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Fiscalização aborda mais de 600 veículos durante o fim de semana

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Equipes do Detran-DF retiraram 60 condutores alcoolizados das vias

Entre sexta-feira (25) e domingo (27), o Departamento de Trânsito (Detran-DF), em parceria com a Polícia Militar, abordou cerca de 608 veículos durante operações de fiscalização em Samambaia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Recanto das Emas, Santa Maria e Plano Piloto.

Ao todo, foram cinco ações – três pela operação Integrada 5º Mandamento, uma pela operação Caiso (Comitê de Áreas Integradas de Segurança Pública) e outra específica voltada para motociclistas. As ações tiveram como foco o combate à embriaguez ao volante e a promoção da segurança no trânsito.

Durante as abordagens, foram aplicados testes de etilômetro em todos os condutores. Do total, 36 estavam dirigindo sob a influência de álcool. Além disso, foram identificados 14 condutores inabilitados, sete com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida há mais de 30 dias, um dirigindo com a CNH suspensa ou cassada e outro com categoria de habilitação diferente da exigida.

As equipes também registraram 13 infrações por descarga livre, inoperante ou defeituosa; cinco por ausência ou ineficiência de equipamento obrigatório; três pelo uso de equipamento proibido, como estrobos; duas por alterações no sistema de iluminação; duas por sistema inoperante e 114 delitos diversos.

Destaques

Na sexta-feira, durante a operação 5º Mandamento, em Samambaia, um motorista se recusou a realizar o teste do bafômetro e, após ser informado da remoção do veículo, passou a agredir e ameaçar os agentes. O condutor tentou pegar uma faca dentro do carro, agrediu o guincheiro com um soco e atacou os policiais com socos, chutes e mordidas. Ele foi contido, encaminhado à 26ª Delegacia de Polícia e autuado por desacato, resistência e porte de arma branca.

“A fiscalização tem caráter tanto educativo quanto repressivo, e tem como principais objetivos garantir a segurança viária, coibir comportamentos de risco e proteger vidas no trânsito”

Bruno Baruque, diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran-DF

Na tarde de sábado, uma condutora foi flagrada ocultando a placa da motocicleta com um cartão de crédito. A ocorrência foi registrada na região da Granja do Torto, durante as ações de fiscalização do Capital Moto Week. Ela foi autuada com base no artigo 230, inciso VI, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que classifica como infração gravíssima conduzir veículo com a placa ilegível ou sem visibilidade adequada. A penalidade prevê multa, além da apreensão e remoção do veículo.

Também no sábado, ainda na Granja do Torto, um motociclista foi fechado por outro veículo e acabou colidindo com uma viatura do Detran-DF. Durante o atendimento, foi feito o teste do etilômetro, que acusou a presença de álcool no organismo do condutor. O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) foi acionado, e o motociclista passa bem. Ele foi autuado por alcoolemia.

“Estamos atentos”, afirma o diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran-DF, Bruno Baruque. “A fiscalização tem caráter tanto educativo quanto repressivo, e tem como principais objetivos garantir a segurança viária, coibir comportamentos de risco e proteger vidas no trânsito.”

Trechos 1 e 2 da Epig facilitarão acesso da EPTG ao centro de Brasília

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Com investimento de R$ 160 milhões, as obras incluem viadutos e corredores exclusivos de transporte público; um dos elevados do trecho 1 está em fase final e será liberado em breve

Com foco na priorização do transporte coletivo, a obra de reconstrução da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) avança em seis frentes para transformar a via em um moderno corredor viário, com pistas exclusivas para ônibus e veículos de passeio. Com investimento de R$ 160 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a intervenção promete beneficiar cerca de 30 mil motoristas por dia e reduzir em pelo menos 25 minutos o tempo de viagem dos usuários do transporte público.

Todas as frentes da obra na Epig estão em andamento. Nos próximos dias, será liberado um dos viadutos do trecho 1, que liga a EPTG à Epig, um dos principais acessos do corredor. Com a liberação do primeiro viaduto, será possível integrar o corredor exclusivo de ônibus para quem vem da Estrada Setor Policial Militar (ESPM). O trecho 2 também está adiantado: o viaduto foi finalizado e, neste momento, as equipes realizam os encaixes com o pavimento de concreto. Na sequência, começa a escavação para viabilizar a conexão entre a Octogonal, o Sudoeste e a Epig.

A divisão por trechos facilita o controle e a execução das obras de mobilidade na Epig. O trecho 1 tem início na intersecção da EPTG com a Epig, entre a DF-085 e a DF-011, nas imediações da Octogonal. Ele passa por baixo da passarela da Octogonal e termina próximo à entrada do Sudoeste. Já o trecho 2 começa na mesma região, entre a Octogonal e o Sudoeste, e segue até a altura do Parque da Cidade, passando pela Polícia Civil.

Parte dos viadutos, ambos fundamentais para a mobilidade da região, está praticamente concluída. Essas estruturas são essenciais para conectar a região oeste de Brasília ao centro da cidade. Atualmente, cerca de 110 mil veículos circulam diariamente pela Epig, em um trecho que ainda possui perfil rodoviário, mas que está sendo transformado em um corredor com características urbanas.

Na prática, segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, o grande benefício da obra será percebido pelos motoristas e, principalmente, por quem utiliza o transporte coletivo. “O corredor exclusivo de ônibus terá início no Sol Nascente e Hélio Prates, passando pela EPTG, onde o sistema já está em funcionamento, e seguirá até o Terminal da Asa Sul e o Eixo Monumental. O objetivo é reduzir significativamente o tempo de deslocamento dos usuários do transporte público”, afirma.

“A via, que antes contava com muitas interseções e semáforos, será totalmente transformada. A proposta é eliminar os semáforos, substituindo as travessias por passagens inferiores para pedestres, além de viadutos que farão a conexão entre o Sudoeste, a Epig, a EPTG e o Parque da Cidade. Tudo isso trará mais fluidez ao trânsito e maior eficiência ao sistema de transporte coletivo”, completa.

No primeiro viaduto, o fluxo de veículos se divide: parte segue em direção ao Setor Policial Sul e parte ao Plano Piloto. A estrutura contará com quatro faixas de rolamento, com três destinadas a veículos leves e uma exclusiva para o BRT. Sob o viaduto, haverá ainda duas faixas, uma em cada sentido, também reservadas ao BRT, que seguirá em direção ao Setor Policial.

O tráfego do BRT será contínuo: vindo da EPTG, os ônibus permanecerão à esquerda, na faixa exclusiva, e passarão por uma nova estação próxima à passarela da Octogonal, ponto de integração com ciclistas e pedestres. Depois, seguirão por baixo do viaduto em direção ao Setor Policial. No sentido contrário, para quem vem da ESPM em direção a Taguatinga, o BRT utilizará inicialmente a faixa da direita, passará sob o viaduto e, em seguida, se deslocará para a faixa da esquerda até acessar novamente a EPTG.

Por solicitação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foi construída uma grande rotatória no trecho entre o Sudoeste e a Octogonal. A medida buscou preservar a integração entre os modais, pedestres, ciclistas e usuários da ciclovia, para evitar uma separação física por meio de passagem subterrânea.

Para o motorista de ônibus Fernando Fialho, 53 anos, que atua na área há três décadas, as obras de mobilidade na Epig podem causar transtornos temporários, mas os resultados serão positivos

 

Além da rotatória, a obra inclui dois novos viadutos que trarão mais fluidez ao tráfego. Com eles, motoristas poderão acessar diretamente Octogonal e Sudoeste ou sair do bairro em direção ao Plano Piloto por meio de alças viárias.

Impacto

As mudanças promovidas pelo GDF trazem benefícios para toda a população, desde quem mora perto das obras ou dirige o próprio carro, até, principalmente, quem sai das regiões administrativas por meio do transporte público. É o que acontece com a estudante Kailane Souza, 21 anos, moradora de Samambaia. Ela anda de ônibus todos os dias e vê com bons olhos a criação de faixas exclusivas para o transporte coletivo. “Acho uma boa ideia, principalmente na hora de ir embora, porque tem muito trânsito. Isso faz muita diferença pra quem pega ônibus”, avaliou.
Para o motorista de ônibus Fernando Fialho, 53 anos, que atua na área há três décadas, as obras de mobilidade na Epig podem causar transtornos temporários, mas os resultados serão positivos no futuro. “A população cresce a cada dia, a demanda aumenta, então essas obras são necessárias, mesmo sendo desconfortáveis agora”, destaca.Segundo ele, os passageiros reconhecem os benefícios dos corredores exclusivos. “Eles comentam que o tempo de viagem diminui. Quem inventou esse corredor está de parabéns, é uma verdadeira chave na mão. A mobilidade evolui muito. Ajuda bastante, é benéfico para todo mundo.” Como motorista, Fernando também confirma que os corredores realmente reduzem o tempo de deslocamento entre os pontos da cidade.

Motta mantém 20 pedidos de impeachment de Lula sem pautar na Câmara

Presidente da Câmara dos Deputados descarta andamento de processos contra o presidente Lula, seu aliado

Da Redação

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), está segurando 20 pedidos de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sem previsão de colocá-los em pauta. Eleito em 1º de fevereiro de 2025 com 444 votos, Motta, o mais jovem presidente da história da Casa aos 35 anos, tem adotado uma postura de cautela, o que mostra seu alinhamento com Lula e o ministro Alexandre de Moraes, as duas principais autoridades do país.

Motta afirma que não pretende dar seguimento aos pedidos de impeachment, argumentando que tais processos gerariam “instabilidade e traumas” ao Brasil. “O presidente Lula foi legitimamente eleito pelo povo e está respaldado para governar”, declarou, destacando que a análise dos pedidos ocorre, mas a prioridade é evitar supostos conflitos entre os Poderes.

Entre os motivos citados nos pedidos estão supostas irregularidades no programa Pé-de-Meia, classificadas pela oposição como “pedalada fiscal”, e desvios no INSS. A posição de Motta tem gerado críticas tanto de aliados de Lula, que questionam sua confiabilidade em acordos, quanto da oposição, que cobra maior firmeza contra o governo.

Há poucas semanas, a relação com o Planalto foi tensionada após Motta pautar a derrubada de um decreto presidencial que aumentava o IOF, decisão vista como uma derrota para Lula. Mas, depois de liberação de emendas parlamentares, a relação normalizou.

Até o momento, não há indícios de que Motta alterará sua postura de manter os pedidos arquivados.

Sertão Sebastião celebra a diversidade com programação gratuita

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5º Encontro de Culturas Tradicionais de São Sebastião promove dois dias de festa com shows e apresentações artísticas; entrada franca

Conhecida por sua efervescência artística, São Sebastião recebe, nos dias 1 e 2 de agosto, a 5ª edição do Encontro de Culturas Tradicionais – Sertão Sebastião. Com entrada franca, o evento ocorre no Residencial do Bosque, ao lado do Parque Ecológico. Serão dois dias de imersão cultural nas raízes e tradições, com música, danças e manifestações que celebram a força e a identidade dessa cidade, erguida com trabalho, fé e arte.

A programação do Encontro de Culturas Tradicionais – Sertão Sebastião é um convite à diversidade. Na sexta-feira, a festa começa com os acordes nostálgicos de Amigos da Viola, passa pela energia contagiante das Quadrilhas Juninas, pelo sertanejo de artistas como Dennys e Paulo, e chega até as mixagens do DJ Lucas Durães.

No sábado, o destaque é a apresentação da Folia de Reis – Saudade do Interior, o show de Railson e Gabriel, além do forró pé de serra dos Cangaceiros do Cerrado. O evento também contará com exposições artísticas, feira de artesanato e praça de alimentação com comidas típicas.

O 5º Encontro de Culturas Tradicionais é realizado pela Biblioteca do Bosque, com recurso do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

“O Sertão Sebastião é um encontro para todas as gerações. Neste encontro, reafirmamos a identidade da nossa cidade e celebramos a herança cultural, ao mesmo tempo que trazemos um espaço de valorização para artistas locais e grupos folclóricos que mantêm viva a chama da nossa história”, explica Sebastião José Borges, idealizador do encontro e coordenador da Biblioteca do Bosque.

Sobre a cidade: A história de São Sebastião antecede a construção de Brasília. Antes das superquadras e do concreto, a região abrigava as fazendas Taboquinha, Papuda e Cachoeirinha, desapropriadas em 1957 para dar lugar à nova Capital. O barro dali moldou tijolos e telhas para erguer Brasília, mas também moldou uma comunidade resistente, que transformou as antigas olarias no berço da Agrovila São Sebastião. Hoje, com 33 anos e mais de 115 mil habitantes, a cidade é um mosaico cultural vibrante no Distrito Federal.

Sobre a Biblioteca: Criado há mais de 18 anos por Dilma Mendes, o Instituto Biblioteca do Bosque – IBB é um espaço sociocultural que promove diversas atividades em benefício da comunidade e da cultura local. Entre os destaques, estão a FLIB, Feira Literária para incentivar a leitura e a produção autoral de artistas da cidade, os Festejos da Biblioteca do Bosque, além de bazares beneficentes periódicos.

SERVIÇO:
5º Encontro de Culturas Tradicionais – Sertão Sebastião
Quando: 01 e 02 de agosto. Sexta-feira, a partir das 20h, e sábado, a partir das 19h.
Onde: Avenida Comercial do Bosque, ao lado do Parque Ecológico do Bosque – São Sebastião
Quanto: entrada gratuita

PROGRAMAÇÃO 

SEXTA – FEIRA 

20:00h – AMIGOS DA VIOLA

21:00h – QUADRILHA JUNINA

21:30h – QUADRILHA JUNINA

22:00h – BANDADKWD

23:00h – DJ LUCAS DURÃES

00:00h – DENNYS E PAULO

01:30h – ENCERRAMENTO

SÁBADO 

19:00h – FOLIA DE REIS

20:00h – DAN SOUSA

21:00h – QUADRILHA JUNINA

21:30h – QUADRILHA JUNINA

22:00h – CANGAÇEIROS DO CERRADO

23:00 – SIDERON E BANDA

00:00 – RAILSON E GABRIEL

01:30 – ENCERRAMENTO

Agências do trabalhador têm vagas com salários de mais de R$ 4 mil

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São 413 oportunidades, que contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência

As agências do trabalhador do Distrito Federal abrem a semana, nesta segunda-feira (28), com 413 vagas disponíveis para quem procura um emprego. Há posições para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 4 mil.

O posto que oferece a maior remuneração é o de balanceiro, em Planaltina. Há uma vaga aberta e os candidatos precisam ter ensino superior completo em administração e experiência prévia na área.

Outros dois cargos destacam-se pela quantidade de oportunidades ofertadas, com 30, cada: servente de obras, em Planaltina, e vendedor pracista, no Núcleo Bandeirante. O primeiro exige que os candidatos tenham iniciado o Ensino Fundamental, mas dispensa experiência. O salário é de R$ 1.639,44. Já o segundo, que cobra ensino médio completo e experiência prévia, tem salário de R$ 1.518.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 15 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Coluna do Fluminense | Teatro de horrores

Por Raimundo Ribeiro

Depois de 3 derrotas (merecidas), o Fluminense visitou o São Paulo.

Pela escalação inexplicável, já era possível vislumbrar que o time entraria em campo para perder de pouco ou, contando com a imprevisibilidade do futebol, conseguir um empate.

A escalação: a avenida Guga, Tiago Silva, Manoel e Freytes (?); Bernal, Martinelli e Lima; Canobio, Everaldo e JK.

Guga que não sabe marcar, e Freytes (?) nas laterais, isto é não tínhamos marcação nem apoio pelas laterais do campo;

No meio um brucutu que marca mal (Bernal), e 2 meias que erram passes mais que acertam;

E supostamente um ataque com Canobio (mero secretário deficiente de lateral), JK(perdido em campo), e Everaldo que sequer conhece fundamentos básicos de atacante.

Resultado: o São Paulo fez 1×0 numa jogada pela avenida da nossa lateral esquerda, cruzamento na área e levamos mais um gol de bola aérea.

Além disso, Fábio defendeu um pênalti.

Portanto, como nada fizemos, saímos no lucro.

Voltamos para o segundo tempo com 4 alterações: Manoel/Samuel Xavier, Martinelli/Hercules, Canobio/Soteldo, e JK/Serna, o que mostra claramente que o treinador está totalmente perdido, sem nenhum plano tático.

Nos primeiros 5 minutos ocupamos o campo ofensivo, mas sem nenhuma objetividade.
O São Paulo voltou para o ataque e fez um belo gol, que o VAR anulou porque a bola tocou no braço do atacante.

Após isso, o São Paulo fez outro gol de cabeça (mais um) em flagrante impedimento que o Var pressionado pela equipe de transmissão da globolixo não teve coragem de apontar a irregularidade.

Com 2×0 contra, o treinador tira Lima para entrada de Ganso.

O Fluminense não é uma equipe, mas um bando de jogadores que não sabe o que fazer em campo.
Jogadores que não sabem se posicionar em campo, chegando sempre atrasado na marcação, sem nenhuma jogada ensaiada, nem ofensiva nem defensiva.

Apesar disso, numa falha escandalosa da defesa do São Paulo, Samuel Xavier diminuiu.
Desorganizadamente o time continuava atacando, mas sem criar qualquer oportunidade.
Aos 45 minutos Guga perde a bola pela milésima vez, e o São Paulo faz 3×1.

Enfim, o Fluminense não tem padrão tático, os jogadores tiram a velocidade das jogadas quando carregam a bola ao invés de tocar de primeira, não sabem se posicionar para marcar nem para receber no ataque, não tem jogadas ensaiadas, não existe compromisso com a vitória, e o treinador está flagrantemente perdido num sinal evidente de tempos sombrios chegando.

Em todos os jogos levamos gols em bola aérea (o treinador não vê isso?), Guga é um marcador invisível (o treinador não vê isso), a marcação é deficiente, não existe transição entre defesa-meio campo-ataque, e aliado a tudo isso, erros de passe em profusão além da passividade de todos (diretoria, treinador e jogadores).

Enfim, parece que todos chegam no estádio, e quem chega primeiro pega a camisa e entra em campo.

Desempenho e resultados que envergonham a história, a camisa e a torcida do Fluminense.
E os culpados são os jogadores, a comissão técnica e a diretoria na ordem inversa.

Na próxima quarta feira, as 21:30 horas visitaremos o Internacional pela copa do Brasil, e espero que Santo João Paulo II nos proteja.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Projeto Golfinho completa 25 anos com mais de 8 mil crianças atendidas

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Iniciativa da Caesb oferece esporte, educação e alimentação a jovens em vulnerabilidade

Brasília, 27 de julho de 2025 — Prestes a completar 25 anos de atuação, o Projeto Golfinho, mantido pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), já beneficiou 8.343 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Com núcleos em Ceilândia e no Itapoã, a ação alia prática esportiva, educação ambiental e reforço pedagógico a crianças de 6 a 14 anos, que participam das atividades no contraturno escolar.

Manoel Lucas destaca o lado social do Projeto Golfinho: “Muitas crianças têm a primeira, às vezes a única, refeição aqui” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Financiado integralmente pela Caesb, o projeto é custeado com parte das multas e infrações aplicadas pela companhia. Nos últimos nove anos, o investimento total chegou a aproximadamente R$ 13 milhões. Os participantes recebem uniforme completo, alimentação, transporte, material pedagógico e esportivo. Desde sua criação, em 28 de setembro de 2001, a iniciativa já atendeu jovens da Estrutural, Guará, Recanto das Emas, Samambaia, Ceilândia e Itapoã.

“O objetivo é reforçar a educação ambiental, parte central da missão da Caesb, e promover a prática esportiva, com ênfase na natação. Mas também incluímos futebol, vôlei e jogos cooperativos”, explica Manoel Lucas, coordenador de Responsabilidade Social da empresa. “Além disso, oferecemos uma alimentação reforçada, muitas vezes a única refeição completa do dia para alguns alunos.”

Atualmente com 366 estudantes matriculados, o projeto promove, ao longo do ano, passeios pedagógicos e palestras sobre temas como uso de drogas, bullying, abuso sexual, alienação parental e gravidez na adolescência. As ações também incluem celebrações trimestrais de aniversariantes e o tradicional Natal Solidário, no qual cartas dos alunos ao Papai Noel são adotadas por empregados da Caesb. Os presentes, geralmente brinquedos, material escolar ou equipamentos de lazer, são entregues a todos os participantes.

Emanuelly Bento da Silva ganhou três barrinhas de cereal e dois lápis no bingo

Durante o recesso escolar de julho, o projeto se transforma em uma colônia de férias, com festas juninas, brincadeiras e dias temáticos. “É muito legal. Agora sei nadar melhor e aqui tem várias brincadeiras e aulas”, conta Emanuelly Bento, 9 anos, que participa desde 2022. Já Dennys Moreira, 10, afirma: “Aprendi coisas ambientais e a nadar. Mostraram que não se deve jogar lixo na rua, senão entope os esgotos.”

Crianças entre 6 e 13 anos, moradoras de Ceilândia, Sol Nascente e Itapoã, e matriculadas em escolas públicas parceiras podem ingressar no projeto. Após os 14 anos, os jovens são incentivados a participar do programa Empregado Aprendiz da Caesb, fortalecendo o vínculo com a cidadania e o mundo do trabalho.

CIL celebra 50 anos com mais de 350 mil alunos formados no DF

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Rede pública de idiomas muda vidas e abre portas profissionais e culturais

Brasília, 27 de julho de 2025 – Há cinco décadas, o Centro Interescolar de Línguas (CIL) tem desempenhado um papel essencial na formação de milhares de estudantes da rede pública do Distrito Federal. Com 17 unidades em 14 regionais de ensino, o programa oferece ensino gratuito de inglês, espanhol, francês, japonês e, exclusivamente no CIL 01 de Brasília, alemão. Desde 2019, mais de 350 mil estudantes participaram das aulas, segundo dados do Censo Escolar.

De 2019 a 2025, mais de 350 mil estudantes passaram pelas salas dos CILs, de acordo com o Censo Escolar | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) também acompanha o crescimento da iniciativa. De 2019 a 2025, foram aplicados R$ 1,37 milhão em serviços de manutenção predial para garantir a estrutura física das unidades. Atualmente, os CILs contam com 829 professores que promovem não só o domínio gramatical das línguas, mas também uma formação voltada à comunicação, inclusão e cidadania.

O impacto do projeto é refletido em histórias como a de Fernando da Veiga Feitoza, de 52 anos, ex-aluno do CIL da Asa Sul. Ele atribui ao curso de inglês a base para sua trajetória profissional em multinacionais. Já Clara Marinho, de 26 anos, encontrou no CIL um espaço inclusivo, com provas adaptadas e apoio da Sala de Recursos. Com deficiência motora, ela concluiu o inglês, está finalizando espanhol e já cursou Letras – Português.

A jovem Emilly de Britto Dutra, de 19 anos, é outro exemplo de transformação. Após estudar inglês e espanhol no CIL 2 da Asa Norte, hoje cursa francês na Aliança Francesa com bolsa da Secretaria de Educação. “Aprender línguas abriu portas para projetos acadêmicos e sociais. Foi uma mudança de vida”, afirma.

Para Rosana Correia, gerente da Gerência de Educação Ambiental, Língua Estrangeira, Memórias e Arte-Educação (Geapla), o CIL é uma política pública de alto impacto. “Ao dominar outro idioma, o estudante acessa culturas, amplia oportunidades e transforma sua realidade”, destaca.

Dia do Motociclista é comemorado com alerta para as regras de segurança

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Apesar da redução nas vias urbanas, acidentes fatais com motos crescem 85% nas rodovias federais

Brasília, 27 de julho de 2025 – Em alusão ao Dia Nacional e Internacional do Motociclista, celebrado neste domingo (27), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) promove uma série de ações educativas e de fiscalização com foco na segurança dos condutores de motocicletas. Embora tenha sido registrada uma redução de 15% nas mortes em vias urbanas no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2024, os dados acendem um alerta: houve aumento de 7% nos óbitos em rodovias distritais e alarmantes 85% nas rodovias federais que cortam o DF.

Segundo o Detran-DF, de janeiro a junho de 2025, foram registradas 59 mortes em acidentes com motos, contra 54 no mesmo período do ano anterior. A maioria das vítimas era o próprio condutor (88%). Entre os 59 mortos, 47 eram homens e 12, mulheres. O perfil mais frequente das vítimas envolve pessoas de até 39 anos, que representaram 62,7% dos casos.

Os dados também revelam que 27,5% dos motociclistas envolvidos em sinistros fatais não tinham habilitação para conduzir motos. As causas mais recorrentes incluem perda de controle da direção, direção muito próxima a outros veículos, excesso de velocidade e consumo de álcool.

“A estabilidade das motos é muito frágil e, por isso, pilotar exige responsabilidade redobrada. Os números mostram que ainda há muito a ser feito em termos de conscientização. Nosso foco é salvar vidas com prevenção e fiscalização”, afirmou o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini.

Entre as ações promovidas pela autarquia estão a participação na Conferência Nacional de Segurança no Trânsito, pit stops educativos, intervenções artísticas e distribuição de materiais informativos. Durante a Semana Nacional de Prevenção de Sinistros com Motociclistas, haverá programação especial em eventos como o Festival Brasília Sobre Rodas e o Capital Moto Week.

As iniciativas contam com a parceria de órgãos como a Senatran, Abraciclo, Polícia Militar, PRF, Corpo de Bombeiros, Samu e entidades da sociedade civil.

Guardião Rural do Distrito Federal reduz criminalidade no campo

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Com atuação em 21 regiões administrativas, programa da Polícia Militar cobre 67,5% do DF e 98% das divisas; modelo de segurança comunitária tem reconhecimento nacional

O programa Guardião Rural, da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), encerrou o primeiro semestre de 2025 com mais de 1,6 mil propriedades cadastradas em 21 regiões administrativas. A iniciativa já cobre 67,5% do território do DF e 98% das divisas. Voltada à segurança comunitária, a ação busca fortalecer a presença da PM nas áreas rurais e promover sensação de bem-estar e proteção no campo, por meio do contato direto com a população e do uso de tecnologia.

Operado por equipes especializadas do Batalhão Rural, o programa é dividido em três companhias. A 1ª Companhia cobre a área oeste, que inclui Ceilândia, Brazlândia e Samambaia. A 2ª Companhia atua na região leste, que abrange Planaltina, Sobradinho, Fercal, Paranoá e PAD-DF. Já a 3ª Companhia é responsável pelas regiões ao sul, como Gama, Santa Maria, São Sebastião, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Park Way e Jardim Botânico.

O programa foi implantado no DF em 2018, com apenas 30 propriedades cadastradas. Desde então, cresceu significativamente. “A presença da placa do Guardião Rural na porteira de uma propriedade tem forte efeito inibitório e já afasta muita tentativa de furto ou invasão”, destacou o tenente Flávio Hermógenes, que atua na companhia Oeste. Embora furtos de animais e materiais, como cabos de usinas fotovoltaicas, ainda ocorram, os índices criminais nas áreas atendidas caíram significativamente.

O sucesso do programa atraiu o interesse de outras corporações. Em maio de 2025, representantes da PMDF foram convidados para apresentar o programa à Polícia Militar do Tocantins. Já foram recebidas delegações do Espírito Santo e da Bahia, interessadas em replicar o modelo.

Para o produtor rural Marcos Boechat, participar do programa Guardião Rural proporciona uma sensação muito grande de segurança. O processo de cadastro, realizado há cerca de dois anos e meio, segundo ele, foi simples e bastante completo. “Além da propriedade, cadastramos também os veículos e os funcionários. Isso é importante porque, às vezes, você pode acabar descobrindo alguma coisa com um funcionário que nem sabia. Então foi bem interessante. Fizemos tudo com a documentação certa e, graças a Deus, deu tudo certo”, conta.

A relação com a Polícia Militar, diz Boechat, é próxima e frequente. Ele destaca ainda que o programa oferece diversos canais de comunicação. “Tem telefone, WhatsApp por região e até grupos onde circulam informações importantes, como alertas de roubo, veículos abandonados. Às vezes a gente está aqui na roça e não sabe o que está acontecendo ali na frente, então essas mensagens ajudam muito. Já teve caso de carro abandonado, por exemplo, que eles identificaram rápido como sendo fruto de furto e logo tomaram as providências.”

O produtor rural Marcos Boechat participa do programa: “Fizemos tudo com a documentação certa e, graças a Deus, deu tudo certo”

Cadastro

Para ser cadastrada no programa Guardião Rural, a propriedade deve atender a uma série de critérios. É necessário que esteja localizada em área rural, tenha no mínimo dois hectares, apresente documentação que comprove a posse ou propriedade e não possua irregularidades fundiárias. Também é preciso garantir condições mínimas de segurança, como cercas conservadas, controle de acesso, iluminação, câmeras e até cães de guarda. Esses requisitos são avaliados por meio de um questionário técnico, seguido de uma visita da equipe do programa, que orienta o morador sobre as adequações necessárias.

O cadastramento inclui o georreferenciamento da entrada e da sede da propriedade, uma vez que a comunicação em áreas rurais costuma ser limitada. Segundo o tenente Hermógenes, esse mapeamento é essencial para agilizar o atendimento em caso de emergência, já que muitas vezes os moradores indicam a localização com referências vagas, como “depois do pé de manga e dois mata-burros”. Além da localização, são registrados dados sobre os moradores, trabalhadores, veículos, maquinários, gado, animais de estimação e outros bens de valor econômico ou afetivo.

Todos os moradores e colaboradores têm os antecedentes criminais verificados. O tenente explicou que, em muitos casos, os próprios produtores acabam contratando trabalhadores de boa fé, sem saber que são foragidos da justiça. Somente em 2024, o Batalhão Rural cumpriu 42 mandados de prisão com apoio do Guardião Rural, e 15 deles dentro de propriedades cadastradas.

As propriedades aprovadas recebem uma placa de identificação, que é fixada na entrada. A partir daí, passam a ser incluídas nas rotas regulares de patrulhamento da PM. As visitas podem ser preventivas, quando a viatura apenas circula e sinaliza presença, ou comunitárias, com entrada na propriedade para conversar com os moradores. Nessas visitas, muitas vezes os policiais recebem informações relevantes que são encaminhadas ao setor de inteligência da corporação e, eventualmente, ao grupo tático rural.