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Mané Garrincha será palco para Flamengo x Figueirense

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Mané Garrincha é reconhecido como a segunda casa do rubro-negro
Mané Garrincha é reconhecido como a segunda casa do rubro-negro

 

Torcedor pode chegar ao estádio a partir das 17h30

O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha receberá nesta quarta-feira (9/3), às 19h30, o duelo entre Flamengo e Figueirense, partida válida pela terceira rodada da fase de grupos da Primeira Liga. Os portões estarão abertos a partir das 17h30. Essa é a segunda vez, em 2016, que o clube carioca joga na cidade. Em 21 de fevereiro, na arena brasiliense, o time de Muricy Ramalho ganhou de 2 a 1 do Fluminense.

A recomendação é que o público chegue cedo e leve o mínimo possível de objetos para facilitar a revista, que será feita pelos policiais militares no portão externo. Não é permitido entrar no estádio com itens como instrumentos musicais, armas brancas, guarda-chuvas, capacetes, sinalizadores e bandeiras com mastro.

Torcedores devem priorizar o transporte público, mas quem preferir utilizar o carro terá opção de estacionar no amplo bolsão externo da arena. A entrada externa ocorrerá nos portões de letras M, S (em frente ao Ginásio Nilson Nelson), T e K (em frente ao Brasília Shopping). Já o acesso interno, para a arquibancada inferior, será por meio dos portões 14 (arquibancada), 7 (hospitality) e 5 (imprensa).

Ingressos – Os ingressos estão está à venda (confira serviço abaixo). Bilheterias móveis, localizadas no estacionamento do estádio (voltadas para o Brasília Shopping), venderão ingressos horas antes do início da partida.

Serviço:

– Arquibancada Inferior: R$ 70 (meia-entrada)

– Área VIP (Hospitality): R$ 50 (meia-entrada)

Locais:

Mengomania (308 Sul)

Grandes Torcidas (308 Sul)

Esporte Center (Taguatinga Shopping)

Globo Esporte (Taguatinga Centro e Taguatinga Shopping)

Polícia Militar e Corpo de Bombeiros continuam perdendo efetivo; veja lista dos militares que pediram aposentadoria

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policia militar

 

Sem concurso público, efetivo tende a diminuir cada vez mais

Por Tenente Poliglota – O fantasma que assombra policiais e bombeiros militares, o PL 3123/2015, continua fazendo vítimas. Num momento de ajuste fiscal rígido e sem perspectivas de novos concursos, esse é um dado muito preocupante.

Dessa vez 9 (nove) oficiais e 25 (vinte e cinco) praças pediram a reserva remunerada (aposentadoria) e a demanda de pedidos que ainda não foram publicados é enorme, podendo chegar a quase 500 afastamentos.

Pela redação de artigos do Projeto 3123/2015, as licenças especiais e férias não gozadas pelos servidores da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros não poderão ser mais transformadas em pecúnia na sua totalidade, ficando limitadas a somente 01 (uma) licença, 02 (duas) férias e mantido a ajuda de custo quando da passagem para a reserva remunerada (aposentadoria).

Um prejuízo incalculável e um verdadeiro “tapa na cara” das instituições e dos profissionais que as compõe, já que esse benefício ou possibilidade acabou se tornando uma verdadeira poupança para ser utilizada no final de carreira. Isso causou uma avalanche de pedidos de reserva no Departamento de Pessoal da Polícia Militar e calcula-se que haja uma estimativa de mais de 500 pedidos até o final de semana.

Está prevista para o dia 21/03, a partir das 14 horas, a votação definitiva do PL 3123/2015 e nesse momento toda bancada do Distrito Federal deve estar mobilizada para que o mesmo não seja aprovado da forma que está ou que até mesmo seja rejeitado.

As cobranças devem ser efetuadas a todos os parlamentares integrantes da bancada federal como os deputados Laerte Bessa (3215-5340), Alberto Fraga (3215-5511), Ronaldo Fonseca (3215-5223), Augusto Carvalho (3215-5215), Rogério Rosso (3215-5283), Érica Kokay (3215-5203), Roney Nemer (3215-5572) e Izalci Lucas (3215-5602) e mais os senadores Cristovam Buarque (3303-2281), Reguffe (3303-6355) e Hélio José (3303-6640).

Aos integrantes das corporações cabe fazerem a sua parte comparecendo em massa ao Congresso Nacional na quarta-feira. É inadmissível que num momento delicado onde direitos conquistados estão sob séria ameaça de extinção alguns insistam em permanecer alheios ao fato.

Dos COMANDANTES GERAIS ao SOLDADOs, todos têm a obrigação de lutarem pelo bem maior: A COLETIVIDADE E A SEGURANÇA DE SUAS FAMÍLIAS!

 

Lista de pedidos de reserva remunerada:

1- Coronel QOPM SINVAL DE PAIVA REIS

2- Coronel QOPM NORMANDO DE ASSIS

3- Coronel QOPM MAURO DE FARIA LEMOS

4- Major QOPMA GILSON BARBOSA

5- Major QOPMA KILDER DE ABREU GOMES

6- 1º Tenente QOPMA DENISE DAS G. DIAS DE CASTRO CUNHA

7- 2º Tenente QOPMA ARIOSVALDO NOBRE DE SOUSA

8- 2º Tenente QOPMA ELTON GOMES BEZERRA

9- 2º Tenente QOPMA SIDNEY SANTOS DE ALMEIDA

10- Subtenente QPPMC ALDAIR GERALDO DE LISBOA LIMA

11- Subtenente QPPME PAULO CESAR CALDEIRA DE SOUSA

12- Subtenente QPPMC JOÃO BATISTA DA SILVA

13- Subtenente QPPMC ELANIA MARIA RIBEIRO

14- Subtenente QPPMC THEMIS DA SILVA PIMENTEL

15- Subtenente QPPMC EDSON RICARDO ISAIAS DO CARMO

16- Subtenente QPPMC AMAURI FERREIRA DE SOUSA

17- 1º Sargento QPPMC REGINALDO DE MEDEIROS

18- 1º Sargento QPPMC ROBERTO SILVA RODRIGUES

19- 1º Sargento QPPMC AIRTON FERREIRA DA SILVA

20- 1º Sargento QPPMC CELMO SANTOS ARAUJO

21- 1º Sargento QPPMC LINDEVALDO ALVES RODRIGUE

22- 1º Sargento QPPMC JUSTINO LOPES GOLBERTO

23- 1º Sargento QPPMC EVA PEREIRA DA COSTA

24- 1º Sargento QPPMC CARLOS SERGIO MOURA VIEIRA

25- 1º Sargento QPPMC JEOVAM INACIO DE MELO

26- 1º Sargento QPPMC ROBERTO RIVELINO BENICIO DE OLIVEIRA

27- 1º Sargento QPPMC JOSE MARCOS BORGES DA COSTA

28- 1º Sargento QPPMC IVAN GUEDES DA SILVA

29- 2º Sargento QPPMC NATAL MARTINS RAMALHO

30- 2º Sargento QPPMC AMOS LEANDRO ALVES

31- 2º Sargento QPPMC NILTON ALVES DA SILVA

32- 2º Sargento QPPMC VANILSON FIRMINO RODRIGUES

33- 3º Sargento QPPMC JOSE CARLOS GALVÃO

34- 3º Sargento QPPMC LUIS CLAUDIO ANDRE DE OLIVEIRA

Cartel dos combustíveis: responsáveis pela Operação Dubai vão à CLDF nesta quinta

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Chico Vigilante
Chico Vigilante

 

 

Câmara Legislativa realiza Comissão Geral para debater os preços praticados no DF e ouvir órgãos competentes sobre as ações desenvolvidas até agora

A Câmara Legislativa vai promover uma comissão geral, nesta quinta-feira (10), para tratar de um tema que vem incomodando, há muito, os consumidores do DF. Proposta por Chico Vigilante, será realizada a reunião para ouvir os responsáveis pela Operação Dubai, deflagrada em novembro, contra o Cartel dos Combustíveis no DF.

O objetivo da comissão é saber mais sobre o andamento das apurações e ações fiscalizadoras que ocorreram no mercado de combustíveis local nos últimos quatro meses.  Estão confirmados representantes da Polícia Federal, Procon, BR Distribuidora, Cade, Ministério Público do DF, Sindicombustíveis e da Agência Nacional de Petróleo.

De acordo com Chico Vigilante, será uma ótima oportunidade para que a população pressione os órgãos de fiscalização e se atentem ao que eles estão fazendo.

“Estou buscando incessantemente que a justiça determine como em outros estados, a redução imediata no valor dos combustíveis”, defendeu.

O lucro faturado pelas empresas que formam o cartel dos combustíveis do DF também foi duramente criticado pelo parlamentar.

“É um absurdo o que acontece no DF. Chega a ser um deboche o que o Cartel faz com as autoridades locais”, afirmou, referindo-se ao alto preços dos produtos nas bombas, apesar das ações de combate.

Segundo relatório divulgado pela ANP, os postos da capital federal compram os combustíveis por um dos preços mais baratos do país e revendem com um sobrepreço que proporciona margem de lucro de R$ 0,69 centavos por litro (20%).

Segundo informações divulgadas pelo Cade, o preço da gasolina deveria ter uma redução de pelo menos 20 centavos, mas isso não aconteceu.

Mobilização – Nas redes sociais, a mobilização contra o Cartel tem dois grandes parceiros. O grupo no Facebook intitulado “Boicote aos Postos de Combustíveis – DF” conta como mais de 39 mil pessoas.

Já a página “Vigilante dos Combustíveis” conta com mais de três mil curtidas e leva, diariamente, informações sobre a luta contra o Cartel.

Para a comissão geral, Vigilante criou um evento no Facebook onde mais de mil pessoas já foram convidadas.

Confira a lista de autoridades que confirmaram presença:

  • Diretor-geral do Departamento da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra;
  • Superintendente-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Eduardo Frade Rodrigues;
  • Coordenador-geral do Antitrust 06, Ravvi Augusto de Abreu Coutinho Madruga;
  • Procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bessa.

Manifestantes pró-Lula interrompem homenagem à mãe de Moro

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mae do moro

 

O juiz Sergio Moro é encarregado dos processos da Lava Jato na primeira instância

Por Carlos Ohara – Com palavras de ordem em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao Partidos dos Trabalhadores, militantes de centrais sindicais interromperam, na noite desta terça-feira (8), a sessão solene da Câmara Municipal de Maringá (a 426 km de Curitiba), na região norte do Paraná, no momento em que Odete Moro, mãe do juiz da Lava Jato, Sergio Moro, era homenageada. Com punhos levantados, cerca de 30 manifestantes gritavam “Lula, guerreiro do povo brasileiro” e “partido…é dos trabalhadores”. Alguns chegaram a vaiá-la.

A manifestação foi sufocada por uma salva de palmas contínua, direcionadas à mãe de Moro, de outras pessoas que acompanhavam a sessão. A galeria da Câmara Municipal de Maringá comporta 300 pessoas e o local estava lotado.

Com acirramento dos ânimos, entre os grupos pró e contra Lula, o presidente do Legislativo, Chico Caiana (PTB), pediu calma aos presentes e que as manifestações contrárias fossem interrompidas, alegando que a data era destinada à homenagem às mulheres.

Para a sessão de homenagens, cada um dos 15 vereadores da cidade poderia escolher uma homenageada. O vereador Ulisses Maia (PDT) indicou o nome de Odete Moro, 70 anos, professora estadual aposentada e que atua ativamente em grupos da igreja católica que desenvolvem trabalho social na cidade.

Os vereadores Humberto Henrique e Mário Verri, ambos do PT, indicaram duas sindicalistas que atuam no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (Sismmar) para homenagem: a diretora Zica França e a presidente do sindicato, Iraídes Baptistoni. Segundo Henrique, a presença de petistas e sindicalistas na sessão foi motivada pela homenagem prestada a elas.

“As homenageadas na sessão não tiveram seus nomes revelados previamente e ninguém sabia que a mãe do juiz estaria lá. Foi apenas uma manifestação em um momento tão conturbado que estamos vivendo”, disse o petista. O vereador criticou Maia, autor do convite à mãe do juiz. “Ele usou ela em momento delicado e foi lamentável. Ele nem ao menos conhece ela. Ele quis apenas obter dividendos políticos, pois é candidato a prefeito neste ano”.

Maia disse que escolheu a homenageada embasado no trabalho que ela desenvolve no setor social e por sua atuação como mãe. “O caráter do juiz Sergio Moro foi forjado por esta mulher”, disse ele. que condenou a manifestação “dos petistas e membros da CUT no local errado”. Para o vereador, a manifestação dos petistas destoou do clima de homenagem, “mas foi suplantada por centenas de pessoas que aplaudiram entusiasticamente a mãe do juiz”. (Com informações da Coluna Poder/Uol)

Câmara aprova projeto que disciplina uso da “pílula do câncer”

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pílula do câncer

 

Por Iolando Lourenço e Luciano Nascimento – O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (8) o Projeto de Lei 4.639/16, que autoriza a produção e o uso da fosfoetanolamina sintética aos pacientes com câncer. O projeto permite que a chamada pílula do câncer tenha a sua liberação para uso mesmo antes de concluídas as pesquisas voltadas para seu registro definitivo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto, assinado por 25 parlamentares de diversas legendas, seguirá agora para o Senado Federal.

A fosfoetanolamina ganhou um grande destaque, a nível nacional, no final do ano passado em função de seu possível potencial de utilização no combate ao câncer. Segundo a justificativa do projeto, “pesquisadores vinculados ao Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), conseguiram desenvolver uma via de síntese laboratorial dessa substância naturalmente encontrada no corpo humano e passaram a distribuir o produto da síntese para doentes que não mais dispunham de alternativas terapêuticas eficazes contra os cânceres”.

De acordo com os autores do projeto, a substância acabou representando uma esperança  para pessoas com câncer, por ser uma alternativa ao tratamento convencional, melhorando a qualidade de vida, ou até chegando à cura.

O texto estabelece que pacientes diagnosticados com neoplasia maligna poderão, por livre escolha, fazer uso da fosfoetanolamina sintética, desde que um laudo médico comprove o diagnóstico e que o paciente ou seu representante legal assine um termo de consentimento e responsabilidade. A opção pelo uso voluntário da substância não exclui o direito de acesso a outras modalidades terapêuticas.

Durante audiências públicas na Comissão de Seguridade Social e Família sobre o tema, houveram relatos de que a substância se mostrou muito promissora ao apresentar “efeitos antitumorais em testes in vitro e em animais de laboratório”. Entretanto, não existem, até o momento, estudos científicos que comprovem a eficácia e a segurança no uso dessa substância, necessários ao seu reconhecimento como medicamento.

A votação do projeto mobilizou deputados da base aliada e da oposição que aprovaram por unanimidade o texto em função da sua relevância para os estudos e pesquisas da substância no tratamento do câncer. A oposição, que desde sexta-feira (4) vinha prometendo obstruir todas as votações na Câmara até a decisão sobre o impeachment, voltou atrás para apoiar a aprovação da matéria.

Migração de empregados públicos para o regime estatutário é questionada pela Procuradoria-Geral do DF

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De autoria do Poder Legislativo, emenda à Lei Orgânica que autoriza a medida é ilegal, segundo o governo

Por Saulo Araújo – A Procuradoria-Geral do Distrito Federal ingressou com uma ação direta de inconstitucionalidade para tornar sem efeito a Emenda à Lei Orgânica nº 93, que permite a empregados públicos contratados até outubro de 1988 mudarem do regime celetista para o estatutário. A medida publicada no Diário Oficial do DF de sexta-feira (4) atenta contra a estrutura de previdência do serviço público e contém outros vícios de iniciativa, segundo avaliação da PGDF.

O projeto de emenda à Lei Orgânica, de autoria do deputado distrital Wellington Luiz (PMDB), foi aprovado pela Câmara Legislativa em 4 de novembro do ano passado. Se for mantida a alteração, cerca de 23 mil empregados públicos poderão optar por deixarem de ser regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e se transformarem em estatutários, o que lhes garante estabilidade e aposentadoria integral.

A maioria deles está lotada na Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), na Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), na Sociedade de Abastecimento de Brasília (SAB) e na Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB).

Desequilíbrio

A minuta elaborada pela Procuradoria-Geral embasa os argumentos para o pedido de veto da emenda parlamentar. Um deles é que a matéria tratada encontra-se entre aquelas reservadas à iniciativa ao governador do Distrito Federal; o outro é que a medida viola o princípio do concurso público, uma vez que as seleções para celetistas e estatutários são diferentes.

Por fim, a consideração de que a emenda atenta contra a previdência do Distrito Federal. “São empregados que sempre contribuíram com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e, agora, passariam a ser custeados pelo Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev-DF). Além de causar um impacto na previdência, é inconstitucional”, classifica o procurador do Distrito Federal Marlon Tomazette.

Segundo o diretor-presidente do Iprev, Roberto Moisés dos Santos, a migração da massa de empregados públicos para o regime estatutário causaria um desequilíbrio no Iprev, sobretudo por não haver o repasse do tempo de contribuição desses empregados do INSS ao Iprev: “Vai onerar bastante, principalmente porque o INSS não vai fazer essa compensação”.

A relatora do processo no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) é a desembargadora Ana Maria Amaranto, que ainda não proferiu sentença sobre o assunto.

CUT diz que manifestações no dia 13 não fazem parte da agenda da entidade

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Por Ivan Richard – Em comunicado enviado a todos os diretórios estaduais, a direção nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) ressaltou que as manifestações marcadas para domingo (13) não fazem parte da agenda da entidade nem da coordenação nacional da Frente Brasil Popular, que reúne 60 entidades e partidos políticos.

No último sábado (5), como reflexo da condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na 24ª fase Operação Lava Jato, os diretórios da CUT em Brasília, no Rio de Janeiro, no Recife, em Porto Alegre e em Vitória, com apoio de algumas entidades ligadas à Frente Brasil Popular, aprovaram atos públicos no domingo (13) em defesa do governo da presidenta Dilma Rousseff e de Lula. No mesmo dia, no entanto, movimentos contrários ao governo e pró-impeachment já haviam marcado manifestações para todo o país.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria de imprensa da CUT informou que a orientação repassada ontem (7) é que as regionais sigam o calendário da entidade, que tem manifestações marcadas para os dias 18 e 31 de março. No entanto, como alguns diretórios aprovaram manifestações para o domingo (13), a direção nacional da CUT orientou que os atos sejam feitos segundo “os princípios da democracia e de forma pacífica”.

A CUT pediu ainda que as manifestações sejam marcadas em locais diferentes dos atos conta o governo.

 

MST invade prédio da afiliada da Rede Globo em Goiânia

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globo

Integrantes do movimento Sem-Terra picharam paredes e gritaram palavras de ordem contra a empresa

Por Hellen Leite – Aproximadamente 70 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) invadiram a sede do Grupo Jaime Câmara, na noite desta terça-feira (08/3), em Goiânia. O prédio abriga, entre outros veículos, a TV Anhanguera, – afiliada da Rede Globo em Goiás-, a rádio CBN e o jornal O Popular. Em um vídeo postado no Instagram do jornal goiano é possível ver e ouvir os manifestantes gritando palavras de ordem como “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”.

Uma jornalista da TV Anhanguera contou ao Correio que os ônibus com os sem-terra estacionaram diante da empresa por volta das 18h40. “Consegui ver três ônibus pela janela. Dentro deles, havia homens mascarados. Eles já desceram gritando ‘Não vai ter golpe’ e ‘Fora, Globo golpista'”. A ocupação durou cerca de três horas e as paredes do prédio foram pichadas com mensagens: “não vai ter golpe”, “Globo e ditadura de mãos dadas” e “Rede esgoto fora”. Não houve confronto e o grupo saiu do local escoltado pela polícia, que acompanhou o protesto.

O ato acontece quatro dias depois da condução coercitiva do ex-presidente Lula pela Polícia Federal e atende a uma convocação da direção nacional do MST, que orientou que grupos locais se manifestassem nas sedes regionais da Rede Globo. Na semana passada, um grupo pró-PT também realizou um ato de protesto na frente da sede da Rede Globo Brasília, mas a única invasão ocorrida até o momento aconteceu em Goiânia.

Através do twitter, o líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), manifestou repúdio à invasão do MST ao Grupo Jaime Câmara. Para Caiado, o vandalismo e as agressões promovidas pelos militantes estão associadas à incitação feita por Lula nos últimos dias contra a ordem e as instituições democráticas do país. “Estamos assistindo a esse crime sendo cometido por pessoas que se julgam acima da lei e que respondem ao apelo do chefe maior. Atacam a imprensa livre e afrontam a democracia. O MST se configura aqui como o verdadeiro exército de Lula que foi provocado a ir às ruas para agir como agem os coletivos bolivarianos na Venezuela”, protestou Caiado. (Com informações do Correio Braziliense)

Fiscalização da Fazenda identifica R$ 200 mil em mercadorias irregulares

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fiscalização fazenda

 

Operação de rotina da Gerência de Fiscalização de Mercadorias em Trânsito da Secretaria de Fazenda flagrou caminhões no Recanto das Emas

Durante operação de rotina nesta terça-feira (08/03), auditores fiscais da Gerência de Fiscalização de Mercadorias em Trânsito da Secretaria de Fazenda apreenderam oito caminhões contendo vidro, arroz, plásticos, embalagens e produtos de limpeza, no Recanto das Emas, avaliados em R$ 200 mil.

Os produtos possuíam irregularidades, como a falta de notas fiscais e divergências entre as informações declaradas e a carga real. Há suspeita também de alteração na validade de algumas das notas apresentadas e de reutilização do documento para outro tipo de carregamento (a fim de não pagar mais imposto). Os veículos também não tinham documentação que comprovasse a origem e o destino das mercadorias.

As empresas foram notificadas, no total, em cerca de R$ 108 mil – somados o valor do imposto devido mais a multa. Após a notificação, os produtos foram liberados e as empresas podem recorrer da autuação.

 

Transporte na DF-290

Auditores fiscais do Posto de Fiscalização Tributária da BR-060 autuaram ainda, na tarde desta segunda-feira (07/03), cerca de R$ 500 mil em vestuário ao abordar veículo de carga na DF-290, também em operação de rotina. A mercadoria estava sem nota fiscal e o responsável terá de pagar R$ 200 mil, que correspondem ao valor da multa mais o ICMS devido.

Os produtos vinham de Minas Gerais e, segundo o motorista, seriam enviados para o Pará. Entretanto, as evidências indicam que seriam comercializados no DF, por causa da rota utilizada pelo caminhão.

Após a autuação, o motorista foi liberado.

Aposentadorias de auditores da Secretaria de Fazenda do DF comprometem a arrecadação tributária

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subsecretaria da receita df

 

Por Rubens Roriz da Silva, presidente do Sindifisco/DF – Segundo informações da Agência Brasília, a arrecadação tributária no Distrito Federal fechou o ano de 2015 com R$ 13,659 bilhões, valor inferior ao realizado em 2014. Considerando a inflação do período, a queda de arrecadação em 2015 foi de R$ 664,2 milhões.

O Portal da Transparência do Distrito Federal também aponta resultado bem ruim da arrecadação nominal de 2015. Segundo dados publicados, no confronto da receita tributária prevista com a realizada identifica-se uma frustração de arrecadação da ordem de R$ 1,114 bilhões.

O cenário econômico é o principal motivo apontado pela Secretaria de Fazenda do Distrito Federal pela baixa arrecadação. No entanto, o que não se divulga é que a frustração de arrecadação se deve à escassez de Auditores-Fiscais da Receita para repressão à sonegação e à evasão fiscais e ainda a problemas administrativos no órgão responsável pela arrecadação distrital.

O atual subsecretário da Receita é um servidor cuja competência legal dada pela Lei nº 4.717/2011 é alvo de arguição de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal (ADI 4730) uma vez que essa Lei atribuiu a servidores que ingressaram nos quadros da Secretaria de Fazenda em concurso realizado para o cargo de Fiscais da Receita, competências não previstas para o cargo original.

Ademais, soma-se a isso a crise financeira, orçamentária e fiscal atribuída pelo GDF à chamada “herança maldita” recebida do governo antecedente.

Neste ano, há previsão de 47 aposentadorias no quadro de servidores que exercem as atividades de fiscalização, monitoramento e auditoria tributária. As 47 aposentadorias previstas no quadro de servidores que exercem não apenas as atividades mencionadas, como também de julgamento do contencioso tributário, fará com que os recursos e reclamações sejam julgados com cada vez mais demora.

A situação tende a se agravar ainda mais em 2017 ou a qualquer momento, caso a transposição de cargos, “trem da alegria” promovida pela Lei n.º 4.717/2011 seja declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. Acrescente-se, ainda, a drástica frustração na receita de tributos.

Segundo o GDF, a maior fonte de receita o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), foi a que mais sofreu o impacto da queda de arrecadação em 2015.

Outros tributos, como o Imposto sobre Serviços (ISS), Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis (ITBI), Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Taxa de Limpeza Pública (TLP), também registraram queda real em 2015 (valores de 2014 e 2015 corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC).

Auditores-Fiscais da Receita são essenciais para a otimização da arrecadação tributária. Sem auditor não se pode efetuar o lançamento ou constituição do crédito tributário devido ao erário. Sem auditor não há fiscalização tributária efetiva. Sem fiscalização, inexiste risco ou punição para os sonegadores. Quanto menos fiscalização, risco, punição; menos arrecadação.

E quanto menor a arrecadação, menores as chances de termos bons serviços de segurança, saúde, educação e limpeza prestados pelo Estado. A arrecadação deve servir para melhorar a vida das pessoas.

A realização do concurso público que estava prevista para este ano foi revogada pelo próprio GDF em novembro de 2015.

A justificativa do Governo foi a situação fiscal, financeira e orçamentária do DF, além do frágil argumento de culpar o TCDF, o Ministério Público e a Justiça pela suspensão do certame.

O fato é que o governo tem tratado com total descaso a situação e fica procurando “culpados” para tentar justificar o injustificável. Ora, se o problema é a crise financeira, poder-se-ia realizar o concurso com um cronograma que atenda à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Desde então, não se comenta mais o assunto. Vinte anos sem concurso – esse é o resumo da ópera!

Com serviços não prestados de forma eficiente e eficaz pela sobrecarga dos servidores, estima-se que milhões de reais deixam de ser arrecadados com a carência de auditores fiscais da receita.

O ICMS das compras eletrônicas (e-commerce), o cálculo do ITCD e ITBI e as ações preventivas e repressivas do Fisco estão comprometidas. A evasão e a sonegação fiscal são preocupantes e extremamente maléficas, porquanto indutoras da concorrência desleal.

As autoridades precisam abrir os olhos a respeito disso – mas, o GDF se mantém omisso.

A Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal necessita de novos recursos humanos. Não adianta investir em novas tecnologias sem quadro operacional para tratar a informação e combater a sonegação.

O novo secretário, João Antônio Fleury, destacou que a pasta mais importante para combater a crise atual é Fazenda do DF, e que há necessidade dos funcionários se aperfeiçoarem sempre. “O ideal é que todos trabalhem na Fazenda e conheçam os recursos tecnológicos que existem. Não se pode ter pessoas dispersas dos processos atuais utilizados. Sistemas altamente sofisticados serão utilizados como é o caso do Mineração de Dados”, enfatizou.

Só esquece o Secretário, que daqui a poucos anos, se continuar a mesma omissão, não haverá recursos humanos nem mesmo para ver os novos sistemas de tecnologia de ponta.

“Não só de computador e sistemas de informação vive o fisco. Sem auditor da Receita, o fisco sequer existe”.