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Finalizado mutirão de manutenção do sistema de iluminação pública na Ponte JK

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Investimento de R$ 831 mil garantiu reposição de cabos, novas luminárias de LED e reforço estrutural

Brasília, 3 de abril de 2025 – A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) finalizou os trabalhos de manutenção na Ponte JK, um dos ícones da capital federal, que frequentemente enfrenta problemas devido a furtos de cabos e atos de vandalismo. A iniciativa, realizada entre 11 de fevereiro e 17 de março, teve como principal objetivo assegurar a eficiência e a segurança do sistema de iluminação da estrutura. O investimento total foi de R$ 831 mil.

Durante o período, equipes técnicas da CEB IPes atuaram na reposição de cabos e em melhorias nos equipamentos de iluminação. No total, foram instalados 3.960 metros de cabos de alumínio, material sem valor no mercado clandestino, em substituição aos de cobre, buscando reduzir furtos e danos. Além disso, foram trocados 26 braços de iluminação de cinco metros (PAS 5m) e instaladas 162 luminárias de LED, proporcionando maior economia e melhor visibilidade para condutores e pedestres.

A ação contemplou ainda a pintura de 162 postes de cinco metros e 41 postes duplos de 12 metros, além da instalação de 66 projetores de 300W. Também foram executadas 196 horas de soldagem para reforçar a estrutura dos componentes de iluminação.

“O bom funcionamento da iluminação da Ponte JK é essencial para garantir segurança e conforto à população”, destacou o presidente da CEB, Edison Garcia. “Seguiremos investindo na modernização e na manutenção da rede de iluminação pública, garantindo qualidade e eficiência para toda a cidade.

Operação Ressaca flagra 25 carros rebaixados em Taguatinga

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Agentes do Detran-DF registraram, em evento que reunia muitos veículos e som alto, 45 autuações relativas a alterações de características originais do veículo e 12 condutores por dirigirem após o consumo de bebida alcoólica

Na noite desta quarta-feira (2), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar, realizou a Operação Ressaca, em Taguatinga. A ação, que tem o objetivo de retirar de circulação condutores que representam risco à segurança no trânsito, resultou na abordagem de 260 motoristas e na realização de 230 testes de etilômetro.

A ação ocorreu na Via M4, altura da QNM 34, nas proximidades de um evento que reunia muitos veículos e som alto. Durante a operação, os agentes de trânsito flagraram 25 veículos rebaixados e os motoristas foram autuados por conduzir veículo com característica alterada. Os agentes registraram ainda 15 autuações por escapamento alterado e cinco por sistema de iluminação modificado.

“O planejamento da ação teve como base o trabalho do serviço de inteligência do Detran-DF, que identificou a recorrência de encontros semanais, onde grupos de condutores promoviam reuniões não autorizadas”, segundo o coordenador de Policiamento e Fiscalização de Trânsito da Região Oeste, Wesley Cavalcante | Foto: Divulgação/Detran-DF

As equipes de fiscalização autuaram ainda 12 condutores por dirigirem após o consumo de bebida alcoólica, seis inabilitados, cinco com a CNH vencida há mais de 30 dias, dois por exibição de manobra perigosa e 40 por infrações diversas. Durante a ação, 12 veículos foram recolhidos ao depósito e um GM Corsa clonado foi recuperado.

O coordenador de Policiamento e Fiscalização de Trânsito da Região Oeste, Wesley Cavalcante, destaca a relevância do trabalho de monitoramento de eventos que podem gerar riscos à segurança viária. “O planejamento da ação teve como base o trabalho do serviço de inteligência do Detran-DF, que identificou a recorrência de encontros semanais, onde grupos de condutores promoviam reuniões não autorizadas. Durante esses eventos, havia som alto, consumo de bebidas alcoólicas e a realização de manobras perigosas. O nosso objetivo é evitar que esses condutores coloquem em risco a segurança do trânsito. Além disso, durante a ação, vários moradores abordaram os agentes de trânsito para agradecer, destacando que a perturbação do sossego era intensa”, destaca o coordenador.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), conduzir o veículo com característica alterada é uma infração grave e acarreta multa de R$ 195,23, cinco pontos na CNH e retenção do veículo para regularização.

Fim do Perse: o custo da insegurança jurídica

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POR SYSLEY SAMPAIO

Em março de 2025, a Receita Federal anunciou que o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), instituído pela Lei nº 14.148/2021, terá seu fim decretado em abril deste ano. O motivo? O teto de R$ 15 bilhões em incentivos fiscais, fixado pela Lei nº 14.859/2024, estaria supostamente próximo de ser atingido.

A decisão, porém, ignora o prazo original de 60 meses — que garantiria isenções até fevereiro de 2027 — e escancara uma postura do governo que, mesmo diante de recordes históricos de arrecadação em 2024, opta por sacrificar o contribuinte e os setores mais vulneráveis em nome de um suposto equilíbrio fiscal.

O Perse nasceu como uma tábua de salvação para o setor de eventos, devastado pela pandemia de Covid-19. Empresas de turismo, cultura, hotelaria e gastronomia, que amargaram quedas de faturamento superiores a 50% entre 2019 e 2020, receberam a promessa de isenção de tributos federais (PIS, Cofins, CSLL e IRPJ) por cinco anos.

Esse horizonte de 60 meses foi planejado para dar estabilidade a um setor que depende de investimentos de longo prazo para se reerguer. Empresas contrataram, investiram em infraestrutura e reabriram portas confiando na palavra do legislador. Agora, com o fim abrupto em abril de 2025, esse planejamento vira pó, e a carga tributária volta a pesar sobre quem mal começou a respirar.

Em 2024, o governo federal celebrou uma arrecadação tributária recorde, superando todas as expectativas. Segundo dados da própria Receita Federal, o aumento da carga tributária e a recuperação econômica impulsionaram os cofres públicos a níveis nunca vistos, com crescimento real na casa de dois dígitos em relação a anos anteriores.

O direito adquirido, assegurado pelo art. 5º, inciso XXXVI, é ignorado, como se o compromisso assumido pelo Estado com o setor de eventos fosse descartável. E o princípio da anterioridade tributária (art. 150, III), reforçado por decisão do STF em março de 2025, é violado ao se impor a volta imediata dos tributos sem o prazo mínimo de 90 dias ou o início do próximo exercício fiscal.

A extinção antecipada do Perse , que já está sendo questionada judicialmente por empresas que, com razão, alegam prejuízos concretos após investirem com base no prazo original. Há fundamentos sólidos para isso: o STF já reconheceu, em casos semelhantes, que incentivos fiscais por prazo certo geram direitos subjetivos, protegidos contra alterações arbitrárias. Liminares para suspender o fim do benefício em abril de 2025 são uma possibilidade real, e, no mérito, decisões favoráveis às empresas podem obrigar o governo a cumprir os 60 meses ou até indenizar os afetados.

SYSLEY SAMPAIO – Advogado Tributarista. Pós em Direito Público, Mestre em Direito Tributário,MBA em Recuperação de Créditos Tributários , Membro da Comissão especial de Direito Tributário do Conselho Federal da OAB e Membro do grupo de estudos da jurisdição constitucional tributária do IDP.

Emenda isenta loteamentos de acesso controlado da cobrança de iluminação pública

A medida, de autoria do deputado Roosevelt, foi sancionada nesta quinta-feira (3) e desonera os moradores de áreas internas de loteamentos controlados no DF da cobrança de iluminação pública

Nesta quinta-feira (3), foi sancionada uma emenda à Lei Complementar nº 1.044/2025, proposta pelo deputado Roosevelt, que determina que condomínios que adotarem a modalidade de loteamento de acesso controlado não precisarão pagar a contribuição de iluminação pública nas áreas internas. A emenda visa desonerar os moradores dessa cobrança, que sempre foi aplicada em áreas do Distrito Federal.

Segundo a nova emenda, nos loteamentos de acesso controlado, embora existam portarias, câmeras e o direito do condomínio em identificar e cadastrar os visitantes, as áreas internas permanecem sendo consideradas públicas, o que justifica a isenção. O deputado Roosevelt explicou que “a iluminação pública é um serviço prestado a toda a coletividade e financiado por impostos. Não faz sentido que os moradores arquem com essa despesa, já que a área continua sendo de domínio público.”

Entretanto, nos loteamentos fechados, onde o acesso é restrito e a área se torna privativa, o custo da iluminação pública deverá ser arcado pelos próprios moradores, de acordo com as novas determinações da lei.

Caiado reforça total independência para a disputa presidencial

Governador de Goiás afirmou que, para ser mais conhecido, vai percorrer o Brasil apresentando sua experiência política e os resultados alcançados em Goiás. Ele lança pré-candidatura à presidência nesta sexta-feira (4), em Salvador (BA)

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), concedeu entrevista à CNN Brasil e a outros veículos de imprensa na manhã desta quinta-feira (3/4), em Salvador (BA), onde prepara o lançamento de sua pré-candidatura a presidente da República. Com discurso firme e independente, Caiado reconheceu que precisa ser mais conhecido do eleitorado brasileiro, mas deixou claro que não será um candidato de “bolso de colete” nem ficará “na barra da saia de ninguém”. Ele reforçou que vai percorrer o país apresentando sua experiência política e os resultados de sua gestão em Goiás.

Na última rodada da pesquisa Genial/Quaest nos estados, divulgada no fim de fevereiro, Caiado apareceu com o maior índice de aprovação popular entre os governadores avaliados, com índice de 86%. Goiás também registrou os maiores percentuais de satisfação do país nas áreas de segurança pública, educação e saúde. “O que falta é eu ser conhecido. Preciso caminhar pelo Brasil e mostrar o que fiz. Nossa posição de liderança é resultado de uma gestão qualificada”, afirmou.

Questionado sobre a concorrência com outros nomes da direita, Caiado defendeu uma disputa plural dentro do campo político e reafirmou sua postura de independência. “Todos temos o direito de participar. Zema, Ratinho, Tarcísio e quem mais quiser disputar. O importante é apresentar resultados e ideias concretas para o Brasil”, declarou ao citar os governadores de Minas Gerais, Paraná e São Paulo, respectivamente.

Liderança

De acordo com o governador, ganhar eleição “é difícil, mas governar é muito mais”. Para ele, o país precisa de líderes preparados, com independência moral, política e intelectual para propor as reformas necessárias e guiar o Brasil em direção a um novo ciclo de desenvolvimento. “Se não houver critérios bem definidos, continuaremos com uma economia travada, juros altíssimos e falta de direção”, alertou.

Durante a entrevista à CNN, o gestor goiano citou ainda que a segurança pública será um dos temas centrais das eleições presidenciais e lembrou que sua gestão reduziu significativamente os índices de criminalidade no estado nos últimos anos. “Em Goiás, o cidadão anda com total tranquilidade. A violência vai dominar o debate e estou preparado para mostrar que é possível mudar essa realidade em todo o país”, garantiu.

Lançamento

O governador Ronaldo Caiado lança sua pré-candidatura a presidente da República nesta sexta-feira, às 9h, no Centro de Convenções de Salvador. Na oportunidade ele também vai receber o título de Cidadão Baiano e a Comenda 2 de Julho da Assembleia Legislativa da Bahia.

Coluna do Fluminense | Vitória da técnica

Por Raimundo Ribeiro

Ainda sem treinador, o Fluminense subiu o morro (2.160 m acima do nível do mar) para estreiar na Sul americana enfrentando o Once Caldas.

Começou a partida inseguro, permitindo que o adversário ocupasse nosso campo defensivo, com uma marcação à distância, e com isso só o Once Caldas jogava.

Quando retomava a bola, errava passes, principalmente Freytes e Martinelli, e Lima se escondia do jogo.

Como costumeiro, nosso lado esquerdo com Freytes e Renê era a uma avenida onde os atacantes adversários passeavam.
Apesar do mau começo, a partir dos 15 minutos o Fluminense botou a bola no chão, passou a tocar a bola e aos 31 minutos Cano aproveitou um cruzamento milimétrico de Árias para fazer 1×0.

Mesmo apresentando os velhos defeitos de jogos anteriores, a superioridade técnica de nossa equipe se impôs no primeiro tempo.

Voltamos para o segundo tempo, e o cenário do início da primeira etapa se repetiu com o Once Caldas imprensando nosso time no nosso campo defensivo.

Inexplicavelmente o Fluminense permitia que o adversário ficasse com a bola e ocupasse o nosso campo defensivo, numa estratégia muito arriscada, até porque a transição defesa-meio campo-ataque era muito lenta.

Ainda assim, em função da deficiência técnica do adversário o Fluminense não levou grandes sustos.

Após os 35 minutos, perdemos pelo menos 3 oportunidades claras de liquidar a fatura, e nos acréscimos Fábio garantiu a vitória.

Numa partida que tivemos mais sorte que juízo, o Fluminense reencontrou o caminho da vitória, mas vai precisar corrigir muitos erros e mostrar mais ambição para se impor e vencer o Bragantino no próximo domingo às 16 horas.

Marcão demorou a fazer substituições, mas acertou trocando Lima por Lezcano, Hércules por Bernal, Guga por Samuel Xavier, Canobio por Serna, e Cano por Everaldo.

Trocando Freytes por Ignácio, escalando alguém que não seja Renê na lateral esquerda, Bernal e Hércules como dupla de volantes, e Lezcano no lugar de Lima seria um bom início para corrigir os erros apresentados, e buscar a primeira vitória no Brasileirão.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Ações do BRB disparam após compra do Master; esquerdistas atacam

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Lucro ultrapassa 100% em cinco dias, mas aquisição enfrenta ataques rasteiros de opositores e da banda podre do mercado financeiro

Da Redação

As ações do Banco de Brasília (BRB) dispararam nos últimos cinco dias, alcançando valorização superior a 100%, após o anúncio da aquisição do Banco Master, anunciada em 28 de março. O acordo, avaliado em R$ 2 bilhões, envolveu a compra de 49% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais, totalizando 58% do capital do Banco Master. Na segunda-feira (31), os papéis do BRB chegaram a R$ 14,98, partindo de R$ 7,49, segundo dados da B3, refletindo a resposta positiva e imediata do mercado à operação.

A transação, aprovada pelo Conselho de Administração do BRB, ainda depende de aval do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, defendeu a compra como uma decisão estratégica para expandir a atuação do banco, incorporando ativos como o Will Bank e o Credcesta, além de complementar negócios em cartões de crédito e banking corporativo. O movimento elevou o BRB a um patamar de cerca de 15 milhões de clientes, segundo estimativas do setor.

Apesar do desempenho positivo nas ações, a aquisição enfrenta ataques rasteiros da esquerda brasiliense e da banda podre do mercado financeiro. Parlamentares de esquerda e críticos do governo de Ibaneis Rocha (MDB), governador do Distrito Federal, questionam a operação e querem politizar o assunto, classificando-a como um possível resgate de uma instituição privada em dificuldades financeiras. O Banco Master vinha enfrentando desafios de liquidez, com oferta de CDBs a taxas de até 140% do CDI, bem acima da média do mercado, o que levantou preocupações sobre sua sustentabilidade.

A operação segue sob escrutínio, com o Banco Central mantendo silêncio até o momento sobre sua decisão. Enquanto isso, o mercado acompanha os desdobramentos, que podem influenciar positivamente tanto o futuro do BRB quanto a percepção sobre a gestão de Ibaneis Rocha no Distrito Federal, aprovada por 62% dos brasilienses.

Maratona Brasília 2025 celebra esporte e saúde no aniversário da capital

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Evento esportivo integra as comemorações do aniversário de Brasília e reúne atletas de todo o país

O Governo do Distrito Federal anunciou a descentralização de recursos orçamentários da Secretaria de Turismo (Setur-DF) para a Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), garantindo a realização da Maratona Brasília 2025. O evento, que agora faz parte do calendário oficial das comemorações do aniversário de Brasília, promete movimentar a capital federal nos dias 20 e 21 de abril, reunindo atletas profissionais e amadores em diversas categorias.

A competição oferece percursos de 42 km (maratona), 21 km (meia-maratona), 10 km, 5 km e 3 km (caminhada). Além disso, os corredores poderão participar dos desafios BSB 65 Anos e JK, que combinam provas de longa distância em dois dias consecutivos.

Para o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, a Maratona Brasília é um marco no calendário esportivo da cidade e a descentralização de recursos é essencial para fortalecer a estrutura do evento. “A Maratona Brasília 2025 celebra a nossa cidade e incentiva a prática esportiva, promovendo saúde, lazer e turismo. A parceria entre as secretarias reforça o compromisso do GDF em realizar grandes eventos e valorizar o esporte como ferramenta de transformação social”, afirmou Junqueira.

Com patrocínio do Banco BRB e apoio de empresas como Exame Medicina Diagnóstica e Gráfica Positiva, a maratona contará com uma grande estrutura para os participantes. A largada ocorrerá na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Museu Nacional, um dos cartões-postais da capital.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 15 de abril pelo site brasilcorrida.com.br. O kit atleta inclui camiseta, ecobag, número de peito e medalha pós-prova.

Serviço: Local: Esplanada dos Ministérios – Frente ao Museu Nacional

Data: 20 e 21 de abril de 2025
Horários:
➡ 20 de abril: largada dos 21 km às 6h
➡ 21 de abril: largada dos 42 km às 5h30; largada dos 21 km às 6h; largada dos 3 km, 5 km e 10 km às 6h30

Atualizada resolução para Plano de Segurança de Barragem

Adasa publicou nova resolução que garante regulamentação mesmo às barragens de menor porte

Conforme publicação do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (2), a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) atualiza os procedimentos para a elaboração do Plano de Segurança de Barragem (PSB). A nova norma substitui e revoga parcialmente a Resolução Adasa nº 10/2020, garantindo sua adequação à Lei nº 12.334, de 20 de setembro de 2010, que institui a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB).

Segundo o superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, Gustavo Carneiro, as principais barragens e reservatórios do DF já atendem à normativa federal, pois são de domínio da União. Ainda assim, a Adasa fez um esforço para atualizar o normativo distrital, garantindo que mesmo as barragens de menor porte tenham uma regulamentação atualizada.

“Dessa forma, caso alguma dessas estruturas venha a se enquadrar nas exigências da Política Nacional de Segurança de Barragens, teremos um normativo distrital equivalente pronto para aplicação”, explicou.

Entre as principais mudanças implementadas, destacam-se requisitos técnicos mais detalhados para a elaboração do PSB, maior ênfase na gestão de risco e planos de ação para emergências, diretrizes para fiscalização e acompanhamento por parte da Adasa e ajustes para alinhamento aos parâmetros estabelecidos pela PNSB.

Leia a íntegra da publicação.

Eles não têm moral para atacar o BRB, que ressurgiu do pântano da corrupção

Os governos Rollemberg (PSB) e Agnelo Queiroz (PT) afundaram o BRB num lamaçal da corrupção, tornando-o banco público refém de um “quadrilhão”. Os senhores deveriam calar a boca antes de tentar dar lição de moral!

Nos últimos sete anos, o Banco de Brasília (BRB) se consolidou como uma das instituições financeiras públicas de maior relevância no país, ganhando força e notoriedade no mercado financeiro.

Sob uma administração renovada, o banco expandiu sua atuação, modernizou seus serviços e consolidou-se como um ativo estratégico para o desenvolvimento do Distrito Federal e do Brasil.

Esse cenário é bem diferente do passado recente, quando o BRB era sinônimo de escândalos de corrupção e alvo de ações policiais nos governos do PSB de Rodrigo Rollemberg e do PT de Agnelo Queiroz.

Diante desse histórico, figuras como Ricardo Cappelli (PSB), Erika Kokay  e Chico Vigilante (PT) acham que a sociedade brasiliense se esqueceu da corrupção em que os seus respectivos governos enfiaram o BRB.

Rodrigo Rollemberg, governador do Distrito Federal entre 2015 e 2018 pelo PSB, deixou um rastro de descrédito no banco que passou a ser manchete dos jornais e ter assento cativo nas portas das delegacias.

A Operação Circus Maximus, deflagrada pela Polícia Federal no início de 2019, mostrou um esquema milionário de propinas que vinha ocorrendo há oito anos, envolvendo executivos do banco.

Sob a gestão do governo Rollemberg, nomes como Vasco Cunha Gonçalves, ex-presidente do BRB, e Ricardo Luiz Peixoto Leal, conselheiro e amigo do governador, foram presos por desviar cerca de R$ 400 milhões em negócios suspeitos, de acordo com as investigações da PF à época.

Projetos como o LSH Lifestyle Hotel (antigo Trump Hotel) e o Praça Capital tiveram investimentos sem análise técnica adequada, causando danos ao banco e lucros ilícitos a poucos.

Na delação feita ao Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Circus Maximus, que apurou na época  desvios no Banco de Brasília (BRB), o empresário Henrique Domingues Neto revelou ter pago propina de R$ 200 mil a Ricardo Leal.

O valor, segundo Neto, seria destinado à campanha de Rodrigo Rollemberg (PSB) em 2014 e foi cobrado antes mesmo de o político ser eleito.

A delação premiada de Ricardo Siqueira Rodrigues revelou que parte das propinas foi utilizada para quitar dívidas de campanha do PSB de Rollemberg.

O PSB, agora representado por nomes como Ricardo Cappelli, que se diz candidato ao Buriti em 2026, não pode apagar esse passado tenebroso de conivência e roubo que quase afundou o banco.

Antes de Rollemberg, o governo de Agnelo Queiroz (PT), entre 2011 e 2014, também contribuiu para o saqueamento dos cofres do BRB.

Embora os escândalos não tenham culminado em operações policiais de grande porte durante seu mandato, foi nesse período que esquemas como o do Fundo de Investimento LSH começaram a ser estruturados como organização criminosa, em 2012.

O BRB, sob a gestão do petista Agnelo, autorizou aportes iniciais em projetos duvidosos que, anos depois, seriam investigados na Operação Circus Maximus.

A gestão petista, marcada por denúncias de corrupção em obras como o Estádio Mané Garrincha, que levou Agnelo à cadeia, resultou em uma crise financeira sem precedentes que assolou o DF.

E agora, como num passe de mágica, os mesmos personagens notórias que outrora ajudaram com os seus silêncios a afundar o BRB surgem como arautos da moralidade, atacando uma gestão que tirou o BRB do pântano da corrupção, o transformando em uma  das mais promissoras instituições financeiras do país.

Rollemberg, Ricardo Cappelli, Erika Kokay, Chico Vigilante e Agnelo, figuras ligadas ao PSB e ao PT, parecem partir do pressuposto de que a população de Brasília sofre de uma  amnésia coletiva.

Para eles, os escândalos envolvendo desvios bilionários, que marcaram suas gestões no Distrito Federal, não passam de meros incidentes esquecíveis, relegados a um passado distante.

Durante o período em que esses partidos estiveram no poder do Buriti, o Banco de Brasília  foi tratado como um verdadeiro cofre sem trancas, vulnerável ao saque sistemático por corruptos.

Eles subestimam a capacidade do povo de lembrar e julgar os prejuízos causados por administrações desastrosas que, em vez de proteger o interesse público, facilitaram o que se assemelha a uma pilhagem do bem público.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF