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Agências oferecem 152 vagas de emprego com salários de até R$ 3,7 mil

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Maior número de vagas é destinado para marceneiros, lavadores de carros e vendedores internos, sem exigência de experiência

As agências do trabalhador estão com 152 vagas disponíveis no Distrito Federal nesta segunda-feira (11), com salários variando entre R$ 1,4 mil e R$ 3,7 mil. As maiores ofertas de vagas são para as funções de marceneiro, lavador de carros e vendedor interno, sem exigência de experiência.

A maior remuneração, de R$ 3,7 mil mais benefícios, é destinada ao cargo de mecânico de automóvel, na Asa Sul. Não é necessário que o candidato tenha trabalhado anteriormente na área.

Também estão abertas oportunidades dedicadas a pessoas com deficiência (PcD): duas de auxiliar administrativo na Asa Sul (R$ 1.412); duas para massoterapeuta na Asa Norte (R$ 500, a quinzena); duas para porteiro no Gama (R$ 1.500); uma para profissional de educação física na saúde; e outras duas para recepcionista e secretária, ambas com salários de R$ 500, a quinzena.

Os interessados podem cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana.

Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo Sine Fácil.

Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Marli defende proteção ao que estão na linha de frente contra a dengue

Em entrevista ao Radar Político, presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde do DF destaca a necessidade de imunização de agentes de saúde aos comunitários que estão na linha de frente do combate a dengue

Crianças e adolescentes ficarão em observação após vacina contra a dengue

Secretaria de Saúde reforça procedimentos de segurança e imunizados terão que permanecer de 15 a 30 minutos nas unidades de saúde. Medida segue orientação do Ministério da Saúde

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) reforçou os procedimentos de segurança para a aplicação de vacinas contra a dengue. Agora, as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos devem passar 15 minutos em observação na unidade de saúde após o recebimento da dose. Quem tem histórico de reações alérgicas graves terá que aguardar 30 minutos até a liberação.

A medida foi tomada por recomendação do Ministério da Saúde (MS), após serem notificados seis casos de reações alérgicas graves supostamente relacionados à vacinação, sendo dois deles no DF. “A situação é rara, foram dois casos em 47 mil doses aplicadas. Ainda assim, nossa vigilância está atenta e reforçamos os procedimentos”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

A gestora lembra ainda que a incidência de dengue na capital federal é de 3870,2 casos para cada grupo de 100 mil pessoas – número bem superior ao registrado de reações graves ao imunizante. “A vacinação é segura e convidamos as famílias de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos para garantir essa proteção”, acrescenta.

Nas salas de vacina, além do tempo de espera após a aplicação das doses, antes da imunização, os servidores irão reforçar as orientações a respeito do histórico de alergias. Há, ainda, a capacidade para atender rapidamente a eventuais reações alérgicas. Por fim, haverá um intervalo mínimo de 24 horas para que o grupo prioritário receba qualquer dose do esquema vacinal contra outras doenças.

“A situação é rara, foram dois casos em 47 mil doses aplicadas. Ainda assim, nossa vigilância está atenta e reforçamos os procedimentos”

Lucilene Florêncio, secretária de Saúde

As medidas ajudam a garantir uma resposta rápida e efetiva no caso de reação pós-vacinação, minimizando o risco às pessoas imunizadas e auxiliando na segurança da vacinação em geral.

Todas essas orientações adicionais foram aprovadas pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi), formado por servidores de diversos setores da SES-DF, como vigilância epidemiológica, infectologia e pediatria, além de representantes da Sociedade Brasileira de Imunizações no DF e da Sociedade de Infectologia do DF.

Segundo a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, as novas medidas são consideradas como precauções. “O Brasil foi o primeiro país a introduzir a vacinação em massa contra a dengue e, diante da introdução de uma nova vacina, eventos adversos inesperados podem ser identificados a partir da farmacovigilância efetiva,” diz. Por isso, foi reforçado o cuidado para a correta identificação de reações graves. “Se ocorrer algo, a equipe de saúde está preparada para reconhecer e atender aos usuários”, lembra.

Vale ressaltar que todas as demais vacinas disponíveis, incluindo as doses contra a covid-19, continuam à disposição normalmente, conforme preconizado pelo MS.

Casos de síndrome respiratória aguda grave avançam em todas as regiões do Brasil

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Das 27 capitais, 18 registraram tendência de crescimento do número de casos nas últimas seis semanas

Todas as regiões do Brasil apresentaram elevação do número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). O boletim Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que, apesar disso, há uma distinção em relação aos vírus respiratórios para cada área do país.

Enquanto no Centro-Sul prevalece a Covid-19, outras regiões como Sudeste registram, além da Covid, quadros de influenza, ou seja, o vírus da gripe. No Norte e no Nordeste brasileiros também houve aumento de casos de influenza, principalmente entre a população adulta.

O levantamento revela, ainda, que 18 das 27 capitais apresentam tendência de crescimento do número de casos de SRAG nas últimas seis semanas. Confira quais são:

  • Aracaju (SE)
  • Belém (PA)
  • Campo Grande (MS)
  • Cuiabá (MT)
  • Curitiba (PR)
  • Florianópolis (SC)
  • Fortaleza (CE)
  • Goiânia (GO)
  • Macapá (AP)
  • Maceió (AL)
  • Palmas (TO)
  • Porto Alegre (RS)
  • Rio de Janeiro (RJ)
  • Salvador (BA)
  • São Luís (MA)
  • São Paulo (SP)
  • Teresina (PI)
  • Vitória (ES)

Além da elevação na quantidade de casos de Covid-19 e Influenza, o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para o avanço do vírus sincicial respiratório, que costuma afetar mais crianças e idosos.

“Vemos o aumento desse impacto principalmente em crianças pequenas, de até 2 anos de idade, mas sabemos também que os idosos têm risco de vir a falecer por conta do VSR. Então, com a retomada desse vírus, tanto crianças pequenas quanto idosos têm que ficar atentos. E o VSR, em particular, vemos em todas as regiões do país com sinal de retomada, o que pode naturalmente estar associado justamente à volta às aulas, sendo um grande facilitador. É um cenário que requer bastante atenção”, disse Gomes.

Em relação aos casos de covid-19 e gripe, Gomes também pontuou que a aplicação de vacinas é uma das principais medidas que devem ser adotadas. Segundo ele, o uso de máscaras também é essencial. “A máscara diminui o risco de contrair vírus respiratório, principalmente nas unidades de saúde que, neste momento, estão recebendo muita gente infectada”, considera.

Fonte: Brasil 61

Saiba 8 exames que nenhuma mulher deve deixar de fazer anualmente

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No Brasil, pelo menos 43% das mulheres não fazem acompanhamento médico periódico

O dia da mulher é comemorado internacionalmente desde 1977. A data ganhou visibilidade mundial depois de um incêndio que matou 129 mulheres que lutavam por melhores condições de trabalho, em NY no ano de 1908.

Segundo dados de pesquisas feitas em 2023, pelo menos 43% das brasileiras não fazem exames ginecológicos de rotina e mais de 4 milhões delas sequer visitaram um médico ginecologista. Os números são alarmantes e nos convida, nessa data especial, a dar atenção à saúde das mulheres em nossa volta.

Mais que uma data para presentear e homenagear, 8 de março serve também para conscientizar mulheres sobre a necessidade do autocuidado e a realização periódica de exames. Uma rotina intensa, problemas financeiros e muitos outros pontos acabam fazendo grande parte das brasileiras negligenciar a própria saúde.

A médica Ginecologista especialista em saúde da mulher Dra. Beatriz Tupinambá listou 8 exames anuais que não podem faltar na rotina feminina:

  • Hemograma completo: Serve para identificar possíveis alterações que podem ocasionar anemia; leucemia; causas de fraqueza, febre e perda de peso; infecções virais e bacterianas; alergias etc.
  • US Transvaginal: O exame detecta doenças na região pélvica como: endometriose, pólipos, miomas, gravidez nas trompas, tumores de ovários etc.;
  • US das Mamas: Para as mulheres mais jovens (até 35 anos). Esse exame tem o objetivo de detectar lesões, cistos, nódulos e tumores nas mamas;
  • US de abdômen total: Detecta alterações no fígado, vesícula biliar, rins, pâncreas, bexiga e grandes vasos;
  • Papanicolau: É recomendado que ele seja feito regularmente a partir dos 18 anos, independentemente da vida sexual da mulher. É um teste realizado para detectar alterações nas células do colo do útero;
  • Mamografia: Essencial para mulheres acima dos 40 ou 35 em casos de histórico familiar;
  • Colesterol e triglicerídeos: A partir dos 40 anos, o exame de sangue deve ser feito uma vez por ano;
  • Exame de urina: O exame de urina é feito por meio da coleta de material e é importante para verificar infecções urinárias e alteração no funcionamento dos rins.

Pesquisa aponta que obesidade atinge 22% da população do DF

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Alto índice de sobrepeso aumenta as chances de doenças crônicas e outras complicações; políticas públicas de prevenção do GDF envolvem integração de áreas como Saúde, Educação e Esporte

O mundo alcançou a marca de 1 bilhão de pessoas obesas. Quem deu o alerta foi a Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 1º deste mês, quando apontou que uma em cada oito pessoas do planeta, o equivalente a 12,5% de uma população estimada em 8 bilhões de indivíduos, está muito acima do peso. A pesquisa, considerada uma das mais completas sobre o tema, entrevistou 220 milhões de pessoas em 190 países e deixou médicos e governantes em estado de tensão.

Cedoh também faz o acompanhamento de pacientes que não atingiram o resultado satisfatório em tratamentos anteriores | Foto: Arquivo/Agência Brasília

“Quanto maior o grau de obesidade, maior a chance de aparecimento de outras complicações”

Flávia Franca Melo, referência técnica distrital em endocrinologia da Secretaria de Saúde

No Distrito Federal, a preocupação com o tema é ainda mais urgente. Levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta que 22% da população da capital se autodeclara obesa, percentual que representa um em cada cinco habitantes. O número coloca a obesidade entre as doenças crônicas mais prevalentes em toda a população do chamado “quadradinho”, um motivo de atenção para o Governo do Distrito Federal (GDF).

Parâmetros

Mas, afinal, quando uma pessoa passa a ser considerada obesa? “Quando o índice de massa corporal está acima de 30”, responde a endocrinologista Flávia Franca Melo, referência técnica distrital (RTD) na especialidade. A medida internacional é calculada dividindo-se o peso pelo quadrado da altura. Uma pessoa que mede 1,70 metro, por exemplo, é considerada obesa quando o ponteiro da balança ultrapassa os 86,7 kg.

‌Existem três graus de obesidade, que variam de acordo com o índice de massa corporal (IMC) do indivíduo:

-> Obesidade 1 – IMC de 30 a 34,9;

-> Obesidade 2 – IMC de 35 a 39,5;

-> Obesidade 3 – IMC de 40 para cima.

“Quanto maior o grau de obesidade, maior a chance de aparecimento de outras complicações”, alerta Flávia. “Problemas articulares; resistência à ação da insulina, podendo levar à diabetes; pressão alta; problemas cardiovasculares… tudo isso está relacionado à obesidade. E pelo menos 50% dos casos de câncer de endométrio também. É uma doença que prejudica o funcionamento do organismo como um todo.”

Tratamentos

Todas as sete regiões abarcadas pela rede pública de saúde do Distrito Federal contam com endocrinologistas, que recebem pacientes mediante encaminhamento dos médicos da família. “Por enquanto, os cuidados são baseados principalmente em mudanças de estilo de vida”, afirma Flávia. “Mas já aprovamos o uso no SUS [Sistema Único de Saúde] de uma substância chamada liraglutida, que tem se mostrado eficaz no tratamento contra a obesidade”.

O medicamento será usado em obesos que tenham diabetes tipo 2 associada a problemas cardiovasculares e também em adolescentes entre 12 e 18 anos. “No momento, a licitação para a compra da substância está em andamento. Em breve, teremos mais essa opção de tratamento”, garante a médica.

Após dois anos de acompanhamento multiprofissional, o paciente pode ser encaminhado para a cirurgia bariátrica, caso se enquadre nos graus 2 ou 3 de obesidade e não tenha obtido resultados positivos

Além do acompanhamento com endocrinologista, a rede pública de saúde do DF oferece aproximadamente 55 nutricionistas que investem na mudança de hábitos dos pacientes para vencer a obesidade. A porta de entrada para o serviço também são os médicos da família, lotados nas unidades básicas de saúde.

“Promovemos atendimentos individuais e em grupo, além de trabalharmos com uma equipe multiprofissional formada por psicólogos, fisioterapeutas e assistentes sociais”, explica a gerente de Serviços de Nutrição da Secretaria de Saúde (SES-DF), Carolina Gama. “Quando os objetivos não são alcançados, o paciente pode ser encaminhado ao Cedoh [Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão] para um atendimento mais particularizado.”

O paciente passa por dois anos de acompanhamento multiprofissional. Caso não obtenha resultados positivos, a cirurgia bariátrica pode ser recomendada. Para fazer o procedimento pela rede pública de saúde, é preciso ter obesidade grau 2 com comorbidades ou ser diagnosticado com obesidade grau 3.

Prevenção

Mais do que oferecer tratamento contra a obesidade, o GDF tem investido na prevenção da doença. “Em parceria com a Secretaria de Educação, procuramos incentivar hábitos saudáveis desde a infância”, relata Carolina. “A orientação é que a alimentação da criança seja composta principalmente por alimentos in natura ou minimamente processados”.

Frutas, verduras, legumes, ovos, leite, carnes e grãos devem ser a base do cardápio dos pequenos. Alimentos processados precisam ser consumidos com moderação. Já os ultraprocessados devem ser evitados, por serem ricos em aditivos, corantes e conservantes. As bebidas açucaradas também devem ser dispensadas.

“Estimulamos, ainda, a prática de atividade física – pelo menos 150 minutos por semana, se a intensidade do exercício for moderada; para isso, contamos com o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer”, recomenda Carolina. “Todo esse engajamento mostra que a obesidade é um problema muito mais amplo, que não se restringe à Secretaria de Saúde.”

 

Nenhuma aposta acerta a Mega-Sena e prêmio vai para R$ 12 milhões

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Dezenas sorteadas foram  02 – 18 – 19 – 35 – 45 – 60

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.698 da Mega-Sena, que foi sorteado na noite deste sábado (9), no Espaço da Sorte, em São Paulo. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 12 milhões para o próximo sorteio.

As dezenas sorteadas foram  02 – 18 – 19 – 35 – 45 – 60

A quina teve 43 apostas ganhadoras, e cada um vai receber R$ 57.263,31. Outras 3.144 apostas acertaram quatro números e receberão R$ 1.118,83 cada.

As apostas para o próximo sorteio, na terça-feira (12), podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Coluna do Fluminense | Derrota de Diniz

Por Raimundo Ribeiro

Após uma semana de treinamentos, o Fluminense foi para o primeiro jogo da semifinal tentando fazer marcação alta, mas logo o adversário superava essa marcação e passou a ocupar o nosso campo ofensivo.

A partir dos 20 minutos, conseguimos sair jogando e tocando a bola, e assim Diogo Barbosa perdeu uma boa oportunidade.

O Flamengo leva perigo sempre em razão dos erros de passe seguidos do nosso meio campo, o que mostra que a entrada de Renato Augusto no lugar de André não surtiu efeito até agora, pois não melhorou a saída de bola e fragilizou a marcação.

Foram tantos erros de passe e de posicionamento que o Flamengo fez 1×0 no final do 1o. tempo.

O Fluminense foi um time confuso, que não sabia marcar a saída de jogo do adversário, o meio campo sem combatividade nenhuma pois Ganso e Renato Augusto não sabem marcar com intensidade, e com isso a defesa fica exposta a todo momento, só se salvando desse teatro de horrores o Felipe Melo.

Enfim, o Fluminense foi totalmente dominado sob o aspecto tático, e saiu barato esse placar mínimo.

Voltamos para o segundo tempo com Marcelo no lugar de Diogo Barbosa
e para nossa sorte, 3 minutos depois sai Ganso machucado para entrada de Lima.
Corrigido o erro na escalação, o Fluminense passou a dominar o jogo, mas aos 18 minutos

Thiago Santos foi expulso em razão de uma falta em Everton.

Com isso, Diniz teve que tirar Renato Augusto para recompor a defesa, entrando Manoel.
Com menos 1 jogador, o time consegue segurar o adversário, só sendo atacado em razão dos constantes erros de passe.

Aos 36 minutos saem Felipe Melo e Keno, entrando Antônio Carlos e Lelê.

Aos 45 minutos, o Flamengo fez 2×0.

Essa derrota é culpa exclusiva de Diniz que escalou mal o time, substituiu mal, e foi ajudado pela sorte quando Ganso se machucou.

O Flamengo não tem nada com isso, foi melhor a maior parte da partida (exceto nos 18 minutos da etapa final), construiu uma vantagem confortável e mereceu a vitória por 2×0.

Apesar da derrota, ainda é possível reverter essa desvantagem, se o time for escalado sem invenções, e os jogadores errarem menos passes, pois hoje abusaram de tantos erros.

No ano passado, a situação era exatamente a mesma, quando perdemos o primeiro jogo por 2×0 e no segundo fomos bicampeões goleamos por 4×1.

Torcer para que o raio caia 2 vezes no mesmo lugar.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Água encanada leva cidadania para famílias de assentamento em Sobradinho

Mais da metade dos lotes existentes já assinaram os pedidos de ligação com a nova rede de abastecimento. Cerca de 3 mil pessoas terão acesso ao insumo

Abrir a torneira e encontrar água potável agora é realidade nas residências do Assentamento Dorothy Stang, em Sobradinho. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), entregou os primeiros hidrômetros com ligação à nova rede de abastecimento neste sábado (9). Em construção desde agosto de 2023, a tubulação terá 9.837 metros e atenderá cerca de 3 mil moradores. Dos 757 lotes existentes na comunidade, 515 já assinaram os pedidos de ligação de água.

Governador Ibaneis Rocha: “Nós vamos continuar trabalhando para regularizar a área, chegando ao ponto de entregar os documentos para todos eles” | Foto: Renato Alves/ Agência Brasília

O assentamento está localizado no Setor Habitacional Nova Colina, a 30 km do Plano Piloto. O objetivo da Caesb é atender todo o setor de moradias com o fornecimento de água potável. Para isso, está sendo construído um sistema de cerca de 27 mil metros, com aporte na ordem de R$ 11,6 milhões, que beneficiará 17 condomínios e mais de 13 mil pessoas.

Na ocasião, o governador Ibaneis Rocha assinou acordo de cooperação técnica entre a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) e a Caesb que facilita a entrada dos moradores em programas habitacionais, por meio da troca de informações entre companhias. “O Dorothy Stang era uma grande preocupação nossa. Nós temos um compromisso com a população da região desde 2019. Conseguimos a aprovação da Área de Regularização de Interesse Social (Aris) em 2021, com o projeto de lei que foi encaminhado à Câmara Legislativa, e agora estamos com um avançado processo de regularização na Codhab, para que a gente possa dar tranquilidade àquelas famílias”, afirmou Ibaneis Rocha. “Nós vamos continuar trabalhando para regularizar a área, chegando ao ponto de entregar os documentos para todos eles”, acrescentou o governador.

“É o primeiro comprovante de endereço de muitas famílias, ou seja, cidadania pura”

Luís Antônio Reis, presidente da Caesb

O presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, ressaltou que o fornecimento regular de água contribui com a qualidade de vida e cidadania da população. “É o primeiro comprovante de endereço de muitas famílias, ou seja, cidadania pura. A pessoa vai poder comprar um forninho parcelado, por exemplo, além de não ter que acordar às 4h para buscar água. Ela terá um chuveiro em casa, água para lavar a louça, e ainda vai ter um endereço em uma conta oficial de uma empresa pública”, afirmou. A companhia atende mais de 3 milhões de habitantes, abastecendo 99% dos habitantes do DF.

O Dorothy Stang, portanto, é a primeira área do Setor Habitacional Nova Colina a receber o serviço público. O local é considerado Área de Regularização de Interesse Social (Aris) e está em processo de regularização fundiária desde 2022. A medida permite a implantação de infraestrutura na região.

O administrador regional de Sobradinho, Gutemberg Tosatte, afirmou que a chegada do recurso comprova o compromisso de cuidar da região. “É uma conquista para essa comunidade, que sofre há muitos anos com esse problema, como todo setor Nova Colina. O que podemos fazer sem água, né? É um princípio básico de saneamento”, disse. Segundo ele, o assentamento ganhou oito papa-lixos novos e passa por ações recorrentes de recolhimento de inservíveis e recuperação das vias.

Água limpa direto da torneira

Joselane Ramos de Oliveira comemora: “É mais saúde, água encanada, água limpa” | Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

A dona de casa Joselane Ramos de Oliveira, 31 anos, é uma das beneficiadas com os novos hidrômetros. Ela revela que a comunidade já enfrentou dias inteiros sem acesso à água e que, em momentos de muita necessidade, juntavam dinheiro para a compra do insumo. “A gente pedia caminhão-pipa, que é muito caro e tinha que dividir entre a comunidade. Às vezes cada morador dava R$ 40 e ainda não era suficiente para todos”, relatou.

Agora, ela e outros moradores celebram a chegada do serviço público na região. Para Joselane, o sentimento de ver água potável saindo pelas torneiras de casa é de felicidade. “A gente vê que o governo e os órgãos públicos estão olhando pela gente, sabem que a gente está aqui, e que não estamos abandonados. É mais saúde, água encanada, água limpa”.

Os dias de Odete Freitas e Gustavo Henrique pegarem água no poço terminaram | Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

Apesar da pouca idade, o pequeno Gustavo Henrique, 7, participava da rotina de buscar água no poço. A tarefa ficou no passado, pois, agora, sai água limpa e tratada direto da torneira. “Era uma água meio transparente, meio marronzinha, às vezes. Vai ser melhor agora, porque a água não tem sujeira, é muito bom ter água assim, sem passar mal, nem nada. Vamos usar para tudo: comida, beber, lavar roupa, lavar prato… e tomar banho para ir à escola, claro”, comemorou o menino.

O fornecimento regular de água potável surtirá efeitos, ainda, para a saúde dos moradores. É o que acredita a dona de casa Odete Freitas, 51, que já é atendida pelo novo sistema da Caesb. Há oito anos no local, ela relata que diversos vizinhos já adoeceram devido ao consumo de água sem tratamento. “Agora, vamos ter a dignidade que não tínhamos antes”, contou Odete, que está contente com a normalização do serviço público. “Estamos progredindo. Vão vir continhas com o nosso nome e endereço”, celebrou.

 

Primeira creche pública do Taquari atenderá 188 crianças em período integral

Com investimento superior a R$ 6,3 milhões, obra foi autorizada pelo governador Ibaneis Rocha neste sábado 

O governador Ibaneis Rocha autorizou a construção da primeira creche pública do Taquari, no Lago Norte, neste sábado (9). O novo Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) será erguido na Quadra 4 do setor habitacional e atenderá, no máximo, 376 crianças de até 6 anos, em dois turnos (matutino e vespertino), ou 188 estudantes em período integral. O investimento é superior a R$ 6,3 milhões, recurso proveniente do orçamento da Secretaria de Educação (SEEDF).

“Quando nós assumimos o governo em 1º de janeiro de 2019, eram 23 mil crianças que estavam aguardando por uma vaga na creche. Hoje, nós reduzimos esse número para menos de 6 mil e nosso objetivo é chegar a zero. Vamos entregar só neste ano mais de 17 creches para nossas crianças”, ressaltou Ibaneis Rocha. “Temos um compromisso com essas crianças e, principalmente, com as mães”, completou.

Ibaneis Rocha reafirmou o compromisso de entregar mais 17 creches à população do DF | Foto: Renato Alves/ Agência Brasília

A primeira creche do Taquari terá 1.637,63 m² de área construída. O projeto segue os padrões estabelecidos pelo Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A empresa contratada para o trabalho foi a Engemac Construtora e Incorporadora.

O espaço contará com 10 salas de aula, sala multiúso, cozinha, refeitório, despensa, rouparia, lavanderia, hall, sala de professores/reunião, secretaria, direção, almoxarifado, lactário, solário, pátio coberto, playground, parquinho e estacionamento.

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, adiantou que o próximo passo é uma escola classe na região

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, afirmou que mais unidades educacionais serão construídas na região. “A escola classe é o sequencial da creche. Então, vamos pensar em terreno para construir a escola classe perto do Cepi, para não ter que transportar as crianças pequenininhas”, disse ela, que agradeceu a parceria entre órgãos do GDF para a realização dos projetos da pasta.

Educação como prioridade

Expandir o acesso às creches públicas é uma das principais metas do GDF. Desde 2019, foram entregues unidades de ensino em Ceilândia, Samambaia, Pôr do Sol, Paranoá, Planaltina e outras regiões administrativas.

No último ano, as duas primeiras creches rurais do DF abriram as portas para a criançada. Em junho, ocorreu a inauguração do Cepi do Núcleo Rural Pipiripau II, em Planaltina, e em setembro foi a vez do Núcleo Rural Jardim II, no Paranoá. Atualmente, 17 espaços estão com obras em andamento.