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Sabatina Correio: Samara defende nomeação de 3 mil aprovados na Educação

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Pré-candidata do UP ao governo do Distrito Federal propõe novo certame para professores e ampliação de estrutura escolar durante sabatina do Correio Braziliense

Da Redação

Durante sabatina realizada pelo Correio Braziliense, a pré-candidata ao governo do Distrito Federal pelo Unidade Popular, Samara Mineiro, defendeu a nomeação dos 3 mil aprovados no último concurso da Secretaria de Educação e a realização de um novo certame para recompor o quadro de professores.

Professora da rede pública do GDF, ela afirma que o excesso de professores temporários tem provocado sobrecarga na rede e prejudicado a qualidade do ensino. “É fundamental que a gente nomeie todos os aprovados do último concurso, que são 3 mil e ainda estão esperando essa nomeação. Só esses 3 mil não são suficientes para suprir a demanda da rede. Então, é fundamental que a gente faça um novo concurso após a nomeação desses concursados”, afirma.

A candidata também propõe a contratação de psicólogos, orientadores educacionais e outros profissionais para reduzir a sobrecarga nas escolas. Segundo ela, o número elevado de estudantes por sala também impacta a qualidade do ensino. Na educação integral, Samara defende que o governo amplie não apenas a jornada dos estudantes, mas também a estrutura disponível nas escolas.

Para ela, o modelo atual prioriza o tempo de permanência dos alunos, sem oferecer condições adequadas para uma formação integral. “Não é só colocar os nossos estudantes dentro das escolas como se isso, por si só, fosse suficiente. A gente precisa dar as condições para que os profissionais desenvolvam bem essa educação e para que esse estudante possa plenamente se desenvolver como pessoa, como ser humano”, diz.

Entre as medidas propostas estão a construção de novas escolas, a ampliação dos espaços escolares e a criação de ambientes adequados para atividades esportivas e culturais, como teatro, cinema e informática.

A candidata também critica a atual gestão de Ibaneis Rocha e Celina Leão pela falta de investimentos na construção de novas unidades.

 

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