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PPS tem reais condições de conseguir uma vaga na Câmara Federal

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Paula Belmonte é o nome do partido na disputa e conta com apoio do senador Cristovam Buarque e a simpatia do senador Reguffe

O PPS tem hoje condições reais de ocupar uma das 8 vagas do Distrito Federal em disputa para a Câmara dos Deputados. A administradora de empresa Paula Belmonte é a aposta do partido. Além de propostas renovadoras, imagem limpa, ela tem o apoio do senador Cristovam Buarque (PPS) e a simpatia do senador José Antônio Reguffe (sem partido)

A admiração de Reguffe por Paula foi demonstrada em uma reunião com apoiadores na casa da pré-candidata à Câmara Federal. Paula e Reguffe compartilham ideias semelhantes com relação a vida pública. Ambom criticam à reeleição de parlamentares, a regalias para políticos com mandato e defendem uma maior fiscalização do dinheiro público.

“Acredito que o número de vezes que um parlamentar pode ser reeleito para o mesmo cargo tem que ser delimitado”, defende Paula Belmonte. Essa também é uma das bandeira de Reguffe.

Para Paula, “a falta de renovação faz com que os projetos de lei que interessam a população sejam esquecidos. Os mesmos no poder perpetuam a corrupção e trazem danos enormes à democracia. O modelo ideal seria que cada deputado pudesse se reeleger apenas uma vez”.

Sobre as regalias para deputados e senadores, Paula afirma que, além de um salário altíssimo, os políticos têm auxílio moradia, carro e celular funcionais, cota de passagens aéreas e inúmeros benefícios.

“Cada parlamentar possui ainda uma verba indenizatória que significa mais desperdício de dinheiro público. Vivemos em um país onde muitas pessoas sobrevivem com um salário mínimo. Não é justo que uma pequena parcela da sociedade seja privilegiada. Os gabinetes estão lotados de assessores, muitos deles sem função. Se cada deputado diminuísse o número de comissionados, a economia faria uma diferença enorme”, ressalta Paula.

A proximidade e o apoio de Cristovam vem das ideias de Paula Belmonte na área da Educação. Entre as propostas, está a qualidade da Educação Pública. “Não adianta ter vagas para todos se o ensino for ruim. Mais qualidade na educação significa fazer investimentos conscientes e que gerem retornos reais para estudantes e professores. Além da contribuição do Estado, a educação pública pode ser abraçada pelas comunidades e pela iniciativa privada. Afinal, quanto melhor for a educação, melhor será o Brasil que construiremos”, destaca Paula.

É a primeira vez que Paula Belmonte vai disputar uma eleição. O sentimento de renovação política da sociedade e a seriedade exigida com o dinheiro público, fizeram Paula tomar a decisão de concorrer e somar, junto com Cristovam e Reguffe, em um novo modelo de fazer política.

TCDF lança cartilha sobre restrições aos agentes públicos em ano eleitoral

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TCDF lança cartilha sobre restrições aos agentes públicos em ano eleitoral

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) divulgou, nesta quinta-feira, dia 26 de julho, uma cartilha com orientações sobre atuação dos agentes públicos no período que antecede as eleições de 2018.

Elaborada pela Secretaria de Macroavaliação da Gestão Pública (SEMAG), com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e na legislação eleitoral vigente, a cartilha tem por objetivo evitar que agentes públicos, candidatos ou não, pratiquem atos que possam ser considerados irregulares.

Além dessas proibições, a cartilha detalha, de forma objetiva e de fácil assimilação, os principais entendimentos do Tribunal relacionados ao artigo 42 da LRF.

Esse dispositivo proíbe o titular do Poder Executivo de contrair, nos últimos oito meses de mandato, obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro daquela gestão ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja dinheiro em caixa para o custeio.

Leia a íntegra da cartilha aqui.
http://www.tc.df.gov.br/segecex/flip/ultanogov/ultanogov.pdf

Délio faz novo requerimento para impedir uso político da máquina na campanha da OAB/DF

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O pré-candidato às eleições da OAB/DF 2018, advogado Délio Lins e Silva Jr., protocolou nesta quarta-feira (25/7) um novo requerimento na Seccional DF, cobrando providências quanto ao documento registrado no último dia 04 – no qual sugeriu normas para evitar o uso político da máquina na campanha eleitoral.

Dentre elas a de que os também pré-candidatos Jacques Veloso e Cleber Lopes se afastem de suas funções junto à OAB/DF – o primeiro é o atual secretário-geral da entidade e o segundo secretário-geral adjunto -, a fim de evitar que seus cargos influenciem as intenções de apoio para o pleito. Ou ao menos que haja orientação da Seccional para que não participem de palestras, cursos, filmes institucionais e, especialmente, entregas de carteiras aos novos advogados, exposição considerada desleal.

Outra preocupação reforçada no novo requerimento é com o controle dos gastos da Seccional na campanha, o uso das cores da chapa da situação nos materiais e eventos institucionais da OAB/DF e, ainda, com ações de conselheiros, membros e funcionários da entidade para angariar apoio no pleito, seja para a situação ou para qualquer outra chapa.

“Passados mais de 20 dias de nossa manifestação, não houve qualquer resposta”, revela Délio. “E, pior, percebe-se que o uso abusivo da máquina continua a todo vapor, com os candidatos da situação pegando carona na divulgação de eventos oficiais da Seccional para promoção pessoal, usando inclusive as cores da chapa nesses materiais”.

Délio encerra o documento alertando que, “pela gravidade da situação, serve o presente para requerer desta Casa que finalmente analise os pleitos anteriormente formulados, por ser direito constitucional de todo e qualquer advogado obter de sua Casa as informações que entende por bem, sob pena de que sejam tomadas as medidas judiciais cabíveis”.

Veja a íntegra do requerimento no link: Protocolo – OAB_20180725191546

Centrão oficializa apoio a Geraldo Alckmin para Presidência

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Por Karine Melo

Partidos que compõem o chamado Centrão, formado por DEM, PP, PRB, PR e Solidariedade, oficializaram nesta quinta-feira (26 ) apoio à pré-candidatura do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin à Presidência da República. O nome do vice-presidente continua sem definição. O assunto permanece em reuniões internas com lideranças dos partidos e o presidenciável em Brasília.
O bloco aguarda resposta definitiva ao convite feito ao empresário Josué Gomes (PR), filho de José Alencar, vice-presidente do governo Luiz Inácio Lula da Silva, morto em 2011, vítima de câncer. Ao ser questionado sobre o vice, Alckmin voltou a dizer que “não está com pressa” e que tem até o dia 4 de agosto, dia da convenção nacional dos tucanos, para definir um nome.

Por enquanto, a certeza dada pelo presidenciável é que o vice não virá de São Paulo. Além de Josué, nomes de outras siglas do bloco foram discutidos. O Solidariedade, por exemplo, sugeriu para compor a chapa o ex-deputado e ex-ministro Aldo Rebelo (SP), e o PP queria a cadeira para o empresário Benjamin Steinbruch.

Ao discursar e agradecer o apoio do Centrão, Alckmin lembrou a campanha de 2006, quando foi derrotado por Lula no segundo turno. Disse que, desta vez, se sente mais maduro para a disputa e lembrou que não é um momento fácil. “Quem assumir em 1º de janeiro enfrentará mais um ano de déficit primário”, destacou. Ele acrescentou que, além disso, o país tem mais de 13 milhões de pessoas desempregadas e enfrenta o “ drama da segurança pública”.

“O caminho não é nem autoritarismo, nem populismo, mas a democracia”, disse o tucano, que prometeu focar seu governo na geração de emprego e renda.

Rodrigo Maia

Em entrevista coletiva, em Brasília, o presidente do Democratas, ACM Neto, leu uma carta enviada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que está em Miami. Na carta, Maia, pré-candidato à Presidência da República, disse que a decisão de abandonar a corrida presidencial foi tomada em conjunto com os partidos do bloco e que o caminho foi unir esforços em torno do projeto político que “parece mais viável para evitar marcha à ré no país”. Ao declinar da pré-candidatura, Maia disse que vai tentar se reeleger como deputado federal.

Inscrições para concurso da Câmara são prorrogadas até 27 de julho

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Foto: Pedro Ventura

As inscrições para o concurso público da Câmara Legislativa do Distrito Federal foram prorrogadas até a próxima sexta-feira (27), às 14h (horário de Brasília). O prazo inicial terminava nesta quarta-feira, mas a banca organizadora do certame, Fundação Carlos Chagas, decidiu ampliar o prazo, após consulta ao Legislativo local.

O concurso oferece 86 vagas em diversos cargos, sendo 56 de nível superior e 30 de nível médio, além de previsão de formação de cadastro de reserva. Os seis editais do concurso público foram publicados em 30 de maio. As inscrições estão abertas desde 25 de junho e devem ser feitas pela internet, no site da Fundação Carlos Chagas. As provas objetivas, que serão realizadas em setembro, não foram alteradas.

Conforme os editais, as inscrições para os cargos de nível superior, ou seja, para consultor legislativo, consultor técnico-legislativo, inspetor de polícia legislativa ou procurador legislativo, custam R$ 78,00. Já os candidatos aos cargos de técnico-legislativo, que exige escolaridade de nível médio, deverão pagar R$ 54,00. As remunerações iniciais são de R$ 15,8 mil e R$ 10,6 mil para os cargos de nível superior e de nível médio, respectivamente.

Em caso de dúvidas, os candidatos devem entrar em contato diretamente com o Serviço de Atendimento ao Candidato (SAC) da Fundação Carlos Chagas por meio do telefone (11) 3723-4388, de segunda a sexta-feira (em dias úteis), das 10h às 16h (horário de Brasília), ou pelo “Fale Conosco” no endereço eletrônico www.concursosfcc.com.br.

Em clima de festa, André Brandão lança sua pré-candidatura à Câmara Legislativa

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Mais de 300 lideranças prestigiaram o lançamento da pré-candidatura de André Brandão a CLDF, no restaurante Palhoça

Por Delmo Menezes

O surgimento de candidatos jovens, preparados, interessados no bem-estar comunitário e sem o ranço da velha política é animador. Foi neste clima festivo, que mais de 300 lideranças do Distrito Federal, prestigiaram o jantar de adesão e lançamento da pré-candidatura de André Brandão (Podemos), a Câmara Legislativa, nesta quarta-feira (25), no restaurante Palhoça no Guará.

Líderes religiosos, empresários, ex-administradores regionais, presidentes de associações, lideranças comunitárias, amigos, correligionários e políticos, marcaram presença no evento e aplaudiram de pé o discurso de Brandão que conclamou a todos a não desistirem de Brasília. “É estimulante ouvir um candidato que sabe realmente o que diz, porque fala de sua própria história e não da história dos outros”, ressaltou um dos apoiadores.

Com um currículo de peso, e um capital político angariado ao longo de suas atuações, como diretor na Câmara Legislativa do DF, diretor da CEASA, presidente da TCB, ou como Administrador do Guará, quando foi avaliado em pesquisa como o melhor administrador daquela cidade, Brandão vem construindo uma história de sucesso no Distrito Federal.

Não obstante a experiência adquirida e as qualificações advindas de sua graduação e pós-graduações, e o sucesso como empresário bem-sucedido, o jovem engenheiro pensa coletivamente e em longo prazo. “Não é um projeto pessoal, é um projeto para Brasília”, afirma o pré-candidato que reconheceu a importância do trabalho em equipe. “Ninguém chega a lugar algum sozinho. Nosso lema é não deixar ninguém para trás”, ressaltou.

Entre as autoridades que prestigiaram o evento, estavam Rivalmir Fonseca, representando o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Ronaldo Fonseca e o presidente do Podemos-DF, Marcos Pacco.

Em sua fala, o representante do ministro destacou a importância da presença de Brandão na política brasiliense e conclamou aos presentes que abracem a campanha. “Hoje vocês podem comer à vontade, mas a partir de amanhã comam menos e durmam menos, porque o tempo é curto e nós temos que colocar o André na Câmara Legislativa do DF” conclamou Rivalmir.

 Da Redação do Agenda Capital

Trabalhadores já podem sacar abono do PIS/Pasep de 2017

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Por Andreia Verdélio

Começa hoje (26) o pagamento do abono salarial referente ao ano base 2017. A estimativa é que sejam destinados R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores.
Conforme o calendário de pagamento, quem nasceu de julho a dezembro, recebe o benefício ainda este ano. Já os nascidos entre janeiro e junho, terão o recurso disponível para saque no ano que vem. Em qualquer situação, o dinheiro ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento.

Para ter direito ao abono salarial do PIS/Pasep é necessário ter trabalhado formalmente por pelo menos um mês em 2017 com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador já deveria estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O valor que cada trabalhador tem para sacar é proporcional ao número de meses trabalhados formalmente. Quem trabalhou o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é R$ 80.

Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao Programa de Integração Social (PIS), sacam o dinheiro nas agências da Caixa Econômica Federal. Para saber se tem algo a receber, a consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou no telefone 0800-726-0207.

Para os funcionários públicos vinculados ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet e pelo telefone 0800-729-0001.

O abono salarial do PIS/Pasep é um benefício pago anualmente com recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), abastecido por depósito feitos pelos empregadores do país. Além do abono salarial, o FAT custeia o programa de Seguro-Desemprego e financia programas de desenvolvimento econômico. Os recursos do abono que não são sacados pelos trabalhadores no calendário estabelecido todos os anos retornam para o FAT, para serem usados nos demais programas.

Fraude no GDF | Licitações forjadas em administrações movimentaram R$ 55 milhões

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Operação ‘Monopólio’ apurou que empresas dos mesmos empresários participavam juntas das mesmas licitações. Três servidores públicos são suspeitos de integrar esquema

Por Mara Puljiz e Gabriel Luiz, TV Globo e G1 DF – A Polícia Civil do Distrito Federal começou nesta quinta-feira (26) uma operação para extinguir um esquema de fraudes em licitações dentro de administrações regionais. Os crimes teriam ocorrido em contratos que, somados, chegam a R$ 55 milhões. Entre os alvos da operação “Monopólio”, há três servidores públicos.

São cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e 18 de prisão temporária (por cinco dias), contra os servidores, mas também empresários e laranjas deles. Até as 6h45, 17 alvos já tinham sido presos. O G1 tenta contato com as defesas.

Os mandados são cumpridos nas administrações regionais de Águas Claras, do Gama, nas casas dos investigados, no DF e em Goiás. Um dos presos é o ex-administrador de Taguatinga Márcio Guimarães, que foi alvo de outra operação sobre fraude em licitações, e o filho dele Márcio Guimarães Júnior. Seis carros de luxo foram apreendidos.

Carro de luxo apreendido pela polícia (Foto: Reprodução/TV Globo)
Carro de luxo apreendido pela polícia (Foto: Reprodução/TV Globo)

As investigações começaram em 2014, a partir de uma denúncia anônima. Elas apontam que os empresários usavam um grupo de empresas registradas em nome dos laranjas (em geral, funcionários ou parentes deles) para fraudar as licitações.

De acordo com a polícia, o esquema ocorria em licitações do tipo “convite”, em que pelo menos três empresas são convidadas para disputar a realização de uma obra com valor menor que R$ 150 mil. Com isso, não é necessário “divulgar” a licitação.

“Ficou demonstrado que empresas eram registradas em nome de laranjas apenas para participarem da concorrência e dar ar de legalidade ao certame, porém todas empresas eram na verdade vinculadas a associação criminosa”, informou a polícia.

Durante o pente-fino, foram analisadas 259 licitações ganhadas pelas empresas investigadas, desde 2011. Em 128 delas, ou seja, quase metade, duas ou mais empresas do grupo concorreram entre si.

Carro da polícia deixa Coordenação de Combate ao Crime Organizado (Foto: Reprodução/TV Globo)
Carro da polícia deixa Coordenação de Combate ao Crime Organizado (Foto: Reprodução/TV Globo)

Os investigados foram indiciados por fraude em licitação, organização criminosa (com aumento de pena por envolverem servidores públicos), lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva. As penas podem chegar até 30 anos de prisão.

Defesa de Cunha entra com dois pedidos de habeas corpus no STF

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A defesa do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha entrou nesta quarta (25) com dois pedidos de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF). O caso deverá ser analisado pelo vice-presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, em função do período de recesso no tribunal.

Ex-deputado pelo MDB do Rio de Janeiro, Eduardo Cunha está preso desde outubro de 2016 pelas investigações das operações Sépsis e Lava Jato, da Polícia Federal (PF).  No pedido de liberdade, os advogados alegam que Cunha sofre “constrangimento ilegal” ao ser mantido preso por tanto tempo.

Segundo os defensores dp ex-deputado, não há motivos para manutenção da prisão tanto no processo no qual Cunha teve a prisão decretada em função da delação do empresário Joesley Batista quanto na ação penal na qual foi condenado a 24 anos de prisão, em processo envolvendo o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS).

“A situação jurídica do ora paciente, em expressão franca e justa, é vergonhosa”, argumentou a defesa.

No mês passado, Cunha foi sentenciado pela Justiça Federal em Brasília no processo que apurou pagamento de propina de empresas interessadas na liberação de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS).

Lava Jato oferece nova denúncia contra o ex-senador Gim Argello

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Gim é acusado de obstruir os trabalhos da CPI instaurada no Senado e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Senado e na Câmara dos Deputados, em 2014

Por G1 PR, Curitiba – A força-tarefa Lava Jato apresentou nesta quarta-feira (25) nova denúncia contra o ex-senador Jorge Afonso Argello, o Gim Argello, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Gim é acusado de obstruir os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada no Senado e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Senado e na Câmara dos Deputados, em 2014.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), as CPIs foram criadas para apurar fatos ilícitos cometidos contra a Petrobras – na ocasião, diz a denúncia, houve acerto de pagamento de propina ao ex-senador para evitar a convocação de empreiteiros para prestarem depoimento.

Gim Argello já foi denunciado e condenado pelo acerto de pagamento de vantagem indevida envolvendo as empreiteiras UTC Engenharia, OAS, Toyo Setal, Camargo Corrêa e Engevix.

Ele exerceu o cargo de senador entre 2008 e fevereiro de 2015 pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e está preso no Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.