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Datafolha: Alexandre Kalil tem 52% e João Leite, 48% na disputa por Belo Horizonte

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O instituto Datafolha divulgou neste sábado (29) a terceira e última pesquisa eleitoral de intenção de voto para prefeito de Belo Horizonte neste segundo turno. Segundo o Portal G1 MG, na véspera da eleição, a vantagem do candidato Alexande Kalil (PHS) sobre João Leite (PSDB) permanece de quatro pontos nos votos válidos e de três pontos nos votos totais.

O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Datafolha, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais (estimulada):
– Alexandre Kalil (PHS) – 37% (pela margem de erro, entre 35% e 39%)
– João Leite (PSDB) – 34% (entre 32% e 36%)
– Branco/nulo/nenhum: 19%
– Não sabe/não respondeu: 10%

Nas pesquisas anteriores:
– Kalil teve 29%, 34%; agora está com 37%
– João Leite teve 36%, 31%; agora está com 34%

Votos válidos:
– Alexandre Kalil (PHS): 52% (pela margem de erro, entre 50% e 54%)
– João Leite (PSDB): 48% (entre 46% e 50%)

Nos levantamentos anteriores:
– Kalil teve 45%, 52%; agora tem 52%
– João Leite teve 55%, 48%; agora tem 48%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

O Datafolha ouviu 1.973 eleitores de Belo Horizonte, com 16 anos ou mais, nos dias 28 e 29 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo MG-03801/2016.

Decisão do voto
O instituto perguntou aos eleitores em que momento eles decidiram o voto. Veja os números da pesquisa:
Logo que terminou o 1º turno: 80%
Há 15 dias aproximadamente: 9%
Nesta última semana: 11%

Chance de mudar o voto
O Datafolha também perguntou aos eleitores o quanto eles estão decididos sobre o voto. Veja os números:

Está totalmente decidido a votar em ___: 88%
Seu voto ainda pode mudar: 11%
Não sabe: 0%

Datafolha: Geraldo Julio tem 60% e João Paulo, 40% na disputa em Recife

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O Instituto Datafolha divulgou neste sábado (29) a terceira e última pesquisa de intenção de voto para prefeito do Recife neste segundo turno, segundo informações do G1 PE. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Datafolha, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais (estimulada):
– Geraldo Julio (PSB):  51% (pela margem de erro, entre 49% e 53%)
– João Paulo (PT): 35% (entre 33% e 37%)
– Em branco/nulo/nenhum: 9%
– Não sabe: 5%

Nas pesquisas anteriores:
– Geraldo teve 47%, 50%; agora está com 51%
– João Paulo teve 34%, 34%; agora está com 35%

Votos válidos:
– Geraldo Julio (PSB): 60% (pela margem de erro, entre 58% e 62%)
– João Paulo (PT): 40% (entre 38% e 42%)

Nos levantamentos anteriores:
– Geraldo teve 58%, 59%; agora tem 60%
– João Paulo teve 42%, 41%; agora tem 40%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

O Datafolha ouviu 1.748 eleitores do Recife, com 16 anos ou mais, nos dias 28 e 29 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) sob o protocolo PE-04578/2016.

Ibope: Marquinhos tem 55% e Rose, 45% na disputa em Campo Grande

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O G1 MS divulgou nesta sexta-feira (28) a segunda pesquisa eleitoral Ibope de intenção de voto para a prefeitura de Campo Grande no segundo turno.

O levantamento do instituto foi encomendado pela TV Morena.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais:
– Marquinhos Trad (PSD): 44% (pela margem de erro, entre 40% e 48%)
– Rose Modesto (PSDB): 35% (entre 31% e 39%)
– Branco/nulo/nenhum: 17%
– Não sabe/não respondeu: 4%

No levantamento anterior, Marquinhos Trad tinha 50%, Rose Modesto, 29%, brancos e nulos eram 16% e não sabiam, 5%.

Votos válidos:
– Marquinhos Trad: 55% (pela margem de erro, entre 51% e 59%)
– Rose Modesto: 45% (entre 41% e 49%)

Na pesquisa anterior, Marquinhos Trad tinha 63% e Rose Modesto 37%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

O Ibope ouviu 602 eleitores entre os dias 25 a 27 de outubro em Campo Grande. A pesquisa eleitoral foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) sob o protocolo MS-03635/2016.

 

Ibope: Clécio tem 61% e Gilvam, 39% na disputa pela Prefeitura de Macapá

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O G1 AP divulgou nesta sexta-feira (28) a segunda pesquisa eleitoral Ibope de intenção de voto para a Prefeitura de Macapá no segundo turno. O levantamento do instituto foi encomendado pela Rede Amazônica.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Votos totais:
– Clécio Luis (REDE): 56% (pela margem de erro, entre 52 % e 60%)
– Gilvam Borges (PMDB): 37% (pela margem de erro, entre 33% e 41%)
– Branco/nulo/nenhum: 5%
– Não sabe/não respondeu: 2%

No levantamento anterior, Clécio Luis tinha com 52% e Gilva Borges, 38%. Votariam em branco ou anulariam, 6% e não saberam/não responderam, 4%.

Votos válidos:
– Clécio Luis (REDE) – 61% (pela margem de erro, entre 57% e 65%)
– Gilvam Borges (PMDB) – 39% (entre 35% e 43%)

Na pesquisa anterior, Clécio tinha 57% e Gilvam, 43%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.

O Ibope ouviu 602 eleitores entre os dias 26 a 28 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) sob o protocolo AP-07846/2016.

 


Bancada do DF destina mais de R$ 800 mi em emendas para 2017

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A Bancada do Distrito Federal no Congresso Nacional definiu a destinação das emendas coletivas para o Orçamento de 2017. Os oito deputados federais e os três senadores destinaram mais de R$ 800 milhões em recursos para a capital federal. Do total, mais de R$ 200 milhões vão para a Segurança Pública.

O coordenador da Bancada, deputado federal Izalci (PSDB-DF), lembra que desde 2009 os pedidos de recursos feitos pela Bancada não foram repassados pelo governo. “O GDF não conseguiu concluir os projetos e, por isso, o dinheiro não veio, mas vamos trabalhar para que os recursos sejam liberados para o próximo ano”, afirmou Izalci.

Além da Segurança, outras grandes áreas também serão contempladas com os recursos das emendas. Na parte de Mobilidade Urbana, a proposta da Bancada é um recurso de R$ 118 milhões para a construção do viaduto, na DF-001, que dá acesso ao Recanto das Emas e uma obra de duplicação do Trecho Rodoviário que liga o Paranoá ao Itapoã, na DF-250.

Na Educação a previsão das emendas, que somam mais de R$ 150 milhões, é para a construção de 10 Escolas Classes nas cidades: Brazlândia, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, Itapoã, Ceilândia e Taguatinga. Além, também, de melhorias nas instalações do Campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB).

Para a Saúde, mais de R$ 180 milhões foram destinados para a reforma e modernização das caldeiras de 15 hospitais regionais, entre eles o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e o Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB).


Justiça determina desocupação de escolas; prazo do MEC termina 2ª feira

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Na segunda-feira (31), termina o prazo dado pelo Ministério da Educação (MEC) para que os estudantes deixem as escolas, universidades e institutos federais ocupados em protesto contra medidas propostas pelo governo federal. Caso isso não ocorra, o MEC informou que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os dias 5 e 6 de novembro, será cancelado nesses estabelecimentos.

Os estudantes que fazem as ocupações são contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que limita os gastos do governo federal pelos próximos 20 anos, e a reforma do ensino médio instituída pela Medida Provisória (MP) 746/2016, enviada ao Congresso. O governo argumenta que a PEC, aprovada em dois turnos na Câmara, é fundamental para o ajuste fiscal das contas do país. Em relação à reforma do ensino, o Ministério da Educação diz que o tema já vinha sendo debatido com especialistas e o setor, inclusive com a tramitação de projetos no Legislativo, porém, em decorrência da urgência do tema, foi necessária a edição de uma medida provisória.

Movimentos contrários às ocupações têm pressionado os manifestantes a deixarem as unidades de ensino. Além disso, a Justiça tem concedido ações de reintegração de posse em diversas cidades.

Desocupações

De acordo com o último balanço da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), 1.177 locais estão ocupados em todo o país. Não há um balanço nacional oficial. Há divergências entre os números apresentados pela Ubes e pela secretarias de Educação. Um exemplo é o Paraná, estado que concentra mais ocupações. Segundo a UBES, há 843 estabelecimentos ocupados. Para a Secretaria de Educação, são 491, número inferior ao divulgado ontem (27), 590.

Segundo a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), somente em Curitiba, foram expedidos desde ontem 25 liminares para reintegração de posse. No estado, o Movimento Brasil Livre, contrário às ocupações, tem feito ações para pedir que os estudantes deixem as instituições de ensino.

Em vídeo publicado hoje (28) no Facebook, dois integrantes do movimento informam ter feito manifestações em três escolas estaduais: Colégio Estadual Lysímaco Ferreira da Costa, Colégio Estadual do Paraná e Colégio Estadual Leôncio Correia. “Nessas três escolas, a gente organizou manifestações junto com os pais, junto com vários estudantes, e as pessoas estavam furiosas com as invasões”, dizem. “Fomos defender os direitos dos estudantes, estamos aqui depois daquela batalha, daquele campo de guerra”, acrescentam.

Em nota divulgada nesta sexta-feira (28), a secretária de Educação do Paraná, Ana Seres, pede que os estudantes liberem pacificamente as escolas e permitam a realização das provas do Enem. De acordo com Ana, se as unidades permanecerem ocupadas, 72 mil estudantes serão prejudicados. “Peço que todos – pais, estudantes e comunidade – pensem com critério neste momento e vejam que os alunos estão sendo os grandes prejudicados.” Com as ocupações, 460 mil alunos estão sem aulas no estado.

De acordo com a coordenação do movimento Ocupa Paraná, a orientação é que os estudantes deixem os colégios caso recebam mandado de reintegração de posse. O movimento recomenda que eles deixem as escolas para que não seja preciso o uso da força policial. Segundo a coordenação, o movimento se considera vitorioso por ter promovido a articulação entre os estudantes.

O Ocupa Paraná destaca ainda a importância do discurso feito pela estudante Ana Júlia Ribeiro, de 16 anos, quarta-feira (26) na Assembleia Legislativa do Paraná. “É um insulto a nós que estamos lá, nos dedicando, procurando motivação todos os dias, sermos chamados de doutrinados”, disse Ana Júlia aos parlamentares.”Nós sabemos pelo que estamos lutando: a nossa bandeira é a educação, nossa única bandeira é a educação”, acrescentou a jovem.

A morte de um estudante de 16 anos dentro de uma escola ocupada em Curitiba também marcou o movimento. Ele teria sido morto por colega, também menor, após desentendimento. Ambos teriam consumido uma droga sintética.

Nesta semana, foram registradas reintegrações em outros estados. No Tocantins, a retirada dos estudantes foi tumultuada e alguns teriam saído algemados. Em São Paulo, a Polícia Militar desocupou, no último dia 25, a Escola Estadual Silvio Xavier, no Piqueri, na zona norte da capital paulista, em uma ação de reintegração. Após a desocupação, 13 estudantes que participavam da ocupação da escola foram detidos e levados para delegacia.

MEC

O MEC mantém o prazo do dia 31 para que o Enem não seja cancelado nas escolas ocupadas. “O prazo dado é para que ainda haja tempo hábil para realização das provas nos locais. Caso as ocupações sejam mantidas, prejudicando os alunos que fariam prova nesses locais, o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Aníseio Teixeira] terá de fazer a prova em outra data para aqueles estudantes que não conseguiram. Não há data definida porque o MEC ainda aguarda que o bom senso prevaleça”, diz por meio da assessoria de imprensa. Segundo o último balanço da pasta, 182 locais de prova estavam ocupados.

Em nota referente às ocupações dos institutos federais, a pasta diz que relatos dão conta da presença de pessoas, nessas ocupações, que não pertencem à comunidade das instituições. “Cabe aos reitores, diretores e servidores públicos zelar pelo patrimônio das entidades que dirigem e pela integridade física dos estudantes. Ao MEC, cabe acompanhar para que não haja prejuízos à educação, ao patrimônio público e ao erário.”


Exposição “70 Anos de Cores” homenageia artista Ana Luiza Borges, em Brasília

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Mostra acontece entre os dias 2 e 6 de novembro, com entrada gratuita, e receberá 30 telas da artista

Artista plástica Ana Luiza Borges
Artista plástica Ana Luiza Borges

Brasília recebe, entre os dias 2 e 6 de novembro, a exposição “70 Anos de Cores”, em homenagem à artista plástica Ana Luiza Borges, que comemora 70 anos no mesmo mês. A mostra estará em exibição no Aerobar do Clube da Aeronáutica (SCEN trecho 1, Asa Norte), diariamente das 10h às 19h, com entrada gratuita.

A exposição individual reúne 30 quadros em acrílico sobre tela pintados pela artista que atualmente mora no Rio de Janeiro. A escolha de Brasília para receber a exposição-homenagem não foi acaso. Ana Luiza Borges é gaúcha, mas tem um forte laço afetivo com a cidade, onde residiu por mais de 20 anos.

“É uma honra voltar a Brasília para esta exposição e comemorar esta data em uma cidade tão querida”, diz Ana Luiza Borges. “70 Anos de Cores” faz também uma referência à arte de Ana Luiza Borges, reconhecida pelo uso de muitas cores em seus quadros. “Já nasci colorida”, brinca a artista.

Nas mais de 15 exposições realizadas pela artista plástica, diversos prêmios e homenagens foram concedidos pelos seus quadros. Dentre eles estão o Prêmio do Salão de Artes Plásticas da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército; Prêmio do Salão de Artes da Associação de Imprensa do Estado do Rio de Janeiro; Medalha de Honra ao Mérito na Exposição de Arte e Literatura realizada no Monumento aos Mortos na Segunda Guerra Mundial; Prêmio dos Diplomados da Escola Superior de Guerra e Prêmio Salão de Artes da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra; Menção Honrosa no 10º Salão de Artes Plásticas de Meio Ambiente, realizada no Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana; além do Prêmio Paleta de Prata, concedida pela Academia Brasileira de Letras e Artes de Paranapuã.

Algumas das telas premiadas também estarão presente na exposição. Dentre elas, os quadros Provence (maio, 2014), Hortênsias (novembro, 2015), Mar de Angra (junho, 2014), Marina Azul (maio, 2014) e Tarde no Porto (junho, 2015). Todas as obras são únicas e exclusivas e estarão disponíveis para venda durante a mostra.

Antes de se dedicar exclusivamente à arte, Ana Luiza Borges seguiu uma brilhante carreira como química. Em suas atividades nesta profissão, as cores a fascinavam nas experiências e pesquisas de laboratório, tendo deixado boas memórias. Por ocasião de sua aposentadoria, em 2012, iniciou-se uma nova fase em sua vida, com dedicação total à pintura e uma nova vivência com as cores.

As cores deixaram os frascos e tubos de ensaio e foram substituídos por paleta e telas, oferecendo-lhe momentos de grande prazer e resultados que a surpreendem.

A artista tem participado de Exposições no Iate Clube do Rio de Janeiro, na Associação de Diplomados da Escola Superior de Guerra e na Associação Nacional dos Veteranos da FEB, entre outras tendo sido agraciada com premiações importantes.

Gaúcha de nascimento, tem no sangue a “veia de artista”, como se diz no Sul, pois teve avó, mãe e tio pintores. Foi criada em São Paulo, onde estudou e iniciou sua vida profissional e morou em Brasília entre os anos 1976 e 2000. Atualmente mora no Rio de Janeiro, mas frequentemente vai à sua fazenda no estado de Goiás, onde desenvolve um projeto de reflorestamento de eucaliptos.

Agentes penitenciários rejeitam proposta do GDF e mantêm greve

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Agentes penitenciários fazem assembleia em frente à Papuda na manhã desta sexta-feira (28) (Foto: Alexandre Bastos/G1)

Por Alexandre Bastos, do G1DF – Agentes penitenciários decidiram nesta sexta-feira (28) manter a greve iniciada no dia 10 de outubro, depois de votarem uma proposta feita pelo governo do Distrito Federal nesta quinta. O chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, negou a possibilidade de conceder a terceira parcela do reajuste salarial – que deveria ser paga no ano passado e voltou a ser suspensa neste ano, sob alegação de déficit financeiro –, mas se comprometeu a analisar a possibilidade de conceder auxílio-insalubridade a agentes penitenciários e a estender o porte de arma deles para fora do DF.

Segundo o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindpen), Leandro Allan Vieira, a categoria reivindica, além de aumento de 17,5%, a contratação de 1,7 mil novos servidores. Atualmente, os salários iniciais dos agentes são de R$ 5,3 mil. A paralisação foi considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça. A multa por descumprimento à volta ao trabalho é de R$ 200 mil por dia.

Na terça-feira (25), a transferência de presos da carceragem do Departamento de Polícia Especializada – que abriga detentos temporariamente – para o Complexo Penitenciário da Papuda foi barrada durante um protesto dos grevistas. O GDF já havia anunciado sindicância para apurar se eles estavam “boicotando” os serviços.

Além disso, nesta semana, as visitas à Papuda e à Penitenciária Feminina (Colmeia) voltaram a ser suspensas por causa da paralisação. A Defensoria Pública entrou com uma ação na Justiça para que os detentos voltem a receber visitas semanais, a fim de diminuir a tensão nos presídios. Atualmente, o Complexo Penitenciário da Papuda abriga 15.307 presos, mais que o dobro da capacidade de 7.300 vagas.

“Eu entendo perfeitamente a preocupação da Defensoria Pública. Não só a falta de visitas (aumenta o risco de rebeliões), mas a superlotação que tem hoje e a falta de efetivo são fatores que proporcionam o acontecimento de rebeliões. Mesmo sem a greve, existiria um cenário natural de superlotação e falta de efetivo que geram problemas dentro do sistema penitenciários”, disse Allan.

O sindicalista afirma ainda que não houve avanço nas negociações com o GDF para que as atividades dos agentes penitenciários voltem à normalidade, mas que a categoria acredita na “sensibilidade do governo para apresentar uma pauta concreta”. Ele disse também que o risco de vida dos agentes penitenciários é potencializado com a atual situação do sistema prisional do DF.

“O risco de vida do agente penitenciário é inerente à profissão. Agora, esse risco aumenta quando há uma superlotação nas unidades prisionais e um quadro reduzido de servidores”, afirmou.

Filippelli divulga nota nas redes sociais e anuncia que decisão do TRE não é definitiva

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O presidente do PMDB-DF e ex-vice-governador Tadeu Filippelli se posicionou através nas redes sociais acerca da decisão desta semana do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). Filippelli lembrou que a decisão não é definitiva e anunciou que irá recorrer a instância superior. Também afirmou que o processo é motivo por interesses políticos do atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB), autor da ação judicial. Par Filippelli, Rollemberg que lhe tirar possíveis adversários da disputa em 2018. Veja a íntegra da nota:

Caros amigos.
Escrevo, primeiro, para agradecer as manifestações de solidariedade. Depois, para dizer que estou indignado, mas tranquilo diante das notícias veiculadas, desde ontem, sobre a decisão da Justiça, no sentido de tornar-me inelegível por oito anos.

A decisão não é definitiva e cabe recurso. Por óbvio, recorrerei.

Chamo a atenção para alguns aspectos, importantes. O material que deu origem a está ação foi publicado em uma página de difícil acesso, onde ninguém que quisesse de fato tirar proveito político ou midiático, como sugere a ação, publicaria.

Além disso, é muito sintomático que o autor dessa ação seja o atual governador, Rodrigo Rollemberg. Denota algo de desespero de alguém que não consegue conduzir o DF por um bom caminho, mas não quer perder a oportunidade de criar obstáculos para potenciais adversários em 2018.

Tais aspectos justificam a minha indignação, mas, mais do que isso, me estimulam ainda mais a ir buscar uma avaliação mais criteriosa da Justiça, em uma instância superior. É o que farei.

Conto com a companhia e com a solidariedade de todos vocês. O caminho é cheio de obstáculos, mas a caminhada vale a pena.

Um abraço,
Filippelli.

Acordo entre GDF e sindicato pode pôr fim à greve dos agentes penitenciários

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Governo se comprometeu a atender a alguns pleitos da categoria. O primeiro item trata da possibilidade de reconhecer a atividade penitenciária como insalubre

Um acordo entre o governo de Brasília e o Sindicato dos Agentes de Atividades Penitenciárias do Distrito Federal pode levar ao fim da greve da categoria, que já dura 18 dias.

Nesta quinta-feira (27), o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, e lideranças sindicais assinaram documento estabelecendo a volta da categoria ao trabalho mediante o compromisso do Executivo de atender a algumas reivindicações.

O termo só terá validade caso passe pelo crivo da categoria em assembleia a ser realizada nesta sexta-feira (28).

O primeiro item acordado trata da possibilidade de se reconhecer a atividade penitenciária como insalubre. O governo se prontificou a encaminhar médicos do trabalho para avaliar as condições dos servidores do sistema prisional. Um laudo com as impressões dos profissionais será emitido até 10 de novembro.

Outro pleito atendido pelo Executivo trata da nomeação de dois representantes da carreira de agentes de atividades penitenciárias para compor a Comissão de Processo Disciplinar. Atualmente, o órgão que julga esses servidores é composto somente por policiais civis.

A possibilidade de estender a autorização para portar arma de fogo fora do DF pode ser contemplada com publicação de um decreto que cria a carteira funcional da carreira. “Muitos agentes moram no Entorno e são obrigados a deixar suas armas no local de trabalho, pois não podem portá-las no estado de Goiás. Isso gera uma preocupação para eles”, disse Sérgio Sampaio.

Todos os compromissos assumidos pelo governo estão condicionados ao retorno imediato ao trabalho e o restabelecimento das atividades desenvolvidas pelos servidores. A greve, que interrompeu as visitas no sistema prisional, foi considerada ilegal em 14 de outubro por decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).