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Portal capacitará trabalhadores e empreendedores de Brasília

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Secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Joe Valle. Foto Renato Araújo
Secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Joe Valle. Foto Renato Araújo

Iniciativa lançada na noite desta segunda-feira (21) é parte do programa do governo local Qualifica Mais Brasília

Gabriel Moll – Com o objetivo de potencializar o mercado e garantir oportunidades para os trabalhadores do Distrito Federal, foi lançado no início da noite desta segunda-feira (21) o EaD 2016 — Portal de Qualificação Profissional do governo de Brasília.

Nele, serão oferecidos 21 cursos gratuitos para pessoas que desejam atualizar conhecimento, aprender uma nova profissão ou mesmo empreender. Auxiliar de escritório, criação de negócios digitais, planejamento estratégico e inglês para informática são algumas das opções.

A previsão da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, pasta responsável pela iniciativa, é capacitar 10 mil trabalhadores e empreendedores até dezembro de 2016 e 15 mil por ano até 2018.

“A educação é a única saída para termos uma cidade justa e produtiva, nosso investimento massivo será voltado para essa área”, reforçou o secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Joe Valle. “Vamos investir no processo de coautoria entre o governo e o setor produtivo, alinhar nossas expectativas e entender que a solução para qualquer crise está aqui.”

O secretário-adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour, definiu o lançamento do projeto como a realização de um sonho para a pasta. “Usamos ferramentas de inovação e de tecnologia que vão garantir o ensino de qualidade a baixo custo”, disse. “Vamos incentivar aqueles que desejam aprender uma profissão”, acrescentou.

As inscrições para qualquer curso disponível devem ser feitas por meio do sitewww.qualifica.trabalho.df.gov.br, diretamente em uma das Agências do Trabalhador ou por meio da Central de Atendimento ao Cidadão 156.

Será possível estudar por meio de computador fixo ou de dispositivo móvel (tablet e celular) conectado à internet. Do início ao fim dos cursos, que vão de 40 a 160 horas de duração, o aluno receberá orientações referentes ao ambiente de ensino, à metodologia de estudo, ao cronograma, ao certificado de conclusão e de matrícula em um novo curso.

O novo portal integra o programa Qualifica Mais Brasília, que foi instituído pela Resolução n° 201 do Conselho do Trabalho do Distrito Federal, de 26 de março de 2010.

Também participaram do evento o administrador do Lago Norte, Leandro Casarin; o administrador do Plano Piloto, Marcos Pacco; o administrador da SCIA/Estrutural, Evanildo Macedo. Também estavam na cerimônia o presidente da Federação das Indústrias do DF, Jamal Bittar, o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília, Jael Antonio da Silva; do Sindicato das Indústrias da Informação do DF, Ricardo Caldas; da Associação Brasiliense de Construtores, Luís Afonso Assad, e o coordenador de Qualificação Profissional da Secretaria do Trabalho, Gerson Vicente de Paula Junior.

Maior consultoria dos EUA já tem data para Temer assumir

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Decisão é vital para a posição do vice-presidente

Por Guilherme Amado – A Eurasia Group, maior consultoria dos EUA, prevê que Michel Temer (foto) será presidente do Brasil já no começo de maio.

A empresa estima que a votação do impeachment fique para a segunda metade de abril, graças à estratégia de Eduardo Cunha de aumentar o número de sessões por semana, reduzindo o prazo para Dilma se defender.

Em uma nota divulgada hoje, a consultoria ainda cita a delação de Delcídio Amaral e o vazamento dos grampos de Lula como fatores que aumentaram as chances de impeachment. (Com informações da coluna Lauro Jardim)

 

Com luz, grupo anti-PT projeta palavra ‘impeachment’ no Planalto

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Manifestantes se concentram em frente ao Palácio do Planalto, durante protesto contra a presidente DIlma; grupo projetou com luz a palavra "impeachment" na lateral do prédio e exibiu letras que formavam a frase "somos Moro" (Foto: Alexandre Bastos/G1)
Manifestantes se concentram em frente ao Palácio do Planalto, durante protesto contra a presidente DIlma; grupo projetou com luz a palavra “impeachment” na lateral do prédio e exibiu letras que formavam a frase “somos Moro” (Foto: Alexandre Bastos/G1)

Manifestantes fazem ato contra Dilma; protesto fechou Eixo Monumental. Protesto reunia 3 mil pessoas, diz PM; organizadores estimavam 2 mil.

Por Alexandre Bastos e Lucas Nanini, do G1 DF – Manifestantes contra o governo federal se reúnem em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira (21), para pedir a renúncia da presidente Dilma Rousseff. O grupo se concentrou no Museu da República e seguiu para o gramado do Congresso Nacional antes de ir à sede do Executivo.
Segundo a Polícia Militar, a via S1 do Eixo Monumental – sentido Praça dos Três Poderes – foi fechada na altura da Alameda das Bandeiras. Também há bloquio na subida da N1 para a L4 Norte.

Por volta das 19h, os participantes começaram a projetar na lateral do Palácio do Planalto a palavra “impeachment”. Os manifestantes pediam a saída de Dilma e gritavam palavras de ordem contra o PT e contra a corrupção. Eles usavam vuvuzelas, apitos, bandeiras, faixas, panelas e balões.

Uma das frases repetidas pelos participantes do protesto foi “não vai ter posse”, em referência à nomeação do ex-presidente Lula como ministr-chefe da Casa Civil. Eles também diziam “Lula ladrão, seu lugar é na prisão” e “nossa bandeira jamais será vermelha”.

Depois de projetarem a palavra “impeachment”,na lateral do Planalto, os manifestantes escreveram “voltem pro Congresso”, dizendo aos participantes para deixarem a área em frente ao Palácio do Planalto e seguirem até o gramado em frente ao Congresso Nacional.

A Polícia Militar disse que 3 mil pessoas estavam no local por volta das 19h40. Até as 19h15, os manifestantes afirmavam que eram 2 mil. Não houve registro de incidentes ou ocorrências até horário, disse a PM.

O ambulante Jackson Pereira, de 26 anos, vende bandeiras em dois tamanhos, por R$ 20 e R$ 30. “Eu vim a outros dois protestos para vender. Já faturei R$ 600. Concordo com a mudança da política. Nós estamos cansados de pagar tão caro e não ter retorno.”

A gerente de projetos Nena Lentini diz acreditar que movimentos diferentes pedem pela saída da presidente Dilma. “Todas as manifestações são contra a corrupção. Como a corrupção está arraigada nesse governo, todos manifestamos juntos. Ela [a presidente] não falou que o problema do Brasil era um mosquito? Então, ela é a zika do país.”

O ambulante Carlos Augustos Hipólito, 35 anos, veio de São Paulo nesta segunda-feira para vender produtos para o show do Iron Maiden, que acontece nesta terça (22), no ginásio Nilson Nelson, e aproveitou para ganhar um dinheiro na manifestação.

“Eu vim para vender camisetas e bandeiras no show do Iron Maiden, mas aproveitei as manifestações para faturar um pouco mais. Eu acho que ganho uns R$ 150 hoje porque está devagar. Mas isso já banca as despesas com a viagem, o hotel e a compra do material.”

Ministra Rosa Weber vai decidir recurso de Lula no STF

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A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber vai relatar habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A redistribuição foi feita por meio eletrônico, após o ministro Edson Fachin se declarar impedido para julgar o habeas corpus. A ministra foi citada por Lula em um dos grampos telefônicos autorizados pelo juiz Sérgio Moro e divulgados na semana passada.

A defesa de Lula apresentou o recurso para derrubar decisão do ministro Gilmar Mendes, da última sexta-feira (18), que barrou a posse do ex-presidente na Casa Civil.

Ontem (20), a petição da defesa do ex-presidente Lula foi endereçada ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski. No entanto, na manhã desta segunda-feira, Lewandowski decidiu distribuir o habeas corpus eletronicamente, por entender que o assunto não é de competência da presidência do Tribunal. Ao declarar-se suspeito, Fachin devolveu o recurso à presidência da Corte.

No dia 4 de março, Rosa Weber negou pedido da defesa do ex-presidente para suspender as investigações da 24ª fase da Operação Lava Jato, que envolve Lula. No recurso, os advogados de Lula pediram que as diligências fossem suspensas até que o STF decidisse sobre o conflito de competência sobre as investigações. Para a defesa, as investigações não poderiam prosseguir porque o Ministério Público de São Paulo e o Ministério Público Federal no Paraná, no âmbito da Lava Jato, investigam os mesmos fatos.

iPhone SE com tela menor e preço mais baixo tem lançamento nos EUA

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Por Thássius Veloso, do TechTudo – O iPhone SE é o novo smartphone da Apple, que vem como opção para quem prefere as telas de 4 polegadas. O aparelho vem com preço agressivo de US$ 399 (cerca de R$ 1.500, no câmbio do dia), e repete o visual do iPhone 5S, com construção em metal, mas com o poder de processamento do iPhone 6S. Além do SE, a Apple aproveitou o anúncio, feito na sede da empresa em Cupertino, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (21), para lançar o novo iPad Pro 9.7″.

Com o lançamento, a Apple tem dois objetivos: conquistar a China, um de seus mercados prioritários, e os usuários que buscam sua primeira experiência com smartphones – especificamente, iPhones. Vale lembrar que esta é a segunda vez que a fabricante anuncia uma edição especial do iPhone, como já ocorreu com o iPhone 5C.

O SE conta com o processador A9, que é duas vezes mais potente que o antigo chip do iPhone 5S. Os gráficos são melhores graças ao processamento gráfico três vezes mais poderoso que o modelo anterior.

O novo dispositivo ainda estreia o coprocessador de movimentos M9. Ele é responsável por manter os diversos sensores embutidos no iPhone funcionando permanentemente – inclusive o pedômetro, sensor que conta os passos dados pelo dono do celular ao longo do dia. Ele é particularmente útil para quem quer acompanhar as atividades físicas.

Toda a ficha técnica foi atualizada para incluir as melhorias mais recentes criadas pela Apple. O SE tem a assistente virtual Siri ativa o tempo inteiro – basta falar a frase “E aí, Siri” para acioná-la. A ficha técnica cita ainda a rede 4G mais rápida, uma vez que ficou compatível com os padrões mais recentes do mercado.

A câmera passou de 8 MP para 12 MP, com direito à função Focus Pixels, que faz com que o aparelho busque o objeto mais importante em cena. A promessa é de fotos mais belas, em um momento em que as empresas de celular parecem ter desistido da corrida por mais megapixels, ano após ano, supostamente para melhorar a qualidade da captura de imagens. Mas nas fotos panorâmicas, nada de economia: as imagens podem ter até 63 MP.

Em termos de gravação de vídeos, a nova edição do iPhone 5S é capaz de filmar em altíssima resolução 4K. Ele também é compatível com vídeos em 1080p a 60 quadros por segundo, ou slow-motion a 240 quadros por segundo (a resolução para este recurso não foi informada).

Assim como o iPhone 6S e o iPhone 6S Plus, o novo iPhone SE também é compatível com o Live Photos, Na prática, o smartphone grava alguns instantes antes e alguns após o usuário bater uma foto, gerando um breve clipe de vídeo digno das fotografias vistas na série de filmes “Harry Potter”.

O modelo com display de 4 polegadas tem tela Retina com resolução de 1136 x 640 pixels. E, se a tela não é HD, também não conta com o sensor de pressão 3D Touch, capaz de sentir a força aplicada pelo usuário sobre a tela.

Considerado o “iPhone mais acessível” que a Apple já produziu, segundo o vice-presidente Greg Joswiak, o SE com memória interna de 16 GB custa US$ 399 nos Estados Unidos. Quem quiser comprar um iPhone SE com um mais armazenamento vai precisa desembolsar US$ 499, pelo modelo com 64 GB.

Operadoras de telefonia americanas vão oferecer o SE de graça em alguns planos com contrato de 24 meses. A própria Apple também vai vendê-lo num programa de financiamento com duração de dois anos, pelo valor de US$ 17 mensais.

O iPhone SE tem pré-venda marcada para 24/03 e chega às lojas americanas em 31/03. Por enquanto, não temos nenhuma palavra sobre o preço e disponibilidade dele no Brasil, mas a fabricante prometeu que o modelo de baixo custo será vendido em mais de 100 nações ainda no primeiro semestre e em quatro cores: dourado, prateado, cinza espacial e rosa.

 

Renegociação com a União faz dívida do DF cair R$ 339 milhões

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O vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, Júlio Cezar Oliveira, o governador Rodrigo Rollemberg, e o secretário de Fazenda, João Antônio Fleury. Foto Renato Araújo
O vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, Júlio Cezar Oliveira, o governador Rodrigo Rollemberg, e o secretário de Fazenda, João Antônio Fleury. Foto Renato Araújo

Governador Rodrigo Rollemberg assinou contrato de refinanciamento nesta segunda (21). Montante economizado será destinado à saúde pública

Por Saulo Araújo – As reuniões do Fórum Permanente de Governadores começaram a apresentar resultados. Na tarde desta segunda-feira (21), no Palácio do Buriti, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, assinou contrato de refinanciamento da dívida com a União, medida que resultará em economia de R$ 339,2 milhões aos cofres do Executivo. O montante será integralmente destinado à saúde pública. O total do passivo é R$ 1,3 bilhão. Com a dedução, esse valor cairá para R$ 972 milhões.

A repactuação da dívida foi assinada por Rollemberg e pelo vice-presidente de Governo, do Banco do Brasil, Júlio Cezar Alves de Oliveira, e obedece a regras estabelecidas pelo Decreto nº 8.816, assinado pela presidente Dilma Rousseff em 29 de dezembro de 2015, que regulamenta a Lei Complementar nº 148, de 2014. “Esse recurso vai melhorar a capacidade de pagar dívidas com fornecedores, melhorar o fornecimento de medicamentos e a conservação de equipamentos, dando mais qualidade ao atendimento na área da saúde”, disse Rollemberg.

Superação da crise
A renegociação das dívidas das unidades da Federação com o governo federal é um dos itens que integra a lista de demandas de chefes de Executivo que compõem o fórum. A relação, com reivindicações para superar a crise econômica no País, foi elaborada nos encontros que tiveram início em 28 de dezembro. Rollemberg tem sido o anfitrião. O próximo ocorrerá nesta terça-feira (22), às 11 horas, na Residência Oficial de Águas Claras.

Por mês, são desembolsados R$ 11,9 milhões para a quitação do débito com a União, dívida que começou a ser assumida ainda na década de 1990, com pedidos de financiamentos a instituições financeiras públicas. Agora o governo gastará mensalmente R$ 7,8 milhões, ou seja, R$ 4 milhões a menos de repasse à União. O acordo consolida o Distrito Federal como a primeira unidade da Federação do País a reduzir os passivos.

“O governo do DF vem dando exemplo de eficiência na gestão pública e foi o primeiro a assinar a repactuação da dívida. Esse exemplo serve para balizarmos um dos grandes pilares do Banco do Brasil no sentido de promover empréstimos ao setor público e ajudar o Brasil a se desenvolver com eficiência”, destacou Júlio Cezar Alves.

A diminuição do débito começa a valer na parcela de abril e foi possível porque o passivo passará a ser corrigido pela taxa básica de juros, a Selic, ou pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% ao ano. A escolha sempre será pela taxa menor do mês. Atualmente, o cálculo usado para a cobrança é o Índice Geral de Preços (IGP), com acréscimo de pelo menos 6%.

Para o secretário de Fazenda, João Antônio Fleury, a redução é mais um passo importante para manter o DF em uma situação confortável em relação a dívidas com a União. “O DF tem endividamento de apenas 10%, um dos mais baixos do País. Nossa capacidade de endividamento é da ordem de R$ 20 bilhões, portanto, é uma situação tranquila em relação aos estados”, explicou Fleury.

Cartel reajusta a gasolina e desafia autoridades, afirma Vigilante

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Chico Vigilante
Chico Vigilante

Na mesma semana em que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) anunciou o nome do interventor para a Rede Cascol, o cartel dos combustíveis do DF atacou mais uma vez o bolso dos consumidores ao aumentar preço da gasolina em R$ 0,03 centavos.  Com isso, o produto comum que estava sendo vendido nos postos a R$ 3,87, passou para R$ 3,90 e R$ 3,99, na versão aditivada.

“O cartel não tem limites. Estão fazendo chacota das autoridades, que devem reagir”, denuncia o deputado Chico Vigilante, relator da CPI dos Combustíveis da Câmara Legislativa do DF.

O aumento, feito na noite do último sábado (19), pegou os consumidores do DF de surpresa. A expectativa era justamente que ocorresse o contrário com a nomeação do interventor na administração do grupo. O nome de Wladimir Eustáquio Costa, escolhido interventor na rede Cascol, foi anunciado pelo superintendente-geral do Cade , Eduardo Frade Rodrigues, na quinta-feira (17). A intervenção terá duração de 180 dias, podendo ser prorrogada até o final das investigações.

Para  Vigilante, mais uma vez, o cartel mostrou que não tem escrúpulos ao efetuar mais um reajuste sem justificativa. Quando o paramentar foi o relator da CPI dos Combustíveis, que investigou a existência do Cartel em 2003, ficou provado que, para cada R$ 0,01 centavo reajustava, representava um lucro de R$ 1 milhão no bolso dos empresários.

“É necessário que o Ministério Público, a Policia Federal e o Cade tomem as providencias necessárias para coibir mais esse abuso. Este grupo está zombando das autoridades”, afirmou Vigilante.

Ele defende que a presidente Dilma Rousseff tabele o preço dos combustíveis.

Procurada, a Rede Cascol se limitou a dizer que o interventor ainda não assumiu a gestão da rede e sugeriram que os preços são fixados pelas distribuidoras, como de costume.

Segundo nota da assessoria, a Cascol Combustíveis não comenta preços. Mas reforça que assinou com o MP um acordo, que fixa por seis meses como margem de comercialização o percentual de 15.87% sobre a gasolina comum. Trata-se de execução provisória proferida pela 3° Vara Cível de Brasília”, finaliza a nota.

Cronograma da comissão do impeachment será definido hoje

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O presidente da comissão especial do impeachment, deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF), e o relator do processo Jovair Arantes (PTB-GO), vão apresentar hoje (21) um plano de trabalho para o colegiado. Rosso passou o final de semana debruçado sobre os documentos relacionados ao pedido de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff , feito pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. e pela advogada Janaína Paschoal. Segundo assessores do parlamentar, no sábado, Rogério Rosso passou o dia reunido com técnicos da Câmara discutindo as regras para a comissão e no domingo ele se dedicou a estudar os documentos, em casa.

Arantes também usou o final de semana para analisar o pedido. O relator informou que não faria qualquer declaração até que a comissão se reúna. O primeiro encontro foi marcado para as 17h de hoje. O colegiado foi instalado na última quinta-feira (17). Dilma já foi notificada sobre o processo e tem o prazo de 10 sessões da Câmara para apresentar sua defesa.

No último dia 18, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), abriu uma sessão extraordinária dando início à contagem do prazo para a petista. Há mais de seis meses a Câmara não atinge quórum para sessões às sextas-feiras. Há uma estratégia acordada entre partidos de oposição para que os parlamentares se revezem nos próximos dias a fim de garantir quórum em todas as sessões marcadas para os próximos dias.

Esta semana, se o calendário estipulado por Cunha e abraçado pela oposição for cumprido, serão contadas mais três sessões. Como a proposta do grupo é seguir neste ritmo todos os dias úteis, o prazo de Dilma deve expirar por volta do dia 5 de abril. A base aliada tem negado rumores de que o Planalto vai antecipar sua defesa. Com a defesa em mãos, a comissão terá cinco sessões para elaborar um parecer e submeter a voto. Rogério Rosso calcula que a comissão conclua todo o trabalho em 30 dias.

O parecer da comissão será ainda submetido ao plenário da Câmara, onde Dilma terá o prazo de cinco sessões também para apresentar defesa. Caso seja acatado o pedido de impeachment, o processo segue para análise do Senado.

Fiscais do GDF retiram manifestantes anti-PT da Praça dos Três Poderes

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Grupo acampou em frente ao Planalto de domingo para esta segunda. Desocupação foi pacífica, diz PM; manifestantes haviam feito carreata.

Do G1 DF – Fiscais da Agência de Fiscalização do Distrito Federal retiraram na madrugada desta segunda-feira (21) as 15 pessoas que estavam acampadas na Praça dos Três Poderes em protesto contra o governo Dilma. De acordo com a Políca Militar, não houve resistência por parte do grupo.

Os manifestantes chegaram ao local por volta das 18h desse domingo (20) para protestar contra a nomeação do ex-presidente Lula como ministro-chefe da Casa Civil. Eles aproveitaram para pedir que o Supremo Tribunal Federal mantenha a decisão do ministro Gilmar Mendes de suspender a posse do petista. O magistrado disse que, ao assumir o cargo de ministro, Lula tentou intervir nas investigações em torno dele na Operação Lava Jato.

O grupo havia saído em carreata de Águas Claras. Os veículos passaram por Ceilândia e de lá seguiram em direção à Praça dos Três Poderes.

Segundo os organizadores, pelo menos 35 carros com 120 pessoas participaram do ato, que começou por volta das 16h. A Polícia Militar informou haver 20 pessoas no evento.

“Além dos carros que vieram conosco espontaneamente, está chegando gente aderindo à nossa carreata”, disse ao G1 a procuradora Beatriz Kices, uma das organizadoras do ato. “Todo mundo que passa buzina, moradores nos cumprimentam. É incrível a adesão.”

Por volta das 19h, o grupo chegou em frente à sede do Executivo federal. Os integrantes do protesto desceram dos carros e usaram palavras de ordem como “Ministério, não. Lula na prisão”.

Outro protesto

Na quarta-feira (16), manifestantes contrários à nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como chefe da Casa Civil protestaram fechando todas as faixas do Eixo Monumental, em frente ao Palácio do Planalto.

Por volta das 18h15, a PM chegou a disparar gás de pimenta para evitar confronto entre o grupo e partipantes de um ato em favor do petista. Um homem foi detido e solto em seguida por suspeita de explodir uma bomba caseira próximo à sede do Executivo. Houve confronto entre polícia e participantes do ato.

O protesto durou cerca de sete horas – das 17h à 0h – e deixou pelo menos três feridos. Policiais usaram bomba de efeito moral e spray de pimenta. Os manifestantes reagiram atirando garrafas PET.

Avançam discussões para o lançamento do Brasília Solar

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Foto: Andre Borges
Foto: Andre Borges
Por Mariana Damaceno – O Distrito Federal está mais perto de se tornar uma capital solar. Na sexta-feira (18), durante a 5ª reunião do grupo de trabalho do Brasília Solar, foram discutidos os passos para a criação do programa que pretende incentivar o uso de energia fotovoltaica — que utiliza placas para converter luz solar em energia elétrica — no DF.

Foram compiladas propostas discutidas em encontros com parceiros que integram o grupo e apresentadas durante consulta pública — entre 15 de janeiro e 15 de fevereiro, no site da Secretaria do Meio Ambiente. Agora serão levadas ao governador Rodrigo Rollemberg. O programa deve ser lançado oficialmente em forma de decreto, ainda sem data definida.
Segundo o secretário do Meio Ambiente, André Lima, a expectativa é lançar o projeto ainda no primeiro semestre. “A energia solar precisa avançar em Brasília e se tornar realidade, como já ocorre em várias partes do mundo.” Estudos presentes na carta consulta apresentada à população mostram que o DF tem grande potencial para utilizar esse tipo de energia.
De acordo com o secretário, cerca de 40 pessoas participaram da consulta pública para a elaboração do texto que seguirá para o governador. Entre as colaborações, muitas eram comentários sobre a iniciativa e outras questões técnicas que foram anexadas ao que já estava sendo discutido pelo grupo de trabalho.

Comitê gestor
A ideia é que seja criado no decreto um comitê gestor para o programa, com três grupos específicos. Eles tratarão sobre capacitação, arranjos financeiros e projetos estratégicos.
No primeiro há, já avançada, a discussão para a formação de técnicos especializados na instalação das placas fotovoltaicas. Trata-se de uma parceria entre as secretarias do Meio Ambiente e do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Os outros dois outros grupos se empenharão, respectivamente, para identificar oportunidades de financiamento e desenvolver as ideias. A proposta é que se trabalhe a princípio com projetos-pilotos referentes, por exemplo, a agricultura familiar e feira, habitação popular, condomínios horizontais e prédios públicos como escolas, hospitais e parques.

Participação
O grupo de trabalho para discutir o Brasília Solar foi criado em maio de 2015. Além da Secretaria do Meio Ambiente, fazem parte outros órgãos governamentais e organizações da sociedade civil e do setor privado que lidam com energia solar.
Pelo governo de Brasília, integram a equipe: Vice-Governadoria, Casas Civil e Militar, Assessoria Internacional, Secretarias da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Economia e Desenvolvimento Sustentável; de Educação; de Gestão do Território e Habitação; de Infraestrutura e Serviços Públicos; de Mobilidade; de Planejamento, Orçamento e Gestão; da Segurança Pública e da Paz Social; de Saúde; do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos; Administrações Regionais dos Lagos Norte e Sul; Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap); Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis); Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan); Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb); Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF); Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap); Fundação Jardim Zoológico de Brasília; Instituto Brasília Ambiental (Ibram); e Jardim Botânico de Brasília.