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Policiais do DF utilizarão câmeras de monitoramento nos uniformes

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O equipamento será acoplado à parte superior da vestimenta de trabalho do agente e gravará as imagens e sons durante as abordagens 

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou o processo para contratação do sistema de monitoramento com câmeras nos uniformes dos policiais militares do DF. A minuta de licitação para escolha da empresa que vai operar o serviço está em análise na Procuradoria-Geral do DF.

Equipamento será utilizado de maneira a gravar ininterruptamente imagens e sons captados durante as ações | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

“A medida demonstra o compromisso da Segurança Pública em garantir uma abordagem justa e imparcial nas operações policiais”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública

O uso dos equipamentos será baseado nos moldes dos protocolos utilizados pela Polícia Militar de São Paulo, onde os agentes utilizam as câmeras fixadas junto ao peito, com um sistema que grava de forma ininterrupta imagens e sons captados durante todo o trabalho dos policiais nas ruas.

Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a implementação dos equipamentos fortalece os laços de confiança com a comunidade. “[A medida] demonstra o compromisso da Segurança Pública em garantir uma abordagem justa e imparcial nas operações policiais, e será de extrema importância, nesse sentido, para garantir a transparência das ações policiais, salvaguardando o cidadão e o próprio policial”, afirma.

Maior controle

“Se por um lado o equipamento fiscaliza as ações do agente, por outro, monitora o cidadão também”Major Marcos Braga, da PMDF

Avelar aponta que, comparado às outras unidades da Federação, o DF tem um diferencial: “É importante destacar que as forças policiais do DF são as menos letais do Brasil. Os casos de desvios são pontuais e não representam a cultura e o trabalho que as corporações realizam no Distrito Federal”.

Presidente da comissão responsável pelo estudo técnico preliminar para a implantação das câmeras de monitoramento na PMDF, o major Marcos Braga defende que essa medida trará várias vantagens para a corporação.

“O objetivo da Polícia Militar é também proteger o policial”, pontua o gestor. “Foi observado no mundo inteiro que as câmeras diminuem a resistência das pessoas durante as abordagens policiais; se por um lado o equipamento fiscaliza as ações do agente, por outro, monitora o cidadão também. Além disso, fortalece a coleta de provas para o Judiciário e reforça a transparência e a legitimidade das ações da PM, o que é bem importante para o policial.”

Na prática 

O estudo técnico feito pela PMDF prevê a contratação de uma empresa que fará o gerenciamento de todo o processo e será responsável pelo monitoramento, transmissão e armazenamento das gravações.

A essa empresa caberá fornecer a câmera, um suporte para acoplar o equipamento na farda, docas para o carregamento de baterias e/ou descarga dos dados, licença de software e aplicativo para testes de visualização e enquadramento. A previsão é que as imagens sejam armazenadas em nuvem com a garantia de segurança nas operações entre a câmera e o sistema.

“No momento em que a câmera é retirada da doca e repassada para o agente, ela começa a gravar imediatamente, o policial faz os testes de áudio e vídeo e acopla o equipamento na roupa”, explica o major Braga. “A partir daí, o equipamento grava as imagens por 12 horas contínuas, e em algumas abordagens os agentes podem acionar o áudio da câmera. Quando termina o serviço, o policial devolve o equipamento e o coloca no suporte para o descarregamento das imagens do dia.”

A previsão é que os equipamentos sejam disponibilizados e implantados gradativamente nos batalhões do DF. “Iniciaremos como um projeto-piloto com 200 a 300 câmeras em algumas unidades para verificarmos os processos e protocolos”, adianta o major. “À medida que for amadurecendo o processo, a expansão será gradativa, até atingir uma quantidade que atenda todo o efetivo policial que está nas ruas”.

Produção de soja no DF impulsiona receita de R$ 120 milhões; aponta Emater

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Especialistas apontam fatores que contribuíram para o resultado

No Distrito Federal, a produção de soja tem se destacado como uma das maiores nos últimos anos. De acordo com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), a safra gera cerca de R$ 120 milhões em receita, considerando a saca a R$ 130.

De acordo com o gerente do escritório local da Emater-DF, Marconi Borges, o crescimento atual da produção de soja ocorre  porque os produtores optaram por plantar uma soja um pouco mais tardia, que é mais produtiva do que as mais precoces. “Isso possibilita que na ‘safrinha’ eles plantem sorgo, alternando a produção e elevando os ganhos. A área plantada é praticamente a mesma do ano anterior, ou seja: 79,4 milhões de hectares.”

Ele ainda aponta que o impacto positivo chega também nos estados que recebem as sementes, como Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Tocantins. “Como a maior parte é destinada à produção de sementes, o benefício não é apenas para o Distrito Federal, e sim para o Brasil inteiro, já que as sementes são de boa qualidade”, explica. Essas sementes são fundamentais para a multiplicação da cultura em diferentes regiões do país.

Já Luiz Fernando, consultor do Safras e Mercado, explica que os resultados positivos obtidos também se devem ao aumento da área, e principalmente agora, o clima favorável. “Praticamente todo Centro-Oeste teve um clima muito bom durante o desenvolvimento da safra, o que permitiu o aumento de produção. Em relação ao tamanho da área, um dos fatores que influenciou foi o preço bom da soja nos últimos anos. Já o que incentivou o produtor do Distrito Federal aumentar a área foi uma margem muito boa da soja frente às outras culturas”, informa.

Para o consultor, espera-se que haja uma nova expansão da área. “Talvez menor que nos últimos anos, mas alguma coisinha deve expandir. Porque apesar da queda dos preços, nós vamos ter custos menores para essa próxima safra, o que pode ajudar um pouco o produtor a manter uma margem ainda favorável”, aponta. De acordo com ele, o Distrito Federal não tem tanto espaço físico para aumentar a área de soja, mas espera um aumento, mesmo que de 1%.

Safra 2022/2023

Para a safra 2022/2023, espera-se um crescimento de 1,7% na quantidade de grãos colhidos, totalizando 318,5 mil toneladas de soja produzidas no Distrito Federal. No ciclo anterior, a produção foi de 313,2 mil toneladas. A área utilizada para o plantio também teve um aumento de 2,3%, passando de 84,2 mil hectares para 86,1 mil hectares de uma safra para outra.

As informações são do 9º Levantamento da Safra de Grãos 2022/2023, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa para a produção foi calculada após a realização de uma pesquisa de campo, que ocorreu na última semana de maio.

Em âmbito nacional, a soja também apresenta um destaque significativo em termos de crescimento. De acordo com o boletim da Conab, espera-se que o Brasil colha nesta safra cerca de 155,7 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 24% em relação à última. Além disso, a área cultivada atingiu um recorde histórico de 44.031,7 mil hectares, o que mostra o crescimento tanto na produtividade quanto na produção da cultura.

Fonte: Brasil 61

Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, sedia projeto de leitura, arte e inclusão

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A partir desta quarta (28/6), haverá exposição de pinturas e fotografias, dança em cadeira de rodas, contação de histórias e palestra com a criadora do projeto, Carmen Gramacho

O projeto A vida com os livros, que recolheu quase um milhão de livros nos pontos de coleta espalhados em postos de combustível durante dez anos, rendeu frutos, resultou em uma revista e ainda ações de leitura, arte e inclusão em bibliotecas públicas do Distrito Federal. A partir desta quarta, 28 de junho, até 12 de julho, o brasiliense poderá conferir exposição, vídeo, palestra, contação de histórias e dança em cadeira de roda, na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, que atende pessoas com deficiência visual. A inauguração será às 9h, com palestra facilitada pela criadora do projeto, Carmen Ganzelevitch Gramacho.

Estas são ações do projeto Leitura, arte e inclusão: cultura para um mundo melhor, dedicado a incentivar a leitura, a fruição de diferentes linguagens artísticas, a inclusão de pessoas com deficiência e o combate ao bullying. O projeto conta com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

As atividades são voltadas para crianças, jovens e adultos. A entrada é gratuita. As pinturas e fotos ficam no local até 12 de julho e podem ser conferidas de segunda a sexta, das 8h às 17h. Nos dias 28/6 e 4/7, das 9h às 11h, também haverá projeção de vídeo, dança em cadeira de rodas, palestra e contação de história.

Será também distribuída ao público a revista Palavra Mágica, com reportagens que revelam como as bibliotecas podem contribuir para mudar a vida de crianças, jovens e adultos. Ilustrada com aquarelas e fotografias, a revista traz ainda trechos de poemas de grandes autores brasileiros e depoimentos comoventes de alunos de escolas públicas.

Um deles é o pequeno Weber, 8 anos, para quem a leitura o faz sonhar em ser repórter. “Tenho 62 livros que já li e acho que vou doar para a biblioteca, assim outros meninos vão poder entender o que eu já sei”, disse. Já Luiz Fernando, 10 anos, considera que, ao ler, “a gente entra na história, vive a vida do personagem e isso é muito legal”. Ele afirma que sente tudo o que o personagem sente: felicidade, medo, ação, terror. “A gente leva isso para a vida. As pessoas que não conseguem ler, eu sinto pena”, comenta Luiz Fernando.

O público poderá conferir fotografias da artista visual Clara Molina; aquarelas do ilustrador Francisco Régis; contação de histórias com a psicopedagoga e escritora premiada Lair Franca, que tem diversos livros infantis sobre respeito, valores e afeto. Suas contações de histórias focam especificamente a inclusão de pessoas com deficiência e o bullying; Marina Anchises, museóloga e dançarina com paralisia cerebral, apresenta duo de dança com o coreógrafo Rafael Tursi. A dupla é ganhadora de diversos prêmios de dança, teatro e arte inclusiva; Nas palestras, Carmen Gramacho vai falar sobre as crianças, jovens e adultos beneficiados pelo convívio com os livros, nas diversas comunidades com que esteve em estreito contato antes, durante e depois da montagem das bibliotecas.

O mesmo evento ocorrerá em breve na Biblioteca Pública de Sobradinho e já esteve na Biblioteca Pública de Ceilândia, de 28 de março a 7 de abril deste ano.

SERVIÇO:

Leitura, arte e inclusão: cultura para um mundo melhor

Local: Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga (St. Central – CNB 12 Área Especial – perto da Praça do Relógio – Taguatinga – DF)

Exposição: De 28 de junho a 12 de julho de 2023 (segunda a sexta, das 8h às 17h)

Vídeo, dança em cadeira de rodas, palestra e contação de histórias: 28 de junho (das 9h às 11h) e 4 de julho (das 9h às 11h)

Atividades voltadas para crianças, jovens e adultos

Entrada gratuita

Confira como deve ficar o tempo nesta última semana de junho

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Com a chegada do inverno, mês deve acabar com tempo frio em grande parte do país

Para quem está pensando em viajar ao longo desta semana, a previsão do tempo é positiva. Não teremos muitas mudanças em relação às condições do tempo, em relação ao que já foi observado nos últimos dias em grande parte do país. Esta semana as regiões Centro Oeste e Sudeste contaram com poucas chuvas, pois os níveis pluviométricos ficaram mais concentrados no Sul, no Norte, Sudeste e Nordeste.

O meteorologista do INMET, Heráclio Alves, explica que sofremos com baixas temperaturas, em todo Brasil. “Em relação às temperaturas, elas ficam mais baixas principalmente na região Sul, na região Sudeste, em áreas também do Centro-Oeste, especialmente aqui no leste de Goiás, leste do Mato Grosso do Sul é onde as temperaturas ficam mais amenas, as manhãs ficam mais geladas.” 

As regiões que terão mais relevância em relação às condições do tempo durante essa semana serão principalmente a região Sul, como o Rio Grande do Sul e as áreas serranas, marcadas por temperaturas baixas. Também não se descarta a possibilidade de alguma formação de geada nas primeiras horas da manhã, nessa região, devido ao tempo frio e seco. Durante a tarde as máximas não devem passar dos 32° graus. Já a região Centro Oeste, devido a baixa umidade, terá uma semana mais tranquila em relação aos outros extremos do país, com máximas de até 36° graus.

A influência do El Niño

O fenômeno climático El Niño se origina a partir do aquecimento das águas equatoriais do oceano Pacífico. E quando ele ocorre influencia o clima em várias partes do planeta. No território brasileiro, está associado à redução e a regularidade das chuvas na região Norte e Nordeste do Brasil. A passagem do fenômeno pelo país deixou o Nordeste marcado por maior incidência de chuvas e aumento das temperaturas. Já na região Sul, o evento causou grandes danos com a elevação das chuvas nessa localidade. Para este período do inverno, até a primavera, a tendência é que aumente a nebulosidade e que o tempo se mantenha seco nas demais regiões.

Para o meteorologista, o fenômeno pode causar aumento das frentes frias. “O fenômeno El Niño tende a intensificar justamente os sistemas que atuam durante esse período. Então o avanço das frentes frias vai ser com mais frequência durante esse período”.

Alves também afirma que a região Norte terá chuvas concentradas em Roraima, Amapá e Pará, devido ao calor da alta umidade. “Na região Norte do país as chuvas seguem bem mais concentradas na faixa norte, ali entre grande parte do Amazonas, Roraima e também Amapá — e em áreas do norte do Pará, devido ao calor da alta umidade. Nas demais áreas da região persiste a nebulosidade reduzida”. 

Fonte: Brasil 61

Circuito Serrano: cerca de mil pessoas participam de evento esportivo em Sobradinho

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Primeira edição da corrida e caminhada do Circuito Serrano contou com 30 participantes na categoria de Pessoas com Deficiência

“É meu hobby. Um esporte que eu amo é a corrida de rua. Vim para competir com os meninos e superar os meus limites”, declarou Júlio César Gomes Ribeiro, vencedor do percurso de 5 quilômetros da 1ª corrida e caminhada do Circuito Serrano. O evento ocorreu na manhã deste domingo (25), em Sobradinho, com largada e chegada na Avenida Contorno, no Parque Ecológico dos Jequitibás. A programação foi em celebração ao aniversário de 63 anos da cidade, comemorado no dia 13 de maio.

Júlio César Gomes Ribeiro veio de Aparecida de Goiânia e venceu a prova de 5 km | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

Júlio César veio de Aparecida de Goiânia e se disse muito feliz pela conquista. “Tem uns atletas muito fortes aqui e consegui ganhar, mesmo com a idade avançada. Estou com 46 anos. É muito importante esse incentivo público à prática do esporte para sair do sedentarismo”, acentuou o motorista de caminhão.

“A gente está, junto com o governo, trazendo a cultura do esporte outdoor para a área serrana. Valorizamos o esporte de Sobradinho, temos inúmeros atletas campeões, não só na modalidade de corrida de rua, mas também ciclismo, entre outros”Salvan Cavalcante, um dos organizadores do Circuito Serrano

Com fomento de R$ 150 mil da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, o evento tinha percursos de 5 km e 10 km, além da caminhada de 3 km. Cerca de mil pessoas participaram da largada, que foi dada por volta das 8h.

O secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro, afirmou que “a intenção é proporcionar maior participação da comunidade nas corridas, uma vez que eventos como este, incentivam a manutenção da qualidade de vida por meio do esporte.”  “Hoje estamos aqui celebrando os 63 anos de Sobradinho da melhor maneira possível, com muita prática esportiva. Para nós é uma alegria muito grande fazer parte deste momento, e de uma maneira tão salutar. A nossa cidade se consagra como a capital do esporte, e paralelo a isso, também se mantém como cenário ideal para a realização de corridas de rua”, completou.

O subsecretário do Esporte, Carlos Pontes, ressaltou a importância do evento como uma oportunidade de promover a saúde e o bem-estar. “É gratificante presenciar um um momento como esse, poder conhecer o parque e promover a integração social por meio do esporte. Sobradinho merece um evento como esse e com certeza será o primeiro de muitos que virão”, destacou.

Esporte e inclusão

Cristiano de Lima Nogueira se superou e bateu a marca pessoal na prova para PcDs

O circuito também contou com uma categoria para Pessoas com Deficiência (PCD) andantes, da qual cerca de 30 atletas fizeram parte. Entre eles, o jovem de 26 anos Cristiano de Lima Nogueira. O estagiário fez os 5 quilômetros em um tempo aproximado de 28 minutos. Ele descreveu a corrida com a palavra “superação”.

“Na corrida é muito importante essa categoria. Na minha cidade quase nunca tem para PCD e hoje pude participar. Quando eu comecei fazia 36 minutos, foi muito bom meu tempo de hoje e quero melhorar cada vez mais”, pontuou Cristiano.

Salvan Cavalcante, um dos organizadores do circuito, reforçou a importância da categoria no evento. “O esporte está aqui para a gente fazer inclusão”, afirmou. O organizador também falou sobre a importância do incentivo ao esporte para a comunidade de Sobradinho. “A gente está, junto com o governo, trazendo a cultura do esporte outdoor para a área serrana. Valorizamos o esporte de Sobradinho, temos inúmeros atletas campeões, não só na modalidade de corrida de rua, mas também ciclismo, entre outros”, observou

Sol Nascente cada vez mais perto de ser uma cidade totalmente urbanizada

Governo Ibaneis já investiu R$ 144 milhões e prevê mais R$ 185 milhões para obras de urbanização na região

O sonho dos moradores do Sol Nascente/Pôr do Sol de ter uma cidade completamente urbanizada está cada vez mais perto de se realizar. Trata-se de uma meta do Governo do Distrito Federal (GDF), que vem se concretizando desde 2019, quando a cidade se tornou uma região administrativa pelas mãos do governador Ibaneis Rocha.

Desde então, o GDF tem trabalhado incessantemente em promover condições dignas aos moradores da região, com mais recursos e equipamentos públicos. Somente no Trecho III, o governo investe mais de R$ 150 milhões em serviços de infraestrutura.

São 12 lagoas de detenção e outras três novas redes de drenagem de águas pluviais com extensão de 4,7 quilômetros que passam pelas principais regiões afetadas pelas chuvas. O complexo de escoamento da água da chuva promete acabar com os problemas de enchentes e enxurradas pelas ruas e avenidas na região.

“Estamos trabalhando em várias frentes e com todos os tipos de serviços necessários para a região: escavação, drenagem e pavimentação. O grande momento é a pavimentação, porque é o que o morador quer. A gente tem tentado seguir uma sequência e, aos poucos, as coisas vão acontecendo”, defendeu o secretário de Obras do DF, Luciano Carvalho, durante visita às obras.

Os funcionários trabalham de segunda a sábado para adiantar a obra durante o período de estiagem. O Trecho II já está praticamente concluído. Falta finalizar as calçadas em algumas vias. O GDF já investiu R$ 68 milhões e pretende aplicar mais R$ 1,4 milhão neste trecho. A população do Trecho II já conta com drenagem de águas pluviais e pavimentação com massa asfáltica nas vias principais e bloquetes nas vias residenciais.

Já no Trecho I, as obras em andamento são de drenagem, pavimentação e infraestrutura urbana do perímetro que não havia sido contemplado inicialmente. O valor já investido nesta região é de R$ 51 milhões, com previsão de mais R$ 28 milhões.

O garçom Rafael Rodrigues Nobre aposta no fim da poeira e da lama na região

No Trecho III, atualmente, as equipes trabalham na construção de mais cinco lagoas de detenção para receber as águas pluviais. Simultaneamente, os funcionários atuam na construção de mais três galerias de drenagem e na pavimentação das ruas residenciais com bloquetes. Neste trecho, o GDF já investiu R$ 25 milhões, com expectativa de aplicar mais R$ 156,4 milhões.

“Essa é uma promessa do nosso governador que está se cumprindo, principalmente no Trecho III. É um dos setores mais carentes que precisa da nossa atenção e estamos entrando com tudo”, afirmou o administrador regional Claudio Ferreira.

Samuel Ferreira da Costa, pintor de 54 anos, estava passando pelo local e, assim que viu a movimentação das equipes, parou para acompanhar os trabalhos. “Resolvi descer do carro para ver o que estava acontecendo. Gosto de analisar e ver como está ficando porque é uma expectativa muito grande para concluir logo. É uma sensação de melhora porque saímos do barro e da terra para ganhar asfalto”, compartilhou.

O morador Rafael Rodrigues Nobre, 34 anos, também está ansioso para a conclusão das obras. “Vai ser muito bom. Demorou, mas chegou. Vai acabar com a poeira e a lama, estava precisando muito disso”, concluiu o garçom.

Andamento da obra

⇒ Trecho I
65% dos serviços executados
Valor já investido: R$ 51 milhões
Valor a investir: R$ 28 milhões

⇒ Trecho II
85% dos serviços executados
Valor já investido: R$ 68 milhões
Valor a investir: R$ 1,4 milhão

⇒ Trecho III
25% dos serviços executados
Valor já investido: R$ 25 milhões
Valor a investir: R$ 156,4 milhões

Nos três trechos estão em execução os serviços de pavimentação asfáltica, drenagem, instalação de meios-fios, construção de calçadas, sinalização horizontal e vertical, além de bacias de detenção.

Arte: Agência Brasília

Autismo e bullying: quais os sinais de que uma criança autista está sofrendo com comportamentos agressivos?

Pesquisa mostra que 77% das crianças com autismo relatam ter sofrido bullying no ambiente escolar

Crianças e adolescentes no espectro do autismo são algumas das principais vítimas do bullying, violência que pode vir tanto de forma física quanto psicológica (através de palavras de ameaça e provocações). Segundo Bruna Manzolli, terapeuta parceira da Genial Care, “isso é recorrente porque pessoas no espectro, ou neurodivergentes, apresentam comportamentos atípicos, ou seja, atitudes que não são esperadas de acordo com a sociedade típica, e por isso são julgadas”.

Infelizmente, o bullying ainda é um comportamento agressivo que se faz presente, principalmente, no ambiente escolar, ou até mesmo em pequenos grupos de amigos e atividades extracurriculares. Dados do IBGE mostram que mais de 40% dos estudantes adolescentes admitiram já ter sofrido com a prática de “bullying”, de provocação e de intimidação. Além disso, uma pesquisa canadense indicou que 77% das crianças com autismo relataram ter sofrido bullying no ambiente escolar.

A Lei nº 13.185, em vigor desde 2016, classifica o bullying como intimidação sistemática, quando há violência física ou psicológica em atos de humilhação ou discriminação. A classificação também inclui ataques físicos, insultos, ameaças, comentários e apelidos pejorativos, entre outros.

O bullying pode causar danos graves à saúde emocional e mental, resultando em baixa autoestima, ansiedade, depressão, transtornos alimentares, insônia, entre outros problemas. “Infelizmente, muitas pessoas ainda têm preconceito em relação ao autismo. Isso porque muitas vezes não compreendem ou não tem conhecimento acerca do TEA, e caem em pré-conceitos que estão enraizados há anos. Crianças e adolescentes diagnosticadas com transtornos do neurodesenvolvimento, como o autismo, vivenciam vários tipos de desafios na escola. Isso pode ser devido à dificuldade da comunicação e também ao relacionamento com outras crianças”, ressalta Bruna Manzolli.

Segundo a especialista, crianças e adolescentes com outros tipos de transtornos do neurodesenvolvimento, como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Síndrome de Tourette e Deficiência Intelectual, também estão mais propensas a serem vítimas do bullying; em comparativo com pessoas não neurodiversas.

É comum que algumas pessoas fiquem com medo de denunciar que estão sofrendo bullying, ou que não consigam se comunicar a respeito da agressão que estão recebendo. Por este motivo, é muito importante observar possíveis sinais.

 

Sinais de que uma pessoa autista é vítima do bullying

Alguns sinais de que alguém pode estar sofrendo bullying incluem:

  • Mudanças no comportamento ou humor: por exemplo, quando de repente a pessoa que tende a entrar e sair da escola de forma tranquila começa a demonstrar aversão pelo ambiente, com choros e comportamentos não esperados para seu perfil, mudança na socialização com pessoas que se sente confortável, começa a ter comportamentos evitativos, de fuga e se isola ou fica quieta, além do esperado.  isso pode ser um sinal de que algo está errado. Também podem ocorrer mudanças de humor, como irritabilidade, tristeza ou ansiedade;

  • Queda no desempenho escolar: o desempenho escolar cair repentinamente pode ser um sinal de que está sofrendo bullying, pois sente muita distração ou incapacidade de se concentrar;

  • Lesões físicas inexplicáveis: se alguém apresentar ferimentos inexplicáveis, como hematomas, arranhões ou cortes, isso pode ser um sinal de que ele está sendo agredido;

  • Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas: se alguém de repente perder o interesse em atividades que antes adorava, pode ser um sinal de que ele está se sentindo desmotivado ou triste;

  • Alterações no padrão de sono ou alimentação: quando surgem problemas de sono ou apetite, isso reflete diretamente em comportamentos de ansiedade e depressão, resultado de traumas gerados pelo bullying.

 

“É importante dizer que esses sinais não garantem necessariamente que a criança ou adolescente com autismo esteja sofrendo bullying, mas podem indicar que algo não está certo. Se os cuidadores suspeitarem de algo, é possível buscar abertura para uma conversa e oferecer apoio. Porém, para algumas pessoas com autismo que possuem dificuldades de socialização, nem sempre é possível avançar para esse lado e outras estratégias precisam ser implementadas”, pontua Bruna Manzolli.

Como ajudar pessoas autistas vítimas de bullying?

Com o bullying geralmente acontece no ambiente escolar, é preciso cobrar um posicionamento da própria unidade de ensino. Se mesmo com conversas e denúncias a escola não está tomando medidas adequadas para proteger a criança e o adolescente, você pode seguir os seguintes passos:

 

  • Peça à escola que apresente um plano de ação, com etapas específicas e detalhadas das decisões que a escola irá tomar para resolver o problema e proteger a criança e o adolescente;

  • Mantenha registros detalhados de todos os incidentes de bullying que você souber, incluindo a data, hora e local. Compartilhe essas informações com a escola para que eles possam entender a extensão do problema;

  • Seja persistente: se você sentir que a escola não está levando o problema a sério, continue a contatar a escola para que haja uma resolução. E-mails ou chamadas telefônicas regulares são importantes para acompanhar o progresso e verificar se o plano de ação está sendo implementado;

  • Se a escola não tomar medidas adequadas para resolver o problema, é possível buscar ajuda externa, como um conselheiro escolar, um advogado ou uma organização que lida com questões de bullying.

Sobre a Genial Care – maior healthtech da América Latina especializada no cuidado e desenvolvimento de crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista) e orientação de seus cuidadores, unindo tecnologia e embasamento científico, por meio de plataforma própria e tratamento transdisciplinar. Além disso, possui um modelo próprio de capacitação do time terapêutico, a Genial Care Academy, para garantir o rigor clínico e qualidade no tratamento de cada família. Atualmente, conta com mais de 150 colaboradores dispostos a transformar a vida das famílias que convivem com autismo no Brasil, para que toda criança atinja seu máximo potencial. Já são três Casas Geniais em São Paulo, nos bairros Alto de Pinheiros, Paraíso e Morumbi, além dos 12 endereços que a Genial Care atende em consultórios Livance. E, nos próximos meses, serão abertas mais três unidades na capital paulista, nos bairros Santana, Tatuapé e Alphaville. Até final do ano, a expectativa é que sejam 12 Casas Geniais.

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Coluna do Fluminense | Virada heróica

Por Raimundo Ribeiro

Com uma equipe toda alterada, sem Felipe melo, Alexsander, Ganso e Cano, o Fluminense recebeu o Bahia no Maracanã.

Logo impôs seu ritmo e com apenas 10 minutos já tinha perdido 4 oportunidades de gol.
Com péssima e visível parcialidade do soprador de apito que é do DF, assim foi até os 28 minutos quando o Bahia fez 1×0 no contra ataque.

Para piorar, aos 32 minutos, o soprador não marca uma falta clara do atacante do Bahia, o lance segue e Nino faz falta, e o soprador o expulsa.

Com isso, o time fica mais nervoso e passa a errar mais os passes, mas atacando sempre apesar de ficar muito exposto aos contra ataques.

A parcialidade desse moço fantasiado de soprador de apito não engana ninguém. Está prejudicando o Fluminense, como a maioria dos outros sopradores, não marcando faltas claras, irritando os jogadores, paralisando o jogo com impedimentos inexistentes e outros atos tendenciosos. Engana os incautos, mas quem conhece os bastidores da péssima arbitragem sabe muito bem que juiz ganha jogo, e nesse primeiro tempo esse moço mostrou claramente que decorou a lição aprendendo como, disfarçadamente, se prejudica uma equipe.

Voltamos para o segundo tempo e surpreendemos os sopradores de apito virando o jogo em 5 minutos, não dando tempo prá eles impedirem a reação do time de guerreiros.

Aos 18 minutos, entra Felipe Andrade para saída de Marcelo.

Aos 33 minutos perdemos uma excelente oportunidade de liquidar a fatura chutando no travessão.

Importante denunciar também a parcialidade escandalosa da bandeirinha.

Aos 40 minutos entram Guga e Ganso para saída de Keno e Pirani.

O time recuou muito, certamente pelo esforço de jogar com menos 1 jogador desde o primeiro tempo.

O soprador de apito, junto com a bandeirinha continua tentando prejudicar o Fluminense, invertendo faltas e irritando os nossos jogadores, numa busca desesperada de empatar o jogo.

Aos 48 sai Lelê para entrada de Cano.

Apesar dos sopradores de apito, dos desfalques, dos erros de finalização nos minutos iniciais quando poderia ter liquidado a partida com pelo menos 3 gols, vencemos com o espírito de guerreiros que só quem veste a camisa do Fluminense sente.

Foi uma virada épica que só o Fluminense consegue fazer, que além de nos devolver ao G4, motiva a torcida a lotar o Maracanã na próxima terça-feira as 21 horas, para confirmar a classificação em primeiro lugar na libertadores, contra o Sporting Cristal.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Ibaneis libera licença ambiental em condomínio, beneficiando mais de 2 mil propriedades

Governador assinou autorização que regulariza obras de infraestrutura no Condomínio Mansões Entre Lagos

O governador Ibaneis Rocha assinou, neste sábado (23), a licença ambiental de instalação corretiva do Condomínio Mansões Entre Lagos – Comel. O objetivo do Governo do Distrito Federal (GDF) é trazer a regulamentação do solo, além de evitar danos ambientais na região.

O residencial Mansões Entre Lagos é um dos maiores condomínios do Distrito Federal, com 339 hectares de terra e mais de 2.400 lotes, com capacidade para abrigar cerca de 13 mil moradores, além de 174 prédios comerciais.

O residencial Mansões Entre Lagos é um dos maiores condomínios do Distrito Federal, com 339 hectares de terra e mais de 2.400 lotes | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

O governador Ibaneis Rocha reforçou o compromisso de conceder as licenças ambientais, seguindo o processo de legalização dos condomínios no Distrito Federal. “Hoje estamos entregando a licença e, daqui a pouco, estaremos entregando as escrituras, para que cada um possa ter seu terreno legalizado, sua moradia e deixar um patrimônio para sua família”, afirmou.

Ibaneis Rocha também destacou a mobilização das equipes de governo para ter o maior número de regularizações possíveis em seu mandato: “Acreditem no governo do Distrito Federal porque acabou a época da destruição e das derrubadas. O que nós temos que fazer agora é trabalhar para a legalização, para que todo mundo tenha tranquilidade e sua escritura na mão.”

Preservação nas obras

Segundo o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, as áreas de proteção de mananciais e áreas onde há solos hidromórficos devem ser preservadas, entre outras condicionantes ambientais. O processo de regularização da área ocorre em paralelo na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e na Agência de Desenvolvimento (Terracap).

“A população aqui não dormia tranquila porque não tinha a condição de ter a escritura do lote. Essa licença ambiental determina regras para que esses lotes possam ser regularizados”, pontuou Nemer.

Para o síndico do Condomínio Mansões Entre Lagos, Elizeu de Souza, a licença ambiental significa concluir obras de drenagem e pavimentação no condomínio que estão paradas. São 40 quilômetros de asfalto concluídos e seis quilômetros ainda sem pavimentação. “É mais um passo no caminho da regularização fundiária”, destacou o síndico.

“A população aqui não dormia tranquila porque não tinha a condição de ter a escritura do lote. Essa licença ambiental determina regras para que esses lotes possam ser regularizados”Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental

O casal Vanda Gomes e Edison Alves mora no condomínio desde 1994. Eles contam que a residência deles foi uma das primeiras do Entre Lagos.
“Estamos aqui há 29 anos, minha filha nasceu aqui, vimos o crescimento do condomínio e passamos por uma batalha. A licença é uma conquista pra gente, um retorno de paz e tranquilidade”, ressaltou a dona de casa.

O marido destacou, além da licença, outras obras do governo, como a iluminação pública instalada na região e a duplicação da da pista DF-250, que fica na entrada do Entre Lagos. “Acredito que é uma tendência deste governo acompanhar esses loteamentos dentro das normas a serem seguidas. Facilita a vida de todos ter nossa tão almejada escritura. Nós nos sentimos muito mais seguros com isso, além de trazer mais conforto para a nossa região”, reforçou o servidor público.

Entregas no Itapoã

Durante seu governo, Ibaneis Rocha já entregou a duplicação da DF-250, um trecho de 5,3 km, que beneficia mais de 30 mil motoristas diariamente no Itapoã, além de outras obras como a Praça dos Direitos, o estacionamento da Unidade Básica de Saúde 3, a ciclovia da Rota do Cavalo e a Escola Classe 502, com capacidade para até 1,3 mil alunos.

Além disso, estão em andamento construções como o Viaduto do Itapoã/Paranoá, a Escola Classe 203 e habitações no Setor Habitacional Itapoã Parque, que já teve mais de 2,5 moradias entregues.

Novacap | Canteiros da Rodoviária do Plano Piloto recebem 8 mil mudas

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‌As 650 mil pessoas que passam por lá diariamente podem admirar espécies como dracenas, irisinas e vincas

A Rodoviária do Plano Piloto está mais colorida. É que os 23 canteiros que existiam no local foram todos recuperados. Desde 17 de maio, quem passa por lá pode contemplar a beleza de dracenas, vincas, irisinas e agapantos, entre outras espécies. A área verde de 1.035 m² recebeu, pelas mãos da Novacap, 8 mil mudas de flores e 515 m² de grama.

Recuperação dos canteiros demandou um mês de trabalho das equipes do Departamento de Parques e Jardins da Novacap | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

‌Além de embelezar, o plantio dos canteiros deixa o ambiente menos estressante para os mais de 650 mil frequentadores diários do local. O administrador da Rodoviária do Plano Piloto, Josué Martins, afirma que tornar o visual do espaço mais harmônico foi uma determinação direta do governador Ibaneis Rocha.

‌“Também estamos pintando a rodoviária, recuperando os banheiros e melhorando a iluminação”, relata o gestor. “O ganho com todos esses cuidados não é apenas dos usuários do local. Nós, servidores, e outros 6.800 trabalhadores fixos que atuam na rodoviária também somos beneficiados.”

Trabalho minucioso

Amanda dos Santos lembra a necessidade de preservar as áreas verdes

‌De acordo com o chefe do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Raimundo Oliveira, a recuperação dos canteiros levou um mês para ser concluída. “Começamos os serviços em 17 de abril, com a ajuda de 25 servidores, e, depois de 30 dias, entregamos todos os canteiros das áreas adjacentes à rodoviária recuperados”, conta.

‌Quem passa por lá todos os dias tem aprovado o novo colorido. É o caso do vendedor João Vitor Pires, 41, que sempre aprecia as flores da rodoviária. “Ficou bonito, né?”, comenta “Fora que combina com Brasília, uma cidade que tem canteiros verdes para todos os lados”, observa. “Agora o pessoal tem que zelar pelas plantas”.

‌A preservação das áreas verdes é a grande preocupação da panfleteira Amanda dos Santos, 18. “Para que todos possam curtir os canteiros, as pessoas não podem jogar lixo nem arrancar as flores”, ensina. “Se cuidarmos direitinho, todo mundo vai poder começar e terminar o dia com mais alegria”.