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Plano de Segurança Hídrica do Distrito Federal tem consulta pública aberta

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O período para o envio de sugestões terá início nesta quarta-feira (21) e seguirá até as 18h do dia 11 de junho

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) abriu a Consulta Pública nº 002/2025 para reunir contribuições da sociedade civil, usuários de recursos hídricos e demais agentes interessados para a atualização do Plano de Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos do Distrito Federal (PGIRH/DF), especificamente no que se refere ao Plano de Segurança Hídrica.

O período para o envio de sugestões terá início nesta quarta-feira (21) e seguirá até as 18h do dia 11 de junho. Os documentos que integram esta etapa da consulta estarão disponíveis no site oficial da Adasa, na seção “Audiências e Consultas Públicas”.

As contribuições poderão ser encaminhadas por e-mail para CP-002-2025@adasa.df.gov.br ou por correspondência física ao Protocolo Geral da Adasa, (Setor Ferroviário, Parque Ferroviário de Brasília, Estação Rodoferroviária, Térreo, Ala Norte, CEP 70631-900, Brasília-DF).

A iniciativa visa ampliar o diálogo com a população e os setores técnicos, garantindo mais participação social na construção de um plano que assegure a disponibilidade hídrica do DF em médio e longo prazos. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3961-4900 ou no portal da Adasa.

DF amplia projeto com IA para prevenir incêndios no Cerrado

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Nova fase do programa SemFogo-DF instalará pontos de monitoramento em áreas estratégicas e investirá mais de R$ 2 milhões em tecnologia ambiental

Com o objetivo de reforçar e expandir a prevenção de incêndios florestais no Distrito Federal, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) lançou o projeto SemFogo-DF II, segunda fase de uma iniciativa que será ampliada com novos pontos de monitoramento e o uso intensificado de tecnologias como inteligência artificial e visão computacional. A expansão prevê a instalação de equipamentos em três regiões estratégicas do Cerrado brasiliense: a Estação Ecológica Águas Emendadas, o Jardim Botânico de Brasília e a Torre do Shopping JK.

A seleção da organização responsável pela execução será feita por meio do Edital de Chamamento Público nº 01/2025, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de segunda-feira (19), com orçamento previsto de R$ 2.021.676,40. Poderão participar organizações da sociedade civil (OSCs) brasileiras, sem fins lucrativos, com pelo menos três anos de constituição comprovada e atuação estatutária nas áreas de meio ambiente e recursos hídricos. O prazo para envio das propostas é de 30 dias, e o edital está disponível na área do Funam no site da Sema.

“Nós temos trabalhado com todas as ferramentas disponíveis para prevenir incêndios em nosso Cerrado e a tecnologia é uma importante aliada para identificarmos e combatermos rapidamente focos de incêndio, principalmente, em áreas sensíveis de preservação ambiental, que merecem toda a nossa atenção. Nosso intuito é proteger o meio ambiente e as pessoas que vivem próximas a esses locais”, afirma a vice-governadora Celina Leão.

Para o secretário do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes, a adoção de tecnologias inteligentes marca uma nova etapa no enfrentamento da crise climática: “Com o SemFogo-DF II, unimos inovação e compromisso ambiental. Monitorar incêndios em tempo real significa agir com rapidez, proteger vidas, biodiversidade e garantir o futuro do nosso Cerrado”.

O SemFogo-DF II está alinhado aos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da Agenda 2030

 

O projeto é articulado com o Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia) e está alinhado aos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da Agenda 2030, reforçando a integração entre ciência, gestão pública e preservação ambiental. Além da instalação dos novos pontos, a torre de monitoramento já existente na Torre de TV Digital, implantada em 2022 com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAPDF), seguirá em operação.

A tecnologia envolvida no SemFogo-DF II permitirá a detecção precoce de incêndios por meio de câmeras de alta precisão e softwares de análise de imagem, proporcionando resposta imediata das equipes de combate. Com a automatização do processo de alerta, espera-se uma significativa redução das áreas atingidas pelo fogo e dos danos à fauna, à flora e às comunidades locais.

O edital também estimula parcerias entre OSCs por meio de atuação em rede, desde que as ações estejam formalmente previstas no Termo de Atuação em Rede. Além disso, as propostas deverão incluir contrapartidas não financeiras, variando entre 10% e 20% do valor total previsto para a execução do projeto.

O DESAFIO DE TRANSFORMAR PESQUISA EM POLITICAS PUBLICAS EFICAZES

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POR IVAN RIBEIRO

Num país onde os desafios sociais, econômicos e estruturais se acumulam, a formulação de políticas públicas eficazes se torna não apenas uma necessidade, mas um imperativo. O Brasil, embora tenha criado e desenvolvido centros de pesquisa altamente qualificados, ainda enfrenta obstáculos significativos na transformação do conhecimento científico em soluções concretas para a sociedade.

Nesse contexto, o trabalho do Centro de Estudos da Ordem Econômica (CEOE), vinculado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), desponta como um exemplo de como a academia pode – e deve – atuar de forma estratégica na construção de políticas públicas baseadas em evidências, superando entraves históricos e culturais. Entre suas principais frentes de atuação estão os estudos em economia da saúde e avaliação de impacto de doenças crônicas, regulação e concorrência em serviços essenciais como saneamento, jurimetria para entender o impacto de decisões judiciais sobre políticas públicas, e análise de modelos de governança e parcerias público-privadas.

Um dos principais gargalos do investimento público em políticas eficazes está justamente na desconexão entre produção acadêmica e aplicação prática. Embora o Brasil ocupe a 24ª posição mundial em número de registros de patentes e a 15ª em capital investido em pesquisa e desenvolvimento (P&D), a eficiência desses investimentos conta uma história bem diferente. Quando se analisa o retorno efetivo em inovação, o país despenca para a 45ª posição no ranking global. É um sinal claro de que, apesar dos esforços e recursos mobilizados, o retorno social e econômico das políticas de incentivo à inovação ainda é insatisfatório.

Esse cenário é agravado por uma certa resistência à aproximação entre instituições acadêmicas, setor empresarial e sociedade, como se essa colaboração fosse algo ilegítimo ou contrário ao espírito público da universidade. No entanto, é justamente essa barreira cultural que precisa ser superada. Para que os investimentos em P&D deixem de ser apenas números em planilhas e passem a gerar impacto real na vida das pessoas, é fundamental que as pesquisas desenvolvidas no ambiente universitário estejam conectadas com as demandas da sociedade e com as possibilidades de aplicação prática.

Nesse contexto, o papel do Direito nas políticas públicas é central e estratégico. Não se trata apenas de criar normas, mas de construir marcos legais e estruturas de governança que garantam direitos fundamentais, estabeleçam parâmetros claros para a atuação do Estado e assegurem transparência, eficiência e justiça na aplicação dos recursos públicos. A efetivação das políticas públicas depende, em grande parte, de um ambiente jurídico sólido, que permita o planejamento de longo prazo, reduza incertezas institucionais e garanta segurança jurídica para parcerias, contratos, regulações e investimentos.

O Direito, portanto, é um instrumento de mediação entre os interesses sociais e a ação estatal — e seu uso qualificado é essencial para que políticas públicas saiam do papel e se tornem realidade. Outro avanço importante é o de insistir na simplificação de procedimentos e regulações que historicamente limitam a cooperação entre universidade pública e setor produtivo.

Neste sentido, a regulação por meio de decreto do Marco da Inovação abriu a possibilidade de encomendas diretas de projetos tecnológicos por parte dos ministérios às universidades, promovendo maior segurança jurídica e eficácia na condução de projetos de inovação, e prometendo forte redução na burocracia. Esse marco, entretanto, carece ainda de maior detalhamento e da consolidação de entendimentos jurídicos que possam trazer confiança entre as partes e que garantam, sobretudo, as prerrogativas de pesquisadores e docentes.

O trabalho do CEOE representa uma resposta prática a essa contradição brasileira: temos conhecimento e recursos, mas carecemos de um modelo de governança que valorize a aplicação desses ativos em benefício do bem comum. Ao propor uma atuação conectada com a realidade, comprometida com a inovação e aberta ao diálogo entre setores, o centro demonstra que a universidade pública pode – e deve – liderar transformações de impacto.

As necessidades atuais do país em políticas públicas são numerosas e urgentes. O aumento das desigualdades sociais, os desafios no acesso à saúde, à educação de qualidade, à segurança pública e à moradia digna continuam a exigir ações coordenadas, planejadas e sustentáveis. O envelhecimento da população brasileira, por exemplo, exige políticas específicas para saúde preventiva, atenção básica e inclusão produtiva. Ao mesmo tempo, o crescimento de doenças crônicas e o avanço de epidemias regionais pressionam o sistema de saúde e evidenciam a importância da gestão eficiente dos recursos públicos.

No campo econômico, o Brasil precisa de políticas públicas que estimulem a inovação, a geração de empregos qualificados e o fortalecimento da economia verde. O país possui enorme potencial em bioeconomia, energias renováveis e tecnologias sociais, mas carece de mecanismos que conectem a produção científica às demandas do mercado e da sociedade. Além disso, as transformações no mundo do trabalho, impulsionadas pela digitalização e pela inteligência artificial, exigem políticas de requalificação profissional e educação tecnológica que dialoguem com o futuro.

É urgente que as pesquisas realizadas dentro das universidades brasileiras se traduzam em progresso social, sem descurar de seu papel no avanço da pesquisa básica. Caso contrário, mesmo com altos investimentos em ciência e tecnologia, o Brasil não conseguirá assumir uma posição de liderança em inovação. Para avançar, é preciso romper com a visão de que a academia deve se manter isolada do setor produtivo e da sociedade como um todo. O futuro das políticas públicas, da inovação e do próprio desenvolvimento nacional depende dessa conexão estratégica.

Ivan Ribeiro é coordenador e pesquisador principal do Centro de Estudos da Ordem Econômica (CEOE)e Fellow da Society dor Empirical Legal Studies (SELS). Professor de Direito e Políticas Públicas da Universidade Federal de São Paulo, Campus Osasco,

A ameaça silenciosa dos precatórios

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POR LUCIANA GOUVÊA

Há menos de 15 dias foi apresentado o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2026, sinalizando uma revisão de gastos para viabilizar a governabilidade, mas omitindo solução para a conta da retomada integral do pagamento dos precatórios acumulados da União. Essa ausência de previsão orçamentária para uma obrigação bilionária representa um grave risco de colapso financeiro para os próximos anos.

O Brasil se depara com um cenário fiscal desafiador, porque expira em 2026 o teto temporário para o pagamento dos precatórios estabelecido pela Emenda Constitucional 114, responsável por viabilizar gastos sociais e investimentos durante e após a pandemia.

A estratégia de limitar os pagamentos não eliminou a dívida, apenas postergou o problema, que chegará a 2027 inflacionado por juros e correção monetária, exigindo solução urgente para as contas públicas.

Segundo projeções econômicas, os precatórios poderão consumir mais de R$ 200 bilhões em 2027, valor que supera todos os investimentos públicos programados para aquele ano, possivelmente ocasionando a insuficiência de recursos para áreas essenciais saúde e educação, ou para pagamento das famosas “emendas parlamentares”.

Ora, os precatórios são ordens de pagamento de alguma quantia devida pelo governo federal, governos estaduais, ou municipais, após condenação definitiva no Judiciário, portanto, são dívidas da Fazenda Pública para com cidadãos ou empresas. Trata-se de uma solução politicamente questionável, já que o cidadão deve quitar suas dívidas prontamente sob pena de sofrer verdadeiro confisco, enquanto o governo tem o benefício de postergar indefinidamente o pagamento devido.

Vale lembrar, o cidadão que vai passar décadas pagando custas judiciais e advogados para obter justiça, ainda vai enfrentar a postergação do pagamento quando o devedor é o governo – através do sistema de precatórios. Essa prática favorece indevidamente o ente governamental em detrimento dos direitos e da justa indenização devida aos cidadãos.

Ao contrário disso, por exemplo, quando o governo federal dos EUA sofre uma condenação judicial, o pagamento ao cidadão ocorre, geralmente via cheque ou transferência eletrônica, após a aprovação e alocação dos fundos necessários coordenada pelo Departamento de Justiça, Departamento do Tesouro e pelo Fundo de Sentenças, podendo levar cerca de 2 semanas após a submissão completa da documentação e, em alguns casos, ultrapassando 12 meses até o efetivo recebimento da indenização.

De longa data, organizações da sociedade civil vêm cobrando uma solução definitiva para o problema, mas discutem alternativas como a emissão de títulos especiais ou o uso de receitas extraordinárias para o pagamento dos precatórios, sem levar em conta que o futuro dos precatórios no Brasil depende de reformas estruturais garantidoras de transparência e efetividade no cumprimento do pagamento dessas dívidas, inclusive, possibilitando o pagamento direto e rápido devido.

Com a apresentação do PLDO-2026, especialistas alertam para o risco de paralisação da máquina pública a partir de 2027, caso os precatórios sejam integralmente contabilizados como despesa primária obrigatória.

Essa medida reacende o temor de um Estado inadimplente, incapaz de honrar decisões judiciais definitivas, minando a esperança de justa Justiça dos brasileiros, em detrimento das políticas predatórias em favor de uma minoria governante.

LUCIANA GOUVÊA – Advogada Especialista em Proteção Legal Patrimonial e Proteção Ética e Legal Empresarial, informação e entrega de direitos. Especialista na área de inovação e tecnologias – GOUVÊA ADVOGADOS ASSOCIADOS

BRB convoca mais 50 analistas de TI para reforçar time de tecnologia

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Lista com os nomes dos convocados será publicada no DODF desta quarta (21); cargo tem jornada de 30 horas semanais e salário de R$ 10.678,42

O BRB convoca mais 50 profissionais aprovados no concurso para Analista de Tecnologia da Informação. A lista com os nomes dos convocados será publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (21).

A iniciativa reforça o compromisso do banco com a transformação digital e a inovação. Desde 2019, o BRB já contratou mais de 1.200 novos empregados por meio de seis concursos públicos, como parte de seu planejamento estratégico de crescimento e modernização.

Com jornada de 30 horas semanais e salário de R$ 10.678,42, os analistas de TI têm papel essencial no desenvolvimento, manutenção e segurança dos sistemas e soluções tecnológicas do Banco. Entre suas atribuições, estão o suporte às áreas internas e clientes, a avaliação e implantação de novas tecnologias, além da coordenação de projetos que garantem a eficiência e a inovação dos serviços prestados.

“O BRB vive um momento de consolidação como uma das instituições financeiras mais inovadoras do país. Com mais de 9 milhões de clientes, a tecnologia está no centro da nossa estratégia de crescimento e relacionamento. Ao convocar esses novos analistas de TI, damos mais um passo concreto para fortalecer nossa infraestrutura digital, ampliar a segurança das nossas operações e criar experiências únicas para nossos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

 

Após a entrega de documentos e a conclusão da avaliação médica, os novos analistas participarão de um processo de integração, com treinamentos voltados à cultura organizacional, às práticas bancárias e aos padrões de atendimento e operação do BRB.

Blitz educativa mobiliza órgãos e estudantes contra queimadas no Park Way

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Ação reunirá 23 instituições e estudantes para conscientizar motoristas sobre os riscos das queimadas no DF

Na próxima sexta-feira (23), motoristas que passarem pela feirinha da Quadra 14 do Park Way, no Distrito Federal, serão abordados por uma força-tarefa de prevenção a incêndios florestais. A blitz educativa, marcada para ocorrer das 8h às 12h, contará com a participação de diversas instituições, entre elas a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Fazenda Água Limpa da UnB, a Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Aeronáutica e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Durante a ação, equipes de diferentes órgãos ambientais vão alertar condutores e passageiros sobre os riscos da queima de lixo e restos de poda — principais causas de incêndios na região. A iniciativa, que também terá apoio de estudantes do 5º ano do Centro Educacional de Vargem Bonita, visa reduzir focos de queimadas especialmente na Área de Proteção Ambiental (APA) Gama e Cabeça de Veado.

“Essa iniciativa é muito importante, sobretudo, com a chegada da seca. Precisamos conscientizar a população sobre os riscos das queimadas em nossa cidade para que, juntos, possamos prevenir ao máximo os incêndios florestais. Contar com os estudantes nessa ação torna a conscientização ainda mais eficaz, pois sabemos que as crianças são multiplicadoras natas e cobram os adultos a colocarem as medidas em prática”, vice-governadora Celina Leão.

Para o secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal, Gutemberg Gomes, a ação conjunta reforça o compromisso com a preservação e a educação ambiental. Ele ressalta a importância da participação da sociedade, sobretudo das novas gerações, nesse processo de conscientização. “É fundamental levar a mensagem da prevenção diretamente às pessoas e as crianças têm um papel essencial nisso. Quando os estudantes participam, aprendem e replicam o que viram e ouviram, a mudança se torna possível”, comentou o secretário.

A presença dos alunos não apenas contribui para a receptividade do público, como também fortalece a conscientização ambiental entre as novas gerações. Muitos deles vivem em áreas rurais e atuam como multiplicadores das mensagens de prevenção dentro de suas comunidades. A blitz integra o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do DF (PPCIF), coordenado pela Sema-DF.

Serviço
Blitz Educativa de Prevenção aos Incêndios Florestais – Park Way
Local: Feirinha da Quadra 14 do Park Way – DF
Data: 23 de maio de 2025 (sexta-feira)
Horário: das 8h às 12h
Ação com participação de 23 instituições e estudantes do Centro Educacional de Vargem Bonita

Agências do trabalhador oferecem 600 vagas de emprego nesta terça

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Oportunidades são destinadas para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência; salários chegam a R$ 3,5 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (20), 606 vagas para quem procura um emprego. Há posições para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,5 mil.

Do total de vagas, três são destinadas a Pessoas com Deficiência (PcDs)  para o cargo de auxiliar de limpeza, em Águas Claras. Com remuneração de R$1.650, além de benefícios, a oportunidade exige ensino médio completo, sem necessidade de conhecimento prévio.

O cargo com maior salário, de R$ 3,5 mil, é para trabalhar como consultor, em Vicente Pires. São 20 vagas e o candidato deve ter ensino médio completo. Não é cobrada experiência na área.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das Agências do Trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Sesc-DF abre inscrições para a 5ª edição da Mostra Caleidoscópio de Dança Contemporânea

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A Mostra Caleidoscópio se consolida como um espaço de experimentação e visibilidade para artistas do DF

Estão abertas, de 19 de maio a 22 de junho, as inscrições para a 5ª edição da Mostra Caleidoscópio, uma ação cultural voltada à valorização e difusão da dança contemporânea no Distrito Federal. O chamamento público tem como objetivo selecionar propostas coreográficas de solos, duos, trios, quartetos e quintetos formados por profissionais da dança.

Serão escolhidas até 10 coreografias com duração entre 3 e 6 minutos. As obras selecionadas serão apresentadas presencialmente nos dias 25 e 26 de julho, no palco do Teatro Sesc Silvio Barbato, no Setor Comercial Sul.

A Mostra Caleidoscópio se consolida como um espaço de experimentação e visibilidade para artistas do DF, promovendo o encontro entre diferentes linguagens corporais, estéticas e trajetórias.

Confira o edital completo aqui e inscreva-se aqui!

 

Serviço

5ª edição da Mostra Caleidoscópio

Inscrições: 19 de maio a 22 de junho

Resultado e realização dos ensaios técnicos: 23 e 24 de julho

Apresentações: 25 e 26 de julho, no Teatro Sesc Silvio Barbato

Carreta do Na Hora leva cidadania a mais de 300 pessoas no Recanto das Emas

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Mais de 300 atendimentos foram realizados entre os dias 14 e 17 de maio

Brasília, 19 de maio de 2025 – O que poderia parecer apenas uma carreta estacionada na Quadra 406 do Recanto das Emas, entre os dias 14 e 17 deste mês, transformou-se em uma oportunidade real de acesso à cidadania para mais de 300 pessoas. A Carreta do Na Hora, unidade móvel da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), reuniu em um só espaço diversos serviços públicos essenciais à população.

Luiz Junior: “Resolvi em um único lugar várias situações. Vim renovar meu cadastro do CadÚnico para acessar o benefício Prato Cheio e tirei dúvidas na Defensoria Pública” | Foto: José Martins/Sejus-DF

A iniciativa levou atendimentos de órgãos como BRB, Caesb, Codhab, Detran, Neoenergia, Procon e Receita Federal, possibilitando que moradores resolvessem pendências com agilidade e sem a necessidade de longos deslocamentos. Desde que começou a operar, em fevereiro de 2022, a carreta já contabiliza mais de 40 mil atendimentos em regiões prioritárias do Distrito Federal.

Para Luiz Junior Alves da Silva, de 35 anos, a ação foi mais que conveniente: foi transformadora. “Consegui resolver várias situações no mesmo lugar. Renovei meu cadastro no CadÚnico para o benefício Prato Cheio e recebi orientação jurídica da Defensoria Pública. Foi rápido e eficiente”, destacou.

A secretária Marcela Passamani reforçou o propósito social da ação. “A Carreta do Na Hora tem sido um instrumento essencial de transformação social. Nosso compromisso é levar o serviço público até as pessoas, com dignidade, agilidade e respeito”, afirmou.

A unidade móvel faz parte de uma política de descentralização dos atendimentos, garantindo que serviços fundamentais cheguem diretamente às comunidades que mais necessitam.

Compete Brasília já investiu mais de R$ 23,1 milhões para apoiar atletas do DF

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Programa já beneficiou mais de 20 mil esportistas com passagens para competições

Brasília, 19 de maio de 2025 – Ser atleta de alto rendimento exige mais do que talento e dedicação: exige também recursos financeiros. Para aliviar esse peso, especialmente os custos com deslocamentos para competições, o Governo do Distrito Federal (GDF) criou o Compete Brasília, programa coordenado pela Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF).

Desde sua criação, em 2019, o programa já beneficiou 20.419 atletas e paratletas, com R$ 23,1 milhões investidos em passagens nacionais e internacionais. A expectativa da pasta é ampliar tanto o investimento quanto o número de atendidos em 2025.

“Queremos que nossos atletas tenham condições de competir em alto nível. O Compete Brasília garante que eles se concentrem no desempenho, não nos obstáculos financeiros”, afirma o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira.

O impacto do programa é perceptível nas trajetórias de nomes como Lucas Cauê, de 25 anos, atleta de cheerleading. Após disputar um campeonato mundial nos EUA em 2022, bancando a viagem com doações nos semáforos, Lucas foi beneficiado pelo Compete em 2023. Com a ajuda, voltou aos EUA para competir e acabou sendo convidado a permanecer no país, onde hoje atua como coach de um time e continua sua formação esportiva.

Lucas Cauê, de 25 anos, vive nos Estados Unidos com uma bolsa que ganhou graças ao esporte

“O programa possibilitou que eu focasse nos treinos. O custo em dólar é altíssimo, e a ajuda com passagens fez toda a diferença”, afirma Lucas.

Outro exemplo é o jovem Eduardo Rodrigues, de 16 anos. Natural de Ceilândia, ele foi descoberto durante o Campeonato Brasileiro de Clubes Infantil de Handebol, em 2021, após viajar com apoio do Compete Brasília. Atualmente, mora em São Paulo e treina no Esporte Clube Pinheiros. “Se não tivesse essa oportunidade, eu não teria sido visto. O Compete Brasília abriu as portas”, conta o atleta, já convocado duas vezes para a Seleção Brasileira.

Como solicitar o benefício

O Compete Brasília atende atletas e paratletas de alto rendimento em diversas modalidades. Para receber o apoio, é necessário realizar o pedido no site da Secretaria de Esporte e Lazer. O prazo para solicitar o benefício é de até 40 dias antes de competições nacionais e 60 dias antes das internacionais.