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Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal tem 1.817 projetos inscritos

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Agentes culturais concorrem a R$ 35,5 milhões do segundo bloco de editais de 2016. Resultado está previsto para janeiro

Para pleitear recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) de 2016, 1.817 projetos foram inscritos. Eles referem-se ao segundo bloco de editais do fundo, que destinará R$ 35,5 milhões divididos em quatro eixos com linhas de apoio diferentes. A previsão é que os processos abertos atendam 463 iniciativas. De acordo com a Secretaria de Cultura, as propostas estão em análise de admissibilidade, e o resultado deve sair em janeiro.

Novidade na seleção, o FAC Regionalizado atraiu 425 concorrentes que buscam R$ 6,4 milhões. A ideia é estimular que sejam inscritas ações de todas as regiões administrativas, divididas em oito macrorregiões.

A concorrência tradicional do FAC Áreas Culturais, de R$ 20,57 milhões para 12 categorias, teve 1.170 inscritos. A verba será para as seguintes linguagens: artesanato; artes plásticas, visuais e fotografia; cultura popular e manifestações tradicionais; dança; design e moda; literatura, livros e leitura; manifestações circenses; música; ópera e musical; patrimônio histórico e artístico material e imaterial; radiodifusão; e teatro.

Para o edital de R$ 3,9 milhões do FAC Manutenção de Grupos ou Espaços, foram registrados 44 interessados.

A iniciativa inédita do FAC Ocupação teve 178 proponentes, que concorrem a R$ 2,3 milhões voltados para ações em espaços públicos. Estão previstas, por exemplo, atividades em museus, galerias e bibliotecas.

O edital também destinará R$ 900 mil para propostas em unidades do sistema socioeducativo, em centros populares e em casas abrigo. Estão reservados ainda R$ 700 mil para trabalhos em 14 unidades de conservação do DF e R$ 800 mil para ações voltadas a estudantes da rede pública.

De acordo com a Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural, os números expressivos apontam que algumas linhas de apoio devem ser ampliadas nas concorrências futuras. Processo que será feito em acordo com o setor cultural, segundo a pasta.

Foram 394 inscritos no primeiro bloco do FAC de 2016, que destinará R$ 21.951.353,24 para 71 projetos audiovisuais.

No período de inscrições, de 12 de setembro a 26 de outubro, a subsecretaria responsável pelo fundo mobilizou 230 novos entes e agentes culturais pelo DF, além de fazer 839 atendimentos por e-mail e análises de quase 1,5 mil pedidos de renovação e credenciamento no cadastro de ente e agente cultural (ceac).

Caesb está autorizada a fazer racionamento de água no Distrito Federal

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Com o reservatório do Descoberto, no Distrito Federal, abaixo do nível crítico de 20%, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) já está autorizada a realizar o plano de racionamento de água quando julgar ser o momento mais oportuno. Para isso, a Caesb vai analisar três fatores: o ritmo de queda dos reservatórios, as previsões de chuva para o Distrito Federal e o nível de consumo de água pela população.

A Caesb não tem previsão de quando começará o racionamento, informou a estatal em nota. Segundo a companhia, quando for definida uma data de início do processo de economia de água, ela convocará os meios de comunicação para anunciar a decisão para que a população seja informada.

Para iniciar o plano de racionamento, a Caesb terá que apresentar um plano para a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) com as devidas providências técnicas para reduzir a pressão na rede de distribuição e promover o rodízio de fornecimento de água entre as localidades, podendo começar o racionamento nas regiões.

Neste momento, o reservatório do Descoberto, que abastece cerca de 60% do Distrito Federal, está com volume de 19,73% e o de Santa Maria está com 40,78%.

No Centro-Oeste, a previsão é que haja pancadas de chuva durante toda a semana, com a temperatura mínima de 13°C e máxima de 37°C.

Renan Calheiros apoia Eunício Oliveira como próximo presidente do Senado

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Por Pedro de Carvalho (do Radar On Line) – Como todos sabem, o presidente Michel Temer já tem seu favorito para assumir a presidência do Senado: Eunício Oliveira (PMDB-CE). E Temer vem costurando para tornar a vitória do afilhado um fato consumado.

Em almoço realizado na casa de Renan Calheiros no último sábado, Temer assuntou com o atual dono da cadeira mais alta do legislativo sobre a possibilidade de Eunício o suceder.

A resposta foi boa. Renan disse que eram totais, já que pelo princípio de proporcionalidade a maior bancada escolhe o presidente. E como o PMDB é a maior, ele entende que nada mais natural que escolher o líder do partido.

Mas com relação à reeleição de Rodrigo Maia na Câmara, a história é um pouco diferente. Renan acredita que o democrata até pode se candidatar, mas que para vencer vai ser preciso trabalhar. O entrave na visão dele não é o Centrão, mas o PSDB, de acordo com um interlocutor presente no almoço.

Inscritos no Morar Bem precisam estar atentos ao portal da Codhab

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Ana Cristina Nascimento, de 36 anos, vive a concretização de um sonho. Inscrita na lista da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) desde 2014, ela recebeu a chave de seu apartamento, no Paranoá Parque, em julho deste ano. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Ana Cristina Nascimento, de 36 anos, vive a concretização de um sonho. Inscrita na lista da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) desde 2014, ela recebeu a chave de seu apartamento, no Paranoá Parque, em julho deste ano. “A minha casa representa a conquista da felicidade”, desabafa.

Ana teve o seu merecimento. Do dia em que se inscreveu até quando recebeu o apartamento, a ex-moradora de uma invasão na Estrutural e trabalhadora do aterro controlado do Jóquei precisou de atenção para não perder nenhuma parte do processo.

O interessado passa por quatro fases: inscrição, convocação, habilitação e titularidade. A primeira é feita pelo próprio site da companhia, e só é possível em períodos preestabelecidos. A pessoa preenche um formulário com informações como nome completo, quantidade de dependentes e tempo de residência em Brasília.

A convocação, que ocorre em seguida, é a fase em que o candidato precisa comprovar, pessoalmente, em um dos postos da Codhab, todos os dados que declarou durante a inscrição, apresentando os documentos necessários.

É possível encontrar a lista completa também no site, em link específico. Nesse caso, a visita é agendada pelo portal ou pelo telefone 156, opção 5.

Depois de avaliados e confirmados, os dados da habilitação do candidato são publicados no Diário Oficial do Distrito Federal. A partir daí, basta que ele espere até a entrega da unidade habitacional e o recebimento da escritura pública.

Como demora algum tempo da primeira à última fase, é imprescindível que os inscritos mantenham o cadastro atualizado. É preciso informar situações como mudanças de endereço ou de telefone, nascimento de um filho ou até algum possível acidente na família.

Isso porque a atualização pode alterar a pontuação do candidato, que varia de acordo com a situação. Tempo de residência no DF, número de dependentes e famílias com pessoas com algum tipo de deficiência são alguns dos critérios que definem a classificação na fila dos habilitados.

A atenção constante favoreceu Ana Cristina, que mora em Brasília desde 1998 e divide atualmente o apartamento com as três filhas. “Eu ficava entrando no site toda hora, procurava sempre por informação. Foi bem seguro e achei até rápido”, ensina.

Há cerca de duas semanas, a Codhab criou um link no site para facilitar a atualização cadastral, sem que seja necessário que o inscrito vá a um dos postos fazer o processo. O serviço também pode ser acessado pelo aplicativo da empresa pública.

A atitude da moradora do Paranoá Parque, de sempre ficar atenta ao portal, é uma das principais dicas para os candidatos, segundo o chefe da Unidade de Tecnologia da companhia, Antônio Luis Introise. “Lá temos todos os processos detalhados, em que situação cada pessoa está.”

Legislação detalha os critérios do eixo Morar Bem

O eixo Morar Bem, do Habita Brasília, é regido pela Lei 3.877, de 2006. Ela prevê, por exemplo, quem pode ter o benefício. É preciso ter mais de 18 anos ou ser emancipado, morar em Brasília pelo menos pelos últimos cinco anos e ter renda de até 12 salários mínimos. O candidato pode se inscrever individualmente ou por meio de uma entidade cadastrada.

De acordo com a lei, de cada área destinada à habitação de interesse social, 40% das moradias são destinadas às pessoas do cadastro individual e 40% vão para pessoas cadastradas junto a cooperativas e associações habitacionais.

O restante é reservado para pessoas com deficiência (8%); idosos (5%) e casos de vulnerabilidade social (7%). É o caso de famílias removidas por conta de obras de infraestrutura, dos que vivem em situação de extrema miséria, de moradores de rua e de catadores de resíduos sólidos.

Outra questão importante, até para o candidato não cair em golpe, pontua Antônio Luis Introise, é quanto ao pagamento de taxas. Ninguém da Codhab é autorizado a receber qualquer taxa em mãos. Os pagamentos referentes ao imóvel, depois do fechamento do contrato, são feitos em instituições bancárias.

Critérios para participar de programas habitacionais no Distrito Federal

Participe da Semana de Conciliação no TJDFT e doe leite em pó às crianças

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Durante as palestras da 11ª Semana Nacional de Conciliação do TJDFT, que acontece de 16 a 25/11, o participante poderá exercer a responsabilidade social em benefício de crianças que vivem nas 16 instituições de acolhimento no DF e de famílias em situação de vulnerabilidade social atendidas pela Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal – VIJ/DF. Basta levar uma lata de leite em pó infantil para o local da palestra. Clique aqui e acesse os eventos que acontecem de 16 a 18/11 e aqui para acessar a programação de 21 a 25/11.

 Parceria Anjos e Nupemec

A campanha do leite em pó infantil é promovida pela parceria entre o programa de voluntariado da VIJ-DF, Rede Solidária Anjos do Amanhã, e o Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação do TJDFT – Nupemec. Durante os cursos de mediação e conciliação oferecidos pelo TJDFT, os participantes têm a oportunidade de contribuir com doações para a Rede Solidária. Os tipos de doações são definidos mês a mês e variam conforme as necessidades apresentadas por crianças e adolescentes assistidos pela Vara, como itens de higiene pessoal, material escolar, vestuário e alimentação.

A Semana

A 11ª edição da Semana Nacional de Conciliação é realizada em todo o país de 21 a 25/11, mas, no TJDFT, a mobilização começa dia 16/11. Trata-se de mais uma iniciativa para promover a conciliação, mediação, capacitação e responsabilidade social da comunidade. Além das sessões de conciliação concentradas nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania – CEJUSCs, haverá diversas oficinas, palestras e até uma mesa-redonda sobre superendividamento.

Os eventos são destinados a magistrados, servidores, advogados e público em geral e acontecem em locais diferentes, com temática variada. Figuram entre as palestras e oficinas disponíveis: “Conversando com a Família – Oficina de Pais na Escola”; “Melhorando o Relacionamento a partir de Si Mesmo”, “Oficina de Parentalidade”, “O Advogado no Âmbito da Conciliação”; “A Síndrome do tenho que”, Divórcio: o Fim da Família”, “Ética e Sustentabilidade”, “Panorama da Mediação no Brasil”. Alguns eventos não necessitam de inscrição prévia. Consulte a programação.

A Semana Nacional da Conciliação é um esforço concentrado para conciliar o maior número possível de processo em todos os tribunais do país. Trata-se de uma campanha de mobilização, realizada anualmente, que envolve todos os tribunais brasileiros, os quais selecionam os processos que tenham possibilidade de acordo e intimam as partes envolvidas para solucionarem o conflito. É uma das principais ações institucionais do CNJ, que atua padronizando a campanha, apoiando as ações dos tribunais e promovendo a divulgação.

Câmara abre consulta pública para texto sobre reforma do ensino médio

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A medida provisória que reforma o ensino médio (MP 746/16), flexibilizando os currículos e ampliando progressivamente a jornada escolar das atuais 800 horas para 1.400 horas, já está disponível no Wikilegis para a participação colaborativa da sociedade.

O objetivo é ampliar o debate sobre o tema, considerado polêmico, permitindo que os cidadãos interajam com os deputados e contribuam com sugestões e experiências.

De autoria do Poder Executivo, a MP, que recebeu 568 emendas dos parlamentares, foi incluída na ferramenta de participação da Câmara pelo presidente da comissão especial criada para analisar o tema, deputado Izalci Lucas (PSDB-DF).

De acordo com o parlamentar, o assunto vem sendo debatido há bastante tempo no Congresso, principalmente nos últimos quatro anos, em audiências públicas com a participação de especialistas e instituições de todos os estados, e é necessário buscar um texto de consenso.

Apoiamento e sugestões
Para participar, os interessados só precisam acessar o Wikilegis e analisar a proposta. É possível apoiar ou não a íntegra do texto original ou cada parágrafo, além das contribuições inseridas pelos outros participantes. Os internautas também podem fazer uma nova sugestão de texto para artigos ou incisos da lei e comentar as propostas incluídas.

Todas as participações recebidas até o dia 25 de novembro serão encaminhadas para o deputado Izalci Lucas, que receberá um relatório consolidado para avaliação das possíveis implementações.

Essas sugestões da sociedade são ranqueadas de acordo com o maior volume de participações dos usuários da ferramenta, entre apoiamentos ou rejeições, propostas para mudanças no texto e comentários.

Assim, os deputados relacionados aos temas disponíveis para consulta pública conseguem compreender, de uma maneira bem prática, quais são os pontos mais delicados e sem consenso na visão dos cidadãos.

Economia no uso de água dá a Bombeiros prêmio nacional de sustentabilidade

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O uso de espuma é um sistema inovador, capaz de economizar até seis vezes o gasto de água no combate a incêndios urbano. Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Um sistema inovador, capaz de economizar até seis vezes o gasto de água no combate a incêndios urbanos, levou o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal a ganhar prêmio nacional de sustentabilidade e se tornar referência no País em uso racional de recursos hídricos.

A redução de consumo se dá mediante o emprego de espuma, por ar comprimido, no combate a incêndios das classes A (sólidos comuns) e B (líquidos combustíveis). “Este sistema é eficiente, pois traz avanço significativo no uso racional da água. A cada litro de água, ele gera seis de espuma”, explica o tenente-coronel George Cajaty Braga.

Desse modo, uma viatura com capacidade média de 3.750 litros de água gera quase 24 mil litros de espuma, ampliando o potencial de contenção do fogo. “Assim o sistema tem um poder operacional muito maior”, destaca o militar, que coordenou o projeto de pesquisa na Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

A pesquisa existe desde 2007 e já contou com vários parceiros, como a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Entre outras vantagens, esse método produz melhor resfriamento de materiais, já que a temperatura cai seis vezes mais rápido em ambiente confinado. Gera ainda menor poluição atmosférica, na medida em que o composto cobre a área incendiada e impede a liberação de gases tóxicos.

A poluição pluvial também é atenuada. No combate tradicional aos incêndios, a água em excesso escorre para a rede de galerias, carreando materiais contaminados para os mananciais. O uso da espuma evita esse efeito, pois ela se fixa ao material e é contida no local onde foi lançada.

Além disso, o produto é 100% biodegradável e se dissolve em menos de 30 dias. O tempo de combate ao incêndio é mais rápido e o material apagado não reacende. A utilização da espuma aumenta a chance de sobrevivência das pessoas no ambiente e protege os bombeiros que atuam na operação.

O modelo brasiliense ficou em 1º lugar na sexta edição do Prêmio de Boas Práticas de Sustentabilidade A3P, do Ministério do Meio Ambiente, na categoria uso/manejo sustentável dos recursos naturais.

A premiação acontece a cada dois anos e conta com seis eixos: Uso racional dos recursos naturais e bens públicos; Gestão adequada dos resíduos gerados; Qualidade de vida no ambiente de trabalho; Sensibilização e capacitação dos servidores; Licitações sustentáveis e Construções sustentáveis.

O Coronel Rogério de Assunção Cruvinel explica que, para participar, a corporação fez a adesão ao programa de agenda ambiental do Ministério do Meio Ambiente e, com isso, obteve um plano de trabalho de cinco anos.

Ele presidia a Comissão de Sustentabilidade Agenda Ambiental na Administração Pública do Corpo de Bombeiros, criada em 2015. Desde então pratica ações com esse perfil na corporação.

Novidades no mercado: Empresa Cartão BRB agora é BRBCARD

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Com 19 anos de história, a BRBCARD continuará crescendo com Brasília

A empresa Cartão BRB agora é BRBCARD. Novo nome, nova marca e com um novo mundo de vantagens que só a BRBCARD pode oferecer.  Uma infinidade de produtos e serviços que garantem ao cliente o mesmo comprometimento de sempre: fazer de tudo para facilitar a sua vida e o seu dia a dia.

Uma companhia que mesmo com a crise do país, supera metas e devolve isso em qualidade de vida para seus colaboradores e os brasilienses. A BRBCARD comemora o sucesso no mercado financeiro e a ligação cada vez maior, há 19 anos, com a capital do Brasil.

Para o diretor-presidente da BRBCARD, Ralil Nassif Salomão, a identidade de uma empresa precisa refletir sua essência: “De cara nova e em sintonia com Brasília, a nova marca BRBCARD mostra total alinhamento com o mercado e seguirá inovadora, agregando diversificação e ampliando ainda mais a relação com os clientes”, explicou Ralil.

Confira algumas vantagens do BRBCARD:

  • Acesso gratuito às salas VIP do Aeroporto Internacional de Brasília
  • Programa de Relacionamento Brasília da Gente para juntar pontos e resgatar prêmios
  • Aplicativo com o controle da movimentação do cartão de crédito na palma da mão 24 horas por dia
  • Benefícios e promoções exclusivas nos melhores estabelecimentos de Brasília e muito mais!

O BRBCARD é aceito em todo o Brasil. Inovação, modernidade e diversidade com a marca de Brasília, que nenhum outro cartão tem. Uma empresa sempre atenta às necessidades dos clientes e que valoriza sua regionalidade genuinamente brasiliense.

Primeira residência presidencial de Brasília, Catetinho completa 60 anos

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Em novembro de 1956, um capítulo importante da História do Brasil se iniciava no Planalto Central. Antes mesmo de ganhar forma, Brasília recebia sua primeira sede de governo: o Catetinho. Um espaço singular, rodeado por uma área de preservação ambiental do cerrado, o Catetinho completou 60 anos no dia 10 de novembro.

Conhecido como Palácio de Tábuas, devido a estrutura de madeira, o Catetinho foi a primeira sede oficial utilizada pelo então presidente Juscelino Kubitschek de 1956 a 1959. O local também serviu de ponto de apoio para os pioneiros que trabalhavam na construção da nova capital federal, inaugurada em abril de 1960.

O nome catetinho foi dado pelo famoso violonista e seresteiro Dilermando Reis e se refere ao Palácio do Catete, situado no Rio de Janeiro, sede do governo federal desde o século 19. Depois da posse de Juscelino Kubitshek como presidente, o Senado Federal aprovou, em setembro de 1956, a mudança da capital para o interior do Brasil, proposta apresentada pelo próprio JK.

Surgiu, então, a necessidade de construção de um abrigo para o presidente e sua equipe no planalto central. Juscelino se instalou provisoriamente na chamada Fazenda do Gama até que um grupo de dez amigos, entre eles o arquiteto Oscar Niemeyer, reuniu-se às escondidas em um bar do Rio de Janeiro e teve a ideia de construir um local mais apropriado para as reuniões do presidente.

A construção da nova sede levou apenas 10 dias. O espaço simples e funcional foi o primeiro projeto de Niemeyer para Brasília e hoje é a única edificação feita toda em madeira projetada pelo consagrado arquiteto. As madeiras e todo o restante do material escolhidos para a edificação vieram do interior de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. “O Catetinho não era só um barracão, ele tinha uma arquitetura muito especial que abrigava ideias modernistas. A arquitetura dele é muito peculiar, pois reproduz em madeira muitas ideias que mais tarde Oscar Niemeyer concretizou no plano piloto. Ele fez o pilotis num palácio de madeira”, destaca Gustavo Pacheco, subsecretário de Patrimônio Cultural do Distrito Federal.

O cheiro da madeira, o silêncio, as fotos em preto e branco, os móveis e outros objetos preservados no local levam os visitantes a terem uma ideia do que era Brasília na época de sua origem. A simplicidade e a objetividade da arquitetura do palácio provisório anunciavam a ruptura com o estilo imperial da antiga sede e já davam o tom dos novos tempos na política. “O palácio foi arquitetado por Niemeyer, que é um dos maiores arquitetos do século 20.  A  madeira e as linhas retas traduzem os princípios da arquitetura moderna”, comenta  Carlos Madson, superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do DF.

Oficialmente, o catetinho era chamado de residência presidencial (RP1), contudo, Juscelino não chegou a morar no local. Apenas pernoitava quando era necessário acompanhar o andamento da construção da cidade. Ali, JK chegou a recebeu autoridades internacionais, como a Rainha Elizabeth II, da Inglaterra. Figuras marcantes das histórias brasiliense e brasileira também foram abrigadas no palácio, como Bernardo Sayão, engenheiro responsável pela construção de Brasília e que dá nome à rodovia conhecida como Belém-Brasília.

Quem conta toda essa história é Aurentino Costa. Sentado na mesa onde se costumava servir as refeições ao presidente e seus convidados, o chefe do núcleo do Museu do Catetinho se sente como se ele próprio tivesse vivido ali. Há cinco anos Aurentino não apenas chefia o museu, mas, quando pode, guia os visitantes por uma verdadeira viagem no tempo. Ele compartilha algumas fatos interessantes que ganharam vida entre as madeiras do palácio, durante os três anos da construção de Brasília. Um deles é a festa de inauguração do catetinho, quando tiraram garrafas de wisky enterradas da mata e usaram o granizo da chuva como gelo para a bebida.

Seresta

Aliás, mais do que uma sede para tratar de assuntos políticos e oficiais, o Catetinho também testemunhou muitas serestas e curiosidades. Juscelino não andava acompanhado apenas de técnicos e políticos, mas também de artistas e músicos ilustres. Foi lá que Tom Jobim e Vinícius de Moraes compuseram uma de suas bossas. A dupla foi convidada pelo presidente para escrever um hino de exaltação à capital que estava nascendo.

Aurentino conta que, durante a visita descontraída ao palácio, Tom e Vinícius conheceram a nascente de água situada nas imediações do palácio. Às margens da fonte, a dupla travou um diálogo inusitado e encontrou inspiração para mais uma composição: “É água de beber, camará (expressão popular da época que se referia à palavra camarada) É água pura? Pode beber, Camará? Pode. Isso aqui dá música”. Daí nasceram os principais versos da canção “Água de Beber”.

O fato rendeu à nascente o batismo com o nome de Tom Jobim e a fama que ainda atrai os turistas. Foi essa fonte que motivou a construção do Catetinho naquele lugar. Os pioneiros buscavam um local mais arejado para diminuir os efeitos causados pela vegetação fechada e pelo tempo quente e seco do cerrado e garantir o abastecimento de água para a nova sede. “O palácio é rodeado pelo cerrado de galeria, um lugar muito bonito, preservado, que resgata a consciência ambiental,” ressalta Gustavo Pacheco, subsecretário de Patrimônio Cultural do DF.

Até hoje, é a nascente que abastece o consumo do palácio. Uma das preocupações do chefe do núcleo do museu, é a diminuição do volume de água no local. “A fonte está secando. No período de seca, a água tem deixado de jorrar. E mesmo durante o período de chuva, a quantidade não é a mesma de antigamente”, alerta Aurentino.

Um patrimônio a ser desvendado

A relevância histórica fez com que palácio fosse rapidamente tombado. Ainda no dia da inauguração, em 10 e novembro de 1956, JK entregou o palácio aos cuidados da Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DPHAN). Três anos depois, em julho de 1959, a construção foi definitivamente tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). E em 1970, foi transformado em museu.

O local passou por algumas reformas, a última delas em 2012, e ainda abriga parte do antigo mobiliário e objetos pessoais de JK, como livros, roupas e até uma muringa de água usada pelo então presidente. O violão do seresteiro Dilermando Reis que deu a ideia do nome do palácio, também está exposto no local. Com o tempo, muitos objetos foram retirados pelo Arquivo Público e há o desafio de manter a conservação da estrutura, principalmente da iluminação, que ainda é precária, e das tábuas de madeira, tão características da identidade do Catetinho. “O primeiro desafio é preservar a madeira. São desafios técnicos para mantê-la em bom estado e evitar enxames de insetos. Mas, já fizemos um trabalho grande de descupinização, explica Gustavo Pacheco.

Segundo a superintendência do Iphan no Distrito Federal, o Catetinho é um dos monumentos históricos em Brasília que mantém o melhor estado de conservação. Contudo, 60 anos depois de sua construção e mesmo já tombado, o Catetinho não tem um inventário nos termos exigidos pela legislação de proteção patrimonial, situação que deve mudar no próximo ano. “Acabamos de contratar por meio de licitação, um inventário total do catetinho, para tomar medidas mais efetivas de preservação. Dependemos de recursos financeiros e operacionais. O inventário completo só deve sair daqui a seis meses”, explica Carlos Madson, superintendente do Iphan em Brasília.

O documento fará um levantamento de tudo o que envolve a edificação, desde as medidas exatas da construção, até a definição mais precisa dos limites da área e a identificação da origem e valor das peças expostas, além de dados mais detalhados sobre a vegetação do entorno. “As informações levantadas servirão para definir políticas de proteção do local. Hoje tem a planta, a listagem dos equipamentos, mas o inventário vai além disso, é um estudo bem mais criterioso e aponta demandas. O inventário também é um instrumento de preservação, completa Madson.

Acesso

Apesar de estar localizado na beira de uma das principais rodovias que dá acesso à Brasília, a BR-040, o Catetinho ainda está distante do público. Excursões escolares de vários estados e turistas nacionais e estrangeiros compõem o perfil dos principais visitantes. Por ano, o museu recebe cerca de 23 mil pessoas, mas o número poderia ser bem maior.

Mudanças nas vias próximas ao museu e a falta de placas de sinalização e opções de transporte dificultam a localização do monumento. Os visitantes Rudimar Machado e Mara Dalila se perderam na primeira vez que tentaram visitar o palácio, mas não desistiram e voltaram ao monumento.”Viemos para conhecer mais história de Brasília, do presidente JK e da primeira residência oficial. Não vim antes justamente porque não conseguia achar, a sinalização não é boa.”, diz Rudimar Machado.

Mara Dalila também quer ampliar seu conhecimento sobre a história da capital. “Sou do Pará e já tem 20 anos que eu moro aqui em Brasília, mas nunca tive a oportunidade de conhecer a história daqui. Depois quero trazer os meus conterrâneos. Achei o museu aconchegante e o pessoal comunicativo”, afirma.

Como estratégia para ampliar a visitação, a Subsecretaria de Patrimônio Cultural do Distrito Federal está planejando para o próximo anos agendar ações culturais no espaço do Catetinho. “Queremos resgatar atividades como apresentações de peças teatrais e espetáculos de música, pois é um lugar muito agradável, no meio da natureza. A atmosfera do lugar é muito inspiradora. Queremos fazer com que ele seja percebido como um lugar aberto ao público, que todos podem e devem visitar”, conclui Gustavo.

O Museu do Catetinho está aberto para visitação pública de terça a domingo, das 9h às 17h. A entrada é franca.

Palácio do Planalto faz balanço de seis meses de governo Temer

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O presidente Michel Temer completa hoje (12) seis meses na presidência da República. Para fazer um balanço da gestão iniciada em 12 de maio, o portal do Palácio do Planalto  divulgou um vídeo e um texto que elencam as principais medidas tomadas desde a posse.

O vídeo destaca que o governo cortou mais de 4 mil cargos comissionados e reduziu o número de ministérios. Na área econômica, a nota ressalta que inflação desacelerou, a taxa selic teve a primeira queda desde 2012, houve redução dos juros para financiamento de imóvel pela Caixa e queda do preço da gasolina. O artigo registra o aumento dos índices de confiança do setor privado e da expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2017. Nas áreas de educação e saúde, o balanço cita a reestruturação do ensino médio, a criação do programa Criança Feliz e a continuidade do programa Mais Médicos.

O Portal ressalta que a gestão foi marcada pelo diálogo com o Congresso Nacional, onde foram aprovadas a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto dos gastos públicos, o novo marco regulátorio do Pré-Sal, a meta fiscal para 2016 e a nova lei das Estatais, que determina regras mais rígidas para nomeações e licitações. O controle das contas públicas e o esforço para conter a desigualdade, gerar emprego e retomar os investimentos também foram mencionados como marcas da primeira etapa da gestão de Temer. Além do fortalecimento de parcerias comerciais entre o Brasil e países como a China, Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Índia e Japão.