Resultado reflete avanços em saúde, educação e renda, com destaque para programas sociais, qualificação profissional e geração de empregos
Brasília, 6 de junho de 2026 – O Distrito Federal alcançou o maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do país em 2024, com marca histórica de 0,866, classificada como de “muito alto desenvolvimento humano”. O resultado supera a média nacional, de 0,805, e consolida o DF na liderança brasileira em indicadores de saúde, educação e renda.
De acordo com o Radar IDHM 2024, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice do DF cresceu 5,2% entre 2021 e 2024, passando de 0,823 para 0,866.
O Governo do Distrito Federal atribui o desempenho a ações integradas nas áreas social, educacional e econômica. Programas como Cartão Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás reforçam a rede de proteção social, enquanto iniciativas de qualificação profissional e geração de empregos buscam ampliar a autonomia financeira da população.
Gerente do Cras de Samambaia Sul, Paolo Sousa: “Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação”
Na educação, o DF registra a menor taxa de analfabetismo do país entre pessoas com mais de 15 anos e alcançou 65% de alfabetização das crianças ao fim do 2º ano do ensino fundamental, índice acima da meta nacional.
A área econômica também contribuiu para o resultado. Apenas nos primeiros meses de 2026, as Agências do Trabalhador ofertaram quase 25 mil vagas de emprego. Entre 2019 e 2024, o programa Emprega DF ampliou em mais de 3.200% a geração de empregos diretos, passando de 321 para 10.608 postos de trabalho.
Segundo o GDF, a combinação entre assistência social, acesso à educação e oportunidades de emprego tem contribuído para melhorar a qualidade de vida da população e sustentar o avanço dos indicadores de desenvolvimento humano na capital federal.
Estruturas reaproveitadas promovem bem-estar e sustentabilidade na rede pública
Brasília, 6 de junho de 2026 — Estruturas retiradas durante as obras de modernização do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) foram reaproveitadas para a criação de espaços de convivência em unidades de pronto atendimento (UPAs) administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa alia sustentabilidade, economia de recursos e valorização do bem-estar de profissionais e pacientes.
As primeiras áreas foram implantadas nas UPAs de Recanto das Emas e Ceilândia II. Os ambientes contam com bancos para descanso, pontos de energia para carregamento de aparelhos eletrônicos e paisagismo planejado para proporcionar maior conforto aos usuários. Os espaços também podem ser utilizados em atividades terapêuticas, sessões de fisioterapia e ações voltadas ao atendimento de pacientes.
O projeto surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher. A proposta buscou criar ambientes destinados ao descanso e à recuperação emocional dos profissionais que atuam em unidades com grande fluxo de atendimentos.
De acordo com a chefe do Nuvid, Paula Paiva, a iniciativa fortalece as ações voltadas à saúde física e mental dos trabalhadores da rede, contribuindo para a melhoria das condições de trabalho e do ambiente institucional.
Os materiais utilizados na construção dos espaços foram retirados de áreas do Hospital de Base que passam por reformas para receber o novo centro cirúrgico da unidade. Em vez de serem descartados, os componentes foram reaproveitados em um projeto desenvolvido de forma integrada por equipes de manutenção, infraestrutura, engenharia, obras e fiscalização.
Segundo a gerente de Manutenção e Infraestrutura do IgesDF, Tatiana Tostes, a proposta permitiu transformar materiais que perderiam sua função original em estruturas capazes de beneficiar colaboradores e pacientes em diferentes unidades da rede.
As intervenções foram realizadas entre abril e junho nas UPAs de Ceilândia II e Recanto das Emas. Atualmente, novas obras estão em andamento nas unidades de Ceilândia I, Vicente Pires e Riacho Fundo, que também receberão espaços semelhantes.
Na avaliação da gerente da UPA de Recanto das Emas, Idê Ingrid Rodrigues, a criação desses ambientes representa um investimento na qualidade de vida dos profissionais e impacta positivamente a assistência prestada à população, ao oferecer melhores condições para momentos de descanso e integração das equipes.
Para o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel, o projeto demonstra que é possível unir eficiência, responsabilidade ambiental e humanização dos serviços públicos. Segundo ele, a iniciativa busca criar ambientes que promovam acolhimento, conforto e qualidade de vida para trabalhadores e usuários da rede de saúde.
Ação recebe doações de inverno e terá Cabides Solidários em regiões administrativas
Brasília, 6 de junho de 2026 – Com a chegada das temperaturas mais baixas no Distrito Federal, começa a Campanha do Agasalho Solidário 2026, que neste ano adota o tema “O DF aquece com você”. A iniciativa tem como objetivo arrecadar agasalhos, cobertores e outros itens de inverno para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social durante o período mais frio do ano.
A grande novidade desta edição será a implantação dos Cabides Solidários | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
As doações poderão ser feitas entre os dias 8 de junho e 10 de julho em pontos de coleta instalados em órgãos públicos e instituições parceiras espalhadas por diversas regiões administrativas. Serão aceitos casacos, mantas, toucas, luvas, cobertores e demais peças de inverno que estejam higienizadas e em condições adequadas de uso.
De acordo com o primeiro-cavalheiro do Distrito Federal, Fabrício Faleiro, qualquer contribuição pode fazer a diferença para quem enfrenta dificuldades durante o inverno. Segundo ele, uma peça sem utilidade para uma pessoa pode representar acolhimento, proteção e esperança para outra.
A principal novidade desta edição é a criação dos Cabides Solidários, estruturas que serão instaladas em locais estratégicos para facilitar tanto a entrega quanto a retirada espontânea de roupas de frio. A medida busca tornar o acesso às doações mais simples, rápido e humanizado.
Além da arrecadação de peças, a campanha contará com ações de acolhimento social e mobilização de voluntários, servidores públicos, entidades parceiras e organizações da sociedade civil. A proposta é fortalecer a rede de solidariedade e ampliar o alcance das ações durante o período de frio intenso.
Os pontos de coleta estão distribuídos em locais como o Palácio do Buriti, o Anexo do Buriti, secretarias, administrações regionais e demais órgãos públicos. Informações adicionais podem ser obtidas pelas redes sociais da Chefia-Executiva de Políticas Sociais ou pelo WhatsApp (61) 99195-4079.
Mais do que recolher roupas, a campanha pretende incentivar a solidariedade e sensibilizar a população para as dificuldades enfrentadas por milhares de pessoas durante o inverno. Uma peça guardada no armário pode representar proteção e conforto para quem enfrenta noites frias sem condições adequadas de abrigo.
Região de Ponte Alta, no Gama, marcou 9,4°C por volta das 6h e Águas Emendadas, em Planaltina, registrou 9,7°C às 3h; é a terceira vez que a capital bate recorde de frio em 2026 apenas nesta semana, com mínima prevista de 12°C e umidade podendo cair a 20% no domingo
Da Redação
O Distrito Federal registrou, no início da manhã deste sábado (6), o dia mais frio de 2026. Por volta das 6h, os termômetros chegaram a 9,4°C na estação meteorológica do Gama, localizada na região de Ponte Alta. Mais cedo, por volta das 3h, a estação de Águas Emendadas, em Planaltina, havia marcado 9,7°C.
Essa é a terceira vez que a capital bate o recorde de temperatura mínima em 2026 somente nesta semana. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil emitiram alertas sobre a queda de temperatura.Para este sábado, a previsão do Inmet é de permanência de baixas temperaturas, com mínima de 12°C e máxima de 24°C. A umidade relativa do ar deve variar entre 90% e 30%. O céu deve permanecer claro ao longo do dia, sem previsão de chuva.
No domingo (7), a mínima prevista continua em 12°C e a máxima sobe para 25°C. A umidade pode cair até 20% e há previsão de nuvens no período da tarde.
Programa Alfaletrando impulsiona avanço de seis pontos percentuais no índice de crianças alfabetizadas e reforça acompanhamento pedagógico nas escolas públicas
Aprender a ler e escrever nos primeiros anos da vida escolar é um passo decisivo para toda a trajetória educacional. No Distrito Federal, esse processo apresentou avanço significativo nos últimos dois anos: o percentual de crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental passou de 59%, em 2024, para 65% em 2025, superando as metas estabelecidas tanto para o DF quanto para o país.
Os resultados estão associados à implementação do Programa de Alfabetização e Letramento do Distrito Federal (Alfaletrando), transformado em política pública distrital pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 2024. Criado para fortalecer a alfabetização nos anos iniciais da rede pública, o programa atua em cinco eixos: governança; formação de profissionais da educação; infraestrutura e insumos pedagógicos; avaliação das aprendizagens; e compartilhamento de práticas exitosas.
De acordo com dados da Secretaria de Educação (SEEDF), o programa alcançou mais de 56 mil estudantes em 2024 e foi ampliado para todos os anos iniciais do ensino fundamental em 2025. Em 2026, o número de estudantes matriculados já chega a 141.670. O alcance também se reflete na formação dos educadores: cerca de 2,8 mil professores participaram das ações em 2024, 3,4 mil em 2025 e aproximadamente 2,6 mil em 2026. O programa está presente em 385 escolas da rede pública.
Outro dado relevante presente no levantamento é o investimento de mais de R$ 40,3 milhões entre 2024 e 2026, destinado principalmente à Rede Distrital de Alfabetização e Letramento (Redalfa), formada por professores responsáveis pelo acompanhamento da política pública em toda a rede.
Na Secretaria de Educação, o programa também tem foco na recomposição das aprendizagens impactadas pela pandemia, especialmente entre estudantes do 3º ao 5º anos do ensino fundamental. A chefe da Unidade de Gestão Estratégica da Educação Básica da Subsecretaria de Educação Básica, Divaneide Lira Lima Paixão, destaca que os resultados refletem um esforço coletivo envolvendo professores, gestores e equipes pedagógicas.
“Tínhamos uma meta de 63% de crianças alfabetizadas em 2025 e alcançamos 65%. Isso retrata o trabalho que vem sendo feito desde a construção do Alfaletrando, um programa elaborado por profissionais da própria rede. A formação continuada, o acompanhamento pedagógico e o compromisso dos professores com a aprendizagem das crianças têm sido fundamentais para esse avanço”, ressalta.
Os resultados alcançados na educação infantil refletem um esforço coletivo envolvendo professores, gestores e equipes pedagógicas
Impacto real
Na Escola Classe 02 do Riacho Fundo II, uma das unidades participantes do programa, os avanços também aparecem nos indicadores internos. Em apenas dois meses, o percentual de estudantes alfabetizados passou de 30,6% para 43,4%, crescimento de 12,8 pontos percentuais. No mesmo período, o número de alunos classificados como pré-silábicos caiu de 13,7% para 6,7%.
A diretora da escola, Michele Rodrigues Alves, atribui os resultados ao monitoramento constante da aprendizagem e ao planejamento coletivo realizado pela equipe pedagógica: “A gente acredita muito no processo de aprendizagem. Fazemos acompanhamento e monitoramento contínuos, investimos na formação dos professores, construímos uma rotina diária de alfabetização e trabalhamos com atividades de leitura, escrita e consciência fonológica. É um trabalho em equipe, desde o acolhimento das crianças até o trabalho em sala de aula.”
Michele Rodrigues Alves: “A gente acredita muito no processo de aprendizagem. É um trabalho em equipe, desde o acolhimento das crianças até o trabalho em sala de aula”
A escola atende atualmente 622 estudantes nos turnos matutino e vespertino. Entre as estratégias adotadas estão momentos semanais de leitura, empréstimo de livros por meio da sacola literária e análises periódicas dos resultados das avaliações internas e externas para direcionar intervenções pedagógicas.
Uma das educadoras que participam das formações é a professora Raiza Morais, que atua com alunos de 6 e 7 anos. Segundo ela, as atividades desenvolvidas durante os encontros ampliam as possibilidades de ensino em sala de aula: “O programa traz atividades lúdicas que ajudam a despertar o interesse dos estudantes. A alfabetização acontece junto com o letramento, para que eles compreendam o que estão lendo. Hoje percebemos que as crianças não apenas decodificam palavras, mas entendem seus significados e conseguem relacioná-los ao mundo à sua volta.”
Conexão com as famílias
Doris Silva Santos nota diferença no comportamento do filho, Jonathan: “A criança que entrou aqui e a criança que ele é hoje são completamente diferentes”
Os reflexos desse trabalho também aparecem nas histórias das famílias atendidas pela rede pública. Mãe de Jonathan Santos Moura Pinéo, Doris Silva Santos acompanha de perto a evolução do filho, de 9 anos, desde o ingresso na escola, diagnosticado com transtorno do espectro autista (TEA), deficiência intelectual leve e TDAH. “Este ano ele está lendo e escrevendo. A criança que entrou aqui e a criança que ele é hoje são completamente diferentes. Ele sempre foi muito acolhido pela escola, pelos professores, pela coordenação e pelos monitores. Tudo isso ajudou muito no processo de alfabetização dele”, relata.
Para o professor Alan Julie de Oliveira, pai de Maria Eduarda, de 9 anos, e de Maria Clara, de 6, a participação da família e o ambiente escolar fazem diferença no desenvolvimento das crianças. “A escola vai muito além da sala de aula. Ela aproxima as famílias, incentiva a leitura, promove cidadania e cria um ambiente seguro para o aprendizado. Quando a comunidade participa, o desenvolvimento das crianças acontece de forma muito mais completa”, afirma.
Alan de OIiveira: “Quando a comunidade participa, o desenvolvimento das crianças acontece de forma muito mais completa”
Entre os estudantes, os resultados também são percebidos no dia a dia, como conta Maria Eduarda Martins de Oliveira, que estuda na Escola Classe 02 do Riacho Fundo II há quatro anos: “Eu aprendi que é melhor participar do que só ganhar. Gosto muito da biblioteca e dos livros. Essa escola me ajudou muito e hoje eu já me adaptei às regras e à convivência com os colegas e professores.”
Projetos ampliam cidadania, convivência e desenvolvimento integral de adolescentes em cumprimento de medidas
Os projetos voltados à reintegração de jovens e adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas no Distrito Federal têm no esporte um dos principais instrumentos de transformação. No sistema socioeducativo da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), o eixo esportivo ocupa papel estratégico na promoção da cidadania, da convivência coletiva e do desenvolvimento integral dos adolescentes.
“Por intermédio do esporte, incentivamos valores e resgatamos a confiança e a autoestima dos socioeducandos, congregamos a participação dos servidores e reunimos as unidades para a celebração do trabalho e dos seus resultados”
Daniel Fernandes, subsecretário do Sistema Socioeducativo do DF
Segundo o subsecretário do Sistema Socioeducativo do DF, Daniel Fernandes, a Sejus-DF vem trabalhando nos últimos seis anos para que o sistema socioeducativo da região avance na concretização e no cumprimento da legislação de regência e na garantia de direitos dos jovens e adolescentes em acompanhamento nas diversas unidades. “Por intermédio do esporte, incentivamos valores e resgatamos a confiança e a autoestima dos socioeducandos, congregamos a participação dos servidores e reunimos as unidades para a celebração do trabalho e dos seus resultados.”
Apoio de parceiros externos
O Sistema Socioeducativo do DF desenvolve diversos projetos e iniciativas esportivas que contemplam as especificidades de cada unidade e o perfil dos jovens atendidos. Entre as ações estão os torneios de futsal nas unidades de internação, promovidos com apoio de parceiros externos. Nessas atividades, os adolescentes são organizados em equipes que disputam partidas pautadas pelo espírito esportivo, respeito mútuo e trabalho em equipe, fortalecendo experiências positivas de convivência coletiva.
O esporte passou a ter papel fundamental no processo socioeducativo dos jovens, que passaram a contar com a orientação de especialistas
“O esporte se consolida como uma importante ferramenta de ressocialização, capaz de promover disciplina, respeito às regras, convivência coletiva, cooperação e autocontrole emocional dos adolescentes atendidos pelo sistema socioeducativo”
Kauane Mineko, chefe da Unidade de Gestão de Políticas e Atenção à Saúde de Jovens e Adolescentes
A chefe da Unidade de Gestão de Políticas e Atenção à Saúde de Jovens e Adolescentes, Kauane Mineko, ressalta que o esporte tem um papel fundamental no processo socioeducativo, pois vai muito além da prática física ou da competição. “Ele se consolida como uma importante ferramenta de ressocialização, capaz de promover disciplina, respeito às regras, convivência coletiva, cooperação e autocontrole emocional dos adolescentes atendidos pelo sistema socioeducativo”, afirma.
Kauane acrescenta ainda que, ao participarem dessas atividades, os adolescentes experimentam olhar para si, identificar as potencialidades e as limitações, assim como valorizar o papel do colega e vivenciar a importância do trabalho em equipe. “Além disso, essas ações favorecem a redução de conflitos e incentivam a integração entre as unidades e os socioeducandos”, destaca. Segundo ela, o trabalho é fortalecer ainda mais iniciativas que utilizem o esporte como instrumento de educação, cidadania e inclusão social, para reconstruir trajetórias e desenvolver novos projetos de vida para esses adolescentes.
Além do esporte, os jovens passam a contar com a experiência de especialistas de novas áreas, como artes cênicas, música, educação física e artes plásticas, incorporados ao quadro da carreira socioeducativa. A inclusão desses profissionais fortalece a integração entre os diferentes eixos pedagógicos nas atividades e projetos desenvolvidos nas unidades.
A atuação integrada desses profissionais amplia significativamente o rol de propostas socioeducativas e favorecem práticas interdisciplinares, desenvolvimento de habilidades múltiplas e a construção de estratégias mais humanizadas e participativas. Além disso, a diversidade de áreas contribui para o fortalecimento das interlocuções entre as unidades e medidas socioeducativas, que promovem maior troca de experiências, integração institucional e ampliação das oportunidades formativas ofertadas aos adolescentes e jovens atendidos
Os jovens são organizados em equipes que disputam partidas pautadas pelo espírito esportivo, respeito mútuo e trabalho em equipe,
Propostas socioeducativas
A I Olimpíada Socioeducativa, realizada em maio de 2026, ampliou as oportunidades de integração, convivência e valorização dos adolescentes. O evento reuniu modalidades como basquete adaptado, pingfut, frescobol, tênis de mesa, revezamento de 100 metros e arremesso de peso, além de atividades culturais, como a confecção de bandeiras, que incentivaram o trabalho em equipe e o protagonismo juvenil.
Com a implantação do campo sintético na Unidade de Internação do Recanto das Emas (Unire), o futebol passou a integrar de forma mais estruturada a programação pedagógica, fortalecendo o esporte como ferramenta educativa e de inclusão social.
A tradicional Copa Atlas de Futsal reúne, anualmente, equipes de diferentes unidades de internação e estimula o respeito, a convivência coletiva e o intercâmbio entre os adolescentes. Ao longo do ano letivo, os Jogos Interclasses também promovem disputas em modalidades como futsal, tênis de mesa e futmesa, de acordo com a realidade de cada unidade.
Onde o caminho muda o destino
No meio do ano, os Jogos da Semiliberdade mobilizam jovens por meio de medidas socioeducativas, como torneios de golzinho e pingfut. Nas unidades femininas, atividades como alongamento, treinamento funcional e queimada ampliam o acesso a práticas corporais e incentivam o cuidado com a saúde.
Além dos eventos, cada unidade desenvolve projetos próprios, como o “Corre – Onde o Caminho Muda o Destino”, da Unidade de Saída Sistemática (Uniss), que prepara adolescentes para corridas internas e externas.
O xadrez também se destaca como ferramenta pedagógica, com campeonatos internos e participação em torneios externos. A prática estimula o raciocínio lógico, a concentração e o autocontrole, com resultados positivos no comportamento e na convivência dos adolescentes.
Nas medidas em meio aberto, as atividades esportivas ocorrem em parceria com a rede local, incluindo assistência social, escolas e centros olímpicos, o que amplia o acesso às políticas públicas e fortalece vínculos comunitários.
Ao promover participação, desenvolvimento humano e novas oportunidades, o eixo esporte reforça o caráter pedagógico e transformador do sistema socioeducativo. Os projetos atendem jovens em cumprimento de medidas, garantindo acesso ao esporte e ao lazer.
Detran-DF fará interdições nas vias S1 e N1 para a realização de eventos esportivos
Em razão de corridas que serão promovidas neste sábado (6) e domingo (7), as equipes de fiscalização do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizarão intervenções nas vias do Eixo Monumental.
Capital Night Run
Neste sábado (6), o Detran-DF realizará interdições no Eixo Monumental para a realização do evento Capital Night Run, que contará com percursos de 5 km e 10 km. A largada e a chegada ocorrerão na Praça do Cruzeiro.
A partir das 18h, nas vias S1 e N1, no trecho entre o Centro de Convenções Ulysses Guimarães e a via de ligação N1/S1, entre a Catedral Rainha da Paz e a Praça do Cruzeiro, as três faixas mais próximas ao canteiro central serão interditadas. O tráfego de veículos permanecerá liberado nas demais faixas.
Os agentes do Detran-DF atuarão nas imediações do evento com o objetivo de garantir a segurança viária e a fluidez do trânsito. A previsão é que as interdições ocorram até as 22h.
Corridona 2026
No domingo (7), no Eixo Monumental, será realizada a Corridona 2026, com percursos de 2 km, 5 km e 10 km, no trecho entre a Praça do Cruzeiro e a alça oeste da Estação Rodoviária de Brasília (ERB). A largada e a chegada serão na via N1, na lateral do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
No sábado (6), a partir das 16h, agentes do Detran-DF interditarão três faixas da via N1, no trecho próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães para a montagem da estrutura de largada e chegada do evento. No domingo (7), a partir das 6h30, nas vias N1 e S1, três faixas próximas ao canteiro central serão interditadas no trecho entre a Praça do Cruzeiro e a alça oeste da ERB.
Na alça oeste da ERB, no acesso pela via N1, apenas uma faixa de rolamento estará liberada para o tráfego de veículos, as demais serão reservadas aos atletas. Já a via interna destinada à saída de ônibus da rodoviária permanecerá aberta à circulação.
Na alça oeste da ERB, no acesso pela via N1, apenas uma faixa de rolamento estará liberada para o tráfego de veículos, as demais serão reservadas aos atletas. Já a via interna destinada à saída de ônibus da rodoviária permanecerá aberta à circulação.
Senador e pré-candidato do PL associa a nova música à esperança e à superação dos desafios do país, convidando eleitores a “virem com fé” para transformar o futuro do Brasil
Da Redação
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, divulgou nesta sexta-feira (5/6) um novo jingle de campanha intitulado “Vem com Fé”. A música foi lançada em seu perfil no Instagram e no perfil oficial do PL.
Na legenda da publicação, o parlamentar escreveu: “Quem tem fé não perde a esperança em dias melhores. O Brasil enfrenta desafios enormes, mas também carrega a força de um povo que não desiste, que trabalha, que sonha e que acredita. Quando a fé permanece viva, a esperança encontra o caminho. E é dela que nasce a coragem para seguir em frente e transformar o futuro. Aumenta o som e vem com fé. Vem pro PL. Vem com Fé que o Brasil vai melhorar”.
A equipe de Flávio Bolsonaro já havia lançado outros jingles de campanha, como “Com o pé direito o Brasil tem futuro”, produzido com inteligência artificial, e o funk “Zero Um, Novo Capitão”.
Equipamento de R$ 2,2 milhões ampliará exames e reduzirá tempo de espera
Brasília, 5 de junho de 2026 — O Hospital Regional de Ceilândia (HRC) receberá, ainda neste mês, um novo tomógrafo que promete ampliar a capacidade de atendimento e agilizar a realização de exames de imagem na unidade. O equipamento foi adquirido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) com investimento superior a R$ 2,2 milhões e deverá beneficiar cerca de 4 mil pacientes por mês, com potencial para realizar até 16 mil exames mensais.
O anúncio foi feito pela governadora Celina Leão durante o lançamento da sexta edição do programa GDF na Sua Porta, realizado em Ceilândia na última segunda-feira (1º). Na ocasião, também foi confirmado um aporte de R$ 43 milhões destinado a intervenções no hospital e a ações de manutenção em unidades básicas de saúde da região.
Segundo o governo, os recursos permitirão a execução de aproximadamente 20 melhorias no HRC, além da ampliação da capacidade de resposta para demandas de manutenção predial e estrutural nas unidades de saúde da cidade.
O subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Leonídio Pinto Neto, destacou que os investimentos contribuirão para aprimorar tanto os serviços prestados à população quanto as condições de trabalho dos servidores da rede pública.
Entre os principais benefícios do novo tomógrafo estão a redução do tempo de espera para exames, maior rapidez no diagnóstico e início mais ágil dos tratamentos. O equipamento também oferece imagens de maior qualidade, menor exposição dos pacientes à radiação e capacidade para realização de exames mais complexos.
O modelo adquirido é o GE Ascend, equipado com 64 canais e 128 cortes por rotação, tecnologia que permite exames de alta precisão em menor tempo. A plataforma conta ainda com recursos de inteligência artificial e capacidade para atender desde procedimentos de rotina até avaliações cardiovasculares mais avançadas.
De acordo com a Secretaria de Saúde, o equipamento possibilita a realização de exames completos em poucos segundos, aumentando a produtividade da equipe e otimizando o fluxo de atendimento. Em procedimentos convencionais, a capacidade estimada varia entre três e cinco exames por hora, dependendo da complexidade de cada caso.
Para receber o novo tomógrafo, o hospital passou por adequações estruturais na sala de exames, incluindo a instalação de dois aparelhos de ar-condicionado com capacidade de 60 mil BTUs cada, necessários para garantir o funcionamento adequado do equipamento.
O Hospital Regional de Ceilândia já oferecia exames de tomografia computadorizada. Com a substituição do equipamento anterior, a expectativa é ampliar a eficiência do serviço, que atualmente realiza cerca de 13 mil exames por ano e atende, em média, 3 mil pacientes por mês.
Espaço funcionará na Rodoviária do Plano Piloto e oferecerá cuidado especializado
Brasília, 5 de junho de 2026 — Mulheres que enfrentam o climatério passarão a contar com um atendimento especializado na rede pública de saúde do Distrito Federal. A governadora Celina Leão anunciou nesta quinta-feira (4) a criação de um centro de referência voltado ao cuidado integral desse público, que funcionará no segundo piso da Rodoviária do Plano Piloto.
A iniciativa tem como objetivo ampliar o acolhimento e a assistência às mulheres que vivenciam essa fase de transição hormonal, marcada por mudanças físicas e emocionais. Além do atendimento especializado, o espaço deverá atuar como referência para toda a rede pública de saúde, contribuindo para a qualificação dos serviços oferecidos nas unidades de saúde do Distrito Federal.
Juracy Lacerda, secretário de Saúde do DF, e a governadora Celina Leão | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília
Segundo o governo, a escolha da Rodoviária do Plano Piloto levou em consideração a localização central e o grande fluxo de pessoas, facilitando o acesso ao serviço por mulheres de diferentes regiões administrativas.
O projeto também prevê a ampliação do acesso a tratamentos adequados, incluindo terapias hormonais e medicamentos quando houver indicação clínica. Além disso, equipes das unidades básicas de saúde (UBSs) receberão capacitação para aprimorar o atendimento às pacientes e fortalecer a assistência em toda a rede pública.
O novo centro deverá funcionar ainda como um polo de disseminação de protocolos específicos para o cuidado das mulheres no climatério, contribuindo para a oferta de atendimento qualificado e humanizado durante essa etapa da vida.
O climatério geralmente tem início entre os 40 e 45 anos e pode se estender até aproximadamente os 65 anos. O período marca a transição para o fim da fase reprodutiva feminina e engloba a pré-menopausa, a menopausa e a pós-menopausa. Durante essa fase, ocorre uma redução gradual na produção dos hormônios sexuais femininos, provocando alterações que variam de mulher para mulher.
Entre os sintomas mais comuns estão ondas de calor, alterações de humor, dificuldades para dormir e outros desconfortos associados às mudanças hormonais. No Sistema Único de Saúde (SUS), o acompanhamento médico é indicado para orientar as pacientes, promover acolhimento e oferecer tratamentos que contribuam para a qualidade de vida e o bem-estar.