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Alfabetização na idade certa ganha impulso de R$ 3 bi com novo programa

Iniciativa do governo federal foi lançada no Palácio do Planalto com a adesão do GDF. Destaque na educação pública, Distrito Federal tem o menor índice de analfabetos do país

O governador Ibaneis Rocha participou nesta segunda-feira (12) do lançamento do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, programa do governo federal com o objetivo de garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental. A iniciativa terá investimento de R$ 3 bilhões nos próximos quatro anos.

Além da alfabetização na idade correta, prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), o programa vai trabalhar na recomposição das aprendizagens, prejudicadas pela pandemia de covid-19.

O programa foi lançado e detalhado durante evento no Palácio do Planalto pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Educação, Camilo Santana.

Para o governador Ibaneis Rocha, o retorno de cada centavo investido na educação é incalculável. “A educação transforma a vida das pessoas, traz oportunidades e amplia a visão de mundo. Diria que a alfabetização é o pilar do ensino na vida de um aluno, e iniciativas nesse sentido contam com o nosso apoio”, destacou o chefe do Executivo.

Em seu discurso, o presidente Lula falou em resgatar e melhorar a qualidade do ensino público. “Não melhorou de acordo com a necessidade da população. Tem quem gaste quase metade do salário para garantir que o filho estude na rede particular porque a rede pública ainda não garante que o ensino seja perfeito para o nosso povo. Queremos dar um passo para que as crianças saiam preparadas no ensino fundamental”, afirmou.

DF tem a menor taxa de analfabetismo do país

Secretária de Educação, Hélvia Paranaguá: “Esse é um projeto que a gente quer muito aplicar e quer ver ampliado no país todo”

No Brasil, o DF é a Unidade da Federação com o menor percentual de pessoas analfabetas de 15 anos ou mais. É o que revelou pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada na última semana. ‌

Em 2022, a capital da República tinha 47 mil pessoas dessa faixa etária iletradas, o que equivale a uma taxa de 1,9% de analfabetos – bem abaixo da registrada no Brasil, de 5,6%, e de estados em que esse percentual está próximo a 15%. A rede pública de ensino do DF tem cerca de 472 mil estudantes distribuídos em 827 escolas.

“O DF tem um índice baixo de analfabetismo, mas é importante ressaltar que a criança tem que ser alfabetizada na idade certa. Um ano que ela sai da escola, que ela evade, já fica com a distorção idade/ano. Isso é ruim porque ela vai levando essa distorção para o resto dos seus dias escolares, então esse é um projeto que a gente quer muito aplicar e quer ver ampliado no país todo”, avalia a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.

“Diria que a alfabetização é o pilar do ensino na vida de um aluno, e iniciativas nesse sentido contam com o nosso apoio”Ibaneis Rocha, governador

A alfabetização tem efeitos econômicos e até na saúde pessoal em todos os estados, municípios e DF. Pesquisa do Instituto Insper, de 2017, revelou que uma pessoa alfabetizada tem o dobro da renda de uma não alfabetizada, 26% mais chances de obter um trabalho formal e 11% mais chances de ter uma boa saúde.

“A leitura é fundamental, é o pilar e a base de tudo. A educação parte exatamente em cima da alfabetização. A criança já tem aquele momento na pré-escola da socialização, mas o ato de ser alfabetizado é a abertura para o mundo, é maravilhoso”, acrescenta Hélvia Paranaguá.

No cenário mundial, o país tem um longo caminho a percorrer. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Brasil ficou à frente de apenas cinco países em avaliação internacional de alfabetização, aplicada em 65 nações.

“Queremos garantir que 100% das crianças brasileiras sejam alfabetizadas ao fim do segundo ano do ensino fundamental, cumprindo o PNE. Uma pesquisa do Inep mostrou que mais da metade das nossas crianças não sabem ler e escrever. O MEC vai apoiar com bolsas de estudo, formação de gestores e material didático para estados, municípios e o DF”, pontuou o ministro da Educação, Camilo Santana.

De acordo com a diretora da Escola Classe 05 do Guará, Zuleide Moura e Silva, o programa será um grande apoio para que o ensino público do DF mantenha seus índices de alfabetização.

“É magnífico quando o aluno descobre que ele sabe ler, por isso é importante que todos façam esse compromisso e abracem a causa. Nosso trabalho é contínuo, não para, e sempre temos que procurar novas formas de alfabetizar e incentivar, porque com apoio e estratégia você consegue, sim, alfabetizar as crianças na idade certa”, avalia.

Mais de 37 mil toneladas de lixo processadas no DF desde 2020

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Complexo Integrado de Reciclagem do Distrito Federal é um dos mais modernos do país. Estrutura é utilizada por 11 cooperativas que empregam cerca de 460 catadores

Inaugurado em dezembro de 2020, o Complexo Integrado de Reciclagem do Distrito Federal (CIR/DF) é um dos mais modernos equipamentos públicos para reaproveitamento de resíduos do país. Em 28 meses de funcionamento do local, o número de materiais processados chegou a 37.574,82 toneladas – das quais até 46% geraram renda aos catadores e cooperativas envolvidos no serviço.

Com área de 80 mil m², o espaço abriga 11 cooperativas e gera emprego para cerca de 460 catadores – número flutuante, tendo em vista a rotatividade dos postos de trabalho. A gestão é compartilhada entre o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), a Central de Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis do DF (Centcoop) e as associações de catadores que atuam na região.

A escolha das entidades foi feita por meio de seleção baseada nos critérios de manifestação de interesse, existência de contrato de triagem com o SLU, por fazer parte da Centcoop e, preferencialmente, ser originária do antigo Lixão da Estrutural, local que atualmente sedia a Unidade de Recebimento de Entulho (URE) do SLU.

O complexo é formado por duas centrais de triagem e teciclagem (CTRs) e uma central de comercialização (CC). Os pontos de triagem têm 2,8 mil m² cada e recebem os resíduos que vêm da coleta seletiva. O material é separado, classificado, pesado, prensado e, então, transportado pelos catadores para a área de comercialização, onde ocorrem o beneficiamento, a estocagem e a venda dos itens.

“Esse lugar é um dos mais inovadores que temos no país para o trabalho dos catadores. Foi pensado e projetado com as condições ideais, de segurança, saúde e conforto, com estrutura coberta, piso adequado, iluminação, banheiros, refeitórios, sala de descanso e escritórios. É o modelo mais próximo do que acreditamos ser ideal”, explica o chefe da Unidade de Sustentabilidade e Mobilização Social do SLU, Francisco Mendes.

Chefe da Unidade de Sustentabilidade e Mobilização Social do SLU, Francisco Mendes: “Esse lugar é um dos mais inovadores que temos no país para o trabalho dos catadores. Foi pensado e projetado com as condições ideais, de segurança, saúde e conforto”

A estrutura foi construída pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com investimentos de R$ 21 milhões feitos por meio de contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por intermédio da Sema.


Impacto socioeconômico

No complexo, os catadores atuam em conjunto: o que é coletado por cada cooperativa é vendido pela Centcoop, e o lucro é rateado entre os trabalhadores envolvidos. Por meio dos contratos com o SLU, as cooperativas conseguem arcar com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) dos catadores e custear as despesas do centro de reciclagem.

De acordo com a presidente da Cooperativa de Trabalho de Reciclagem Ambiental da Cidade Estrutural (Coorace), Lúcia Fernandes, os contratos com o órgão são fundamentais para o modelo de trabalho. A entidade é responsável por 40 catadores que fazem a triagem dos materiais. “Estamos aqui há dois anos, éramos uma cooperativa do antigo Lixão da Estrutural. O complexo nos ajudou, porque aqui é um local definitivo”, conta ela, que também está à frente da Associação Vencendo Obstáculos. O grupo faz a coleta seletiva porta a porta no Cruzeiro e leva ao complexo, para triagem. Atualmente, são 25 associados.

Presidente da Coorace, Lúcia Fernandes: “O complexo nos ajudou, porque aqui é um local definitivo”

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do SLU, mantém 42 contratos firmados com organizações de catadores, atendendo a 32 cooperativas e associações – tendo em vista que algumas entidades possuem mais de um contrato – que empregam mais de 1,3 mil catadores de recicláveis. Do total de contratos, 22 são para o serviço de coleta seletiva e 20 para o serviço de triagem dos materiais. Na época da inauguração do CIR, em dezembro de 2020, eram mantidos 29 contratos com 22 cooperativas e associações, envolvendo 908 trabalhadores.

O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos da Sema, Glauco Amorim, afirma que o complexo trabalha as vertentes econômica, social e ambiental. “Do ponto de vista ambiental, o Complexo Integrado de Reciclagem tem um efeito muito importante, pois consegue exonerar o aterro sanitário, com a redução do que é mandado para lá, e consequentemente aterrado, e ainda amplificando a reciclagem de resíduos”, observa.

‌“Além disso, gera trabalho e renda, em segurança, para as pessoas que atuam na catação, que são importantes agentes ambientais e, em geral, estão em situação de vulnerabilidade social”, explica. “Já do ponto de vista econômico, auxilia na reintrodução do material na cadeia produtiva, reduzindo a extração de matéria-prima virgem e os impactos da produção. Ou seja, quanto mais a gente recicla, menos a gente extrai da natureza.”

Arte: Agência Brasília

Reciclagem

Vidro, plástico, papel, sucata e isopor são os materiais que podem ser reciclados pelo complexo atualmente. Todos são separados por cor, descaracterizados, descontaminados e triturados ou prensados para comercialização.

Desde a abertura do espaço, foram processadas, em média, 1,3 mil toneladas de resíduos por mês. O termo processamento se refere a tudo o que é recebido. Isso porque, mesmo que o material não seja reciclado, passou por triagem dos catadores. O complexo trata de materiais recolhidos pela coleta seletiva do SLU e pelas cooperativas instaladas no local.

Diretor da Centcoop, Sinomar dos Santos: “A qualidade dos materiais influencia muito o valor pago por eles, e esse valor é repassado para as pessoas que, de fato, fazem acontecer, que é quem está na linha de triagem”

O diretor comercial da Centcoop, Sinomar Alves dos Santos, explica que, quanto melhor o nível de separação do lixo, maior o valor obtido com a comercialização. “Separar entre secos e molhados e não colocar os recicláveis com os orgânicos já nos ajuda muito a dar a destinação correta aos resíduos. Ainda há muito material reciclável indo para a coleta convencional”, pontua.

“A qualidade dos materiais influencia muito o valor pago por eles, e esse valor é repassado para as pessoas que, de fato, fazem acontecer, que é quem está na linha de triagem”, afirma. Cada um dos dois centros de triagem comporta cinco esteiras – que têm espaço para 34 pessoas trabalharem concomitantemente.

O catador Paulo Cezar Lobo diz: “Estou aqui há quase um ano, e já me perguntaram se quero sair, mas não. Aqui me sinto bem, as condições de trabalho são boas e a gente está ajudando o meio ambiente”

Um dos catadores envolvidos na separação é o fluminense Paulo Cezar Lobo, 63 anos. Morador da Estrutural, ele saiu do Rio de Janeiro no começo de 2022 e, no fim daquele ano, conseguiu o emprego no segmento de recicláveis por indicação de um sobrinho.

“Estou aqui há quase um ano e já me perguntaram se quero sair, mas não. Aqui me sinto bem, as condições de trabalho são boas e a gente está ajudando o meio ambiente”, afirma. “Trabalhamos com todos os EPIs [equipamentos de proteção individual]: máscara, luva, óculos”, acrescenta.

CLDF realiza seminário para avaliar e organizar o Carnaval do DF

A discussão contará com a presença de representantes dos blocos, das escolas de samba, representantes dos governos federal e estadual e artistas de várias correntes

A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (Cesc) da Câmara Legislativa realizará, nos dias 12 e 13 de junho, o seminário Carnaval no Distrito Federal: balanços e perspectivas, para avaliar a realização da festa neste ano e propor medidas que facilitem a programação do evento nos próximos anos, melhorando o planejamento e a participação da comunidade.

A discussão contará com a presença de representantes dos blocos, das escolas de samba, representantes dos governos federal e estadual e artistas de várias correntes para traçar um diagnóstico sobre as experiências exitosas de outras cidades, debater o financiamento da festa, buscar aprimorar a legislação e a participação social no evento. “Vamos promover uma ampla discussão com representantes de diversos setores para organizar o Carnaval de Brasília e garantir sua plena realização também em outros anos, aprimorando questões como legislação e financiamento da festa”, afirma o presidente da Cesc, deputado Gabriel Magno (PT).

O evento será realizado no auditório da CLDF e será totalmente aberto à participação do público. As incrições estão abertas por meio do formulário https://bit.ly/carnavaldf. Além de homenagens aos realizadores da festa, por meio da entrega de moções, os participantes do seminário receberão certificados digitais de participação, desde que comprove participação em pelo menos 75% das atividades do seminário.

O público presente ao evento poderá conferir uma exposição com 34 imagens registradas pelos fotojornalistas Zuleica de Souza, André Duzek, Adauto Cruz, Juliana Caribé, Lula Marques e Elza Fialho durante vários carnavais no DF.

Confira a programação do seminário:
12 de junho

9h – Abertura
– DEPUTADO GABRIEL MAGNO – Presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF
– SEBASTIÃO JOSÉ SOARES – Diretor de Promoção das Culturas Populares da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura
– BARTOLOMEU RODRIGUES – Secretário de Cultura e Economia Criativa do DF
– ADRIANO GALLI GARDINI – Vice-Presidente da União das Escolas de Samba Enredo de Brasília
– JUCA FERREIRA – Ex-Ministro da Cultura e atual Assessor da Presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para Assuntos de Cultura
– JOÃO JORGE RODRIGUES – Presidente da Fundação Cultural Palmares

10h – Painel “Balanço do Carnaval de Rua de 2023”
– LETÍCIA HELENA – Representante da Frente dos Blocos de Rua
– PAULO HENRIQUE – Presidente da Liga dos Blocos Tradicionais
– MANOEL CLEMENTINO BARROS NETO – Presidente do Instituto de Pesquisa e Estatística do DF – IPEDF
– CORONEL CINTIA QUEIROZ DE CASTRO – Subsecretária de Operações Integradas da Secretaria de Segurança Pública
14h – Painel “Experiências de Outras Cidades”
– STEFANIO MARQUES TELES – Representante do Bloco Esperando o Metrô de Belo Horizonte
– ZULU ARAÚJO – Representante do Grupo Cultural Olodum. Mestre em Cultura e Sociedade e Doutorando em Relações Internacionais pela UFBA
– GUILHERME VARELLA – Professor da UFBA, gestor, pesquisador, consultor e advogado atuante na área de cultura e políticas culturais desde 2006
– KAXITU RICARDO CAMPOS – Fundador e atual Presidente da Federação Nacional das Escolas de Samba
– RITA FERNANDES – Produtora e consultora de eventos culturais, economista e jornalista. Presidente da Sebastiana, 1ª associação de blocos de rua do RJ.
17h – Painel “Legislação e Financiamento”
– SANDRO SANTOS – Representante da Federação Nacional das Escolas de Samba
– CHRIS RAMIREZ – Assessora Técnica em Políticas Culturais no mandato da Dep. Benedita da Silva

13 de junho

9h – Painel “Gestão e Controle Social”
– RAPHAEL VEIGA – Idealizador do Bloco Candanguinho da Alegria
– VERANNE MAGALHÃES – Representante da Comissão de Esporte e Cultura da OAB-DF
– LETÍCIA HELENA – Coordenadora da Campanha “Carnaval com Respeito”
– WELLINGTON ROCHA – Presidente do Conselho de Cultura do DF
– BARTOLOMEU RODRIGUES – Secretário de Cultura e Economia Criativa do DF

11h30 – Entrega de Moções de Louvor aos Blocos do Carnaval de Rua do DF de 2023

Coluna do Fluminense | Apresentação vergonhosa

POR RAIMUNDO RIBEIRO

Na rodada Rei (homenagem ao rei do futebol), o Fluminense visitou o Goiás com metade do time reserva, e precisando se recuperar das derrotas recentes.

Começamos a partida e com 1 minuto de jogo, Guga cobrou um lateral para Lelê dentro da área, que colocou Cano em boa posição para acabar com o jejum e fazer 1×0.

O jogo se apresentava bom para o Fluminense, principalmente porque Árias, Lelê e Guga faziam triangulações pelo lado direito do nosso ataque, criando boas oportunidades.

Apesar das facilidades, desperdiçavamos boas oportunidades, inclusive de liquidar o jogo, e às vezes levávamos sustos desnecessários.

Ao contrário das partidas anteriores, em que tentávamos sair jogando sempre com toques curtos, as vezes saímos jogando com lançamentos de Nino que encontrava Lelê sempre livre pela direita do nosso ataque.

O castigo pelo desperdício veio quando Martinelli erra um passe no nosso campo, Fábio salva e Pirani disputa com o atacante do Goiás, e o soprador de apito marca pênalti.

Num primeiro tempo em que poderíamos liquidar a partida fazendo 2 ou 3×0, saímos com um empate por nossos próprios erros, aparentando uma inacreditável irresponsabilidade em relação à luta pelo título.

Voltamos para o segundo tempo e o cenário se repete, quando com 1 minuto Lima dá um drible desconcertante em 2 adversários e coloca no ângulo, num golaço.

Como no primeiro tempo, o Fluminense desperdiça chances de liquidar a partida, complicando a partida mais fácil deste campeonato.

Aos 16 minutos o goleiro adversário faz um milagre no chute de Guga que vai na trave.
Aos 22 minutos entram Keno e David Braz nos lugares de Martinelli e Nino (contundido).

Aos 32 minutos saem Cano e Pirani, entrando Thiago Santos e Alexandre.

Aos 38 minutos sai Lelê para entrada de JK.

Essa falta de compromisso com a vitória é castigada novamente, quando aos 40 minutos o Goiás empata.

Imperdoável essa apresentação do Fluminense, numa demonstração clara de que não tem compromisso com a vitória, nem ambição de títulos, pois são pontos perdidos que farão falta no final do campeonato.

Foi uma apresentação vergonhosa, e que essa parada de 10 dias sirva para recuperar os jogadores contundidos, corrigir os inúmeros erros apresentados, e buscar a vitória contra o Atlético/MG na quarta-feira (21/06), às 21:30 horas no Maracanã.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Agências do trabalhador abrem a semana com 129 vagas de emprego

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Com salários de R$ 1.320 a R$ 4 mil, há oportunidades para pedreiro, cozinheiro, churrasqueiro e outros

Nesta segunda-feira (12), as agências do trabalhador estão com 129 oportunidades de emprego. Os salários variam de R$ 1.320 a R$ 4 mil, mais benefícios.

O maior salário é para trabalhar no setor de alimentação, em Taguatinga Sul, como chefe de cozinha, que deve ser graduado em gastronomia. Ainda na região administrativa, há duas vagas para cozinheiro de restaurante, pela gratificação de R$ 1.653,07. No Lago Norte, o cozinheiro geral (2) ganha mensalmente R$ 1.600.

A oportunidade para padeiro, no Guará II, exige experiência e paga R$ 1.800. Na Asa Sul, a chance para churrasqueiro oferece a bonificação de R$ 1.500. Destinada às pessoas com deficiência (PcD), as oportunidades para auxiliar de cozinha (2) e de limpeza (2), em Taguatinga Norte, pagam R$ 1.400.

As vagas para pedreiro são as que oferecem o maior número, 45 no total, distribuídas entre Sol Nascente, Samambaia Norte e Ceilândia Norte. Os salários variam de R$ 1.875 a R$ 2.200.

As 14 agências do trabalhador funcionam das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Investimento de quase R$ 15 milhões garante reforma na DF-180

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Trecho tem um total de aproximadamente 2 km de extensão, dos quais 5,9 km já foram recapeados e receberam sinalização horizontal

Aproximadamente 10 mil motoristas que trafegam pela DF-180, na Ponte Alta do Gama – da BR-060 em direção à DF-290 – acompanham os serviços da restauração asfáltica ao longo de quase 12 km de extensão de obra. O investimento total é de R$ 14,8 milhões.

“Estamos avançando com essa obra, que era muito esperada pela população local. É um trabalho executado de maneiras diferentes, dependendo do trecho. A população, em breve, vai usufruir mais dessa melhoria que vai tornar o tráfego mais seguro e confortável para todos”Fauzi Nacfur Junior, presidente do DER-DF

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) já implantou as duas camadas de capa asfáltica, cada uma com 10 cm de espessura, ao longo de 5,9 km, trecho que também já recebeu a sinalização horizontal. A vertical está programada para ser iniciada ainda nesta semana.

O proprietário de um pesque-pague, Carlos Roberto Fernandes, 50, é um dos beneficiados com a obra. Para ele, a melhoria viária vai proporcionar uma qualidade de vida melhor para todos na região, além de crescimento econômico.

“Com o novo asfalto, todos os motoristas que moram ou passam por aqui sentem uma grande diferença, porque fica mais tranquilo para dirigir, sem contar que [o trecho finalizado] traz mais força para a economia”, concluiu o morador da Ponte Alta.

Diferenças nos serviços

A obra, iniciada no segundo semestre de 2022, é realizada em etapas distintas. Nos trechos com pavimentação mais deteriorada, houve a reciclagem de toda a estrutura da base asfáltica, o que demandou mais tempo para a implantação da capa asfáltica. Já nos trechos em que a estrutura da base não estava comprometida, os operários fizeram a fresagem, uma simples retirada do asfalto antigo.

“Estamos avançando com essa obra, que era muito esperada pela população local. É um trabalho executado de maneiras diferentes, dependendo do trecho. A população, em breve, vai usufruir mais dessa melhoria que vai tornar o tráfego mais seguro e confortável para todos”, explicou o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Junior.

Mais melhorias no futuro

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (5) o resultado de licitação da Concorrência nº 001/2023, que definiu a empresa responsável pela recuperação asfáltica da restauração do pavimento da DF-180, no trecho entre a BR-080 e a BR-070, em uma extensão aproximada de 7,6 km. O investimento será de R$ 12,1 milhões.

A Multserviços Construção e Conservação Eireli foi a vencedora do certame, que foi aberto em 15 de maio deste ano e passou pelas etapas de abertura dos envelopes das companhias participantes e abertura das propostas de preço, que foram analisadas pela Comissão Julgadora Permanente (CJP). Posteriormente, houve a divulgação das empresas habilitadas a participarem da concorrência, seguida pela escolha da empresa vencedora da licitação.

A fase final será a assinatura do contrato e, na sequência, da ordem de serviço, para início imediato dos trabalhos. Todo esse trâmite leva aproximadamente 60 dias. Iniciados os serviços, a previsão de execução da obra é de 120 dias. Os serviços compreenderão, além da restauração do asfalto, as etapas de sinalização horizontal e vertical, além de obras complementares.

Casos de acidentes com escorpiões aumentam 45% no Distrito Federal

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Entre janeiro e maio, foram registrados 1.134 episódios; no mesmo período do ano passado, houve 780 ocorrências envolvendo o animal

Em janeiro deste ano, o pequeno Thomas, de 2 anos, ficou cem dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após ter sido picado por um escorpião na noite de ano-novo. Dados epidemiológicos da Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar (Gevitha) da Secretaria de Saúde (SES) apontam que casos como esse aumentaram em 45% neste ano. Entre janeiro e maio, houve 1.134 ocorrências.

No mesmo período de 2022, foram registrados 780 acidentes desse tipo. De acordo com a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da SES, foram feitos 899 chamados para captura de escorpião entre janeiro e maio de 2022, enquanto no mesmo período deste ano o número já chegou a 1.222, um aumento de 35%.

“De modo geral, tem crescido bastante o número de casos nos últimos anos não só no DF, mas no país inteiro”, atenta o biólogo Israel Moura, da Dival. “Saímos de 400 ou 500 casos para mais de 2 mil”. Pontos como a ocupação irregular do solo e mudanças climáticas contribuem para o surgimento de escorpiões e, consequentemente, para o aumento no número de acidentes.

Como prevenir

Escorpiões costumam se esconder em ambientes escuros e úmidos durante o dia. À noite, saem em busca de alimentos, principalmente baratas. Por isso, é importante prestar atenção aos espaços onde o animal se esconde – como entulhos, ralos, caixas de esgoto – e providenciar barreiras. Isso significa fechar ralos de banheiros, tanques e pias, vedar frestas em paredes, muros, rodapés, janelas e portas, além de utilizar borracha de vedação ou rolos de areias nas portas.

Uso de inseticidas é desaconselhável, pois o produto, em vez de matar, pode apenas expulsar o animal do esconderijo

Um ponto essencial é manter a moradia e os quintais sempre limpos e sem entulho, além de combater a proliferação de baratas e fazer faxinas frequentes atrás de móveis e eletrodomésticos, dando atenção especial a sofás, camas, roupas e sapatos.

Caso um escorpião seja encontrado na residência, é necessário comunicar à Vigilância Ambiental por meio dos números 160 e (61) 2017-1344 ou ainda pelo e-mail gevapac.dival@gmail.com. Uma equipe será enviada para capturar o animal.

“Nos locais onde há pessoas mais vulneráveis, como escolas, asilos, unidades de saúde, fazemos visitas rotineiras; já nas residências, somos acionados pelo morador e uma equipe vai até o local na tentativa de coletar o escorpião ou explicar como as pessoas podem proceder”, explica Israel Moura.

O biólogo lembra que o uso de inseticida não é recomendado, uma vez que não há comprovações de que o produto funcione contra escorpiões em ambientes urbanos. “Seu uso pode, inclusive, facilitar o acidente, pois, em vez de matar, apenas expulsa o animal de seu esconderijo”, alerta.

Como proceder

No DF, a SES disponibiliza os serviços do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox), por meio dos números 0800 644 6774 ou 0800 722 6001. As equipes auxiliam com informações sobre os primeiros cuidados.

Recomenda-se lavar o local da picada com água e sabão e procurar um pronto-socorro para realizar avaliação médica. Se possível, capturar o animal ou tirar fotos para identificação. O profissional da saúde vai observar se é um caso leve ou se há a necessidade de utilizar um soro antiescorpiônico.

Confira aqui as unidades de saúde que disponibilizam o soro antiveneno.

Comércio do DF espera alta de mais de 20% nas vendas do Dia dos Namorados

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‌Benefícios fiscais do governo do Distrito Federal colaboram para otimismo na economia

O comércio do Distrito Federal está animado com as vendas do Dia dos Namorados. O otimismo com a economia local é indicado em pesquisas encomendadas por representantes do setor e reforçado com benefícios fiscais adotados pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

A implementação do Refis, em 2021, proporcionou a 91 mil empresas e 389 mil cidadãos uma redução do endividamento com o governo local

Segundo o Instituto Fecomércio, as boas expectativas têm se mostrado uma tendência, uma vez que o setor apresentou boas vendas na Páscoa e em outras datas. A expectativa de crescimento nas vendas para o Dia dos Namorados é de 22,7% em comparação com 2022. O valor médio gasto por consumidor deve subir 7,9%, passando de R$ 211,23 para R$ 227,98.

“Nossas pesquisas têm revelado um bom desempenho da economia neste primeiro semestre. Na Páscoa, por exemplo, a expectativa de vendas foi superada, como mostrou levantamento feito pelo Instituto Fecomércio-DF após a data. Por isso, os lojistas seguem otimistas para a data”, explica o presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire.

A preferência dos consumidores é por roupas e acessórios, seguido por cosméticos, perfumes, calçados e acessórios. Compras que deverão ser feitas principalmente em shoppings e lojas de rua, ainda acima da internet, feiras e supermercados.

A Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF) endossa a visão da Fecomércio de uma tendência de melhora nas vendas. “Nossa expectativa é de um crescimento, tanto no ticket médio quanto no aumento de vendas para esse Dia dos Namorados. Observamos um crescimento pequeno, mas consistente, nas vendas no Dia das Mães, e as pesquisas apontam que o mesmo deve ocorrer agora, com o Dia dos Namorados‌”, afirma o presidente da CDL-DF, Wagner da Silveira Júnior.

Governo atuante

Em 2022, a economia do DF cresceu 4,3% em comparação a 2021, acima dos 2,9% do índice nacional para o mesmo período. A marca foi liderada pelo desempenho da indústria e do setor de serviços e impulsionada com as medidas do GDF, a exemplo da desoneração de tributos e a concessão de benefícios fiscais.

‌“Nossa expectativa para o comércio é positiva. Os dados de monitoramento indicam que no período de janeiro a abril de 2023 houve um aumento no valor e na quantidade de notas fiscais emitidas para os setores de informática, eletrônicos, vestuário e festas e eventos em relação ao mesmo período do ano passado. Nossa expectativa é que essa tendência de crescimento seja mantida e que haja um aumento das vendas para o Dia dos Namorados, principalmente no setor de vestuário, que é um dos mais procurados na data”, avalia o secretário de Fazenda, Itamar Feitosa.

A implementação do Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal (Refis), em 2021, proporcionou a 91 mil empresas e 389 mil cidadãos uma redução do endividamento com o governo local. Faz parte das ações do GDF que colaboram para ampliar o consumo e reaquecer a economia.

‌O GDF também tem colhido resultados na melhoria do ambiente de negócios. Segundo o Índice de Concorrência dos Municípios (ICM) elaborado pelo Ministério da Fazenda, Brasília ocupa o primeiro lugar do Centro-Oeste.

Preço médio do gás de cozinha cai apenas 1,38% na primeira semana de junho

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Recife, em Pernambuco, é a capital com menor preço do gás de cozinha, em R$ 91,57. Boa Vista, em Roraima, a mais cara: R$ 127,70

O preço médio do gás liquefeito de petróleo, GLP (ou, simplesmente gás de cozinha), é de R$ 104,37 no Brasil, na primeira semana de junho. Este valor corresponde a uma queda de 1,38% em relação à semana anterior, quando a média nacional estava em R$ 105,84.

O estado brasileiro com menor preço do gás de cozinha é Pernambuco, em R$ 92,94. Lajedo, município de Pernambuco, registra o menor preço nacional, em R$ 75. O recorde é seguido pelo município de Rio Bonito, no Rio de Janeiro, em R$ 80,61.

O Estado com o preço mais caro é Roraima, em R$ 127,7. Pimenta Bueno, Rondônia, comercializa o GLP a R$ 134,40. Tefé, no  Amazonas, é a cidade com preço mais alto de GLP, em R$ 147,20.

Recife, em Pernambuco, é a capital com menor preço do gás de cozinha, em R$ 91,57. Por sua vez, Boa Vista, em Roraima, a mais cara: R$ 127,70.

Fonte: Brasil 61

Câmara Legislativa presta homenagem a pastores evangélicos na segunda-feira

Proposta pelo deputado Pastor Daniel de Castro (PP), a solenidade vai prestar homenagem ao trabalho realizado por pastores de diversas congregações evangélicas

O Dia do Pastor Evangélico é comemorado, anualmente, no segundo domingo do mês de junho. A data será lembrada em sessão solene, no plenário da Câmara Legislativa, na próxima segunda-feira (12), a partir das 10h.

Proposta pelo deputado Pastor Daniel de Castro (PP), a solenidade vai prestar homenagem ao trabalho realizado por pastores de diversas congregações evangélicas. “É válido o reconhecimento aos homens e mulheres de Deus que prestam um serviço relevante às comunidades do nosso DF, e que, na maioria das vezes, sem nenhuma ajuda do Poder Público, fazem a diferença nesta sociedade”, afirma o distrital.

Segundo o parlamentar, os “ministros do evangelho” desenvolvem variados projetos de assistência social, incluindo ações de ressocialização no sistema prisional e recuperação de dependentes químicos, além de oferecerem “conforto espiritual por meio da palavra de Deus”. O distrital estima que o segmento evangélico seja integrado por 70 milhões de fiéis no Brasil.

Foram convidados para a sessão solene representantes do Conselho de Pastores Evangélicos do DF e pastores da Assembleia de Deus do Ministério de Madureira e de igrejas independentes.