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ENQUANTO ISSO… Aruc elege nova diretoria

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# A nova diretoria da ARUC, Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro, para o biênio 2016/2018, foi eleita ontem, por 24 votos

 

# A posse foi imediata feita pelo presidente da Comissão Eleitoral, Flavio Vitorino Costa.

 

# A Aruc será presidida pelo jornalista Moacyr Oliveira Filho, o Môa, nos próximos dois anos.

 

# A diretoria é integrada por Fernando Tolentino, vice-presidente; Oton Neves, diretor administrativo; Abelardo Monteiro Filho, diretor de escola de samba; Márcio Coutinho (Careca), diretor tesoureiro; Eduardo Monteiro, diretor de cultura; e Paulo Bulhoes, diretor de esportes.

# Foram eleitos também os integrantes do Conselho de Administração: Hélio dos Santos, Francisco Paulo (Esquerdinha), João Roberto Castilho, Ana Paula Salim Bastos, Rafael Fernandes e Francisco Adailton (Bahia).

 

# E do Conselho Fiscal: Sinval Neto, Fabert Robias e Francisco Eromísio, o Nenem (titulares) e Franklin Cabral, Luzia Tremendani e  Jannsen Pimentel  (suplentes)

 

# Em rápido pronunciamento, após a posse, o presidente Moa fez um apelo à união de todos os cruzeirenses para enfrentar os grandes desafios e prioridades da nova gestão.

 

# São eles: a regularização do terreno ocupado pela ARUC; o equilíbrio da situação financeira da entidade; a volta dos desfiles das escolas de samba; e, a reconquista do título de campeã do Carnaval.

Tocha olímpica vai passar por cinco regiões administrativas

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O trajeto em Brasília foi divulgado na manhã desta terça-feira (19) pelo governador Rodrigo Rollemberg e pela secretária do Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros
O trajeto em Brasília foi divulgado na manhã desta terça-feira (19) pelo governador Rodrigo Rollemberg e pela secretária do Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros. Foto: Gabriel Jabur

 

Brasília começará o revezamento nacional em 3 de maio. Com 105 quilômetros, percurso sairá do Palácio do Planalto e será encerrado com celebração na Esplanada dos Ministérios

Por Amanda Martimon – Cinco regiões administrativas e mais de 15 pontos turísticos de Brasília vão receber a tocha olímpica durante o revezamento do símbolo da Olimpíada. A cidade é responsável por iniciar o percurso nacional em 3 de maio, a 100 dias do início da disputa. Depois, o objeto passará por todos os estados do País e 328 municípios até chegar à sede da competição, no Rio de Janeiro. O trajeto em solo candango foi divulgado na manhã desta terça-feira (19) pelo governador Rodrigo Rollemberg e pela secretária do Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros. A pasta organiza o revezamento com o apoio de 27 órgãos.

“As pessoas terão a oportunidade de conhecer lugares lindos. Não vamos esgotar tudo o que temos de belo, mas é uma oportunidade para que turistas do mundo todo tenham vontade de conhecer nossa cidade”, avaliou Rollemberg logo após o anúncio. Ele será responsável por recepcionar a chama olímpica na chegada ao Distrito Federal.

Segundo Leila, para planejar a rota foram consideradas desde as características de Brasília até as exigências dos organizadores dos jogos. “Levamos em conta o tempo do revezamento, com previsão de início às 10h30 e término às 20h30, e o compromisso de colocar o máximo de pontos turísticos da cidade. Também pensamos no acesso da população a esse momento histórico”, resumiu.

Todo o trajeto somará 105 quilômetros, incluindo deslocamentos por carro. Desses, 40 serão de revezamento, feito da maneira tradicional, a pé, ou por meios alternativos: bicicleta, rapel, embarcações e até a nado.

“Queremos mostrar esse lado de Brasília, que tem pessoas apaixonadas por esporte e praticantes de diversas modalidades. O Lago Paranoá, por exemplo, é simbólico, por ser um lugar com muita prática esportiva”, afirmou a secretária, que ressaltou também o fato de o roteiro prestigiar o esporte paraolímpico, com a presença de pessoas com deficiência entre os condutores.

Destacando que as forças de segurança estão preparadas, o governador falou sobre o impacto da Olimpíada diante do cenário nacional. “Sabemos da capacidade de união que o esporte tem, e acredito que, com a vinda do evento, o País pode se unificar.”

Veja Aqui TochaOlimpica

RevezamentoO percurso começará na rampa do Palácio do Planalto, após cerimônia, por volta das 10h30. De lá, a tocha será levada ao Congresso Nacional por uma das 143 pessoas escolhidas para carregá-la em Brasília — os nomes dos condutores serão divulgados na semana que vem. Ela subirá pela lateral na plataforma das cúpulas do Senado e da Câmara e descerá a rampa em direção ao gramado do canteiro central da Esplanada dos Ministérios.

O fogo olímpico seguirá pelo Eixo Monumental na N1 até a altura da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. Depois será conduzido, pela Via S1, à rampa do Palácio do Itamaraty e à Praça dos Três Poderes. Após breve parada no local, o caminho para a Ponte JK, no Lago Sul, será em carro com suporte de comboio.

Da ponte, a tocha chegará às águas do Lago Paranoá por rapel pouco antes do meio-dia. O condutor da vez fará a descida vertical e saltará em uma lancha. A embarcação vai rumo ao Pontão do Lago Sul. Antes de retomar o percurso em terra firme, haverá uma troca de meio de transporte: da lancha para uma canoa havaiana. No Pontão, uma pessoa correrá com a chama pela orla.

Mané Garrincha – Depois, o fogo olímpico chegará — conduzido por comboio — ao Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, palco dos dez jogos de futebol agendados para Brasília. Uma pessoa fará rapel para acessar a arena com a ajuda de um helicóptero e a descida ao gramado será feita pela cúpula do estádio. No local, ocorrerá um evento com tempo estimado de 10 minutos.

O revezamento passará para o Complexo Aquático Cláudio Coutinho, ao lado do Mané Garrincha. Um nadador atravessará a piscina com a tocha. De lá, o objeto será levado, por carro, ao Parque Nacional de Brasília, conhecido como Água Mineral.

Na unidade de conservação, a partir das 13 horas, carregarão a chama um nadador, um cadeirante e uma criança, todos dentro da Piscina Velha, e outro condutor a transportará por um trecho de uma das trilhas do parque.

Fora do Plano – O Setor de Indústria e Abastecimento receberá o símbolo da Olimpíada por volta das 14 horas. Após uma parada de 15 minutos para ação da concessionária Nissan, marca oficial do evento, o trajeto será a pé entre os Trechos 1 e 2. Depois, a tocha vai ser levada de comboio a Taguatinga.

No fim da EPTG e no início da primeira quadra da Avenida Central da região — em frente ao comércio local —, será retomado o percurso a pé. A estimativa é que essa ação seja iniciada às 14h40.

O desfile se estenderá por cerca de 500 metros até a altura da Praça do Relógio, quando muda para a Avenida Comercial Sul. Ao fim dela, os condutores vão por longo trecho de área residencial, andando a Samdu Sul e entrando na QSE 14. De lá, passam pela QSF 16 e outras quadras em direção à Praça da Vila Dimas e ao Sesc de Taguatinga Sul. Desse último ponto, percorrerão pouco mais de 1 quilômetro em ruas internas até parada na fábrica da Coca-Cola, também patrocinadora oficial dos Jogos do Rio 2016.

Centro Olímpico – Por volta das 16 horas, o revezamento vai seguir, em comboio, para o Riacho Fundo I. A primeira parada na região será no Regimento de Polícia Montada da Polícia Militar do Distrito Federal. A ação começará com um cadeirante e continuará com um cavaleiro, um aluno de ecoterapia e uma amazona.

De lá, o comboio transportará a chama olímpica por cerca de 1,5 quilômetro até a entrada da Avenida Central. Nesse ponto, os condutores a levarão passando pela Biblioteca Pública e entrando na CLS 4, no segundo balão da pista principal. Antes de alcançar o Fórum do Tribunal de Justiça do DF e Territórios da região, o caminho se desviará por conjuntos internos entre a QS 2 e a QS 4 e contornará a quadra em direção ao centro olímpico e paraolímpico.

A previsão é que a tocha chegue ao espaço esportivo do governo de Brasília às 16h50. Depois, o símbolo dos Jogos retornará ao Plano Piloto.

A rota até a Via L2 Sul, com transporte por comboio, se dará pelas Estradas Parques Núcleo Bandeirante, Indústria e Abastecimento Sul e Guará. Na L4 Sul, os veículos farão retorno após a Vila Telebrasília.

Igrejinha – O revezamento a pé vai ser reiniciado na altura da L2, em frente à 616 Sul, em direção à Rodoviária do Plano Piloto. Seguirá pela via até entrar na comercial da 406/407 Sul, pouco antes das 18 horas. Então, subirá pelos comércios das quadras 208/207 Sul e 108/107 Sul, e fará uma pausa para ato na Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Conhecido como Igrejinha, o templo foi o primeiro em alvenaria a ser construído na capital federal, em 1958. Foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, assim como muitos dos monumentos por onde a tocha passará.

O objeto voltará a ser conduzido pela comercial no sentido Eixão. O trajeto vai subir a tesourinha que dá acesso ao Eixinho Leste, sentido área central, e mudar novamente para comboio na altura da 204 Sul.

Os veículos passarão pelo Setor Bancário Sul. O caminho voltará a ser feito a pé próximo à antiga sede do Touring Club do Brasil, de onde seguirá até a lateral do Teatro Nacional e fará o retorno, percorrendo a via em frente ao Congresso Nacional, à plataforma superior da Rodoviária, ao Conic e à Estação Galeria rumo ao Setor Comercial Sul. Nesse ponto, por volta das 19 horas, haverá ação na agência bancária do Bradesco (patrocinador), na Quadra 2.

Esplanada – Antes de partir para o último trecho do revezamento, a tocha será levada de carro até a pista do Parque da Cidade, perto do Ana Lídia. Um condutor correrá com ela pelo local até a Entrada 5, ponto em que o comboio reassumirá e transportará o objeto até o Memorial JK e o Memorial dos Povos Indígenas, no Eixo Monumental. O símbolo olímpico retornará às mãos de um corredor que passa pelos dois memoriais e entra no segundo.

O percurso final será quase todo feito a pé. Do museu indígena, um ciclista levará a chama pública até a área em frente à Torre de TV e a passará para um condutor a pé, que rodeará a fonte. Outro partirá então para o gramado central da Esplanada dos Ministérios, nas proximidades da Biblioteca Nacional de Brasília, local em que a tocha será repassada ao último condutor, por volta das 20h20, que a entregará em palco montado para celebração, com programação a ser divulgada posteriormente.

Defensores do impeachment estão “vendendo terreno na lua”, diz Dilma

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A  presidente  Dilma  Rousseff  disse,  em  entrevista  a  correspondentes   estrangeiros,  que  são  legais as operações contábeis que embasaram o pedido de impeachment contra ela Roberto Stuckert Filho/PR
A presidente Dilma Rousseff disse, em entrevista a correspondentes estrangeiros, que são legais
as operações contábeis que embasaram o pedido de impeachment contra ela Roberto Stuckert Filho/PR

 

Por Yara Aquino e Ana Cristina Campos – A presidente Dilma Rousseff disse hoje (19) que os defensores de seu afastamento estão “vendendo terreno na lua” para chegar ao poder e voltou a criticar o vice-presidente Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Dilma afirmou também que existe uma “conspiração” contra seu mandato.

“Acredito que os que estão golpeando atendem só a um lado do país e estão vendendo terreno na lua. Quando você está sendo vítima de um golpe, tem várias opções, mas eu acho que quem tem honra e dignidade, tem uma: é resistir. Nós iremos resistir ”, disse a presidenta, durante entrevista a correspondentes estrangeiros no Palácio do Planalto.

Ao se referir a Cunha, ela destacou que o retrospecto do presidente da Câmara não o abona para ser juiz de nenhum processo. “Me sinto vítima de um processo que é um processo em que meus julgadores, principalmente o exemplo maior, que é o presidente da Câmara, tem um retrospecto que não o abona para ser juiz de nada, abona para [ser] réu.”

Segundo a presidenta, o processo de impeachment contra ela na Câmara teve início por um desejo de vingança de Eduardo Cunha, já que o PT votou favoravelmente ao andamento de processo contra ele no Conselho de Ética da Casa. “Esse processo teve início por um desvio de poder, uma vingança, uma explícita vingança.”

Dilma também fez referência a Temer, ao dizer que é “muito pouco usual” que se tenha um vice-presidente com as atitudes dele. “A conspiração se dá pelo fato de que a única forma de chegarem ao poder no Brasil é utilizando-se de métodos, transformando e ocultando o fato de que esse processo de impeachment, na verdade não é um processo de impeachment, mas é uma tentativa de eleição indireta de um grupo que, de outra forma, não teria acesso [ao poder] pelos únicos meios justificáveis.”

A presidente disse que é vítima de um processo de meias verdades ao falar sobre o pedido de impeachment que enfrenta e que a divergência política pura e simples não pode ser usada como base para um processo desse tipo. Durante a entrevista, ela defendeu ainda a legalidade das operações contábeis do governo que embasaram o pedido de impeachment.

Lava Jato

Perguntada se não sabia que havia corrupção no partido e na Petrobras, Dilma respondeu que é próprio da corrupção “ser feita às escuras, ser escondida”. “Ninguém é ingênuo e acredita que a corrupção surgiu agora. Ela foi revelada e lançada à luz agora, pelo meu governo e do presidente Lula [ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva], porque toda a legislação que permite essas investigações foi feita no meu governo ou no dele”, afirmou.

Sobre a Operação Lava Jato, a presidenta disse que as investigações não são isoladas. “Não acredito que a Lava Jato é um raio em céu aberto, Hoje não acredito. Antes estava tudo debaixo do tapete. Você me pergunta se eu não sabia [sobre a corrupção]. Aí, te digo: foi preciso a delação premiada, o reconhecimento da independência dos procuradores, do Ministério Público, uma atitude em relação à Polícia Federal, foi preciso um conjunto de leis para que isso fosse descoberto”, afirmou. “Ainda tem muita coisa que não se sabe, não vamos acreditar que está tudo escancarado”, afirmou.

Banco de Brasília | Nota de esclarecimento – Envio de SMS

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Se você receber essa mensagem, cuidado: é crime cibernético
Se você receber essa mensagem, cuidado: é crime cibernético

 

O BRB informa que as instituições financeiras estão sofrendo investidas do crime cibernético com o objetivo de coletar as informações de clientes necessárias para o acesso aos canais de Internet Banking e Call Center.

Uma das formas utilizadas atualmente consiste no envio de mensagem de texto – SMS, aleatoriamente, para diversos usuários solicitando atualização cadastral ou disponibilizando linhas de créditos atrativas.

O BRB, atento a essa prática delituosa, atua tempestivamente na proteção de seus clientes orientando-os como fazer uso dos canais de forma segura. Além disso, também dispõe de equipe técnica especializada em proteção online dos canais de atendimento. O Banco, de forma reiterada, manifesta que jamais solicita atualização cadastral por meio de mensagens de texto ou e-mails.

Governo Federal coloca à venda 138 imóveis por leilão ou concorrência

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Por Kelly Oliveira – O governo federal colocou à venda 138 imóveis, por meio de licitação, na modalidade concorrência ou leilão. A venda será feita pela Caixa Econômica Federal, de acordo com portaria publicada na edição de hoje (19) do Diário Oficial da União. Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Caixa Econômica Federal terá 180 dias para publicar editais contendo as regras da alienação. A meta é reduzir despesas e racionalizar gastos com imóveis que não serão utilizados pela União e as autarquias.

“Estamos buscando parcerias com órgãos federais da administração direta e indireta para identificar imóveis como esses. O objetivo é racionalizar a gestão do patrimônio e gerar receitas a serem investidas nas ações prioritárias de cada órgão”, afirmou o secretário adjunto de Patrimônio da União do ministério, Patryck Araújo Carvalho, em nota.

De acordo com a portaria, um imóvel, localizado no Rio de Janeiro, tem receitas vinculadas ao Fundo Nacional de Assistência Social (Fnas). No caso do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), são 30 imóveis no Distrito Federal e em vários estados: Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Também serão vendidos 53 propriedades do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no Distrito Federal. Serão vendidos 20 imóveis do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), sendo 18 no Distrito Federal e dois no Rio de Janeiro. O Programa de Administração Patrimonial Imobiliária da União (Proap) terá 34 imóveis à venda, sendo 32 no Distrito Federal, um no Paraná e um no Rio Grande do Norte.

Ministério do Planejamento autoriza concursos para 105 vagas na área de saúde

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Os cargos são de nível médio e superior. Seleções são para extinção de todos os postos de trabalho terceirizados

O Ministério do Planejamento autorizou dois concursos públicos para o total de 105 vagas na área da saúde, para a Anvisa e Inca. Os cargos são de nível médio e superior.

Um deles é para 78 vagas de técnico  administrativo, de nível médio, na Agência  Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O outro concurso autorizado é para 27 vagas da Carreira de Ciência e Tecnologia pertencentes ao Quadro de Pessoal Permanente do Ministério da Saúde, para o Instituto  Nacional de Câncer (Inca). Para pesquisador é 1 vaga, para tecnologista são 4 vagas, para analista em ciência e tecnologia são 7 vagas e para técnico são 15 vagas.

O provimento dos cargos está  condicionado à existência de vagas na data da nomeação; à  adequação orçamentária e financeira com a Lei Orçamentária Anual e compatibilidade com a  Lei de Diretrizes Orçamentárias; à substituição dos trabalhadores terceirizados que executam  atividades não previstas no Decreto nº  2.271, de 7 de julho de 1997; e à extinção da totalidade dos postos de trabalho terceirizados integrantes da Anvisa e do Inca.

O prazo para publicação de edital de abertura para realização de concurso público será de até seis meses a partir da data de publicação das portarias. (do G1)

DICA DE SAÚDE | Saiba como se prevenir do vírus H1N1

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Vacinação contra o H1N1 no Centro de Saúde nº 8, na Asa Sul. Foto Pedro Ventura
Vacinação contra o H1N1 no Centro de Saúde nº 8, na Asa Sul. Foto Pedro Ventura

Cuidados devem ser redobrados no outono e no inverno. Campanha de vacinação contra a influenza A no Distrito Federal começou nesta segunda (18) para grupos prioritários

Por Paloma Suertegaray- Crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, mulheres que deram à luz há até 45 dias e trabalhadores de saúde das redes pública e privada podem ser vacinados contra a influenza A (H1N1) a partir desta segunda-feira (18). Os grupos foram priorizados pela Secretaria de Saúde para o início da campanha nacional — antecipada no Distrito Federal de 30 de abril para hoje — por apresentarem maior risco de desenvolver complicações devido à doença. O balanço dos primeiros dias deverá ser divulgado ainda nesta semana pela pasta. A vacina é aplicada gratuitamente em qualquer centro de saúde da rede pública, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas.

Além da imunização, para se proteger do H1N1, recomenda-se redobrar cuidados (veja arte) durante os próximos meses, já que o outono e o inverno são as estações de maior incidência da gripe. Da mesma forma que outros vírus — como bocavirus, rinovírus e adenovírus —, ele pode causar resfriados, influenza (ou gripe, como é conhecida) e síndrome respiratória aguda grave, quadro mais severo dos três.

Segundo a diretora de Vigilância Epidemiológica e Imunização, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, Cristina Segatto, é importante diferenciar os três tipos para a escolha da melhor forma de tratamento. “O resfriado, por exemplo, é mais leve. Geralmente, os pacientes apresentam rinite, não têm febre e se curam apenas com repouso e ingestão de líquidos”, explica.

Sintomas
A gripe, no entanto, exige cuidados extras. Ela afeta, principalmente, nariz, garganta, boca, brônquios e, ocasionalmente, pulmões. Os sintomas mais comuns são febre em torno de 38º graus, calafrios, mal-estar, dores no corpo, dor de garganta, prostração, coriza e tosse seca. A infecção dura cerca de uma semana e a transmissão ocorre entre as pessoas por meio das vias respiratórias.

O paciente gripado tem de ficar atento e, caso os sintomas piorem, procurar um médico . “Se a febre alta continuar por mais de três dias e a pessoa começar a sentir falta de ar, é possível que tenha desenvolvido síndrome respiratória aguda grave e é necessário que seja internada”, alerta Cristina.

Para evitar o contágio pelo H1N1, as medidas são similares aos de outros vírus causadores da gripe. Lavar as mãos com água e sabão, evitar lugares aglomerados, cobrir a boca com o antebraço — em vez de usar as mãos, na hora de tossir e espirrar — estão entre exemplos importantes enumerados pela diretora. Pacientes infectados com o vírus também podem utilizar máscaras se precisarem sair de casa. “Dessa forma, a pessoa protege tanto a si quanto a quem está próximo.”

H1N1 AgenciaBrasilia

Segunda fase
A partir de 30 de abril, pela campanha nacional, também poderão receber a vacina pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais. Aqueles que têm alergia severa a ovo não devem ser vacinados antes de procurar um médico. A estimativa da Secretaria de Saúde é que sejam imunizadas 609 mil brasilienses.

Estatísticas
De acordo com boletim epidemiológico divulgado na sexta-feira (15) pela Secretaria de Saúde, há no Distrito Federal 183 suspeitas de contaminação pelo vírus da gripe H1N1 em 2016. Dessas, 45 — contra 26 na semana passada — foram confirmadas. Entre os casos mais graves, seis são pacientes menores de 5 anos; dois, adolescentes de 15 a 19 anos; 22, adultos de 20 a 59 anos; e cinco, pessoas maiores de 60 anos. Sete estão gestantes e nove, internados (sete destes em unidade de terapia intensiva). Além desses, há outros dez menos graves.

Segundo o informativo, ocorreram mais duas mortes em adultos, mas ambas ainda são investigadas. Na semana anterior, haviam sido registradas três causadas pelo vírus — de moradoras de Águas Claras, do Paranoá e de Vicente Pires. Santa Maria foi a região administrativa em que houve maior incidência até agora: sete.

Ações integradas de segurança serão mantidas até fim do processo de impeachment

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Foto Andre Borges
Foto Andre Borges

Decisão foi comunicada durante entrevista coletiva, no Palácio do Buriti, para apresentar balanço dos três dias de manifestações na Esplanada dos Ministérios. Outros órgãos do governo também permanecerão envolvidos

Por Paula Oliveira – Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (18), no Palácio do Buriti, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, avaliou as manifestações contrárias e favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff no domingo (17) como as mais tranquilas desde que o processo foi iniciado na Câmara dos Deputados. O esquema montado pelas forças de segurança da capital da República envolveu 14.330 servidores — 11,5 mil policiais militares, 1,5 mil militares do Corpo de Bombeiros, mil policiais civis e 330 agentes do Departamento de Trânsito — em três dias de protestos, de 15 a 17 de abril.

O esquema, segundo o chefe do Executivo, foi montado com diversos órgãos do governo e com os movimentos sociais envolvidos. “Colocar a divisória [que separou os grupos com interesses distintos no gramado da Esplanada dos Ministérios] foi uma decisão acertada”, disse Rollemberg. Aliadas à barreira física estavam as revistas a manifestantes dos dois lados e a ação pacífica e firme dos agentes de segurança envolvidos. Durante a coletiva foi informado que ações integradas de órgãos locais serão mantidas até o fim do processo de impeachment.

A divisória e as cercas estão sendo retiradas nesta segunda-feira (18) pela empresa contratada e por 30 detentos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso e serão remontadas quando houver manifestações semelhantes, visto que o processo de impedimento da presidente segue para o Senado Federal. “É uma maneira de garantir a livre manifestação dos dois lados de forma segura”, afirmou Rollemberg. Na sexta-feira (15), havia 200 manifestantes em frente ao Congresso Nacional. No sábado, foram 2,4 mil; no domingo, 79 mil pessoas.

Com os movimentos sociais, o governo de Brasília estipulou dois pontos próximo à Esplanada para que os manifestantes permanecessem acampados durante a semana que antecedeu a votação: Parque da Cidade (para os favoráveis ao impedimento) e estacionamento do Ginásio Nilson Nelson (para os contrários).

Lixo
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) mobilizou 350 garis — 200 ontem e 150 na manhã de hoje —, que recolheram 10 toneladas de resíduos na Esplanada dos Ministérios. A coleta teve início às 7 horas de domingo (17) e seguiu até a 1 hora desta segunda-feira (18). A ação foi retomada às 6 horas e concluída às 10h30.

Ocorrências
Não houve registro de casos de violência entre manifestantes na área da Esplanada dos Ministérios em nenhum dos três dias. Na madrugada de hoje (18), ocorreram duas brigas entre partidários de grupos contrários, na CLS 403 e na SQS 406.

No sábado (16), manifestantes dos dois grupos antagônicos entraram em confronto em frente ao Hotel Royal Tulip (Setor de Hotéis de Turismo Norte), devido à presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Saúde
Foram feitos 52 atendimentos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu): dois no sábado e 50 no domingo. Todos estavam relacionados a problemas simples, como desmaios, quedas de pressão ou pequenos acidentes.

Dos 50 atendimentos no domingo (17), quatro eram de policiais que apresentaram hipertensão e cefaleia. A maioria dos casos se tratava de desidratação e mal-estar. Todos foram acompanhados e liberados assim que houve melhora do quadro clínico.

Durante o domingo ocorreram seis remoções de pacientes da Esplanada para os hospitais da rede, sendo três ao Hospital Regional da Asa Norte e três ao Hospital de Base. As equipes foram desmobilizadas à 0h30 desta segunda-feira (18).

Ficaram disponíveis no período de três dias dois caminhões de atendimento a múltiplas vítimas, com capacidade para até 150 pessoas cada um, além de três ambulâncias do Samu — duas de suporte básico e uma de suporte avançado. Cerca de 4 mil servidores da rede prestaram serviço ou ficaram em alerta para caso de convocação de emergência, além de 90 profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

Transporte
No domingo, a Secretaria de Mobilidade acrescentou 150 ônibus, que circularam até a 1 hora de segunda-feira. As estações de metrô permaneceram fechadas. Os metroviários haviam decidido na sexta-feira (16) suspender as atividades em virtude das manifestações na Esplanada dos Ministérios. Apesar de o Tribunal Regional do Trabalho considerar a paralisação abusiva, a direção da Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) não garantia o cumprimento da decisão pela categoria e decidiu fechar as estações.

Participaram da coletiva de imprensa a secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar; os secretários de Mobilidade, Marcos Dantas; e o de Saúde, Humberto Fonseca; o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio; o chefe da Casa Militar, coronel Cláudio Ribas; o diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba; os comandantes-gerais da Polícia Militar, coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira; e do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Hamilton Santos Esteves Junior; o diretor-geral do Metrô-DF, Marcelo Dourado; o diretor-geral do Departamento de Trânsito do DF, Jayme Amorim; a diretora-geral do Serviço de Limpeza Urbana, Kátia Campos; e o diretor-geral do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Léo Carlos Cruz.

Fim da versão impressa: Diário Oficial do DF será apenas digital

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Foto Dênio Simôes
Foto Dênio Simôes

O governador Rodrigo Rollemberg instituiu, nessa sexta-feira (15), o Diário Oficial Eletrônico do Distrito Federal (DODF-e). A previsão é que, até junho — quando vence contrato com a Imprensa Nacional de diagramação, editoração e impressão do documento no valor de R$ 1.505.331 anuais —, o DODF passe a ser apenas virtual. Com a mudança, ele será encontrado no site da Imprensa Nacional, até que o governo de Brasília estabeleça plataforma digital para oferecer o serviço.

Além de seguir modelo sustentável, a mudança vai significar economia de R$ 238.932,72 (15,87%) aos cofres públicos, pois o Executivo reduzirá despesas com armazenagem e transporte. O valor pago anualmente cairá para R$ 1.266.398,28.

“Fomos motivados por servidores dos próprios órgãos do governo, que começaram a pedir outra forma de receber o diário. As pessoas não precisam do documento impresso, precisam da informação”, disse o subsecretário de Atos Oficiais, da Casa Civil, Guilherme Hamu.

A economia não será apenas do governo, pois a população terá acesso gratuito ao diário, que atualmente custa R$ 3, além de comodidade para adquiri-lo. Atualmente, o valor não é pago no local de entrega, no anexo do Palácio do Buriti. É emitido um documento de arrecadação avulso (DAR), que deve ser quitado no banco. “Lembro um episódio, há dois meses, quando saíram 180 aposentadorias no DODF, e havia 180 senhores esperando na fila para comprar o jornal. No dia, o sistema teve problemas e não pudemos emitir o DAR. Como dizer a eles para voltar para casa sem o documento em mãos?”, contou o subsecretário de Atos Oficiais.

Publicação

No Diário Oficial do Distrito Federal são publicados atos administrativos do Executivo, leis e demais atos do processo legislativo previstos na Lei Orgânica do DF e atos oficiais, exceto os de caráter interno da administração pública e do Tribunal de Contas do DF.

A periodicidade é diária, de segunda a sexta-feira, com exceção de feriados e dias sem expediente oficial. Edições extras ou suplementares podem ser autorizadas pelo chefe da Casa Civil. É por meio da Subsecretaria de Atos Oficiais, da Casa Civil, que o Executivo coordena as publicações.

Os atos oficiais dos órgãos da administração direta do Distrito Federal são publicados gratuitamente. Quanto a entes da administração indireta e pessoa física ou jurídica pagam pela publicação.

Atualmente é possível fazer buscas no Diário Oficial do DF pelos sites www.buriti.df.gov.br/ftpwww.diariooficial.df.gov.br, mas em nenhuma das opções ele é certificado.

 

Três nomes disputam a preferência de Eduardo Cunha para a sucessão na Câmara

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Rogério Rosso
Rogério Rosso

 

Jovair Arantes, Rogério Rosso e Maurício Quintella Lessa foram importantes para processo de impeachment

Por Ricardo Della Coletta, do Expresso Época – Os deputados Jovair Arantes (PTB-GO), Rogério Rosso (PSD-DF) e Maurício Quintella Lessa (PR-AL) disputam a preferência de Eduardo Cunha para suceder-lhe na presidência da Câmara. Os três foram peças centrais para erguer o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Corresponderam às expectativas de Cunha.