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Emater-DF participa do Congresso Latino-Americano e Brasileiro de Agroecologia

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Com o tema “Agroecologia na Transformação dos Sistemas Agroalimentares na América Latina: Memórias, Saberes e Caminhos para o Bem Viver”, Brasília recebe de 12 a 15 de setembro o VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia, o X Congresso Brasileiro de Agroecologia e o V Seminário de Agroecologia do DF e Entorno,no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

O evento é promovido pela Sociedade Científica Latino Americana de Agroecologia (SOCLA) e Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-agroecologia) e organizados em Brasília por uma comissão formada por diversas instituições públicas como Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF).

Durante os quatro dias, os participantes terão a oportunidade de aprofundar e conhecer sobre os princípios da Agroecologia e sua aplicação prática por meio depalestras, feira agroecológica, rodas de conversa, estandes, apresentações de trabalho e relatos de experiências. Um dos focos da Emater-DF é a participação ativa dos agricultores. O DF tem hoje 300 produtores que atuam em base agroecológica e 1.130 em processo de transição para o modelo. Além disso, existem 210 agricultores com certificação no território.

O congresso terá a participação de aproximadamente 4000 participantes inscritos e público bastante diverso.

 

Emater-DF dentro do Congresso:

  • Feira Agroecológica e da Sociobiodiversidade: Mostra de produtos, saberes, costumes e fazeres dos biomas brasileiros, com destaque para o Cerrado. Serão ao todo 80 estandes, que contam com a participação de agricultores familiares e assentados da reforma agrária, atendidos pela Emater-DF.

Funcionamento: Dia 12/9 – das 12h às 22h • Dias 13/9 e 14/9 – das 10h às 22h • Dia 15/9 – das 10h às 13h.

Local aberto ao público.

 

  • V Seminário de Agroecologia do Distrito Federal e Entorno: Este será o momento de discutir sobre as articulações e estratégias de desenvolvimento da agroecologia do DF e Entorno. O seminário acontecerá no dia 13 de setembro, das 10h às 12h, e será coordenado pelo extensionista da Emater-DF, Roberto Carneiro.

 

  • Relatos de experiências populares: Essa é uma novidade na parte de apresentação de trabalhos. Na oportunidade, agricultores poderão contar suas histórias que envolvem a prática agroecológica. Foram escolhidos 100 relatos, sendo que nove são agricultores do DF que contam com o apoio da Emater-DF na transição agroecológica, como a elaboração de projetos, cursos de capacitação e assistência técnica.

 

  • Praça de Alimentação: A praça de alimentação é toda composta por agricultores do DF, que são atendidos pela Emater. Nas banquinhas serão vendidos lanches, como crepes, sanduíches naturais, sucos, entre outros.

 

  • Circuito Caminhos do Saber: São espaços de construção e troca de conhecimentos sobre a Agroecologia que dialogam diretamente com a sociedade. Das nove tendas do espaço, a Emater-DF irá contribuir, em parceria com outro órgãos e instituições, na tenda sobre Alimentação Saudável, buscando mostrar para a sociedade como a agroecologia pode contribuir para uma vida mais saudável.

Funcionamento: Dia 12/9 – das 13h às 20h • Dias 13/9 e 14/9 – das 10h às 20h • Dia 15/9 – das 10h às 14h.

Local aberto ao público.

Rollemberg recebe apoio do setor produtivo em projeto para unificar fundos da previdência

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Em reunião com o governador Rodrigo Rollemberg na tarde desta segunda-feira (11), onze entidades foram favoráveis à medida

Representantes do setor produtivo de Brasília declararam apoio ao projeto do governo local de reestruturação da previdência. As onze entidades que se reuniram com o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, na tarde desta segunda-feira (11), no Palácio do Buriti, foram unânimes.

Para o setor, as medidas — que a curto prazo permitirão o pagamento integral dos salários sem parcelamento, entre outras ações — é o início para a resolução do déficit previdenciário, além de ser um fator para impulsionar a economia do DF.

“[O projeto] faz a fusão dos dois fundos, pois não faz sentido nenhum estarem separados. Como é que a contribuição previdenciária de novos servidores não pode ser utilizada para o pagamento da aposentadoria dos antigos, se um dos princípios da previdência é o da solidariedade?”, reforçou Rollemberg após o encontro.

O texto proposto pelo Executivo no Projeto de Lei Complementar nº 122, de 2017, sugere a criação de uma previdência complementar para novos servidores públicos, além de reunir em um só fundo de pagamento de aposentadorias todos os funcionários do governo de Brasília.

O governador destacou ainda que outras unidades da Federação já adotam medida semelhante. Questionado sobre o substitutivo ao texto articulado na Câmara Legislativa, afirmou que está aberto ao diálogo, mas alertou que não é favorável a uma das mudanças já propostas, porque aumentaria o rombo ao invés de ajudar na resolução do problema.

Em nome das entidades que participaram do encontro, o presidente do Conselho da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF, Álvaro Silveira Júnior, avaliou que a reunião esclareceu dúvidas. “Pelos dados que temos, a aprovação é o início da solução. Não resolve em definitivo a questão da previdência, será preciso ações que complementem essa medida a longo prazo.”

Como funcionam os fundos de aposentadoria

O Distrito Federal conta com dois fundos previdenciários para arcar com aposentadorias. Um deles, o financeiro, fechou 2016 com um déficit de R$ 2,1 bilhões, e a previsão é encerrar 2017 com um saldo negativo de R$ 2,9 bilhões.

Nele, segundo o Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev), há 52.336 servidores contribuintes e 58 mil aposentados e pensionistas. Ele atende os que entraram no serviço público local até 31 de dezembro de 2006.

Já o fundo capitalizado, dos servidores que entraram a partir de 2007, tem superávit de R$ 3,7 bilhões, porque 34.193 funcionários públicos contribuem, e apenas 152 são aposentados e pensionistas.

Retomada da antecipação salarial

Com a aprovação do projeto que une os fundos, Rollemberg projeta um cenário em que será possível retomar a antecipação do pagamento dos salários para o dia 30 (atualmente é feito no 5º dia útil do mês seguinte) e do 13º para o mês de aniversário dos servidores.

Estima ainda ser viável colocar em dia as horas extras da Saúde, honrar o pagamento com fornecedores e prestadores de serviços, antecipar o pagamento de férias dos professores e pagar parte das pecúnias de 2016.

O governador esclareceu ainda pontos do projeto de reestruturação da previdência e negou que haverá um uso do fundo capitalizado que coloque em risco futuras aposentadorias. “No primeiro ano, um quarto (25%) do superávit será usado. Ou seja, o fundo continuará gerando outros dividendos”, ponderou.

Artigo | Brasil quer fim da república dos Batista, por Ronaldo Caiado

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Por Ronaldo Caiado

 

O Estado brasileiro vive sob a suspeita, fundada, de ter sido capturado, em seu conjunto, pelo crime organizado. Não se trata, como muitos pensam, só do Poder Legislativo.

 

Este, por ser o mais aberto e transparente, é o que mais se expõe, mas está longe de ser o único infectado. Na verdade, todos o foram —e exercem forte protagonismo na crise.

 

O áudio de Joesley Batista, repugnante, um circo de horrores, é (não a única) prova disso. Expõe métodos com que agia nas três esferas do Poder, comprando apoios, obstruindo a Justiça, impondo interesses que passam ao largo do bem comum.

 

Temos visto sucessivos depoimentos de agentes públicos e privados descrevendo o mesmo cenário abjeto: a relação incestuosa entre o público e o privado, sob os auspícios do contribuinte. Tudo numa sequência vertiginosa que leva o cidadão comum, já sem referências institucionais, a quase desistir do Brasil.

 

A corrupção é crime hediondo —e nocauteou o país. Contemplado com um acordo de delação privilegiado, que o isentou de qualquer punição, Joesley admite assim mesmo que não contou tudo.

 

“Se fiz 30 traquinagens, conto apenas 20”, diz, com a arrogância de quem se sente de posse do país.

 

Escarnece da lei, das instituições e das autoridades dos três Poderes. Cita o então procurador Marcello Miller como colaborador e parceiro de sua delação —o mesmo que deixaria a PGR para advogar para a própria JBS.

 

Com um gravador no bolso, bilhões nos cofres e nenhum senso moral, diz como planeja continuar a destruir a República. Não lhe faltam coadjuvantes. Na sua delação, disse ter comprado mais de 1.200 políticos em todo o país, em todos os partidos.

 

O fenômeno Joesley não brotou aleatoriamente.

 

É fruto de ação planejada da organização criminosa petista (a expressão é do ministro Celso de Mello, do STF), que Janot agora, enfim, denuncia, e que chegou ao poder com Lula. Produziu empresários amestrados, como os irmãos Batista e Eike Batista, para gerar um caixa paralelo aos integrantes do poder, servindo-se do aparelho estatal.

 

O país quer saber como os irmãos Batista, que possuíam um pequeno frigorífico no interior de Goiás, tiveram, no governo Lula, acesso a R$ 45 bilhões do BNDES —e, em tempo recorde, tornaram-se os maiores produtores mundiais de proteína animal. Pior: tornaram-se condestáveis da República.

 

A política é uma atividade nobre —a mais nobre de todas, segundo Aristóteles. Surge como alternativa à guerra, meio civilizado de dirimir os conflitos do convívio humano.

 

Se deixou de fazer jus à sua origem, a culpa não é dela, mas de distorções da conduta humana.

 

O advento das ideologias, sobretudo das ideologias de massa —comunismo, socialismo, nazismo, fascismo—, conspurcou a política e a desviou de sua finalidade original, de instrumento pacificador, para torná-la fundamento da ação revolucionária, que postula refundar a sociedade, destruindo-a.

 

A corrupção sistêmica, instalada na era PT, moveu-se com o propósito de promover a revolução socialista bolivariana no continente. Para tanto, associou-se a empresários e agentes públicos inescrupulosos.

 

Essa aliança levou as instituições do Estado a um desgaste moral sem precedentes, em que a ruína econômica é só um dos subprodutos. Mais difícil que reconstruir a economia é refazer a credibilidade institucional. É preciso dar o primeiro passo.

 

Justiça e transparência são as palavras-chaves. O país não suporta mais a “república” dos Batista. Precisa refundá-la, em novas e mais sadias bases morais, se não quiser vê-la sair pelo ralo.

 

Ronaldo Caiado é senador pelo Democratas de Goiás

 

Joesley Batista e Ricardo Saud chegam a Brasília e vão ficar presos na PF

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Os executivos do grupo J&F, Joesley Batista e Ricardo Saud, que tiveram a prisão temporária decretada ontem, desembarcaram por volta das 15h30 em Brasília. Eles saíram de São Paulo em um avião da Polícia Federal por volta das 14h e foram direto para a Superintendência da Polícia Federal (SPF).

Ao chegar ao local, as duas viaturas que levavam os executivos foram recebidas com um protesto de um pequeno grupo de manifestantes que soltaram fogos de artifício. Motoristas que passavam pelo local buzinaram ao perceber os carros da PF.  Os manifestantes portavam bandeiras do Brasil e cartazes com dizeres “Somos todos Sérgio Moro” e “Bem-vindo, Joesley, Papuda te espera de braços abertos”

Joesley e Saud têm prisão decretada até a próxima sexta-feira (15) e ficarão na Superintendência da PF em celas separadas, de 9 metros quadrados cada. Eles podem ser transferidos para o Complexo Penitenciário da Papuda caso a detenção seja convertida em prisão preventiva nos próximos dias.

Os dois se entregaram à PF depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, aceitou o pedido de prisão temporária do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, após a divulgação de um áudio de quatro horas de diálogo entre ambos que, de acordo com a PGR, aponta que eles omitiram informações durante o acordo de delação premiada.

As prisões temporárias dos executivos foram expedidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, que acolheu o pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

De acordo com Rodrigo Janot, um áudio de quatro horas de uma conversa dos executivos da J&F, que mencionavam o ex-procurador da República Marcelo Miller, aponta que eles omitiram informações da Procuradoria-Geral da República durante as negociações do acordo de delação premiada.

Nesta segunda-feira (11), agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços dos executivos, na sede da J&F em São Paulo e na casa do ex-procurador da República Marcelo Miller, no Rio de Janeiro.

MPF denuncia Lula, Gilberto Carvalho e mais cinco na Operação Zelotes

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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou hoje (11) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro Gilberto Carvalho por corrupção passiva em um dos processos da Operação Zelotes. Os procuradores do caso também acusam mais cinco investigados de beneficiar montadoras de veículos por meio da edição de medidas provisórias.

De acordo com a denúncia, as empresas automobilísticas teriam prometido R$ 6 milhões a Lula e Carvalho em troca de benefícios para o setor.

“Diante de tal promessa, os agentes públicos, infringindo dever funcional, favoreceram às montadoras de veículos MMC [Mitsubishi] e Caoa ao editarem, em celeridade e procedimento atípicos, a Medida Provisória n° 471, em 23/11/2009, exatamente nos termos encomendados, franqueando aos corruptores, inclusive, conhecimento do texto dela antes de ser publicada e sequer numerada, depois de feitos os ajustes encomendados”, afirma o MPF.

PF faz operação para recolher provas relacionadas à prisão de executivos da J&F

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Agentes da Polícia Federal estão cumprindo hoje (11) cinco mandados de busca e apreensão, sendo quatro em São Paulo e um no Rio de Janeiro, na Operação Bocca, relacionada à prisão do empresário Joesley Batista, do grupo J&F, e do executivo da empresa, Ricardo Saud.

Os mandados são cumpridos nas residências dos dois executivos e na sede da J&F, em São Paulo, e na casa do ex-procurador da República Marcelo Miller, no Rio de Janeiro.

Ambos estão desde ontem (10) na sede da superintendência da PF em São Paulo e devem ser transferidos para Brasília até o início da tarde.

Essa operação ocorre em cumprimento à ordem judicial expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, que acolheu o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de prisão temporária de Joesley Batista e Saud.

O nome “Bocca” refere-se a “Bocca della Verità“, cuja característica é seu papel como detector de mentiras. “Desde a Idade Média, acredita-se que se alguém contar uma mentira com a mão na boca da escultura, ela se fecharia ‘mordendo’ a mão do mentiroso”, diz a nota da PF.

As prisões foram motivadas pela constatação de Janot de que houve omissão de informações por parte dos delatores, ao receber um áudio de quatro horas de uma conversa dos executivos da J&F Joesley Batista e Ricardo Saud, que mencionavam o ex-procurador da República Marcelo Miller.

Também foi feito o pedido de prisão temporária de Miller, mas Fachin avaliou que não há elemento indiciário suficiente para tal procedimento.

Outro lado

Os advogados de Marcello Miller afirmaram que o ex-procurador recebeu com tranquilidade o pedido de buscas no seu apartamento e colaborou apresentando tudo o que foi solicitado. Ele “ressalta que continua à disposição, como sempre esteve e sempre estará, para prestar qualquer esclarecimento necessário e auxiliar a investigação no restabelecimento da verdade”, afirmam os defensores André Perecmanis e Paulo Klein.

“Corrupção mata. É crime hediondo”, diz Calloni, ator do filme Polícia Federal

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O ator Antonio Calloni é o entrevistado de hoje (11) do programa Conversa com Roseann Kennedy, da TV Brasil, que vai ao ar às 21h30. Um dos temas da entrevista é seu último trabalho no filme Polícia Federal – A Lei é Para Todos, que estreou na última semana nos cinemas do país.

“Corrupção mata, é um crime hediondo. Não é brincadeira não. A gente tá sentindo isso no Rio de Janeiro, no Brasil de um modo geral”, diz Calloni, ao comentar o filme, uma trilogia que mostra os bastidores da Operação Lava Jato sob o ponto de vista da Polícia Federal. Na trama, que mescla elementos de ficção com fatos e personagens reais, o ator interpreta um delegado, que é um dos principais investigadores do esquema de corrupção.

Para Calloni, o combate a esse tipo de comportamento exige um envolvimento maior dos brasileiros. “A gente é capaz de dar a volta por cima, por meio do nosso trabalho, principalmente. Eu acho que a função política mais nobre é o nosso trabalho”.

Ator em grandes produções de teatro, cinema e televisão, Antonio Calloni também é escritor com vários livros publicados. Neste bate-papo, ele fala também sobre a sua carreira e a paixão pela pescaria.

Ainda sobre o filme, Calloni considera que o componente político é inevitável, porque o assunto é efervescente. Não há como evitar o debate político em torno de questões que mexem tanto com a vida dos brasileiros. “A gente nem quer evitar essa discussão política, porque seria até ingenuidade da nossa parte. Mas a gente só espera que o debate seja bom, que o debate seja saudável”.

Segundo o ator, o filme pode estimular o debate de maneira inteligente. “Por um lado, é uma coisa triste ver as coisas que estão acontecendo. E, por outro, é legal porque o povo tá começando a falar, a debater. Eu ainda acho que o nosso debate, muitas vezes, é um pouco atabalhoado, um pouco infantil. Mas isso é normal, porque a gente ficou muitos anos em silêncio por causa da ditadura. Então, a gente tá aprendendo a debater”.

Para Calloni, o filme não tenta impor nenhuma verdade absoluta ao espectador, mas a obra tem mérito ao relembrar de forma didática o surgimento da Lava Jato. “As pessoas já se esqueceram, né? Porque é tanta coisa”. E relembra como a apreensão de um simples caminhão foi capaz de desvendar todo um esquema de corrupção. “Um caminhão de palmito foi levado a um cara que lavava dinheiro e aí a coisa foi progredindo. Então, tem isso no filme, que explica e lembra as pessoas do início e o desenvolvimento, os procedimentos técnicos pra chegar à autorização de uma escuta, investigação. Os bastidores são muito interessantes e muito bem explicados”.

Sobre o medo das críticas que a polarização política no país poderiam render ao seu personagem, o ator fala com tranquilidade. “Eu conduzo a minha carreira de maneira muito ética, muito clara. Eu nunca fui filiado a nenhum partido e faço questão de não ser. E as pessoas me conhecem um pouco”.

Aulão beneficente para o concurso do TST

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Para quem está de olho em uma das 52 vagas para o certame do TST e quer reforçar os estudos, o IMP Concursos vai dar uma ajudinha. No dia 15/09, de 14h15
às 17h50, na sede do preparatório na 603 Sul, será realizado um aulão beneficente que vai abordar o tema Poder Judiciário Esquematizado.

Comandado pelo professor Elias Batista, o encontro vai ter duas etapas, uma com a resolução e comentários de questões sobre o tema, e a outra com o desenvolvimento de esquemas para facilitar o estudo e a memorização da matéria. “O tema poder judiciário se torna complexo para o estudante pela quantidade de informação que ele precisa absorver. Quando ele consegue esquematizar o estudo, vai ter mais facilidade de memorizar o que é importante e não cair nas pegadinhas da prova”, explica o professor.

Para se inscrever, os interessados devem fazer sua inscrição pelo site www.impconcursos.com.br e levar no dia levar um pacote descartável infantil, tamanho M ou G. Tudo que for arrecadado será doado às instituições do Distrito Federal. As vagas são limitadas.

Serviço:

Dia: 15/09

Tema: Poder Judiciário Esquematizado

Horário: 14h15 às 17h50

Local: IMP Concursos 603 Sul

Mercado financeiro aumenta projeção para o PIB e reduz para inflação

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O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para a inflação e aumentar a estimativa para o crescimento da economia este ano. De acordo com o boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), a expectativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi ajustada de 0,5% para 0,6% este ano, no terceiro aumento consecutivo. Para 2018, a estimativa de crescimento passou de 2% para 2,1%.

A estimativa do mercado financeiro para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,38% para 3,14% este ano, na terceira redução seguida. Para 2018, a projeção do IPCA foi reduzida de 4,18% para 4,15%, no segundo ajuste consecutivo.

As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Já quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic foi reduzida de 7,25% para 7% ao ano, no fim de 2017, e de 7,50% para 7,25% ao ano, ao final de 2018.

Projeto da BRBCARD incentiva leitura no Metrô-DF

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Livreiro da Estação Central. A partir do dia 12 de setembro, outras 11 estações receberão porta-livros.

 Usuários poderão aproveitar obras dispostas nos livreiros instalados nas estações

A transformação da realidade social está nos pequenos atos do dia a dia. A BRBCARD acredita no poder revolucionário do hábito da leitura, por isso decidiu contribuir para que os usuários do Metrô aproveitem o tempo de espera ou passagem pelas estações para viajar pelas páginas de um livro.

Doze estações do Metrô de Brasília receberão 24 livreiros que guardarão e receberão obras para o desfrute dos cidadãos que utilizam o transporte público. De acordo com pesquisa da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), 63,5% dos moradores do DF não cultuam o hábito da leitura. O objetivo do projeto Leitura Solidária é estimular esse costume durante a locomoção.

O Metrô é um excelente local para incentivar a prática. O meio de transporte recebe aproximadamente 170 mil pessoas por dia. Quem quiser utilizar os livreiros da BRBCARD pode escolher livremente o título que mais chamar a atenção, assim como deixar um livro como contribuição para que outras pessoas possam ler.

O livreiro da Estação Central do metrô já está funcionando. O projeto é uma continuação da campanha “Doe livros, compartilhe cultura.”