O senador brasiliense alertou para os danos que a atividade vem causando, principalmente nas crianças e jovens
Em discurso na tribuna do plenário do Senado nesta terça-feira (24), o senador Izalci (PL-DF) falou sobre a demora na regulamentação das bets, as apostas online, e alertou para os danos que a atividade vem causando, principalmente nas crianças e jovens.
Segundo ele, a tentativa de regulamentação das apostas online no Brasil, longe de ser uma solução eficaz, revela não só a negligência do Governo Federal e sua incapacidade de enfrentar o problema de forma contundente, mas mostra sua ganância. “No orçamento de 2024, a estimativa de receita com a regulação dessas apostas era de R$ 728 milhões. Com o adiamento proposital, o Governo projeta até R$ 3,4 bilhões”, disse o senador
Izalci disse ainda que com esses adiamentos na regularização e normatização por parte do governo Lula e a publicidade ostensiva em campanhas publicitárias que envolvem celebridades admiradas pelos jovens, cria-se aí a perfeita narrativa do vício. “O resultado é que famílias já vulneráveis economicamente se veem ainda mais pressionadas e endividadas”
Deputado Eduardo Pedrosa defende a importância de treinar os colaboradores da Companhia para enfrentar episódios de discriminação e violência
Um novo Projeto de Lei apresentado pelo deputado distrital Eduardo Pedrosa (União Brasil), com coautoria de Wellington Luiz (MDB), pretende enfrentar as frequentes ocorrências de violência nas dependências do Metrô-DF. A proposta busca garantir a segurança de trabalhadores e usuários, alvos recorrentes de racismo, discriminação e outros tipos de agressão, especialmente mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência e profissionais do transporte.
Pedrosa ressalta que o treinamento e a capacitação dos empregados da Companhia são medidas essenciais para alterar esse cenário de violência. “Em agosto deste ano, dois trabalhadores foram humilhados e agredidos dentro de um vagão do Metrô-DF por uma mulher, que demonstrou preconceito por estarem usando o uniforme de gari”, lembrou o deputado, destacando a gravidade do episódio.
Esse incidente reforça os resultados da recente pesquisa do Instituto Locomotiva, que revela que 72% dos entrevistados já presenciaram situações de racismo em seu transporte diário, enquanto 39% afirmaram terem sido vítimas diretas de discriminação — uma em cada três pessoas negras sofreu preconceito em seus deslocamentos. “Entre os trabalhadores negros do setor, esse índice é ainda mais alarmante: 65% já enfrentaram racismo durante o expediente”, destacou Pedrosa.
O parlamentar enfatizou a importância de denunciar e combater comportamentos violentos em espaços públicos. “É essencial que a sociedade reflita sobre a responsabilidade de proteger uns aos outros e não tolerar agressões, independentemente das circunstâncias. O caso envolvendo os garis revela a urgência de maior proteção e solidariedade nesses ambientes”, afirmou.
Apesar de o recente caso ter envolvido agressões a trabalhadores homens, Pedrosa lembra que as mulheres também enfrentam constantes situações de assédio sexual nos meios de transporte, seja no metrô, ônibus ou serviços por aplicativo. “Por isso, o treinamento dos funcionários é fundamental para prevenir e gerenciar essas situações, garantindo mais segurança para todos”, concluiu.
Com mais de 10 milhões de pessoas surdas no país, o desafio da inclusão vai além do acesso à educação, exigindo políticas públicas robustas e a valorização da diversidade linguística e cultural
No dia 26 de setembro, celebra-se o Dia Nacional do Surdo, uma data que busca conscientizar a sociedade sobre os direitos e os desafios enfrentados pela comunidade surda. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência auditiva, de acordo com o Censo do IBGE de 2010. Desse total, aproximadamente 2,7 milhões apresentam surdez severa. Para garantir pleno acesso à cidadania, é inevitável passar pela educação. Ações de inclusão devem respeitar tanto a diversidade comunicacional quanto a identidade cultural da comunidade surda.
Educação bilíngue: avanços e desafios
Em 2021, o Brasil deu um passo importante ao incluir a educação bilíngue para surdos como modalidade específica na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), com a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua e o português escrito como segunda língua. No entanto, segundo Sabine Vergamini, Diretora do Centro de Educação para Surdos Rio Branco, o acesso a essa modalidade ainda é limitado, especialmente fora dos grandes centros urbanos. “Na cidade de São Paulo, conseguimos ter escolas bilíngues, mas em cidades menores, a realidade é muito diferente. Muitas vezes, os alunos são incluídos em turmas de ouvintes com a ajuda de intérpretes de língua de sinais. Mas isso só é efetivo se o aluno já tiver uma base sólida em Libras, o que nem sempre é o caso”, alerta.
No Colégio Rio Branco, a inclusão vai além de colocar alunos surdos e ouvintes na mesma sala de aula. “Temos intérpretes em todas as turmas com alunos surdos, e nas aulas de português, esses alunos têm uma abordagem específica, com um professor dedicado ao ensino deste componente curricular como segunda língua. Tudo é pensado para garantir o máximo desenvolvimento possível de cada estudante”, diz Sabine.
Para Nathan Ferreira Gomes, que estuda na 1ª série do Ensino Médio do Colégio Rio Branco desde 2016, a abordagem inclusiva e bilíngue fez toda a diferença no seu desenvolvimento. “Antes de entrar no Centro de Educação para Surdos, eu estava em uma escola onde não havia intérprete de Libras. Eu copiava o que os outros alunos faziam, mas não entendia nada, isso me deixava muito frustrado”, relembra Nathan. “No Centro de Educação para Surdos, eu me tornei fluente na língua de sinais e consegui me comunicar melhor com meus colegas ouvintes, tanto em Libras quanto em português escrito. A inclusão aqui é real”, ressalta.
A importância da família no desenvolvimento de crianças surdas
“A maioria das crianças surdas nasce em famílias ouvintes e é crucial que esses pais aprendam a estimular a criança adequadamente, usando o canal visual como principal via de informação”, explica a especialista. “Infelizmente, o histórico da educação de surdos no Brasil tem sido focado em suas dificuldades, como a audição e a fala, ao invés de valorizar suas potencialidades, como a comunicação visual”.
Educação inclusiva: um caminho para a transformação social
O impacto da educação inclusiva não se restringe apenas aos alunos surdos, como aponta Sabine. “Alunos ouvintes que convivem com colegas surdos aprendem desde cedo a lidar com a diversidade, o que se torna um diferencial na vida em sociedade e no mercado de trabalho”. Essa experiência pode moldar profissionais mais sensíveis às questões de acessibilidade, como foi o caso de alunos do Colégio Rio Branco que seguiram carreiras em teatro, jornalismo e publicidade, sempre com um olhar atento à inclusão. Nesse sentido, ampliando a oportunidade aos alunos, a escola promove Oficina de Libras, como atividade extracurricular para alunos ouvintes desde o 3º ano do Ensino Fundamental.
Nesta data importante, é fundamental refletir não apenas sobre as conquistas, mas também sobre os desafios ainda existentes. A inclusão verdadeira só será alcançada com o compromisso contínuo de toda a sociedade em respeitar e valorizar a diversidade da comunidade surda. Ouvir, aprender e agir são passos essenciais para uma sociedade mais justa e inclusiva.
Colégio Rio Branco (www.crb.g12.br) – O Colégio Rio Branco é uma das mais reconhecidas instituições de ensino do Brasil, com unidades de Educação Infantil ao Ensino Médio em São Paulo (Higienópolis) e Cotia (Granja Vianna). O colégio é associado à UNESCO e orienta seu projeto pedagógico na aquisição de conhecimentos e competências permeadas pelo diálogo, respeito à diversidade, atitude crítica e edificada em princípios éticos e de solidariedade.
Centro de Educação para Surdos Rio Branco (www.ces.org.br)– Mantido pela Fundação de Rotarianos de São Paulo, o CES Rio Branco oferece atendimento a crianças e jovens surdos, tendo como principal objetivo, sua inclusão na sociedade. Conta com uma equipe composta por profissionais surdos e ouvintes altamente qualificados e fluentes em Libras (Língua Brasileira de Sinais), adotada como a primeira língua, e a Língua Portuguesa, em modalidade escrita, como a segunda. A instituição é uma referência nacional e internacional em educação e inclusão de surdos.
Especialistas da HTM VET e Nouvet explicam que a atenção aos cuidados bucais em cães e gatos pode evitar sérios problemas de saúde
No universo encantador dos animais de estimação, nem sempre damos a devida atenção a um aspecto crucial para o bem-estar de nossos fiéis companheiros: a saúde bucal. O “sorriso” cativante do seu pet não é só uma expressão facial de relaxamento ou alegria; é, na realidade, um indicador da sua qualidade de vida.
A doença periodontal, por exemplo, associada ao mau hálito, afeta surpreendentes 85% dos cães e gatos com mais de três anos, segundo um estudo conduzido pela Mars Petcare. Essa condição ultrapassa o desconforto oral, podendo desencadear problemas mais sérios, como inflamações nas gengivas, perda de dentes e outras complicações graves.
Assim, manter a saúde bucal dos mascotes evita a disseminação de bactérias da cavidade oral para a corrente sanguínea, o que pode impactar até órgãos vitais. Cuidados preventivos servem não apenas para manter o sorriso do seu pet brilhante, mas também para garantir uma saúde geral robusta.
De acordo com Rodrigo Moretti, médico veterinário e consultor clínico científico da HTM VET, muitos tutores desconhecem a importância da escovação regular dos dentes dos animais. Essa prática simples, no entanto, previne o acúmulo de placa bacteriana e reduz os riscos de tártaro e gengivite.
“As consultas regulares ao veterinário são essenciais. Os profissionais da área podem realizar limpezas completas, solicitar exames detalhados e oferecer serviços específicos para a saúde bucal do animal, mesmo se ela já estiver prejudicada. A fotobiomodulação, por exemplo, é eficaz no tratamento de diversas condições bucais, desde mucosites e gengivites até casos de parestesia facial. Por ter efeitos bioestimulantes e analgésicos, é capaz de proporcionar alívio e promover a cicatrização, a depender de cada caso”, pontua o especialista.
Além das idas constantes ao veterinário para garantir a saúde e o bem-estar dos pequenos companheiros, os tutores devem considerar adotar práticas regulares de cuidados animais, como higiene e dieta adequadas e brinquedos específicos para prevenir problemas dentários.
Mariana Suemi Fugita, médica-veterinária odontologista do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo, defende que hábitos como esses podem até contribuir para aumentar a expectativa de vida dos pets.
“Os cuidados ajudam a prevenir doenças bucais que podem ter repercussões sérias na sua saúde geral dos bichinhos, talvez dando até mais tempo de vida e saúde para cães e gatos. Doenças periodontais, cáries e infecções podem ser evitadas ou identificadas precocemente, permitindo intervenções adequadas para ele viver mais e com mais conforto ao lado de seu tutor”, conclui.
Sobre o Nouvet
ONouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e escola. Pensada para inovar e atingir o nível de excelência da medicina humana, o Nouvet conta com tecnologias de ponta para atender de forma premium o animal, acompanhado de seus respectivos tutores.
Com 28% das linhas no sistema digital, cresce o uso de cartões e bilhete avulso no transporte coletivo
Cerca de 85% dos usuários do sistema de transporte público coletivo do DF utilizam meios eletrônicos para pagar suas passagens. O uso de cartões de transporte, cartões bancários e bilhete avulso segue crescendo desde 1º de julho, quando teve início a implantação do sistema 100% eletrônico.
De acordo com dados do sistema de bilhetagem eletrônica, 45,5% dos acessos nos ônibus do DF são pagos com Cartão Mobilidade, 31,2% por meio de Vale-transporte, e 7% com uso de cartões bancários de débito e crédito. O pagamento em espécie, que antes correspondia a 29% do total, está em 15% dos acessos. E 1,3% das passagens são pagas com bilhete avulso.
“Temos observado que o uso de dinheiro nos ônibus vem caindo, inclusive nas linhas onde ainda é possível o pagamento em espécie, indicando que os passageiros do transporte público coletivo do DF estão aceitando muito bem o sistema digital”, avaliou o titular da Secretaria de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves.
Segundo o secretário, a maioria dos passageiros que antes pagavam em dinheiro está migrando para o Cartão Mobilidade, com um percentual pequeno de pessoas que preferem o bilhete avulso. “A vantagem é que o Cartão Mobilidade permite a integração, com até três viagens por uma única tarifa no período de até três horas. A integração não é possível com o bilhete avulso, que é vendido no valor exato da passagem porque serve apenas para um acesso”, explicou Zeno.
O bilhete avulso passou a ser comercializado no último dia 15 de agosto, como opção para quem não possui cartão de transporte e não quer usar cartão bancário, e precisam viajar em linhas que não recebem dinheiro em espécie. O bilhete é impresso no ato da aquisição, com um código (QRCode) que o passageiro deve apresentar no validador do ônibus para transpor a catraca do veículo. Desde que foi implantado, foram comercializados 2.319 bilhetes impressos. Já a emissão do cartão Mobilidade cresceu 9,8% desde junho deste ano, chegando a 594 mil unidades.
Site e aplicativo do SLU mostram o cronograma seguido pelos caminhões de coleta, além do tipo de resíduo recolhido no dia, que pode ser convencional ou seletivo
Diariamente, o lixo gerado na cidade é recolhido pelas equipes do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e destinado a um local próprio para recebê-lo. E, para que esses resíduos tenham um fim correto, há dois tipos de coleta: a convencional, para os orgânicos e rejeitos, e a seletiva, de materiais recicláveis. As coletas são realizadas em todas as regiões administrativas do Distrito Federal, de segunda a sábado, em dias alternados.
Para que os resíduos tenham um fim correto, há dois tipos de coleta: a convencional, para orgânicos e rejeitos, e a seletiva, de materiais recicláveis. As coletas são realizadas em todas as regiões administrativas do Distrito Federal, de segunda a sábado, em dias alternados | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
Porém, não são todos os membros da população que seguem o cronograma do SLU, que existe para facilitar a separação dos materiais. E não é por falta de acesso: os brasilienses podem conferir pela internet, na palma da mão, os dias e horários que o serviço estará disponível, no site do SLU ou pelo aplicativo SLU Coleta DF. O app está disponível nas plataformas Apple Store e Play Store.
“A gente tem muito retrabalho em relação a quem coloca o lixo convencional fora do horário ou do tipo de lixo recolhido do dia. E atualmente qualquer pessoa com um celular tem a possibilidade de ajudar nesse sentido, com os horários e dias certos para a coleta. Nós estamos fazendo nossa parte, investindo permanentemente nos equipamentos públicos e na capacitação dos servidores. Mas a população deve fazer sua parte, porque só assim alcançaremos o status de cidade mais limpa do país”
Luiz Felipe Carvalho, diretor-presidente do SLU
O dispositivo pode, inclusive, emitir alertas sonoros quando os caminhões de coleta estiverem próximos da região selecionada. De acordo com o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, as campanhas de mobilização para conscientizar sobre a importância e a atenção em relação aos horários são de extrema importância, por facilitarem o recolhimento correto dos resíduos.
“A gente tem muito retrabalho em relação a quem coloca o lixo convencional fora do horário ou do tipo de lixo recolhido do dia. E atualmente qualquer pessoa com um celular tem a possibilidade de ajudar nesse sentido, com os horários e dias certos para a coleta. Nós estamos fazendo nossa parte, investindo permanentemente nos equipamentos públicos e na capacitação dos servidores. Mas a população deve fazer sua parte, porque só assim alcançaremos o status de cidade mais limpa do país”, destacou.
O órgão também atua com educação ambiental nas escolas, em eventos, nas empresas e órgãos públicos com palestras e a trupe do Teatro do SLU. “É um trabalho de educação ambiental forte nas escolas, com a intenção de fazer com que os alunos tenham essa consciência do descarte correto desde cedo”, acrescentou o diretor-presidente.
Em caso de dúvidas, há orientações no site e nos aplicativos, que destacam inclusive o que não descartar junto ao lixo comum, como pilhas, baterias, lâmpadas e outros materiais que podem ser tóxicos (Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília)
Equipamentos de limpeza pública
As regiões adjacentes ao Parque Nacional, como Cidade Estrutural, Vicente Pires, Granja do Torto, Taguatinga, Brazlândia, Sobradinho II, SIA e Lago Norte, são todas atendidas pelo SLU, tanto nas coletas quanto com equipamentos públicos de limpeza urbana. São mais de 2.200 toneladas de lixo coletadas diariamente na capital.
Em algumas localidades de difícil acesso, o SLU instalou papa-lixos para o armazenamento ambientalmente adequado até a hora da coleta. Já são mais de 600 equipamentos instalados em todo o DF para ajudar o cidadão a fazer o descarte correto e manter a cidade ainda mais limpa.
Diariamente, o SLU recolhe cerca de 2 mil toneladas de descarte irregular – um crime ambiental que configura multas de R$ 2 mil a mais de R$ 260 mil e pode causar proliferação de doenças, entupimento de bueiros e outros impactos ambientais negativos (Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília)
Também foram instalados 322 papa-recicláveis em diversos pontos do Distrito Federal para o descarte de materiais recicláveis, além dos 23 papa-entulhos para o recebimento de podas, galhadas, entulhos, móveis velhos e até mesmo recicláveis – serviços que estão disponíveis gratuitamente para a população. Além disso, mais quatro papa-entulhos estão em construção no DF, localizados no Riacho Fundo II, Granja do Torto (Lago Norte), Itapoã e Planaltina.
Um hábito simples
Segundo a diretora técnica do SLU, Andrea Almeida, 38% do resíduo coletado passam pela usina de tratamento. Então, quando os materiais vão misturados pode haver uma contaminação que gere perda do valor comercial dos recicláveis. Ela recordou, ainda, que por lei, o cidadão precisa participar da coleta.
“A separação do lixo deve ocorrer no interior da residência. Parece ser difícil, mas quando você se habitua a fazer esse descarte, você percebe que é muito simples. É como dirigir, com o tempo você faz no automático. O SLU garante uma rota tecnológica do resíduo de forma correta, mas é preciso a participação do cidadão da porta para dentro. Da porta para fora nós fazemos uma gestão do lixo que é uma das melhores do país. Inclusive, tem até a coleta ponto a ponto, que disponibiliza locais de coleta para quem perdeu o horário do caminhão. Opção não falta”.
Para colaborar no processo, é simples e basta ter duas lixeiras: uma para a coleta convencional, de orgânicos e rejeitos; e uma para a seletiva, que é do lixo seco. Em caso de dúvidas, há orientações no site e nos aplicativos, que destacam inclusive o que não descartar junto ao lixo comum, como pilhas, baterias, lâmpadas e outros materiais que podem ser tóxicos. Para o destino destes, existe uma logística reversa junto à Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF).
A diretora técnica frisa que, diariamente, o órgão recolhe cerca de duas mil toneladas de descarte irregular – um crime ambiental que configura multas de R$ 2 mil a mais de R$ 260 mil e pode causar proliferação de doenças, entupimento de bueiros e outros impactos ambientais negativos. Caso a população presencie algum descarte irregular, é possível acionar a Ouvidoria pelo 162.
Decreto determina prazos para ajustes orçamentários e limita emissão de notas de empenho
O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou nesta segunda-feira (23) as diretrizes para o encerramento do exercício financeiro de 2024. De acordo com o decreto, as unidades gestoras (UGs) terão até 31 de dezembro de 2024 para realizar ajustes orçamentários, financeiros, patrimoniais e contábeis.
O decreto traz exceções para algumas despesas essenciais, como aquelas relacionadas a pessoal, encargos sociais, sentenças judiciais e recursos destinados a órgãos como a Defensoria Pública, Secretaria de Educação e Fundo de Saúde
A Contadoria-Geral do Distrito Federal, vinculada à Secretaria de Economia (Seec-DF), ficará responsável por finalizar os ajustes no Sistema Integrado de Administração Contábil (Siac) até 6 de janeiro de 2025.
Entre as regras, é proibida a emissão de novas notas de empenho ao orçamento após o dia 4 de novembro de 2024. Contudo, o decreto traz exceções para algumas despesas essenciais, como aquelas relacionadas a pessoal, encargos sociais, sentenças judiciais e recursos destinados a órgãos como a Defensoria Pública, Secretaria de Educação e Fundo de Saúde. Ainda é permitido reserva para exceções em convênios, operações de crédito e despesas obrigatórias previstas em lei.
O decreto prevê ainda que, a partir de 5 de novembro, a Secretaria de Economia (Seec-DF) poderá bloquear os saldos orçamentários remanescentes, reforçando o controle fiscal no encerramento do exercício financeiro. As diretrizes têm por objetivo transparência das contas públicas, preparando o Distrito Federal para o encerramento do ciclo financeiro anual.
O Inmet avisa que é baixo o risco de incêndios florestais, mas orienta a ingestão de líquido e evitar exposição ao sol e atividade física nas horas mais quentes do dia
O Instituto Nacional de Meteorologia prevê para esta terça-feira (24) condições climáticas de baixa umidade do ar variando entre 30% e 20%, em várias regiões do país. Entre elas, o Sudeste, Centro-Oeste e partes do Nordeste e do Sul.
O Distrito Federal, a região metropolitana de São Paulo e os municípios paulistas de São José do Rio Preto, Bauru, Piracicaba, Marília e Presidente Prudente também poderão sofrer os efeitos da baixa umidade. E ainda o sudoeste de Minas, noroeste e centro-sul do Paraná terão a mesma condição climática.
O Inmet avisa que é baixo o risco de incêndios florestais, mas orienta a ingestão de líquido e evitar exposição ao sol e atividade física nas horas mais quentes do dia. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Áreas afetadas
Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Leste Goiano, Central Mineira, Sul Cearense, Norte Pioneiro Paranaense, Oeste Catarinense, Ocidental do Tocantins, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Centro-Sul Mato-grossense, Sul Goiano, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, São Francisco Pernambucano, Centro-Norte Piauiense, Nordeste Mato-grossense, Leste de Mato Grosso do Sul, Campinas, Oeste Potiguar, Bauru, Piracicaba, Sertão Paraibano, Itapetininga, Sul/Sudoeste de Minas, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Oriental do Tocantins, Norte Mato-grossense, Leste Rondoniense, Sudoeste Paraense, Centro Ocidental Paranaense, Ribeirão Preto, Araçatuba, Sudeste Mato-grossense, Norte Goiano, Noroeste Paranaense, Sul Maranhense, Jaguaribe, Macro Metropolitana Paulista, Marília, Sudoeste Piauiense, Norte Central Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Araraquara, Sudoeste Paranaense, Oeste Paranaense, Pantanais Sul Mato-grossense, Extremo Oeste Baiano, Centro-Sul Cearense, Noroeste Goiano, Centro Oriental Paranaense, Sudoeste Mato-grossense, Sertão Pernambucano, Noroeste de Minas, Metropolitana de São Paulo, Assis, Oeste de Minas, Leste Maranhense, Vale São-Franciscano da Bahia, Sudeste Paranaense, Norte Piauiense, Centro-Sul Paranaense, Norte de Minas, Distrito Federal, Centro Sul Baiano, Noroeste Cearense, Sudeste Paraense, Centro Maranhense, Centro Norte Baiano, Vale do Paraíba Paulista, Norte Cearense, e Madeira-Guaporé.
Filmada em 1968 e restaurada em 2024, essa obra-prima é um dos primeiros registros da Festa do Divino Espírito Santo em Pirenópolis (GO), e possui enorme relevância para a cultura popular brasileira e do estado de Goiás. A exibição acontece dia 28, em Pirenópolis
Neste sábado, Pirenópolis vai receber uma exibição cinematográfica histórica e especial. É o “Pirenópolis, o Divino e as Máscaras”, de Lyonel Lucini. O filme é um importante registro da Festa do Divino Espírito Santo da cidade, sendo uma das primeiras obras que tratam do festejo. Filmado em 1968, foi finalizado em 1969, no Rio de Janeiro, após o diretor ser expulso da Universidade de Brasília (UnB) como consequência da ditadura militar. O curta foi restaurado neste ano de 2024, pela Mapa Filmes/Link Digital, com coordenação de Mauro Domingues, e terá exibição sábado, dia 28/9, às 20h30, na Comunidade Educacional de Pirenópolis – COEPI. Entrada franca e livre.
Pirenópolis, o Divino e as Máscaras
É o primeiro filme produzido no extinto ICA (Instituto Central de Artes), numa co-produção da UnB (Universidade de Brasília) e do também extinto INC (Instituto Nacional de Cinema). Também foi o primeiro filme produzido em Brasília a participar do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – FBCB no ano de 1969, o 5º FBCB. Realizado na Festa do Culto ao Mito do Divino Espírito Santo em Pirenópolis, estado de Goiás, no ano de 1968 foi concluído em 1969, no Rio de Janeiro. O filme é de extrema importância para a memória da cultura popular brasileira e do estado do Goiás, pois é uma obra de arte sobre esta festa popular, e não apenas um registro documental, pois reflete seu caráter cultural. Um dos pontos altos do documentário é sua equipe, composta por uma pluralidade de talentos nascentes e consolidados, em grande espírito de colaboração: Paulo Gil Soares, narrando; Leonardo Bartucci, na fotografia; Hermano Pena, fazendo sua estréia no cinema como assistente; Carlos de la Riva, na mixagem; Alberto Graça, como montador; Christopher Gray, no som direto; o Professor Agostinho da Silva (diretor do Centro Brasileiro de Estudos Portugueses – UnB), como orientador e o Professor Clarival do Prado Valadares que ajudou a concretizar o sonho.
O Diretor
Lyonel Lucini, cineasta e fotógrafo, atuou igualmente como produtor e assessor de material audiovisual para projetos de Educação Ambiental, Política Indigenista e Populações Ameríndias. Foi professor da Universidade de Brasília e ministrou oficinas, inclusive na Escola Internacional de Cinema e TV de San Antonio de Los Baños em Cuba. Entre mais de 20 filmes realizados, destacam-se ‘Pirenópolis, o Divino e as Máscaras’ (1969), ‘Taim’ (1979), ‘Antártida’ (1984) e ‘Babaçu’ (1994), com os quais participou de festivais de cinema no Brasil, França, Grécia, Cuba e Venezuela sendo premiado em vários deles. Destaca-se também sua atuação no Cineclubismo, na fundação da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV) e na presidência da Associação Brasileira de Documentaristas (ABD).
“Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF”
SERVIÇO
EXIBIÇÃO “Pirenópolis, o Divino e as Máscaras”
Onde: Comunidade Educacional de Pirenópolis – COEPI.
Banco de Brasília será responsável por administrar R$ 3 bilhões junto ao TJAL a partir de dezembro
O Banco de Brasília (BRB) venceu licitação para gerir R$ 3 bilhões em depósitos judiciais do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). O ingresso no TJAL é mais um passo na estratégia de expansão do banco, que customizou produtos, sistemas e serviços para atender, com excelência e pioneirismo, as demandas do Judiciário.
Com a gestão dos depósitos judiciais, o BRB vai agregar eficiência, tecnologia e maior agilidade na gestão dos depósitos judiciais, beneficiando o TJAL e todos os que utilizam a justiça estadual alagoana.
“A chegada ao TJAL reforça o compromisso do BRB com a diversificação de negócios, aumento da base de clientes e na oferta de um banco completo, moderno e inovador”
Paulo Henrique Costa, presidente do BRB
“A chegada ao TJAL reforça o compromisso do BRB com a diversificação de negócios, aumento da base de clientes e na oferta de um banco completo, moderno e inovador”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
Além do TJ alagoano, o banco faz a operação dos depósitos judiciais junto aos Tribunais do Distrito Federal e Territótios (TJDFT) e da Bahia (TJBA). No Ceará (TJCE), o banco faz a gestão dos precatórios.
Atualmente, o BRB conta com saldo da carteira de depósitos judiciais de cerca de R$ 20 bilhões. O banco oferece o BRBJus, sistema simplificado, ágil e integrado ao Processo Judicial Eletrônico (PJE), permitindo a melhoria de gestão, maior controle e eficiência na administração dos tribunais.
O sistema foi desenvolvido em parceria com os tribunais de justiça do DF e da Bahia e envolveu redesenho da gestão dos depósitos judiciais, tendo, inclusive, concorrido ao prêmio Inovare.
O BRB tem mais de 7,8 milhões de clientes e está presente em 95% do território nacional. A chegada ao Nordeste teve início pela Bahia, seguida por Paraíba, Ceará e, mais recentemente, Alagoas, onde o banco já administrava a folha de pagamentos do TJAL.
O tribunal alagoano está localizado em Maceió, capital do Estado, e conta atualmente com 152 unidades judiciárias, 173 magistrados e desembargadores, 3.590 servidores, e mais de 703 mil processos em tramitação.
A especialização no atendimento ao judiciário ganhou impulso, em 2021, com a implantação do PIX judicial, ferramenta inovadora desenvolvida pelo BRB e que permite que os recursos em contas de depósito judicial sejam encaminhados aos destinatários, de modo online, a qualquer dia ou hora. Até aqui, essa facilidade já viabilizou o processamento de mais de 815 mil alvarás, tendo movimentado R$ 10 bilhões.
Atualmente, mais de 95% dos levantamentos de alvarás nos tribunais em que o BRB está presente são realizados por meio de Pix judicial, levando conveniência e agilidade para os clientes. O BRB segue como único banco com uma solução completa e moderna de uso do pix judicial em todas as etapas da gestão dos depósitos judiciais. A previsão é que a gestão efetiva dos depósitos judiciais junto ao TJAL entre em vigor a partir de 2 de dezembro.