Início Site Página 2830

CCJ da Câmara Legislativa registra alta produtividade em 2016

0

Sob o comando da deputada distrital Sandra Faraj, comissão produziu bastante e se destacou entre outros colegiados da Câmara Legislativa

 A união em busca de um trabalho célere, mas com qualidade e responsabilidade. Assim a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa, deputada Sandra Faraj define o sucesso dos trabalhos do colegiado. No ano passado, em pouco mais de 30 reuniões ordinárias, a comissão analisou cerca de 295 propostas legislativas.

“Atribuo os resultados aos meus colegas de comissão. Deliberaram em tempo os relatórios e mantiveram o quórum. Isto ajudou a mantermos a pauta limpa. Miramos na produtividade com qualidade, sempre atentos às técnicas regimentais, à legalidade e o aperfeiçoamento dos textos”, explica Sandra Faraj.

A CCJ analisa a admissibilidade das proposições quanto à constitucionalidade, juridicialidade, legalidade, técnica legislativa e redação. Entre os textos legislativos estão os projetos de lei e de decretos legislativos, requerimentos, resoluções, indicações e propostas de modificações na Lei Orgânica do DF.

Também é atribuição da comissão responder consultas formuladas pelo Presidente da Câmara Legislativa, Mesa Diretora ou outra comissão e, quando necessário, emitir parecer. Em 2016, além das atividades deliberadas nas sessões ordinárias e extraordinárias, a comissão produziu ainda a redação final de 181 proposições, 11 notas técnicas e 133 relatórios de vetos.

 

Números da CCJ em 2016:

295 propostas legislativas analisadas

181 redações finais de proposições

11 notas técnicas

133 relatórios de vetos

28 reuniões ordinárias

3 reuniões extraordinárias

1 audiência pública

Brasil tem mais saída do que entrada de dólares em 2016, anuncia o Banco Central

0

Mais dólares saíram do que entraram no país em 2016. De acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (4), o fluxo cambial ficou negativo em US$ 4,252 bilhões, no ano passado. Em 2015, esse resultado ficou positivo em US$ 9,414 bilhões.

O resultado negativo veio da conta financeira (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações), com déficit de US$ 51,562 bilhões. O segmento comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) contribuiu para reduzir o saldo negativo do fluxo cambial, ao registrar resultado positivo de US$ 47,309 bilhões.

Em dezembro, o fluxo cambial ficou negativo em US$ 1,087 bilhão, devido ao déficit de US$ 9,005 bilhões do segmento financeiro e ao saldo positivo do fluxo comercial de US$ 7,918 bilhões.

Governador diz que tarifa de R$ 5 pode ser reduzida se Câmara adotar medidas

0

Afirmando não ter orçamento suficiente para subsidiar o transporte público do DF, o governo mantém o reajuste das passagens de ônibus e de metrô, mas propõe queda no aumento da tarifa de R$ 5, se houver alternativas da Câmara Legislativa para cobrir os gastos. A proposta foi reforçada pelo governador Rodrigo Rollemberg em segunda reunião com distritais, na tarde desta terça-feira (3), na Residência Oficial de Águas Claras.

Assim, segundo o governador, o metrô e as linhas de ônibus de longa distância ou de integração poderiam cair para R$ 4,50 caso os deputados revisassem as regras da gratuidade para alunos de escolas particulares, ou colaborassem com R$ 50 milhões do orçamento da Casa.

Para manter o reajuste, Rollemberg justificou falta de verba para bancar o sistema de transporte público. Neste ano, há apenas R$ 173 milhões para essa finalidade, sendo que, em 2016, o governo desembolsou cerca de R$ 600 milhões. “Temos necessidade de reduzir esse déficit imediatamente. Sem o reajuste, o sistema só funcionaria até o final do mês de março. Para garantir a continuidade dos serviços públicos, tivemos que fazer”, ponderou.

Isso ocorre porque parte da tarifa cobrada é paga pelos cofres públicos ao invés de ser totalmente repassada aos usuários. Também é o Executivo local que arca com as passagens para os grupos que têm o direito à gratuidade: estudantes, idosos e pessoas com deficiência. Com o reajuste, as tarifas de linhas circulares internas subiram de R$ 2,25 para R$ 2,50; as de ligação curta, de R$ 3 para R$ 3,50; e as de longa distância, integração e metrô, de R$ 4 para R$ 5.

O governador destacou ainda que segue disposto a ampliar o debate com os distritais: “Considero positiva a disposição da Câmara Legislativa de contribuir, no sentido de compreender com profundidade o sistema, para buscar soluções estruturais que possam tornar o transporte coletivo sustentável”.

Sem acordo, já que os deputados pedem a suspensão do reajuste por 15 dias para estudar o tema, o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), anunciou, ao fim do encontro, que convocará sessão extraordinária para a próxima semana. “Muitos deputados querem participar dessa questão. Vamos discutir para que a gente possa, aprofundando nesse assunto, achar soluções definitivas para esse sistema de transporte, que realmente é insustentável”, avaliou.

Também participaram da reunião, o vice-presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz (PMDB), e o deputado Raimundo Ribeiro (PPS).

Robério Negreiros suspende contratos realizados por seu antecessor na 2ª Secretaria

0

Por Veruchka Fabre, d’O Monumental – Todos os processos realizados pela gestão do deputado Julio Cesar (PRB) à frente da 2ª Secretaria da Mesa Diretora da Câmara Legislativa serão suspensos e analisados. A decisão foi tomada pelo atual segundo secretário, deputado Robério Negreiros (PSDB). O tucano pretende passar um pente fino nos certames iniciados pelo colega para saber se todos estão de acordo com os “preceitos constitucionais de transparência, economicidade e relevante interesse público”.

Negreiros quer ter a certeza de que os contratos firmados em sua gestão não passem por questionamentos futuros de órgãos fiscalizadores. De acordo com ele, a medida é necessária para garantir o bom uso dos recursos públicos. “Só após essa análise haverá a continuação dos certames de aquisição de material”, justificou.

A reportagem de O Monumental apurou que durante sua gestão, Julio Cesar tentou realizar a compra de 2.150 cadeiras no valor de R$ 3,3 milhões. A licitação número 1.863/2015 foi cancelada logo após decisão da Justiça que afastou o parlamentar de suas atribuições na Mesa Diretora. Esse afastamento teve fundamentação nas investigações da Operação Drácon, que apura supostas irregularidades em emendas parlamentares destinadas à saúde.

A licitação iniciada por Julio Cesar previa um valor médio por cadeiras de R$ 1.534,88. Em nota, a Secretaria-Geral da CLDF justificou que o cancelamento da compra era necessário pelo atual momento econômico vivido pelo Distrito Federal. “Não seria viável gastar R$ 3 milhões apenas com cadeiras”, diz a nota.

Com a suspensão dos processos, a única certeza é que servidores da Câmara Legislativa terão de esperar um bom tempo para terem cadeiras novas em suas estações de trabalho. Enquanto isso, como alguns já relatam, o revezamento de cadeiras continuará a ser feito nos gabinetes e outros espaços da Casa.

Até a publicação da matéria, deputado Julio Cesar não se pronunciou sobre a decisão tomada pelo atual segundo secretário.

Câmara Legislativa se reúne no dia 12 de janeiro para deliberar sobre passagens

0

Após novo encontro da Mesa Diretora com o governador sem conseguir a sustação de decreto que reajustou as passagens de ônibus e metrô em até 25%, o presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado Joe Valle (PDT), anunciou no final da tarde desta terça-feira (3) a convocação extraordinária dos deputados distritais para 12 de janeiro (quinta-feira), às 15h, no Plenário.

Nesta sessão, os deputados debaterão o decreto que reajustou as passagens. Não há custos extras e nem pagamentos aos deputados por esta convocação. Os deputados, no entanto, insistem que querem acordo com o Executivo para reduzir o percentual do reajuste.

Depois da reunião na noite de ontem, no Palácio do Buriti, os deputados da Mesa Diretora novamente foram recebidos hoje por Rollemberg em Águas Claras. Levaram a ele uma proposta de suspensão temporária do aumento por 15 dias, mas o governador mais uma vez se negou a qualquer recuo na majoração das tarifas, que estão em vigência desde a última segunda-feira (2).

“Decidimos convocar a Câmara Legislativa para o dia 12, pois muitos deputados que estão fora de Brasília manifestaram que também querem participar desse processo”, explicou o presidente. Ele anunciou que um grupo de trabalho atuará no Legislativo para discutir tecnicamente o problema, ouvindo os mais variados segmentos interessados, como representantes de usuários do transporte coletivo e também do setor produtivo.

“Levamos ao governador a sugestão de que a Câmara Legislativa poderia abrir mão de cerca de 50 milhões do seu orçamento para ajudar a evitar o reajuste das passagens”, informou Valle. Ele garantiu ainda que os deputados distritais irão analisar também, na convocação extraordinária, a atual política da gratuidade nas tarifas e outras medidas “para acabar com o insustentável déficit anual de 600 milhões de reais bancado pelo governo”.

Artigo | Novos ares para a o setor Tecnologia da Informação e Comunicações do DF

0

Por Ricardo Caldas


A votação para a Presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), no último dia 15 de dezembro, reflete um novo momento da base política do Brasil – um movimento de mudanças que começou nas ruas, incentivado pela população, e foi bem aproveitado pelos parlamentares. 

A escolha de Joe Valle para ocupar o mais alto posto do Legislativo do DF foi inteligente e estratégica, sob o ponto de vista do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC). Apesar do bastidor tumultuado e das entrelinhas, alvo de discussões partidárias, a eleição do deputado laureia um novo cenário para a TIC local, visto que se trata de um importante interlocutor da indústria de TI à frente de uma instituição com tamanho poder decisivo nas políticas públicas locais, capaz de mudar a matriz econômica do DF.

O novo presidente da CLDF é um exímio defensor da TI como fonte de renda, emprego e transformação social a partir das oportunidades que gera. Com vasta experiência obtida ao longo de anos no serviço público e como empresário do setor de produção agrícola, Joe Valle teve um papel de destaque na luta pelo Parque Tecnológico de Brasília, local que irá abrir mais de 60 mil vagas de trabalho e incentivar a indústria limpa, sustentável.

Há muitos anos, o Sindicato das Indústrias da Informação (Sinfor/DF) pleiteia por representatividade na Câmara Legislativa. Após anos de espera e um trabalho forte de sensibilização dos parlamentaresconquistou-se um presidente que entende o setor e isso é importante para impulsionar a Tecnologia da Informação local. 

O Sinfor/DF reivindica melhorias no ambiente de negócios em 2017, para a TIC no DF. Para começar, a unificação do Imposto Sobre Serviços (ISS) em 2%, como forma de fixar e fortalecer as empresas de TIC. Esse padrão facilitará não só a polêmica da sua aplicabilidade, mas o crescimento da indústria e o investimento em inovação. 

Os empresários também estão ansiosos pelos editais do Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP), voltados às empresas de TIC, como vetor para a inovação e o desenvolvimento de produtos. A promessa era de lançamento para 2016, o que não ocorreu e aumentou a frustração de projetos relevantes. 

No âmbito do Parque Tecnológico Capital Digital, o que se espera são benefícios econômicos para as empresas de TIC com sede no DF, uma vez que o objetivo de parque com este formato é de desenvolvimento prioritário para o setor local. Essa estratégia está descrita claramente no projeto inicial do espaço, cujo escopo precisa ser respeitado para que não se perca o sentido de tamanho investimento. 

Com Joe Valle no comando da CLDF temos a esperança de tempos melhores, de mudança no rumo do trato político, de afirmação da Casa como parceira do povo de Brasília, e do reconhecimento do setor de TIC como fundamental para a geração de riqueza e renda para a população do Distrito Federal.

Ano Novo tem sempre o espírito de renovação, na crença que as mudanças são sempre necessárias para transformar o nosso país, a nossa cidade e as nossas vidas, para alcançarmos a felicidade e prosperidade que tanto almejamos. Feliz 2017! 


Ricardo Caldas é presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal – Sinfor/DF

Agefis determina interdição de obra em caso de descumprimento de ordem

0

Por meio da Instrução Normativa nº 107, a Agência de Fiscalização do Distrito Federal – Agefis estabeleceu o procedimento a ser adotado para interdição total ou parcial de obras em caso de descumprimento de embargo ou situação de risco iminente. A norma determina que a interdição deve ser seguida de lacre dos acessos físicos à área interditada. De acordo o novo procedimento, ao ser constatado o descumprimento da interdição, o rompimento do lacre, a violação ou a inutilização do aviso de interdição, o responsável pela fiscalização deve imediatamente providenciar novo lacre da obra ou edificação e reafixação do aviso de interdição.

O responsável pela fiscalização também deve fotografar e recolher provas das violações, com o objetivo de demonstrar a presença dos indícios de materialidade dos crimes e das infrações administrativas correspondentes; elaborar imediatamente o relatório de constatação circunstanciado, com indicação do número do novo lacre; aplicar imediatamente o auto de infração por descumprimento da interdição; e encaminhar o relatório à chefia imediata no prazo de 24 horas.

Já a autoridade policial competente deve ser comunicada do descumprimento da interdição, do rompimento do lacre ou da violação ou inutilização do aviso de interdição em até 72 horas de sua constatação. A norma prevê, ainda, que o termo de interdição deve conter advertência para os crimes e infrações administrativas decorrentes do descumprimento da determinação administrativa de impedimento de acesso à obra ou à edificação, bem assim do rompimento do lacre ou da violação ou inutilização do aviso de interdição afixado.

 Parâmetros de atuação da Agefis

A medida é importante para estabelecer os parâmetros de atuação de cada ente, uma vez que a Administração Pública é regida pelo princípio da legalidade, não podendo, assim, o agente público exorbitar os seus poderes na atividade diária.

O advogado e professor de Direito Jorge Ulisses Jacoby Fernandes explica que a Constituição Federal atribui aos municípios a competência para realizar atividades de regulação dos meios de proteção e de defesa da saúde pública. Cabe, assim, aos municípios, por exemplo, estabelecer normas de construção, de loteamento, de arruamento e de zoneamento urbano de modo a evitar eventuais acidentes causados pela má gestão das construções públicas ou privadas.

“Nesse sentido, é incumbência dos municípios a fiscalização de obras de construção civil e outras. Essa atuação se dá por meio dos agentes públicos, que exercem o poder de polícia durante a fiscalização. O art. 32, da Constituição, dispõe que ao Distrito Federal são atribuídas as competências legislativas reservadas aos estados e municípios. Dessa forma, o Distrito Federal também tem a competência de fiscalizar as obras existentes em seu território”, afirma Jacoby Fernandes.

Tribunal de Justiça do DF suspende lei que altera competência da Adasa

0

O Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, em decisão monocrática proferia no plantão judicial, deferiu liminar para suspender a vigência e aplicabilidade da Lei Distrital 5.764, de 22 de dezembro de 2016, até que a decisão seja submetida a apreciação dos demais membros do órgão.

A referida lei dispõe sobre a administração, a proteção e a conservação das águas subterrâneas de domínio do Distrito Federal.

O governador do DF ajuizou ação direta de inconstitucionalidade, na qual, em breve resumo, argumentou que a norma seria formalmente inconstitucional, pois a matéria versa sobre a organização e o funcionamento de entidades da administração pública do Distrito Federal, cuja competência para legislar é da iniciativa exclusiva do Governador.

O desembargador entendeu que estão presentes os requisitos legais para concessão da medida de urgência, e ressaltou que o artigo 10 da lei 9.868/99 permite que no período de recesso as medidas cautelares em ação direta de inconstitucionalidade sejam proferidas monocraticamente, devendo ser analisadas posteriormente pelo órgão colegiado.

Governador explica a distritais necessidade de aumento nas passagens

0

Grupo dialogou sobre o reajuste feito nas tarifas de ônibus e de metrô, na noite desta segunda-feira (2), no Palácio do Buriti. Medida segue em vigor, segundo Rollemberg, para garantir o serviço à população

Após reunião com deputados distritais para debater o aumento nas passagens de ônibus e metrô, o governador Rodrigo Rollemberg afirmou que não é possível revogar o reajuste sem que haja alternativas para custear o serviço.

O grupo se reuniu na noite desta segunda-feira (2), no Palácio do Buriti, e dialoga em busca de opções para financiar o sistema, pois o Executivo local subsidia o transporte público em Brasília.

Ao final do encontro, o governador deu seu posicionamento. “O desafio é assegurar a continuidade dos serviços públicos. O reajuste está mantido por uma absoluta necessidade de manter o sistema funcionando”, explicou.

As tarifas de linhas circulares internas subiram de R$ 2,25 para R$ 2,50; de ligação curta, de R$ 3 para R$ 3,50; e as de longa distância, integração e metrô, de R$ 4 para R$ 5.

“O desafio é assegurar a continuidade dos serviços públicos. O reajuste está mantido por uma absoluta necessidade de manter o sistema funcionando.
Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

Com o reajuste no transporte público, reduz-se o complemento tarifário que é bancado pelos cofres públicos (diferença entre o preço real da passagem e o repassado ao usuário). Assim, em 2017, a estimativa, com a medida, é deixar de arcar com R$ 180 milhões.

Atualmente, o governo local desembolsa cerca de R$ 600 milhões por ano com o subsidio, sendo aproximadamente R$ 400 milhões destinados aos custos com as gratuidades para estudantes, idosos e pessoas com deficiência.

Uma alternativa pontuada pelo governador para ajudar na sustentabilidade do sistema é que a Câmara Legislativa reveja o benefício concedido para alunos de escolas particulares. “Devemos garantir a gratuidade do estudante que realmente precisa. Ao dar gratuidade para quem não precisa, estamos penalizando outros usuários, como os trabalhadores”, reforçou.

Rollemberg também listou ações tomadas pelo governo para melhorar o transporte e reduzir custos: “Fizemos o recadastramento do Passe Livre e suspendemos 50 mil passes de pessoas que estavam utilizando sem ter o direito”, exemplificou. O governo trabalha, além disso, para implementar o bilhete único no DF e na instalação de GPS nos ônibus.

Além do presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), e do vice, Wellington Luiz (PMDB), participaram da reunião os deputados distritais Chico Leite (Rede), Julio César (PRB), Raimundo Ribeiro (PPS), Rodrigo Delmasso (PTN) e Wasny de Roure (PT); o secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, e a procuradora-geral do DF, Paola Aires Corrêa Lima.

Novas tarifas do transporte público entram em vigor em Belo Horizonte

0

A tarifa da maioria dos ônibus de Belo Horizonte subiu, nesta terça-feira (3), de R$3,70 para R$4,05. As linhas circulares também tiveram aumento, passando de R$2,65 para R$2,85. O reajuste de 9,4% havia sido anunciado na semana passada pela Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans).

A fórmula utilizada para definir os novos valores levou em conta variações dos preços do óleo diesel, da rodagem, dos veículos, da mão-de-obra operacional e das despesas administrativas. Segundo a BHTrans, essas variações são calculadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Durante a posse do novo prefeito , manifestantes presentes gritaram palavras de ordem pedindo a suspensão do aumento das passagens. Em entrevista coletiva, Alexandre Kalil afirmou que não iria reavaliar o reajuste, mas disse que técnicos da nova gestão vão analisar futuras alterações nos valores das tarifas, evitando distorções e abusos.

O Movimento Passe Livre e outras organizações sociais descontentes com o aumento estão convocando para hoje (3), às 16h30, uma manifestação. O ato irá se concentrar na Praça Sete, no centro da capital mineira, e sairá em marcha às 17h30. O trajeto não foi divulgado.

Desde domingo (1º), também vigoram novos valores para os ônibus que ligam as cidades da região metropolitana de Belo Horizonte. A Secretaria de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais autorizou um reajuste médio de 9,46%. O percentual foi calculado levando em conta variáveis como a alta de combustíveis, a folha de pagamento das empresas e a renovação e manutenção da frota. O aumento, porém, é superior a inflação. Em novembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulava 6,98% nos últimos doze meses.