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Policiais civis do DF rejeitam proposta do GDF e seguem mobilizados

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Na tarde desta sexta-feira (16), os policiais civis do DF se reuniram em Assembleia Geral Extraordinária, na Praça do Buriti, convocada pelo Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF).

Logo no início, a categoria rejeitou, por unanimidade, a proposta oferecida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em uma audiência ocorrida nesta tarde com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

O GDF propôs um aumento de 7,5% em outubro de 2017; 8% em 2018; 8,5% em 2019 e 8,5% 2020 mais 8,5%. A proposta de 32,5% em quatro parcelas não agradou os policiais civis, porque quebra a isonomia com a Polícia Federal em índices e datas e foi vista como um recuo nas negociações do Distrito Federal, uma vez que o impacto financeiro aos cofres do GDF seria menor do que a proposta inicial.

Além da rejeição à proposta, os policiais civis decidiram manter a operação PCDF Legal e fazer um novo ato na terça-feira (20), às 14h, colocando caixões e cruzes em delegacias do DF, o que irá simbolizar a morte da segurança pública.

Na quinta-feira (22), às 10h, uma audiência pública acontecerá na Câmara Legislativa do DF (CLDF) sobre o Fundo Constitucional. Na ocasião, o Sinpol-DF denunciará aos deputados e à população um corte de quase R$ 500 milhões na folha de pagamento da PCDF em 2017, promovido pelo GDF.

Provocado pelo MPDFT, o GDF ficou de agendar nova reunião com o sindicato até quarta-feira (21) a fim de que o índice de recomposição seja aplicado no prazo de três anos. Em seguida será convocada nova assembleia para deliberação.

Um boneco inflável com 10 metros de altura foi exposto na Praça do Buriti durante a assembleia dos policiais civis. O boneco é uma sátira ao governador do DF, Rodrigo Rollemberg, que prometeu em campanha política manter a isonomia entre a PCDF e a PDF e, agora, ameaça não cumprir a promessa. O “Enrollemberg”, como foi batizado, possui nariz avantajado, em menção ao Pinóquio, e se veste com as roupas do personagem. “Enrollemberg” deve acompanhar os atos e manifestação da categoria agora em diante.

Artigo | Servidores públicos não são ladrões

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Por Eduardo Perez Oliveira


Para meu espanto, hoje me deparei com uma frase supostamente dita pelo Sr. Luis Inácio Lula da Silva, a saber:

“O político, por mais ladrão que seja, todo ano tem que enfrentar o povo, sair na rua e pedir voto. O funcionário público não. Ele faz concurso e fica lá, com o cargo garantido, tranquilo”

Eu fiquei em dúvida se era verdade, já que tem tanta mentira por aí sendo espalhada. Chegaram a inventar, vejam só, que os procuradores tinham dito não possuir provas contra o Sr. Luis Inácio, somente convicção, o que é uma tremenda inverdade. Não se pode mesmo acreditar em tudo na internet.

Verdade ou mentira, fiquei aqui pensando se essa frase faz sentido.

Eu estou Juiz de Direito, aprovado em concurso público, também em outros cargos antes de lograr esta graça. Como a memória da gente é falha, eu me esforcei para lembrar como foi o processo.

Conferi, cuidadosamente, se eu não tinha sido financiado por alguma empreiteira. Também verifiquei se eu não tinha obtido meu cargo desviando dinheiro de alguma empresa pública, fazendo aí um caixa 2 para me apoiar. Pode ser a idade, mas não me veio à memória disso ter acontecido.

O que me recordo é do esforço dos meus avós, dos meus pais e dos meus familiares, mas muito esforço mesmo, para garantir educação, sem luxos. Também não me é familiar ter participado de esquemas ou ajustes partidários. Não dava tempo, saindo de casa para trabalhar às sete da manhã e voltando às nove, dez horas da noite, só com o horário do almoço para abrir os livros e enfrentar o escárnio.

Eu lembro de ter estudado muito, da frustração em razão do pouco tempo, das dúvidas se algum dia eu chegaria lá. Eu me recordo bem do dia da minha prova oral, num estado onde não conhecia ninguém, tremendo diante dos examinadores de uma banca absolutamente imparcial presidida pelo Desembargador Leandro Crispim.

Quem sabe estaria mais calmo se eu tivesse feito coligação, se uma mão lavasse a outra, se algum ajuste, talvez aquele esquema… Mas não daria certo. Veja você que eu estava prestando um concurso público e até a fase oral eu não tinha rosto, e a banca (que injustiça!) também era formada quase que absolutamente por gente concursada, magistrados aprovados em um concurso semelhante.

Não iria adiantar caixa 2, apoio parlamentar, conversa de bastidor. Eu estava ali para ser examinado imparcialmente pelos meus conhecimentos. Era só Deus e eu.

Vai ver, pensei, que meu caso é um daqueles fora da curva, uma das tais histórias malucas. Quem sabe a regra não fosse a interferência política e econômica nos concursos?

Conversei com vários colegas juízes e, fato estranho, todos confirmaram que não fizeram caixa dois, nem coligação, nem tiveram conversas de bastidores. Estudaram, com muito esforço, alguns com privação, e foram aprovados em um concurso impessoal e imparcial.

Para não dizer que é coisa de juiz, essa tal elite, falei com meus amigos procuradores, promotores, escreventes, oficiais de justiça, policiais civis e militares, delegados, professores, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e tantos outros aprovados em concurso público de provas e títulos.

Todos deram a mesma resposta: lograram êxito após muito estudo, de forma limpa e transparente.

“Mas nenhuma empreiterazinha?”, insisti. “Quem sabe alguma verba de emporesa pública?”. Não. Foi estudo mesmo.

O mais curioso é que todos tiveram que apresentar certidão de antecedentes criminais, logo, nenhum podia ser ladrão. Nem ladrão, nem outra coisa. Algumas carreiras fazem sindicância de vida pregressa. Ai do candidato que não possui um passado ético, com certeza não entraria pela estreita porta do concurso público.

Aproveitei e, ainda meditando sobre a frase, me peguei pensando se todo ano, ou melhor, a cada quatro anos (alguns, oito), eu precisava enfrentar o povo.

Realmente, se o Sr. Luis Inácio disse isso, ele está certo. Eu não enfrento o povo anualmente. Aliás, eu não enfrento o povo. Não tenho medo da minha gente, nem litígio com ela. Eu sou povo também. Pode parecer surpresa, mas concursado faz parte da nação.

Eu não enfrento, eu atendo. Eu recebo preso. Eu recebo mãe de preso, pai, vó, filhos, esposa de preso. Recebo conselheiro tutelar. Recebo advogado. Recebo as partes também. Ouço a vítima do crime, ou, em situações mais tristes, os que sobreviveram a ela. Eu vejo o agrícola que vai pedir para aposentar. Vejo o cidadão que não tem medicamento, da mãe que busca escola pro filho, o neto que busca uma vaga de UTI pro avô.

Eu cansei de ver o piso do fórum gasto de passar tanto calçado, de chinelo usado a sapato caro, de gente que vê no Judiciário seu único porto seguro. Gente que não conseguiu vaga em escola, em creche. Que não conseguiu remédio. Que se acidentou na estrada esburacada. Que trabalhou nesse calor inclemente do Centro-Oeste por quarenta anos ou mais, com a pele curtida de sol, e quando foi pedir aposentadoria disseram a ele que não tinha prova. Não sou quiromante, mas eu aprendi a ler a mão e o rosto desse povo. Aprendi a falar a língua deles, não porque eles vão votar em mim, mas porque é minha obrigação para aplicar a lei.

Essa mesma gente que os políticos enfrentam (enfrentam, vejam vocês!), segundo a tal frase, eu atendo todo dia. É meu dever, e com que prazer eu realizo esse dever!

Eu atendo essa gente que vem acreditando há décadas nesses políticos que, como um fenômeno natural, aparecem apenas de forma episódica e em determinadas épocas. Um povo que acreditou que teria saúde, educação, segurança, lazer, trabalho, aposentadoria, dignidade e tantos direitos básicos só por ser gente, mas não tem.

Esse mesmo povo que vota, que deposita na urna sua esperança, a recolhe depois despedaçada, cola o que dá e procura o promotor ou o defensor público, servidores concursados, quando não um nobre advogado dativo ou pro bono, para pedir ao juiz esse direito sonegado. São os concursados que garantem esse direito.

São os juízes que aplicam a lei criada pelos políticos eleitos para o Legislativo, e nessas horas em que a lei é dura e talvez não tão justa, quando devemos fazer valer o seu império, só nos resta ouvir e consolar.

Juízes, é preciso dizer, não são máquinas, porque nessas engrenagens desprovidas de coração que formam o sistema, é a nossa alma que colocamos entre os dentes do engenho para aplacar seu cruel atrito.

E quando estamos sozinhos, nós sofremos, nós choramos, porque lidamos também com a desgraça do povo, do nosso povo, do povo do qual fazemos parte e que não enfrentamos, mas atendemos.

Perguntei aos meus amigos promotores, defensores, escreventes, analistas, oficiais de justiça, professores, policiais, guardas civis metropolitanos, agentes carcerários, bombeiros, militares, médicos, agentes de saúde, enfermeiros e tantos outros, se eles por acaso enfrentavam o povo, mas me disseram que esse povo eles faziam era atender.

É também a alma deles que lubrifica essa máquina atroz que é o sistema.

É à custa da alma do concursado que o Estado se humaniza. Que o digam nossas famílias, nossos amigos… que digamos nós, quando abrimos mão de tanta coisa para cumprir nossa missão, quando para socorrer um estranho muitas vezes alguém próximo a nós precisa esperar.

Forçoso que se concorde, nós não enfrentamos o povo a cada dois, quatro anos. Nós o atendemos dia e noite, nós olhamos seu rosto, tentamos aplacar sua angústia em um país em que tudo falta, quando um médico e sua equipe não tem nem gaze no hospital público.

E fazemos isso porque amamos nossa profissão, seja ela qual for, não porque precisamos de votos. Nós chegamos onde chegamos com dedicação, não com esquemas, e sem lesar o patrimônio público ou a fé da nação.

São servidores públicos concursados que estão descobrindo as fraudes que corroem nosso Brasil, do menor município à capital do país, e serão servidores públicos concursados a julgar tais abusos. São servidores públicos concursados que patrulham nossas ruas, que atendem em nossos hospitais, que ensinam nossas crianças.

Nós não precisamos prometer nada para o povo, nós agimos.

Realmente, é preciso temer pessoas que possuem um compromisso com a ética, não com valores espúrios.

#servidorespublicosnaosaoladroes


Eduardo Perez Oliveira é juiz do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás

Marcos Dantas assume Secretaria das Cidades, após reestruturação interna do governo

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O salão nobre do Palácio do Buriti ficou lotado na manha de hoje para a cerimônia de criação da Secretaria das Cidades, e a posse do titular da nova pasta, Marcos Dantas. Dantas deixa a pasta de Mobilidade, que será assumida por Fábio Damasceno. Também foram investidos nos cargos hoje os secretários adjuntos das Cidades, Roosevelt Vilela, e de Mobilidade, Dênis Soares. O decreto de criação da nova secretaria está no Diário Oficial do Distrito Federal desta sexta-feira (16), assinados pelo governador Rodrigo Rollemberg.

O governador Rodrigo Rollemberg assinou os termos de posse dos novos secretários das Cidades, Marcos Dantas, e de Mobilidade, Fábio Damasceno.
O governador Rodrigo Rollemberg assinou os termos de posse dos novos secretários das Cidades, Marcos Dantas, e de Mobilidade, Fábio Damasceno. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

A secretaria recém-criada será responsável pela coordenação e pela supervisão das administrações regionais.

“Tudo foi feito por remanejamento de cargos existentes em outras áreas de governo, sem acarretar aumento de custos”, ressalta o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio.

“A ideia é fazer uma articulação das demandas que chegam das administrações regionais”, acrescenta.

“O secretário vai encaminhá-las e cobrar a execução de projetos pelo governo. Teremos alguém com olhar exclusivo para as regiões administrativas.”

A partir de agora, as 31 administrações regionais estão vinculadas à Secretaria das Cidades, que buscará maior eficiência nas relações.

O secretário e sua equipe terão de promover e organizar a participação social nas regiões administrativas, racionalizar e aperfeiçoar o funcionamento delas, planejar e integrar ações regionais de governo e coordenar projetos executados pelas administrações, entre outras atividades.

Entre as atribuições das administrações regionais estão a aprovação e o licenciamento de projetos arquitetônicos de habitações unifamiliares, planos de ocupação de condomínios, tapumes e canteiros de obra e pequenas intervenções e reformas em áreas públicas. A Secretaria de Gestão do Território e Habitação fica responsável por explicar os limites de acordo com as normas de uso e ocupação do solo. Até então responsável pela interlocução das administrações regionais, a Subsecretaria de Gestão das Cidades, da Vice-Governadoria, está extinta.

Discursos na posse dos secretários das Cidades e de Mobilidade

Em seu discurso, após a posse dos dois secretários, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou a importância do papel da Secretaria das Cidades.

“Você [Marcos Dantas] será a pessoa mais cobrada desse governo. Ao lado de sua equipe, serão os olhos, ouvidos, pernas, braços e coração da administração pública”, disse.

“Deverão articular ações do governo, fiscalizar a prestação de serviços públicos, orientar as administrações regionais e aproximar a população do governo”, continuou. Quanto à Mobilidade, citou o desafio de melhorar o transporte rural e atingir metas do Circula Brasília.

O novo secretário das Cidades – e agora ex-secretário de Mobilidade –, Marcos Dantas, destacou as realizações na agora antiga pasta, como a entrega de dez terminais, o aumento de bicicletas compartilhadas e a retomada das obras do Trevo de Triagem Norte, e descreveu o novo papel. “O governador do Distrito Federal concentra ações estaduais e municipais, portanto precisa de um ator coadjuvante para aproximar as cidades do governo”, disse. “Cada secretaria tem sua especialidade e a nossa será multidimensional, com as reivindicações nas ruas de cada região.” Fábio Damasceno, por sua vez, não discursou. Estava com eles o presidente interino da Câmara Legislativa, Juarezão (PSB).

Governo de Brasília discute operações de crédito para o DF com o Tesouro Nacional

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O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, reuniu-se com a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, para tratar de operações de crédito para o Distrito Federal. O encontro ocorreu na noite desta quinta-feira (15), no Ministério da Fazenda.

Acompanhado da secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão do DF, Leany Lemos, e do secretário de Fazenda, João Antônio Fleury, Rollemberg pediu autorização para o governo federal liberar R$ 740 milhões ao Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev). Além disso, o governador solicitou a destinação de R$ 800 milhões para obras de infraestrutura.

A secretária Ana Paula disse que estudará os pedidos e fará novas reuniões com equipes das duas secretarias de Estado locais (Planejamento, Orçamento e Gestão e de Fazenda) para definir se os recursos serão liberados.

BRB apoia a 25ª edição da Casa Cor Brasília

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Em sua 25ª edição, encontro reunirá, em Brasília, arquitetos, decoradores e paisagistas

Começa na próxima semana a 25ª edição da Casa Cor Brasília. A exemplo do ano passado, o evento será realizado no Lago Sul, de 22 de setembro a 9 de novembro.

Anualmente, são realizadas cerca de 19 edições nacionais da Casa Cor (Alagoas, Bahia, Brasília, Campinas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Interior de SP, Litoral de SP, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina) e quatro internacionais (Peru, Chile, Equador e Bolívia).

Para o gerente de Patrocínios do BRB, João Eduardo Silveira, “a Casa Cor é o maior evento de arquitetura de Brasília, o que se traduz em uma ótima oportunidade para o banco realizar ações de relacionamento e divulgar sua marca junto a um público estratégico”. Segundo ele, “a instituição organizadora da Casa Cor Brasília é uma importante parceira negocial do Banco”.

Serviço

Casa Cor Brasília

Período: 22 de setembro a 9 de novembro.

Horário de funcionamento:

De terça a sexta – das 15h às 22h

Sábados, Domingos e feriados – das 12h às 22h

Endereço: Comercial da QI 9 do Lago Sul, lote D, antigo Inacor (Instituto Nacional do Coração)

Pró-Vítima nas Escolas estreia com ação no Recanto das Emas

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Iniciativa visa capacitar professores e estudantes contra os traumas decorrentes de situações de violência. Peça teatral é a estratégia utilizada para transmitir o recado ao público infantil

Professores e alunos de toda a rede de ensino do Distrito Federal contam agora com um novo e importante aliado na luta contra a violência. No próximo sábado (17/9), às 9h, no Centro de Ensino Fundamental 801, no Recanto das Emas, ocorre o lançamento da ação social do projeto Pró-Vítima nas Escolas. A iniciativa tem por objetivo orientar a comunidade escolar em relação aos meios de prevenção e tratamento de sequelas provocadas por ocorrências violentas.
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Durante o evento, a equipe da Subsecretaria de Proteção às Vítimas de Violência (Pró-Vítima), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus/DF), oferecerá atendimentos jurídico, psicológico e de assistência social à população sobre casos de violência. Além disso, a trupe teatral Ser Criança apresentará um espetáculo concebido especialmente para transmitir o recado ao público infantil.
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“Este evento de lançamento, na verdade, fecha o primeiro ciclo de atividades do projeto Pró-Vítima nas Escolas. Nossa equipe técnica já capacitou professores de duas instituições (CEF Dra. Zilda Arns, no Itapoã, e CEF 801, no Recanto das Emas), no sentido de identificar no quadro estudantil possíveis vítimas de violência, permitindo o devido encaminhamento dos casos à Pró-Vítima para que seja iniciado o acompanhamento”, explica a subsecretária de Proteção às Vítimas de Violência, Camila Cabral. Na sequência das ações, estão programadas reuniões com o corpo técnico de mais duas escolas: EC 8, de Ceilândia, em 28/9, e CEF 304, de Samambaia, em 19/10.
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A apresentação da peça teatral do grupo Ser Criança, que tem seis anos de experiência na bagagem, promete ser um dos pontos altos da ação social. Serão quatro personagens em cena, com muita música e brincadeiras, durante cerca de 40 minutos. Segundo explica o diretor Rogério Almeida, o intuito da encenação é informar o público infantil, de forma leve, mas direta, sobre como se prevenir contra possíveis abusos e romper com o silêncio, caso já tenham ocorrido. “Nosso roteiro é orientado por assistentes sociais, psicopedagogos e conselheiros tutelares. Esse cuidado é tomado para que possamos abordar temas delicados, como pedofilia e bullying, diretamente com o público mais diretamente afetado: as crianças. É preciso tomar cuidado com a internet, saber diferenciar um carinho de um abuso cometido por um parente ou um vizinho, por exemplo. Depois das nossas apresentações, já aconteceu de serem registradas ocorrências de abusos”, conta Rogério Almeida.
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Além da assistência disponibilizada pela equipe da Pró-Vítima, o evento deste sábado no CEF 801 levará à comunidade oficinas de pedagogia (leitura, escultura de balões e pintura de rosto), de enfermagem (autoexame de câncer de mama) e de orientação nutricional, em parceria com professores e alunos do Centro Universitário Iesb. Será oferecido ainda corte de cabelo gratuito, avaliação ótica e inúmeros brinquedos para a diversão da criançada.
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Acolhimento ao público

Em todo o Distrito Federal, há cinco postos da Pró-Vítima para acolhimento ao público, localizados na sede da Secretaria de Justiça e Cidadania (antiga Estação Rodoferroviária); no Paranoá (Quadra 5, Parque de Obras); na Estação 114 Sul do Metrô; em Ceilândia (EQNN5/7, Área Especial); e no Guará (QELC Alpendre dos Jovens, Lúcio Costa). Até junho de 2016, foram registradas 600 audiências acerca de casos envolvendo vítimas de violência. Desse total, 98 pessoas aderiram à iniciativa e receberam atendimento da equipe multidisciplinar. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones 2104-1934 / 1953.

Cartão BRB presenteia clientes com ingressos para o Clube do Choro

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Semanalmente, a Cartão BRB entra em contato com seus clientes e os surpreende com dupla de ingressos para os espetáculos do Clube do Choro. A programação vai até o final do ano e traz a Capital Federal grandes nomes do cenário nacional e local, em tributo a Paulinho da Viola.

“Essa é uma ação de relacionamento que valoriza a programação cultural local e ainda oferece um benefício exclusivo aos nossos clientes”, destaca Iane Cunha, Gerente de Marketing da Cartão BRB.

Se você é cliente Cartão BRB e quer levar para casa um ingresso com acompanhante para o Clube do Choro, pode contar com a sorte e receber uma ligação da Central de Relacionamento ou enviar nome e telefone para o e-mail da Gerencia de Marketing: gemar.equipe@cartaobrb.com.br

 

Enquanto Isso… Operação Drácon continua sob segredo de justiça

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# O levantamento do sigilo da Operação Drácon não afeta o andamento das investigações em curso para apurar um suposto esquema de pagamento de propina.

 

# Desde terça (13), os deputados afastados da Mesa Diretora da Câmara Legislativa puderam ter acesso ao inquérito e depoimentos da operação, que investiga se distritais acabaram sendo beneficiados com pagamentos irregulares.

 

# A decisão partiu do relator do caso, o desembargador José Divino, do Tribunal de Justiça do DF.

 

# Apesar do levantamento do sigilo, o processo continua em segredo de Justiça.

 

# Ou seja, apenas as partes envolvidas têm acesso ao conteúdo.

# Segundo o MP, que ainda não acusou formalmente nenhum suspeito, as denúncias serão apresentadas somente após análise do material apreendido.

 

# Isso inclui os computadores, HDs e documentos colhidos na Câmara Legislativa.

 

# Defensor de Celina Leão (PPS) e Cristiano Araújo (PDT), o advogado Eduardo Toledo afirmou que a medida é bem-vinda.

 

# “Ela dá a possibilidade de a defesa de fato começar a se defender. Não tem como se defender de algo que não sabemos”.

 

# A partir de agora, a defesa tem até segunda-feira (19) para recorrer contra a decisão que afastou Celina Leão da Presidência da Câmara.

 

# “Detectamos algumas ilegalidades no processo. Estamos fazendo uma análise [dos procedimentos] dos órgãos de investigação e da própria Justiça. A Constituição diz que se deve respeitar o devido processo legal.”

 

# Uma das medidas questionadas pelo advogado foi o fato de a decisão que afastou a Mesa Diretora ter sido tomada por um desembargador plantonista.

 

# “Não havia essa necessidade, essa urgência, sobretudo quando o principal elemento que pautou a ação foi o depoimento de Liliane Roriz, que aconteceu em 29 de julho, quase um mês antes de ser submetido ao plantonista.”

 

Responsável pela Subsecretaria de Logística e alvo da CPI da Saúde, Marcelo Nóbrega sai da Secretaria

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Circula nas redes informação de que o  subsecretaria de Logística em Saúde, Marcelo Nóbrega, esteja de saída da Secretaria de Saúde, um dos investigados na CPI da Saúde. Em grupos de whatsapp, ele deixou uma mensagem de despedida. O governo confirmou a saída.

“Agradeço o empenho de cada um pessoalmente em relação a Sulis, gostaria de informar que estou indo para novos horizontes e dessa vez fora da Ses! Foi um grande prazer poder iniciar mudanças, fazer parte das mudanças e sugerir futuras mudanças na gestão. E provar que é possível, pois para um pequeno grupo de opositores ações enfrentadas e transpostas por esse grupo estavam na linha do impossível.”

Prévia do Projeto da Lei Orçamentária Anual de 2017 é apresentada a Rollemberg

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A prévia do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017 foi apresentada ao governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, nesta quarta-feira (14). O levantamento inclui a estimativa das despesas e das receitas de cada projeto a ser desenvolvido pela administração pública no exercício financeiro seguinte.

Para o ano que vem estão previstos, por exemplo, investimentos de R$ 488 milhões do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), R$ 187 milhões para obras de habitação e R$ 94 milhões para ampliação de rodovias.

De acordo com o subsecretário de Orçamento Público, Marco Aurélio Teixeira, da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, a avaliação prevista para 2017 pode ser considerada prudente em relação à deste ano, já que a de 2016 não anteviu a proporção da crise econômica que se apresentou.

O projeto deverá ser finalizado e encaminhado à Câmara Legislativa do Distrito Federal para aprovação. O texto precisa passar pelo crivo dos deputados distritais em dois turnos até a última sessão do ano, normalmente em 15 de dezembro. Também compareceram à apresentação a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, e o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio.