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Real Time: Celina amplia vantagem e chega a 34% da intenções de votos

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Governadora aparece à frente de José Roberto Arruda e Leandro Grass no primeiro turno e mantém liderança nas simulações de segundo turno divulgadas nesta quarta-feira

Da Redação

A governadora Celina Leão (PP) aparece com 34% das intenções de voto na corrida pelo Governo do Distrito Federal, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (19). Na segunda posição, José Roberto Arruda (PSD) registra 22%. Leandro Grass (PT) aparece logo depois, com 18%. Paula Belmonte (PSDB) tem 6%, Ricardo Cappelli (PSB) soma 5% e os demais candidatos, juntos, alcançam 1%.

A pesquisa mostra ainda que 6% dos entrevistados pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 8% não souberam ou preferiram não responder.

A liderança de Celina também se mantém nas simulações de segundo turno. Em uma disputa contra Arruda, a governadora registra 42% a 30%. Nesse cenário, 15% votariam em branco ou anulariam o voto e 13% não souberam responder.

Contra Leandro Grass, Celina alcançaria 51% das intenções de voto, diante de 32% do candidato petista. Outros 10% escolheriam branco ou nulo, e 7% não souberam responder.

No cenário de segundo turno sem Celina, Arruda aparece com 44%, enquanto Grass registra 34%. Brancos e nulos somam 13%, e 9% dos entrevistados não souberam responder.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores do Distrito Federal entre os dias 14 e 18 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-07849/2026.

 

Michelle lidera disputa ao Senado com 25% das intenções de voto

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Levantamento Real Time Big Data registra empate entre Leila do Vôlei, Bia Kicis e Erika Kokay na disputa pela segunda vaga e aponta 60% de aprovação da gestão de Celina Leão

Da Redação

Na corrida pelas duas vagas do Distrito Federal no Senado, Michelle Bolsonaro (PL) lidera com 25% das intenções de voto. Leila do Vôlei (PDT) ocupa a segunda colocação, com 17%, seguida por Bia Kicis (PL) e Erika Kokay (PT), ambas com 15%.

Sebastião Coelho (Novo) aparece com 8%, Cristian Viana (Podemos) tem 2% e Tiago Tarsis (Agir), 1%. Zanata (PSTU) e Professor Guilherme Amorim (UP) não pontuaram. Brancos e nulos representam 8%, enquanto 9% não souberam responder.

Quando os votos são analisados separadamente, Michelle Bolsonaro lidera a primeira escolha para o Senado, com 35%. Leila do Vôlei aparece com 21%, Erika Kokay com 14% e Bia Kicis com 12%.

No segundo voto, Bia Kicis assume a liderança, com 18%. Michelle Bolsonaro e Erika Kokay aparecem empatadas com 16%, seguidas por Leila do Vôlei, com 14%.

O levantamento também mostra que 60% dos entrevistados aprovam o trabalho de Celina Leão à frente do Governo do Distrito Federal, enquanto 38% desaprovam. Na avaliação da gestão, 34% consideram o governo ótimo ou bom, 40% avaliam como regular e 24% classificam como ruim ou péssimo.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores do Distrito Federal entre os dias 14 e 18 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-07849/2026.

 

Flávio lidera segundo turno no DF contra Lula, aponta pesquisa

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Levantamento divulgado nesta quarta-feira mostra Flávio com 44% contra 39% de Lula

Da Redação

Uma pesquisa divulgada pela Real Time Big Data nesta quarta-feira (19) aponta o desempenho dos candidatos à Presidência da República entre o eleitorado do Distrito Federal. O levantamento criou um cenário de segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em que o senador registra 44% das intenções de voto, contra 39% do atual presidente.

No primeiro turno, a pesquisa aponta um empate técnico entre Bolsonaro e Lula, que aparecem com 35% e 36% das intenções de voto, respectivamente.

A pesquisa também perguntou em quem o eleitor do DF não votaria para assumir a Presidência da República. Lula aparece com 48% de rejeição, seguido por Flávio Bolsonaro, com 40%, e Ronaldo Caiado, com 30%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 18 de agosto, entrevistando 1,6 mil eleitores, com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-05423/2026. O índice de confiança é de 95%.

 

DF pode perder R$ 1,8 bi no Fundo Constitucional com PLP 114/2026

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Projeto aprovado no Senado limita crescimento de despesas vinculadas em anos de déficit primário e pode reduzir ritmo de reajuste do FCDF a partir de 2027

Da Redação

O Projeto de Lei Complementar 114/2026, que cria medidas para mitigar impactos de choques externos na economia, traz em seu texto uma manobra que pode resultar em uma perda de R$ 1,8 bilhão para o Fundo Constitucional do DF. A análise é feita pela Instituição Fiscal Independente, órgão técnico e apartidário vinculado ao Senado Federal.

O Senado aprovou, na quarta-feira (12), o texto principal do PLP que permite ao governo usar o aumento extraordinário da arrecadação com petróleo para compensar medidas de redução de tributos sobre combustíveis. O benefício fiscal começa a valer em 2027. O projeto estabelece que, em anos de déficit primário — cenário previsto para 2026 —, o crescimento de despesas vinculadas a leis ordinárias e complementares seja limitado a 2,5% ao ano.

Embora o FCDF tenha previsão constitucional, a IFI explica que sua base de cálculo e os parâmetros de reajuste foram definidos por lei ordinária. É nessa brecha que o projeto se apoia para conter o repasse. Para o governo federal, a medida é uma forma de criar uma folga de cerca de R$ 10 bilhões no orçamento de 2027. Para o Distrito Federal, a conta chega na forma de menos recursos para investir em áreas como segurança pública, saúde e educação. “O FCDF está lá na Constituição, mas não estipula valores e parâmetros. A medida é válida, mas o texto é vago”, explicou o diretor do IFI, Marcus Pestana.

A nota técnica da instituição emitida na sexta-feira (14) faz uma análise sobre a medida. O IFI diz que a manobra reafirma a crescente e insustentável rigidez orçamentária do país. A instituição alerta que a exclusão legal de despesas primárias e o uso dessas margens de tolerância não resolvem o problema fiscal brasileiro, mas apenas fragilizam a credibilidade das regras estabelecidas.

O órgão conclui que a atual situação impõe a revisão profunda do regime fiscal brasileiro em 2027. O IFI aponta que o FCDF é o motor de custeio dos serviços essenciais do Distrito Federal. A limitação de 2,5% reais — valor abaixo do que o Fundo costuma crescer com base na receita da União — forçará o GDF a rever prioridades orçamentárias.

O órgão ressalta que, caso o PLP seja aprovado nos termos atuais, a capital federal terá que gerir seus serviços públicos com uma redução em relação ao que seria a projeção de repasses sem a nova restrição fiscal. “Atualmente, o GDF já está com uma situação fiscal delicada e pode piorar com o avanço dessa lei”, explicou Pestana.

O texto original tratava apenas da redução de tributos federais incidentes sobre combustíveis, como gasolina, diesel e etanol, e autorizava o governo federal a compensar essa renúncia de receita com o aumento extraordinário da arrecadação obtida pelo setor de petróleo e gás em 2026. Durante a tramitação, o projeto foi ampliado e passou a incluir dispositivos sobre minerais críticos, fertilizantes, agronegócio, projetos de defesa e a Copa do Mundo Feminina de 2027. O artigo 14 do PLP determina que, caso haja projeção de déficit primário do governo central, determinadas receitas provenientes da exploração de petróleo deixem de ser contabilizadas no cálculo de obrigações de despesas vinculadas à Receita Corrente Líquida da União.

Como o FCDF é corrigido com base na variação da RCL, a mudança pode reduzir o ritmo de crescimento do fundo, caso a nova regra venha a afetar a base de cálculo utilizada para sua atualização. O projeto não altera diretamente a regra de correção do FCDF, mas cria um mecanismo fiscal que pode ter impacto indireto sobre o fundo.

O texto foi aprovado por 61 votos favoráveis e dois contrários no Senado, após ter sido aprovado pela Câmara dos Deputados no mesmo dia. Agora, o projeto segue para sanção presidencial.

 

Caiado critica gestão fiscal de Lula e diz que “é um governo de ladrões”

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Candidato do PSD classifica administração federal durante evento em Brasília e apresenta propostas de reforma administrativa e contenção de despesas

Da Redação

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) voltou a criticar o governo federal nesta terça-feira (18) e classificou a atual gestão como um “governo de ladrões”. Ao abordar a política fiscal do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Caiado afirmou que a administração federal estaria transferindo para a população o custo de dívidas públicas. “É um governo de ladrões, em que se enfia a mão no bolso das pessoas para pagar a dívida que eles contraíram.”

Caiado também acusou o governo de utilizar medidas econômicas para, segundo ele, “enganar e anestesiar” a população às vésperas das eleições. As declarações ocorreram durante o evento “O Brasil em Debate com os Presidenciáveis – Ambiente de Negócios, Competitividade e Desenvolvimento Econômico”, realizado em Brasília.

Promovido pela Frente Parlamentar Mista do Ambiente de Negócios, pelo Instituto Unidos Brasil, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e pelo Ranking dos Políticos, o encontro reuniu o presidenciável para discutir propostas voltadas à economia e ao ambiente de negócios.

Na sequência, Caiado classificou a situação como “abominável” e defendeu uma reação da sociedade. “É abominável e deveria haver uma repulsa dura de toda a sociedade brasileira.” Durante o evento, o candidato também foi questionado sobre a possibilidade de cortes de gastos e sobre uma eventual reforma administrativa em um futuro governo.

Caiado afirmou que não seria possível detalhar, neste momento, quais áreas sofreriam os maiores cortes sem antes conhecer a situação fiscal do país. Segundo o presidenciável, a dimensão do desequilíbrio nas contas públicas ainda não estaria suficientemente clara. “Ninguém sabe qual é o verdadeiro buraco do governo.”

Caiado, porém, antecipou que pretende promover mudanças na estrutura administrativa e discutir a redução de despesas também com os demais Poderes. “Vai haver cortes na reforma administrativa e também um avanço no debate com os outros poderes para diminuir os gastos.”

O candidato ponderou que ainda não é possível indicar onde seriam concentradas as reduções. O controle das contas públicas é um dos principais eixos econômicos do plano de governo apresentado por Caiado para o período de 2027 a 2030. Com 100 páginas e propostas distribuídas por 26 áreas, o documento defende um ajuste fiscal sem aumento sucessivo de impostos ou cortes generalizados.

Entre as medidas previstas estão a revisão de subsídios e benefícios tributários, a contenção do crescimento das despesas obrigatórias e o combate aos chamados supersalários. O programa também propõe um “Orçamento da Verdade”, com o objetivo de ampliar o controle sobre as contas públicas.

 

DF tem 1.887 vagas com salário de até R$ 3,4 mil nesta quarta-feira

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Interessados podem cadastrar o currículo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho digital ou presencialmente

As unidades da agência do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (19), 1.887 vagas de emprego em diversas regiões. O maior salário é de R$ 3.447, para a função de calceteiro, com dez vagas disponíveis na Asa Sul. Para concorrer, é preciso ter experiência comprovada, e não há exigência de escolaridade.

Entre as funções com maior número de vagas estão estoquista, com 202 oportunidades; ajudante de carga e descarga de mercadorias, com 200; e operador de empilhadeira, com 180.

Há também oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência. Entre elas, estão duas vagas para operador de caixa, em Ceilândia Norte, com salário de R$ 1.700; 25 chances para auxiliar administrativo, em Taguatinga Norte, com remuneração de R$ 1.621; e cinco para atendente de farmácia, na Asa Sul, com salário de R$ 1.750. Todas exigem ensino médio completo.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.

Servidor público: privilégio ou direito?

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POR LUCIANA GOUVÊA

Ainda existe uma ideia equivocada de que servidores públicos ou seus pensionistas, quando procuram o Judiciário, estão atrás de privilégios. Não é bem assim. Servidor, antes de tudo, é cidadão. Portanto, recorrer à Justiça para receber uma vantagem prevista em lei não é privilégio: é exercício de cidadania.

Por que alguém precisa contratar advogado, gastar dinheiro e tempo e esperar anos para conseguir aquilo que a própria lei já lhe assegura? Talvez seja aí que esteja o verdadeiro problema.

Quando milhares de servidores e pensionistas recorrem à Justiça discutindo as mesmas questões, isso não deveria ser visto apenas como excesso de judicialização, mas como sinal de que alguma coisa precisa melhorar dentro da própria Administração Pública.

Se determinado direito vem sendo reiteradamente reconhecido pelos tribunais, por que continuar obrigando cada cidadão a ingressar individualmente com uma ação? Já deveriam existir mecanismos internos de revisão e agentes públicos capacitados para corrigir administrativamente situações consolidadas pela lei e pela jurisprudência. Isso evitaria milhares de processos , e todos ganhariam: os servidores, os cidadãos a quem servem e toda a sociedade.

O próprio Estado economizaria com honorários, juros, correção monetária e precatórios decorrentes de condenações que poderiam ter sido evitadas. Mesmo após o recente pagamento de cerca de R$ 64 bilhões, novas condenações definitivas ingressam no orçamento a cada exercício. Os precatórios da União inscritos para 2027 já somam quase R$ 45 bilhões e alcançam mais de 200 mil beneficiários.

E há ainda os precatórios estaduais e municipais. O Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, acumula mais de R$ 19 bilhões em precatórios pendentes de pagamento.

Nesses processos, o Judiciário não está criando privilégios nem inventando direitos. Está fazendo cumprir a lei quando a Administração não o fez.

A lógica deveria ser outra: servidores e pensionistas não deveriam precisar recorrer à Justiça para receber aquilo que já é seu por direito. Afinal, o Estado deveria ser o primeiro a cumprir a lei, honrar suas obrigações e corrigir seus próprios erros, dando o exemplo que exige de cada cidadão.

E há uma injustiça ainda maior: muitos cidadãos sequer têm condições financeiras de buscar o Judiciário. Entre os que conseguem, há quem adoeça ou morra enquanto processos se arrastam por 10, 20 ou 30 anos, sem ver concretizado um direito já reconhecido.

Estado eficiente não é aquele que vence o cidadão pelo cansaço. É aquele que reconhece o direito, cumpre a lei e evita que a Justiça precise fazer por ele aquilo que poderia ter sido resolvido antes.

LUCIANA GOUVÊA – Advogada Especialista em Proteção Legal Patrimonial e Proteção Ética e Legal Empresarial, informação e entrega de direitos. Especialista na área de inovação e tecnologias

Coluna do Fluminense | Classificação heróica

POR RAIMUNDO RIBEIRO

O Fluminense visitou o Independiente Rivadávia buscando a vitória, valendo classificação às quartas de final da libertadores.
Fez um primeiro tempo tentando controlar a partida, mas sem criar qualquer oportunidade, em razão da má atuação de Soteldo e os costumeiros erros de passe.

Não levou perigo nem susto.

Voltamos para o segundo tempo e com 9 minutos levamos 2 sustos.

Aos 13 minutos após um erro de passe, Canóbio é expulso ao levar o 2o. amarelo.

O time fica nervoso, e Hulk e Soteldo também levam amarelo.

Aos 20 minutos entram Acosta e Serna, saindo Hulk e Ganso.

A partida se torna um ataque contra defesa, mas o adversário se limita a cruzar bola na área que a defesa tira.

Aos 30 minutos Hércules dá um passe precioso para Serna fazer 1×0.

Aos 36 minutos entra Millan, saindo Soteldo.

O adversário tenta encurralar o Fluminense, e Serna é a única válvula de escape.

Aos 47 minutos, depois de muita pressão dos argentinos o árbitro vai ao VAR e marca um pênalti inexistente.

Valeu a pressão e o soprador de apito não resistiu.

O adversário empata na cobrança do pênalti que não existiu.

Aos 49 minutos Serna toma a bola na área e perde o gol.

Por causa do VAR (vamos assumir o roubo), a decisão vai pros pênaltis, Tiago Silva bate e converte.

O adversário bate e converte;

Acosta bate e chuta prá fora;

O adversário bate e converte;

Renê bate e converte;

O adversário bate e Fábio defende;

Hércules bate e converte;

O adversário bate e converte;

Martinelli bate e converte;

O adversário bate e converte;

Com o 4×4, vamos para as cobranças alternadas;

Guga bate e converte;

O adversário bate e o gigante Fábio defende.

Foi uma vitória heróica, com 1 jogador a menos, contra um soprador de apito medroso, um VAR fuleiro, mas um Fluminense com a cara do Fluminense, corajoso, obstinado, determinado, e não se deixando intimidar com as adversidades.

Enfim um Fluminense com a vocação da vitória.

Melhor em campo: Fábio.

No próximo sábado às 16 horas, a torcida mais bonita do Brasil deve lotar o Maracanã para receber o Remo pelo brasileirão, em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Pesquisa coloca Renata Daguiar entre os nomes femininos do Republicanos para a CLDF

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Candidata a deputada distrital está a menos de 1% das intenções de voto de se tornar a primeira opção dos eleitores do partido

Em crescimento acentuado, Renata Daguiar já é um dos destaques da pesquisa divulgada pelo Igape Instituto Gazeta. O nome da candidata a deputada distrital aparece no levantamento entre as mulheres mais lembradas do Partido Republicanos. Em uma próxima apuração, caso avance mais 0,4 ponto percentual, poderá se tornar a primeira opção entre os eleitores do partido.

“Fizemos uma boa pré-campanha, mobilizando, primeiramente, lideranças regionais e apoiadores mais próximos. A partir de agora, de fato, vamos às ruas para apresentar nossas propostas, com o objetivo de aumentar cada vez mais a nossa Onda Roxa”, destacou Renata Daguiar, fazendo referência ao nome adotado por seus correligionários, parceiros e seguidores.

No domingo (16), Renata reuniu apoiadores para um adesivaço no Parque da Cidade. Segundo a organização, mais de quatro mil pessoas participaram do encontro, que marcou o início das atividades de campanha.

“Nosso pontapé inicial já foi dado. Em mais alguns dias, teremos uma noção real da abrangência de nossa campanha”, explicou Renata Daguiar.

A pesquisa do Igape Instituto Gazeta, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-02390/2026, ouviu duas mil pessoas em todo o Distrito Federal, entre os dias 10 e 15 de agosto. O levantamento trouxe um dado importante: quase 30% dos entrevistados não sabem em quem votar para a Câmara Legislativa.

Quem é Renata Daguiar
Carioca de nascimento e candanga de coração, Renata Daguiar chegou ao Distrito Federal aos 23 anos como Auditora Federal do Tesouro Nacional. Ao conhecer a realidade do Lixão da Estrutural, decidiu que iria transformar a vida daquelas pessoas. Fundou, então, o Instituto Reciclando o Futuro e passou a atuar em causas sociais, inclusão produtiva e proteção às mulheres.

Posteriormente, chegou ao cargo de subsecretária da Mulher do GDF, onde atuou no atendimento a mais de 70 mil famílias.

Celina minimiza presença de Michelle em evento com adversário

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Governadora e candidata à reeleição afirma que encontro na inauguração de comitê de Alberto Fraga é normal 

Da Redação

A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), afirmou que a presença da ex-primeira-dama e candidata ao Senado Michelle Bolsonaro (PL), nesta terça-feira (18), no mesmo palanque de adversário, não alterou sua aliança com a representante do clã no DF. “Ninguém tem dúvida que ela está comigo.”

O encontro ocorreu durante a inauguração do comitê político do deputado Alberto Fraga (PL). Na oportunidade, a ex-primeira-dama lamentou a saída do ex-governador de seu partido. “Arruda é político, né?”, brincou. “É bom demais ouvir gente assim, meu Deus”, voltou a elogiar, dando a mão para o ex-governador. “Tenho muito carinho e admiração pela sua história, Arruda, apesar de você não ser o meu candidato”, completou. “Não era para você ter saído do PL, cabra.”

Apesar da troca de elogios, Celina Leão afirmou que Michelle havia avisado sobre sua participação no evento e minimizou o episódio. “A Michelle é muito educada, mas ninguém tem dúvida de que ela está comigo. Ela é uma mulher de palavra, de pulso forte, e as pessoas não podem confundir educação com apoio. Educação cabe em qualquer lugar e o apoio político está muito claro. O apoio dela vem para a gente.”

Fraga reforçou o apoio ao amigo de longa data José Roberto Arruda e disse não temer retaliações por parte do partido que apoia à reeleição de Celina Leão nas eleições deste ano.