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Ibaneis sanciona nova lei dos táxis e moderniza serviço no Distrito Federal

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Norma atualiza regras, amplia uso de carros elétricos e simplifica exigências para permissionários

Brasília, 7 de outubro de 2025 — O governador Ibaneis Rocha sancionou, nesta terça-feira (7), o Projeto de Lei nº 1.414/2024, que modifica a Lei nº 5.323/2014 e redefine as normas para o serviço de táxi no Distrito Federal. O texto, elaborado a partir de proposta do Executivo e de emendas do deputado distrital Pepa, traz mudanças como a definição de critérios de idade e vistoria dos veículos, a classificação por categoria, a autorização para uso de sistemas digitais e a redução de exigências burocráticas para os profissionais.

Durante a solenidade, Ibaneis destacou o impacto econômico e ambiental da medida. “Com esta nova lei e a ampliação do programa de carros elétricos e híbridos plug-in, avançamos na modernização do serviço e na melhoria da renda dos taxistas. Um carro elétrico percorre 14 quilômetros com cerca de R$ 1, enquanto o combustível comum custa mais de R$ 6. Isso é mais dinheiro no bolso do trabalhador e mais qualidade para o usuário”, afirmou o governador.

A vice-governadora Celina Leão ressaltou que a atualização representa ganhos para toda a cadeia de transporte. “A medida reduz custos e simplifica processos, garantindo mais eficiência aos órgãos fiscalizadores e conforto aos passageiros. É uma vitória da categoria e da população”, disse.

Já o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, frisou que a nova lei atende a uma demanda antiga dos profissionais. “Agora, táxis elétricos estão autorizados, e os permissionários terão acesso a crédito e financiamento com taxas reduzidas pelo BRB. Também ampliamos o prazo de validade dos veículos e criamos bolsões exclusivos em grandes eventos. Esse é um reconhecimento à importância histórica da categoria”, declarou.

Principais mudanças

Zeno Gonçalves destaca que a medida aprimora a qualidade do serviço prestado pelos taxistas no DF

Os veículos de táxi deverão ter no máximo 10 anos de uso, quatro portas e ar-condicionado. Serão divididos em convencionais — com cores branca ou prata — e executivos, que devem ser pretos, com bancos em couro e entre-eixos mínimo de 2,6 metros. A vistoria será obrigatória apenas na inclusão do veículo, se ele tiver até quatro anos de fabricação, e anual para carros entre cinco e dez anos.

Os permissionários não poderão substituir seus veículos por modelos mais antigos, salvo em casos excepcionais. A comprovação de inscrição no INSS ou como MEI passa a ser suficiente, dispensando a apresentação de certidão negativa trabalhista.

A lei também permite o uso de aplicativos digitais de chamadas, desde que o valor das corridas siga o tarifário oficial da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), com base no taxímetro, por se tratar de um serviço público concedido.

Táxi Verde BRB

Sued Sílvio Souza ressalta que Ibaneis foi “o governador que mais ajudou a categoria de todos os tempos​​​​​”

O governador destacou ainda o programa Táxi Verde BRB, lançado em setembro, que oferece financiamento de até 80% do valor de veículos elétricos, limitado a R$ 200 mil, com prazo de até 96 meses e juros de 1,75% ao mês. A iniciativa deve beneficiar cerca de 3,4 mil taxistas, incentivando a eletrificação da frota.

O presidente do Sinpetaxi-DF, Sued Sílvio Souza, elogiou o apoio do governo. “O governador Ibaneis é o que mais fez pela categoria. Criou o ponto de apoio no aeroporto, atualizou as tarifas e lançou o programa de eletrificação da frota. Hoje, o taxista tem muito o que comemorar”, afirmou.

Apoio contínuo à categoria

Além da nova legislação, o GDF mantém ações de valorização dos taxistas, como o ponto de apoio no Aeroporto Internacional de Brasília, com área de descanso e alimentação; o reajuste das tarifas após quase uma década; o auxílio de R$ 600 durante a pandemia; e a prioridade nas campanhas de vacinação.

Com tarifa técnica, GDF garante passagens mais baratas no transporte público

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Modelo adotado pelo GDF subsidia parte do custo e evita aumento das tarifas até 2026

Brasília, 7 de outubro de 2025 — O Governo do Distrito Federal (GDF) mantém uma política que assegura a modicidade das tarifas do transporte público coletivo por meio da chamada tarifa técnica. O mecanismo permite que o governo assuma parte do custo das passagens, garantindo equilíbrio financeiro ao sistema e evitando repasses onerosos aos usuários.

A tarifa técnica representa o valor real da passagem, calculado a partir de despesas com combustível, salários dos rodoviários, manutenção e índices inflacionários. O cidadão paga apenas uma fração desse valor, enquanto o GDF cobre a diferença, repassando o montante às concessionárias conforme a quantidade de passageiros transportados.

A tarifa técnica corresponde ao valor real da passagem, considerando os custos do transporte, como combustível, índices inflacionários e salários dos rodoviários. O passageiro paga apenas uma parte desse valor, e o GDF arca com a diferença, que é repassada às empresas por meio do complemento tarifário | Foto: Divulgação/Semob

De acordo com o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, o instrumento funciona como uma forma de transferência de renda. “Se não houvesse o complemento do governo, a passagem custaria cerca de R$ 13. Hoje, o valor médio pago pelos passageiros é de R$ 3,94, um dos mais baixos do país”, destacou o secretário.

Graças à tarifa técnica, o valor das passagens está congelado desde 2020 e permanecerá sem reajuste até o fim de 2026. As tarifas atuais seguem fixas em R$ 2,70 para percursos curtos, R$ 3,80 para viagens entre regiões administrativas e R$ 5,50 para trajetos longos e o metrô.

O cálculo da tarifa técnica considera o custo total do sistema dividido pelo número de passageiros transportados. Quando há redução na demanda e os custos permanecem elevados, o valor sobe. Em contrapartida, se mais usuários utilizam o transporte e as despesas diminuem, a tarifa técnica cai, reduzindo o aporte necessário do governo.

O modelo, firmado em contratos entre 2012 e 2013, é reajustado anualmente com base na inflação — em setembro de cada ano — utilizando índices como o INPC e o IGP. Atualmente, os valores aplicados nas cinco bacias operacionais do DF são:

  • Bacia 1: R$ 8,5247

  • Bacia 2: R$ 7,9895

  • Bacia 3: R$ 9,4881

  • Bacia 4: R$ 10,7887

  • Bacia 5: R$ 10,2308

O GDF reforça que a política da tarifa técnica é essencial para manter o equilíbrio financeiro do transporte público, assegurar acessibilidade tarifária e preservar o poder de compra dos brasilienses que dependem do sistema diariamente.

QualificaDF Móvel oferece 1.266 vagas para cursos profissionalizantes

Inscrições seguem abertas até 19 de outubro e podem ser feita pelo site da Sedet-DF

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF) está com inscrições abertas para os cursos de qualificação profissional do projeto QualificaDF Móvel — 1ª Etapa, 4º Ciclo. São 1.266 vagas destinadas, com aulas ministradas em São Sebastião, Recanto das Emas, Riacho Fundo e Estrutural.

As inscrições podem ser feitas aqui até o dia 19 de outubro. Confira o edital do projeto.

 

Segurança cibernética é prioridade na era da inteligência artificial

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Por Alexandre Nakano, diretor de Segurança e Networking da Ingram Micro Brasil*

A ascensão da inteligência artificial tem sido um divisor de águas para o mundo corporativo. A IA já está presente em processos de decisão, modelos de negócios e até em interações cotidianas. Porém, ao mesmo tempo em que cria oportunidades, essa tecnologia também amplia os riscos de ataques cibernéticos. Junto aos ganhos de eficiência e competitividade, cresce também a sofisticação das ameaças digitais.

Os ataques cibernéticos hoje não são apenas mais frequentes, mas também mais inteligentes, velozes e difíceis de identificar. Já não lidamos com invasões simples, mas com golpes sofisticados, baseados em deepfakes, phishing avançado e ataques automatizados que usam dados com precisão para manipular sistemas. Infelizmente, a inteligência artificial ampliou de forma significativa o poder de ação dos criminosos digitais.

Somado a isso, o crescimento do ecossistema de dispositivos conectados amplia a superfície de ataque das empresas. A integração de sensores, câmeras, wearables e outros equipamentos IoT em redes corporativas aumenta a vulnerabilidade, principalmente quando esses dispositivos carecem de atualizações ou estão mal configurados. Cada brecha se torna uma porta aberta para invasões.

Nesse cenário, a segurança cibernética tornou-se questão de sobrevivência para as empresas. E o desafio vai além da tecnologia. A cibersegurança deixou de ser responsabilidade exclusiva das equipes de TI e passou a envolver toda a corporação. Exige uma cultura organizacional sólida, engajamento das equipes e liderança comprometida com a proteção da informação. Não basta investir em firewalls ou antivírus; é necessário adotar um modelo robusto de proteção, baseado em monitoramento constante, gestão de riscos e, sobretudo, uma postura voltada à segurança.

Dados recentes da Brasscom mostram que 79% das empresas brasileiras estão expostas a ataques digitais, apesar de reconhecerem a gravidade do problema. Há um descompasso claro entre consciência e ação. Essa lacuna precisa ser superada com investimentos consistentes em soluções de ponta e integração da inteligência artificial na própria defesa.

Esse panorama precisa mudar. A IA pode e deve ser uma aliada poderosa na detecção de anomalias em tempo real, na automatização de respostas e até na antecipação de ameaças antes que elas ocorram. No entanto, tecnologia sem capacitação humana perde impacto. Treinamentos regulares, simulações práticas e campanhas de conscientização são fundamentais para que os colaboradores estejam preparados para identificar riscos e agir de forma proativa. Afinal, a segurança não é responsabilidade apenas da TI, mas de todos na empresa.

Construir uma cultura de segurança sólida significa transformar cada profissional em um guardião da informação. Isso só acontece quando há educação contínua, responsabilidade compartilhada e liderança comprometida. Empresas que entendem isso conquistam não apenas proteção, mas também a confiança de clientes e parceiros. Não se trata apenas de proteger dados, mas de preservar a reputação, a fidelidade dos clientes e a continuidade dos negócios.

O futuro da cibersegurança será inevitavelmente desafiador. As ameaças impulsionadas por IA se tornarão cada vez mais sofisticadas e frequentes. Contudo, as mesmas tecnologias que ampliam os riscos também oferecem caminhos para defesa mais ágil, inteligente e eficaz. O Brasil já ocupa a 12ª posição no mercado global de segurança e projeta investimentos superiores a R$ 100 bilhões até 2028. É um movimento que mostra maturidade, mas que precisa avançar com rapidez.

A segurança cibernética não pode ser vista como custo, e sim como investimento indispensável. Proteger redes, sistemas e dispositivos é garantir a sustentabilidade dos negócios em um mundo cada vez mais digital. Na era da inteligência artificial, inovar com responsabilidade e compromisso com a cibersegurança é o verdadeiro diferencial competitivo.

* Alexandre Nakano é diretor de Segurança e Networking da Ingram Micro Brasil. Está à frente da diretoria de novos negócios para a área de Cybersec e Network na Ingram Micro Brasil, possui mais de 20 anos no mercado de tecnologia e esteve sempre em cargos de gestão e direção de vendas em grandes empresas do setor de TI. Tem, em seu currículo, passagem por empresas como Cisco Systems. Além da experiência profissional, traz na bagagem acadêmica dois MBAs executivos, o primeiro em gestão corporativa pela FGV, o segundo em finanças, pelo Insper, além da graduação em Engenharia Eletrônica.

Sedentarismo já atinge quase 2 bilhões de pessoas no mundo

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Falta de atividade física cresce em todo o mundo e pode atingir 35% da população nos próximos cinco anos, aumentando risco de derrame, infarto e até câncer

Por Adriana Nasser e Luciane Paz
O sedentarismo já é responsável por 5 milhões de mortes por ano no mundo e ameaça se tornar a próxima grande epidemia global. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,8 bilhão de pessoas vivem abaixo do mínimo recomendado de atividade física, número que deve crescer ainda mais até 2030, elevando os casos de infarto, derrame e até câncer.
A falta de atividade física está associada ao aumento de doenças cardíacas, obesidade, diabetes e até alguns tipos de câncer, como o de mama e o de cólon. Segundo estimativas internacionais, quase 500 milhões de pessoas podem desenvolver doenças graves relacionadas ao sedentarismo até o fim da década.
No Brasil, o cenário é ainda mais desafiador. Considerado o país mais sedentário da América Latina e o quinto no ranking mundial, cerca de 300 mil pessoas morrem por ano por doenças ligadas à inatividade física. De acordo com o IBGE, 47% dos brasileiros adultos são sedentários e, entre os jovens, o índice chega a 84%.
Para o cardiologista Alexandra Mesquita, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), a situação exige atenção imediata. “O sedentarismo já pode ser considerado uma epidemia moderna. Ele eleva o risco de doenças cardiovasculares tanto quanto fatores clássicos como a hipertensão e a obesidade”, destaca.
Entre os fatores que contribuem para esse cenário, está o uso prolongado de telas, como celulares e computadores, além da rotina de trabalho cada vez mais ligada ao ambiente online. Isso não apenas aumenta o tempo sentado, mas também altera padrões de sono, eleva a pressão arterial e favorece o ganho de peso.
“A tecnologia trouxe inúmeros benefícios, mas também intensificou o sedentarismo. Precisamos contrabalançar isso com escolhas mais ativas no dia a dia”, reforça Alexandra Mesquita.
A OMS recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade vigorosa por semana para reduzir os riscos. Mas, segundo os médicos, pequenas mudanças já fazem diferença.
“Não é preciso ser atleta para proteger o coração. Subir escadas, caminhar mais ao ar livre, pedalar, nadar, dançar e reduzir o tempo sentado já reduz o risco cardiovascular e ajuda a cuidar da saúde mental”, orienta a cardiologista.
Para a médica, os números mostram que estamos avançando devagar no combate ao sedentarismo, mas ainda há um longo caminho a percorrer. “Precisamos de campanhas que incentivem a população e a estimulem a adotar hábitos mais saudáveis”, afirma Alexandra.
Confira algumas dicas para combater o sedentarismo no dia a dia:
  • Suba escadas em vez de usar o elevador. Pequenas mudanças de hábito já contam como atividade física;
  • Faça pausas no trabalho. Levante a cada hora e caminhe por alguns minutos.
  • Reduza o tempo de tela para não passar horas seguidas diante do computador, celular ou TV.
  • Sempre que puder troque o carro por caminhada ou bicicleta em trajetos curtos.

Secec-DF lança edital para o Projeto Nosso Natal 2025

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Chamamento público visa a selecionar organização da sociedade civil responsável por realizar o evento natalino na Esplanada dos Ministérios, entre 3 e 28 de dezembro

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) lançou, nesta segunda-feira (6), no Diário Oficial do Distrito Federal, o edital do projeto Nosso Natal 2025, que prevê investimento de R$ 15 milhões para a realização da tradicional celebração natalina de Brasília. O chamamento público visa selecionar uma organização da sociedade civil (OSC) para executar o evento, que ocorrerá de forma ininterrupta entre 3 e 28 de dezembro, na Esplanada dos Ministérios, entre o Teatro Nacional Cláudio Santoro e o Complexo Cultural da Biblioteca Nacional/Museu Nacional, em área próxima à Rodoviária do Plano Piloto.

O projeto tem como objetivo oferecer um ambiente de alegria, união e celebração durante o período natalino, com programação voltada à cultura, ao lazer e à convivência comunitária. Entre as atrações previstas no projeto estão presépio, cidade do Papai Noel com ambientação temática e iluminação cênica, além de apresentações teatrais, musicais e corais, oficinas de Natal e ações voltadas ao fortalecimento da cultura local e da economia criativa.

As inscrições abriram nesta segunda-feira e as organizações interessadas podem se inscriver até 4 de novembro, por meio do portal Parcerias GDF MROSC. O edital prevê repasse dos recursos em três parcelas, conforme o cronograma de desembolso e aprovação do relatório técnico de monitoramento e avaliação.

A OSC selecionada deverá ainda cumprir contrapartida social, atendendo, no mínimo, 400 crianças em situação de vulnerabilidade, distribuídas igualmente entre as regiões Norte, Sul, Leste e Oeste do DF. O projeto deverá contemplar, também, ações de acessibilidade, sustentabilidade e inclusão social.

“O Natal é tempo de reencontros, de fortalecer os laços entre as famílias e renovar a fé. Com o Nosso Natal 2025, queremos que cada criança, cada visitante sinta que este espaço é um lugar de alegria e de partilha. Mais do que um projeto natalino, queremos impactar corações, levando a arte, a cultura e o espírito de Natal para a nossa população”

Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa do DF

Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o Nosso Natal 2025 representa um gesto de união, fé e esperança. “O Natal é tempo de reencontros, de fortalecer os laços entre as famílias e renovar a fé. Com o Nosso Natal 2025, queremos que cada criança, cada visitante sinta que este espaço é um lugar de alegria e de partilha. Mais do que um projeto natalino, queremos impactar corações, levando a arte, a cultura e o espírito de Natal para a nossa população”, destacou o secretário.

O edital completo e os anexos estão disponíveis na plataforma de Parcerias GDF MROSC.

GDF leva ações de acolhimento a Águas Claras, Planaltina e Plano Piloto

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Operação Pop Rua teve cinco dias de atividades nessas regiões e reforçou o trabalho de abordagem e encaminhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade

As equipes que integram o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil do Governo do Distrito Federal (GDF), realizaram ações nesta semana em Águas Claras, Planaltina e Plano Piloto. A operação, que envolve diversos órgãos do governo, é conduzida pela DF Legal e tem caráter contínuo, com atividades em diferentes regiões do DF a cada semana.

Desde o início do plano, as equipes já estiveram nas asas Sul e Norte, Vila Planalto, Taguatinga, Ceilândia, Águas Claras, Arniqueira, Guará, Cruzeiro, Octogonal, Sudoeste, Gama, Sobradinho, São Sebastião, Brazlândia, Samambaia e Recanto das Emas.

“Não se trata apenas de retirar estruturas instaladas nas ruas, mas de garantir os direitos assegurados por lei a cada uma dessas pessoas e mostrar que existem oportunidades reais para que elas possam recomeçar”

Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil

O secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do plano integrado, Gustavo Rocha, destacou o caráter social da iniciativa. “Estamos presentes em várias regiões do DF semanalmente e, a cada ação realizada, reforçamos o nosso compromisso com aqueles que estão em situação de vulnerabilidade extrema. Não se trata apenas de retirar estruturas instaladas nas ruas, mas de garantir os direitos assegurados por lei a cada uma dessas pessoas e mostrar que existem oportunidades reais para que elas possam recomeçar”, afirmou.

Ações e resultados da semana

Quarta-feira (1º) — Águas Claras

As equipes estiveram em oito pontos: Rua 25 Sul (Parque Sul), Avenida Bulevar Norte (cruzamento com Rua 12), Avenida Bulevar (próximo à estação Arniqueiras do Metrô), Avenida Bulevar (cruzamento com Rua 5 Norte), Avenida Bulevar Sul (cruzamento com Rua Ipê Amarelo), Avenida Pau Brasil (rotatória), Rua das Paineiras (próximo à rotatória) e no muro atrás do Hospital Brasília.

Três pessoas foram encontradas e atendidas pelas equipes intersetoriais. Um caminhão de entulho foi removido e o material inservível encaminhado para a Unidade de Recolhimento de Entulhos (URE).

Quinta-feira (2) — Planaltina

A ação contemplou seis pontos: STAEN (próximo ao supermercado Dia a Dia), área pública próxima à Vila Jardim Roriz, e locais próximos à via oposta da SOF, na Quadra 01 e na BR-020.

Foram desconstituídas duas estruturas precárias, duas pessoas foram atendidas e dois caminhões de entulho removidos.

Sexta-feira (3) — Planaltina

As equipes percorreram seis pontos da região, incluindo a BR-020, Avenida Independência, o muro da Escola CF1, a CR 80 e o muro da antiga garagem.

Duas estruturas precárias foram desconstituídas e um caminhão de entulho removido.

Sábado (4) — Plano Piloto

A ação ocorreu em quatro pontos. Foram desconstituídas cinco estruturas precárias e um caminhão de entulho foi removido e destinado à URE.

Domingo (5) — Plano Piloto

As equipes estiveram em três locais. Foi desconstituída uma estrutura precária e realizado o transporte de um caminhão de entulho para a URE.

Continuidade das ações

As atividades da Operação Pop Rua seguem de forma semanal em diferentes regiões administrativas. Além da DF Legal e da Casa Civil, participam das ações as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), entre outros órgãos.

O trabalho integra ações de limpeza, retirada de estruturas irregulares, oferta de serviços de assistência social, saúde e encaminhamento para abrigamento. O objetivo é garantir a dignidade e o acesso aos direitos das pessoas em situação de rua, com base na política distrital voltada à população em vulnerabilidade.

Copa Construindo Campeões se consolida como maior programa esportivo social

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Caiado destaca força do esporte ao participar da abertura da Copa Construindo Campeões, que reuniu mais de 10 mil atletas, com disputas em 10 modalidades de artes marciais

O governador Ronaldo Caiado destacou no sábado (04), em Goiânia, a força transformadora do esporte em Goiás, ao participar da 4ª edição da Copa Construindo Campeões, realizada pela primeira vez no Estádio Serra Dourada.

O evento, que começou na sexta-feira se encerra neste domingo, reúne mais de 10 mil atletas em disputas de 10 modalidades de artes marciais, em encontro histórico que consolida o projeto como o maior programa esportivo social do estado.

“Hoje é só emoção. É muita alegria chegar ao meu sétimo ano de governo e ver a maior festa já realizada no Brasil para crianças e jovens dedicados ao esporte. Goiás mudou, porque investe em educação, em segurança e também no esporte, formando cidadãos que vão transformar o futuro do nosso estado e do país”, ressaltou Caiado.

Caiado destaca força transformadora do esporte na Copa Construindo Campeões
“Goiás mudou, porque investe em educação, em segurança e também no esporte, formando cidadãos que vão transformar o futuro do nosso estado e do país”, ressaltou o governador (Fotos: Wesley Costa)

O Governo de Goiás garante transporte, hospedagem, alimentação e materiais esportivos como quimonos, luvas e capacetes para todos os participantes. Desde 2019, o projeto já recebeu cerca de R$ 9 milhões em investimentos, com previsão de mais R$ 7 milhões para 2025, beneficiando atualmente 14 mil alunos em mais de 100 municípios.

Para o vice-governador Daniel Vilela, o programa já se tornou referência nacional.

“O Construindo Campeões talvez seja hoje o programa mais pedido pelos prefeitos e vereadores de Goiás. Ele desperta determinação, resiliência e forma bons cidadãos. Esse projeto vai marcar gerações inteiras e consolidar Goiás como o maior estado do esporte no Brasil”, destacou.

O secretário de Esporte e Lazer, Rudson Guerra, reforçou que o programa se tornou símbolo de inclusão social.

Caiado destaca força transformadora do esporte na Copa Construindo Campeões
Projeto Construindo Campões beneficia atualmente 14 mil alunos em mais de 100 municípios goianos. É o maior programa esportivo social do estado (Fotos: Wesley Costa)

“Desde 2019, o governador Ronaldo Caiado e a primeira-dama Gracinha Caiado garantem que cada recurso investido chegue aos jovens. Hoje, o que vemos aqui é a maior competição do país, fruto de um governo que trata o esporte com seriedade, transparência e paixão pela transformação de vidas”, declarou.

Entre os jovens atletas, a gratidão é visível. O estudante Heitor Felipe Mendonça Guedes, de 17 anos, natural de Três Ranchos, celebrou a experiência inédita de competir no Serra Dourada.

“Eu nunca vi nada igual. Toda essa estrutura é fora do comum. É muito gratificante para nós, que viemos do interior, poder lutar em um estádio conhecido como o Serra Dourada”, contou o jovem, que conquistou a medalha de bronze no jiu-jitsu.

Caiado destaca força transformadora do esporte na Copa Construindo Campeões
Copa Construindo Campeões teve sua primeira edição em 2022, com 1.600 participantes. Em 2025, competição atinge números recordes e chega pela primeira vez ao Estádio Serra Dourada (Fotos: Wesley Costa)

Projeto Construindo Campeões

Criado em 2019, o projeto leva aulas de artes marciais para crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade, alunos da rede estadual e famílias de baixa renda. Atualmente, atende 14 mil estudantes em mais de 100 municípios, oferecendo gratuitamente todo material esportivo, transporte e suporte.

A Copa Construindo Campeões teve sua primeira edição em 2022, com 1.600 participantes. Em 2025, a competição atinge números recordes e chega ao Estádio Serra Dourada, reforçando o papel do esporte como ferramenta de educação, inclusão e cidadania

Saiba por que Izalci muda o tom e suaviza perguntas sobre fraudes no INSS

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Com tom ameno e perguntas brandas, Izalci Lucas trocou o papel de fiscal implacável por o de interlocutor cordial ao interrogar o presidente da CONAFER, envolvido em fraude que “reviveu” 1.135 mortos na folha do INSS

Em meio ao escândalo bilionário que assola os aposentados brasileiros, a CPMI do INSS revela não apenas os ladrões de carteirinha, mas também os possíveis escudos políticos que os protegem.

No depoimento de Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (CONAFER), as perguntas feitas por Izalci mais pareceu uma conversa de café.

Questionamentos leves, cheios de rodeios e sem o fogo que o parlamentar costuma atear em outros suspeitos.

Para quem acompanhou a sessão, o contraste foi gritante. Izalci, conhecido por sua contundência em audiências anteriores, nas quais desmascarou desvios milionários contra os mais vulneráveis, os aposentados que trabalharam a vida inteira por uma velhice digna, tratou Lopes com luvas de pelica.

Nada de perguntas afiadas sobre os “milagres de ressurreição” na folha do INSS em que a CONAFER “ressuscitou” 1.135 defuntos para aplicar descontos associativos, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU).

O órgão de controle, aponta ainda, que a entidade teria faturado R$ 202 milhões anuais em fraudes, enquanto viúvas e órfãos choram o salário mínimo sangrado. Onde estava a fúria de Izalci?

Desde o início da CPMI, criada para desenterrar o maior assalto aos aposentados da história recente, Izalci trava uma guerra aberta com o deputado federal Alencar Santana Braga (PT-SP), vice-líder do governo Lula.

A disputa ganhou as redes sociais quando Alencar, em postagem no X, disparou:

“O senador bolsonarista Izalci Lucas (PL-DF) foi gravado quando buscava, em seu carro particular, o presidente da CONAFER, entidade envolvida diretamente no esquema de roubo dos aposentados do INSS.”

O vídeo anexado ao post de Alencar mostra Izalci ao volante de seu Jeep Compass particular, ignorando o carro oficial com motorista, justamente usado por senadores para evitar suspeitas de intimidade indevida. Veja:

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Comissão aprova PL de Fred Linhares para proibir aplicativos pré-instalados

O projeto prevê a proibição de instalação de aplicativos de apostas, as chamadas “bets”, em celulares, tablets e computadores novos

A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados deu um passo importante para conter o avanço das apostas online no país. Foi aprovado, na última quarta-feira (1), o Projeto de Lei 3.685/2024, de autoria do deputado federal Fred Linhares (Republicanos-DF), que proíbe a pré-instalação de aplicativos de apostas, as chamadas “bets”, em celulares, tablets e computadores novos. A medida, que visa proteger os consumidores e combater o vício em jogos, segue agora para análise em outras comissões.

O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Pastor Diniz (União-PB), e altera a Lei 14.790/2023, o marco regulatório das apostas de quota fixa. Além de proibir a instalação de fábrica dos aplicativos, o projeto atribui ao Ministério da Fazenda o poder de determinar o bloqueio de canais eletrônicos de empresas que descumprirem a legislação.

Autor do projeto, o deputado Fred Linhares, que também é 2º vice-presidente da comissão, comemorou a aprovação e destacou o caráter social da medida. “Não podemos fechar os olhos para a epidemia silenciosa do vício em apostas, que vem destruindo famílias e desviando recursos essenciais dos lares brasileiros. Nosso projeto é uma barreira de proteção, especialmente para os mais jovens e vulneráveis, impedindo que o primeiro contato com o celular já seja um convite para o endividamento e a compulsão”, afirmou Linhares.