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Terracap abre licitação para estudos e projetos da ligação da DF-001

O certame é presencial e está marcado para o dia 28 de agosto, às 10h; o valor do contrato é de quase R$ 6 milhões

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) republicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) licitação pública para contratar o desenvolvimento de estudos e projetos necessários à ligação do lado sul-sudeste da DF-001 ao lado norte-nordeste. O contrato inclui estudos de viabilidade e alternativas com todos os projetos rodoviários, drenagem, de pontes e viadutos, bem como os estudos ambientais necessários ao licenciamento da obra. O certame é presencial e está marcado para o dia 28 de agosto, às 10h. O edifício-sede da Terracap fica no Bloco F do Setor de Áreas Municipais (SAM), atrás do Anexo do Palácio do Buriti.

O valor estimado do contrato é de R$ 5.949.630,04 e o critério de julgamento é o menor preço; ou seja, será declarado vencedor o licitante que apresentar a proposta mais vantajosa para a administração pública.

O credenciamento do representante deve ser feito até o dia 27 de agosto, às 17h, e a entrega dos envelopes até o dia 28, antes da abertura da licitação.

As empresas interessadas em participar da concorrência já podem fazer o download do edital por meio do site da Terracap, na seção Licitações Compras/Serviços.  Para acessar o edital completo e os demais documentos referentes à Licitação Presencial nº 13/2024, basta clicar nesse link.

Mais informações podem ser obtidas no call center da Terracap, no número (61) 3350-2222, ou via chat online, disponível no portal da Agência. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

Jornada qualifica farmacêuticos e divulga boas práticas em saúde

Evento promove três dias de debates, palestras, oficinas e apresentação de experiências exitosas sobre a assistência farmacêutica no Distrito Federal

Desde esta quarta-feira (7), está sendo realizada a 1ª Jornada de Farmácia Clínica e Cuidado Farmacêutico (JFACC), promovida pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Até esta sexta-feira (9), cerca de 200 farmacêuticos estão reunidos com o objetivo de enriquecer a prática profissional e contribuir para a melhoria da saúde da população. Esse evento está sendo realizado na Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

Durante três dias, cerca de 200 farmacêuticos estarão reunidos com o intuito de enriquecer a prática profissional e contribuir para a melhoria da saúde da população | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

A JFACC promove palestras, debates e 40 apresentações de experiências exitosas em vigor na rede pública de saúde do Distrito Federal. “A apresentação dessas boas experiências evidencia o trabalho competente de nossos profissionais e demonstra que a SES tem capacidade para ampliar ainda mais os serviços”, destacou a diretora de Assistência Farmacêutica (DIASF), Sara Cristina Ramos.

Essa jornada é importante para a imersão profissional e o processo de qualificação contínua dos serviços de farmácia oferecidos pela Secretaria de Saúde. Durante a abertura da JFACC, o subsecretário de Logística em Saúde (SULOG), Maurício Fiorenza, destacou a relevância desse momento alcançado com o projeto. “Os resultados mostram que os serviços realizados pela SES-DF apresentam crescente e constantes melhorias, com indicadores positivos. Hoje, sem dúvida, podemos falar que evoluímos na assistência farmacêutica no DF”, afirmou o gestor.

O primeiro dia de evento contou também com palestra-magna ministrada pela diretora presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica (SBFC), Silvia Storpirtis, sobre as etapas da assistência ao usuário e a sistematização de práticas farmacêuticas no ambiente hospitalar. “O percurso envolve a satisfação do paciente. O cuidado centrado no paciente é uma necessidade e precisa estar nas discussões em todos os sistemas de saúde”, explicou a professora doutora.

Profissionais da SES e de hospitais conveniados estiveram presentes na abertura, bem como representantes do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF) do Ministério da Saúde (MS), do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e do Conselho Regional de Farmácia (CRF-DF). A programação completa está disponível no site oficial.

Programação desta sexta (9)

9h às 9h30: Apresentação da proposta de serviços e orientações para oficinas, com Rodrigo Fonseca (PPGASFAR-UnB)
9h30 às 12h: Oficina sobre serviços e gerenciamento (Parte 1)
13h30 às 15h: Oficinas sobre serviços e gerenciamento (Parte 2)
15h às 15h20: Apresentação dos resultados e fechamento do evento.

ARTIGO | As ditaduras de esquerda, por Ives Gandra

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O recente episódio da farsa eleitoral venezuelana trás, novamente, à baila a discussão concernente a dois aspectos essenciais destes regimes que ainda florescem no mundo e tentam se reerguer em outros países, que lutam por permanecer como democracias.

A tragicomédia da Venezuela principiou com a negativa da candidatura da opositora com mais condições de governar o país e o impedimento por “problemas operacionais” da máquina chavista que não estava apta a receber a segunda candidata no prazo da inscrição. Quando o prazo já tinha terminado, disseram que não poderiam receber o registro da candidatura.

Tal manobra não impediu que se unissem forças opositoras em torno de um diplomata, sendo que a apuração dos poucos votos auditados com respectivas atas demonstravam sua vitória esplendorosa, obrigando o títere governante a interromper o acesso da oposição à apuração. Mais uma das inúmeras formas que as ditaduras de esquerda encontram para manterem-se no poder.

Na ditadura cubana, para conseguir o poder, Fidel matou milhares de cubanos em paredons, instalando a mais antiga ditadura da América. O Brasil de Lula e Dilma financiou obras de elevado valor naquele país, dívida contraída que jamais foi adimplida pelos ditadores da ilha caribenha.

Na União Soviética, em número de mortes Stalin suplantou Fidel, elevando os assassinatos de seus opositores de milhares para dezenas de milhares. Putin reduziu o número de assassinatos, mas como ditador expansionista, travou uma guerra de conquista contra a Ucrânia, prendendo e eliminando aqueles que se opõem a seu governo.

Ortega não fica atrás como ditador, eliminando ou prendendo adversários e mantendo uma cruel tirania sobre seu povo.

Por fim, a China, desde o massacre da Praça da Paz, tem sido mais discreta na eliminação de adversários, sendo que aqueles que desaparecem não se sabe onde se encontram: se em algum lugar ou embaixo da terra.

Uma das características desses governos, é o fracasso econômico, como é possível verificar na Venezuela, Cuba e Nicarágua, por força da corrupção reinante, do narcotráfico presente e de não entenderem as regras da economia de mercado, que fizeram todos os países desenvolvidos não serem de esquerda.

A Rússia mantém-se graças ao apoio da China, por onde escoam suas mercadorias, em face de sanções econômicas que sofre pela guerra contra a Ucrânia. A China, uma ditadura de esquerda na política, por sua vez, é um dos países que ainda adota o capitalismo selvagem, suas regras, gerando impactos e protestos pelo mundo.

No Brasil, o presidente Lula que, em seus dois primeiros mandatos foi um homem pragmático, neste terceiro tornou-se um ideológico de esquerda, mantendo com as cinco ditaduras relações de cordialidade e discreto apoio. Alega interesses comerciais que, todavia, independeriam da exteriorização de simpatia. Em verdade, sua preferência, embora negue, é por tais regimes, o que fica mais claro em suas diversas manifestações ora de admiração, ora de silêncios comprometedores ou tímidas manifestações de preocupação.

O certo é que a fraude eleitoral venezuelana desventrou para o mundo esta característica maior dos governos ditadores de esquerda, ou seja, a mentira como forma de se manter o poder, levando até mesmo a OEA, países europeus e inúmeros países da América a considerarem fraudulento e inadmissível o “golpe” eleitoral de Maduro.

Termino este artigo com uma frase de Roberto Campos sobre as eleições nas ditaduras de esquerda: “nestes governos não têm que se ganhar as eleições, mas sim ganhar as apurações”.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).
 

Hermeto é eleito como presidente do Conselho de Ética da CLDF

Deputado distrital assume papel de destaque na preservação dos princípios éticos e do decoro parlamentar, além de continuar atuando em importantes comissões da casa

O deputado distrital Hermeto (MDB) foi eleito esta semana para presidir o Conselho de Ética da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A escolha ocorre em um momento de intensificação das discussões sobre a necessidade de manutenção de altos padrões éticos no legislativo, e Hermeto, com sua experiência política consolidada, assume essa responsabilidade com o compromisso de zelar pela conduta dos parlamentares e pelo bom funcionamento da casa.

Além de assumir a presidência do Conselho de Ética, Hermeto continuará atuando em outras frentes importantes na CLDF. Ele seguirá como membro da Comissão de Assuntos Fundiários, onde anteriormente exerceu a presidência, e também integrará a Comissão de Segurança. Essas comissões desempenham papéis cruciais na discussão e elaboração de políticas públicas para o Distrito Federal, e a participação de Hermeto nelas reforça seu compromisso com questões centrais para a população.

Como presidente do Conselho de Ética, Hermeto terá a missão de liderar as discussões sobre comportamentos parlamentares, analisar possíveis infrações e, se necessário, recomendar sanções.

“A ética é o alicerce do nosso trabalho legislativo. É fundamental que todos os parlamentares sigam os padrões de conduta que a sociedade espera de nós”, afirmou Hermeto ao comentar sua nova função.

O Conselho de Ética da CLDF é responsável por examinar e julgar as condutas dos deputados distritais, garantindo que o decoro seja mantido e que qualquer comportamento inadequado seja devidamente investigado e sancionado. A escolha de Hermeto para presidir o conselho reflete a confiança de seus pares em sua habilidade de conduzir essas delicadas questões com equilíbrio e justiça.

“Assumir a presidência do Conselho de Ética é uma responsabilidade que encaro com seriedade. Nossa função é garantir que o legislativo distrital continue a operar dentro dos mais altos padrões de integridade e respeito ao povo do Distrito Federal”, destacou o parlamentar.

A escolha de Hermeto para esta função tão relevante na Câmara Legislativa, reforça seu papel como uma das figuras centrais do legislativo distrital e sublinha a importância de sua experiência e compromisso com a ética no serviço público.

Ibaneis destaca avanços e força do setor de comércio e serviços no DF

Governador do Distrito Federal exaltou parceria do poder público com o setor produtivo durante almoço-debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), nesta quinta (8), no Lago Sul

Responsável por empregar 68% da mão de obra do Distrito Federal, o setor de comércio e serviços foi elogiado pelo governador Ibaneis Rocha durante o almoço-debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) desta quinta-feira (8), no Lago Sul. O chefe do Executivo elencou avanços econômicos da capital, frutos da parceria do Governo do Distrito Federal (GDF) com o setor, e agradeceu pelo trabalho conjunto.

“Desde 2019, temos uma parceria efetiva com o Sistema S; a CNC, do presidente José Roberto Tadros, juntamente com o José Aparecido, na Fecomércio, estão fazendo um investimento muito grande aqui no DF. É mais de R$ 1 bilhão em obras que eles estão entregando na nossa cidade. A Fecomércio tem sido parceira em todos os momentos, desde os mais difíceis, como foi durante a pandemia, até agora, de desenvolvimento da cidade”, disse o governador Ibaneis Rocha.

“A CNC, do presidente José Roberto Tadros, juntamente com o José Aparecido, na Fecomércio, estão fazendo um investimento muito grande aqui no DF. É mais de R$ 1 bilhão em obras que eles estão entregando na nossa cidade”, ressaltou o governador Ibaneis Rocha, durante encontro do Lide | Fotos: Renato Alves/ Agência Brasília

GDF unido com o setor

No governo Ibaneis Rocha, a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) foi revisada duas vezes, em 2019 e 2022. A medida trouxe mais segurança jurídica à legislação urbanística, definindo regras para a construção de residências, comércios e equipamentos públicos, com exceção da área tombada de Brasília, regida pelo Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub). O projeto de lei do Ppcub foi aprovado em junho pela Câmara Legislativa do DF (CLDF) e será sancionado nos próximos dias.

Foi este governo que também ampliou o número de atividades permitidas no Setor Comercial Sul (SCS), com cerca de 300 novas liberações. Ponto de circulação de 150 mil pessoas diariamente, o SCS vem sendo reformado quadra a quadra.

O Refis 2023 teve mais de R$ 945 milhões em dívidas renegociadas em diferentes tributos, com 78 mil contribuintes participante

Outra medida foi a transferência da Junta Comercial para o Distrito Federal. Até 2019, o DF era a única unidade da federação que não possuía a sua própria Junta Comercial, local responsável por registrar as atividades comerciais e empresas.

No campo econômico, medidas importantes foram tomadas. O Refis 2023 teve mais de R$ 945 milhões em dívidas renegociadas em diferentes tributos, com 78 mil contribuintes participantes. Entre 2020 e 2021, o Refis I e o Refis II contemplaram mais de 86,9 mil pessoas físicas e jurídicas, totalizando R$ 4,1 bilhões a serem recebidos em até dez anos.

A reforma da W3 Sul, as novas regras para emissão do Licenciamento Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC), as linhas de crédito do BRB e a isenção de taxas para empresas afetadas pela pandemia também foram lembradas no Lide.

 Comércio e serviços fortalecidos

Palestrante do evento, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), José Aparecido da Costa Freire, trouxe dados da economia do DF para reforçar a importância da área que representa.

Presidido pelo empresário Paulo Octávio, o Lide é uma organização que reúne diversos setores com o objetivo de fortalecer a livre iniciativa do desenvolvimento econômico e social

“Em 2023, o PIB do DF totalizou R$ 367.9 bilhões, um crescimento de 3,3% em relação a 2022. O setor de serviços contribuiu, em média, com R$ 11,7 bilhões/ano de ICMS e ISS, ajudando a manter o DF como a 8ª economia regional”, detalhou.

Na outra ponta, o presidente da Fecomércio elogiou a atuação do governo. “Nos últimos cinco anos e meio, o GDF nos atende muito bem, atende muito bem ao empresariado e é com muito diálogo, com muita tranquilidade que nós temos procurado conduzir. Tivemos nos últimos dias uma ótima notícia de maior arrecadação, de mais de um R$ 1 bilhão em tributos. Isso é a força do diálogo”, acrescentou.

José Aparecido da Costa Freire lembrou ainda que de 1,4 milhão de pessoas empregadas no DF, 993 mil estão no setor de comércio e serviços, o que representa 68% da mão de obra ocupada.

Aparecido ainda anunciou a inauguração das unidades do Sesc-DF na Asa Norte, este ano, e no Núcleo Bandeirante e no SIA, em 2025, bem como os quatro investimentos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no DF: um hotel e um restaurante no Setor Hoteleiro Norte, um hospital na L2 Sul e um Centro de Distribuição no SIA.

Falou também da parceria com o GDF para o aumento de 3,2 mil para 10 mil o número de alunos do ensino médio matriculados no Programa de Cursos Técnicos, que garante diploma profissional aos estudantes.

Por fim, o palestrante comemorou um mês da abertura do café-escola Casa de Chá, na Praça dos Três Poderes, onde foram feitos quase 15 mil atendimentos no período. O local passou a ser administrado pelo Senac-DF em parceria com o GDF.

Fundado no Brasil em 2003 e presidido pelo empresário Paulo Octávio, o Lide é uma organização que reúne diversos setores com o objetivo de fortalecer a livre iniciativa do desenvolvimento econômico e social.

5 dicas para quem quer cursar uma universidade nos Estados Unidos

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Recentemente, o Open Doors, relatório divulgado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo Instituto Internacional de Educação (IIE), mostrou crescimento de 7,6% no número de estudantes brasileiros matriculados em cursos de graduação e de pós-graduação nos EUA, que já passa de 16 mil pessoas.

De acordo com a análise, os estudantes brasileiros buscam diversas áreas de estudo, com destaque para negócios, administração, ciências sociais, finanças e artes. No entanto, com essa nova experiência à vista, muitos dos alunos têm dúvidas sobre como devem se preparar para a jornada de estudos em outro país, pensando nos desafios de vivenciar outra cultura e todo o processo de mudança envolvido, como moradia, transporte, trabalho, entre outros aspectos.

Para ajudar nesta organização, Lara Crivelaro, especialista em internacionalização e CEO da Efígie, edtech especializada em educação internacional, traz algumas dicas para facilitar a adaptação dos estudantes brasileiros que vão cursar universidades nos Estados Unidos. Confira abaixo!

1 – A preparação começa muito antes

É fundamental entender e se preparar para o processo de admissão, que inclui testes padronizados como SAT (Scholastic Assessment Test) ou ACT (American College Testing), redações e atividades extracurriculares, mas, para além disso, o cuidado é anterior. De acordo com Lara, “preparar-se ainda na Educação Básica no Brasil pode ser importante para uma transição mais suave de um país para o outro. Faz-se necessário investir em um aprendizado aprofundado do inglês e participar de cursos avançados. É importante também estar atento a diferentes culturas por meio de leituras ou interações com estrangeiros, o que ajuda a desenvolver uma mente aberta. Foque também no desenvolvimento de habilidades como autonomia, resolução de problemas e pensamento crítico, que te prepararão tanto para as provas, quanto para a vivência”, afirma a especialista.

2 – Pesquise sobre a cultura do seu local de destino

Adaptar-se a um novo país pode ser um grande desafio para estudantes brasileiros que decidem cursar universidades nos Estados Unidos. Para tornar essa transição mais suave, a CEO destaca que é fundamental compreender e respeitar as diferenças culturais e, portanto, conhecê-las com certa propriedade. “A comunicação dos estadunidenses, por exemplo, é direta e objetiva, e pode ser uma mudança notável para os brasileiros. A pontualidade também é uma questão: ela é altamente valorizada e chegar atrasado a compromissos pode ser visto como falta de respeito. Além disso, a cultura americana incentiva a independência e a autonomia, esperando que os estudantes sejam proativos e autossuficientes. Estar aberto à diversidade cultural, religiosa e de modos de vida também é muito importante para uma integração harmoniosa a este novo momento de vida” completa.

3 – Esteja pronto para uma nova rotina

Se uma mudança nacional já é trabalhosa, as internacionais exigem mais. A maioria das universidades oferece opções de moradia dentro do campus, o que pode facilitar a adaptação inicial. A especialista destaca que, “morar no campus durante o primeiro ano é uma escolha comum, pois proporciona um ambiente seguro e confortável. Alguns estudantes optam por trabalhar para manter a qualidade de vida e, com visto de estudante (F-1), eles podem trabalhar até 20 horas por semana em empregos no campus e podem fazer estágios para ganhar experiência profissional. A rotina acadêmica e social pode ser intensa e é recomendável criar um equilíbrio saudável entre estudo, trabalho e vida social. Participar de clubes e organizações estudantis é uma excelente maneira de construir uma rede de apoio num país diferente do seu”, comenta Lara.

4 – Não esqueça de considerar as dificuldades acadêmicas

No âmbito acadêmico, os estudantes brasileiros podem enfrentar desafios significativos. A fundadora da edtech explica que o sistema de avaliação americano tende a ser mais flexível, com avaliações contínuas ao longo do semestre, incluindo quizzes, trabalhos e participação em sala de aula, além de oferecer um currículo mais abrangente que permite a escolha de disciplinas fora da área principal de estudo. “Tudo isso pode gerar um estranhamento por parte do estudante brasileiro e, para auxiliar na adaptação, quase todas as universidades americanas possuem um International Students Office (ISO) ou International Student Services (ISS). Esses departamentos oferecem sessões de orientação para novos estudantes internacionais, explicando aspectos legais, acadêmicos e culturais. Além disso, disponibilizam suporte contínuo ao longo do ano para questões relacionadas a vistos, integração cultural e adaptação acadêmica, e organizam eventos sociais e culturais para ajudar na integração dos estudantes internacionais”.

5 – E, por fim, não se desespere 

Apesar de parecer muito difícil, seguir o planejamento correto pode facilitar a experiência de cursar uma universidade nos Estados Unidos. Por isso, a especialista aconselha os estudantes: “busque referências de outras pessoas que passaram pela mesma jornada, especialistas que costumam acompanhar viagens e relaxe, pois o planejamento certo trará oportunidades muito gratificantes. Não se esqueça que o curso, para além de proporcionar um diploma valorizado no mundo todo, ainda agrega na sua perspectiva global e nas habilidades que os acompanharão por toda a vida”, finaliza Lara.

 

Como o colesterol alto afeta o coração?

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O colesterol alto, ao longo dos anos, contribui para um processo de aterosclerose, que é a formação de placas nas artérias de todo o corpo, inclusive nas artérias coronárias, que são as que irrigam o coração. Quando esse processo evolui, pode haver obstrução dessas artérias, levando o indivíduo a apresentar angina ou até mesmo infarto do miocárdio.

Segundo a cardiologista Dra. Bruna Miliosse, do Hospital Icaraí, as principais doenças causadas pelo colesterol alto são: infarto do miocárdio, o acidente vascular encefálico e as doenças arteriais periféricas, que podem levar a obstruções nas artérias das pernas, dentre outras doenças.

A especialista alerta que a doença pode acometer qualquer indivíduo, independentemente da faixa etária, e os sintomas variam de acordo com a  doença. No caso da doença isquêmica do coração, os sintomas podem ser diversos, tais como: dor no peito, dor no braço esquerdo, falta de ar, sudorese intensa e até desmaios. No caso do acidente vascular encefálico, pode haver desmaios, alterações nos movimentos das pernas, dos braços ou do rosto, assim como alterações de sensibilidade, alterações visuais, dentre outros sintomas.

“A doença é silenciosa e perigosa, pois, como a pessoa não sente nada, não procura o médico logo. Então, o diagnóstico se torna mais tardio”, explica Miliosse.

Para a médica, a prevenção é feita por meio de uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e grãos integrais, além da prática de exercícios físicos regulares.

“Existem ainda os grupos de risco, geralmente os pacientes com outras doenças concomitantes, como o diabetes. Nesses casos, o risco cardiovascular do indivíduo pode ser maior”, finaliza.

GDF Mais Perto do Cidadão chega a Santa Maria nesta sexta-feira

Programa da Sejus estará na cidade até sábado (10), com atendimentos do Na Hora, da Polícia Civil e de outros órgãos públicos

Santa Maria receberá a 33ª edição do programa GDF Mais Perto do Cidadão, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus), nesta sexta (9), das 9h às 16h, e no sábado (10), das 9h às 12h. A ação será realizada na primeira etapa do condomínio Porto Rico, em frente ao Conjunto G. Até a edição anterior, na Estrutural, já foram contabilizados cerca de 225 mil atendimentos desde o início de 2023.

Serviços essenciais serão ofertados aos moradores da cidade pelo programa | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus

Durante a ação, os visitantes terão acesso aos atendimentos do Na Hora, da Sejus e da Polícia Civil, além de serviços ofertados por outros órgãos públicos do Governo do Distrito Federal (GDF). A Secretaria de Saúde do DF (SES) disponibilizará testagem rápida, vacinação, orientações sobre saúde bucal, além de vacinação antirrábica para cães e gatos. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fará rastreio do câncer do colo do útero e teste de HPV. A programação inclui também apresentações artísticas e atividades para crianças e serviços voltados para beleza e bem-estar.

“O programa GDF Mais Perto do Cidadão tem se revelado um grande sucesso, com mais de 225 mil atendimentos realizados ao longo de suas 32 edições”, comemora a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “A participação e a satisfação dos cidadãos demonstram que os serviços públicos estão efetivamente alcançando aqueles que precisam, promovendo a democratização do acesso para todos.”

O programa

Instituído em 2023 por meio do Decreto nº 44.213, o GDF Mais Perto do Cidadão é estruturado em eixos temáticos transversais, como Justiça e cidadania, Saúde, Cultura e educação e Esporte e lazer.

Periodicamente, a Sejus reúne equipes com representantes de órgãos do DF e visita uma região administrativa para, durante dois dias, atender a população daquele local.

Desde o início de 2023, o programa já percorreu Água Quente, Arapoanga, Brazlândia, Ceilândia, Cidade Estrutural, Colônia Agrícola 26 de Setembro, Fercal, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Sobradinho II, Sol Nascente, Varjão e Vicente Pires.

GDF Mais Perto do Cidadão

⇒ Data: sexta (9) e sábado (10)
⇒ Horas: sexta, das 9h às 16h; sábado, das 9h às 12h
⇒ Local: primeira etapa do Condomínio Porto Rico, em frente ao Conjunto G – Santa Maria.

Sesc Festclown 2024 terá mais de 30 espetáculos gratuitos

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Festival de palhaçaria promovido há 22 anos pelo Sesc-DF tem início na próxima quinta-feira (15) e contará com workshops, debates e exibição de filmes

Vem aí mais uma edição do maior festival de palhaçaria da América Latina, o Sesc Festclown. Entre os dias 15 e 18 de agosto, mais de 50 artistas vão participar de 32 espetáculos gratuitos e abertos ao público no complexo montado no Sesc Bartolomeu Martins, em Ceilândia Norte, e no Teatro Paulo Gracindo, no Gama.

Em 2024, o Sesc Festclown completa 22 anos com uma grande estrutura em Ceilândia. Além do teatro, a Vila Clown vai contar com circo, palco externo e a Carreta Palco, a nova unidade móvel do Sesc-DF.

A programação reúne performances de artistas nacionais e internacionais, workshops, oficinas, exibição de filmes e mesas de debate, além de apresentações em hospitais e instituições sociais.

Na abertura, dia 15, às 20h, no Teatro Nilton Rossi, o público vai se divertir com o espetáculo “Imagine Toi”, estrelado pelo ator francês Julien Cottereau, ex-Cirque du Soleil expert em mímica, que encanta plateias do mundo todo há quase 30 anos.

Confira a programação completa e os horários de funcionamento do festival:

 

  • Quinta-feira (15): 19h30 às 22h;
  •  Sexta-feira (16): 19h às 22h30;
  •  Sábado (17h): 10h às 00h;
  •  Domingo (18): 10h às 22h.

A fim de tornar o evento ainda mais inclusivo, não haverá distribuição antecipada de ingressos. As sessões serão preenchidas por ordem de chegada, com ocupação sujeita à lotação dos espaços.

Pioneirismo

O diretor regional do Sesc, Valcides de Araújo, lembra que o Sesc Festclown foi o primeiro festival de circo promovido pelo Sesc no Brasil. “Ao longo desses 22 anos, o Festclown recebeu grupos do Brasil inteiro, da América do Sul e da Europa. Também formou, por meio das suas ações formativas, inúmeros grupos e foi o ponto de partida para diversos outros projetos de circo que acontecem hoje pelo país. Foram muitas conquistas em duas décadas”.

Para o próximo ano, a meta é investir ainda mais na descentralização do evento. “Queremos levar espetáculos para várias regiões administrativas simultaneamente”, revela Valcides.

Atrações

Segundo o diretor, nesta edição, o público vai sentir o circo de uma forma muito especial. Ele explica que a curadoria buscou investir em espetáculos que unem a palhaçaria a outras técnicas circenses, como equilibrismo, trampolim acrobático, mágica, entre outras. “Esperamos que cada apresentação seja um convite para explorar o poder do riso e a magia do circo”, destaca.

Outra atração internacional é o artista argentino Fernando Cavarozzi, o Palhaço Chacovachi, um dos ícones de palhaçaria e clown de rua da América Latina. No dia 17, às 20h, ele apresenta o show “Cuidado! Um palhaço ruim pode arruinar a sua vida”.

Também merece destaque o número de artistas locais. Dos 25 grupos e artistas escolhidos por meio de chamamento público para o festival, 14 são do Distrito Federal. Entre eles, rostos já amados pelos brasilienses, como os Irmãos Saúde, a Cia Trupe Raiz do Circo, o Palhágico Chouchou e o Tio André.

Outros tantos, com certeza, vão arrebatar o coração do público. É o caso da Carroça de Mamulengos, trupe fundada há 47 anos, em Brasília, pelo casal Schirley França e Carlos Gomide. No dia 16, às 20h30, a família vai contar a própria história, no espetáculo “Janeiros”, usando fantoches, bonecos gigantes e instrumentos musicais.

Diversidade 

Uma das novidades deste ano é a oficina de Art Drag, com o artista transformista Victor Baliane, marcada para 17 de agosto. As inscrições para essa e outras ações formativas podem ser feitas pelo link: https://x.gd/wOmS7.

O “Clowbaré”, espetáculo com classificação indicativa de 16 anos, que foi sucesso em 2023, está de volta neste ano na versão Drag. Vai ser no sábado (17), às 22h.

Além disso, a apresentadora Carmela, personagem transformista interpretada pelo ator Diego Ponce de Leon, também é presença confirmada no festival. Além de mestre de cerimônias, ela apresenta o espetáculo de comédia “Vai Carmela”, às 19h de sábado (17).

 

Sesc Festclown 2024

De 15 a 18 de agosto

Sesc Ceilândia e Sesc Gama

Entrada gratuita, sujeita à lotação dos espaços

Programação e horários: https://saibamais.sescdf.com.br/festclown-2024

DF tem menor taxa de crimes violentos letais dos últimos 25 anos

Homicídios, feminicídios, latrocínios e lesões corporais mantêm tendência de queda nos sete primeiros meses de 2024 e registraram redução de 19,6% em relação ao mesmo período do ano passado

O programa DF Mais Seguro – Segurança Integral garantiu ao Distrito Federal uma nova marca na redução da criminalidade e na melhoria da qualidade de vida da população. O programa promove a integração contínua entre tecnologia, inteligência policial e um relacionamento próximo com diversos setores da sociedade civil. Nos primeiros sete meses deste ano, em comparação a 2023 – ano em que o DF registrou o menor índice de homicídios em 47 anos – alcançamos o menor número de vítimas de homicídio dos últimos 25 anos, reduzindo de 137 para 118 casos, uma queda de 13,9%.

“Com o apoio do governador Ibaneis, temos investido em formação, equipamentos, viaturas, novas instalações e, sobretudo, na recomposição do efetivo”, afirma o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

O número total de vítimas de CVLIs (Crimes Violentos Letais Intencionais), que incluem homicídios, feminicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, foi o menor em 25 anos, com 135 registros. Isso representa uma queda de 19,6% em relação aos primeiros sete meses do ano passado, quando foram contabilizados 168 casos. Nos latrocínios, que são roubos seguidos de morte, foram registrados três casos, sete vítimas a menos em comparação com 2023. O balanço também aponta quedas significativas nas tentativas de homicídio e latrocínio, de 12,7% e 29,5%, respectivamente.

“Os resultados consistentes são fruto de diversas medidas e ações desenvolvidas pela Segurança Pública em parceria com outros órgãos de governo e, principalmente, com a sociedade civil. Isso nos permite atuar de forma microrregionalizada, ou seja, mais próximos da realidade de cada cidade. Essa é a integralidade. Também estamos trabalhando com gestão de recursos para desenvolver ações de forma cada vez mais precisa e eficiente, baseadas em estudos de manchas criminais e inteligência. Com o apoio do governador Ibaneis Rocha, temos investido em formação, equipamentos, viaturas, novas instalações e, sobretudo, na recomposição do efetivo”, afirma o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.

Equipamento Viva Flor, em que a mulher solicita ajuda acionando o celular, e Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), em que o agressor utiliza uma tornozeleira eletrônica, contribuem para a redução dos feminicídios no DF | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Nos feminicídios a redução, nos sete meses, chega a 54,4% em relação ao mesmo período do ano passado, com 12 casos a menos (de 22 para 10). “Os números nos mostram que as diversas medidas conjuntas adotadas pelo governo do DF e pela segurança pública vem surtindo efeito. Mas não temos o que comemorar. Nossa meta é zero casos deste crime. Nosso trabalho segue firme nesse sentido, sem descanso”, ressalta Avelar.

Crimes contra o patrimônio

Cinco dos seis principais crimes contra o patrimônio apresentaram queda no primeiro semestre deste ano. São eles: os roubos a transeunte, em transporte coletivo, de veículo, em comércio e em residência. Destaque para os roubos em comércio, que atingiu a menor marca desde 2000, ou seja, dos últimos 25 anos, passando de 352 ocorrências no ano passado para 229 este ano (-34,9%), o que corresponde a 123 ocorrências a menos.

Os roubos em transporte coletivo caíram 52,5%, de 316 para 150 casos no comparativo dos primeiros sete meses. Nos roubos a transeunte, de veículo, e em residência, as reduções foram de, respectivamente, 21%, 21% e 33,8%. No caso dos furtos em veículos, que é quando objetos ou acessórios são subtraídos sem uso de violência, geralmente sem que a vítima perceba, houve aumento de 2,5%.