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Em fase de testes, mais de 130 ônibus já circulam com pagamento digital

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As linhas circulam pelas regiões de Taguatinga, Ceilândia, Park Way, Guará e Águas Claras e já aceitam pagamentos com os cartões do sistema de bilhetagem e bancários

Desde o anúncio das mudanças no Sistema de Bilhetagem Automática (SBA) do transporte coletivo pelo Governo do Distrito Federal (GDF), no último dia 16 de maio, 134 ônibus que circulam pelas regiões de Taguatinga, Ceilândia, Park Way, Guará e Águas Claras estão operando em fase de teste com o validador habilitado para receber pagamentos por meio eletrônico.

De acordo com a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), a partir de 1º de julho, as formas de pagamento das passagens de ônibus serão ampliadas e passam a ter as opções de utilizar os cartões Mobilidade, Vale-Transporte e cartão bancário de débito e crédito. Os passageiros também poderão utilizar smartphones, smartwatches ou pulseiras inteligentes para fazer o pagamento.

Em recente entrevista, o secretário da Semob, Zeno Gonçalves, afirmou que a diminuição do uso de dinheiro no transporte acontecerá de forma gradativa para evitar ao máximo impacto no dia a dia dos passageiros.

“A partir do dia 1º de julho, iremos implantar em linhas nas quais o pagamento em espécie é pequeno. À medida que houver adesão, iremos ampliar para as outras linhas a retirada do dinheiro em espécie. A projeção é que até o fim do ano nós estejamos com 100% de adesão por parte do usuário, com um sistema totalmente automatizado”, detalhou o secretário.

“A partir do dia 1º de julho, iremos implantar em linhas nas quais o pagamento em espécie é pequeno. À medida que houver adesão, iremos ampliar para as outras linhas a retirada do dinheiro em espécie”

Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade

Segundo dados da Semob, em 2023, o pagamento da passagem com dinheiro em espécie representava um montante de R$ 278.501.638, o equivalente a 31% do total de acessos. Em 2024, o volume, até o momento, é de R$ 84.937.971, o que equivale a 29% do total de viagens.

Evolução de pagamento

Há 24 anos trabalhando no sistema de transporte público, o motorista André Luiz da Silva acompanhou as evoluções na forma de pagamento das viagens pelos passageiros. O que antes era comum com transações em dinheiro foi se tornando mais escasso e dando lugar ao pagamento digital.

André Luiz da Silva trabalha no transporte público há 24 anos: “A gente já não vê dinheiro no sistema há muito tempo”

“A gente já não vê dinheiro no sistema há muito tempo. De 100 passageiros que embarcam nas viagens, conto nos dedos aqueles que pagam com dinheiro. Naturalmente, já vinha se encaminhando para isso; o usuário que utiliza com frequência tem o Cartão Mobilidade”, relata o motorista.

Zeno Gonçalves enfatiza, ainda, que a Semob não trabalha com a possibilidade de extinção de postos de trabalho e destaca que os cobradores poderão ser utilizados em outras áreas do sistema de transporte. “Temos a determinação do governo de manter todos os postos de trabalho. O cobrador é um agente de comercialização. Ele vai atuar dentro dos ônibus por um bom período ainda e, no momento adequado, poderão ser utilizados para apoiar a comercialização fora dos ônibus porque as operadoras também passarão a comercializar o cartão mobilidade”, explica o titular da Semob.

Cartões e integração

A estudante Ana Paula Lima aprova as mudanças no sistema de pagamento nos ônibus do DF

Para as estudantes Ana Paula Lima e Marcela Cardoso, as novas formas de pagamento podem facilitar para os usuários do transporte coletivo. “Gradativamente, com a informação ampliada, acredito que a população vai entender melhor como será o processo. São facilidades chegando que ampliam o acesso”, diz Ana Paula. “Eu quase não vejo dinheiro, é mais cartão. Os cobradores, às vezes, até ficam no ‘perrengue’ do troco. E o sistema está acompanhando a modernidade com outras formas de pagamento”, destaca Marcela.

As recargas dos cartões também estão facilitadas. Os mais de 280 mil usuários do aplicativo BRB Mobilidade podem adquirir créditos de transporte com o pagamento via Pix no próprio app, e o valor fica disponível para ser utilizado nos validadores online em, no máximo, cinco minutos.

Atualmente, existem seis tipos de cartões do Sistema de Bilhetagem: Mobilidade, Vale-Transporte, Estudantil, Especial, Criança e Sênior.

O pagamento de passagem com cartão bancário (débito ou crédito) não permite integração. Os cartões Mobilidade e Vale-Transporte são os que permitem ao passageiro fazer até três embarques no mesmo sentido, no prazo máximo de até três horas entre o primeiro e o último embarques. É possível, por exemplo, combinar uma parte do trajeto por meio de micro-ônibus, depois embarcar no metrô ou BRT e completar o percurso em outra linha de ônibus.

A integração pode ser feita em qualquer parada de ônibus, estações do metrô e nos terminais rodoviários. Atualmente, os ônibus do DF cobram passagens de R$ 5,50 (longa e metrô), R$ 3,80 (ligação de RAs) e R$ 2,70 (curta). Mas o valor máximo da passagem integrada para quem utiliza cartão de transporte é de R$ 5,50, mesmo que o passageiro utilize trajetos de diferentes preços.

 

DF Mais Seguro: Taxa de homicídios da capital está abaixo da média nacional

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Em 2023, capital federal registrou menor índice de assassinatos dos últimos 47 anos; mortes violentas intencionais também estão em queda

O Distrito Federal figura como a terceira unidade da Federação com menor índice de homicídios do Brasil, conforme o Mapa da Segurança Pública de 2024. Com uma taxa de 8,02%, a capital federal está bem abaixo da média nacional de assassinatos, que é de 18,53%. Os dados comparam números de 2023 a 2022 e foram compilados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), utilizando o Validador de Dados Estatísticos (Sinesp-VDE).

A metodologia empregada segue padrões internacionais e relaciona o número de crimes com a população local. Hoje, Brasília é a terceira maior cidade do país em termos populacionais, com quase 3 milhões de habitantes. Esse cruzamento permite uma avaliação mais precisa do nível de violência em cada unidade da federação.

Recentemente, uma plataforma colaborativa de dados divulgou um ranking de criminalidade internacional classificando Brasília entre as cidades mais perigosas do mundo. No portal, a capital ocupa a 69ª posição. Os números obtidos pelo site, contudo, se baseiam exclusivamente na percepção de segurança de 177 contribuidores do site.

“As reduções sistemáticas de criminalidade no DF devem-se às políticas de integralidade, coordenadas entre diferentes setores do governo e da sociedade, além do investimento em inteligência, capacitação e uso de tecnologia. Realizamos, ainda, o monitoramento constante e a avaliação de resultados para ajustes constantes em nossos processos de gestão”

Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF

Entre as maiores preocupações apontadas pelos usuários está a corrupção – 79,27% dos entrevistados se disseram inseguros com crimes contra a administração pública. Em seguida, assalto a mão armada e agressão, com 69,85%.

Os dados divulgados pelo portal não encontram respaldo nos registros oficiais da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF). Dados da pasta apontam que, de 2022 para 2023, houve queda de 6,5% no número de vítimas de homicídios, representando 18 vidas poupadas. Essa redução se manteve em 26,2% nos quatro primeiros meses de 2024, no comparativo com o primeiro quadrimestre do ano passado. Neste ano, já são 26 vítimas poupadas.

Em relação aos feminicídios, incluindo os casos ocorridos até 28 de maio, foram registrados sete casos no DF, conforme dados da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídio e Feminicídio (CTMHF). Durante o consolidado dos cinco primeiros meses do ano passado, foram 14 casos – uma redução de 50% nessa modalidade delituosa. Em 2023, houve um total de 34 registros dessa modalidade delituosa.

O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, lembra que, em 2023, o DF registrou seu menor índice de homicídios dos últimos 47 anos. “As reduções sistemáticas de criminalidade no DF devem-se às políticas de integralidade, coordenadas entre diferentes setores do governo e da sociedade, além do investimento em inteligência, capacitação e uso de tecnologia. Realizamos, ainda, o monitoramento constante e a avaliação de resultados para ajustes constantes em nossos processos de gestão”, diz.

O programa DF Mais Seguro articula ações entre a sociedade civil, órgãos governamentais e não governamentais mediante o conjunto de eixos de segurança integral | Foto: Divulgação/PCDF

Ele atribui o desempenho à valorização dos servidores da pasta e ao fomento de políticas públicas voltadas para conscientização da população da importância do registro de ocorrências. “O GDF tem investido em infraestrutura, em recomposição de efetivo e em viaturas e equipamentos para as forças de segurança. O apoio do governador Ibaneis Rocha tem sido crucial. Ele acredita na segurança pública do DF e tem nos apoiado em diferentes frentes”, completa Avelar.

Além da queda de homicídios, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023 já havia classificado o DF entre as três unidades federativas com maior redução de mortes violentas intencionais em 2022 – 11,3 a cada 100 mil habitantes.

DF Mais Seguro

Um dos pilares para a redução nos índices de criminalidade é o programa DF Mais Seguro – Segurança Integral. A iniciativa articula ações entre a sociedade civil, órgãos governamentais e não governamentais mediante o conjunto de eixos de segurança integral, priorizando projetos, ações e serviços com o objetivo de promover resultados diretos e ou indiretos na redução sustentável dos índices de criminalidade e violência, no aumento da sensação de segurança e na melhoria das condições sociais gerais da sociedade com a promoção de direitos humanos.

O Eixo Cidade Mais Segura é um dos componentes do programa, focado em projetos multissetoriais que abordam questões como a percepção de segurança, a promoção de espaços seguros, a ordem pública e a proteção ambiental. Esse eixo inclui reuniões semanais com os Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) para atender demandas regionais, estratégias de Prevenção de Crimes por meio do Design Ambiental (CPTED) e a expansão do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU).

A participação ativa da comunidade é crucial para o sucesso dessas políticas. As reuniões com os Consegs permitem que a população expresse suas preocupações e necessidades, possibilitando uma resposta mais direcionada e eficaz por parte das autoridades. Além disso, o uso de tecnologias como o videomonitoramento urbano ajuda a prevenir crimes e a monitorar áreas vulneráveis, aumentando a segurança pública de maneira significativa.

Neste contexto, está o programa de Videomonitoramento Urbano (PVU) da SSP, que conta com mais de 1.190 câmeras instaladas. As imagens, captadas e transmitidas em tempo real, são disponibilizadas para uso de todas as forças de segurança do DF e de outros 31 órgãos, bem como instituições e agências do governo do DF e federal, atendendo a 33 das 35 regiões administrativas, com 1.190 câmeras instaladas.

Veja dicas de segurança antes de pegar a estrada no feriado

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Rodovias ficam cheias durante o período, impulsionando o risco de acidentes de trânsito; especialistas dão orientações para garantir a segurança de todos

Às vésperas de um feriado prolongado, muitos brasilienses planejam aproveitar a folga de Corpus Christi e cair na estrada esta semana. A experiência demanda cuidados para evitar acidentes e imprevistos.

Por conta do ponto facultativo decretado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), muitos trabalhadores terão o período livre para descansar – o que deve resultar em rodovias mais cheias nos próximos dias. Um sinal de alerta para redobrar a cautela no volante.

“Nós verificamos estatisticamente que, neste período, há um aumento no número de sinistros devido a vários fatores, mas a velocidade costuma ser a maior causadora, associada a outros aspectos como imprudência, necessidade de chegar rápido, pressa e falta de planejamento”, destaca a gerente de ações educativas do Detran-DF, Magda Brandão.

De acordo com levantamento do órgão, a maioria dos acidentes de trânsito com mortes no ano passado aconteceram entre os meses de maio e julho. Os dados englobam casos em todas as vias e rodovias do Distrito Federal.

“Se eu planejo viajar, tenho que considerar que o fluxo de trânsito vai ser maior nessa época, porque muita gente também vai pegar a estrada. Então, o que a gente pede? Cautela”

Magda Brandão, gerente de ações educativas do Detran-DF

“Se eu planejo viajar, tenho que considerar que o fluxo de trânsito vai ser maior nessa época, porque muita gente também vai pegar a estrada. Então, o que a gente pede? Cautela. Que o motorista faça um planejamento adequado da viagem, quais são as vias que ele vai acessar, qual o horário em que ele passará por elas e, principalmente, se o veículo está em perfeitas condições”, detalha a profissional.

Mãos no volante

Nos dias anteriores à viagem, é fundamental que o condutor confirme se a revisão do veículo está em dia. Calibre os pneus, observando os sulcos, cheque o bom funcionamento dos limpadores de para-brisa e teste o funcionamento da iluminação – faróis, lanternas traseiras, setas, luzes de freio e de ré.

Outro ponto importante é priorizar uma boa noite de descanso na véspera da viagem. Calcule, no mínimo, oito horas de sono para garantir a própria segurança, a dos passageiros e a dos demais cidadãos nas rodovias.

“Cheque a documentação do veículo e do condutor. Muitas vezes, as pessoas estão com a Carteira de Habilitação vencida e não conferem a data. Você vai, pega a estrada sem um condutor habilitado e o carro pode ir para o depósito, gerando um contratempo. Também confirme se você pagou todas as taxas, se tem multa em aberto. São fatores básicos, que as pessoas muitas vezes esquecem”, lembra a diretora de educação no trânsito do DER-DF, Graziela Portela.

A especialista também cita os equipamentos de segurança obrigatórios, como triângulo, macaco hidráulico e chave de roda, para o caso de qualquer incidente. “Também anote os números de telefone de emergência, como o 190, da Polícia Militar; 192, do Samu, e 193, do Corpo de Bombeiros”, adiciona Graziela.

Mexer no celular é infração gravíssima – além de multa, pode resultar em um acidente e custar a vida de alguém

É lei, mas é sempre bom ressaltar: o consumo de bebidas alcoólicas antes de dirigir é proibido. Não há espaço para nada de álcool em momento algum até o fim do trajeto. Mexer no celular também é infração gravíssima – além de multa, pode resultar em um acidente e custar a vida de alguém.

O uso de cintos de segurança é obrigatório para todos no carro: motorista e passageiros. Priorize sempre as pausas para descanso, para evitar que o condutor tenha sonolência ao dirigir, e lembre-se de obedecer às regras de trânsito.

“Se todo mundo está desobedecendo às regras, seja você aquele que vai respeitar o limite da via. É uma decisão, uma escolha. Eu escolho seguir as normas, e quando eu escolho não seguir, eu me coloco na situação de risco e coloco o outro também”, alerta Magda Brandão.

Festival da Cachaça de Brasília reuniu mais de 17 mil pessoas

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Além de degustação da bebida para o público, o evento promoveu palestras, oficinas e rodadas de negócio

Mais de 17 mil pessoas visitaram a primeira edição do Festival da Cachaça de Brasília, realizado entre os dias 22 e 26 de maio, no estacionamento da Arena Mané Garrincha. O evento reuniu 48 expositores, que levaram para o público mais de 200 rótulos da bebida mais tradicional do país. Além das degustações, a mostra promoveu palestras, rodadas de negócio e uma vasta programação cultural, com shows de artistas consagrados, como Renato Teixeira.

De acordo com a presidente do Instituto Brasileiro de Integração (IBI) e organizadora do evento, Edilane Oliveira, o Festival alcançou seu objetivo de divulgar e promover a cachaça. “Precisamos acabar com o estigma de cachaça como bebida de baixa qualidade. Nesse evento, reunimos rótulos premiados no Brasil e no exterior”, explicou.

Para valorizar o produto genuinamente brasileiro e mostrar como é produzido, os organizadores do evento instalaram um alambique real na entrada do Festival. “A cultura da cachaça precisa ser enaltecida. Fiquei muito feliz em reunir famílias e pessoas de diferentes gerações e estilos convivendo em harmonia e um mesmo espaço. Brasília é formada por gente de todas as etnias, regiões, cores, credos… uma síntese do Brasil que esteve bem representada em nosso festival”, completou.

Para Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, o evento foi muito importante como incentivo para a produção da bebida. “É essencial fomentar a cultura do consumo da cachaça, gerando negócios e oportunidades para os empreendedores de Brasília. Queremos incluir este festival no calendário oficial da cidade, promovendo de forma contínua este produto genuinamente nacional”, ressaltou.

“Além disso, para o empresariado em geral, temos linhas de créditos para pequenos e grandes empreendedores, programas de benefícios fiscais e concessão de direito real de uso de imóveis para empresas, além de um alto investimento em qualificação profissional de pessoas. Tudo isso, visando aperfeiçoar e otimizar os esforços de promoção econômica e melhoria da qualidade de vida”, concluiu Mendes.

Presidente da Associação Cachaças Brasília, João Chaves também comemorou o resultado do evento. “Os expositores saíram satisfeitos com o festival. As vendas superaram nossas expectativas, assim como o público presente. A cachaça não pode mais ser marginalizada, mas valorizada como produto de altíssima qualidade”, ponderou.

O Festival da Cachaça de Brasília foi organizado pelo IBI, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Transferência de Renda.

IgesDF lança política de responsabilidade social

Meta principal é atender os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou nesta terça-feira (28) o lançamento de sua Política de Responsabilidade Social. Abriram o evento o diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Jr., o vice-presidente, Caio Valério Gondim Reginaldo Falcão, e o coordenador de Compliance e Governança, Eduardo Luiz Corrêa.

A Política de Responsabilidade Social é o principal documento que estabelece as diretrizes e orientações para as ações a fim de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS preconizados pela Organização das Nações Unidas. O documento já encontra-se disponível no site do Instituto para conhecimento de colaboradores, prestadores de serviço e do público em geral.

Durante a abertura, o diretor-presidente do IgesDF, Dr Juracy Cavalcante Lacerda Jr afirmou que a definição da política é um marco para o Instituto. “O caminho que estamos trilhando perpassa pela participação, união e integração de todos os colaboradores. É importante fortalecer as nossas ações. Muito em breve todos estaremos colhendo os frutos do que está sendo plantado agora”, disse.

De acordo com o coordenador de Compliance e Governança do Instituto, Eduardo Luiz Corrêa, o lançamento da política de responsabilidade social do IgesDF é parte importante no desenvolvimento e crescimento do Instituto. “É importante salientar que já desenvolvemos várias ações acerca da responsabilidade social e o intuito principal nessa política é fortalecer as ações que já são desenvolvidas como o projeto Acolher, o projeto Humanizar, e o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos”, exemplificou Corrêa.

Ainda segundo Corrêa, o próximo passo é a elaboração de um plano detalhado de responsabilidade social e o envolvimento de todos os colaboradores, prestadores de serviço e até mesmo fornecedores para que façam parte dessa iniciativa. “Precisamos desenvolver novas ações acerca da responsabilidade social. São elas que vão nos ajudar a pensar no futuro e no que o IgesDF pode realizar para alcançar as diretrizes da ONU.

O evento contou ainda com uma palestra ministrada pela Subcontroladora de Governança e Compliance na Controladoria-Geral do Distrito Federal(CGDF), Cecília Fonseca, que falou sobre a importância de uma política de responsabilidade social e deu exemplos sobre como foi realizada a implantação das ações da área dentro da CGDF.

A Gerente Geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares, falou sobre o projeto Humanizar, uma das ações que o Instituto já vem realizando e que tem como objetivo receber os pacientes de forma acolhedora e atenciosa nas emergências, ambulatórios e recepções de todas as suas unidades.

“É importante que todos conheçam a política de responsabilidade social para entender o que o IgesDF espera alcançar e saibamos o que é possível fazermos juntos. Com isso, poderemos desenvolver o plano que vai direcionar o Instituto em suas principais ações de fortalecimento na área”, encerrou Corrêa.

Livro de contos desafia a imaginação entre realidade e subjetividade

Publicado pela editora Penalux, a obra transita entre a linguagem poética e a análise crítica na composição dos contos e crônicas

Mergulhar nas profundezas da existência e refletir a dualidade entre realidade e subjetividade. Essa é a experiência literária que a poeta e escritora Alexandra Vieira de Almeida proporciona em seu primeiro livro de contos e crônicas, “O cântico de Medusa”.

Publicado pela editora Penalux, a obra transita entre a linguagem poética e a análise crítica na composição dos contos e crônicas, desafiando normas e explorando a fragilidade das fronteiras entre sanidade e loucura. Para a autora, o livro traz um público, a cada página, uma grande jornada dentro de um universo reflexivo e intrigante.

Para Alexandra, o objetivo do “O cântico de Medusa” é impactar o leitor, tirando-o da zona de conforto. A obra busca, ao mesmo tempo, transmitir mensagens fortes e encantar, despertando o imaginário do leitor com uma imagem desconcertante.

– Quero mostrar a própria imagem da Medusa, não aquela horrorosa, mas uma bela Medusa como numa escultura clássica em que os cabelos dela fossem labaredas do sol e a boca da Medusa produzisse sons harmônicos – reflete a autora.

A orelha do livro é assinada pela escritora e cineasta Lisa Alves, coeditora do portal cultural espanhol Liberoamerica e resenhista de livros para a revista portuguesa Incomunidade. Para ela, “O cântico de Medusa” apresenta a habilidade excepcional da autora em entrelaçar a profundidade poética com uma reflexão crítica, com uma narrativa repleta de simbolismos, convidando os leitores a explorar os mistérios e complexidades do ser humano e do mundo ao seu redor.

– Alexandra consegue desnudar um turbilhão de pensamentos e vivências que desafiam os limites entre o real e o ilusório – comenta Lisa Alves, autora do livro de poemas Arame Farpado (2015, Pernalux) e do livro transmídia “Quando tudo for possível” (2022, Mirada).

Sobre a autora

Alexandra Vieira de Almeida é professora da Secretaria de Estado de Educação — Rio de Janeiro. Foi tutora a distância durante oito anos da faculdade de Letras do Consórcio Cederj — UFF. É doutora em Literatura Comparada pela UERJ e atualmente está fazendo dois pós-docs — um na UnB e outro na PUC-Goiás. Tem oito livros de poemas publicados, sendo o mais recente A mecânica da palavra, 2022 (Editora Penalux). Tem poemas traduzidos para vários idiomas. O cântico de Medusa é seu primeiro livro em prosa.

Ficha técnica:

Livro: O cântico de Medusa (2024)

Autora: Alexandra Vieira de Almeida

Gênero literário: Conto e crônica

Editora: Penalux

Tamanho: 21 cm x 14 cm

Páginas: 112

Preço: R$ 44,00

Link para comprar: https://www.editorapenalux.com.br/loja/o-cantico-de-medusa

Book trailer https://www.youtube.com/watch?v=Z7oiDNV6oFo

DF firma compromisso nacional de meta de alfabetização até 2030

Objetivo de alcançar 80% de formação na idade certa nos próximos seis anos foi proposto pelo governo federal nesta terça (28), no Palácio do Planalto, com a presença da vice-governadora Celina Leão e da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Distrito Federal tem o menor índice de analfabetismo do Brasil

O Governo do Distrito Federal (GDF) pactuou, na manhã desta terça-feira (28), com a meta do governo federal de atingir 80% de alfabetização na idade certa até 2030. O objetivo foi anunciado durante reunião no Palácio do Planalto com a presença de governadores, vice-governadores e secretários de Educação e faz parte das propostas do programa federal Criança Alfabetizada, que já teve R$ 1 bilhão em investimentos em todas as unidades da federação.

GDF firmou, na manhã desta terça-feira (28), a meta de atingir 80% de alfabetização na idade certa até 2030 | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

“O DF foi uma das unidades da federação que aderiu ao programa. A nossa meta sempre foi muito mais ousada do que a própria meta do governo federal. A gente vai alcançar, com certeza, o objetivo, que é erradicar o analfabetismo aqui no Distrito Federal”, destacou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. Ela citou, por exemplo, os bons números do DF, que tem o menor índice de analfabetismo do Brasil e a segunda melhor taxa de alfabetização do país.

“Nós temos um dos menores índices de analfabetismo do Brasil, uma taxa de 1,7%, e nós queremos erradicar. Nós temos que entender que o DF vive uma situação migratória todos os anos; ou seja, em 15 anos nós recebemos mais de 500 mil novas pessoas aqui, necessitando de todos os serviços públicos. Mas mesmo assim hoje nós temos o segundo melhor índice de alfabetização do Brasil, perdendo apenas para Santa Catarina”, complementou Celina.

O Distrito Federal é um case de sucesso em relação à taxa de alfabetização. De acordo com o Censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 97,2% da população da capital é alfabetizada

O ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou que, em um ano, o programa já mostrou resultados, com um salto de 36% para 56% das crianças da rede pública alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, segundo dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). “Uma das nossas primeiras missões foi construir uma grande política nacional de alfabetização de crianças, porque alfabetizar na idade certa é fundamental. Nesse período já tivemos um salto. Vamos continuar apoiando financeiramente os estados e avaliar o comportamento dos programas, com uma espécie de Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] da alfabetização”, anunciou.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, explicou que o governo federal fará o acompanhamento dos estados para auxiliar no compromisso firmado. “Estamos fazendo história, porque os governadores assumiram o compromisso de diminuir o analfabetismo. Estamos propondo que, até 2030, cheguemos a 80% de crianças alfabetizadas na idade certa. Vamos acompanhar todos os municípios e estados, orientando e discutindo junto às melhorias e também divulgando as boas práticas”, afirmou.

Índices de ponta

O Distrito Federal é um case de sucesso em relação à taxa de alfabetização. De acordo com o Censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 97,2% da população da capital é alfabetizada, ficando atrás apenas de Santa Catarina, que alcançou a marca de 97,3% de alfabetizados.

Em relação à taxa de analfabetismo, o DF tem a menor taxa do país, um total de 1,7%, indicador bastante abaixo da média nacional de 5,6%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mais recente, divulgada em março de 2024 pelo IBGE.

O DF participa do programa com uma iniciativa própria: o Alfaletrando, lançado em abril deste ano. Instituída por meio do Decreto nº 45.495/2024, a política pública promove a alfabetização e o letramento de crianças até os 7 anos de idade, como forma de colaborar para a construção de trajetórias escolares bem-sucedidas.

A proposta tem dois objetivos. O primeiro é garantir que 100% das crianças matriculadas na rede pública de ensino estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental. O segundo é recompor as aprendizagens, com foco na alfabetização, de 100% das crianças matriculadas nos 3º, 4º e 5º anos da rede pública de ensino, em vista do impacto da pandemia de covid-19 para esse público.

“O DF e todos os estados fizeram seus programas locais e nós lançamos esse ano o Alfaletrando, que foi construído pela Secretaria de Educação do DF, pelos nossos profissionais, e que já está em implementação”, afirmou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “No segundo semestre nós já faremos a primeira avaliação para ver como as crianças estão seguindo nesse processo. Nós estamos muito felizes porque a alfabetização é a base de tudo”, acrescentou.

Roriz Neto passa mal e é conduzido ao serviço de saúde da CLDF

O deputado distrital apresentava quadro de pressão alta e taquicardia e não possui histórico de doenças crônicas

O deputado distrital Joaquim Roriz Neto (PL) foi atendido pelo serviço de saúde da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), na tarde desta terça-feira (28), após sentir dores no peito.

O parlamentar passou mal durante reunião da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof), da qual é vice-presidente, e foi conduzido por brigadistas ao posto médico.

Conforme avaliação inicial, Roriz Neto apresentava quadro de pressão alta e taquicardia. O distrital foi medicado e está em observação. Roriz Neto tem 32 anos e não possui histórico de doenças crônicas.

BRB expande presença no Distrito Federal com 22 novas agências

Banco investe na capilaridade em Brasília e reforça sua posição no Distrito Federal

Da Redação

O Banco BRB está expandindo sua presença no Distrito Federal, com a entrega de 22 agências aos brasilienses ainda neste semestre. As agências estão distribuídas por diferentes regiões do DF, reforçando a capilaridade do BRB em seu ponto de origem. A expansão faz parte do plano de crescimento da instituição, que começou em 2019 e permitiu ao BRB expandir-se para todo o Brasil, tornando-se um Banco nacional presente em 93% do território brasileiro.

O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, expressou orgulho na inauguração das novas unidades e na disponibilização de serviços mais próximos da população do DF. “Nosso propósito é continuar sendo o Banco do coração de cada brasiliense, oferecendo um atendimento humanizado aliado à modernidade do digital, além das melhores taxas e condições de negociação”, afirmou Costa.

As novas unidades estão inseridas no novo modelo de atendimento do Banco, que visa assegurar uma melhor experiência aos clientes. As agências estão localizadas no Plano Piloto, SIA, Taguatinga, Sobradinho, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Ceilândia, entre outras áreas. Das 22 unidades, 5 são novas e 17 foram transferidas ou reformuladas.

As unidades possuem um layout moderno, acessibilidade e um ambiente confortável, oferecendo uma experiência omnichannel aos clientes. Elas contam com totens interativos, atmosfera de aroma personalizado e café exclusivo do BRB, além de integração das experiências física e digital. O projeto das unidades recebeu reconhecimento internacional com o prêmio Muse Design Awards em 2022.

O foco no cliente, aliado à qualidade e à energia do time BRB, e somado ao novo modelo de atendimento, fizeram com que o BRB passasse de 685 mil clientes para mais de 7,8 milhões em apenas 5 anos.

Roosevelt participa como observador nas eleições mexicanas

Parlamentar acompanha o processo eleitoral como membro do comitê executivo da Confederação Parlamentar das Américas

Da Redação

O deputado distrital Roosevelt Vilela viajou à Cidade do México nesta segunda-feira (27) para observar as eleições que ocorrem no país, como membro do comitê executivo da Confederação Parlamentar das Américas (COPA). As eleições acontecem neste domingo, dia 2 de junho, e os eleitores escolherão um novo presidente, senadores, deputados federais e estaduais, governadores, prefeitos e vereadores.

As eleições no México são secretas e os cidadãos usam cédulas de votação em papel para marcar suas escolhas. Após o fechamento das urnas, os votos são contados manualmente na presença de representantes de partidos políticos e observadores eleitorais. Os resultados preliminares são divulgados no mesmo dia e os resultados finais são oficializados posteriormente.

O deputado Roosevelt Vilela permanecerá no país de 29 de maio a 3 de junho com o objetivo de testemunhar de maneira imparcial o desenvolvimento do processo eleitoral e certificar a legalidade, contribuir para o fortalecimento da democracia nas Américas e observar o processo democrático com o objetivo de auxiliar a favorecer um clima de confiança, de segurança e credibilidade.

O parlamentar ressalta a importância de participar como observador deste processo eleitoral e trazer algumas experiências ao Brasil, que em breve elegerá seus representantes. No entanto, um desafio significativo nestas eleições é a violência, com 34 candidatos assassinados e 272 ataques a candidatos e pessoas relacionadas ao processo eleitoral. A violência tem impactado as campanhas, com muitos candidatos renunciando por medo de suas vidas.

A participação do deputado Roosevelt Vilela nas eleições mexicanas reforça a importância da observação internacional no processo eleitoral e a busca por mecanismos para garantir a segurança e a integridade do processo democrático.