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Cultura da sustentabilidade tem que estar no DNA das organizações

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As questões relacionadas à sustentabilidade têm se tornado constantes no meio empresarial e nas decisões dos consumidores. Embora as discussões que englobem práticas de sustentabilidade, senso de cidadania, investimento social e eficiência operacional não sejam novidade há mais de duas décadas, o ESG (sigla em inglês para questões ambientais, sociais e de governança) entrou na pauta definitivamente.

Seguir a agenda ESG virou mandatório, sobretudo depois que Larry Fink, presidente da gestora BlackRock, publicou, no início de 2020, cartas para executivos de empresas e para os clientes da gestora, relatando decisões ousadas. A gestora vendeu cerca de US$ 500 milhões em ativos ligados à produção de combustíveis fósseis. A BlackRock também abraçou a meta de pressionar empresas a zerarem emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa.

Nessa toada ESG, governos, legislativo e agências reguladoras apertaram o cerco, globalmente, para que as empresas se tornem mais sustentáveis.

Apesar da grande atenção que tanto governos como sociedade em geral têm dado para o assunto atualmente, as questões em torno da preservação do meio ambiente e resultados não são uma novidade no meio corporativo.

Pessoas, planeta e lucro

Vale voltar um pouco no tempo e lembrar que, em 1994, o sociólogo britânico John Elkington apresentou ao mundo o conceito Triple Bottom Line, também chamado de Tripé da Sustentabilidade. A ideia propagada por Elkington ressalta que as atividades empresariais deveriam dar pesos iguais aos pilares econômico, ambiental e social. São os famosos 3Ps: People, Planet and Profit (Pessoas, Planeta e Lucro).

Numa recente conversa com Adão Cunha, empresário bem-sucedido do setor de construção civil, reforcei minha percepção de que empresas que alcançaram sucesso sempre praticaram o ESG, mesmo antes de o conceito ser criado. Assim como a Ponto Forte, holding fundada pelo empresário, identifico muitas empresas que têm um enorme impacto social, ambiental e econômico, carregam o ESG no DNA desde sua criação.

Nos negócios criados por ele, em 1997, sempre houve uma preocupação com a legitimação da entrega de valor. Muito antes de a sigla ESG entrar no debate corporativo, Cunha sempre trouxe para a mesa de discussão a responsabilidade da empresa em compensar o impacto negativo que sua atividade provoca no ambiente e na sociedade.

Para o empresário, “é preciso trazer um impacto positivo e estar em sintonia com a sociedade. A empresa precisa fazer sua parte no social”. Um dos exemplos citados por Cunha é a construção de um prédio. Segundo ele, todo o processo deve estar em harmonia com a região, desde o início do projeto arquitetônico até a compensação dos impactos trazidos ao ambiente.

Na visão de Cunha, se o projeto de construção tem licença para retirar, por exemplo, algumas árvores, a compensação ambiental é um dever da empresa. Outra preocupação constante do empresário é a responsabilidade social com colaboradores e fornecedores.

Nos últimos anos, o grupo Ponto Forte entrou no segmento de energia limpa, sobretudo eólica, para participar de uma licitação no município de Santo André (SP). O visionário Cunha percebeu uma oportunidade de negócios e buscou parcerias para participar da concorrência. O consórcio, com a participação do grupo Ponto Forte, venceu a concorrência para construir quatro usinas de energia eólica em Santo André.

A meta desta empresa é partir para projetos que envolvam a construção de usinas maiores do que as instaladas em Santo André. A experiência estimulou o grupo Ponto Forte a buscar mais parcerias, inclusive fora do Brasil. Com parceiros chineses, o grupo Ponto Forte está focado no desenvolvimento de projetos em energia limpa em todo o território brasileiro.

O encontro com Adão Cunha me fez refletir ainda sobre o passado. Recordei a época em que atuei na indústria automotiva, quando empresas desse setor já investiam em tecnologias mais limpas e eficientes. Também já estavam em pauta a eletrificação da frota, a implementação de processos de produção mais sustentáveis e iniciativas de eficiência energética. Presenciei ainda, no meio automotivo, estruturas de governança transparentes e éticas, garantindo que todas as decisões e práticas estivessem alinhadas com os princípios da preservação ambiental e da responsabilidade social.

Impactos na reputação

O reflexo dessa postura é impacto positivo na reputação, principalmente diante de consumidores contemporâneos, cada vez mais conscientes e criteriosos. Há uma busca por empresas comprometidas com a sustentabilidade. Do lado dos investidores globais, a agenda ESG está diretamente ligada às decisões de alocação, como no caso da BlackRock. Empresas com desempenho robusto nesta área podem ter acesso mais fácil a financiamentos e atrair investidores preocupados com o impacto social e ambiental.

A pesquisa ESG Radar 2023, elaborada pela empresa de consultoria e serviços digitais Infosys, aponta que os investimentos em ESG nas organizações devem chegar a mais de US$ 50 trilhões até 2025. A pesquisa contou com a participação de mais de 2 mil executivos e gestores de empresas com receita anual acima de US$ 500 milhões e atuação em vários países.

Neste sentido, a adoção das práticas ESG é um pilar estratégico para a sustentabilidade das empresas. As organizações que adotam e internalizam esses princípios no “seu sangue” não apenas atendem a requisitos regulatórios e expectativas da sociedade, mas fortalecem a sua reputação, tornando-se mais resilientes diante de novos desafios.

Ação Rotária celebra Tiradentes com serviços gratuitos na Estrutural

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Uma iniciativa promovida pela Fundação dos Rotarianos de Brasília e 31 clubes rotários do Distrito Federal oferecerá uma diversidade de serviços gratuitos para a comunidade da Cidade Estrutural

Da Redação

No dia 21 de abril, em comemoração ao Dia de Tiradentes, está agendada uma ampla ação social na Cidade Estrutural, reconhecida como uma das áreas mais carentes do Distrito Federal. A 32ª edição da Ação Social Rotária, fruto da colaboração entre a Fundação dos Rotarianos de Brasília e diversos clubes de Rotary associados ao Distrito 4.530, visa promover o bem-estar e a saúde dos habitantes dessa comunidade.

A expectativa é de que cerca de 3,5 mil pessoas participem do evento, que acontecerá nas dependências do CEF 2 – Centro de Ensino Fundamental na Cidade Estrutural, com serviços gratuitos disponíveis desde o início da manhã até o meio da tarde.

Compromisso com a comunidade

O governador Rotário, Jose Hilário Rodrigues, e sua esposa, Cristiania Carvalho, coordenadora Distrital das Casas da Amizade, confirmaram presença, destacando a importância do evento. Para os líderes rotários, esta ação não é apenas um evento isolado, mas uma demonstração do compromisso contínuo do Rotary em promover a inclusão social e apoiar os mais vulneráveis da sociedade.

Serviços oferecidos

Durante o evento, serão disponibilizados uma variedade de serviços gratuitos, incluindo atendimentos médicos em áreas como odontologia, dermatologia, ginecologia, pediatria, cardiologia, oncologia, entre outras. Além disso, haverá serviços de orientação jurídica, emissão de documentos, inscrições para programas sociais, oferta de empregos, atividades lúdicas e esportivas, bazar de roupas e utensílios, sorteio de cestas básicas, entre outros.

Esta ação visa proporcionar não apenas assistência médica, mas também oportunidades de educação, emprego e lazer para a comunidade da Cidade Estrutural, reforçando o compromisso do Rotary com o desenvolvimento social e humano.

Coluna do Fluminense | Vitória sofrida

Por Raimundo Ribeiro

O Fluminense recebeu o Colo Colo tentando impor seu estilo de toques envolventes, e aos 6 minutos, Marquinhos faz um golaço numa jogada individual.

Apesar de ter o controle da bola, ficava tocando para trás, não conseguindo ocupar o campo ofensivo, até que aos 18 minutos, o Colo Colo empata num cruzamento que a defesa ficou olhando o adversário finalizar pro gol.

Apesar do talento individual de Marcelo, a nossa lateral esquerda, onde Marcelo deveria estar é um convite ao ataque adversário.

A partir daí, deu um apagão no Fluminense e o Colo Colo equilibrou a partida, mas nenhuma oportunidade criada.

Marcelo erra todos os passes em que tenta virar o jogo, e a nossa marcação não tem intensidade.

O Fluminense só leva perigo quando ataca pelas laterais, tendo 3 a 4 jogadores próximos.
Em compensação, o nosso sistema defensivo apresenta os velhos e não corrigidos defeitos.

Uma atuação sofrível no primeiro tempo, com defesa insegura, meio campo sem criatividade e um ataque que só aparece quando a bola chega em Marquinhos.

A apatia de Árias é inexplicável, e quando ele não está bem o time sente.

Voltamos para o segundo tempo com Lelê, saindo Felipe Melo.

O Fluminense aluga o meio campo, e aos 7 minutos, num cruzamento primoroso de Marquinhos, Cano faz 2×1.

2 minutos depois Ganso faz um lançamento milimétrico de 40 metros para Marcelo que perde a oportunidade.

Aos 33 minutos, o Fluminense abusa de errar na defesa e o adversário empata, mas o var anula porque o atacante toca com a mão, mas os erros defensivos são inexplicáveis.

Aos 35 minutos saem Ganso e Cano, entrando Felipe Andrade e Terans.

Aos 44 minutos sai Lelê machucado, para entrada de Antônio Carlos.

Aos 47 minutos, sai Lima para entrada de Kauã Elias.

O ponto positivo é que a presença de Marquinhos permite contra ataque, quando retoma a bola na defesa e tem a tranquilidade para partir em velocidade.

Vitória sofrida, mas inacreditável a fragilidade do sistema defensivo, além da falta de ambição quando com vantagem mínima, erros antigos que Diniz parece não saber corrigir.

Agora é virar a chave, e no próximo sábado as 21 horas receberemos o Bragantino em busca da vitória, pelo Brasileirão.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Alianças e traições: Mossoró desafia Caiado em Valparaíso a favor de Lula

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Em Valparaíso de Goiás, o prefeito Pábio Mossoró (MDB) toma uma posição complicada ao aliar-se ao PT e ao PDT, desafiando a neutralidade política do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) na disputa eleitoral do município

Celina Leão tem o desafio de unir a direita para fortalecer candidatura ao Buriti em 2026

Mesmo faltando muito tempo para as eleições de 2026, os bastidores da política brasiliense estão fervendo. Considerada a sucessora natural do emedebista Ibaneis Rocha no comando do Palácio do Buriti, a progressista Celina Leão tem um desafio e tanto até o próximo pleito eleitoral: unir a direita para fortalecer sua candidatura ao GDF. A leoa é hábil e sabe se movimentar muito bem politicamente. Contudo, outros nomes começam a surgir no horizonte, em especial ligados à direita, corrente política que Celina faz parte. É bem verdade que a maioria dessas movimentações visa valorizar o passe de cada grupo, porém, deixa o cenário confuso.

E fora que ninguém sabe quais são as reais intenções de quem está colocando seu nome na praça. Celina terá que ter um bom jogo de cintura para não gerar conflitos que impeçam que lá na frente os vencidos se unam a ela no seu projeto. A vice-governadora vem criando uma boa imagem perante à população fruto de sua atuação mais próxima e disposição em solucionar as demandas que chegam até ela, além de ter mostrado que é capaz de enfrentar crises e adversidades tanto no campo político como administrativo.

Apoio de Michelle e Damares 

Apoio de Michelle e Damares
Foto: Reprodução/Instagram

Nessa jornada de construir uma aliança para viabilizar sua eleição, Celina Leão já conta com duas aliadas de peso da direita: a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a senadora Damares Alves. As duas já manifestaram publicamente que querem ver a leoa assumindo o comando da capital federal a partir de janeiro de 2027.

As três se tornaram próximas no decorrer da campanha de 2022. Celina Leão integrou a tropa de choque bolsonarista no segundo turno. Com o apoio de Michelle e Damares, Celina deve abrir o caminho para negociar com os demais aliados e encabeçar a aliança da chapa majoritária.

Bia Kicis tem disposição para entrar na disputa 

Bia Kicis tem disposição para entrar na disputa
Foto: Reprodução/Google Imagens

Quem sinalizou que pode entrar na corrida ao Buriti em 2026 é a deputada Bia Kicis, presidente do PL-DF. No decorrer da semana passada, a parlamentar deu declarações num programa de TV local que sua prioridade é se candidatar ao Senado, mas que estaria à disposição para disputar outro cargo na chapa majoritária se fosse preciso.

Bia Kicis é considerada uma bolsonarista raiz e hoje comanda o PL no DF, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Se for colocar na balança quem tem mais identidade e ligação com Bolsonaro, Bia larga na frente de muita gente. No entanto, hoje o PL tem uma composição política com o grupo Ibaneis-Celina que envolve a indicação de uma parcela bem considerável de apoiadores de parlamentares da legenda dentro da estrutura do GDF, o que leva a crer que os liberais acompanhem o projeto da leoa.

Nos bastidores, os observadores da política brasiliense consideram que as declarações de Bia Kicis foram direcionadas para Celina e sim para o senador Izalci que quis chegar cantando de galo no partido dizendo que ia se candidatar a isso ou aquilo outro.

A deputada aproveitou que o distrital Thiago Manzoni levantou a bola para ela nesse mesmo programa dizendo que a federal poderia se candidatar ao GDF e deixou claro para o recém-chegado senador quem é que tem o comando do PL-DF. Por outro lado, a manifestação de disponibilidade (interesse) em disputar o cargo de governadora acendeu a luz amarela. O seguro morreu de velho como se diz.

Arruda na espreita para dar o bote 

Arruda na espreita para dar o bote
Foto: Reprodução/Instagram

Outro político que pode ser uma pedra no caminho da leoa é o ex-governador José Roberto Arruda, que é filiado ao PL. Ele tem se movimentado sem dizer a que veio, no modo mineiro come quieto. Arruda tem ido a eventos sociais e políticos e passou a fazer postagens em suas redes sociais com mais frequência, o que é uma excelente estratégia para quem quer se reaproximar do eleitorado e também estimular sua rede de apoiadores.

Nas rodas de conversa especula-se que o ex-governador aguarda uma mudança na legislação por meio do novo Código Eleitoral que está para ser votado na CCJ do Senado. Se o código for aprovado conforme a proposta do senador Marcelo Castro, do MDB-PI, Arruda pode voltar a ter seus direitos políticos e concorrer em 2026.

Como ele não esconde de ninguém que quer retornar ao Buriti, o ex-governador segue na espreita à espera de dar o bote. Por ora, ele segue circulando. Ontem (6) mesmo ele assistiu a final do Candangão 2024 ao lado de Celina.

Pezão é um nome que agrada o setor produtivo

Pezão é um nome que agrada o setor produtivo
Foto: Reprodução/Google Imagens

Apesar de nunca ter disputado um cargo eletivo, o secretário de Governo do DF, José Humberto Pires, o Pezão, tem sido mencionado como um nome que agrada muito o setor produtivo. Pezão é reconhecido por executar um papel importante dentro da estrutura do GDF. 

Os líderes do setor produtivo não poupam elogios ao gestor e não hesitam em dizer que o secretário é quem faz parte da máquina pública girar, especialmente, na parte de obras e gerenciamento das cidades. Porém, Pezão não é de se manifestar sobre esse tema. Quando o questionam sobre a possibilidade de se candidatar, ele sai pela tangente e agradece por ter sido lembrado.

Pessoas próximas sustentam que Pezão aceitaria ser vice da leoa. Mas, primeiro ele tem que se filiar em algum partido. Não adianta só sonhar.

Presidente do Sindicombustiveis diz que Chico Vigilante mente

Presidente do Sindicombustiveis diz que Chico Vigilante mente
Foto-montagem: Reprodução/Instagram e Google Imagens

As declarações do distrital Chico Vigilante, do PT, de que pode requerer à Câmara Legislativa do DF (CLDF) a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a prática abusiva dos donos de postos de combustíveis no aumento do preço do etanol fez o sindicato da categoria, o Sindicombustíveis-DF, reagir.

O presidente da entidade, Paulo Tavares, divulgou vídeo nas redes sociais argumentando que o distrital está mentindo quando diz que não houve aumento por parte das distribuidoras em relação ao preço do etanol. Chico acusa os postos de mentirem e Paulo apresenta notas fiscais referentes às compras realizadas entre janeiro e abril apontando que houve reajuste.

Chico Vigilante, que é presidente da comissão de defesa do consumidor da CLDF, trava uma incansável batalha contra os donos de postos de combustíveis há anos. Enquanto eles brigam, o consumidor vai arcando com as consequências e pagando caro pelo preço do combustível.

* José Fernando Vilela é jornalista com especialização em marketing político e eleitoral. Já trabalhou em diversos órgãos públicos (GDF/CLDF/Câmara/Senado) e iniciativa privada. É editor-chefe, analista político e colunista do Expressão Brasiliense, e é presidente da ABBP – Associação Brasileira de Portais de Notícias – desde 2021. Apresenta o programa Viva a sua Cidade, de segunda a sexta, das 11h às 13h, na rádio Viva FM 101.3.  

Banco BRB divulga edital para novo concurso de analista de TI

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As inscrições começam em maio e as provas objetivas e discursivas serão realizadas em julho

Brasília, 9 de abril de 2024 – O Banco BRB divulga nesta quarta-feira (10) edital para o novo concurso de analista de TI. Serão oferecidas 100 vagas, além de 100 para cadastro reserva. Essa é a sexta seleção pública realizada desde 2019. Nos últimos 5 anos, o Banco convocou 1.000 novos empregados para diferentes carreiras como escriturário (nível médio e porta de entrada para o segmento bancário); analista de TI; advogado e engenheiro e médico do trabalho.
O novo certame será conduzido pela banca examinadora IADES (Instituto Americano de Desenvolvimento) e as inscrições já começam no mês de maio. O concurso será composto de provas objetivas e discursivas que estão programadas para acontecer em julho, sendo o resultado final previsto para ser divulgado em outubro.
“O BRB é reconhecido no mercado por sua atuação e investimento em inovação e tecnologia. A realização de novo concurso público para analistas de TI reforça o nosso compromisso com nossas pessoas e na melhoria dos produtos, serviços e experiências para os clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
A carga horária de trabalho para o cargo de analista de TI é de 30 horas semanais e o salário é de R$ 10.204,91.
A realização do novo concurso está em linha com o planejamento estratégico de expansão do Banco BRB, que rompeu as fronteiras do DF, onde nasceu e mantém firme suas raízes, e avançou para todo o País. Atualmente, o BRB tem 7,6 milhões de clientes e presença, seja física ou digital, em 93% de todo o território nacional, 32 países e todos os Continentes.
O edital completo será disponibilizado no DODF e também poderá ser consultado no site do Banco https://novo.brb.com.br/, a partir de amanhã (10).
Serviço
Banca examinadora: IADES
Período de inscrição: 08/05/2024 a 09/06/2024
Aplicação das provas objetivas e discursivas: 14/07/2024
Resultado final do concurso: 11/10/2024
Homologação do concurso: 13/10/2024

Ação sobre o autismo reuniu mães e profissionais de Saúde do DF

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Encontro no Hospital Regional de Santa Maria contou com palestra sobre atendimento humanizado e depoimentos 

Em comemoração ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo, celebrado no dia 2 deste mês, a equipe de odontologia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) promoveu na sexta-feira (5) um evento sobre o tema.

Explanações sobre o quadro de autismo fizeram parte do evento no hospital | Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF

A neuropediatra Ellen Siqueira, do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), apresentou a palestra “Atendimento humanizado em ambientes de saúde a pacientes com Transtorno do Espectro Autista” e falou sobre os desafios do atendimento. “Cada pessoa que possui o transtorno do autismo é diferente da outra”, apontou. “É necessário que os médicos estejam cientes de que muitas vezes será um atendimento demorado e que deve ser adaptado individualmente”.

O dentista Diego Sindeaux Figueira, do ambulatório exclusivo para pessoas com deficiência (PcDs) do HRSM, reforçou a importância do atendimento diferenciado: “Todo o trabalho que temos hoje com os autistas no atendimento odontológico em Santa Maria foi construído na tentativa e erro, na observação dos paciente, na conversa com a família e, principalmente com calma, um passo de cada vez. Aqui aprendemos a respeitar a individualidade de cada um deles e saber até onde podemos e conseguimos ir”.

O encontro também contou com depoimentos de mães de autistas atendidos no HRSM. Foi o caso de Leide Araújo, mãe de um jovem que faz tratamento no ambulatório da unidade hospitalar. Leide é idealizadora do projeto que, inicialmente conhecido como Associação Tudo Azul, se dedica a oferecer apoio a famílias afetadas pelo autismo.

“Já passei por situações em que sabia que meu filho não estava bem, que sentia algo errado, e o médico disse ser coisa da minha cabeça, mas aqui eu fui acolhida”, relatou Leide. “Ele foi tratado com o respeito e a paciência necessária, e graças a Deus hoje ele tem um acompanhamento realmente humano.”

Comerciantes do Conic terão botão de emergência para reforçar segurança

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Dispositivo eletrônico, parceria entre a Polícia Militar e uma empresa privada, foi entregue aos lojistas nesta terça-feira (9) para garantir mais agilidade durante ocorrências

Os comerciantes e frequentadores do Conic ganharam um reforço na segurança com a entrega de botões de emergência. Nesta terça-feira (9), os lojistas receberam os primeiros dispositivos, criados para agilizar o contato com os sistemas de vigilância e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), em caso de movimentação suspeita.

A trancista Ana Carolina Barbosa elogiou a iniciativa: “Vai ser muito bom ter algo pra alertar a polícia com mais agilidade caso algo aconteça” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Menor do que a chave de um automóvel, o mecanismo aciona um alarme silencioso que emite um alerta para todos os vigilantes patrimoniais do prédio. A equipe de segurança realiza o primeiro atendimento e, caso necessário, poderá encaminhar o chamado diretamente para o 6º Batalhão da Polícia Militar (BPM) – unidade responsável pela área central de Brasília.

Neste primeiro momento, o sistema será implementado no Boulevard Centro, um dos 13 edifícios que compõem o complexo. Segundo a administração do local, os primeiros aparelhos foram entregues a todos os 90 donos de empreendimentos no local. A medida também deve trazer mais segurança para os aproximadamente 1,5 mil clientes que transitam pelo prédio diariamente.

“Essa parceria entre a área privada e o setor público representa uma união de esforços para trazer tranquilidade e segurança ao Setor de Diversões Sul”, pontua o tenente-coronel Rodrigo Abadio, comandante do 6° BPM.

Proteção para funcionários e clientes

“Agora, o tempo de reação é muito rápido – a gente aciona o botão e, em menos de um minuto, tem uma equipe de segurança dentro da loja”, diz o empresário João Paulo Perroni

O empresário João Paulo Perroni, de 38 anos, dono de cinco operações no Conic, celebrou a novidade. Com o dispositivo, ele sentiu a confiança de implementar o funcionamento de 24 horas em um dos restaurantes dos quais é proprietário.

“Ter esse aparelho para nós é muito importante, porque traz segurança para o empresário, para a minha equipe de funcionários e para o cliente. Agora, o tempo de reação é muito rápido – a gente aciona o botão e, em menos de um minuto, tem uma equipe de segurança dentro da loja”, explica. “Além disso, temos que parabenizar os órgãos de segurança pública do DF, que têm se mostrado muito presentes aqui”.

O dispositivo faz parte de um sistema de segurança implementado em parceria entre a administração do Conic, o Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) Brasília Centro e a Polícia Militar. “Esse botão é um passo a mais para a nossa segurança”, avalia a presidente do Conseg e prefeita do Conic, Flávia Portela. “Também estamos discutindo com outras administrações para expandir esse sistema para todos os prédios, garantindo mais tranquilidade e proteção a todos”, prossegue.

A trancista Ana Carolina Alves Barbosa, que trabalha em um dos salões de beleza do edifício, acredita que a medida vai garantir mais tranquilidade para os funcionários que trabalham no local. “Eu acredito que esse botão vai ser muito útil para nós. Porque aqui, como anda muita gente que é de fora, é difícil ter muito controle. Vai ser muito bom ter algo pra alertar a polícia com mais agilidade caso algo aconteça”, avalia.

Campanha do GDF incentiva doação de agasalhos e cobertores

Iniciativa da Sejus conscientiza sobre a importância de doar itens a pessoas em situação de vulnerabilidade 

A queda das folhas das árvores na paisagem de Brasília indica que está começando o período de redução gradativa das temperaturas diárias, que passam de elevadas a mais amenas, antecipando o período frio que vem na sequência. Pessoas em situação de vulnerabilidade social, muitas vezes, sofrem com a falta de agasalho, ficando expostas inclusive a doenças em consequência do frio.

Idealizada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus), a campanha Enquanto o frio não vem antecipa-se à estação e disponibiliza postos de coleta em pontos estratégicos, como supermercados, para arrecadar o maior número possível de agasalhos e cobertores, que serão doados a quem precisa. Nesta etapa, a iniciativa conta com a parceria do Atacadão Dia a Dia e dos supermercados Big Box e Ultrabox.

“Nesta segunda fase da campanha, a população do DF tem a oportunidade de exercer responsabilidade social e contribuir para amenizar os efeitos do inverno dos que estarão passando frio nos períodos de baixa temperatura”, resume a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

Desde o início de março, a campanha já teve colaboração do Terraço Shopping e do Venâncio Shopping, e agora conta com o Armarinho Milano para arrecadar linhas de crochê e tricô. Os materiais recebidos serão utilizados para confeccionar agasalhos a serem distribuídos à população vulnerável do DF.

“O Judiciário está sendo usado para silenciar críticos e opositores”, diz o senador izalci

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Segundo o parlamentar brasiliense, Moraes interpreta críticas como ataques pessoais e ilegais, e interpreta a liberdade de expressão como crime

O senador Izalci Lucas (PL/DF) fez, nesta segunda-feira (8), no plenário do Senado, um discurso recheado com duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), depois que o magistrado decidiu incluir o bilionário americano Elon Musk, dono da rede social “X” (antigo Twitter), no inquérito sobre “Fake News e Milícias Digitais”.

Segundo Izalci, o ministro Alexandre de Moraes interpreta críticas como ataques pessoais e ilegais, e interpreta a liberdade de expressão como crime. “Isso é nada mais, nada menos do que censura e atinge um pilar importante da democracia, que é a liberdade de pensar e dizer”, disse Izalci.

O senador brasiliense fez questão de reforçar sobre a separação de poderes e as inúmeras decisões monocráticas tomadas sempre por um único ministro. “É também imperativo discutir a complacência dos outros membros do STF frente às ações de Moraes, que parecem seguir sem o devido questionamento ou resistência”, afirmou Izalci.

O mais novo senador do Partido Liberal (PL) disse ainda, em seu discurso, que o judiciário está sendo usado como ferramenta para silenciar opositores e críticos.

Quanto às investidas de Moraes contra a rede social “X”, Izalci disse que o antigo Twitter só é proibido em países ditatoriais e antidemocráticos, como Rússia, China, Coréia do Norte e Irã.

“A democracia brasileira encontra-se em um momento crítico. A liberdade de expressão, um direito fundamental para a manutenção de uma sociedade livre e justa, não deve ser comprometida sob a justificativa de proteção da ordem pública ou combate às Fake News”, disse Izalci Lucas.