GDF autoriza início de nova fase das obras no Teatro Nacional

Obras incluem Sala Villa-Lobos e modernização de espaços culturais

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Obras incluem Sala Villa-Lobos e modernização de espaços culturais

Brasília, 19 de março de 2026 — O Teatro Nacional Claudio Santoro avança em seu processo de revitalização com o início da segunda fase das obras, autorizada pelo governador Ibaneis Rocha. A nova etapa prevê a reforma da Sala Villa-Lobos, considerada a principal do complexo, além do foyer, do Espaço Cultural Dercy Gonçalves e da Sala Alberto Nepomuceno. O investimento total é de R$ 268,3 milhões.

De acordo com o chefe do Executivo, o projeto exige cuidados técnicos específicos por se tratar de um patrimônio histórico, com intervenções que precisam da aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. A expectativa é devolver o equipamento cultural plenamente funcional para receber grandes espetáculos locais e nacionais.

A vice-governadora Celina Leão ressaltou a importância do teatro como símbolo cultural e destacou que a conclusão das obras deve consolidar o espaço tanto na memória quanto no futuro da capital.

Claudio Abrantes: “A Villa-Lobos é a grande sala, é uma sala icônica, que vai ser entregue para a população em altíssimo nível, no nível das grandes salas do país e do mundo”

Os serviços serão executados pelo Consórcio Porto Belo Brasil, sob coordenação da Companhia Urbanizadora da Nova Capital, e incluem não apenas restauração, mas também modernização. Entre as melhorias previstas estão adequações em acessibilidade, sistemas de combate a incêndio e aprimoramento acústico e cenográfico.

O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, destacou o impacto da reabertura gradual do teatro. Segundo ele, a Sala Martins Pena, entregue na primeira etapa, recebeu mais de 150 espetáculos em um ano, evidenciando a demanda da população por espaços culturais.

O Teatro Nacional havia sido fechado em 2014 devido à necessidade de reformas estruturais. A reabertura parcial ocorreu em dezembro de 2024, após intervenções iniciais que incluíram atualização das instalações elétricas e hidráulicas, criação de saídas de emergência e substituição de materiais inadequados, com investimento de R$ 70 milhões.

Com a nova fase, o governo pretende concluir a recuperação de um dos principais equipamentos culturais do país, ampliando o acesso da população à arte e à cultura.

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