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Secretaria de Saúde do DF confirma morte de homem com suspeita de febre amarela

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou a morte cerebral de um homem suspeito de ter contraído febre amarela. O paciente de 43 anos estava internado em estado gravíssimo e faleceu na manhã de hoje (27). O protocolo da morte encefálica foi decretado às 11h24.

Segundo a secretaria, os exames clínicos e laboratoriais ainda não foram conclusivos para febre amarela, mas a suspeita continua sendo investigada. Ele era morador do bairro Sudoeste e, nos últimos dias, circulou em condomínios e na área rural do Jardim Botânico.

Mesmo sem a confirmação do novo caso, a secretaria informou que já está tomando as medidas recomendadas pelo Ministério da Saúde. Entre as ações, estão o combate aos mosquitos e a vacinação dos residentes nas áreas em que o paciente circulou, além do monitoramento das epizootias, que são as doenças em animais.

O Distrito Federal é uma região em que está recomendada a vacinação contra febre amarela, e as pessoas que ainda não tomaram nenhuma dose da vacina podem procurar as unidades básicas de saúde. O Brasil adota o esquema de apenas uma dose da vacina durante toda a vida, de acordo com recomendações da Organização Mundial da Saúde.

Sintomas

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus, que pode levar o indivíduo infectado à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente. Os sinais e sintomas mais comuns são: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos que duram, em média, três dias. Nas formas mais graves da doença, podem ocorrer icterícia, insuficiências hepática e renal, manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.

O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de uma pessoa infectada para outra pessoa.

Secretaria de Saúde do DF investiga caso suspeito de febre amarela

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal investiga um caso suspeito de febre amarela ocorrido em Brasília. O paciente é um homem de 43 anos, morador do Sudoeste, que circulou, nos últimos dias, em condomínios e na área rural do Jardim Botânico. Ele está internado em estado gravíssimo, com provável morte cerebral, a ser confirmada pelos últimos testes.

Segundo o órgão, os exames clínicos e laboratoriais ainda não foram conclusivos. Um novo boletim médico será divulgado na tarde de hoje (27).

De acordo com o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, de 1º de dezembro de 2016 até 31 de maio de 2017, apenas um caso de febre amarela foi confirmado no Distrito Federal. No mesmo período, 54 casos foram notificados, sendo 49 descartados e 4 ainda estavam em investigação durante a divulgação do boletim.

Mesmo sem a confirmação deste novo caso, a secretaria informou que já está tomando as medidas recomendadas pelo Ministério da Saúde. Entre as ações estão o combate aos mosquitos e a vacinação dos residentes nas áreas em que o paciente circulou.

A secretaria também está monitorando as epizootias, que são as doenças em animais. Até o momento, o DF não teve nenhuma epizootia confirmada por febre amarela. Apesar disso, o órgão pede que a população esteja alerta, especialmente caso verifique a presença de macacos doentes ou mortos.

Em qualquer situação verificada, a população pode notificar a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) pelos telefones (61) 99269-3673 ou (61) 3344-8527.

O Distrito Federal é uma região em que está recomendada a vacinação contra febre amarela e as pessoas que ainda não têm nenhuma dose da vacina podem procurar as Unidades Básicas de Saúde. Segundo a Secretaria de Saúde, o DF possui estoque suficiente para seguir as orientações do Programa Nacional de Imunização, aplicando uma dose aos não vacinados.

DF volta a decretar situação de emergência por 180 dias devido à crise hídrica

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Medida permite fazer compras sem licitação e pode servir de argumento para pedir verba federal. Ela renova decreto publicado em janeiro.

Por Gabriel Luiz e Pedro Borges, G1 DF e TV Globo – O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, voltou a decretar nesta segunda-feira (27) situação de emergência devido à crise hídrica. A medida foi publicada no Diário Oficial desta segunda e tem validade de 180 dias. Na prática, isso permite fazer compras sem licitação para obras emergenciais e pode servir como argumento para pedir verba do governo federal.

A justificativa remete a um documento do Ministério da Integração que compila desastres naturais. Segundo Rollemberg, cabe decretar situação de emergência por causa do “período prolongado de baixa ou nenhuma pluviosidade, em que a perda de umidade do solo é superior à sua reposição”.

A primeira vez em que o governador decretou situação de emergência do tipo foi em 25 de janeiro deste ano. A medida venceria em 24 de julho. No entanto, três dias antes, foi prorrogada por 120 dias. Na prática, a situação de emergência havia perdido a validade em 18 de novembro.

De acordo com este novo decreto, deve ser restringida a captação de água para as atividades agropecuária, industrial, comercial e de lazer na bacia do Descoberto. A única exceção é quando o objetivo é o abastecimento humano.

O governador também atribuiu à Agência Reguladora de Águas do DF (Adasa) o papel de definir restrições para o uso de água potável da rede pública – seja domiciliar, comercial, industrial ou para lazer. É também a agência quem fica com o papel de fiscalizar o cumprimento dessas restrições.

A Secretaria de Agricultura fica com a missão de implementar medidas de apoio aos agricultores, com o objetivo de melhorar a eficiência no uso da água pelo setor. Também deverá fiscalizar o cumprimento das restrições para não captar água no Descoberto.

A Agefis é órgão responsável por fiscalizar todas as medidas previstas no decreto, aplicando sanções se for necessário. Todos deverão fazer campanhas de conscientização para economia de água.

Reforma Trabalhista e seus impactos no setor imobiliário serão debatidos no TST

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Evento acontecerá nos dias 30 de novembro e 1o de dezembro, no TST, com a participação do presidente do Tribunal, ministro Ives Gandra Martins Filho, advogados especializados em Direito Imobiliário e representantes de entidades do setor.

A Reforma Trabalhista, que entrará em vigor em breve, fatalmente irá afetar todos os segmentos produtivos do País. Para esclarecer quais são os impactos das mudanças na legislação para o setor imobiliário, o Instituto Justiça & Cidadania promove, nos dias 30 de novembro e 1o de dezembro, o seminário “A Reforma Trabalhista e impactos no setor imobiliário”.

O Seminário é voltado ao público que se relaciona, direta e indiretamente, com um setor que hoje emprega aproximadamente 2,4 milhões de pessoas em todo o Brasil (dados de 2016 do Sinduscon-SP). O evento terá coordenação científica do ministro Alexandre Agra Belmonte, que fará a abertura do seminário ao lado do ministro Ives Gandra Martins Filho, presidente do TST – que apresentará a palestra magna – e da ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi.

Também participam da cerimônia de abertura do evento Claudio Hermolin, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ); José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc); Flavio Amary, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP); e Carlos Antonio Souza, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil do Município do Rio de Janeiro (Sintraconst-Rio).

O Seminário também contará com palestras dos ministros do TST Aloysio Correa da Veiga, Douglas Alencar Rodrigues, Walmir Oliveira da Costa, Guilherme Augusto Caputo Bastos, Breno Medeiros e Claudio Mascarenhas Brandão, além de membros da advocacia especializados em Direito Imobiliário e representantes das entidades do setor.

O evento é gratuito e acontecerá no plenário Arnaldo Sussekind- Tribunal Superior do Trabalho – Setor de Administração – Federal Sul, Quadra8 – Brasilia. As inscrições podem ser feitas pelo site do TST: www.tst.jus.br

Mercado financeiro reduz projeção da inflação para 3,06% este ano

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O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,09% para 3,06%, este ano, e de 4,03% para 4,02% para 2018. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as segundas-feiras com projeções para os principais indicadores econômicos.

As projeções para 2017 e 2018 permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 7,5% ao ano. A expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2017 e de 2018 segue em 7% ao ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi mantida em 0,73% este ano, e ajustada de 2,51% para 2,58% para 2018.

TJDFT mantém interdição de igrejas sem licença em Vicente Pires

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Igreja Arquidiocesana de Brasília e Paróquia Nossa Senhora da Esperança permanecerão fechadas por tempo indeterminado até obter licença de funcionamento

Da Agenda Capital – A 8ª Turma Cível do TJDFT, em grau de recurso, manteve a interdição da Mitra Arquidiocesana de Brasília e da Paróquia Nossa Senhora da Esperança, localizadas em Vicente Pires. O auto de interdição foi lavrado pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal – AGEFIS/DF e, segundo a Justiça, é válido e deve ser mantido até que as instituições religiosas regularizem a licença para funcionar no local.

A paróquia e a capela ajuizaram mandado de segurança, com pedido liminar, contra o auto de infração da AGEFIS. Alegaram que estão no local há mais de 10 anos e que, atualmente, a região de Vicente Pires encontra-se em processo de regularização. Mas, quando se instalaram na região, por se tratar de área irregular, não existia ato normativo de autorização e obtenção de licença de funcionamento sem que houvesse apresentação de documento de domínio. Todavia, relataram que, no dia 16/08/2016, receberam da Administração Regional o auto de interdição sumária, por tempo indeterminado, em razão da ausência de licença de funcionamento no local e pela classificação de suas atividades como de risco, por ter capacidade de público total superior a 200 pessoas.

Na 1ª Instância, a juíza da 6ª Vara da Fazenda Pública do DF negou a liminar e o mérito do mandado de segurança. “Aqui, não se trata de cerceamento do direito constitucional de liberdade de culto religioso, como alegam as impetrantes, mas sim de garantir a segurança dos indivíduos que participam das atividades desenvolvidas no local”, afirmou.

Em 2ª Instância, a Turma Cível também manteve a interdição da AGEFIS. “O ato impugnado não visa impedir o exercício da liberdade religiosa, mas sim garantir que os atos de fé sejam praticados em locais seguros para os fiéis, em conformidade com o interesse social. Dessa forma, não tendo as impetrantes licença para exercer a atividade, não se mostra ilegal ou abusivo o ato administrativo que lhes impõe a penalidade prevista em lei”, concluíram os desembargadores, à unanimidade.

Da Redação com informações do TJDFT

MPFDF pede retirada de cercas em volta do STF e dos Palácios do Planalto e Alvorada

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Do Gama Livre – A ação, com pedido de antecipação de tutela, requer que as grades sejam eliminadas sob pena de multa de R$ 5 mil por dia. No documento enviado à Justiça, o MPF ressalta que a retirada da cerca não impede a sua recolocação “em situações excepcionais e temporárias que comprometam a segurança das pessoas e o patrimônio público”, mas devem ser removidas “tão logo cessada a excepcionalidade”.

A ação é resultado de um inquérito civil público instaurado para apurar se a colocação das cercas com o objetivo de conter manifestantes e transeuntes caracterizava uma violação ao patrimônio histórico e cultural. Ainda na fase investigativa, o Iphan foi questionado sobre a situação e confirmou que a instalação e manutenção de forma permanente, independentemente de qualquer manifestação, passeata ou aglomeração de pessoas, contraria a Portaria nº 166/2016 do próprio instituto.

A norma em questão proíbe o cercamento de qualquer natureza de determinados lotes da capital, dentre eles as áreas onde estão os dois palácios e o STF. O Iphan, em ofício enviado ao Ministério Público, também explicou que a finalidade da restrição descrita nas regras do tombamento é a manutenção da concepção arquitetônica e inserção urbana dos edifícios tombados.

Recomendações – Ainda em resposta ao MPF, o Iphan deixou claro que a instalação provisória que tem permanecido nesses espaços é considerada inadequada também pelo fato de a cerca ser um obstáculo visual indesejável, não contribuindo para a valorização dos bens individualmente e de seu conjunto. Diante dessas informações, o Ministério Público tentou solucionar a questão extrajudicialmente. Em outubro deste ano, o MPF enviou recomendações solicitando a retirada das cercas que circundavam os Palácios do Planalto, Alvorada, Buriti e do STF. No entanto, somente o Governo do Distrito Federal (GDF) acatou o pedido. Já as direções dos outros órgãos afirmaram que não cumpririam a recomendação, alegando a necessidade permanente de segurança.

Para o MPF, diferentemente do que alegam as administrações dos bens imóveis, não é crível que as reais ameaças por integrantes de manifestações populares e aglomerações sejam cotidianas e repentinas. O Ministério Público Federal justifica que, atualmente, as manifestações populares são previsíveis, uma vez que são amplamente divulgadas em redes sociais, permitindo, assim, que os órgãos prepararem um esquema de segurança para proteger o bem público e as pessoas que  trabalham no órgão.

Ministro é premiado educador do ano 2016 pela Academia Brasileira de Educação

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O ministro da Educação, Mendonça Filho, recebeu nesta sexta-feira, 24, o Prêmio Fernando de Azevedo – Educador do Ano 2016, em reconhecimento a sua contribuição no desenvolvimento da educação brasileira. A premiação é concedida desde 1992 pela Academia Brasileira de Educação (ABE). “Receber o Prêmio Fernando de Azevedo, um grande educador e sociólogo que pautou sua vida pela defesa da qualidade na educação, concedido por uma entidade como a Academia Brasileira de Educação, é mais do que gratificante. É um estímulo a continuar o nosso trabalho”, disse o ministro, durante a cerimônia.

Mendonça Filho lembrou que está há um ano e meio à frente do MEC trabalhando para deixar legados para o Brasil, com ações e políticas transformadoras. Entre outros exemplos, citou a reforma do ensino médio e a Política de Indução das Escolas em Tempo Integral. Também em seu discurso, reforçou que a homenagem traduz a necessidade do envolvimento de todos para a melhoria da educação brasileira. “Enquanto a educação não for uma agenda da sociedade brasileira, não alcançaremos as mudanças profundas e necessárias. Em um Brasil dividido por divergências políticas e ideológicas, defendo que a educação deve ser o grande vetor de convergência nacional”.

O troféu desta edição do prêmio foi criado pelo escultor Santos Lopes. A homenagem busca valorizar o trabalho de pedagogos, gestores, pensadores e demais pessoas que tenham se destacado nos âmbitos municipal, estadual ou nacional por ações em prol da educação.

“Mendonça tem uma carreira política notável e uma grande capacidade de liderança que exerce até hoje de maneira construtiva. Logo cedo, percebeu que para este país não havia outra solução a ser perseguida do que se dedicar à educação dos seus jovens. E isso não é agora como ministro da Educação, mas nos primeiros passos na política, criando projetos e soluções, desenvolvendo ideias em prol da juventude”, disse o presidente da ABE, Carlos Alberto Serpa de Oliveira.

O presidente lembrou o trabalho de Mendonça Filho quando esteve no governo de Pernambuco, enquanto vice-governador e governador (1999-2006). “Essa qualidade da educação brasileira ele já tinha conseguido em seu estado natal, nas cidades em que morou, no estado em que governou, adotando essa política de tempo integral que tanta gente, desde Darcy Ribeiro, tenta fazer em nosso país”.

A Academia Brasileira de Educação foi fundada em 1977 pelo empreendedor Benjamin Albagli, na época, à frente da mais antiga e conceituada associação no setor educacional do país, a Associação Brasileira de Educação. Entre as ações realizadas hoje pela ABE, está o desenvolvimento de estudos sobre as políticas públicas de educação. Essas pesquisas visam analisar e propor atualizações, alterações, modificações, reformulações e reformas que levem ao contínuo aperfeiçoamento das políticas.

Periodicamente, também são realizadas pela academia sessões, seminários e congressos nacionais que reúnem educadores de todo país para discutir questões de relevância na educação brasileira. O trabalho da ABE visa contribuir no desenvolvimento da educação em todos os seus níveis e modalidades, com propostas e sugestões para melhoria da qualidade dos processos de ensino e aprendizagem e aprimoramento cultural do país. Isso, além de preservar a memória e o trabalho de grandes nomes nacionais e internacionais que se destacaram no campo da educação.

Temer termina procedimento para desobstruir artérias coronárias e passa bem

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A equipe médica do Hospital Sírio-Libanês que atende ao presidente da República Michel Temer divulgou boletim médico no início desta madrugada informando que o procedimento de angioplastia no coração do presidente foi bem-sucedido e ele se recupera na unidade coronariana da instituição.

A cirurgia serviu para implantar stents em três artérias coronárias de Temer. O stent é um minúsculo tubo em forma de malha e expansível, usado para desobstrução arterial e melhorar o fluxo sanguíneo no coração. A obstrução das artérias leva menos oxigênio ao músculo cardíaco, elevando o risco de enfarto.

Temer deu entrada no hospital às 19h04 para revisão médica e, após reavaliação urológica, iniciaria um cateterismo. O procedimento consiste em uma introdução de um catéter (tubo extremamente fino) pela artéria do braço ou da perna que vai até o coração e serviria para investigar uma obstrução parcial em uma artéria coronariana.

GDF recupera R$ 16 milhões em mutirão com contribuintes inadimplentes

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Em dois dias, houve 610 audiências com acordo feito. Atendimento segue na Secretaria de Fazenda e nas agências de atendimento ao público da CEB, da Caesb e da Terracap

Em dois dias de mutirão, o governo de Brasília conseguiu negociar R$ 16 milhões com cidadãos que devem ao Executivo local. O evento, chamado de Dívida pública: eu quero quitar!, foi organizado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) como parte da Semana Nacional de Conciliação.

A parceria da Justiça com a Secretaria de Fazenda e com as empresas públicas Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), Companhia Energética de Brasília (CEB) e Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) permitiu que 53% das 1.150 audiências feitas chegassem a um acordo. Em números absolutos, são 610 situações conciliadas.

Os contribuintes que receberam carta-convite ou citação do Tribunal de Justiça e não foram atendidos ainda têm chance de resolver as pendências. O benefício também vale para quem não conseguiu comparecer ao mutirão.

No caso das dívidas não judicializadas com as empresas públicas do DF, o interessado pode procurar atendimento, até 1º de dezembro, nas agências dos órgãos (veja lista abaixo).

O Núcleo de Mediação e Conciliação do Tribunal de Justiça também fica disponível para acompanhar as negociações.

Para isso, o contribuinte deve acessar o formulário on-line no Canal Conciliar, no site do TJDFT. Lá, ele se inscreve gratuitamente e informa para qual processo deseja mediação.

No caso dos processos em execução fiscal, o parcelamento dos débitos ocorre nos mesmos moldes do mutirão, nas agências de atendimento da Secretaria de Fazenda ou no site da pasta. As dívidas se referem a tributos como:

  • Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)
  • Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
  • Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS)
  • Imposto Sobre Serviços (ISS)
  • Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)
  • Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)

O não comparecimento ao mutirão não implica prejuízo processual automático. Porém, como a ação está em andamento, é necessário buscar auxílio jurídico e finalizar a pendência o quanto antes.

Pendência impede emissão de Certidão Negativa de Débito

A dívida com o Executivo impede o contribuinte de fazer transferência de bens móveis ou imóveis e pode acabar em penhora ou bloqueio da conta bancária.

No caso de empresa, ela fica impedida de contratar com o Poder Público e não emite certidões de regularidade fiscal.

O ônus de responder a uma ação de execução fiscal na Justiça implica também a negativação do nome do devedor nos cadastros de inadimplentes.

Esses dados ficam disponíveis nos sistemas eletrônicos dos tribunais, o que impede a aprovação de crédito por instituições financeiras.

Postos de atendimento

CEB

Na agência do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA)

Área de Serviços Públicos, Lote C

Das 8 horas às 17h30

Terracap

No edifício-sede

Setor de Administração Municipal, Bloco F

Das 7 às 19 horas

Caesb

Em qualquer uma das 13 agências de atendimento da Caesb