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ARTIGO | JOGOS SATÂNICOS

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Por Raimundo Ribeiro

Ao ver a abertura dos jogos olímpicos em Paris, relembrei Nádia Comanecci, Mark Spitz e tantos outros que emprestaram brilho aqueles jogos.

Relembrei também que os jogos representam, ou deveria representar a confraternização entre os povos, pois mais importante que ganhar medalhas é se fazer presente num evento planetário em que se cultiva, ou se deveria cultivar, o que há de melhor nas pessoas, que é o espírito humanitário de bondade e congraçamento.

Mas logo na abertura pude constatar que esta olimpíada não fará renascer os melhores sentimentos do ser humano, muito ao contrário estimula o ódio, a divisão, o preconceito e outros males que aviltam o ser humano, e pior abre a estrada para sua própria extinção.

Pior é analisar fatos recentes ao redor do mundo e forçoso reconhecer que não se trata de ação isolada de meia dúzia de idiotas, mas de ação deliberada engendrada por quem controla circunstancialmente, os meios de dominação e exploração social, como a chamada “grande mídia”.

O teatro de horrores montado para ridicularizar com zombarias a Santa Ceia, significa não apenas zombar do Filho único de Deus, mas também profanar um dos símbolos da Fé de milhões de pessoas espalhadas pelo mundo.

Me vem à memória, frases do maior dramaturgo brasileiro quando falava na “ousadia dos canalhas”, e que “os idiotas perderam a modéstia”.

Lembro-me também de conversa recente com Padre Lírio em que ele afirmava que “Ser Cristão atualmente é um ato de coragem”.

Uma frase tão curta, mas ao mesmo tempo tão verdadeira, profunda e destemida.
É irmãos Cristãos, não é fácil seguir Cristo, é preciso coragem para enfrentar os ataques dissimulados e perversos que objetivam acabar com nossa FÉ em JESUS CRISTO, Filho de DEUS.

Não conseguirão, como o império Romano não conseguiu quando dominava o mundo.
O primeiro passo é exteriorizar nossos sentimentos ante essa blasfêmia perpetrada por aqueles que organizaram essa barbárie.

Por isso digo que o que está acontecendo em Paris não são jogos olímpicos, mas jogos satânicos que só nos despertam asco e nojo.

Que Deus nos abençoe e nos dê coragem para sermos verdadeiros CRISTÃOS.

Brasília, 28 de julho de 2024
Raimundo Ribeiro
CRISTÃO, com orgulho

Empresário ligado ao senador Izalci recebe recursos milionários para campanha e volta ao cargo no Congresso

A situação destaca a necessidade de maior fiscalização e transparência no uso de recursos públicos para evitar conflitos de interesse e assegurar a integridade das funções parlamentares

Da Redação

O empresário e profissional de marketing Edward Duarte Jorge, que atuou como assistente parlamentar do senador Izalci Lucas (PL-DF) entre 2021 e 2023, está no centro de uma polêmica envolvendo o uso de recursos públicos para campanhas eleitorais. Edward é dono da empresa Next Produção, especializada em filmes publicitários, que recebeu R$ 1.046.000 da candidatura de Izalci ao Governo do Distrito Federal (GDF) em 2022.

Edward deixou o gabinete de Izalci em julho de 2022 para assumir a administração de sua empresa e prestar serviços de produção de vídeos para a campanha do senador. Após o término das eleições, Edward retornou ao cargo de assistente parlamentar no Senado, 22 dias depois do pleito. A Next Produção, de Edward, e a Next Filmes, de seu irmão Eduardo Duarte Jorge, compartilharam recursos públicos e infraestrutura, criando um cenário de possível conflito de interesse.

Entre maio e junho de 2022, a Next Filmes recebeu R$ 40 mil da cota parlamentar de Izalci Lucas enquanto Edward ainda estava no gabinete. As empresas dos irmãos Duarte são suspeitas de operar em conjunto, dividindo o mesmo espaço físico e equipe.

Izalci Lucas utilizou R$ 4,1 milhões de recursos públicos e doações em sua campanha, sem se afastar do cargo de senador. Edward foi exonerado em junho de 2022 e, logo após, sua empresa foi contratada pela campanha de Izalci para a produção de vídeos, resultando em pagamentos que totalizaram R$ 1.046.000. Após a derrota de Izalci nas eleições, Edward voltou ao Senado como auxiliar parlamentar sênior.

A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceaps) foi utilizada para beneficiar as empresas dos irmãos Duarte, o que levanta questões sobre a legalidade dos repasses. Segundo as regras do Senado, é proibido o uso da Ceaps para contratar empresas de senadores ou parentes até o terceiro grau. Mesmo assim, em outubro de 2023, quando Edward ainda estava no gabinete, a Next Produção foi beneficiada com R$ 34 mil de dinheiro público.

A situação destaca a necessidade de maior fiscalização e transparência no uso de recursos públicos para evitar conflitos de interesse e assegurar a integridade das funções parlamentares.

Brasília terá voos diretos para Cancún e Bogotá até o fim do ano

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Aumento de voos internacionais conta com participação direta do GDF, que também tem negociado a inclusão de voos sem conexão saindo do DF com destino a Itália, Espanha, Cuba e República Dominicana

Para os viajantes que passam pelo Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek, embarcar para Bogotá, na Colômbia, e para Cancún, no México, sem escalas, passará a ser uma realidade. Os destinos sairão do Distrito Federal a partir de outubro e dezembro, respectivamente.

Quando forem inaugurados, os trechos serão somados aos outros sete destinos que já saem de Brasília sem conexões: Lisboa (Portugal), Cidade do Panamá (Panamá), Miami e Orlando (Estados Unidos), Buenos Aires (Argentina), Lima (Peru) e Santiago (Chile). E novos destinos podem estar no horizonte. O GDF está negociando mais voos internacionais direto de Brasília com algumas companhias aéreas estrangeiras.

No ano passado, 14.860.880 passageiros circularam pelo aeroporto de Brasília, que alcança a marca do terceiro mais movimentado do país, atrás apenas dos dois aeroportos paulistas | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília

 

“Estamos negociando voos diretos de Brasília para Roma, na Itália; para a Espanha; para Cuba; e para a República Dominicana. Ou seja, estamos em permanentes conversas para conquistarmos essas novas rotas para a cidade”, destaca o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto.

O aumento de voos internacionais conta com a participação direta do Governo do Distrito Federal (GDF), que tem como compromisso fomentar o turismo da capital, movimentando a economia, impulsionando o comércio e diversos outros segmentos de Brasília.

No ano passado, 14.860.880 passageiros circularam pelo aeroporto de Brasília, que alcança a marca do terceiro mais movimentado do país, atrás apenas dos dois aeroportos paulistas – Congonhas e Guarulhos. Além disso, o DF possui o maior fluxo internacional fora do eixo Rio-São Paulo.

Desde o início de sua gestão, o governador Ibaneis Rocha tem demonstrado total dedicação em tornar o DF mais atraente para o turismo. “Essa tem sido a minha missão: atrair, cada vez mais, visitantes para nossa capital”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.

Segundo a Secretaria de Relações Internacionais, a oferta de novos voos diretos saindo de Brasília é fruto de negociações com as embaixadas internacionais instaladas na capital. A ideia é fortalecer o intercâmbio cultural e também comercial entre esses países e Brasília.

“Atrair novas rotas para Brasília melhora o intercâmbio cultural, o comercial, o turismo e as arrecadações”

Paco Britto, secretário de Relações Internacionais

“Temos um aeroporto de excelência e reconhecido internacionalmente. Brasília é a capital do país, um hub que, além de tudo, é o único lugar do país que liga a todas as demais capitais brasileiras. Atrair novas rotas para Brasília melhora o intercâmbio cultural, o comercial, o turismo e as arrecadações”, diz o secretário Paco Britto.

A ampliação da oferta de voos é considerada essencial para Kiara Coelho, sócia de uma agência de viagens de Brasília, que vê na diversificação dos destinos uma oportunidade de trazer mais negócios e fechar mais contratos com outras regiões do país.

“O aeroporto de Brasília é excelente, e temos uma ótima localização, bem central. Essas rotas internacionais diretas são essenciais”

Kiara Coelho, empresária

“O aeroporto de Brasília é excelente, e temos uma ótima localização, bem central. Essas rotas internacionais diretas são essenciais. A gente atende clientes no Brasil todo, mas ter essas opções saindo do DF valoriza também o nosso trabalho. Ter essas rotas com certeza facilita muito no nosso argumento de venda”, observa.

Coluna do Fluminense | Mais uma vitória

Por Raimundo Ribeiro

Na tortuosa caminhada buscando sair da zona da degola, o Fluminense visitou o Bragantino.

No início, o dono da casa tinha maior posse de bola, mas a partir dos 15 minutos conseguimos equilibrar a partida.

Após os 30 minutos, passamos a ocupar mais o campo ofensivo e, depois de desperdiçar 2 boas oportunidades, aos 43 minutos Ganso faz um primoroso cruzamento na área para Kauã Elias fazer 1×0.

Voltamos para o segundo tempo com uma postura mais defensiva, tentando atrair o Bragantino para partir no contra ataque.

Aos 11 o Bragantino criou boa oportunidade.

Aos 14 minutos entra Marquinhos, saindo Serna.

O Bragantino ocupa o campo ofensivo e nosso time consegue levar perigo num contra ataque desperdiçado por Kauã Elias.

Aos 25 minutos entram Lima e Nonato, saindo Martinelli e Ganso.

Aos 37 minutos saem André e Árias, entrando Felipe Andrade e Renato Augusto.

Aos 42 minutos Marquinhos se machuca e ficamos com menos 1 em campo.

Com muito sofrimento conseguimos mais uma vitória, a 2a. fora de casa e a 3a. consecutiva, sem sofrer gol.

Subimos mais um degrau, mas ainda falta muito para recolocar o Fluminense no lugar que deve estar.

Nota-se uma grande melhoria no sistema defensivo sem perder o poder de ataque.

Agora é virar a chave, visitar o Juventude na próxima quinta feira às 19 horas pela copa do Brasil em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Brasília: Capital de todos tem a melhor qualidade de vida do país

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Não são poucos os motivos que levaram a nossa capital a conquistar esse status conferido pelo Índice de Progresso Social Brasil 2024; de infraestrutura ao estilo de vida brasiliense, a Agência Brasília inicia série que traz para você o que torna nosso Quadradinho tão especial

A capital do Brasil é também a de maior qualidade de vida do país. Brasília é considerada única pela sua arquitetura, mas tem atributos na saúde, segurança, bem-estar e outros que a colocam nesse patamar especial. É o que revelou o Índice de Progresso Social Brasil 2024 (IPS Brasil), que colocou o Distrito Federal em primeiro  lugar entre as capitais e em segundo entre os municípios com a melhor pontuação em desenvolvimento social, econômico e ambiental.

Infraestrutura, desenvolvimento social, programação cultural e opções de lazer são alguns dos critérios que destacam Brasília entre todas as capitais do país em relação à qualidade de vida da população | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Todos os 5.570 municípios do país foram avaliados, o que torna o escrutínio ainda mais especial. O IPS Brasil possui três dimensões – Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades – e 12 componentes. No resultado das avaliações, Brasília alcançou a pontuação 71,25 de um total de 100. Missão essa cumprida em parceria entre o Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), a Fundação Avina, o Centro de Empreendedorismo da Amazônia, a iniciativa Amazônia 2030, a Anattá – Pesquisa e Desenvolvimento e o Social Progress Imperative.

“Isso tudo nos alegra porque nós estamos na capital da República, e quem administra o Distrito Federal tem que administrar com esse olhar não só para a cidade, mas esse olhar para o Brasil e para o mundo, nos colocando sempre como referência da melhor qualidade de vida”

Governador Ibaneis Rocha

Com seus 2,8 milhões de habitantes, Brasília é a maior cidade entre as 20 mais bem-posicionadas no ranking e uma das duas capitais – a outra é Goiânia. Dos 12 indicadores secundários do IPS Brasil, a capital da República registrou números acima da média nacional em dez. Tais índices tratam sobre questões que vão desde a segurança alimentar e acesso à saúde até liberdades individuais e qualidade do ensino, um panorama complexo dos desafios enfrentados pela gestão pública de uma grande metrópole para alcançar a posição conquistada por Brasília no levantamento.

A consolidação de Brasília como referência nacional no desenvolvimento social foi comentada pelo governador Ibaneis Rocha. Segundo ele, administrar a capital de todos os brasileiros requer um cuidado maior da gestão pública.

“Nós temos indicadores que nos colocam nessa posição, como é a questão do saneamento básico, a entrega de água tratada, melhorias na educação, na saúde e no transporte público. Isso tudo nos alegra porque nós estamos na capital da República, e quem administra o Distrito Federal tem que administrar com esse olhar não só para a cidade, mas esse olhar para o Brasil e para o mundo, nos colocando sempre como referência da melhor qualidade de vida”, afirmou o governador ao analisar a pesquisa.

Quem vive, vê e sente

“Vivo a cidade e aproveito tudo o que posso aqui. Sou apaixonado por Brasília”, diz o servidor público Bosco Lobo, que mora no Jardins Mangueiral | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Os fatores que colocam o DF no topo do ranking nacional são sentidos diariamente por quem vive no Quadradinho, e serão apresentados nesta série especial da Agência Brasília. O servidor público brasiliense Bosco Lobo, de 46 anos, é uma dessas pessoas. No início da vida adulta, ele chegou a morar seis anos em Florianópolis (SC). Depois, casou-se com a faturista Ana Clara, 44, na capital catarinense, mas não teve jeito: a vontade de voltar foi maior, e ele convenceu a esposa que o melhor lugar para viver é aqui.

Bosco e Ana Clara moram há dez anos no Jardins Mangueiral com os dois filhos, Isadora, 13, e Lorenzo, 5, e todos os dias desfrutam do visual deslumbrante que o caminho para o trabalho proporciona: o Lago Paranoá e a Ponte JK.

“Eu sou suspeito para falar. Meu nome é por causa de Dom Bosco”, conta. “Sempre desço [do Jardins Mangueiral para o Plano Piloto] observando tudo. Na volta, desacelero para ver o pôr do sol. Vivo a cidade e aproveito tudo o que posso aqui. Sou apaixonado por Brasília”, declara o servidor.

Há 23 anos em Brasília, o baiano Elder Galvão valoriza as opções culturais disponíveis: “Aqui as pessoas têm esse olhar para a cultura”| Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Já o baiano de Campo Formoso, Elder Galvão, 42, morador da Asa Sul, veio para o DF há 23 anos por influência de um tio que já morava no Quadradinho. Elder passou no vestibular da Universidade de Brasília (UnB) para publicidade e se apaixonou perdidamente pela cidade. Ilustrador e um dos donos da editora Sibita, Elder é pai de Manoela, uma brasiliense de 9 anos que é a protagonista de sua mais recente publicação, O Incrível Livro de Poucas Respostas sobre o Universo.

“Hoje a cidade se transformou. Levo muito a minha filha ao Eixão do Lazer. Também gosto muito de ir ao cinema e de lugares como o Espaço Cultural Renato Russo. Aqui as pessoas têm esse olhar para a cultura”, disse.

Saúde e lazer

Brincadeiras, música, esporte, natureza: o Eixão do Lazer, aos domingos, é um dos programas mais queridos dos moradores da cidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Se Brasília está entre as capitais com melhor desempenho em qualidade de vida, muito se deve aos seus espaços públicos democráticos, inclusivos e destinados aos mais diversos públicos e atividades. Entre eles, um dos queridinhos de todo brasiliense, natural daqui ou não, é o Eixão do Lazer – tradição que já dura 33 anos e faz parte da memória afetiva daqueles que escolheram a capital federal para criar raízes.

Aos domingos e feriados, das 6h às 18h, a maior avenida do Distrito Federal, com 14 km de extensão, ganha vida e cor. Os carros acostumados a cortar Brasília de Norte a Sul nos dias úteis são substituídos pelas bicicletas, patins, corredores, animais de estimação e vendedores, em um verdadeiro palco urbano dinâmico repleto de atividades.

“A rua é o espaço mais democrático e ela deve ser para as pessoas, assim como observamos no Eixão”, diz a artista Juliana Padula | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

“Não tem como ficar trancado em casa morando em um lugar com um céu bonito desses, com ruas bem-arborizadas, shows ao ar livre, espaço para se alimentar, praticar esportes e passear com a família”, afirma o analista Carlos Ricardo, 46. “Em relação às capitais que conheço, Brasília é onde escolhi viver.”

É essa diversidade de atrações e de público que atrai semanalmente Roberto Pereira Lima, 46, a ocupar os espaços públicos da capital federal. O enfermeiro não nasceu em Brasília, mas adotou a cidade como sua, abraçando com entusiasmo a cultura, o estilo de vida e a comunidade brasiliense.

Fabrício Vilela tem orgulho de ter nascido na capital do país: “Quem vem para cá não volta nunca mais, porque Brasília supre todas as expectativas”| Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

“Eu amo Brasília e estou aqui desde 1992, e não pretendo sair daqui por nada nesse mundo; Brasília tem tudo em seu devido lugar – organização, estrutura e lazer”, afirma o enfermeiro, que faz questão de fazer propaganda do Quadradinho para os amigos e familiares residentes de outras unidades da Federação. “Sempre falo bem de Brasília. Digo para todo mundo, para os meus amigos de fora, o quão bom é morar aqui.”

A paixão de Roberto encontra eco entre os milhares de brasilienses. É o caso do protético Fabrício Vilela, 27, por que gosta de desfrutar de uma boa caminhada durante os dias de folga com o filho de apenas 10 meses de idade: “Brasília tem esse diferencial de oferecer programações agradáveis para todas as idades e gostos. Sou natural daqui e digo com orgulho que essa cidade está no meu coração. Quem vem para cá não volta nunca mais, porque Brasília supre todas as expectativas”.

Acostumada a viajar Brasil afora levando sua arte e entretenimento, a artista de rua Juliana Padula, 39, é categórica ao afirmar que o Quadradinho é diferente de todas as capitais. “A diversidade está presente aqui”, resume. “Promover espaços como o Eixão é algo muito importante, para desestressar, encontrar as pessoas, socializar. A rua é o espaço mais democrático e ela deve ser para as pessoas, assim como observamos no Eixão”.

Placas de Brasília são reconhecidas internacionalmente. Você sabe diferenciá-las?

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Sistema de endereçamento da capital federal conta com uma produção meticulosa e um investimento anual de R$ 4,2 milhões; entenda o que significam as cores azul, verde e marrom que adornam as ruas da capital

Em meio ao concreto das superquadras e aos grandes monumentos que cercam a capital do país, há um elemento discreto, porém essencial para quem deseja se localizar em Brasília: as placas de endereço. E não se trata apenas de uma sinalização comum. Cada cor e formato tem um significado calculado para facilitar a orientação na cidade projetada por Lucio Costa e Oscar Niemeyer.

As placas marrons, como a da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, indicam pontos turísticos e foram feitas para a Copa do Mundo de 2014 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Presentes no Eixo Rodoviário, nas entrequadras e em diversos pontos do Plano Piloto, as instalações obedecem ao manual de sinalização interamericano. As placas verdes são as mais vistas, alinhadas ao lado das vias principais. Elas apontam o caminho a seguir, sempre acompanhadas por setas que indicam direções. Já as placas azuis ficam estrategicamente localizadas nas superquadras, indicando o local onde se está. As placas marrons indicam pontos turísticos e foram feitas para a Copa do Mundo de 2014.

“Conseguimos informar sem comprometer a paisagem panorâmica de Brasília. As placas foram integradas à capital. Eu digo que essas placas brotaram como árvores, porque fizeram parte da vida de quem cresceu na cidade”

Danilo Barbosa, arquiteto e designer

Criado no final dos anos 1970 pelo arquiteto e designer Danilo Barbosa, esse sistema de cores não só facilita a vida dos brasilienses, mas também é um marco reconhecido internacionalmente. Em 2012, o projeto foi incluído no acervo permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa), reconhecimento do design que combina funcionalidade e estética. Um totem azul que identifica a direção das superquadras modelo (107/307, 108/308 Sul) foi escolhido para compor um dos maiores e mais importantes museus do mundo.

Danilo lembra que foram dois anos de estudo até que a produção saísse do papel, em 1977. A preocupação com questões visuais urbanas, porém, surgiu anos antes, em 1968, quando ele saiu de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, aos 18 anos, para estudar arquitetura e urbanismo na Universidade de Brasília (UnB). O arquiteto destaca a importância de um design que se integra harmoniosamente à arquitetura única da capital federal.

“Conseguimos informar sem comprometer a paisagem panorâmica de Brasília. As placas foram integradas à capital. Eu digo que essas placas brotaram como árvores, porque fizeram parte da vida de quem cresceu na cidade”, relata.

Por trás da produção meticulosa dessas placas está o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). Com uma linha de montagem manual, oito funcionários são responsáveis por garantir que cada placa seja fabricada com precisão, mantendo a tradição de qualidade que acompanha a cidade desde sua fundação. O Governo do Distrito Federal (GDF) investe, anualmente, R$ 4,2 milhões na produção e manutenção de quase 4 mil placas.

As placas azuis estão estrategicamente localizadas nas superquadras, indicando o local onde se está | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

“O DER coordena todo esse processo de produção que, no fim, consiste num trabalho para sinalizar, orientar e até salvar vidas. É importante a população ter noção e preservar esse patrimônio. Muitas vezes a gente lida com vandalismo e pichação. É dinheiro público”, destaca o superintendente de Operações do DER, Murilo Santos.

Assim, entre curvas sinuosas e monumentos imponentes, as placas de Brasília não são apenas sinais de trânsito, mas peças de um mosaico urbano que celebra a arte e a funcionalidade em cada esquina da cidade.

Padrões

Além das cores, o trabalho desenvolvido por Danilo Barbosa e sua equipe envolveu a escolha da fonte e, até mesmo, o alinhamento das placas, a altura em que deveriam ser afixadas e a quantidade de informações nelas contidas.

O alfabeto adotado é da família helvética, nas versões medium, light itálica e bold. Essas fontes são utilizadas no Plano Diretor de Sinalização do DF por suas características de desenho que proporcionam excelente legibilidade.

Anos depois da criação do sistema, o arquiteto e sua equipe descobriram que a fonte foi desenvolvida em 1957, mesmo ano em que Lucio Costa elaborou o plano urbanístico do Plano Piloto.

“Foi uma coincidência ou providência. Não sei explicar, mas houve essa feliz simbiose”, lembra Danilo.

Vacinas contra coqueluche, tétano e outras estão disponíveis neste sábado

Secretaria de Saúde terá 45 locais de atendimento. Confira as faixas etárias para cada imunização

Neste sábado (27), a população do Distrito Federal terá a oportunidade de se vacinar contra várias doenças, como coqueluche, tétano, influenza e outras. As vacinas estarão disponíveis em 45 locais de atendimento, de acordo com a faixa etária, conforme o calendário vacinal e os grupos prioritários, no caso da covid-19.

Haverá unidades básicas de saúde (UBSs) com salas de vacina em funcionamento em 17 regiões administrativas. Em Vicente Pires, uma equipe fará aplicação de vacinas em um supermercado, já Ceilândia receberá o Carro da Vacina no Condomínio Agrícola Lucena Roriz. Confira todos os locais de vacinação.

Vacinação está disponível para pessoas de todas as faixas etárias, conforme o calendário vacinal | Foto: Divulgação/SES-DF

A orientação é que as pessoas compareçam com documento de identificação e, se possível, cartão de vacina. As equipes de saúde estão preparadas para indicar qual vacina poderá ser aplicada, de acordo com os esquemas vacinais preconizados.

A vacina contra a gripe (influenza) está disponível para bebês a partir dos seis meses, crianças de todas as idades, adolescentes, adultos e idosos. Nas UBSs também ocorrerá a aplicação do imunizante contra a dengue, exclusivo para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, seja para primeira ou segunda dose.

Casa do Maranhão recebe apresentação do Boi de Morros nesta terça-feira

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Evento gratuito contará com apresentações de grupos tradicionais maranhenses, como Boi de Teodoro de Sobradinho e Tambor de Crioula

Da Redação

Na próxima terça-feira (30), a Casa do Maranhão, localizada na 914/Sul, será palco de uma das manifestações culturais mais tradicionais do Maranhão: a apresentação do Boi de Morros. A presidente da Casa do Maranhão, Gilsa Sousa, informou que a entrada será gratuita para todos os visitantes.

Além do Boi de Morros, conhecido pelo sotaque de Orquestra, o evento também contará com a apresentação do Boi de Teodoro de Sobradinho, representando o sotaque da Baixada, e um grupo de Tambor de Crioula. Este último é uma manifestação cultural vibrante e festiva, que atrai tanto participantes quanto espectadores.

O Boi de Morros é um patrimônio cultural e imaterial do Maranhão e do Brasil, com apresentações realizadas em diversos países da Europa e Ásia. Sua participação no evento reforça a importância da cultura maranhense, não apenas como um elemento de identidade local, mas também como um forte atrativo turístico e um meio de promover a diversidade cultural do estado.

As apresentações começam a partir das 19h e prometem oferecer uma noite de celebração e imersão nas tradições maranhenses, proporcionando uma experiência rica e única para todos os presentes.

Incêndio atinge prédio da OAB em Brasília; cinco pessoas são resgatadas

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O incêndio começou na manhã deste sábado (27) no 3º andar do prédio da Ordem dos Advogados do Brasil, no centro da capital federal

Da Redação

Na manhã deste sábado (27), um incêndio atingiu o prédio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Brasília. Segundo a assessoria da OAB, cinco pessoas estavam no edifício quando o fogo começou.

Entre os resgatados, um homem de 59 anos foi retirado pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros e precisou de atendimento médico pelo Samu. De acordo com a corporação, seu estado de saúde é estável. As outras quatro pessoas também foram resgatadas sem ferimentos graves.

Em nota oficial, a OAB informou que o incêndio ocorreu no 3º andar do prédio, onde está localizado o plenário do Conselho Federal da OAB, atualmente em obras de melhoria. “A fumaça se espalhou pelo edifício, dando a impressão de que o incêndio ocorreu no último andar. A brigada de incêndio do CFOAB iniciou os trabalhos de contenção das chamas, com o apoio do Corpo de Bombeiros”, explicou a ordem.

As causas do incêndio ainda não foram divulgadas e a área foi isolada para a realização de perícia.

Bombeiros do DF enviados para ajudar em missão no Pantanal voltam para casa

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Os 30 militares atuaram por um mês na cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul; área queimada no bioma já é de 607 mil hectares

Os 30 integrantes do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) enviados para ajudar no combate às chamas no Pantanal voltaram para casa nesta sexta-feira (26). Eles embarcaram em 26 de junho para a cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, considerada o berço do bioma.

“A nossa operação consistiu em trabalhar em conjunto com a Força Nacional, o Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul, o PrevFogo — por meio do Ibama e do ICMBIO —, uma ação conjunta. Nós desenvolvemos atividades em 13 bases diferentes e, nessas bases, os nosso militares eram lançados de aeronaves e embarcações, ficavam um período de ciclos realizando o combate. Já que as frentes de fogo lá eram muito gigantescas e muito intensas, não eram combates de um dia, a situação lá realmente é bem complicada”, explicou o primeiro-tenente Claudio Modtkowski, comandante da equipe enviada ao Pantanal.

O sargento Luan Santiago foi recebido pela esposa e pelas filhas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

No desembarque no Grupamento de Proteção Ambiental, na Asa Norte, alguns militares foram recepcionados pelas famílias. O sargento Luan Santiago, por exemplo, recebeu o abraço apertado dos filhos Elisa, 8 anos, e Bento, 6. A esposa dele, Ingrid Luz, falou sobre a distância: “Foi difícil porque tinha que conduzir a saudade das crianças, a minha também, mas eu sempre procurei mostrar para eles o quão bonito é o trabalho do pai deles, o quanto ele estava fazendo bonito, ajudando a natureza, ajudando os animais. Então, apesar da saudade, tem muita admiração e muito orgulho”.

“A parte da família realmente pesa muito, é uma saudade que não tem como explicar. Mas foi uma grande experiência, muito engrandecedora profissionalmente. É um tipo de ambiente que é diferente do Cerrado. Então, nós tivemos conhecimentos novos, até para passar para os próximos alunos em futuros cursos de especialização”, apontou o sargento.

Para o subtenente Anderson Matias, o mais difícil da missão foi ficar 30 dias longe da família

O período afastado também foi a maior dificuldade para o subtenente Anderson Matias. “Confesso que a parte mais difícil foi ficar longe da família, 30 dias é complicado. O tempo todo falando quando podia, porque a gente ficou muito tempo no meio do mato, às vezes 13 dias, 15 dias, sem comunicação, não tinha internet nos locais”, lembrou. “Ele nunca tinha feito uma viagem desse tipo, tanto tempo, mas é gratificante saber que era uma causa justa, era preciso”, emendou a esposa, Márbia Cristina.

Diferenças

Patrimônio Natural da Humanidade, o Pantanal é considerado a maior planície alagada do mundo. A diferença no bioma, citada por Luan, também foi destacada pela cabo Debora Damasceno. “A vegetação é muito diferente do que a gente está acostumado aqui no Cerrado. A gente vê uma mata muito difícil de entrar, mesmo quando o fogo está pequeno é difícil o acesso. Às vezes, a dificuldade para apagá-lo se torna maior não pelo fogo em si, mas pela vegetação. Fora isso, tinha lugar que a gente entrava na água e vinha jacaré junto, cobra na mata, barulho de onça. É uma realidade diferente da que a gente tem aqui no DF.”

Ela também ressaltou o orgulho de ser a única mulher da missão: “É uma honra muito grande como mulher, como cabo apenas ainda, no começo da carreira, ter uma oportunidade como essa. É inacreditável, é excelente a experiência. É uma honra gigantesca poder ter participado dessa operação, poder ter somado, ajudado a vegetação, a população local e o Brasil todo de maneira geral”.

A operação de combate ao fogo no Pantanal já dura 116 dias, sendo que, em 24 de junho, o Governo do Mato Grosso do Sul decretou situação de emergência. Segundo o Executivo do estado, a área queimada até a quinta-feira (25) era de 607 mil hectares, com 3,2 mil focos de calor.