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Siki Jo-An, do The Voice África do Sul, é atração do Sesc Estação Blues

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Também sobem ao palco nesta quinta-feira (26) Mari Coelho & Quinta Essência e Marlene Souza Lima. Evento será realizado a partir das 18h, no Sesc da 504 Sul. Entrada é gratuita

Nesta quinta-feira (26) o Sesc Alberto Vilardo, localizado na 504 Sul, será palco da 10ª edição do Sesc Estação Blues. O evento é gratuito e terá como principal atração a cantora sul africana Siki Jo-An.

Siki começou a se apresentar quando tinha apenas seis anos de idade, mas ficou conhecida nacionalmente em 2019, quando, aos 25 anos, conquistou os jurados do programa The Voice na África do Sul.  O vídeo de Siki Jo-An viralizou e ela passou a ser conhecida como Rainha Africana.

Quem também vai subir ao palco do Sesc Estação Blues é a banda Mari Coelho e a Quinta Essência, formada por Mariana Coelho (voz), Romélio Lustoza (teclado), Gleisson Chaves (guitarra e voz), Bruno Amário (baixo e voz) e Eduardo Camargo (bateria). Com 19 anos de existência, o grupo proporciona um verdadeiro convite a boa música, do rock ao blues. No dia, a banda fará o lançamento do EP intitulado de “Sortilégio”, que conta com 4 canções autorais.

A noite ainda terá apresentações de Marlene Souza Lima, guitarrista, violonista, compositora, arranjadora e produtora. Nos intervalos das apresentações, o público ficará com o som do guitarrista gaúcho Ícaro Chaves. O artista vai apresentar um repertório baseado na influência de artistas do Blues tradicional rural e Urbano.

Então, já anote na agenda: a 10ª Edição do Sesc Estação Blues acontece dia 26 de setembro, a partir das 18 horas, na Unidade Sesc Estação 504 Sul – Alberto Vilardo.  Entrada franca.

SERVIÇO:

SESC ESTAÇÃO BLUES  

Data: 26 de setembro de 2024

Horário: 18 horas

Local: Sesc Estação  504 Sul – Alberto Vilardo

Shows: com a cantora Sul Africana Siki Jo-An, Mari Coelho & Quinta Essência e Marlene Souza Lima.

Entrada Franca

Drones com câmera térmica ajudam a combater incêndios florestais

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Equipamento contribuiu com o trabalho dos bombeiros para monitorar focos de incêndio; equipe da SSP-DF seguirá atuando em ações de vigilância e monitoramento

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) passou a utilizar um novo equipamento em operações realizadas pela pasta e em apoio às forças de segurança: o drone com câmera térmica. A pasta já usa aeronaves não tripuladas em ações de salvamento e manifestações, mas os novos drones aumentaram a capacidade de monitoramento e consciência situacional nas operações de segurança pública. O material está em fase final de testes, mas já está sendo utilizado desde a última semana, em apoio aos bombeiros durante as ações para conter incêndios florestais.

“Com isso, conseguimos ampliar a capacidade de atuar em áreas de difícil acesso, o que nos permite identificar comportamentos suspeitos e dar respostas rápidas em situações de emergência”, explica o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.

“O uso de novas tecnologias é o diferencial que temos utilizado, para que possamos aumentar nossa capilaridade de atuação e seguirmos para um DF cada vez mais seguro e melhor para se viver”

Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública

“Utilizamos semana passada, em apoio aos bombeiros e conseguimos identificar o fogo subterrâneo, direcionando as equipes em solo, mesmo onde não havia incêndios aparentes. Portanto, é uma ferramenta extremamente eficaz e que será essencial em diferentes situações. O uso de novas tecnologias é o diferencial que temos utilizado, para que possamos aumentar nossa capilaridade de atuação e seguirmos para um DF cada vez mais seguro e melhor para se viver”, completa Avelar.

O monitoramento se estenderá a acampamentos ou locais onde haja a prática de fogueiras, entre outros, buscando acionamento imediato das forças de segurança em terra, para abordagem e orientação. Outros nove drones estão sendo adquiridos pela SSP-DF.

Por meio do trabalho conjunto entre a as subsecretarias de Operações Integradas e de Inteligência, poderão ser criadas missões autônomas para monitoramento e vigilância, como explica o secretário-executivo de Segurança Pública da SSP-DF, Alexandre Patury.

O drone tem a capacidade de apresentar na tela a imagem dividida, ou seja, a da câmera térmica e a comum, possibilitando a comparação em tempo real da imagem | Imagem: Divulgação/SSP-DF

“A equipe que operacionaliza os equipamentos na SSP-DF também poderá oferecer suporte às forças policiais no patrulhamento noturno. Poderemos atuar em casos de monitoramento de furto de cabos de energia, por exemplo, e atuar preventivamente em situações em que pessoas fazem fogueira próximo à vegetação. Assim, poderemos acionar equipes para atuar de forma mais rápida e assertivas nessas situações.”

De acordo com o chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos da pasta, Márcio Lobo, as equipes poderão utilizar as imagens até mesmo em campo.

O equipamento possui autonomia de 45 a 50 minutos de voo por bateria, o que permite a cobertura de grandes áreas | Imagem: Divulgação/SSP-DF

“As imagens são transmitidas em tempo real para o Ciob como mais uma câmera do sistema de videomonitoramento urbano, o que proporciona que, por meio de um celular conectado ao sistema, seja possível que equipes no terreno possam acessar as imagens, facilitando o controle das ações, proporcionando consciência situacional e consequente aumento da segurança e efetividade.”

O drone também possui autonomia de 45 a 50 minutos de voo por bateria, o que permite a cobertura de grandes áreas e tem, ainda, a capacidade de apresentar na tela a imagem dividida, ou seja, a da câmera térmica e a comum, possibilitando a comparação em tempo real da imagem. Junta-se a isso a capacidade de suas câmeras para monitoramento de objetos a grandes distâncias, assim como a localização de focos de incêndio.

Os voos também podem ser automatizados, ou seja, poderão ter suas rotas e missões pré-programadas, cobrindo áreas e monitorando pontos de forma recorrente, sem a necessidade da intervenção de um operador. A área de cobertura será de acordo com pontos estratégicos, com maior probabilidade ou incidência de casos e de acordo com mapeamento prévio.

Uso e atividades do complexo da Arena BSB e autódromo são revisados

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Sete órgãos compõem grupo de trabalho para análise da setorização e da especificação da área que compreende o Estádio Nacional Mané Garrincha, o Ginásio Nilson Nelson, o Complexo Aquático e o Autódromo Internacional de Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) criou grupo de trabalho responsável pela revisão do uso e das atividades do complexo da Arena BSB e do Autódromo Internacional de Brasília, localizados no Setor de Áreas Isoladas Norte (SAIN). A formação do GT foi determinada pelo Decreto nº 46.299/2024, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (24).

A medida visa garantir que as intervenções urbanísticas na capital federal respeitem a identidade e as diretrizes de preservação do patrimônio arquitetônico

Sob coordenação da Casa Civil (Caci), o grupo terá representantes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), da Agência de Desenvolvimento (Terracap), da Secretaria de Turismo (Setur-DF), da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF).

Caberá aos integrantes analisar em conjunto a setorização de usos e a especificação das atividades da área que compreende o Estádio Nacional Mané Garrincha, o Ginásio Nilson Nelson, o Complexo Aquático Claudio Coutinho e o Autódromo Internacional de Brasília em um prazo de 30 dias, prorrogável por igual período.

A decisão foi tomada após a suspensão de dois alvarás – nº 530/2021 e nº 2039/2022 – referentes à construção de um empreendimento nos arredores do Estádio Mané Garrincha. A medida visa garantir que as intervenções urbanísticas na capital federal respeitem a identidade e as diretrizes de preservação do patrimônio arquitetônico.

A concessão de um novo alvará de construção está condicionada à reavaliação dos usos e atividades de acordo com o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub) e sob deliberação do Conselho de Planejamento Urbano e Territorial do Distrito Federal (Conplan).

Primavera chega com a floração de muitas espécies no Distrito Federal

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Conheça o cronograma de floração que vai deixar a cidade mais colorida

Com a chegada da primavera, no último domingo (22), o Distrito Federal se prepara para um espetáculo de cores e aromas marcado pela floração de diversas espécies arbóreas. A estação traz um cronograma que revela a beleza das árvores pela cidade. É importante notar que podem ocorrer variações tanto de antecipação quanto de atraso.

Em setembro, destaca-se o jacarandá-da-bahia, majestosa árvore que pode atingir até 30 metros de altura com pequenas flores roxas, e o pau-brasil, símbolo do nosso país, responsável por flores amarelas e laranja. Vale citar, também, o pequizeiro e sua média de 10 metros, conhecido por seus famosos frutos tão apreciados na culinária. Ainda é época da pitanga de pequeno porte, com frutos doces; da quaresmeira-roxa e suas belas flores, assim como do tarumã, da tipuana e do vinhático, entre outras.

Outubro marca a floração do flamboyant, uma árvore icônica com flores vermelhas e laranja, e segue com o jequitibá-rosa, que pode ultrapassar os 50 metros. A capital também conta com o jequitibá-vermelho, de madeira de cor forte; e a sibipiruna, dona de belas flores amarelas. No mês seguinte, florescem o carvoeiro e o oiti.

Finalmente, em dezembro, quando o verão já começa a dar sinais, ainda dá tempo de apreciar a florada da aroeira-vermelha, do cambuí, da clúsia rosa e da voquísia, completando o espetáculo da primavera no nosso Quadradinho.

Programa anual de arborização

A Novacap é a responsável por toda a arborização nas áreas públicas do DF. Atualmente, as cidades já contam com mais de 5,5 milhões de árvores, mas a meta é chegar a 6 milhões. Neste ano, a Companhia planeja plantar 100 mil mudas. O plantio começou no início de 2024, durante o período chuvoso, e vai ser retomado nas próximas semanas, com o fim da seca.

Agências do trabalhador têm salários de até R$ 6,8 mil nesta quarta

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Ao todo, são oferecidas 793 vagas para pessoas de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (25), 793 vagas para quem procura um emprego. Há oportunidades para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Também há postos exclusivos para pessoas com deficiência. Os salários chegam a R$ 6,8 mil.

O cargo que oferece a maior remuneração é o de mestre de obras, sem local de trabalho fixo. São quatro vagas para pessoas que tenham iniciado o ensino fundamental e que tenham experiência na função.

Já o posto com mais oportunidades disponíveis é o de atendente de lojas, também sem local de trabalho fixo. São 70 posições e é preciso ter ensino médio completo, mas não há cobrança de experiência. O salário é de R$ 1.412.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo aplicativo Sine Fácil. Também é possível solicitar atendimento pelo e-mail gcv@setrab.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

Primeiro Concurso Distrital de Queijos Artesanais ocorre neste sábado

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Iniciativa visa incentivar, valorizar e divulgar a alta qualidade da produção local

O 1º Concurso Distrital de Queijos Artesanais, reunindo produtores rurais atendidos pela Emater-DF, acontece neste sábado (28). O evento irá premiar queijos feitos com leite de vaca, cabra, ovelha e búfala, valorizando a diversidade e a qualidade dos produtos artesanais da região. Ao todo, 20 queijarias se inscreveram, trazendo 66 queijos para avaliação. A partir das 11h, o evento abre ao público.

De acordo com a extensionista rural Fernanda Lima, que faz parte da comissão organizadora do concurso, a iniciativa tem como foco fortalecer a produção local e incentivar boas práticas na fabricação. “Nosso objetivo é valorizar a produção de queijos artesanais com qualidade sanitária, apresentar o trabalho dos produtores ao consumidor e identificar as queijarias que podem ser inseridas na Rota do Queijo”, explica Fernanda.

Os queijos serão avaliados em cinco critérios: apresentação, textura, aroma, cor e consistência. O júri será composto por 16 especialistas, entre gastrônomos, queijistas, professores universitários e engenheiros de alimentos. Os melhores colocados serão premiados com ouro (90 a 100 pontos), prata (79 a 89 pontos) e bronze (69 a 78 pontos).

Organizado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), o concurso conta com a parceria do Teta Cheese Bar, do Bando de Brasília (BRB) e da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite).

Serviço

1º Concurso Distrital de Queijos Artesanais
Data: 28/9 (sábado)
Horário: 11h (aberto ao público)
Local: Teta Cheese Bar — CLS 103, bloco B, loja 34

Programação

7h – Recepção dos jurados (fechado ao público)
7h30 às 10h – Avaliação dos queijos inscritos (fechado ao público)
10h às 10h45 – Apuração e processamento das avaliações (fechado ao público)
11h – Abertura oficial do evento (aberto ao público)
11h30 – Entrega dos certificados aos jurados
11h45 – Anúncio dos vencedores
13h – Abertura da mesa de degustação com os queijos participantes
13h – Roda de Choro
13h às 16h – Feira de produtores de queijos

Izalci faz alerta sobre a demora da regulamentação das apostas online

O senador brasiliense alertou para os danos que a atividade vem causando, principalmente nas crianças e jovens

Em discurso na tribuna do plenário do Senado nesta terça-feira (24), o senador Izalci (PL-DF) falou sobre a demora na regulamentação das bets, as apostas online, e alertou para os danos que a atividade vem causando, principalmente nas crianças e jovens.

Segundo ele, a tentativa de regulamentação das apostas online no Brasil, longe de ser uma solução eficaz, revela não só a negligência do Governo Federal e sua incapacidade de enfrentar o problema de forma contundente, mas mostra sua ganância. “No orçamento de 2024, a estimativa de receita com a regulação dessas apostas era de R$ 728 milhões. Com o adiamento proposital, o Governo projeta até R$ 3,4 bilhões”, disse o senador

Izalci disse ainda que com esses adiamentos na regularização e normatização por parte do governo Lula e a publicidade ostensiva em campanhas publicitárias que envolvem celebridades admiradas pelos jovens, cria-se aí a perfeita narrativa do vício. “O resultado é que famílias já vulneráveis economicamente se veem ainda mais pressionadas e endividadas”

Projeto busca combater violência no Metrô-DF com foco em capacitação

Deputado Eduardo Pedrosa defende a importância de treinar os colaboradores da Companhia para enfrentar episódios de discriminação e violência

Um novo Projeto de Lei apresentado pelo deputado distrital Eduardo Pedrosa (União Brasil), com coautoria de Wellington Luiz (MDB), pretende enfrentar as frequentes ocorrências de violência nas dependências do Metrô-DF. A proposta busca garantir a segurança de trabalhadores e usuários, alvos recorrentes de racismo, discriminação e outros tipos de agressão, especialmente mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência e profissionais do transporte.

Pedrosa ressalta que o treinamento e a capacitação dos empregados da Companhia são medidas essenciais para alterar esse cenário de violência. “Em agosto deste ano, dois trabalhadores foram humilhados e agredidos dentro de um vagão do Metrô-DF por uma mulher, que demonstrou preconceito por estarem usando o uniforme de gari”, lembrou o deputado, destacando a gravidade do episódio.

Esse incidente reforça os resultados da recente pesquisa do Instituto Locomotiva, que revela que 72% dos entrevistados já presenciaram situações de racismo em seu transporte diário, enquanto 39% afirmaram terem sido vítimas diretas de discriminação — uma em cada três pessoas negras sofreu preconceito em seus deslocamentos. “Entre os trabalhadores negros do setor, esse índice é ainda mais alarmante: 65% já enfrentaram racismo durante o expediente”, destacou Pedrosa.

O parlamentar enfatizou a importância de denunciar e combater comportamentos violentos em espaços públicos. “É essencial que a sociedade reflita sobre a responsabilidade de proteger uns aos outros e não tolerar agressões, independentemente das circunstâncias. O caso envolvendo os garis revela a urgência de maior proteção e solidariedade nesses ambientes”, afirmou.

Apesar de o recente caso ter envolvido agressões a trabalhadores homens, Pedrosa lembra que as mulheres também enfrentam constantes situações de assédio sexual nos meios de transporte, seja no metrô, ônibus ou serviços por aplicativo. “Por isso, o treinamento dos funcionários é fundamental para prevenir e gerenciar essas situações, garantindo mais segurança para todos”, concluiu.

Dia Nacional do Surdo, um chamado para a inclusão e o respeito à diversidade surda no Brasil

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Com mais de 10 milhões de pessoas surdas no país, o desafio da inclusão vai além do acesso à educação, exigindo políticas públicas robustas e a valorização da diversidade linguística e cultural 

No dia 26 de setembro, celebra-se o Dia Nacional do Surdo, uma data que busca conscientizar a sociedade sobre os direitos e os desafios enfrentados pela comunidade surda. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência auditiva, de acordo com o Censo do IBGE de 2010. Desse total, aproximadamente 2,7 milhões apresentam surdez severa. Para garantir pleno acesso à cidadania, é inevitável passar pela educação. Ações de inclusão devem respeitar tanto a diversidade comunicacional quanto a identidade cultural da comunidade surda.

Educação bilíngue: avanços e desafios

Em 2021, o Brasil deu um passo importante ao incluir a educação bilíngue para surdos como modalidade específica na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), com a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeira língua e o português escrito como segunda língua. No entanto, segundo Sabine Vergamini, Diretora do Centro de Educação para Surdos Rio Branco, o acesso a essa modalidade ainda é limitado, especialmente fora dos grandes centros urbanos. “Na cidade de São Paulo, conseguimos ter escolas bilíngues, mas em cidades menores, a realidade é muito diferente. Muitas vezes, os alunos são incluídos em turmas de ouvintes com a ajuda de intérpretes de língua de sinais. Mas isso só é efetivo se o aluno já tiver uma base sólida em Libras, o que nem sempre é o caso”, alerta.

No Colégio Rio Branco, a inclusão vai além de colocar alunos surdos e ouvintes na mesma sala de aula. “Temos intérpretes em todas as turmas com alunos surdos, e nas aulas de português, esses alunos têm uma abordagem específica, com um professor dedicado ao ensino deste componente curricular como segunda língua. Tudo é pensado para garantir o máximo desenvolvimento possível de cada estudante”, diz Sabine.

Para Nathan Ferreira Gomes, que estuda na 1ª série do Ensino Médio do Colégio Rio Branco desde 2016, a abordagem inclusiva e bilíngue fez toda a diferença no seu desenvolvimento. “Antes de entrar no Centro de Educação para Surdos, eu estava em uma escola onde não havia intérprete de Libras. Eu copiava o que os outros alunos faziam, mas não entendia nada, isso me deixava muito frustrado”, relembra Nathan. “No Centro de Educação para Surdos, eu me tornei fluente na língua de sinais e consegui me comunicar melhor com meus colegas ouvintes, tanto em Libras quanto em português escrito. A inclusão aqui é real”, ressalta.

A importância da família no desenvolvimento de crianças surdas

“A maioria das crianças surdas nasce em famílias ouvintes e é crucial que esses pais aprendam a estimular a criança adequadamente, usando o canal visual como principal via de informação”, explica a especialista. “Infelizmente, o histórico da educação de surdos no Brasil tem sido focado em suas dificuldades, como a audição e a fala, ao invés de valorizar suas potencialidades, como a comunicação visual”.

Educação inclusiva: um caminho para a transformação social

O impacto da educação inclusiva não se restringe apenas aos alunos surdos, como aponta Sabine. “Alunos ouvintes que convivem com colegas surdos aprendem desde cedo a lidar com a diversidade, o que se torna um diferencial na vida em sociedade e no mercado de trabalho”. Essa experiência pode moldar profissionais mais sensíveis às questões de acessibilidade, como foi o caso de alunos do Colégio Rio Branco que seguiram carreiras em teatro, jornalismo e publicidade, sempre com um olhar atento à inclusão. Nesse sentido, ampliando a oportunidade aos alunos, a escola promove Oficina de Libras, como atividade extracurricular para alunos ouvintes desde o 3º ano do Ensino Fundamental.

Nesta data importante, é fundamental refletir não apenas sobre as conquistas, mas também sobre os desafios ainda existentes. A inclusão verdadeira só será alcançada com o compromisso contínuo de toda a sociedade em respeitar e valorizar a diversidade da comunidade surda. Ouvir, aprender e agir são passos essenciais para uma sociedade mais justa e inclusiva.

Colégio Rio Branco (www.crb.g12.br) – O Colégio Rio Branco é uma das mais reconhecidas instituições de ensino do Brasil, com unidades de Educação Infantil ao Ensino Médio em São Paulo (Higienópolis) e Cotia (Granja Vianna). O colégio é associado à UNESCO e orienta seu projeto pedagógico na aquisição de conhecimentos e competências permeadas pelo diálogo, respeito à diversidade, atitude crítica e edificada em princípios éticos e de solidariedade. 

Centro de Educação para Surdos Rio Branco (www.ces.org.br) –  Mantido pela Fundação de Rotarianos de São Paulo, o CES Rio Branco oferece atendimento a crianças e jovens surdos, tendo como principal objetivo, sua inclusão na sociedade. Conta com uma equipe composta por profissionais surdos e ouvintes altamente qualificados e fluentes em Libras (Língua Brasileira de Sinais), adotada como a primeira língua, e a Língua Portuguesa, em modalidade escrita, como a segunda. A instituição é uma referência nacional e internacional em educação e inclusão de surdos.

Meu pet precisa ir ao dentista? Saiba como cuidar da saúde bucal do seu bichinho

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Especialistas da HTM VET e Nouvet explicam que a atenção aos cuidados bucais em cães e gatos pode evitar sérios problemas de saúde

No universo encantador dos animais de estimação, nem sempre damos a devida atenção a um aspecto crucial para o bem-estar de nossos fiéis companheiros: a saúde bucal. O “sorriso” cativante do seu pet não é só uma expressão facial de relaxamento ou alegria; é, na realidade, um indicador da sua qualidade de vida.

A doença periodontal, por exemplo, associada ao mau hálito, afeta surpreendentes 85% dos cães e gatos com mais de três anos, segundo um estudo conduzido pela Mars Petcare. Essa condição ultrapassa o desconforto oral, podendo desencadear problemas mais sérios, como inflamações nas gengivas, perda de dentes e outras complicações graves.

Assim, manter a saúde bucal dos mascotes evita a disseminação de bactérias da cavidade oral para a corrente sanguínea, o que pode impactar até órgãos vitais. Cuidados preventivos servem não apenas para manter o sorriso do seu pet brilhante, mas também para garantir uma saúde geral robusta.

De acordo com Rodrigo Moretti, médico veterinário e consultor clínico científico da HTM VET, muitos tutores desconhecem a importância da escovação regular dos dentes dos animais. Essa prática simples, no entanto, previne o acúmulo de placa bacteriana e reduz os riscos de tártaro e gengivite.

“As consultas regulares ao veterinário são essenciais. Os profissionais da área podem realizar limpezas completas, solicitar exames detalhados e oferecer serviços específicos para a saúde bucal do animal, mesmo se ela já estiver prejudicada. A fotobiomodulação, por exemplo, é eficaz no tratamento de diversas condições bucais, desde mucosites e gengivites até casos de parestesia facial. Por ter efeitos bioestimulantes e analgésicos, é capaz de proporcionar alívio e promover a cicatrização, a depender de cada caso”, pontua o especialista.

Além das idas constantes ao veterinário para garantir a saúde e o bem-estar dos pequenos companheiros, os tutores devem considerar adotar práticas regulares de cuidados animais, como higiene e dieta adequadas e brinquedos específicos para prevenir problemas dentários.

Mariana Suemi Fugita, médica-veterinária odontologista do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo, defende que hábitos como esses podem até contribuir para aumentar a expectativa de vida dos pets.

“Os cuidados ajudam a prevenir doenças bucais que podem ter repercussões sérias na sua saúde geral dos bichinhos, talvez dando até mais tempo de vida e saúde para cães e gatos. Doenças periodontais, cáries e infecções podem ser evitadas ou identificadas precocemente, permitindo intervenções adequadas para ele viver mais e com mais conforto ao lado de seu tutor”, conclui.

Sobre o Nouvet

O Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e escola. Pensada para inovar e atingir o nível de excelência da medicina humana, o Nouvet conta com tecnologias de ponta para atender de forma premium o animal, acompanhado de seus respectivos tutores.