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Governo do DF anuncia regras para o Plano de Demissão Voluntária

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buriti

As companhias devem anunciar regulamento do programa até 11 de dezembro de 2015. O tempo de adesão ao programa vai de 1º de fevereiro a 31 de março de 2016. Os desligamentos serão feitos entre maio e dezembro do próximo ano

Com o intuito de diminuir os gastos com pessoal e tirar funcionários mais antigos e caros dos quadros das empresas públicas, o GDF anunciou as diretrizes para o Plano de Demissão Voluntária (PDV) em algumas empresas públicas do Distrito Federal. Os servidores que aderirem vão receber até 60% do salário bruto mensal por cada ano de trabalho.

O número de pessoas que podem ir embora depende da empresa. são Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Metrô e Novacap podem se desfazer de um quarto dos funcionários, enquanto Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), Sociedade de Abastecimento de Brasília (SAB) e Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) estão autorizadas a deixar mais servidores saírem.

De acordo com o GDF, o objetivo do plano é equilibrar as contas públicas, aproveitar melhor os recursos humanos, mordernizar a administração pública e otimizar a prestação dos serviços públicos. As companhias devem anunciar regulamento do programa até 11 de dezembro de 2015. O tempo de adesão ao programa vai de 1º de fevereiro a 31 de março de 2016. Os desligamentos serão feitos entre maio e dezembro do próximo ano.

Confira os percentuais, por faixa de salários, ao qual cada servidor que aderir ao programa terá direito:

– 60% da remuneração mensal bruta, para os empregados que recebam até R$ 8.000;

– 55% da remuneração mensal bruta, para os empregados que recebam acima de R$ 8.000 e até R$ 16.000;

– 50% da remuneração mensal bruta, para os empregados que recebam acima de R$ 16.000 e até R$ 24.000;

– 45% da remuneração mensal bruta, para os empregados que recebam acima de R$ 24.000.

Do Correio Braziliense

ANÁLISE POLÍTICA Agora há pouca dúvida de que Lula quer mesmo derrubar Dilma!

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analise politica

 

  1. Este Ex-Blog, dias atrás, divulgava a informação vazada do entorno do Instituto Lula que o mais conveniente para Lula seria Dilma pedir licença por doença. Temer assumiria a presidência e, em seguida, Lula e o PT partiriam para a oposição. Dilma não perderia seus direitos. E haveria tempo suficiente para organizar a campanha de Lula em 2018 como defensor dos pobres contra as medidas neoliberais que estariam sendo introduzidas.
  2. Mas Dilma e seu entorno não teriam aderido a ideia, mesmo que para ser aplicada em médio prazo. Dilma se abraçou com seu mandato e se tornou agressiva, cada vez mais, dia a dia.
  3. A experiência política ensina que nunca se deve nomear um ministro que não se pode demitir. É o caso de Joaquim Levy. Não que Dilma enfrente qualquer resistência política relevante para tomar essa decisão.
  4. O problema é que a demissão, renúncia, ou mesmo a saída de Joaquim Levy por qualquer motivo que seja, como se especulou no final da semana passada, produziria um total descontrole da economia por refluxo dos atores econômicos: as medidas de ajuste fiscal não teriam mais como serem aprovadas, explodiria o dólar, cresceria a inflação, aumentaria o déficit público, os juros teriam que acompanhar, Brasil perderia o grau de investimentos pelas agências que faltam, aumentaria a relação Dívida/PIB, a recessão se tornaria mais rígida ainda, etc.
  5. Todos os dias, Lula e seu entorno na CUT e no PT repetem em coro que a política fiscal é antipovo e que Levy é o responsável e que deve sair urgente, etc.
  6. Ora, se a saída de Levy desintegra de vez a economia e o governo Dilma, todos os que trabalham para a derrubada de Levy, o que de fato querem é derrubar Dilma.
  7. E quem é o maestro da banda do fora Levy? Lula, que não pode ser acusado de ingênuo. Ou seja, toda essa coreografia de Lula a favor de Dilma é evidente construção de álibi para não ser cobrado como traidor depois. Lula trabalha todos os dias para derrubar Levy, ou seja, derrubar DILMA.
  8. Elementar, meu caro Watson, diria Sherlock Holmes.

Por Cesar Maia

PSB estuda lançar nome de Ricardo Coutinho ao Palácio do Planalto, revela revista

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ricardo coutinho

 

A Revista Nordeste, do jornalista e empresário Walter Santos, diretor presidente do Grupo WSCOM, destaca na edição do mês de setembro, o nome do governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) como provável candidato à sucessão Dilma Rousseff (PT).

A Revista registra que Ricardo Coutinho no PSB é uma das vozes contra uma possível aliança com o PSDB de Geraldo Alckmin para 2018.

A informação está em uma entrevista, veiculada na edição 106 da Revista Nordeste – disponível em formato digital para Smartphones e iPads. (download gratuito)

Clique aqui para ler.

 

Trajetória Política

Ricardo Coutinho foi eleito vereador de João Pessoa pelo Partido dos Trabalhadores (PT) por duas vezes, em 1992 e em 1996. Para o segundo mandato, em 96, obteve 6.917 votos, conquistando o primeiro lugar naquela eleição, registrando o maior número de votos até então recebidos por um vereador na Capital.

✔ Em 1998 candidatou-se a deputado estadual, sendo o mais votado em João Pessoa. Em 2002, ainda pelo PT, foi reeleito com o maior número de votos do pleito: 47.912. Na Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba (AL-PB), Ricardo Coutinho foi presidente da Comissão de Saúde em dois mandatos.

✔ No início do ano de 2004, sofrendo pressões e embates dentro PT, Ricardo deixa a legenda para se candidatar a prefeito da João Pessoa pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), vencendo às eleições com cerca de 65% dos votos da população pessoense.

✔ Em 2008, ele se candidata à reeleição e, novamente, é conduzido ao cargo de prefeito da Capital paraibana. Neste pleito, ele obteve 262.041 votos, o equivalente a 73,8% do eleitorado.

✔ Em 2010, foi eleito governador da Paraíba com a maior votação da história, com 1.079.164 votos.

✔ Em 2014, foi reeleito governador no 2º turno com uma votação de 1. 125.956 votos (52,61%), 111 mil votos a mais que o segundo colocado.

Transferência da pediatria do Hospital de Base para Hospital da Criança gera debate sobre terceirização da saúde

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Bloco II do Hospital da Criança ainda está em construção. Foto: Rodrigo Vilela/R7
Bloco II do Hospital da Criança ainda está em construção. Foto: Rodrigo Vilela/R7

Profissionais de saúde são contra o modelo defendido pelo GDF

Do R7 – O anúncio da transferência do departamento de pediatria do Hospital de Base, o maior hospital público do DF, para as dependências do Hospital da Criança de Brasília José Alencar, administrado pelo Instituto do Câncer e Pediatria Especializada (Icipe) gerou intenso debate e a desconfiança de que a saúde na capital possa ter outras terceirizações.

Entidades de servidores da saúde do DF alegam que a mudança na gestão pode não aliviar os gastos do governo e ainda prejudicar o atendimento, como aconteceu em casos semelhantes de terceirização da gestão da saúde para organizações sociais (que é o caso do Icipe). Já o Governo do Distrito Federal nega que essa transferência de gestão seja uma terceirização ou parte de um projeto de terceirização da saúde da capital e alega que a transferência é necessária para cortar gastos e melhorar o atendimento.

O anúncio da mudança de gestão da pediatria do Hospital de Base foi feito pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no fim de setembro. A terceirização está prevista para começar em janeiro de 2016 e segue até 2019.

A transferência da gestão para a organização social deveria acontecer em outubro de 2016, mas foi antecipada pelo GDF. Com a nova data, o contrato receberá um termo aditivo com um novo plano de metas e novos valores. Atualmente, o Governo do Distrito Federal paga ao instituto cerca de R$ 7 milhões por mês.

Os atendimentos que hoje são realizados no prédio da pediatria do Hospital de Base serão transferidos para o Hospital da Criança de Brasília José Alencar. A mudança depende da conclusão do bloco II. Com a expansão, o hospital contará com 202 leitos, sendo 164 para internação e 38 de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e cuidados intermediários. Atualmente, toda a rede hospitalar conta com 64 vagas, sendo 9 leitos de UTI no pediátrica e 3 neonatal no Hospital de Base.

A medida foi duramente criticada pela diretora do núcleo jurídico do Sindate-DF (Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Distrito Federal), Elza Aparecida, que chegou a dizer que “a terceirização é o caminho mais curto para a corrupção”. A sindicalista, que trabalha há 25 anos no Hospital de Base, diz que os servidores não foram ouvidos sobre a mudança.

— Isso (a terceirização) veio de cima. Quem toma a decisão é a Secretaria de Saúde. Deveriam ouvir outras propostas dos servidores. Quando o GDF não repassar a verba para a OS, eles vão suspender o atendimento. Quem tem compromisso com o atendimento da população somos nós servidores.

Elza conta que os funcionários suspeitam que a hematologia e a oncologia do Hospital de Base, além dos postos de saúde da Ceilândia, também estejam na lista de terceirização do GDF.

— É o comentário que circula entre os servidores. Nós não sabemos em quem acreditar. O governo não se posiciona. Do jeito que foi feito com a pediatria, que ninguém falou nada com a gente, fica todo mundo trabalhando sem saber o que vai acontecer.

A servidora não acredita que repassar a administração para as organizações sociais vá resolver os problemas.

— Se OS fosse a solução do problema, nós não teríamos pacientes do [Estado de] Goiás aqui. Lá, boa parte dos hospitais tem esse modelo de gestão e, no entanto, os pacientes são encaminhados para cá.

O presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal, Helvécio Ferreira da Silva, diz que não há debate no conselho sobre proposta de entregar a gestão de qualquer hospital público para uma organização social. Na avaliação de Helvécio, a medida deve ser reprovada entre os membros do CSDF. O Conselho é vinculado à Secretaria de Saúde do GDF, mas composto por membros da sociedade civil.

— O Conselho é contra a entrega do controle de qualquer atividade de saúde para terceiros.

Helvécio diz ainda que o conselho, que é responsável por aprovar e acompanhar a execução orçamentária da saúde do Distrito Federal, não vê problemas quando uma organização social constrói a estrutura e o SUS (Sistema Único de Saúde) entra com equipamentos ou mão de obra (que é o caso da transferência da Pediatria do Hospital de Base), mas refuta a terceirização da saúde.

Profissionais da saúde e o próprio CSDF citam os casos do Instituto Candango de Solidariedade e da Real Sociedade Espanhola como exemplos de que a parceria com OS não é a solução para o problema da saúde pública do DF. Os contratos com as duas organizações, que administraram o Saúde da Família e o Hospital de Santa Maria, respectivamente, acabaram em escândalos de irregularidades e desvios de recursos públicos.

O empresário Edson Soares Bonfim, acompanha há 1 ano e 4 meses o tratamento da filha Maria Clara, de 1 ano e meio, que sofre de problema renal. Edson também acompanha a filha em um tratamento que faz no Hospital da Criança e defende a transferência da pediatria.

— O atendimento no Hospital da Criança é belíssimo. Às vezes tem problema na hora de marcar o atendimento, mas é pelo grande número de gente que procura o hospital. A experiência que tenho lá é até melhor do que a que tenho aqui. Os únicos problemas que vejo lá são os preços da lanchonete e a localização.

As reclamações de Edson são as mesmas que a de Queila Cardozo Moraes, de 25 anos, que levou o pequeno Paulo, 7 anos, pela primeira vez ao Hospital da Criança. Desempregada, ela conta que gasta até R$ 28 por dia que vai ao centro hospitalar e que tem que levar marmita para o filho.

— Hoje eu levei mais de 3 horas para chegar aqui. Foi um ônibus de Ceilândia até a rodoviária e outro da rodoviária para cá. É ruim porque é longe, tenho que trazer marmita. Adulto consegue segurar a fome, mas a criança não.

Apesar da administração do setor ser repassada para uma organização social, o governo nega que haja terceirização no caso da pediatria do Hospital de Base. Alega que o que existe entre a Secretaria de Saúde e o Hospital da Criança é um contrato de gerenciamento, assinado em 2011, com o Icipe. O instituto ficará responsável por toda a gestão e atendimento da pediatria do Hospital de Base, exceto a emergência. A pasta destaca que não há projeto de parceria semelhante para outra unidade de saúde do Distrito Federal.

A Secretaria de Saúde diz ainda que os servidores da pediatria do Hospital de Base poderão optar por trabalhar no Hospital da Criança. Aqueles que não aceitarem, poderão escolher outra unidade da rede de saúde pública do DF para atuar na pediatria. Caso seja necessário complementar o atendimento do hospital, o GDF autorizou a contratação de médicos celetistas.

O GDF garante que há fiscalização e controle no serviço prestado. Foi criada uma comissão de acompanhamento e avaliação. O grupo é formado por membros das subsecretarias de Atenção à Saúde; de Gestão da Educação e Saúde; de Programação e Regulação, Avaliação e Controle; e de Administração Geral, e acompanha mensalmente o contrato.

Por se tratar de uma organização social, portanto sem fins lucrativos, o dinheiro repassado pelo governo e que não for utilizado pelo Icipe será devolvido.

Colapso – No começo do ano, poucos dias após assumir o Executivo, o governador Rodrigo Rollemberg decretou situação de emergência na saúde pública do Distrito Federal. Fornecedores de medicamentos estavam sem receber pelos produtos comprados pelo GDF. Diversos leitos em UTI foram fechados e alguns serviços, como o de radioterapia, foram suspensos. O então ministro da Saúde, Arthur Chioro, chegou a declarar que o DF “vive um colapso na saúde pública”.

Em setembro, Rollemberg conseguiu fechar um acordo com os deputados distritais e sancionou uma lei que destina 80% das emendas parlamentares para a saúde. Com o acordo, o orçamento da pasta recebeu um reforço de R$ 350 milhões. De acordo com o governador, o recurso extra praticamente garante o custeio da saúde até o fim do ano.

Sinpro realiza assembleia geral nesta terça-feira, na Praça do Buriti

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greve

Na manhã dessa segunda-feira (19) as assembleias regionais do Sindicato dos Professores do DF (Sinpor-DF) elegeram os membros do comando de greve na Educação, e ainda hoje o comando se reúne para avaliar e ajudar na condução do movimento de greve, que nesta terça-feira (20) tem assembleia geral marcada para as 9h30, na Praça do Buriti.

Em nota no seu site, a diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os professores, orientadores educacionais e diretores de escola para integrarem-se ao movimento grevista e comparecerem à assembleia de terça-feira.

“É na luta, na garra e na unidade que se constroem as vitórias e se busca o respeito aos direitos da categoria”, diz a nota do Sinpro.

 

Confira os locais de ônibus para a assembleia:

Cidade Local Horário
Ceilândia Estacionamento do BRB 8h30
Planaltina-GO (Brasilinha) Van 8h30
Taguatinga Nene’s Chopp 9h
Formosa Praça da Matriz/Catedral 8h
Gama CEM 02 8h30
Luziânia Em frente à Prefeitura passando pela passarela do Valparaiso 8h30
Planaltina Centro de Ensino Especial 01 8h30
Recanto das Emas Faculdade da Terra 8h30
Samambaia CEF Myriam Ervilha BR 060 (8h30) passando pela Escola Buritis 9h
Samambaia Feira da 202 8h30
Santa Maria C.E.E 01 passando pelo CEF 215 8h30
Sobradinho CEM 01 8h30
Unaí Praça da Prefeitura (7h) passando pelo CED PAD-DF 8h30

 

Governador acompanha situação de obras no Sol Nascente

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Foto: Gabriel Jabur
Foto: Gabriel Jabur

 

Rodrigo Rollemberg pediu relatório sobre o andamento e as dificuldades para a realização das benfeitorias

Por Ádamo Araujo – Na quarta-feira (21), o governador Rodrigo Rollemberg receberá relatório sobre o andamento e as pendências das obras de urbanização — a exemplo de drenagem e pavimentação — no Setor Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia. Na manhã desta segunda (19), o chefe do Executivo acompanhou a reunião semanal do grupo de trabalho responsável pelas benfeitorias no setor. O encontro ocorreu no posto de assistência técnica da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) no Sol Nascente.

“Essa obra tem financiamento da Caixa Econômica Federal, e os recursos estão garantidos. Por isso, precisamos dar esse retorno urgente à comunidade”, enfatizou o governador. Os trabalhos estão divididos em três trechos. O custo total é de R$ 187,6 milhões, com investimentos do governo de Brasília e da instituição bancária. Serão gastos, por etapa, R$ 41,5 milhões, R$ 79,7 milhões e R$ 66,3 milhões. As equipes atuam nos dois primeiros trechos paralelamente.

O grupo de trabalho é formado, além da Codhab, pela Agência de Fiscalização (Agefis), pelas Secretarias de Infraestrutura e Serviços Públicos e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, pela Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) e pelas empresas contratadas.

Desobstrução – O diretor-presidente da Codhab, Gilson Paranhos, ressaltou a necessidade de desobstruir áreas invadidas para dar celeridade ao trabalho. Segundo a diretora-presidente da Agefis, Bruna Pinheiro, o órgão vai montar um cronograma de retirada das ocupações irregulares, que reapareceram após as desocupações feitas em fevereiro e março deste ano.

Também participaram do encontro de hoje os secretários de Infraestrutura e Serviços Públicos, Julio Cesar Peres, e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, José Guilherme Leal, e representantes da Caixa Econômica Federal, da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) e das empresas contratadas.

Palácio do Buriti antecipa substituição na Secretaria da Criança

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Prevista para acontecer nesta terça-feira quando serão publicadas as exonerações e nomeações na reforma administração, a saída de Jane Klebia foi antecipada

A edição de hoje do Diário Oficial do Distrito Federal antecipou a exoneração de Jane Klebia do Nascimento Silva Reis, então secretária de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal. Na mesma edição foi nomeado Aurélio de Paula Guedes Araújo para substituir Jane Klébia.

A troca, anunciada na semana passada pelo governador Rodrigo Rollemberg, estava prevista para acontecer amanhã, quando serão nomeados os novos integrantes do primeiro escalão do GDF. A antecipação mostra o mal-estar que causou a substituição. Jane vinha recebendo pressões de entidades para deixar o cargo, mais tinha o apoio interno da primeira dama Marcia Rollemberg.

Assim coo Jane Klébia, o substituto também é indicação do deputado distrital professo Israel Batista. Aurélio de Paula tem 32 anos e nasceu no Recife (PE), mas mora em Brasília desde 1985. É historiador formado pela Universidade de Brasília e construiu carreira internacional nas áreas de Direitos Humanos e Educação, com atuações nos Estados Unidos e em Moçambique.

Foi gerente de Projetos do Instituto dos Direitos da Criança e do Adolescente. Como assessor cultural da Embaixada dos Estados Unidos, colaborou na gestão de programas educacionais e culturais para jovens e professores. Em 2011, assumiu a direção da Escola do Legislativo do DF.

Por mais de dez anos, foi professor em diversas instituições do DF, lecionando desde o nível fundamental até o ensino superior. É pós-graduado em Gestão de Projetos pela Escola de Administração e Negócios e mestrando em Marketing na Universidad de La Empresa (Montevidéu, Uruguai).

Andressa Mendonça e Carlinhos Cachoeira reatam casamento

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andressa cachoeira

Empresária anunciou o fim de união com contraventor há mais de um mês. Em novo post, ela disse: ‘O amor vence barreiras, o meu constrói caminhos’.

Por Sílvio Túlio – A empresária Andressa Mendonça e o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, reataram o casamento há pouco mais de um mês após anunciarem a separação. Neste sábado (17), ela postou nas redes sociais uma foto dos dois com a seguinte legenda: “O amor vence barreiras, o meu constrói caminhos”.

Ao G1, Andressa confirmou que eles estão juntos novamente. Quando questionada sobre o que pesou para a volta, ela afirmou: “É o amor, não tem motivação maior”. Já Cachoeira, que foi condenado por chefiar um esquema de exploração de jogos ilegais e corrupção em Goiás e no Distrito Federal, quando perguntado sobre a questão pela reportagem, limitou-se a dizer: “É verdade”.

Até as 13h30, a publicação tinha sido curtida por 880 usuários. Outros 77 comentaram o post, sendo que a grande maioria parabenizava o casal pela decisão.

No último dia 8 de setembro, também pelas redes sociais, Andressa havia comunicado sobre o fim do relacionamento. Na ocasião, ela afirmou que o rompimento “não reflete qualquer fracasso” e afirmou que “foram cinco anos de sucesso e boa convivência”.

Casamento

O casal está junto desde 2010, mas a união só foi oficializada em dezembro de 2012, no condomínio de luxo em que moravam em Goiânia. Após a cerimônia, o casal saiu da residência para conversar com os jornalistas, quando Cachoeira se ajoelhou e beijou os pés da mulher.

A cerimônia ocorreu depois de Cachoeira sair da cadeia, em 11 de dezembro. Ele havia sido preso em fevereiro durante a Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal (MPF).

Musa – Durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) que apurou, no Congresso Nacional, denúncias de corrupção ligadas ao contraventor, Andressa chamou a atenção pela beleza e foi chamada de “musa da CPI”.

Em 25 de julho de 2012, durante audiência presidida pelo juiz Alderico Rocha Santos na Justiça Federal em Goiânia, o empresário aproveitou a ocasião para pedir a empresária em casamento.

Dias depois da sessão, o magistrado denunciou que Andressa o procurou no gabinete para ameaçá-lo e oferecer vantagem indevida. Na época, ela chegou a pagar fiança de R$ 100 mil para não ter a prisão preventiva decretada.

Andressa foi absolvida da acusação em maio deste ano. A sentença do magistrado Abel Cardoso Morais afirma que “embora não recomendável no âmbito da ética, o comportamento da ré manteve-se distante da censura penal”.

Operação Monte Carlo – A Operação Monte Carlo foi deflagrada em 29 de fevereiro de 2012. Na ocasião, 31 pessoas foram presas, em quatro estados e no Distrito Federal, suspeitas de ligação com o esquema de Carlinhos Cachoeira.

O empresário foi condenado, em dezembro de 2012, a 39 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de peculato, corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha. Ele recorreu da sentença e aguarda pela decisão em liberdade. (Do G1 GO)

ELEIÇÃO NA OAB: Délio Lins e Silva Júnior registra chapa Pró-Advogado

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OAB

 

Chapa possui a maior quantidade de mulheres na história da OAB-DF e conta com apoio de ex-presidentes e de grandes nomes da área jurídica

O advogado criminalista Délio Lins e Silva Júnior é oficialmente candidato da oposição à presidência da OAB-DF. A chapa Pró-Advogado foi registrada, na manhã de hoje (17), na Seccional do DF, e conta com a advogada professora Célia Arruda como candidata à vice-presidência.

A chapa possui a maior quantidade de mulheres na história da OAB-DF, 41 ao todo, e tem apoio de grandes nomes da área jurídica, como Safe Carneiro, Kakay, Any e Ulisses Borges, Francisco Caputo, Rossini Correia, Edson Smaniotto, entre outros.

“A OAB-DF precisa se dedicar exclusivamente à causa do advogado, que hoje anda esquecida, sem o apoio devido pela OAB/DF. Nossas propostas estão amparadas na lealdade absoluta ao advogado, na austeridade contra gastos excessivos, como festas e mordomias, e na modernidade da OAB-DF”, afirmou Délio Lins e Silva Júnior aos diversos apoiadores que o acompanharam no ato do registro da candidatura.

O criminalista se comprometeu publicamente a não assumir nenhuma causa que possa confrontar com os interesses dos advogados. “Nesta greve do Poder Judiciário, que já é a maior da história, os advogados do DF estão vivenciando um grande absurdo, que é a total omissão da OAB em função de o presidente ser advogado do Sindjus-DF (Sindicato dos Servidores da Justiça do DF). Isso é inadmissível, milhares de advogados estão com suas rendas severamente comprometidas, perdendo clientes e fechando escritórios. Além disso, a população que depende de alguma decisão da Justiça, está sofrendo muito”, lamenta Lins e Silva Júnior.

Para ele, outra medida que deve ser implantada com urgência é o fim das mordomias, das festas caras e dos altos gastos com propaganda. “Vamos cortar estes custos e repassar os benefícios para os advogados iniciantes, que são os que mais sofrem com a crise”, disse.

A modernização da OAB-DF é outra prioridade da chapa Pró-Advogado. Muitos serviços passarão a ser eletrônicos, como ocorre em outras seccionais, onde o advogado consegue tirar certidões online e sem custo. “É inaceitável que a Capital Federal ainda não conte com esses serviços, que facilitam a vida dos advogados e reduzem custos administrativos”, acrescenta.

O candidato afirma ainda que sua campanha calcada em ideias coletadas com toda a advocacia brasiliense e por isso tem agregado nomes tão expressivos e crescido com tanta velocidade. Ademais, ele assegura que vai lutar por um plano eficaz e permanente. “Nosso projeto é baseado na profissionalização da assistência ao advogado, na criação de um órgão remunerado específico para atuar na defesa das prerrogativas dos advogados, na criação de subcomissões temáticas, na abertura de um novo canal com o Judiciário e na valorização das mulheres advogadas”, finalizou Délio Lins e Silva Júnior.

Quem é Délio Lins e Silva Júnior

O único brasiliense entre os candidatos, é graduado em Direito pelo Uniceub, possui pós-graduação em Direito Penal Econômico e pós-graduação em Ciências Jurídicas Criminais, ambos pela na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra – Portugal, mestrado em Ciências Jurídicas Criminais pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra – Portugal, onde é também doutorando. Autor de diversas obras em sua área, é também professor universitário e ex-presidente das Comissões de Honorários e de Apoio ao Advogado Iniciante da OAB/DF onde, inclusive, conseguiu implantar o piso salarial da categoria. É advogado militante com atuação destacada de delegacias ao STF, tendo atuado nos principais processos criminais do país, tais como operação Mensalão, Lava Jato, Furacão, Zelotes, Caixa de Pandora, entre outros.

Quem é Célia Arruda

Graduada em Direito pelo Uniceub, pós-graduada em Direito Civil pela Unisul e Doutoranda pela Universidad Del Museo Social em Buenos Aires, Argentina. Atua na área cível, com foco em Responsabilidade Civil, Direito de Família e Planejamento Sucessório. Ministra aulas de Direito Civil em instituições de ensino em Brasília, Goiânia, Cuiabá, Campo Grande e Curitiba.

Buriti estuda novas mudanças no primeiro e segundo escalões

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Pelos bastidores, o próprio governador tem garantido que a reforma, do ponto de vista político, ainda não está concluída.

Por Francisco Dutra – Consciente do desgaste político entre aliados gerado pela reforma do GDF, o governo Rollemberg estuda novos ajustes no primeiro e segundo escalões até janeiro de 2016. Depois de conseguir fisgar o deputado distrital Joe Valle (PDT) para a nova secretaria do Trabalho, o Buriti vai tentar escalar mais membros do Legislativo ao longo do recesso parlamentar. Com este movimento, o Executivo planeja garantir votos de suplentes fiéis na Câmara Legislativa.

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