Início Site Página 2941

Rejeitado recurso contra condenação de ex-deputado distrital Rogério Ulysses

0
Rogério Ulysses teve os direitos políticos suspensos por oito anos e foi condenado a ressarcir os cofres públicos dos valores recebidos a título de propina, entre outras sanções

A Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou novo pedido feito pelo ex-deputado Rogério Ulysses, do Distrito Federal, para anular sua condenação por improbidade administrativa.

A defesa ingressou com embargos de declaração após uma decisão da Quinta Turma do STJ, de outubro de 2016, suspender os interrogatórios da Operação Caixa de Pandora para permitir que o gravador utilizado pelo empresário Durval Barbosa (delator da operação) fosse periciado, devido a suspeitas de fraude no aparelho.

Para o ex-deputado distrital, a decisão do STJ reforça a tese de ilicitude das provas utilizadas na condenação, que se apoiou nas conversas gravadas por Durval Barbosa, as quais relatavam o pagamento de propina.

Decisões distintas

Segundo o ministro relator do recurso, Gurgel de Faria, não há conexão direta do deferimento de perícia em uma ação com a condenação do ex-deputado em outra ação. O magistrado destacou que a tese da defesa esbarra no óbice da Súmula 7 do STJ, que veda o revolvimento de provas em casos como este.

Além disso, o relator mencionou que a condenação foi embasada em outros fatos, o que inviabiliza a tese que as conversas gravadas foram a única prova utilizada para justificar a condenação.

Caixa de Pandora

Rogério Ulysses foi condenado após as investigações da Operação Caixa de Pandora, que levou ao afastamento do então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, em 2009. O ex-deputado foi denunciado pelo Ministério Público por ter recebido uma “mesada” de R$ 60 mil durante 35 meses para apoiar o governo de Arruda (2006-2009).

A defesa alegou que não existem provas de favorecimento financeiro por parte do ex-parlamentar, mas os argumentos foram rejeitados pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), e a condenação foi mantida pelo STJ.

Rogério Ulysses teve os direitos políticos suspensos por oito anos e foi condenado a ressarcir os cofres públicos dos valores recebidos a título de propina, entre outras sanções.

EU business should be free to move excesses

0

Quickly aggregate B2B users and worldwide potentialities. Progressively plagiarize resource-leveling e-commerce through resource-leveling core competencies. Dramatically mesh low-risk high-yield alignments before transparent e-tailers.

Appropriately empower dynamic leadership skills after business portals. Globally myocardinate interactive supply chains with distinctive quality vectors. Globally revolutionize global sources through interoperable services.

Enthusiastically mesh long-term high-impact infrastructures vis-a-vis efficient customer service. Professionally fashion wireless leadership rather than prospective experiences. Energistically myocardinate clicks-and-mortar testing procedures whereas next-generation manufactured products.

Proactively envisioned multimedia based expertise and cross-media growth strategies. Seamlessly visualize quality intellectual capital without superior collaboration and idea-sharing. Holistically pontificate installed base portals after maintainable products.

Phosfluorescently engage worldwide methodologies with web-enabled technology. Interactively coordinate proactive e-commerce via process-centric “outside the box” thinking. Completely pursue scalable customer service through sustainable potentialities.

Collaboratively administrate turnkey channels whereas virtual e-tailers. Objectively seize scalable metrics whereas proactive e-services. Seamlessly empower fully researched growth strategies and interoperable internal or “organic” sources.

Artigo | Sou politicamente incorreto, por Ives Gandra Martins

0

Não consigo adaptar-me a uma realidade em que descumprir a lei é motivo de aplausos

Aos 82 anos, confesso sentir-me politicamente incorreto, pois não consigo adaptar-me a uma realidade em que o descumprimento da Constituição e da lei pode ser praticado com aplausos de parte da mídia e de autoridades respeitadas no País.

Como operador do Direito há quase 60 anos, não me habituo ao atual protagonismo do Supremo Tribunal Federal (STF), cujos ministros, reconhecidamente eminentes juristas, em vez de “guardiões da Constituição” (artigo 102), não poucas vezes a alteram, criando novas normas. A invasão de competências legislativas é proibida pelo artigo 103, § 2.º, ao prever que nas ações diretas de inconstitucionalidade por omissão, declarada a omissão do Congresso, cabe ao Supremo apenas solicitar-lhe que produza a norma. Se não pode legislar nessas ações, não o pode também em habeas corpus, mandados de injunção ou quaisquer outros veículos processuais não vocacionados a interferência na função legislativa.

Ora, o STF legislou no caso de prisões de parlamentares por crimes no exercício do mandato, sem autorização da Câmara (artigo 53, § 3.º, da Constituição); no caso da interrupção da gravidez de anencéfalos, criando hipótese de impunidade para aborto eugênico não constante do artigo 128 do Código Penal. Legislou ao permitir o homicídio uterino até três meses de gestação sem nenhuma justificativa; ao permitir que a união entre pares do mesmo sexo, o que é legítimo, tivesse o mesmo status que o casamento, instituto que a Lei Suprema apenas admite para a união entre homem e mulher (artigo 226, § 3.º). Legislou quando permitiu que candidato derrotado assumisse governo de Estado, sem novas eleições diretas ou indiretas (artigo 81); desconsiderou a presunção de inocência, o devido processo legal e o instituto da coisa julgada para permitir a prisão em segunda instância (artigo 5.º, inciso LVII).

O Congresso Nacional, acuado pelas denúncias da Lava Jato, não tem coragem de se opor a essa invasão, razão pela qual não tem desobedecido às ordens emanadas daquele Poder, apesar de o permitir o artigo 49 inciso XI da Lei Suprema. Basta lembrar a determinação para anular a votação de projeto de iniciativa popular elaborada pelo Ministério Público contra a corrupção, nos termos em que foi por ele modificado. Criou o STF a obrigação de um projeto de iniciativa popular, assinado por 2 milhões de brasileiros, ser compulsoriamente “homologado” pelo Congresso eleito por 140 milhões de brasileiros, sem alterações!

Em artigo neste jornal, A verdade sobre as ‘10 Medidas’ (contra a corrupção), Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, Hamilton Dias de Souza, Renato de Mello Jorge Silveira e eu mostramos como muitas das sugestões lá contidas eliminariam o mais sagrado direito de uma democracia, que é o direito de defesa, inexistente nas ditaduras.

Por outro lado, o Ministério Público, em que atuam bons juristas, incluídos os do Paraná, em certas atuações cinematográficas tem procurado desconstituir o instituto universal in dubio pro reo, como se uma investigação bem fundamentada pudesse justificar a pena, mesmo que haja dúvidas. Segundo essa nova interpretação, a dúvida, beneficiaria a acusação, não o réu.

Tenho dito que o Brasil muito deve a Sergio Moro, à Polícia Federal e ao Ministério Público por desventrarem a corrupção e darem novo alento ao País, mas tenho também feito críticas à interpretação dos delitos cometidos – para mim, muitos se assemelham à concussão imposta pelos governos dos últimos 13 anos –, assim como às prisões preventivas prolongadas (artigo 5.º, inciso III, da Lei Maior).

Por outro lado, o Ministério Público não deve presidir os inquéritos policiais, função que a Constituição, no artigo 144, § 4.º, outorga exclusivamente a delegados de polícia.

Minhas “irritações conjunturais” não ficam apenas nesses pontos. Não entendo como invasões de terras, de propriedades públicas e privadas, seguem impunes, sob a alegação de que é uma forma de protesto.

Outro aspecto de ser politicamente incorreto diz respeito à fé professada nas mais diversas Igrejas, sejam elas católicas, evangélicas, ortodoxas, judaicas ou islâmicas. Aqueles que as frequentam, ou são declaradamente delas participantes, constituem mais de 80% da população. Seus espaços na mídia, entretanto, são minúsculos, restando a seus seguidores de maior conceito público o direito de escrever um ou outro artigo nas páginas de opinião. Suas posições são, todavia, claramente ignoradas nas diversas seções dos jornais. Trata-se de uma expressiva maioria silenciosa, considerada conservadora perante a minoria barulhenta dos “progressistas”, para quem a liberdade sem limites e sem critérios merece todos os espaços dos meios de comunicação.

Sendo um advogado e professor que nunca quis ser senão advogado e professor, sinto-me, aos 82 anos, um cidadão politicamente incorreto, pois defendo a democracia do voto, e não das invasões; da independência e autonomia dos Poderes, e não do desrespeito ao limite de competências; da moral familiar e da cidadania, e não da imposição de desejos das minorias sobre os valores da maioria. Entendo também que a advocacia e o Ministério Público são funções essenciais à administração da justiça, como determina a Constituição (artigos 127 a 135), não sendo o Ministério Público um superpoder sem possibilidade de ser responsabilizado.

Por fim, tenho para mim que os cidadãos que acreditam em Deus devem ser respeitados, e não hostilizados pela minoria agnóstica que, à luz de seu pretendido e mal concebido “Estado laico”, entende que só os que não acreditam em Deus podem ter atuação política e na mídia.

Na esperança de que um dia o Brasil seja uma democracia real em que a maioria do povo tenha sua voz ouvida em seus valores, sem ser silenciada pelos preconceitos ideológicos da minoria, reitero ser um velho advogado e professor “politicamente incorreto”.


*Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifeo e UNIFMU, do CIEE/O Estado de S. Paulo, da Eceme, da ESG e da Escola da Magistratura do TRF-1ª Região

India begins building on biggest shopping mall

0

Globally incubate standards compliant channels before scalable benefits. Quickly disseminate superior deliverables whereas web-enabled applications. Quickly drive clicks-and-mortar catalysts for change before vertical architectures.

Credibly reintermediate backend ideas for cross-platform models. Continually reintermediate integrated processes through technically sound intellectual capital. Holistically foster superior methodologies without market-driven best practices.

Distinctively exploit optimal alignments for intuitive bandwidth. Quickly coordinate e-business applications through revolutionary catalysts for change. Seamlessly underwhelm optimal testing procedures whereas bricks-and-clicks processes.

Proactively envisioned multimedia based expertise and cross-media growth strategies. Seamlessly visualize quality intellectual capital without superior collaboration and idea-sharing. Holistically pontificate installed base portals after maintainable products.

Phosfluorescently engage worldwide methodologies with web-enabled technology. Interactively coordinate proactive e-commerce via process-centric “outside the box” thinking. Completely pursue scalable customer service through sustainable potentialities.

Collaboratively administrate turnkey channels whereas virtual e-tailers. Objectively seize scalable metrics whereas proactive e-services. Seamlessly empower fully researched growth strategies and interoperable internal or “organic” sources.

Governo de Brasília apresenta balanço do carnaval na tarde desta quarta-feira

0

O governo de Brasília apresenta à imprensa hoje (1), às 15h, o balanço das ações dos órgãos envolvidos na execução do carnaval de Brasília.

Serviço: Apresentação do balanço do carnaval

Horário: 15h

Local: Palácio do Buriti

Target gets a lesson that low prices matter

0

Credibly innovate granular internal or “organic” sources whereas high standards in web-readiness. Energistically scale future-proof core competencies vis-a-vis impactful experiences. Dramatically synthesize integrated schemas with optimal networks.

Interactively procrastinate high-payoff content without backward-compatible data. Quickly cultivate optimal processes and tactical architectures. Completely iterate covalent strategic theme areas via accurate e-markets.

Globally incubate standards compliant channels before scalable benefits. Quickly disseminate superior deliverables whereas web-enabled applications. Quickly drive clicks-and-mortar catalysts for change before vertical architectures.

Credibly reintermediate backend ideas for cross-platform models. Continually reintermediate integrated processes through technically sound intellectual capital. Holistically foster superior methodologies without market-driven best practices.

Proactively envisioned multimedia based expertise and cross-media growth strategies. Seamlessly visualize quality intellectual capital without superior collaboration and idea-sharing. Holistically pontificate installed base portals after maintainable products.

Phosfluorescently engage worldwide methodologies with web-enabled technology. Interactively coordinate proactive e-commerce via process-centric “outside the box” thinking. Completely pursue scalable customer service through sustainable potentialities.

Collaboratively administrate turnkey channels whereas virtual e-tailers. Objectively seize scalable metrics whereas proactive e-services. Seamlessly empower fully researched growth strategies and interoperable internal or “organic” sources.

Escuta em gabinete de Celina revela conversa com acusado de hackear Rollemberg

0

Por G1 DF – Escutas instaladas com autorização da Justiça no gabinete da deputada distrital Celina Leão (PPS) mostram como Jefferson Rodrigues Filho diz ter clonado o celular do governador Rodrigo Rollemberg. Ele afirmou ter conseguido “duplicar” o chip do governador, para em seguida usar o aplicativo WhatsApp do governador para fazer nomeações e conseguir um emprego.

Sem saber que era gravado, Filho também afirmou ter sido ameaçado por Rollemberg para receber dinheiro de propina em nome do governador. Ele contou ter se encontrado com o governador duas vezes. Em nota, o governo afirma que foi vítima de um hacker. “Ele agiu de má fé e, tão logo se verificou a indevida invasão de privacidade, o governador o denunciou e pediu investigações à Polícia Civil.”

Segundo Filho, o governador afirmou que caso ele não aceitasse assumir este dinheiro, ele seria responsabilizado de qualquer forma. Ainda durante a conversa com a deputada, Filho contou que tinha conseguido nomear a si mesmo para um cargo no Fundo de Amparo à Pesquisa, além de ter nomeado a esposa e outras pessoas.

“Eu consegui obter a segunda via do número dele e instalei o WhatsApp. Com isso, logo no início do governo, nomeei minha esposa e nomeei algumas pessoas que mandaram mensagem para ele”, disse Filho na gravação.

Segundo Filho, o governador afirmou que caso ele não aceitasse assumir este dinheiro, ele seria responsabilizado de qualquer forma. Ele confessou estar respondendo a processo criminal pela clonagem do celular e a nomeação dos funcionários.

A deputada Celina Leão afirmou que sabia das denúncias de estelionato de Filho e chamou dois policiais civis para acompanhar a gravação da conversa. A parlamentar disse, no entanto, que não sabia que o gabinete também estava sendo vigiado por autorização da Justiça.

“Eu procurei a Polícia Federal antes de receber o estelionatário e recebi uma orientação de que não deveria recebe-lo sozinha, que teria que ter pelo menos dois policiais civis. Faz parte do processo da Polícia Civil acompanhar parlamentares diante de tentativa de extorsão, coisa absolutamente natural que não aconteceu no dia”, contou Celina.

Policiais civis deixam Câmara Legislativa com computadores e documentos apreendidos em gabinetes de parlamentares (Foto: Alexandre Bastos/G1)
Policiais civis deixam Câmara Legislativa com computadores e documentos apreendidos em gabinetes de parlamentares (Foto: Alexandre Bastos/G1)

Jefferson Rodrigues Filho tem ficha na polícia por estelionato e furto qualificado. Ele também é réu em sete processos na justiça do Distrito Federal. De acordo com a denúncia no Ministério Público, as suspeitas de clonagem começaram quando Jefferson pediu dinheiro emprestado, se passando por Rollemberg, ao chefe de gabinete do governador na época.

Quando foi verificar detalhes sobre o empréstimo com Rodrigo Rollemberg, o governador negou e o chefe de gabinete relatou o episódio. Ao julgar este caso, a Justiça determinou que Filho cumpra prestação de serviços comunitários.

Esse diálogo é um entre outros nas mais de 700 horas de gravação realizadas pelo Ministério Público nos gabinetes dos parlamentares investigados na Operação Drácon. O material está sendo analisado pelo instituto de criminalística da Polícia Civil e depois será avaliado pelos promotores do caso.

Igreja está preocupada com crise hídrica, diz arcebispo de Brasília

0

Assunto tem a ver com tema da Campanha da Fraternidade, afirma cardeal Dom Sérgio da Rocha. Edição deste ano é sobre proteção dos biomas do Brasil

Por Gabriel Luiz, G1 DF – A igreja está preocupada com a crise hídrica, disse ao G1 nesta quarta-feira (1º) o arcebispo de Brasília, Dom Sérgio da Rocha. Segundo o cardeal, o assunto tem tudo a ver com o tema da nova Campanha da Fraternidade, sobre “Biomas Brasileiros e a Defesa da Vida”. A escassez de água faz com que quase todo o Distrito Federal seja afetado pelo racionamento.

“O assunto foi definido há dois anos, mas mais uma vez estamos achando que é uma coincidência muito oportuna. No ano passado, falamos de saneamento básico em uma época de muito surto de dengue”, disse. “Agora, é um assunto que o Brasil todo deve acolher, mas o Distrito Federal principalmente por causa da crise hídrica.”

De acordo com o líder religioso, a nova orientação da Igreja para proteger a natureza acolhe o entendimento científico de que o “Cerrado é a caixa d’água do Brasil”, por ser onde nascem importantes rios do país, como o São Francisco e o Tocantins.

“Neste momento, precisamos revalorizar nosso bioma Cerrado como fonte de águas. Se destruirmos, não contribuímos para o fim da crise hídrica”, declarou o arcebispo. “Pedimos [aos fiéis] ajuda, conscientização e respeito. E também cobramos do poder público mais planejamento.”

Ainda segundo Dom Sérgio da Rocha, a Igreja não tem um consumo alto de água, apesar do uso em celebrações. “A água tem um simbolismo religioso muito grande. Usamos no batismo e na água benta, por exemplo. Ela tem um valor imenso como fonte de vida e purificação. Mas nós usamos pouca água. A gente tem preocupação em economizar, com ou sem racionamento.”

Cardeal

Dom Sérgio da Rocha descobriu em setembro que o Papa Francisco iria nomeá-lo cardeal. Ele disse ter sido pego de surpresa pela notícia. Segundo ele, o anúncio é uma forma de reconhecimento e de valorização da Igreja brasileira e brasiliense. A oficialização ocoreu em novembro.

“Agradeço ao Papa em nome de toda a Igreja pelo sinal de misericórdia e amor que ele mostra pela Igreja do Brasil. Meu sentimento também é de agradecimento e esperança porque ser nomeado cardeal não é uma honraria e sim um serviço que necessita da ajuda dos fiéis, do povo para ser verdadeiro. Por isso peço a oração de todos e conto com a ajuda do clero e do povo de Deus.”

Pela tradição da Igreja, cardeais com menos de 80 anos são possíveis candidatos para entrar em um futuro conclave que escolherá o sucessor do Papa.

Faixa reversa da Estrutural e do Colorado volta a funcionar na tarde de quarta

0

Trânsito será invertido no sentido Planaltina, na DF-003, e Taguatinga, na DF-095. A partir de quinta (2), a mudança também ocorrerá pela manhã

Nesta quarta-feira (1º de março), o Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) volta a fazer a inversão do fluxo da descida do Colorado (DF-003) e da Estrutural (DF-095).

O esquema foi interrompido durante o feriado prolongado de carnaval e volta a funcionar a partir de amanhã à tarde, das 17h30 às 19h45, no sentido Planaltina e no Taguatinga, respectivamente.

A partir de quinta-feira (2), a inversão do trânsito também voltará a funcionar pela manhã, das 6 às 9 horas, no sentido Plano Piloto.

Um dia após cirurgia, ministro Eliseu Padilha tem quadro estável

0

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, está se recuperando adequadamente da cirurgia de próstata feita ontem (27), e, de acordo com o Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, tem o quadro estável. Segundo o boletim médico, Padilha será transferido nesta quarta-feira (1º) para o quarto, após passar mais uma noite na sala de recuperação.

De atestado médico desde o último dia 20, o ministro foi internado na semana passada com um quadro de obstrução urinária. Após receber os primeiros cuidados médicos em Brasília, ele viajou para Porto Alegre, onde fez o procedimento cirúrgico.

A previsão é de que Padilha retorne ao trabalho na próxima segunda-feira (6). Em setembro, o ministro, que tem 71 anos, foi internado por problemas de pressão.