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Análise | Ibaneis propõe “dobradinha” com Michelle para o Senado em 2026

Governador Ibaneis Rocha sugere uma aliança estratégica com Michelle Bolsonaro para conquistar as duas vagas do Senado disponíveis nas eleições de 2026

Em uma revelação que pode redefinir o cenário político do Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha (MDB), um dos mais bem avaliados do país, expressou em entrevista recente sua intenção de formar uma “dobradinha” com Michelle Bolsonaro (PL) nas eleições para o Senado em 2026.

Durante conversas com as rádios JK FM e Mix FM, Ibaneis delineou seus planos, destacando a complementaridade entre os perfis eleitorais dele e de Michelle, que poderia maximizar as chances de sucesso na disputa pelas duas vagas disponíveis para a Casa Alta do Congresso Nacional.

Ibaneis Rocha, que já confirmou seu interesse em candidatar-se ao Senado nas próximas eleições, considera que a união entre seu histórico de governança no Distrito Federal e o apelo ideológico de Michelle Bolsonaro poderia formar uma aliança robusta.

“Acho que seria uma junção muito boa para o Distrito Federal. Sairíamos [na disputa pelo Senado] Michelle e eu. Teríamos condições de fazer as duas vagas”, afirmou o governador, sublinhando o potencial de uma campanha conjunta para atingir um amplo espectro do eleitorado.

Além disso, o governador mencionou que a vice-governadora Celina Leão (PP), de sua estrita confiança, assumiria o governo em 2026 e poderia ser a candidata à reeleição na chapa que incluiria ele e Michelle. Esta estratégia sugere uma orquestração cuidadosa para manter a continuidade administrativa e política, ao mesmo tempo em que se introduz novas figuras no cenário eleitoral do Distrito Federal.

A proposta de Ibaneis reflete uma tendência crescente na política brasileira de formar alianças entre figuras de distintas bases eleitorais para fortalecer as chances de sucesso em eleições majoritárias. A possível candidatura conjunta de Ibaneis e Michelle ao Senado promete ser um dos focos de atenção nas próximas eleições, dada a influência de ambos no espectro político nacional e suas capacidades de mobilizar diferentes segmentos do eleitorado.

Primeira festa junina do Zoológico terá quadrilha e comidas típicas

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Evento será nos dias 5, 6 e 7 de julho, em área que garante o bem-estar dos animais

Entre 5 e 7 de julho, das 10h às 16h, a Fundação Jardim Zoológico de Brasília realizará o primeiro arraiá do local, uma celebração com diversão, comidas típicas e apresentação de quadrilha em um ambiente privilegiado, garantindo o conforto dos animais residentes.

A festa será realizada de modo que o bem-estar dos animais seja mantido | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Durante o evento, os visitantes poderão experimentar uma variedade de pratos típicos e assistir a apresentações teatrais. “Estamos muito felizes em anunciar a primeira festa julina do Zoo. É uma oportunidade única para unir a tradição das festas juninas com a magia da vida selvagem. Estamos muito animados em proporcionar essa experiência inesquecível para nossos visitantes, promovendo cultura, diversão e conscientização ambiental em um só evento”, comenta o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto.

Bem-estar animal

“É uma oportunidade única para unir a tradição das festas juninas com a magia da vida selvagem”

Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico

Para assegurar o bem-estar dos animais, todas as atividades da festa serão realizadas em uma área separada, distante dos recintos dos animais. Isso garante segurança e conforto tanto aos visitantes quanto aos residentes do Zoo.

Durante os três dias, a fundação também oferecerá ao público a oportunidade de ver de perto enriquecimentos ambientais com temáticas inspiradas na tradição junina. Essas iniciativas visam estimular os instintos naturais dos animais, enquanto educam e informam o público presente.

Inscrição para processo seletivo de estagiários do GDF vai até domingo

São 4.132 oportunidades para nível médio, técnico e superior em diversas áreas

As inscrições para o processo seletivo de estágio do Governo do Distrito Federal (GDF) terminam no próximo domingo (30). O programa tem 4.132 vagas e é destinado a estudantes de nível médio regular, nível médio técnico, educação de jovens e adultos (EJA) e nível superior em diversas áreas.

“O prazo chegou a ser prorrogado para ampliar a oportunidade daqueles estudantes que ainda não tiveram a chance de participar e agora é a data final”, explica o secretário-executivo de Contratos da Secretaria de Economia, Daniel Riehl. “É preciso esclarecer que o estágio é para nível médio e superior em várias áreas, e o estudante pode ser designado para vários órgãos do GDF”, acrescenta.

A seleção é realizada em parceria com a Universidade Patativa e os interessados devem fazer a inscrição no site universidadepatativa.com.br até as 23h59 de domingo (30).

O Programa de Estágio da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) tem o propósito de preparar estudantes para o mercado de trabalho. A ideia é oferecer uma experiência prática em diversas áreas, além de contribuir para a formação de força de trabalho qualificada.

Além de promover o crescimento profissional, o programa estimula o desenvolvimento pessoal dos estagiários, preparando-os para desafios futuros. Ao investir nesses talentos, o governo constrói um futuro mais promissor para a economia e a sociedade do Distrito Federal.

Palpitações: como diferenciar entre problemas do coração e ansiedade? Médica explica

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Mais de 20 milhões de brasileiros sofrem com algum tipo de arritmia cardíaca. Todos os anos, a doença causa mais de 320 mil mortes súbitas no país

Apesar de compartilharem sintomas semelhantes, como palpitações e sensação de desconforto no peito, arritmias cardíacas e doenças emocionais como ansiedade e estresse são condições distintas que requerem abordagens diferentes para diagnóstico e tratamento.

“Arritmias cardíacas ocorrem quando há um problema nos sinais elétricos que regulam os batimentos do coração, resultando em ritmos irregulares”, explica a cardiologista especialista em eletrofisiologia Julianny Freitas Rafael. De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac), esse descompasso afeta mais de 20 milhões de pessoas no Brasil, gerando mais de 320 mil mortes súbitas por ano.

Por outro lado, ansiedade e estresse são respostas emocionais a situações desafiadoras e podem provocar sintomas físicos semelhantes. Segundo o Ministério da Saúde, os transtornos de ansiedade afetam 9,3% da população brasileira, e o estresse é uma condição comum no mundo moderno. A pesquisa Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (Covitel) de 2023 revelou que 26,8% dos brasileiros relatam sofrer com ansiedade, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta o Brasil como o país com maior prevalência do problema.

“A sensação de palpitações e batimentos acelerados pode ocorrer tanto em arritmias quanto em crises de ansiedade, o que pode confundir os pacientes”, explica a médica Julianny Freitas Rafael. “É fundamental que os indivíduos procurem orientação médica para um diagnóstico preciso.”

Identificação dos sintomas

A médica arritmologista destaca alguns diferenciais importantes:

– Arritmias cardíacas: são detectadas por exames específicos como eletrocardiograma (ECG) e monitoramento Holter, que registram a atividade elétrica do coração.

– Ansiedade e Estresse: são diagnosticados principalmente através de avaliação clínica e psicológica, considerando os sintomas emocionais e físicos relatados pelos pacientes.

A Dra. Julianny Freitas Rafael explica que sentir os batimentos cardíacos acelerados é um sintoma frequente de ansiedade. “Durante crises de ansiedade ou de pânico, os pacientes também costumam relatar tremores, suor excessivo, náuseas, tensão muscular, inquietação e dificuldades para dormir, entre outros sintomas”.

Quando buscar ajuda?

“O cuidado com a saúde deve ser o mais frequente que a pessoa conseguir. Fazer aquele tradicional check-up anual pode ajudar a identificar doenças precocemente”, alerta a Dra. Julianny. A médica arritmologista ainda orienta que, caso as palpitações sejam frequentes e acompanhadas de outros sintomas, o indivíduo deve buscar orientação médica.

Tratamentos e cuidados

“O tratamento para arritmias pode incluir medicamentos, procedimentos como ablação por cateter e, em alguns casos, implante de marca-passo”, explica a cardiologista especialista em arritmias cardíacas. “Já para ansiedade e estresse, terapias comportamentais, técnicas de relaxamento e, se indicado, medicação ansiolítica são eficazes. Neste caso, um psiquiatra poderá fazer a melhor indicação de tratamento”.

Entender as diferenças e buscar tratamento adequado para cada condição é essencial para o bem-estar geral. “Nunca ignore sintomas de palpitações ou desconforto no peito – consulte um especialista para um diagnóstico correto e tratamento adequado”, aconselha a Dra. Julianny Freitas Rafael.

Sobre a Dra. Julianny Freitas Rafael – Médica cardiologista. Arritmologista da Casa de Saúde São José (CSSJ), Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro (IECAC). Médica Cardiologista da Unidade Coronariana da CSSJ. Mestre em Ciências Cardiovasculares pelo INC. Especialista em Estimulação Cardíaca Eletrônica Implantável pela Sociedade Brasileira de Arritmias

Cardíacas (Sobrac) / DECA AMB. Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)/ Associação Médica Brasileira (AMB). Especialista em Arritmia, Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca do Hospital Quali Ipanema. Capixaba, mas mora no Rio de Janeiro desde 2012. Mãe orgulhosa da Maria Luiza, de 6 anos.

Liberdade emocional: como impor limites saudáveis?

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Especialista em impactos causados por traumas, Laura K. Connell publica livro com dicas de mecanismos para identificar relações tóxicas e evitar episódios de autossabotagem

Ciclos abusivos, manipulaçãoculpa, vícios e isolamento são repetições comuns na fase adulta, muitas vezes originadas na infância. No livro A culpa não é sua, publicado no Brasil pela Latitude, a autora canadense e especialista em impactos causados por traumas, Laura K. Connell, combina a experiência pessoal com pesquisas científicas para auxiliar o leitor a identificar pessoas tóxicas e saber como impor limites em diferentes situações do cotidiano – associadas a amizades, relacionamentos amorosos, trabalho e família.

Desde criança, a autora sentia que havia algo de errado, que a impedia de aproveitar o sucesso, o amor e a aceitação que os outros desfrutavam. Esse sentimento gerou diversos traumas na fase adulta e, até mesmo, a levou ao alcoolismo. Somente após anos de acompanhamento psicológico, Connell compreendeu que o abuso emocional e a negligência sofridos na infância eram fruto de uma dinâmica familiar disfuncional. Isso envolvia pais incapazes de lidar com as próprias questões internas e reforçavam um ciclo de violência e abandono.

Segundo a especialista, indivíduos tóxicos também estão feridos, mas por não saberem administrar as próprias emoções, acabam machucando aqueles com quem se relacionam. Geralmente, essas pessoas apresentam alguns sinais de alerta: intolerância a vulnerabilidade do próximo; as próprias necessidades vêm em primeiro lugar; são manipuladoras; exigem confiança sem fazer por onde merecer e fazem críticas destrutivas, ao deixar implícito que não importa o que o outro faça, pois nunca será bom o suficiente.

A maioria das pessoas que cresceu em lares disfuncionais passou a vida duvidando da própria intuição. Isso ocorre porque elas foram ensinadas a calar essa voz e, em vez disso, a obedecer às ordens dos cuidadores. Aprenda a ouvir essa voz dentro de você e leve a sério os seus pressentimentos […] esquivar-se só vai piorar as coisas e permitir que pessoas desonestas tenham mais chances de enganar você.
(A culpa não é sua, p. 66)

Laura K. Connell explica que o primeiro passo para romper esses ciclos disfuncionais é estabelecer limites saudáveis. Ou seja, significa deixar claro o que sente, aprender a dizer “não” quando for preciso, parar de querer agradar a todos, entender seus valores, limitar o contato com pessoas problemáticas e, até mesmo, quando necessário, romper de vez esses vínculos que desgastam psicologicamente.

Por meio de uma conversa sensível e inspiradora, com lições e experiências pessoais que aprendeu na terapia, a especialista ensina os leitores a desenvolverem mecanismos de defesas saudáveis a fim de alcançar a liberdade emocional. A autora aborda ainda temas como o vício em amor, perdão, isolamento e apego sentimental. Mais do que um livro, A culpa não é sua oferece as ferramentas necessárias para evitar a autossabotagem, curar a criança interior ferida e atingir uma vida mais plena e autêntica.

Ficha técnica:
Título: A culpa não é sua
Título originalIt’s not your fault
Autora: Laura K. Connell
Tradutora: Kícila Ferreguetti
Número de páginas: 176
Editora: Latitude
ISBN do livro físico: 978-65-89275-54-1
ISBN do e-book: 978-65-89275-58-9
Preço: R$ 52,90
Onde encontrarAmazon | E-commerce VR Editora | Principais livrarias do Brasil

Sobre a autora: A canadense Laura K. Connell é autora e especialista em impactos causados por traumas, cujo objetivo é ajudar os seus clientes a descobrirem os motivos ocultos que os impedem de seguir em frente. Ela escreve sobre cura da autossabotagem e dinâmicas familiares disfuncionais. Seus artigos tiveram milhões de acessos em sites de notícia e plataformas como Life HackPick the BrainDumb Little ManThought CatalogHighly Sensitive RefugeChicken Soup for the SoulThe Globe and MailToronto Star, entre outros.

Acompanhe a autora:

Sobre a editora: A Latitude marcou um novo ciclo da VR Editora. Voltado ao aprimoramento pessoal e dedicada ao público adulto. Foi por meio do autor e psicólogo Marcos Lacerda que a Latitude deixou a sua marca nesse gênero literário cuja missão é provocar nos leitores uma mudança de vida por meio da reflexão sobre diferentes temas, como: saúde mental, finanças pessoais, negócios, espiritualidade, sociedade, empoderamento feminino entre outros. Desse modo, Latitude pretende ser uma bússola por meio da qual cada leitor possa encontrar sua rota em direção um futuro promissor.

Acompanhe a editora nas redes sociais: @latitudelivros

Combate a incêndios florestais no DF recebe reforço de 150 brigadistas

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Profissionais vão atuar em unidades de conservação e parques geridos pelo Instituto Brasília Ambiental, além de apoiar o trabalho dos bombeiros em outras áreas do DF

Com a chegada do período de seca, cresce a preocupação com os incêndios florestais. Por isso, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem realizado ações para a prevenção e o combate ao fogo. Uma delas foi a posse de 150 brigadistas temporários, nesta quarta-feira (26).

O reforço vai ajudar a evitar e a combater incêndios nas unidades de conservação e parques geridos pelo Instituto Brasília Ambiental, além de trabalhar ao lado do Corpo de Bombeiros em outras áreas do DF. São seis supervisores de brigada, 24 chefes de brigada e 120 brigadistas de prevenção e combate a incêndios florestais, todos escolhidos via processo seletivo.

O reforço vai ajudar a evitar e a combater incêndios nas unidades de conservação e parques geridos pelo Instituto Brasília Ambiental, além de trabalhar ao lado do Corpo de Bombeiros em outras áreas do DF | Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília

“Os órgãos ambientais têm trabalhado conjuntamente para que a gente consiga traçar uma estratégia de combate aos incêndios florestais. O Brasília Ambiental conseguiu fazer essa contratação de forma antecipada, através do decreto do governador Ibaneis Rocha, que coloca Brasília em emergência ambiental de fato, e a gente tem conseguido uma articulação com o Corpo de Bombeiros, com outros órgãos, para que a gente consiga ter maior êxito no combate aos incêndios florestais”, exaltou o secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes.

O trabalho integrado de diferentes áreas do governo também foi destacado pela coordenadora do Plano de Prevenção de Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), Carolina Schubart. “O PPCIF é um trabalho de parceria. A gente trabalha com 23 instituições — distritais, federais e militares –, que atuam de forma integrada em diversas ações. Desde o início do ano, a gente vem trabalhando em ações preventivas, que vão ser finalizadas na segunda quinzena de julho. Depois, é apenas a fase de combate, que vai até o final do ano”, explicou.

Rôney Nemer ressalta que a população precisa ajudar o trabalho da brigada com ações como não jogar bitucas de cigarro para fora do carro

O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer lembrou a compra de novos equipamentos que vão ajudar no trabalho, em um ano com previsão de clima ainda mais seco. “De 2022 para 2023, com a logística que foi feita, nós conseguimos reduzir em mais de 67% a área queimada. Este ano, nós temos um problema, porque parou de chover mais cedo e a vegetação está mais seca. Agora, o que a gente precisa é contar com as pessoas para não jogarem bituca de cigarro para fora do carro e terem cuidado com as fogueiras de festa junina, por exemplo.”

Reforço

Vitor Luz foi um dos empossados nesta quarta-feira. Ele vai para a terceira temporada atuando como brigadista florestal e disse ter se adaptado às dificuldades ao longo do tempo. O agente mostrou-se animado para retomar o trabalho: “A gente vai ter um aumento da seca e a minha expectativa é que a gente consiga suprir essa necessidade dando todo o apoio necessário”.

Vitor Luz: “A gente vai ter um aumento da seca e a minha expectativa é que a gente consiga suprir essa necessidade dando todo o apoio necessário”

A chegada do novo efetivo foi comemorada por quem já está na lida. “Esse reforço é de suma importância. A gente está aqui com os guerreiros que apagam de fato o incêndio em qualquer área do DF, qualquer parque do Ibram, em locais de difícil acesso, em um trabalho conjunto com o CBMDF”, apontou Jânio Farias, supervisor de brigada contra incêndio do Brasília Ambiental.

O Corpo de Bombeiros, aliás, também esteve presente na cerimônia de posse. Subcomandante do Grupamento de Proteção Ambiental, o capitão Tulio Colombaroli ressaltou que a ajuda será bem-vinda. “A gente vê que está aumentando o número de focos de incêndio. Então, toda força de trabalho a mais em campo vai ajudar. A gente está sempre atuando de forma sincronizada, para que o combate ocorra de forma organizada e nós consigamos dar o melhor resultado para a sociedade.”

Balanço

Apenas neste ano, já foram registrados 121 incêndios em unidades de conservação e parques administrados pelo instituto, resultando em 336 hectares queimados. Em todo o DF, segundo o Corpo de Bombeiros, foram 4.605 ocorrências e 3.600 hectares atingidos.

Além da posse e da compra de equipamentos para os brigadistas, entre as outras frentes de ação do GDF para o combate ao fogo estão as queimadas controladas, as blitzes educativas e a Operação Verde Vivo.

Primeira-dama do DF entrega 100 computadores Reciclotech ao IgesDF

Entrega inicial faz parte de uma doação total de 300 unidades para fortalecer a infraestrutura tecnológica da saúde pública

Nesta terça-feira (25), a primeira-dama do DF, Mayara Noronha, entregou 100 computadores Reciclotech ao Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), que atualmente administra os hospitais de Base (HBDF), Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital Cidade do Sol (HSol) e as 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal.

Mayara Noronha Rocha entre o superintendente de Tecnologia da Informação e Conectividade em Saúde do IgesDF, Deiton Silva; o superintendente do Hospital de Base, Guilherme Porfírio; o diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Jr, e o secretário-executivo da Secti, Alexandre Villain | Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF

Os equipamentos fazem parte de um lote de 300 computadores que, por meio do programa Reciclotech, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), serão distribuídos entre o HBDF, o HRSM e as unidades administrativas do instituto – Ucad e PO700.

“São 300 computadores que vão repercutir na melhoria do monitoramento e tecnologia do instituto, como no caso do painel de fila da UPAs, onde os pacientes conseguem pesquisar qual a unidade de pronto atendimento mais próxima e com o menor tempo de espera”, ressaltou a primeira-dama.

O diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Jr., enfatizou que a tecnologia e inovação são pilares da governança clínica, modelo do plano de trabalho do instituto para aprimorar processos e estratégias e melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes.

“O painel de fila das Upas ficou em segundo lugar na categoria Case de Sucesso no prêmio CIO Brasil GOV 2024”, lembrou o gestor. “Este reconhecimento é motivo de orgulho para o instituto. Quatro secretarias estaduais [Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo] já demonstraram interesse em replicar essa tecnologia.”

Mayara Noronha visitou a central de monitoramento do IgesDF para ver como os novos computadores serão utilizados. Conheceu também, o portal de indicadores do IgesDF, que contém os painéis sobre perfil epidemiológico, filas das UPAs, ouvidoria, monitoramento da dengue, gestão de leitos e emendas parlamentares.

O Reciclotech

“Você acha que é lixo, mas esse material se transforma em mecanismos para a população”

Mayara Noronha Rocha, primeira-dama do DF

O Reciclotech tem como objetivo a capacitação profissional de jovens e adultos por meio de cursos de informática básica, manutenção de computadores, robótica e reciclagem de resíduos sólidos. O programa transforma resíduos em insumos, contribuindo para a redução dos impactos ambientais.

Faz parte das iniciativas do programa recuperar eletroeletrônicos danificados com limpeza, substituição de peças e pequenos reparos, bem como promover educação ambiental por meio de processos de reciclagem, transformando descartes em novos produtos. O programa recebe pilhas, computadores, tablets, celulares velhos e aparelhos eletrônicos que não tem mais uso. “Você acha que é lixo, mas esse material se transforma em mecanismos para a população”, lembrou a primeira-dama.

ARTIGO | Dia Mundial de Combate às Drogas sofre um duro golpe no Brasil

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Por Luciano Lima

O Dia Mundial de Combate às Drogas, data criada no dia 26 de junho de 1987, pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi um dia triste no Brasil para todos aqueles que lutam contra o tráfico e o consumo de drogas.

O Supremo Tribunal Federal (STF), desrespeitando a Constituição Federal e invadindo uma prerrogativa que é do Congresso Nacional, aprovou a descriminalização do porte de maconha para consumo pessoal e decretou que cada indivíduo tem o direito de ter em seu poder até 40 gramas da droga.

A decisão do STF terá um efeito prático objetivo: o aumento de pessoas recrutadas pelo tráfico para vender 40 gramas de maconha. Outro efeito prático será o aumento no número de usuários. A bomba relógio está armada e o Congresso Nacional terá o dever de desarmar.

Não é preciso descriminalizar qualquer conduta para que a prevenção e o tratamento sejam aperfeiçoados. O combate às drogas só será eficiente com atuação firme da justiça e das forças de segurança pública. O combate às drogas só será eficiente com a redução da oferta, porque quanto menos droga, melhor será a qualidade de vida da família e dos jovens.

E o óbvio: a maconha, dentre as drogas ilícitas, continua sendo a porta de entrada para o consumo de outras drogas. Além disso, a “erva natural” é um importante propulsor da evasão escolar.

Portanto, a decisão do STF, que não é definitiva, é irresponsável. A descriminalização das drogas vai agravar mais ainda o quadro de problemas sociais e de saúde pública no Brasil, onde o consumo só vem aumentando nos últimos anos, destruindo vidas e famílias.

*Luciano Lima é historiador, radialista, jornalista e ex-secretário de Juventude do DF

A luta de uma família por justiça e pelo resgate da memória

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Novo livro de Marcos Linhares apresenta uma trama repleta de reviravoltas, onde os embates nos meandros do Judiciário e do Executivo local transformam a realidade em algo que mais parece saído de um livro de ficção

-Capa Pedro e Luzia Reis..pngNa sexta-feira, dia 5 de julho, às 19h, na Biblioteca Nacional de Brasília (2o. andar), será lançada “Pedro e Luzia Reis – A invasão da terra e da memória em Bom Lugar, município maranhense” (Tagore Editora, 192 páginas, R$47,00), do escritor e jornalista Marcos Linhares.

Para o advogado e doutor em Sociologia Jurídica, Márlon Reis, a escrita da obra, embora intrincada em detalhes e rica em contexto histórico e cultural, mantém-se acessível e convidativa ao leitor.

” A narrativa da família Reis é uma poderosa representação de resistência e luta contra as injustiças. Através das gerações, os Reis demonstram uma resiliência admirável, enfrentando adversidades com coragem e determinação. Linhares equilibra-se habilmente entre o acadêmico e o coloquial, garantindo que sua prosa não apenas informe, mas também entretenha”, diz Marlon que assina a orelha da obra e é autor de, entre outros, “O nobre deputado”, “A república das propinas” e “Uso Eleitoral da Máquina Administrativa”.

Marcos Linhares explica que, no dia do lançamento, as filhas do casal estarão presentes para poder contar um pouco da história e também responder perguntas.

“O livro apresenta tanto um mergulho histórico na essência de uma família de pioneiros em uma região rica em babaçuais, entre o cerrado e a amazônia, quanto também a luta por justiça e pelo resgate da memória. Para dar força ao relato, a parte final dispõe de um anexo com cerca de 90 páginas só com documentos”, observa o autor.

A obra
Entre depoimentos emocionantes de moradores e familiares, na obra leva o leitor a compreender a importância do legado deixado por essa família em Bom Lugar. Visionário, Pedro Reis lutava pela preservação ambiental, defendia e ajudava as quebradeiras de coco babaçu, e junto com a companheira Luzia, contribuía para a cultura local e memória.

O casal organizava festas com as tradições locais, comprando instrumentos para os músicos e também estimulava a preservação da essência do que une a todos em qualquer local: o sentido de pertencimento que a cultura outorga.

Após a morte do patriarca, os herdeiros foram imersos numa saga para resgatar a memória e o patrimônio da ameaça de indivíduos inescrupulosos que tentaram apagar essa bela história para usurpar a propriedade.

Nessa jornada, em que ecos do velho modelo político coronelista se chocam com a democracia brasileira moderna, temos uma narrativa rica que assinala uma parte da história do país. É uma leitura que emociona, questiona e inspira a valorizar cada pedaço de nossa própria história, por mais inverossímil que possa parecer.

O autor
Maranhense de nascimento e radicado em Brasília, Marcos Linhares é jornalista, escritor e professor. Autor de 17 livros e vencedor do International Latino Book Awards em Los Angeles (EUA). Atualmente, preside o Instituto Fazer o Bem e o Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Idealizador do Prêmio Alan Viggiano – Poesia e Contos, Linhares tem atuado como jurado em concursos literários nacionais, como o Prêmio SESC de Literatura, além de outros realizados pelo governo federal nos últimos anos.

Foi Coordenador-Geral da Programação Cultural da Biblioteca Demonstrativa do Brasil Maria da Conceição Moreira Salles, e repórter do Sportv (na época da Globosat), Rede Record Brasília, Jornal de Brasília, Portal Comunique-se, entre outros. Também foi editor das revistas “Farma in Forma”(CRF-DF), O Magistrado em revista (IMAG-DF),  “Impressões”(Abrapol), “Fale Brasília” e “Mais Capital”.

Serviço:
O quê: Lançamento de “Pedro e Luzia Reis – A invasão da terra e da memória em Bom Lugar, município maranhense”, do escritor e jornalista Marcos Linhares.
Quando: Na sexta-feira, dia 5 de julho, às 19h
Onde: Na Biblioteca Nacional de Brasília (2o. andar- Esplanada dos Ministérios)

Informações: Instagram @tagoreeditora

Bombeiros do DF leva especialistas para combater incêndios no Pantanal

Comboio com 40 militares e 15 viaturas deixou a capital federal nesta quarta-feira (26) rumo a Corumbá (MS), em missão de 30 dias para enfrentar incêndios florestais no bioma

Nesta quarta-feira (26), um comboio composto por 40 militares do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e da Força Nacional deixou a capital federal com destino à cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, para auxiliar no combate aos incêndios florestais que devastam o Pantanal. Para a missão, foram deslocadas 15 viaturas e um caminhão com materiais de apoio para a equipe.

O comboio partiu do Batalhão Escola de Pronto Emprego (Bepe) da Força Nacional, localizado no Gama, por volta das 7h15, com uma previsão de viagem de um dia e meio até a cidade sul-mato-grossense. A estimativa é que a equipe permaneça na região por 30 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 90 dias, caso necessário.

A missão dos bombeiros do DF no Pantanal tem duração prevista de 30 dias, podendo chegar a 90 | Foto: Divulgação/ CBMDF

Do total de militares escalados, 30 são servidores do CBMDF e possuem amplo domínio dos conhecimentos e técnicas necessárias para combater incêndios florestais de grandes proporções.

“Temos um curso de especialização que dura oito semanas e aborda os diversos biomas no território brasileiro. O Distrito Federal tem experiências em missões desse tipo, enviando militares para ajudar em queimadas há muitos anos”, explica o comandante do Grupamento de Proteção Ambiental (Gpram) do CBMDF, tenente-coronel Daniel Saraiva.

Situação de emergência

A mobilização de socorro ao estado ocorre após o governo do Mato Grosso do Sul declarar, na segunda-feira (24), situação de emergência em função do avanço das chamas no Pantanal, que já consumiram 600 mil hectares do bioma este ano.

Com o lema Vidas alheias e riquezas salvar, o CBMDF atua em diversas outras missões no Brasil | Foto: Matheus H. Souza/ Agência Brasília

“Os nossos coirmãos do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul já estão neste combate há meses. Então, quando a Secretaria Nacional de Segurança Pública, juntamente com a Força Nacional, conversou conosco [sobre a missão], o governador Ibaneis Rocha de pronto atendeu a demanda. A nossa maior preocupação é com a vida. E quando falamos de vida, falamos da natureza e dos animais que estão sendo acometidos pelo fogo”, afirma o comandante-geral do CBMDF, Sandro Gomes.

Com o lema “Vidas alheias e riquezas salvar”, o CBMDF atua em diversas outras missões no Brasil, inclusive no próprio Pantanal. Atualmente, há uma equipe de 20 militares especializados em combate a incêndios participando da operação Tamoiotatá, no Amazonas. A ação ocorre em conjunto com a Força Nacional e visa ao planejamento, instrução e combate aos incêndios florestais na região amazônica.

Em maio deste ano, a corporação mandou uma equipe de militares para missão humanitária no Rio Grande do Sul, com atuação em diversas frentes em prevenção, busca, salvamento e resgate de vítimas em decorrência das catástrofes climáticas que assolaram o estado.