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PF prende ex-presidente do INSS em operação sobre roubo aos aposentados

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Ação da Operação Sem Desconto investiga esquema bilionário de fraudes no INSS e resulta em prisão de indicados pelo governo Lula

Da Redação

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (13) o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, em nova fase da Operação Sem Desconto, que apura descontos associativos indevidos em aposentadorias e pensões. A prisão ocorreu em Brasília e foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso. Stefanutto, filiado ao PDT e indicado ao cargo em julho de 2023 pelo presidente Lula e o então ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), foi demitido em abril de 2025, após o início das investigações.

A operação, deflagrada em abril pela PF e pela Controladoria-Geral da União (CGU), investiga um esquema que desviou R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, afetando milhões de beneficiários do INSS, principalmente aposentados e pensionistas de baixa renda. Os crimes incluem inserção de dados falsos em sistemas oficiais, organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva, e lavagem de dinheiro. Nesta fase, foram cumpridos 10 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão em sete estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Stefanutto, que atuou como consultor na transição entre os governos de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, foi afastado judicialmente em abril e demitido pelo presidente Lula no mesmo mês. A defesa do ex-presidente do INSS divulgou nota afirmando que a prisão é “completamente ilegal”, pois ele não causou embaraços à investigação e colaborou desde o início. Os advogados destacaram que não tiveram acesso ao teor da decisão e confiam na comprovação de inocência ao final dos procedimentos.

A Operação Sem Desconto já levou à prisão de outros envolvidos, como Rubens Oliveira Costa, e ao descredenciamento de 15 entidades sindicais, incluindo o Sindnapi, onde o irmão de Lula, Frei Chico, atua como vice-presidente. A CPMI do INSS, instalada em agosto, ouviu Stefanutto em setembro, quando ele afirmou ter tomado medidas para interromper os descontos antes mesmo de ofício da CGU. O governo federal implementou plano de ressarcimento para vítimas e nomeou Gilberto Waller Júnior como substituto de Stefanutto.

 

Novos ônibus elétricos do DF têm chegada prevista para março de 2026

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Primeira unidade chega a Brasília em janeiro, dando início à ampliação da frota dos veículos elétricos da capital

O Distrito Federal se prepara para dar um salto na qualidade do transporte público coletivo, com a ampliação da frota de ônibus elétricos. O objetivo é que, em 2026, Brasília passe a contar com 90 ônibus elétricos em operação. A expansão representa a modernização do transporte coletivo de forma sustentável e com melhor qualidade de vida para os cidadãos.

Os veículos estão sendo fabricados pela empresa chinesa CRRC (China Railway Rolling Stock Corporation). As negociações, conduzidas pela empresa Piracicabana, já foram finalizadas, e a montagem dos ônibus ocorre na cidade de Qingdao. Um dos veículos dessa nova frota já está passando por fase de testes e sua chegada a Brasília está prevista para o final de janeiro de 2026. As demais unidades começarão a desembarcar no Brasil a partir de março de 2026.

A transição para a mobilidade elétrica exige altos investimentos. Cada ônibus elétrico representa um custo médio de R$ 3,4 milhões, valor cerca de cinco vezes superior ao de um ônibus convencional e aproximadamente três vezes o custo de um veículo com tecnologia Euro 6. Além disso, a implementação de infraestrutura de carregamento é robusta; apenas para instalar 12 carregadores em uma garagem, os custos podem girar em torno de R$ 20 milhões. A empresa Piracicabana iniciará em breve a construção da estrutura de garagem e abastecimento próximo ao Terminal da Asa Sul (TAS).

Com a chegada da nova frota, a previsão é que cerca de 60 mil passageiros sejam atendidos diariamente nas linhas que ligam a Rodoviária do Plano Piloto ao Terminal da Asa Sul, além da Esplanada dos Ministérios, Setor de Autarquias e Tribunais, UnB, Noroeste, W3 e L2 Sul e Norte, e o Aeroporto. Atualmente, o DF já conta com seis veículos elétricos que circulam pelas linhas 109.3 e 109.4, transportando mais de 100 mil passageiros por mês e contribuindo para a redução de 3,2 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

 

“Com os ônibus elétricos, teremos um transporte mais eficiente, contribuindo para a qualidade do ar e construindo um legado de sustentabilidade e inovação para nossa capital”

Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade

Para o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves, a ampliação da frota é um marco no transporte público de Brasília. “A eletrificação traz ganhos importantes também para a saúde pública e o meio ambiente. Com os ônibus elétricos, teremos um transporte mais eficiente, contribuindo para a qualidade do ar e construindo um legado de sustentabilidade e inovação para nossa capital”, afirmou.

Além dos benefícios diretos para a mobilidade urbana, os ônibus elétricos desempenham um papel fundamental na promoção da qualidade do ar e na mitigação dos danos à saúde humana e ao clima. A poluição do ar tem causado um aumento alarmante de doenças respiratórias, e o trânsito é um dos maiores emissores de gases de efeito estufa. Ao serem impulsionados por motores elétricos e um sistema inteligente de baterias, os ônibus elétricos não emitem poluentes, o que, segundo o fabricante, equivale a evitar a emissão de 125 toneladas de CO2 por ano para cada ônibus, ou o plantio de 892 árvores.

ABDI: “esgoto político-eleitoreiro” de Cappelli para atacar adversários

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Caiu a máscara: Cappelli, que se diz símbolo de ética, é acusado de usar a ABDI como “esconderijo da infâmia” bancado com o dinheiro público, para atacar adversários e manipular o debate político no Distrito Federal

Ricardo Cappelli, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pré-candidato ao GDF pelo PSB, posa de paladino da moralidade enquanto, segundo denúncias graves, comanda um “esgoto político-eleitoreiro” financiado com dinheiro público no Setor Comercial Sul, em Brasília.

O esquema foi revelado por ex-integrantes da “fábrica de difamações” instalada no Setor Comercial Sul, sob o comando de Bruno Trezena, gerente de marketing da ABDI.

É de lá que parte a produção de conteúdos destinados a inundar as redes sociais, simulando engajamento em favor de Ricardo Cappelli e promovendo sua imagem política.

A mesma estrutura, segundo os relatos, também seria responsável por ataques virtuais direcionados a adversários políticos, com atuação constante e coordenada nas redes sociais.

Os alvos preferenciais da dupla Cappelli e Bruno Trezena seriam o governador Ibaneis Rocha (MDB) e a vice-governadora Celina Leão (PP), ambos citados em postagens difamatórias.

Tudo isso, conforme as denúncias, ocorreria durante o horário de expediente, utilizando recursos humanos e materiais da própria Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial.

Cappelli, aliás, não esconde que recebe como servidor público, embora passe grande parte do tempo em campanha política no Distrito Federal, em clara afronta à legalidade.

A operação paralela configura violação à legislação eleitoral e administrativa. O artigo 73 da Lei nº 9.504/97 proíbe o uso de servidores e bens públicos em campanhas.

Essa infração pode resultar na cassação do registro ou diploma eleitoral, inelegibilidade por oito anos e aplicação de multa, conforme previsto na legislação vigente.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem reconhecido casos semelhantes como abuso de poder político e desvio de finalidade, cassando mandatos por desequilíbrio no pleito.

As denúncias também apontam indícios de crimes como peculato, pelo uso indevido de bens públicos, e emprego irregular de verbas, ambos com dolo de finalidade eleitoral.

Ainda que não se trate de corrupção passiva clássica, o desvio de recursos públicos para fins políticos caracteriza dano ao erário e abuso econômico punível judicialmente.

Na condição de dirigente de empresa pública, Cappelli poderia responder por prevaricação, caso tenha retardado ou omitido atos de ofício para obter vantagem pessoal.

A prática de atividade político-partidária em horário de trabalho fere a Lei nº 8.112/90, artigo 117, inciso IX, sujeitando o servidor a penalidades disciplinares severas.

Receber salário sem exercer as funções inerentes ao cargo caracteriza improbidade administrativa, conforme a Lei nº 8.429/92, com perda da função pública e devolução de valores.

Cappelli, que costuma se apresentar como símbolo de ética e eficiência, não é como se apresenta  em seus vídeos de conteúdos duvidosos.

Talvez por isso que o “boca grande” como é apelidado dentro da ABDI, não consegue decolar na política do DF.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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Caiado afirma que combater a criminalidade é o maior programa social do país

Ao lado de outros governadores, goiano discutiu três projetos de lei contra facções em reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta. Estados defendem um debate mais aprofundado das propostas para garantir maior eficácia no combate ao crime organizado

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, defendeu que o enfrentamento à criminalidade é hoje a principal demanda da sociedade brasileira e o caminho mais efetivo para promover a verdadeira emancipação social. “Nós estamos vivendo em um país onde, hoje, o programa social mais importante é o combate austero ao crime organizado e às facções”, afirmou, durante encontro com outros chefes de Executivo e parlamentares. A reunião foi realizada nesta quarta-feira (12/11), em Brasília, e resultou na assinatura do Pacto pela Segurança Pública, entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.

O documento propõe a análise conjunta de três projetos de lei: o PL 5.582/2025, conhecido como Antifacção, relatado pelo deputado federal Guilherme Derrite; o PL 125/2022, que aperfeiçoa o combate a redes de lavagem de dinheiro e sonegação bilionárias que financiam o crime organizado; e o PL 2.646/2025, denominado Brasil Mais Seguro, que cria instrumentos de repressão qualificada, responsabilização ampliada e coordenação interfederativa. O objetivo é estabelecer um novo Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, com atuação articulada entre União, estados e municípios.

Caiado afirmou que o endurecimento das políticas de segurança é fundamental para garantir o direito à vida e à liberdade da população. “A melhor política social que você pode ter hoje para o Brasil é um combate muito duro às organizações criminosas. Isso vai fazer com que o país volte a respirar, não viver mais com medo, nem subjugado ao crime”, disse. O governador citou levantamentos que mostram a segurança pública como prioridade para cerca de 80% dos brasileiros e alertou: “Estamos vendo uma deterioração completa do Estado Democrático de Direito e o estado do crime avança cada vez mais.”

O pacto foi assinado pelos governadores Romeu Zema (Minas Gerais), Jorginho Melo (Santa Catarina), pela vice-governadora do Distrito Federal Celina Leão, além de parlamentares e senadores. O texto afirma que o enfrentamento ao crime organizado deve ser “abrangente, federativo e pluripartidário, construído sobre bases técnicas, fiscais e institucionais sólidas, capazes de proteger a sociedade e fortalecer o papel dos estados no combate às organizações criminosas”. Após a assinatura, os governadores e parlamentares se reuniram com o presidente da Câmara, Hugo Motta, acompanhado do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e do vice-governador, Daniel Vilela.

Governadores em entrevista coletiva, após o encontro com Motta: projetos devem ser debatidos com profundidade com representantes dos estados e dos três poderes da República

 

Os governadores pediram que os projetos sejam discutidos de forma mais aprofundada com representantes dos estados, da União, do Congresso Nacional e do Judiciário. Após a reunião, o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, em publicação nas redes sociais, destacou que “a porta do gabinete está sempre aberta para debater assuntos de interesse do Brasil” e defendeu que “diálogo e conciliação fazem o país avançar com equilíbrio, e nessa pauta não será diferente”. O governador Romeu Zema afirmou que a aprovação das propostas é essencial: “Quando se vai atrás do crime organizado, você resolve problema social, que são perdas de vidas de jovens como ocorreu na operação no Rio de Janeiro. O crime é um grande câncer e não podemos medir esforços para eliminar esse tumor.”

Relator do projeto Antifacção, o deputado Guilherme Derrite defendeu o endurecimento das punições. “Nos últimos 40 anos, nunca tivemos uma lei que puna adequadamente criminosos, em especial membros de organizações criminosas. Não podemos perder essa oportunidade para priorizar uma guerra política, porque temos que pensar na população que sofre as mazelas e vive sob o domínio do crime organizado”, afirmou.

Governadores e parlamentares federais após assinatura do manifesto entregue ao presidente da Câmara

Operação do Detran fiscaliza estacionamento irregular em Águas Claras

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Ação do Detran-DF verificou o uso correto das vagas regulamentadas e coibiu infrações de estacionamento irregular na região

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) promoveu, nesta quarta-feira (12), uma operação de fiscalização em Águas Claras, com foco na verificação do uso adequado das vagas regulamentadas de estacionamento, especialmente as destinadas a pessoas idosas e com deficiência (PcD). A ação também teve como objetivo coibir infrações de estacionamento irregular em áreas comerciais e residenciais da região administrativa.

Durante a operação, os agentes de trânsito fiscalizaram 84 vagas destinadas a pessoas com deficiência e idosos e registraram 12 autuações por uso irregular desses espaços, em razão de veículos estacionados sem a credencial obrigatória de identificação. Além disso, outros 81 condutores foram autuados por estacionamento irregular em diferentes locais.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estacionar em vagas reservadas para pessoas com deficiência ou idosos, sem a credencial correspondente, constitui infração gravíssima, sujeito à penalidade de multa de R$ 293,47, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e remoção do veículo.

A operação contou com a participação de oito agentes de trânsito, distribuídos em quatro viaturas, com o apoio de dois guinchos e uma empilhadeira.

O Detran-DF reforça que a fiscalização tem caráter educativo e preventivo, visando garantir o respeito ao direito de mobilidade e promover a organização do trânsito nas vias públicas. A autarquia continuará realizando ações semelhantes em outras regiões administrativas do Distrito Federal, com o intuito de melhorar a fluidez do tráfego e assegurar que as vagas especiais sejam utilizadas por quem realmente necessita.

Agências do trabalhador do DF têm vagas com salários de até R$ 3,5 mil

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São, ao todo, 858 oportunidades, que contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quinta-feira (13), 858 vagas para quem procura um emprego. Há oportunidades para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,5 mil.

O posto com remuneração mais alta é o de marceneiro, em São Sebastião. Há uma vaga aberta e os interessados precisam ter experiência na área. Não há, porém, cobrança de escolaridade mínima.

Outros dois cargos destacam-se pela quantidade de oportunidades disponíveis, com 40, cada: operador de caixa e repositor de mercadorias, em Águas Claras. O primeiro cobra ensino médio completo, enquanto o segundo exige o fundamental. Nenhum dos dois cobra experiência. O salário para ambos é de R$ 1.568.

Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

Reunião técnica marca início da elaboração dos relatórios de gestão 2025

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Evento na Escola de Governo reforçou a importância da transparência e do planejamento nas ações do GDF

A Secretaria Executiva de Finanças, Orçamento e Planejamento, da Secretaria de Economia (Seec-DF), promoveu nessa terça-feira (11), na Escola de Governo (Egov), a reunião técnica de encerramento do Sistema de Acompanhamento Governamental (SAG) e de apresentação da prestação de contas anual do governador, referente ao exercício de 2025. O encontro, que segue até esta quarta-feira (12), marca o início do processo de elaboração dos relatórios de gestão (RGE) e de apuração dos indicadores do Plano Plurianual (PPA) 2024–2027, ano base 2025.

As atividades contemplaram as áreas temáticas social, gestão pública, meio ambiente, infraestrutura, desenvolvimento econômico e administrações regionais, com foco na consolidação dos dados e resultados alcançados ao longo do exercício.

Conforme previsto na Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF) e nas normas que regem o processo de planejamento e execução orçamentária, os órgãos e entidades do Governo do Distrito Federal (GDF) devem elaborar e encaminhar seus relatórios de gestão até 20 de janeiro de 2026, com informações consolidadas até 31 de dezembro de 2025. Esses documentos servirão de base para a elaboração do relatório de gestão do governo e do demonstrativo de indicadores de desempenho por programa de governo, a serem posteriormente encaminhados à Contadoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) e ao Tribunal de Contas do DF (TCDF).

A Subsecretaria de Planejamento Governamental (Suplan) conduz as reuniões técnicas com o objetivo de orientar as unidades sobre os procedimentos necessários relacionados aos instrumentos de planejamento governamental de encerramento do exercício. Durante os encontros, são detalhadas as etapas de elaboração dos Relatórios de Gestão e as orientações sobre o processo de consolidação das informações.

Além disso, a atualização dos indicadores constantes dos objetivos do PPA 2024–2027, ano base 2025, sob responsabilidade de cada unidade, deverá ser efetuada no Sistema PPA WEB até o dia 20 de janeiro de 2026, de forma a compor adequadamente o relatório de gestão do exercício.

O secretário de Economia, Daniel Izaias, destacou que o processo de prestação de contas vai além de uma obrigação legal — representa um compromisso com a boa gestão e com a sociedade. “A prestação de contas é um instrumento essencial para garantir transparência e fortalecer a confiança da população nas ações do governo. Mais do que cumprir prazos e normas, é uma oportunidade de demonstrar resultados, aprimorar o planejamento e assegurar que os recursos públicos estejam sendo aplicados de forma eficiente e responsável”, destacou Daniel.

Daniel Izaias: “A prestação de contas é um instrumento essencial para garantir transparência e fortalecer a confiança da população nas ações do governo.

 

A subsecretária de Planejamento Governamental, Luiza Londe, reforçou que a Suplan tem papel estratégico na coordenação das ações de planejamento e no suporte técnico às unidades do GDF. “Nosso trabalho é garantir que todas as etapas do planejamento sejam cumpridas com qualidade e dentro dos prazos legais. O encerramento do exercício é um momento crucial para consolidar os resultados e garantir que o relatório de gestão traduza, com precisão, o desempenho e o compromisso de cada órgão com as metas do governo”, afirmou Luiza Londe.

O encerramento do SAG e a elaboração dos relatórios de gestão reforçam o papel do planejamento como eixo central da gestão pública, contribuindo para o monitoramento das metas e a melhoria contínua das políticas e programas governamentais.

Acesso à Escola Classe Natureza, no Paranoá, é preparado para receber asfalto

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Obra integra o programa Caminho das Escolas e beneficia mais de 1,5 mil moradores

Brasília, 12 de novembro de 2025 — O Governo do Distrito Federal (GDF) está em fase final de preparação para aplicar a capa asfáltica no Km 8,5 da DF-250, via que dá acesso à Escola Classe Natureza, no Núcleo Rural Capão da Erva, no Paranoá. A intervenção faz parte do programa Caminho das Escolas e tem como objetivo garantir mais segurança e conforto aos cerca de 300 alunos da instituição e aos 1,5 mil moradores da região.

De acordo com o administrador regional do Paranoá, Horacio Duarte, a preparação do solo já foi concluída, e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) deve iniciar a pavimentação nas próximas semanas. “Será colocada uma capa de asfalto no Km 8,5. Já foi feita toda a preparação e, em breve, o DER dará continuidade à obra”, afirmou.

Os trabalhos contam com o uso de retroescavadeiras, rolos compactadores e motoniveladoras, em uma ação conjunta que envolve a Administração Regional do Paranoá, o DER-DF, a Secretaria de Agricultura (Seagri-DF), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e o Polo Leste do programa GDF Presente.

Segundo o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, a pavimentação reflete o esforço de integração entre os órgãos do governo. “Essa é mais uma obra que mostra a união do governo Ibaneis Rocha. É uma melhoria na qualidade de vida, com menos poeira, menos lama e mais saúde para a população”, destacou.

Caminho das Escolas

Desde 2019, o programa Caminho das Escolas, coordenado pelo DER-DF, já pavimentou 29,2 quilômetros de vias de acesso a instituições de ensino na zona rural. O investimento total ultrapassa R$ 35,9 milhões. Em 2025, estão em execução 16,7 quilômetros adicionais, com R$ 27,8 milhões investidos, somando 42,9 quilômetros de vias asfaltadas ligadas a escolas do campo.

Hospital da Criança de Brasília inaugura usina solar e economizará R$ 3,7 milhões por ano

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Com investimento de R$ 13,6 milhões, unidade passa a gerar energia limpa e sustentável

Brasília, 12 de novembro de 2025 — O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, nesta quarta-feira (12), a usina fotovoltaica do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). O sistema, instalado para atender a maior parte da demanda energética da unidade, marca um avanço na sustentabilidade e na eficiência energética da rede pública. Com investimento de R$ 13,6 milhões, a expectativa é de economia anual de R$ 3,7 milhões aos cofres públicos.

A primeira-dama e madrinha do hospital, Mayara Noronha Rocha, destacou que a iniciativa une responsabilidade ambiental e gestão eficiente. “Essa economia será revertida em novos investimentos no próprio hospital, como aquisição de equipamentos, medicamentos e melhorias nos espaços dedicados às crianças”, afirmou. Ela ressaltou ainda que o projeto “olha para o futuro”, garantindo benefícios duradouros.

Recentemente, o HCB foi reconhecido pelo Ministério da Saúde como uma das três unidades do país habilitadas a realizar terapia gênica, consolidando-se como referência nacional em tecnologia e inovação médica.

De acordo com o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, o projeto inclui mais de 5 mil placas solares e tem retorno financeiro previsto em menos de cinco anos. “A economia gerada será reinvestida diretamente no hospital, melhorando a infraestrutura, os equipamentos e o atendimento à população”, explicou. Ele também adiantou que o GDF planeja instalar usinas fotovoltaicas em outros prédios públicos, ampliando a política de sustentabilidade.

A usina solar do HCB possui 5.300 placas instaladas em telhados e estacionamentos, cobrindo 584 vagas e totalizando 7,6 mil m² de área. Além da geração de energia limpa, as estruturas proporcionam sombreamento e conforto térmico para funcionários e visitantes.

Segundo a diretora executiva do hospital, Valdenize Tiziane, o projeto foi cuidadosamente planejado para não interferir no funcionamento da unidade, que realiza cerca de 60 mil atendimentos mensais. “As estruturas instaladas aproveitam melhor o espaço, reduzem custos e ainda protegem veículos e pacientes do sol”, afirmou.

Para a presidente do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), Ilda Peliz, a usina representa um avanço ambiental e assistencial. “É um benefício para o meio ambiente, para o hospital e para os pacientes, que continuarão recebendo atendimento com mais segurança. O sol é uma fonte que não falha”, destacou.

O Hospital da Criança de Brasília, que completa 14 anos neste mês, é referência nacional no tratamento de doenças raras e crônicas em crianças e adolescentes. Com 212 leitos — sendo 58 de UTI —, a unidade realiza mais de 200 novos atendimentos de câncer infantil por ano e mantém protagonismo em inovação e cuidados especializados dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

Obra de drenagem transforma Avenida do Mirante e reduz transtornos em Arniqueira

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Com investimento de R$ 2,5 milhões, galeria pluvial promete fim das enxurradas na região

Brasília, 12 de novembro de 2025 — Antes marcada pelos alagamentos e estragos provocados pelas chuvas, a Avenida do Mirante, em Arniqueira, vive um novo momento. O Governo do Distrito Federal (GDF) investe R$ 2,5 milhões na construção de uma galeria pluvial de 600 metros, destinada a conter as fortes enxurradas que descem das áreas mais altas da cidade. Até o início deste mês, quase 400 metros de dutos já haviam sido instalados.

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) é responsável pela execução da obra e pelo mapeamento dos pontos críticos que demandam intervenções emergenciais de drenagem. De acordo com os técnicos, a descida do Mirante foi priorizada por receber grande volume de águas pluviais provenientes do Areal e dos conjuntos 5 e 6 de Arniqueira.

A região, historicamente afetada pelas chuvas, sofreu danos severos em 2024, quando o asfalto foi arrancado e crateras se abriram, atingindo casas e comprometendo a segurança dos moradores. Segundo a Novacap, os resultados parciais da obra já reduziram significativamente o volume de enxurradas.

“Cada metro de galeria construída no Mirante é um metro a menos de preocupação para quem vive em Arniqueira”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite. “A água agora tem caminho certo para seguir. Com 379 metros concluídos, o Mirante deixa de ser um ponto crítico e se transforma em símbolo de avanço e cuidado com Arniqueira.”

A administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, reforçou que a intervenção representa uma solução definitiva para os problemas causados pelas chuvas. “Por ser uma cidade com muitos declives, precisávamos de uma estrutura que garantisse segurança. Antes era só barro e enxurrada, agora a comunidade já sente a diferença com os 400 metros concluídos”, afirmou.

Wilza Maria de Brito e Silva: “A gente vê o governo cuidando e sente que tem alguém lembrando da gente”

Moradora há 21 anos, a professora aposentada Wilza Maria de Brito e Silva lembra que, antes da obra, o local era tomado pelo barro e pelo lixo acumulado. “Aqui virava um rio quando chovia. A água descia com força, era assustador. Agora a gente vê o governo cuidando e sente que tem alguém lembrando da gente”, relatou.

O motorista Valdinar Gama da Silva, que passa diariamente pela via, também comemorou os avanços. “Quando chovia, moto não passava, carro perdia placa, o asfalto era arrancado. Essa obra era esperada há muito tempo. Agora vai dar pra passar ônibus, moto e carro de aplicativo sem medo”, contou.