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MP do DF analisa caso Arruda após TSE e restrições a Marçal e Garotinho

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Decisões liminares atingem Pablo Marçal e Anthony Garotinho; Procuradoria Regional Eleitoral do Distrito Federal afirma que o processo de José Roberto Arruda está em análise

Da Redação

A Justiça Eleitoral impediu candidatos impugnados de usar recursos públicos e de fazer propaganda eleitoral até julgar se eles podem participar das eleições de 2026. É o caso de Pablo Marçal (PRTB) e de Anthony Garotinho (Republicanos). No Distrito Federal, José Roberto Arruda (PSD) também teve a candidatura impugnada, mas o pedido de registro ainda não foi a julgamento, assim como os de Marçal e Garotinho.

Nesta sexta-feira (28/8), a defesa contestou a impugnação e alegou que ele está elegível, conforme mostrou a coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles. Após as decisões liminares em relação a Marçal e Garotinho, a Procuradoria Regional Eleitoral do Distrito Federal disse à reportagem do portal Metropoles que o caso de Arruda está em análise e que o órgão “não adiantará manifestação sobre eventuais pedidos liminares ou medidas cautelares específicas”.

Em relação a Marçal, que concorre à Presidência da República, a sanção à inelegibilidade determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) ocorreu por uso indevido dos meios de comunicação social. A decisão de 20 de agosto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o impede de obter recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e do Fundo Partidário também cita, além da condenação em segunda instância, a falta de provas da filiação ao PRTB no prazo exigido.

Garotinho foi condenado por atos dolosos de improbidade administrativa no caso de desvio de recursos públicos de R$ 234 milhões por meio da contratação sem licitação da Pró-Cefet, no projeto Saúde em Movimento. O processo transitou em julgado recentemente. Ao suspender de forma liminar a utilização de recursos públicos e propaganda, o TRE-RJ considerou ainda possível nulidade na filiação partidária.

O relator do caso de Garotinho no TRE-RJ, desembargador Bruno Bodart, disse que a previsão para permitir atos de campanha eleitoral a candidato com registro sub judice “não constitui, contudo, salvo-conduto para o dispêndio de recursos públicos em prol de candidatura cuja inviabilidade jurídica se revela evidente desde logo”.

José Roberto Arruda teve candidatura ao GDF impugnada pela Procuradoria Regional Eleitoral do DF, que apontou seis condenações por improbidade administrativa e inelegibilidade até dezembro de 2030. Arruda defende que está elegível com base na flexibilização da Lei da Ficha Limpa, que terá julgamento retomado no Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro.

Sobre possível impacto na campanha em razão dos precedentes de Marçal e Garotinho, Arruda afirmou à reportagem que não é advogado, mas que acredita serem casos diferentes.

 

Flávio Bolsonaro anuncia Claudio Lottenberg para o Ministério da Saúde

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Médico formado pela Unifesp comandou o Hospital Israelita Albert Einstein entre 2001 e 2016 e foi secretário municipal de Saúde de São Paulo em 2005

Da Redação

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou nesta sexta-feira (28), durante entrevista ao Jornal Nacional, o médico Claudio Luiz Lottenberg como seu escolhido para comandar o Ministério da Saúde caso seja eleito. O candidato afirmou que Lottenberg terá a missão de contribuir para a modernização do Sistema Único de Saúde (SUS). “Eu quero conversar com o Dr. Claudio Lottenberg, que vai ser o meu ministro da Saúde, uma pessoa preparada que vai poder adotar as melhores práticas”, disse Flávio.

Nascido em São Paulo, em 6 de setembro de 1960, Claudio Luiz Lottenberg é médico oftalmologista. Formou-se em Medicina pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em 1984. Na mesma instituição, concluiu mestrado em 1990 e doutorado em 1994. Lottenberg ingressou no Hospital Israelita Albert Einstein em 1987 e comandou a instituição como presidente entre 2001 e 2016. Atualmente, preside o Conselho Deliberativo do Einstein.

Durante sua passagem pela direção do hospital, o Einstein ampliou iniciativas de parceria com o poder público e programas voltados ao atendimento pelo SUS. Em 2016, a instituição avançou na área de ensino com a criação de sua Faculdade de Medicina. Em 2005, foi secretário municipal de Saúde de São Paulo durante a gestão do então prefeito José Serra. Antes disso, integrou o Conselho Nacional de Assistência Social durante o governo Fernando Henrique Cardoso e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) no governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Também participou de conselhos ligados à administração pública paulista. Além do Einstein, Lottenberg preside o Instituto Coalizão Saúde e o Lide Saúde. Também presidiu a Confederação Israelita do Brasil (Conib) entre 2008 e 2014 e foi presidente do UnitedHealth Group Brasil.

O médico é professor visitante da Universidade Harvard e professor de políticas públicas de saúde no MBA em Saúde do Einstein. É autor de livros sobre saúde e gestão, entre eles “A Saúde Brasileira Pode Dar Certo” e “Cidadania: A Tecnologia ao Serviço do Paciente e Não ao Contrário”.

Em entrevistas à imprensa ao longo de 2020, insistiu na importância do uso de máscaras e do distanciamento físico e alertou para o risco de desperdiçar os resultados positivos obtidos com o lockdown caso a reabertura fosse feita sem critério. Em abril de 2021, participou de um jantar com o então presidente Jair Bolsonaro, ministros e empresários em São Paulo. Na ocasião, elogiou publicamente o então ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, por defender vacinação, uso de máscara e distanciamento social.

 

Flávio afirma no JN que trabalhará por anistia aos condenados de 8 de Janeiro

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Senador classificou o processo contra Jair Bolsonaro como “grande farsa” e contestou a existência de tentativa de golpe de Estado durante entrevista ao Jornal Nacional

Da Redação

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (28) que, se eleito, trabalhará pela anistia dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023 e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, a medida será buscada ainda durante a transição de governo.

Caso a anistia não avance, Flávio afirmou que pretende conceder indulto. A declaração ocorreu durante entrevista ao Jornal Nacional. O candidato foi questionado sobre quais garantias ofereceria de que seu grupo político não voltaria a atacar a democracia e sobre a condenação de Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio classificou o processo contra o pai como uma “grande farsa” e contestou a existência de uma tentativa de golpe de Estado. “Você citou algumas acusações pelas quais ele foi condenado, ele foi julgado pelos seus inimigos. Você tem ideia? Olha, eu vou te falar uma coisa, nunca queira ser julgado pelos seus inimigos, porque você já sabe qual vai ser o resultado final antes do processo começar”, afirmou.

O candidato também questionou a condenação de Bolsonaro por crimes relacionados aos ataques às sedes dos Três Poderes. Ao ser confrontado com a acusação de depredação de patrimônio público, argumentou que o ex-presidente estava nos Estados Unidos quando os atos ocorreram. “Como é que alguém pode ser condenado como foi o presidente Bolsonaro e centenas de outras pessoas por depredação de patrimônio público, se ele estava a mais de 10.000 km de distância de Brasília?”, questionou.

Na sequência, ironizou a responsabilização do ex-presidente: “É uma depredação de patrimônio público por Wi-Fi. É o golpe da dívida que ele estava nos Estados Unidos.” Flávio também colocou em dúvida a imparcialidade dos ministros que participaram do julgamento de Bolsonaro. Citou Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. “Alexandre de Moraes, um inimigo declarado do presidente Bolsonaro. Flávio Dino, o outro ministro indicado pelo Lula. E inclusive processo criminal contra o Bolsonaro que disse que o Bolsonaro é o demônio na terra. O outro Zanin indicado pelo Lula que até ontem era advogado do Lula, você acha que isso foi um julgamento justo?”, afirmou.

Ao tratar da anistia, o senador afirmou que crimes contra o Estado Democrático de Direito não foram mantidos no texto constitucional entre aqueles considerados insuscetíveis de anistia e indulto. “Os crimes, né, que são considerados aí insuscetíveis de anistia, de indulto, por exemplo, são tráfico de drogas, tortura, crimes hediondos e a parte do crime que tava lá, crimes contra o Estado Democrático de Direito na Constituição de 88 foi retirado por um destaque”, disse.

Flávio afirmou que políticos como Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso participaram da votação que retirou a previsão do texto. “Sabe quem votou a favor de tirar esse destaque de lá? Lula, Fernando Henrique Cardoso e vários outros medalhões da política brasileira”, declarou. A partir desse argumento, o candidato defendeu que os condenados pelos atos de 8 de Janeiro podem ser beneficiados pela medida. “É claro que isso é suscetível de anistia. E eu, como presidente da República, vou fazer a, vou trabalhar para que a anistia seja feita ainda na transição e, se caso não ocorra, um indulto para as pessoas do Rio de Janeiro, porque vocês vão ser honrados.”

No último dia 22, em um evento do PL no Rio de Janeiro, o candidato já havia dito que precisaria de apoio no Congresso para aprovar a medida e “libertar Jair Messias Bolsonaro”. Flávio também vinculou a anistia à sua proposta de alterar a relação entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Segundo ele, sua eventual Presidência teria como prioridade recuperar a segurança jurídica e limitar o que considera excessos do Supremo. “Sou o único candidato que pode trazer essa segurança jurídica de volta. Sou o único candidato que pode recolocar as insígnias no seu devido lugar, para que o Supremo volte a cumprir a Constituição”, afirmou.

 

Real Time Big Data aponta Daniel Vilela com 45% no governo de Goiás

Pesquisa mostra governador 20,4 pontos à frente do segundo colocado na disputa pelo Governo de Goiás

Da Redação

O governador e candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB) aparece com 45% das intenções de voto no cenário estimulado da pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (28) pela Record TV Goiás. O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) registra 22%. Wilder Morais (PL) aparece com 17% e Luís César Bueno (PT), com 6%. Danilo Pinheiro (PCO) e Luciana Amorim (UP) não pontuaram. Brancos e nulos somam 4%, e outros 6% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, divulgada em 9 de julho, Daniel tinha 43%, Marconi 26%, Wilder 16% e Luís César 5%. Em relação àquela rodada, Daniel cresceu dois pontos e a diferença para Marconi passou de 17 para 23 pontos percentuais. Marconi recuou quatro pontos. No levantamento espontâneo, Daniel aparece com 19%. Marconi registra 8% e Wilder, 6%. Outros candidatos somam 4%, brancos e nulos 8%, e 55% não souberam ou não responderam.

Em simulação de segundo turno, Daniel venceria Marconi por 57% a 28%. Contra Wilder, o governador teria 56%, diante de 30% do senador.

Em julho, Daniel aparecia com 55% contra 29% de Marconi. Contra Wilder, Daniel tinha 54% e o adversário 28%. Na rejeição, Marconi registra 42%, seguido por Wilder, com 37%, Luís César Bueno, com 33%, e Daniel, com 29%. Danilo Pinheiro tem 24% e Luciana Amorim.

A Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores entre os dias 24 e 27 de agosto. O levantamento tem 95% de confiança e margem de erro de aproximadamente 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento foi registrado no TSE com o protocolo GO-00954/2026.

 

Horário eleitoral estreia com programas de Arruda, Celina, Grass e Cappelli

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Primeiros vídeos foram transmitidos nesta sexta-feira no rádio e na TV da capital, conforme divisão do TSE, até 1º de outubro

Da Redação

Candidatos ao governo do Distrito Federal exibiram nesta sexta-feira (28) os primeiros vídeos do horário eleitoral gratuito das eleições de 2026. O material foi transmitido pelas emissoras de rádio e TV da capital na hora do almoço, de acordo com a divisão definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A veiculação acontece de segunda a sábado e vai até 1º de outubro, três dias antes do primeiro turno.

Pelas regras eleitorais, 10% do tempo é distribuído igualmente entre as siglas que cumprem a cláusula de desempenho. Os outros 90% são distribuídos proporcionalmente à representação de cada partido na Câmara dos Deputados.

Não terão tempo no horário eleitoral gratuito Elisson (Agir), Expedito Mendonça (PCO), Kiko Caputo (Novo), Professor Robson (PSTU), Professora Samara Mineiro (UP) e Rico Pinheiro (PRTB).

Arruda (PSD) abriu a propaganda com a frase que atribuiu aos feitos do ex-presidente Juscelino Kubitschek: “Eu não sabia que era impossível. Fui lá e fiz.” O candidato afirma que volta para a política de “cabeça erguida” e que “a caminhada mais importante começa agora”. A campanha destacou feitos de quando foi governador, de 2007 a 2010, como obras no metrô, na EPTG e em escolas. “Eu sei o caminho e eu sei como resolver”, afirmou.

Cappelli (PSB) criticou os políticos de Brasília e se defendeu da acusação de ser um candidato “forasteiro”. “Sou sim, sou fora dessa panelinha chupa-cabra que há anos vem quebrando o DF. Mas o DF real eu conheço, estou aqui há 23 anos”, disse. Cappelli afirmou que morou em diferentes regiões administrativas e dirigiu como motorista de aplicativo para “conhecer a realidade” da capital.

O programa de Paula Belmonte (PSDB) não foi exibido nesta sexta. Em vez dele, apareceu a cartela azul padrão da Justiça Eleitoral. A campanha afirmou ao g1 que está “apurando as circunstâncias” que levaram à não veiculação do vídeo. “Já estamos em contato com os responsáveis pela transmissão para identificar o que ocorreu e adotar as providências necessárias. Assim que tivermos uma posição conclusiva, prestaremos todos os esclarecimentos”, disse o PSDB em nota.

A propaganda de Celina Leão (PP) começou afirmando que ela assumiu o cargo em um momento “delicado” e que, em quatro meses, “buscou soluções ao invés de culpados”. A candidata lembrou a primeira ordem como governadora, de cancelar a festa de aniversário de Brasília para destinar R$ 25 milhões à Saúde. Foram incluídos números de contratações, exames e consultas aprovados por Celina na área.

O presidente da Novacap, Fernando Leite, disse que, no dia a dia, ela “sabe lidar com crises”. A campanha destacou feitos nas áreas de segurança e infraestrutura e mostrou a trajetória política de Celina. “Eu não vou prometer que os problemas vão desaparecer do dia para a noite, mas uma coisa eu posso olhar nos seus olhos e garantir: nenhum problema do DF vai ser maior do que a minha disposição para enfrentá-lo”, disse.

Leandro Grass (PT) falou sobre a precariedade dos serviços públicos no DF, sem citar o nome da atual governadora. “Brasília, conhecida como capital da esperança, se tornou a capital da espera. A gente espera o ônibus que não vem, a obra que não acaba, o remédio que sempre falta, a vez quer nunca chega.

A cidade virou uma grande fila […] e cada fila é um pedaço de vida que não volta mais.” O candidato prometeu priorizar a população do DF, melhorando transporte, saúde e educação. “Eu conheço de perto a Brasília que não funciona, para todo mundo que vive aqui. Passou da hora de tratar quem mora nas cidades como prioridade”, disse. Ao fim do programa, Grass apareceu ao lado do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

Vozes da Comunidade: Sandro Avelar fala sobre Celina e propostas para a Câmara

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Candidato a deputado federal pelo União Brasil deu as declarações nesta sexta-feira no programa Vozes da Comunidade, apresentado por Toni Duarte

Da Redação

O ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e candidato a deputado federal pelo União Brasil, Sandro Avelar, destacou nesta sexta-feira (28) a atuação da candidata à reeleição ao Governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e apresentou bandeiras que pretende defender caso seja eleito para a Câmara dos Deputados. As declarações foram dadas durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade, apresentado pelo jornalista Toni Duarte.

Ao ser questionado sobre o desempenho de Celina nas pesquisas eleitorais e sobre a possibilidade de o Distrito Federal eleger uma mulher para comandar o Palácio do Buriti, Avelar afirmou confiar na capacidade da candidata para enfrentar os desafios da capital. “A população do Distrito Federal merece a Celina pela coragem que ela tem de trabalhar, pela coragem que ela tem de enfrentar problemas”, afirmou.

A declaração ocorre em um momento em que Celina aparece na liderança de levantamentos recentes sobre a disputa pelo Governo do Distrito Federal. Durante a entrevista, Sandro Avelar relembrou que sua relação institucional com Celina vem de anos atrás. Quando esteve à frente da Secretaria de Segurança Pública durante o governo Agnelo Queiroz, Celina fazia oposição ao governo.

Segundo Avelar, mesmo naquele período, ela sabia separar as divergências políticas das questões relacionadas ao interesse da população do Distrito Federal e reconhecia medidas que considerava positivas para a cidade. O ex-secretário recordou o convite recebido para retornar ao comando da Segurança Pública após os atos de 8 de janeiro de 2023. Segundo ele, Celina entrou em contato para convidá-lo a assumir novamente a pasta.

Avelar definiu Celina como uma liderança aberta ao diálogo e afirmou que ela mantém interlocução inclusive com integrantes da oposição. Atualmente, segundo ele, os dois estão no mesmo campo político e trabalham em torno de projetos que consideram importantes para a população e para a segurança pública do DF.

Candidato a deputado federal pelo União Brasil, Sandro Avelar afirmou que pretende atuar em diferentes áreas, entre elas segurança pública e educação, e colocou a redução da maioridade penal entre as bandeiras que pretende defender. Avelar argumentou que considera contraditório que a legislação permita ao jovem votar a partir dos 16 anos, mas estabeleça tratamento jurídico diferente dos adultos quando adolescentes cometem atos equivalentes a crimes.

Outra proposta defendida pelo candidato é a ampliação de vagas no sistema prisional. Avelar também afirmou ser favorável à adoção de políticas que ampliem o trabalho de pessoas privadas de liberdade durante o cumprimento da pena. Entre as medidas citadas está a criação de colônias agrícolas, nas quais presos possam trabalhar. Na avaliação de Avelar, além de promover atividade laboral durante o cumprimento da pena, a iniciativa poderia contribuir para reduzir os custos do sistema penitenciário. Outro tema da entrevista foi o enfrentamento à violência contra a mulher. Avelar defendeu o endurecimento das penas para condutas que muitas vezes aparecem nos estágios anteriores ao feminicídio.

Segundo o ex-secretário, nenhum autor de feminicídio registrado no Distrito Federal ficou impune. “Não tem nenhum caso do DF em que aquele que cometeu um feminicídio tenha saído impune. Ou ele está preso ou ele está morto”, declarou. Avelar ponderou que solucionar o crime depois da morte da vítima não representa o resultado desejado. Para ele, o principal desafio é identificar a violência e interromper a escalada de agressões antes que ela termine em feminicídio.

O candidato defendeu maior rigor na punição de condutas como injúria, vias de fato e lesão corporal praticadas contra mulheres no contexto de violência de gênero ou de relacionamentos. Avelar também chamou atenção para o papel da sociedade. Segundo ele, familiares, amigos, vizinhos e funcionários de condomínios que percebam sinais de violência não devem tratar a agressão como um problema exclusivamente do casal, mas procurar as autoridades.

Na avaliação do ex-secretário, uma resposta mais rigorosa aos primeiros episódios de violência pode ajudar a impedir que as agressões evoluam para crimes mais graves. A entrevista foi realizada no Vozes da Comunidade, apresentado pelo jornalista Toni Duarte e transmitido pelo YouTube, com retransmissão por emissoras de rádio comunitárias do Distrito Federal e do Entorno.

 

Projeto na CLDF prevê três aulas semanais de Educação Física nas escolas

Proposta vale para redes pública e privada e busca combater o sedentarismo entre estudantes

Brasília, 28 de agosto de 2026 – Um projeto de lei em tramitação na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) propõe que estudantes do ensino fundamental e médio tenham, no mínimo, três aulas semanais de Educação Física. A medida seria aplicada tanto nas escolas públicas quanto nas particulares e tem como objetivo ampliar a frequência das atividades físicas e prevenir o sedentarismo entre os jovens.

De autoria do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), a proposta determina que as aulas sejam conduzidas exclusivamente por professores licenciados em Educação Física. As atividades deverão ser planejadas de acordo com a faixa etária e as condições físicas dos alunos.

O texto também estabelece a inclusão de estudantes com deficiência, doenças raras ou limitações funcionais. Nesses casos, as escolas deverão oferecer atividades adaptadas para garantir a participação efetiva dos alunos, sem exclusão em razão de suas condições individuais.

A proposta diferencia ainda as aulas curriculares das atividades esportivas extracurriculares. Escolinhas, treinamentos de equipes e outros projetos fora da grade não poderão ser utilizados para cumprir a carga mínima de três aulas semanais. As instituições de ensino, porém, poderão definir como distribuir as aulas ao longo da semana.

A Educação Infantil não está incluída na exigência fixa de três aulas, considerando as características pedagógicas específicas dessa etapa de ensino.

Tendência nacional

A justificativa da proposta cita a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a Lei Orgânica do Distrito Federal, que já reconhecem a Educação Física como componente curricular obrigatório. A iniciativa também acompanha medidas semelhantes adotadas recentemente em outros estados, como o Rio Grande do Sul.

O projeto foi elaborado como uma diretriz de política educacional, sem criar cargos ou alterar o regime dos servidores públicos. A estratégia busca evitar questionamentos relacionados a vício de iniciativa, situação que ocorre quando o Legislativo cria obrigações que geram despesas diretas ao Executivo.

Para a rede pública, a implementação deverá ocorrer de maneira gradual, considerando a disponibilidade orçamentária e o planejamento financeiro do Governo do Distrito Federal (GDF).

A proposta será analisada pelas comissões temáticas da CLDF antes de seguir para votação em plenário.

DPDF oferece serviços gratuitos para mulheres no próximo dia 1º

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Ação terá assistência jurídica, saúde, documentos e orientação sobre benefícios sociais

Brasília, 28 de agosto de 2026 – A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realiza, na próxima terça-feira (1º), a 37ª edição do Dia da Mulher, com atendimento gratuito voltado à assistência jurídica, saúde, emissão de documentos e proteção feminina.

A ação ocorrerá das 8h às 14h, no Nuclão da DPDF, no Setor Comercial Norte (SCN), na Asa Norte. Para participar dos atendimentos, é necessário levar documentos pessoais e a carteira de vacinação.

Durante a programação, as participantes também poderão buscar orientação e solicitar benefícios sociais, além de participar de atividades de bem-estar e cultura. O evento contará com intérprete de Libras para garantir maior acessibilidade aos serviços oferecidos.

Criado em maio de 2023, o projeto já contabiliza mais de 70 mil atendimentos realizados nas 36 edições anteriores. A iniciativa integra o calendário permanente da DPDF e busca facilitar o acesso à Justiça e fortalecer a rede de proteção às mulheres, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade.

Podas e galhadas podem ser descartadas gratuitamente nos papa-entulhos

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Papa-entulhos recebem até um metro cúbico de galhadas e materiais de jardinagem por dia

Brasília, 28 de agosto de 2026 – Durante o período de seca, é comum que moradores do Distrito Federal realizem podas de árvores, plantas e limpeza de áreas verdes. Para evitar o descarte irregular dos resíduos, o DF conta com 28 papa-entulhos distribuídos por diferentes regiões administrativas.

Os equipamentos são destinados ao recebimento de resíduos de poda e galhadas gerados em pequenas intervenções realizadas pelos próprios moradores. Há unidades em Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Asa Sul, Águas Claras, Granja do Torto, Paranoá, Santa Maria, Recanto das Emas, Taguatinga, Planaltina, São Sebastião, Brazlândia, Guará, Gama, Ceilândia, Sobradinho II, Sobradinho e Núcleo Bandeirante.

Em regiões com grande quantidade de áreas verdes, como o Park Way, a demanda por serviços de poda é frequente. Apesar disso, ainda são registrados casos de resíduos de jardinagem deixados irregularmente em vias públicas.

Quando a poda é realizada por um profissional contratado, cabe ao prestador recolher o material e garantir sua destinação ambientalmente adequada. Os moradores devem, portanto, exigir que o serviço inclua a retirada dos resíduos.

Já quem realiza a poda por conta própria pode utilizar os papa-entulhos. Cada pessoa pode levar até um metro cúbico de resíduos de poda e galhadas por dia, quantidade equivalente à capacidade de uma caixa-d’água de mil litros.

Quando o volume ultrapassar esse limite, é necessário contratar um transportador de resíduos para realizar o descarte adequado na Unidade de Recebimento de Entulho (URE).

Os endereços dos papa-entulhos podem ser consultados no site do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU).

Ambulantes têm oportunidade de trabalho no Desfile Cívico Militar de 7 de Setembro

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Interessados devem solicitar licença eventual de trabalho conforme regras publicadas no DODF

Brasília, 28 de agosto de 2026 – Um edital publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta sexta-feira (28) disponibiliza 15 vagas para vendedores ambulantes que desejam trabalhar durante o Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro.

Os interessados em solicitar a licença eventual deverão comparecer das 9h às 17h ao auditório do Detran-DF, localizado no SAM, lote A, Bloco B, na Asa Norte. É necessário apresentar o documento pessoal original e uma cópia, além de comprovante de endereço em nome do ambulante ou declaração de residência.

As vagas são destinadas a barracas que serão instaladas no final do segundo quadrante da Esplanada dos Ministérios. Caso o número de inscritos ultrapasse a quantidade disponível, haverá sorteio por meio do aplicativo Sorteio Fácil, realizado imediatamente após o encerramento das inscrições.

A lista dos ambulantes selecionados será divulgada em 1º de setembro. As licenças deverão ser retiradas no dia 4 de setembro, no Edifício Anexo do Buriti, das 9h às 17h. Na ocasião, os contemplados também receberão orientações sobre as regras para atuação durante o evento.

Vendedores que trabalharem sem licença ou descumprirem as normas estabelecidas poderão ser multados. Além disso, quem infringir as regras do edital ficará impedido de participar dos três chamamentos públicos seguintes. Em caso de reincidência, o ambulante perderá o direito de participar de eventos.