Estrutura será no prédio-sede da Fecomércio-DF, na 712/912 Norte, e vai oferecer diversos serviços na área de saúde e esporte
O Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc-DF) dá mais um passo no plano de expansão pela capital federal. A instituição está chegando à Asa Norte. A nova unidade, que será inaugurada em breve, está localizada na 712/912, no mesmo prédio que abriga a sede do Sistema Fecomércio-DF e o Senac-DF.
Como já de costume, a unidade vai oferecer importantes serviços com padrão Sesc-DF de qualidade. Na parte de saúde, por exemplo, serão realizados atendimentos de odontologia, psicologia, psiquiatria, endocrinologia, oftalmologia e nutrição.
No esporte, o Sesc-DF vai desembarcar na Asa Norte com uma das maiores academias da instituição em Brasília. Além da musculação, serão disponibilizadas aulas de pilates solo, ciclismo indoor, ginástica localizada, treinamento funcional e, futuramente, será aberto o clube de corrida.
A unidade ainda vai contar com uma lanchonete e uma área para credenciamento. Com isso, comerciários e o público em geral já poderão sair com a carterinha do Sesc em mãos.
Diferencial na qualidade e no preço
Todos esses serviços, entre outros que serão oferecidos, vão contar, claro, com diferenciais que marcam os atendimentos do Sesc-DF: qualidade e preços acessíveis.
“Temos um custo-benefício altamente positivo para a comunidade. Equipamentos e profissionais da mais alta qualidade. Além disso, em média, os valores pagos pelos comerciários no Sesc são 90% mais baixos em comparação com outras instituições. Já para a população em geral, esse percentual chega a 70%”, avalia o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.
O presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, também celebra a ampliação do Sesc no Distrito Federal.
“Teremos diversos atendimentos disponíveis não só aos moradores, mas, também, ao público de outras regiões administrativas que trabalha na Asa Norte. Eles vão ganhar em tempo e, consequentemente, em qualidade de vida tendo uma unidade do Sesc-DF ainda mais próxima”, destacou.
Além da Asa Norte, o projeto de ampliação do Sesc-DF também conta com futuras unidades em Planaltina, Núcleo Bandeirante e Brazlândia. Atualmente, já estão em funcionamento na 504 Sul (Estação Sesc Alberto Vilardo), 913 Sul (Mitri Moufarregi), Guará (Milton Carlos), Taguatinga Norte (Valdenir Machado), Taguatinga Sul, Gama e Ceilândia (Bartolomeu Gonçalves).
Companhia quer inibir ocorrências no sistema e dar maior transparência às ações do Corpo de Segurança Operacional
Os agentes do Corpo de Segurança Operacional do Metrô-DF começam a usar, a partir da próxima segunda (1º/7), câmeras de corpo (bodycam). A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal adquiriu um total de 100 câmeras, que serão acopladas aos uniformes dos agentes. Além das câmeras portáteis, foram compradas também duas estações de dados, equipamentos que serão utilizados pelo Centro de Monitoramento da Segurança para descarregamento e gerenciamento das imagens capturadas.
O investimento foi de R$ 198.303. A aquisição, realizada por meio do Pregão Eletrônico n° 17/2023, é uma inovação na gestão da segurança metroviária distrital e tem o objetivo de fortalecer e dar maior transparência à atuação do Corpo de Segurança Operacional, em especial no que tange ao uso dos gradientes de força previstos na Lei Federal n° 6.149/1974 e no Decreto Distrital n° 26.516/2005.
“Por meio delas, é possível permitir a apuração rápida de fatos, garantir a segurança jurídica das ações e atividades dos empregados e produzir elementos de prova para eventuais procedimentos civis, penais e/ou administrativos”
Renato Avelar, superintendente de Operações do Metrô-DF
Em 2023, houve 453 registros internos de ocorrências que estão relacionados a crimes e contravenções no sistema. Desses, 398 foram registrados também diretamente nas delegacias de polícia ou por meio da delegacia eletrônica (dano a bem público, furtos no sistema, pichação, auxílio público – que ocorre quando algum usuário é vítima de crime nas imediações das estações e o Metrô leva a vítima à delegacia – e desacato, por exemplo).
Já em 2024, até o mês de maio, houve 207 registros internos de ocorrências, sendo que 182 foram registrados nas delegacias de polícia ou de forma virtual.
O superintendente de Operações do Metrô-DF, Renato Avelar, avalia que as câmeras resguardam tanto os empregados quanto os usuários do sistema metroviário. “Por meio delas, é possível permitir a apuração rápida de fatos, garantir a segurança jurídica das ações e atividades dos empregados e produzir elementos de prova para eventuais procedimentos civis, penais e/ou administrativos”, avalia.
Além disso, Avelar entende que as câmeras naturalmente inibem desdobramentos das ocorrências em razão da percepção, por parte das pessoas em conflito com a lei e/ou normas metroviárias, de que seus atos e verbalizações estão sendo registrados.
Sobre os equipamentos
As câmeras de corpo serão utilizadas na parte frontal e ficarão visíveis a todos os usuários. Os equipamentos têm capacidade de armazenamento de 32 GB, podendo gravar por até 8 horas ininterruptas. Também têm visão noturna e função de pré-gravação, o que permite que fatos ocorridos antes do acionamento do botão de gravação sejam também armazenados.
As estações de dados permitem o gerenciamento de até oito câmeras ao mesmo tempo. Os equipamentos possuem ainda histórico de ações (geração de arquivos de log), proteção contra o apagamento de gravações e o gerenciamento das imagens (descarregamento, armazenamento e downloads), por meio de senhas individuais, garantindo que todas as ações sejam mapeadas e atribuídas a um usuário específico.
A Companhia informa que já foram treinados mais de 150 empregados, cerca de metade do corpo de segurança. Todos os agentes serão treinados. Também foi implantado um normativo operacional que regulamenta o uso dos equipamentos e o sigilo das informações, além de uma rotina operacional, estabelecendo as regras.
Com aumento de 20%, valor reflete a confiança das marcas em experiências inovadoras e consolida festival como plataforma de negócios
Para fazer o maior festival de motos e rock da América Latina, é preciso muita paixão e uma dose de loucura! Para fazer o melhor festival, outros itens entram na lista. Na busca constante pela evolução na qualidade da entrega, o Capital Moto Week bate recorde e investe R$ 20 milhões na realização do festival em 2024, um incremento de 20% na edição comemorativa do ano passado. O aumento é impulsionado, principalmente, pelos patrocinadores, que chegam a investir 200% a mais para promover experiências interativas com o público – mais de 800 mil pessoas – numa aposta crescente no entretenimento e negócios gerados no festival.
Com mais de 20 anos na estrada, o Capital Moto Week atinge sua maturidade e se consolida, cada vez mais, como plataforma estratégica de conexão entre o público e as marcas. De acordo com o CEO do festival, Pedro Franco, o principal objetivo desta edição é entregar experiências com padrões internacionais e garantir que os patrocinadores estejam bem posicionados para performar cada vez melhor. “O aumento de 20% no investimento é direcionado para aprimorar a estrutura, as experiências e conteúdos oferecidos, garantindo um festival ainda mais grandioso para nosso público e ainda mais estratégico para nossos parceiros”, revela.
O festival, que acontece de 18 a 27 de julho em Brasília, tem nos patrocínios um pilar fundamental para seu sucesso. Empresas como Globo, Honda, LS2, Michelin, Pepsi, Claro, Spaten, Suhai e o Sebrae já confirmaram presença entre as dezenas que estarão na Cidade da Moto. Segundo Franco, neste ano as marcas estão investindo de 50% a 200% a mais em experiências e ativações para se posicionarem com destaque. A participação vai além do financeiro: “Os patrocinadores são responsáveis por muitas das experiências que oferecemos ao público, como a roda gigante gratuita, brinquedos radicais e áreas temáticas. Tudo isso enriquece a experiência Moto Week, tornando possível um festival de alta qualidade”, destaca o CEO.
A maior parte do investimento (43%) é direcionada à infraestrutura para receber as mais de 800 mil pessoas. Destas, 20 mil ficam hospedadas 24h por 10 dias dentro do complexo, o que exige infraestrutura básica robusta, incluindo sistemas hidráulicos, elétricos, estações de chuveiros e banheiros. Para além dos 5 palcos e do parque de diversões que fazem a Cidade da Moto vibrar. Outros setores essenciais para o festival incluem recursos humanos (18,5%), cenografia (13,5%), contratação de shows (10,1%), serviços de comunicação (9,3%) e locação de espaço, logística e demais áreas do CMW (5,6%).
Outra novidade reforça o festival como plataforma de negócios em 2024: o Capital Moto Game deve aumentar ainda mais o engajamento do público com o próprio festival e as marcas. O jogo para celular propõe atividades e missões por todo o complexo, de 300 mil m², que renderão pontos aos jogadores. Os que completarem as tarefas poderão receber brindes e recompensas diariamente.
“Ao mesmo tempo que proporcionamos uma experiência imersiva e envolvente, vamos oferecer a oportunidade de patrocinadores e expositores interagirem com o público”, revela. Por meio de atividades customizáveis e estratégias de interação, o jogo vai permitir às marcas se conectarem, de forma ainda mais direta, com os participantes, promovendo produtos e serviços de maneira inovadora e divertida.
Movimentando a economia
Outra fonte de receitas do Capital Moto Week é a Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, que neste ano chegará ao teto de R$ 660 mil, além do apoio da Secretaria de Turismo do DF. O CEO destaca que, por política interna, o festival limita a utilização de verbas públicas para 10% do total investido por edição. “No total, 90% da receita do festival é advinda de patrocínio privado e recursos gerados pelo próprio projeto”, explica Pedro Franco.
Essa composição entre verbas públicas e privadas garante a viabilidade financeira do festival e seu impacto positivo na economia local. Franco revela que o festival devolve aos cofres públicos até 25 vezes mais o valor que recebe. “Somos um dos principais projetos de geração de fluxo turístico de Brasília, que traz dinheiro novo com a movimentação econômica local”, afirma.
Prova disso é que, em 2023, R$ 62 milhões foram movimentados na economia do DF nos 10 dias do CMW. A expectativa para 2023 é manter essa proporção. O montante se refere aos valores gastos por turistas fora dos muros do festival, em toda a cadeia do turismo, com restaurantes, hotelaria, aplicativos de alimentação e transporte, entre outros. Anualmente, 150 mil pessoas de outros estados e países vem a Brasília para o Capital Moto Week, mas acabam permanecendo na cidade. “Alocar verbas para eventos geradores de fluxo turístico, que devolvem efetivamente para a cidade, não é gasto, é investimento”, reflete Franco.
O festival também movimenta outros setores da economia. Para colocar o CMW de pé, a organização calcula que 17 mil postos de trabalhos diretos e indiretos serão gerados em 2024, um aumento de 40% em relação à edição passada. Cerca de 400 empresas são contratadas para o planejamento, gestão, realização, execução e pós desta edição do CMW. Pedro Franco enxerga um futuro promissor para o Capital Moto Week e para Brasília. “Queremos fortalecer ainda mais a cidade como destino turístico para festivais e eventos de grande porte. Temos como missão criar uma economia sustentável e deixar legados positivos para a cidade”, conclui.
Sobre o Capital Moto Week 2024
De 18 a 27 de julho, Brasília será palco do Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina. Inspirado na edição histórica de 20 anos, o CMW aposta na diversidade, talento e energia em seus 10 dias de programação, com mais de 100 de shows de diversas vertentes do rock nacional. A “Cidade da Moto” ocupará 300 mil m² no Parque de Exposições da Granja do Torto. A expectativa é receber 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o mundo. O Festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e, todos os anos, zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este também tem gratuidade | Pessoas 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.
Aviso do certame foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (28). Unidade terá investimento de R$ 180 milhões
Com investimento de R$ 180 milhões, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai construir o tão sonhado Hospital Regional de São Sebastião (HSS). O aviso da licitação para contratar a empresa que vai executar a obra será publicado nesta sexta-feira (28), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
“Vamos seguir avançando com a construção desses novos hospitais em regiões que precisam muito. Há muitos anos não são construídas unidades desse porte aqui no Distrito Federal e precisamos enfrentar os problemas e atender aqueles que estão na ponta”
Governador Ibaneis Rocha
O hospital será erguido na AE 05, Área Especial, Alto Mangueiral, em São Sebastião. A construção foi anunciada e reforçada pelo governador Ibaneis Rocha em agendas e compromissos ao longo do ano, e agora é dado o primeiro grande passo.
A licitação está a cargo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e visa a contratação de empresa ou consórcio para elaboração dos projetos básico e executivo de arquitetura e de engenharia, bem como a obtenção de licenças e outras aprovações e execução da obra.
“Nós temos a necessidade de ampliar a nossa rede de saúde. Entregamos sete UPAs, 12 UBSs e também os hospitais modulares e anexos em Ceilândia, Sol Nascente e Samambaia, feitos na época da pandemia de covid-19. Agora, vamos seguir avançando com a construção desses novos hospitais em regiões que precisam muito. Há muitos anos não são construídas unidades desse porte aqui no Distrito Federal e precisamos enfrentar os problemas e atender aqueles que estão na ponta”, afirma o governador Ibaneis Rocha.
De acordo com a Novacap, a licitação está marcada para 30 de setembro, às 9h, e toda a documentação, o edital e anexos estarão disponíveis nos sites www.novacap.df.gov.br e www.gov.br/compras.
Mais hospitais
Além desta unidade, o GDF prepara a construção de outros hospitais, um no Guará e outro no Recanto das Emas. O primeiro, chamado de Hospital Clínico Ortopédico (HCO), será construído em um terreno de 70 mil m² localizado entre o Parque Ezechias Heringer e a Unidade Básica de Saúde (UBS) 2, às margens da Avenida Contorno. Nele, serão investidos R$ 174 milhões, com capacidade para 160 leitos. O hospital terá perfil de assistência em ortopedia, com atendimentos nas áreas de coluna, ombro, braço, cotovelo, mão, quadril, perna, joelho, pé, tornozelo, alongamento e reconstrução óssea. Dos 160 leitos, 90 serão de ortopedia, 50 de clínica médica e 20 de UTI adulta.
Já o Hospital Regional do Recanto das Emas, o primeiro da cidade, terá atendimentos nas áreas de clínica médica e pediatria e contará com 100 leitos. O investimento é de R$ 133 milhões.
Roupas e acessórios serão entregues pela Sejus à ação Agasalho Solidário, idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha
O Salão Nobre do Palácio do Buriti ficou lotado na tarde desta quinta-feira (27) no evento de encerramento da campanha Enquanto o Frio não Vem, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus). Empresários parceiros da campanha e convidados estiveram presentes para a prestação de conta da iniciativa que arrecadou, ao todo, 7.201 peças, entre agasalhos, cobertores e demais itens de vestuário que irão amenizar o frio de pessoas em situação de vulnerabilidade social.
A secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani, agradeceu o apoio dos empresários que disponibilizaram espaços para a coleta dos itens e também a toda a população que se solidarizou com a iniciativa. “Esta foi uma caminhada de trabalho conjunto. Chegamos até aqui, com esse resultado de sucesso, pois nos unimos e somamos forças. Fazer com que uma campanha faça sentido para a empresa, para a nossa vida, é entender que não é apenas doação, e, sim, entrega. É um ato de se doar, de empatia”, afirmou.
Para receber as doações repassadas para a Campanha do Agasalho Solidário, idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, estava presente no evento a chefe-executiva de Políticas Sociais do GDF, Talita Mattosinho.
Como forma de agradecimento à colaboração na campanha, empresários parceiros receberam certificados das mãos da secretária de Marcela Passamani e da chefe do Programa Voluntariado em Ação da Sejus, Sarah Tolentino.
Etapas da campanha
Na primeira etapa da campanha Enquanto o Frio não Vem foram arrecadados 329 rolos de linha e lã de tricô e crochê para produção de agasalhos para mulheres em situação de vulnerabilidade social atendidas pela Sejus. As caixas para coleta foram disponibilizadas no Armarinho Milano, no Terraço Shopping e Venâncio Shopping.
A segunda etapa foi a arrecadação de agasalhos e cobertores, que contabilizaram o total de 7.201 peças. As caixas onde as doações foram feitas estavam disponibilizadas nas seguintes empresas parceiras: Atacadão Dia a Dia; Ultrabox e BigBox; CEUB; postos de gasolina das redes Cascol, Autoshopping e Cinco Estrelas e Funap. Todas as peças foram lavadas pela Lavanderia Acqua Flash. A empresária Cris Pontes confeccionou peças de tricô para doação.
Equipamentos públicos do DF estão com diversas atividades culturais para divertir toda a família entre sexta (28) e domingo (30)
O final de semana chegou, e o brasiliense está com várias opções de cultura e lazer para se divertir entre esta sexta-feira (28) e domingo (30). De programação para pets a cinema, peças teatrais e shows de rock, a agenda promete divertir toda a família.
O Manias Festival e Feira Pet Friendly, no TaguaParque, terá palestras sobre cuidados e comportamentos com os bichinhos e uma oportunidade de adoção para quem tiver interesse em acolher algum pet | Foto: Divulgação/Manias Festival
Para os amantes de animais de estimação, a dica é participar das atividades especiais no Taguaparque. O evento, que ocorre desta sexta a domingo, promete uma programação diversificada e educativa para toda a família. No local, haverá o Manias Festival, com palestras sobre cuidados e comportamentos com os pets e uma feira de adoção para quem tiver interesse em acolher algum bichinho. Também há opções para crianças, com apresentações teatrais do Grupo Néia e Nando e da Cia. Fábula. A programação completa está disponível nas redes sociais do evento.
Ceilândia receberá, no domingo, diversos shows de rock na Praça Ferrock. As bandas Barbarella B, Baratas de Chernobyl, Terno Elétrico e Os Maltrapilhos vão se apresentar de graça em evento que faz parte do calendário do Centro Cultural Ferrock | Foto: Divulgação/Terno Elétrico
Para quem tem interesse em uma opção mais agitada, Ceilândia receberá, no domingo, diversos shows de rock na Praça Ferrock. As bandas Barbarella B, Baratas de Chernobyl, Terno Elétrico e Os Maltrapilhos vão se apresentar de graça em evento que faz parte do calendário do Centro Cultural Ferrock. A programação se inicia às 10h e segue ao longo do dia. As apresentações musicais estão previstas para começar às 16h.
As apresentações do Projeto Caco de Cuia – Circuito Candango serão no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 10 do Gama e prometem integrar artistas do forró, da música negra, do mamulengo, da xilogravura e da poesia matuta | Foto: Divulgação/Caco de Cuia
Nesta sexta-feira, a partir das 19h30, o Projeto Caco de Cuia – Circuito Candango vai promover shows gratuitos para celebrar a ancestralidade africana e nordestina presentes no DF. As apresentações serão no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 10 do Gama e prometem integrar artistas do forró, da música negra, do mamulengo, da xilogravura e da poesia matuta. A entrada é franca, com acessibilidade em Libras e audiodescrição.
Entre os filmes programados para o Cine Brasília em homenagem ao Mês do Orgulho LGBTQIAP+ está a estreia do longa 13 Sentimentos, além de Tudo o Que Você Podia Ser e Moventes | Foto: Divulgação/13 Sentimentos
No Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, o brasiliense poderá conferir a primeira exposição individual de Odrus, palavra “surdo” invertido, que marca a identidade do artista Rafael Santos. A mostra conta com 20 obras e explora a jornada pessoal e artística do grafiteiro. Criada para integrar a programação do projeto Trilha da Inclusão, a exposição, disponível até 7 de julho, conta com recursos tecnológicos inéditos de audiodescrição em todas as obras. A entrada é gratuita.
Em homenagem ao Mês do Orgulho LGBTQIAP+, a gestão compartilhada do Cine Brasília recheou a programação até 3 de julho com obras audiovisuais que prometem tocar os corações dos brasilienses, além das sessões infantil e acessível. Entre os filmes programados dentro da temática, está a estreia do longa 13 Sentimentos, além dos filmes Tudo o Que Você Podia Ser e Moventes. A primeira sessão acessível da nova etapa da gestão compartilhada exibe Meu Sangue Ferve por Você, com entrada gratuita.
DF é considerado uma das regiões mais avançadas do país no que diz respeito aos direitos da comunidade; governo tem buscado garantir direitos básicos e promover inclusão da população
O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAP+, celebrado mundialmente nesta sexta-feira (28), não apenas relembra um marco histórico na luta pelos direitos e pela igualdade, mas também destaca o compromisso das autoridades e da sociedade civil na promoção de políticas públicas inclusivas e no combate à discriminação.
O Distrito Federal tem se destacado nas últimas décadas como uma das regiões mais avançadas do país no que diz respeito aos direitos da comunidade LGBTQIAP+. Com uma série de políticas públicas voltadas para este público, o GDF tem buscado não só garantir direitos básicos, mas também promover a inclusão e o respeito dessa população.
A comunidade LGBTQIAP+ encontra atendimento para cuidar da saúde física e mental em projetos do GDF | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília
O DF conta com diversas frentes para atender esse público. Uma delas é o Ambulatório Trans – o primeiro da capital a ter sido credenciado no Sistema Único de Saúde (SUS). No local estão disponíveis serviços médicos que vão desde a saúde física até a saúde mental do usuário, como endocrinologia, enfermagem, ginecologia, psicologia, medicina de família, psiquiatria e terapia ocupacional.
A iniciativa é uma verdadeira rede de apoio à pessoa que busca a própria identidade de gênero. O espaço mudou a vida de Ruth dos Santos, 29 anos, uma trans que frequenta o Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) há um ano. Nesta semana, ela foi ao espaço para uma consulta psiquiátrica.
Ruth dos Santos conta que a vida dela mudou quando começou a ser atendida no Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) há um ano
“Eu comecei a ser atendida aqui faz quase um ano. É muito recente para mim, mas eu estou gostando muito. Mudou minha vida no sentido de que a gente se sente mais acolhida; a gente se sente mais pertencente. Eu não esperava que o GDF tivesse esse espaço. Quando eu soube, fiquei muito feliz”, relata Ruth.
O ambulatório visa capacitar e sensibilizar os profissionais de saúde para lidar, de forma humanizada, com transexuais e travestis. Atualmente na coordenação do espaço, Sidneia Vasconcelos explica que o atendimento aos usuários é contínuo.
A ideia é justamente ter uma equipe de profissionais qualificados para facilitar essa aproximação com pessoas LGBTQIAP+ que estão em condição de risco social, garantindo o acesso a direitos sociais e à rede de proteção.
Sidneia Vasconcelos: “Existe uma porta de entrada, mas não existe uma porta de saída para um processo de transição, porque é um processo para a vida toda”
“Existe uma porta de entrada, mas não existe uma porta de saída para um processo de transição, porque é um processo para a vida toda. Até por isso as equipes precisam estar especializadas. E a gente caminha junto. O nosso serviço é de acolhimento, cuidado e promoção à saúde desse usuário de forma continuada”, ressalta Sidneia.
O espaço também acolhe Maria Luiza da Silva, 63, primeira mulher trans do país a ter ingressado nas Forças Armadas. Usuária do ambulatório, ela conta que o diferencial do atendimento está na especialização dos médicos para lidar com a realidade da comunidade trans.
“A gente tem muitos acompanhamentos aqui e que são muito necessários e úteis para a comunidade. Tem uma série de especialidades, e os médicos têm muito carinho pela gente. É um atendimento especializado, com pessoas preparadas para lidar com a nossa realidade”, enfatiza a militar aposentada.
Maria Luiza da Silva destaca a qualidade técnica do quadro de especialistas do Ambulatório Trans
Atualmente, o Ambulatório Trans atende entre 350 e 400 pessoas por mês. Para ter acesso aos serviços, as pessoas interessadas podem se dirigir à unidade de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 19h. Serão atendidos no ambulatório os usuários encaminhados pelas unidades básicas de saúde (UBSs), pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) da Diversidade e por busca espontânea.
Auxílio social
Outro ponto de destaque no acolhimento do GDF à comunidade LGBTQIAP+ é a política oferecida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) por meio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) da Diversidade. A unidade atende especificamente pessoas em situação de violação de direitos em razão de orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade.
O espaço, que recebe entre 100 e 150 usuários por mês, disponibiliza apoio psicossocial, jurídico e social, auxiliando na superação de violências, discriminação e violações de direitos, visando garantir o acesso a direitos fundamentais e a inclusão social dessa população.
Grazielle da Silva Blanco: “A ação aqui vai nesse sentido, de humanidade, que trabalha com essa questão da prevenção às situações de violência, negligência ou algum tipo de vivência de violência ou violação de direitos”
Além disso, o local também auxilia para agilizar a retificação na Certidão de Nascimento do nome e gênero de pessoas trans. Recentemente, a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) lançou uma cartilha com uma série de orientações às pessoas trans sobre o processo de retificação de nome e gênero.
Segundo a coordenadora do Creas Diversidade, Grazielle da Silva Blanco, atualmente, a maior demanda é por atendimentos ao público LGBTQIAP+. “São demandas relacionadas a algum tipo de situação que eles vivenciaram, então são demandas relacionadas a justiça, saúde, vulnerabilidade socioeconômica. A ação feita aqui vai nesse sentido, de humanidade, que trabalha com essa questão da prevenção às situações de violência, negligência ou algum tipo de vivência de violência ou violação de direitos”, detalha.
Por dois anos, Rubi Martins, uma mulher trans de 36 anos, foi atendida no Creas. Ela conta que o acolhimento feito no espaço foi essencial. A partir do atendimento, ela se integrou aos movimentos sociais, e sua vida deu uma “guinada”, conta.
A vida de Rubi Martins deu uma guinada após atendimento no Creas Diversidade
“Eu sempre falo para as pessoas que é preciso aproveitar as oportunidades que a vida proporciona. O serviço do Creas está aí e é feito com o maior carinho. A gente, por outro lado, também precisa fazer a nossa parte. A gente tem que querer, porque não é fácil. A gente cresce aqui para estender e apontar caminho para os outros”, destaca.
Qualificação profissional
Quando o assunto é qualificação profissional, a comunidade LGBTQIAP+ também tem a oportunidade de se candidatar a vagas gratuitas para cursos do programa RenovaDF. O objetivo é aprimorar o conhecimento de trabalhadores como carpinteiros, jardineiros, eletricistas, encanadores, serralheiros e pedreiros.
Hellen Gabrielle Cunha, 31, é aluna do RenovaDF. Ela lembra que, por muito tempo, viu espaço em ambientes profissionais por ser uma mulher trans. “Vim representar a mim mesma, sair das margens e arrumar um emprego, quebrar barreiras e mostrar para a sociedade que a gente pode ocupar vagas de emprego também. Temos que sair e colocar a cara a tapa para que deixem de ter uma visão equivocada de nós”, relata.
“Eu me sinto muito feliz porque é bom demais sair da margem de situação de rua e o RenovaDF vem transformando essa realidade”
Fernanda Gaspar, aluna do RenovaDF
“É muito importante o apoio do GDF para nós. Eu me sinto muito feliz porque é bom demais sair da margem de situação de rua, e o RenovaDF vem transformando essa realidade”, complementa Fernanda Gaspar, 49, também aluna do programa.
Os cursos do projeto têm duração de 240 horas, divididas em três etapas de 80 horas, com quatro horas diárias de atividades. Os alunos recebem auxílio pecuniário equivalente a um salário mínimo após a conclusão de cada 80 horas, auxílio-transporte, seguro contra acidentes pessoais e certificado.
Além do programa de qualificação profissional, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), está promovendo o projeto Empreendedor LGBT, criado para apoiar e dar visibilidade a empreendedores ligados à causa LGBTQIAP+, até 10 de julho. De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, quem passa pelo local pode conferir os trabalhos e os produtos expostos nas passagens subterrâneas da Galeria dos Estados que conectam o Setor Comercial Sul (SCS) ao Setor Bancário Sul (SBS).
Após a saída de Diniz e a entrada de Marcão como interino, o Fluminense voltou a campo para enfrentar o Vitória.
No primeiro tempo era possível verificar algumas mudanças, principalmente de posicionamento, com o time ocupando mais a intermediária ofensiva, além de não se ver mais atrasos de bola para Fábio.
Muita transpiração e nenhuma inspiração, mas ainda assim Keno e Cano tiveram 2 oportunidades.
Voltamos para o segundo tempo com Alexsander no lugar de Gabriel Pires.
Depois de permitir 2 bons ataques do Vitória pelo lado esquerdo da nossa defesa, o Fluminense passou a imprensar o adversário fazendo marcação alta.
O “narrador” Gustavo Vilani insiste em mentir para o telespectador, tentando distorcer o que se vê nas imagens.
Depois de 20 minutos, talvez por cansaço a transição da defesa para o ataque fica muito lenta e com isso o adversário leva perigo.
Aos 32 saem Martinelli e Ganso, entrando Renato Augusto e JK, substituições erradas, pois a saída de Martinelli desguarnece o sistema defensivo, e a entrada de Renato Augusto não acrescenta nada.
Além disso, a entrada de JK só atrapalha as jogadas ofensivas, pois ele perde todas as bolas proporcionando contra ataques ao adversário.
Aos 40 minutos, entram Douglas Costa e Diogo Barbosa, saindo Marcelo e Keno.
Aos 44 minutos, JK perde uma bola no ataque (3a. seguida), o Vitória se aproveita e faz 1×0, tendo atravessado todo o campo sem que ninguém fizesse uma falta para parar o jogador adversário.
As substituições de Marcão foram totalmente equivocadas, desguarnecendo todo o sistema defensivo.
Esta derrota é de JK pela displicência e de Marcão pelas substituições erradas.
Domingo às 16 horas visitaremos o Grêmio, noutro jogo que não pode perder.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor
Parecer preliminar indica vazamento antecipado de resultados em licitação para assessoria em comunicação e gestão de redes sociais, sugerindo possível direcionamento do processo
Da Redação
Nesta quinta-feira (27), o site Antagonista publicou uma reportagem assinada pelo jornalista Wilson Lima, revelando que a área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou indícios de irregularidades na megalicitação de R$ 197 milhões realizada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Lula para contratação de empresas de assessoria em comunicação e gestão de redes sociais.
De acordo com o parecer preliminar obtido com exclusividade por O Antagonista, os auditores do TCU encontraram elementos que sugerem um possível vazamento antecipado do certame, o que levanta a hipótese de direcionamento do processo licitatório. A investigação chegou ao TCU através de representações feitas por parlamentares do Novo e integrantes da oposição, como Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Gustavo Gayer (PL-MG). O caso está sendo analisado pelo ministro Aroldo Cedraz.
O Antagonista havia antecipado o resultado da megalicitação em 23 de abril, um dia antes da realização do certame, por meio de uma mensagem cifrada no X (antigo Twitter). As quatro primeiras colocadas – Moringa, BR Mais Comunicação, Área Comunicação e Usina Digital – foram exatamente as empresas mencionadas na mensagem. Após a divulgação dos resultados, a Moringa e a Área Digital foram desqualificadas por falhas documentais.
A Lei 12.232/2010, que regula as normas para licitações de serviços de publicidade pela administração pública, estipula que a abertura dos envelopes com as propostas deve ocorrer apenas no dia da licitação. No entanto, com o vazamento das informações sobre os vencedores um dia antes, os técnicos do TCU argumentam que houve uma violação do sigilo das propostas, caracterizando uma possível fraude e direcionamento dos vencedores.
Os auditores do TCU classificaram a ação da Secom como uma “irregularidade grave”, ressaltando que a antecipação do resultado comprometeu a integridade do processo licitatório. Eles recomendaram a realização de oitivas com integrantes da Secom para esclarecer as razões do vazamento e sugeriram diligências para obter mais documentos, além de alertarem sobre a possibilidade de conceder uma medida cautelar para suspender a concorrência, que ainda não foi homologada.
A Secom, em resposta a questionamentos da Câmara, negou qualquer influência política no processo e minimizou os indícios de irregularidades, alegando que a divulgação antecipada não passou de um ‘palpite’. A investigação do TCU continua em andamento para determinar as responsabilidades e tomar as medidas cabíveis.
Os aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro enfrentam um desafio contínuo para garantir a correção e atualização de seus contracheques. Enquanto o país figura entre os que mais gastam com servidores públicos, muitos beneficiários sofrem com defasagens nos valores recebidos, impactando diretamente suas famílias. A má administração do dinheiro público resulta em processos judiciais longos e custosos, onde o direito conquistado muitas vezes é entregue em precatório, deixando os beneficiários à mercê de uma espera incerta.
Analisando o que acontece nos contracheques vemos, por exemplo, que o teto das pensões e aposentadorias do Judiciário, vinculado ao subsídio dos Ministros do STF, foi alterado seis vezes nos últimos dez anos (2013-2023), mas o Rioprevidência deixa de corrigir os benefícios automaticamente, realizando ajustes apenas quando solicitado administrativamente, sem devolver os valores que deixaram de ser pagos ao longo dos anos.
Recentemente, em fevereiro de 2024, ocorreu um aumento de 6% no teto dos Ministros do STF, o que deveria refletir imediatamente nos benefícios daqueles com abate-teto no contracheque, entretanto, esse acréscimo acaba sendo negligenciado no recálculo dos benefícios dos aposentados e pensionistas, fazendo com que muitos beneficiários recebam menos do que o devido.
A revisão das pensões também apresenta desafios, exigindo documentos específicos, fazendo aposentados e pensionistas enfrentarem burocracias que prolongam o processo de correção das pensões, que devem ser reajustadas por paridade conforme a remuneração dos servidores ativos do Estado do Rio de Janeiro apresenta mais obstáculos.
Para determinar o valor correto dos benefícios, é necessário que o pensionista ou aposentado tenha em mãos documentos como o Documento de Atualização de Pensão (DAP) e a declaração “Se Vivo Fosse”. O DAP deve detalhar o tempo de serviço do servidor falecido e o valor que corresponderia à pensão, incluindo todas as parcelas remuneratórias pertinentes. Contudo, o governo estadual muitas vezes não responde prontamente aos pedidos de documentos, resultando em atrasos significativos na obtenção dos valores corretos, dificultando a análise dos contracheques.
Esses atrasos acabam por forçar os beneficiários a buscar seus direitos através do sistema judicial, enfrentando custos elevados e a morosidade característica. Assim, é essencial que os aposentados e pensionistas estejam atentos aos desafios apresentados na atualização de seus contracheques, tomando medidas proativas, buscando fazer análise do contracheque que recebem para garantir, anualmente, a correição dos benefícios devidos.