhou apresentação teatral, palestras e abordagens educativas com foco na circulação segura em vias públicas, comportamento adequado no interior dos veículos e uso correto da bicicleta.