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Eu Faço Cultura distribui gratuitamente ingressos para exposição dos Beatles

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Lançamento da exposição Beatles FAB FOUR Experience
São 500 ingressos para a “Fab Four Experience”, em Brasília, para pessoas de baixa renda, alunos de escolas públicas, idosos, pessoas com deficiência e microempreendedores.

A maior exposição sobre os Beatles já montada no Brasil estará em Brasília até o dia 2 de dezembro. Com foco na interatividade, a “Fab Four Experience” faz um passeio pelos momentos mais marcantes de John Lennon, Paul McCartney, George Harisson e Ringo Star. O Programa Eu Faço Cultura comprou 500 ingressos, que já podem ser resgatados pelo site da plataforma: www.eufacocultura.com.br

É a primeira vez que a iniciativa coloca em sua “vitrine de produtos” uma exposição, ampliando assim a gama de ofertas culturais para pessoas que normalmente não tem acesso a estes eventos – e são justamente os beneficiários do programa.

Iniciativa da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal), o Eu Faço Cultura democratiza e impulsiona o mercado cultural. O resgate dos eventos oferecidos na plataforma pode ser feito gratuitamente por alunos de escolas públicas, idosos, pessoas de baixa renda, pessoas com deficiência e microempreendedores individuais. Basta se cadastrar no site e retirar as cortesias.

A ideia é que o público que se enquadra nesses perfis possa conhecer um pouco mais sobre os Beatles por meio da Cavern Club, lugar em que o quarteto tocou quase 300 vezes (292, para ser exato)! Por meio de um guia virtual, os visitantes da exposição passam pelo pub, aprende sobre cenas do filme “A hard day’s night” e lembra a mudança de Liverpool para Londres, capital da Inglaterra.

Os fãs podem ainda percorrer o icônico Yellow Submarine (Submarino Amarelo), atravessar a famosa faixa de pedestres de Abbey Road e conhecer o estúdio onde os Beatles gravaram a maior parte das suas canções. A exposição reúne também guitarras, cartazes, fotografias, revistas e jornais que contam a história do grupo.

Na saída, na loja oficial, há lembranças da banda. Além disso, tem área gourmet e programação musical (com alguns dos sucessos dos Beatles, é claro) aos sábados e domingos.

Sobre o Eu Faço Cultura
Com proposta inédita no Brasil, o Programa Eu Faço Cultura compra ingressos/produtos de produtores culturais ou fornecedores de cultura e os distribui, com subsídio total do governo federal, por meio da Lei Rouanet. É uma iniciativa da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal) e das Apcefs (Associações do Pessoal da Caixa), com a participação de milhares de empregados da ativa e aposentados da Caixa. O patrocínio é da Caixa Seguradora e da Wiz.

Sobre a FENAE
A Fenae foi fundada com o objetivo de proporcionar integração e unidade ao movimento associativo dos empregados da Caixa. Ela une as 27 Apcefs do país, que têm como missão promover o bem-estar da categoria, defendendo direitos e incentivando práticas sociais, esportivas e culturais. Desde 2006, a Fenae aposta no Eu Faço Cultura para transformar o empregado da Caixa em um incentivador cultural.

Serviço

EXPOSIÇÃO DOS BEATLES – “Fab Four Experience”
Quando: até 2/12/2018 (domingo)
Onde: antiga FNAC do ParkShopping – 1º piso, Guará-DF
Cortesias do Eu Faço Cultura: podem ser resgatadas por alunos de escolas públicas, idosos, pessoas de baixa renda, pessoas com deficiência e microempreendedores individuais pela plataforma do programa: www.eufacocultura.com.br

TCDF aprova com ressalvas as Contas de Governo de 2017

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O Tribunal de Contas do Distrito Federal decidiu considerar as Contas de Governo de 2017 tecnicamente aptas a receber a aprovação da Câmara Legislativa do DF, porém com ressalvas. A apreciação do Relatório Analítico e Parecer Prévio (RAPP) ocorreu em Sessão Especial nesta quinta-feira, dia 22 de novembro de 2018. Acompanharam a sessão os secretários do GDF Sérgio Sampaio de Almeida, da Casa Civil; Wilson de Paula, da Fazenda; Renato Ribeiro, do Planejamento; Humberto Fonseca, da Saúde; e Marcos Dantas, das Cidades.

O RAPP 2017 mostra que a receita do Distrito Federal no ano passado foi de R$ 35,6 bilhões. Desse total, R$ 21,7 vieram dos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social (OFSS); R$ 653 milhões são recursos provenientes do Orçamento de Investimento das empresas estatais do DF não dependentes do Tesouro; e R$ 13,2 bilhões foram repassados pela União por meio do Fundo Constitucional do DF. No entanto, o GDF gastou R$ 35,9 bilhões.

O parecer prévio traz 12 ressalvas às contas do penúltimo ano de gestão do governador Rodrigo Rollemberg. Dessas, 10 já haviam sido feitas durante análise das contas de 2016.

Despesas sem contrato – Uma das ressalvas apontadas pelo TCDF é a reincidência na ocorrência de despesas sem cobertura contratual por parte do GDF. Isto é, a realização de pagamentos a empresas que prestaram serviços sem que houvesse contrato assinado com o GDF. Em 2017, essas despesas chegaram ao montante de, no mínimo, R$ 696,8 milhões, um aumento de R$ 80 milhões em relação a 2016.

Desse total, 81,9% foram realizadas pela Secretaria de Saúde e 17,9%, pela Secretaria de Educação. Em outros dois processos, o Tribunal determinou a audiência dos responsáveis para apresentação de razões de justificativa pelas irregularidades (Decisões 3.781/18 e 1.957/18).

Gastos com pessoal – Do total gasto pelo GDF em 2017, R$ 24,7 bilhões foram destinados a despesas com pessoal, um acréscimo de 1,6% em relação a 2016 (R$ 24,3 bilhões). Apesar desse aumento da despesa bruta com pessoal, o Governo do DF saiu do limite prudencial imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 46,55% da Receita Corrente Líquida (RCL). A medida ocorreu porque a RCL teve um aumento de 4,2% em 2017. Porém, o GDF ainda ficou em 46,07% dessa Receita e, portanto, acima do limite de alerta, que é de 44,10% da RCL.

Planejamento – Foram verificadas falhas também no planejamento governamental. Entre elas está a superestimativa de arrecadação, indicando a necessidade de adoção de critérios e controles efetivos na elaboração das leis orçamentárias para tornar as previsões mais próximas da efetiva realização. Foi identificada deficiência na definição e apuração de indicadores de desempenho para avaliar programas governamentais e insuficiência de dotações orçamentárias para subtítulos priorizados na LDO 2017.

Investimento em saúde e educação – O Relatório Analítico e Parecer Prévio aponta que o GDF cumpriu os limites mínimos de aplicação de recursos em saúde e educação, definidos pela Constituição Federal. Foram investidos quase R$ 3 bilhões em ações e serviços de saúde, R$ 892 milhões além do mínimo exigido. Na Manutenção do Desenvolvimento do Ensino (MDE), o GDF aplicou aproximadamente R$ 4,2 bilhões, o que corresponde a 26,8% da arrecadação local de impostos e respectivas transferências da União. Acima, portanto, do limite mínimo de 25% determinado pela Constituição.

Cultura e pesquisa – Já as aplicações em cultura e pesquisa não alcançaram o percentual mínimo determinado pela Lei Orgânica do DF. O Fundo de Apoio à Cultura do DF – FAC/DF deveria contar com dotação mínima de 0,3% da Receita Corrente Líquida – RCL do exercício, conforme o artigo 246, § 5º, da LODF. Esse percentual corresponde a R$ 62,2 milhões. Porém, o FAC/DF recebeu dotação de R$ 59 milhões ao final do exercício.

O valor repassado à Fundação de Apoio à Pesquisa – FAP/DF, por sua vez, foi de apenas 25,5% do estabelecido pela Lei Orgânica do DF. Em 2017, o GDF deveria ter repassado R$ 245,64 milhões, mas repassou R$ 65,7 milhões à Fundação.

Fundos especiais – Em relação aos fundos especiais, repetiu-se a baixa execução verificada em anos anteriores: dos 32 fundos existentes, apenas nove apresentaram execução acima de 50%, e oito sequer realizaram despesas.

Os fundos especiais congregam recursos que devem ser aplicados em destinação específica, segundo a finalidade para a qual foram criados. O RAPP 2017 reforça que, desde 2015, essa situação de baixa execução dos fundos especiais agravou-se com a transferência de recursos financeiros dos fundos para a Conta Única do Tesouro do DF.

Fundos que tinham previsão de um volume considerável de recursos tiveram execução ínfima em 2017. É o caso do Fundo de Desenvolvimento do DF – Fundefe, que recebeu dotação de R$ 292,8 milhões, mas executou R$ 28,2 milhões, apenas 9,6%. O Fundo Penitenciário do DF – FunPDF, outro exemplo, com dotação de R$ 54,8 milhões, realizou apenas R$ 498,3 mil, menos de 1%. Entre os oito fundos especiais que não realizaram nenhuma despesa em 2017 estão o Fundo de Apoio e Assistência ao Idoso do DF – FDI e o Fundo de Apoio ao Programa Permanente de Alfabetização e Educação Básica para Jovens e Adultos – Funalfa.

O Relatório sobre as Contas de Governo de 2017 mostra ainda a inconsistência das informações relativas a quantitativo de pessoal do Distrito Federal; ausência de metodologia para avaliar o custo/benefício das renúncias de receita e de outros incentivos fiscais; e inconsistências nos valores da dívida de precatórios judiciais do Distrito Federal, somadas a atrasos dos repasses de recursos devidos ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, destinados à quitação desses precatórios, em afronta à legislação sobre o tema.

Auditorias – o Relatório Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas de Governo de 2017 inclui achados de oito procedimentos de fiscalização realizados pelo TCDF e que influenciaram na análise dos resultados de programas de governo. A auditoria sobre a execução de contratos de vigilância e de cocção de alimentos na Secretaria de Educação e a inspeção realizada pela Corte nas escolas da rede pública de ensino do DF impactaram na avaliação dos resultados do Programa Educa Mais Brasília. O Programa de Mobilidade Integrada e Sustentável, por sua vez, foi analisado também com base nos resultados da auditoria sobre aspectos financeiros do Programa de Transporte Urbano do Distrito Federal – PTU/DF e da Inspeção que avaliou os terminais de ônibus do Sistema de Transporte Público Coletivo do DF.

Outra auditoria realizada pelo TCDF e que teve reflexo no RAPP 2017 foi a que analisou os resultados do PRÓ-DF II e do IDEAS Industrial. Constam ainda do Relatório Prévio resultados da Auditoria sobre Contratação e Execução de Serviços Cemiteriais; da Auditoria no Programa de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal – Procidades/DF e da Auditoria no Prodefaz/Profisco-DF.

Determinações e recomendação – Diante das impropriedades encontradas na análise das Contas de Governo de 2017, o TCDF determinou que o Governo do Distrito Federal solucione todas as ressalvas apontadas. Foram cinco determinações e uma recomendação.

Entre elas, a de encaminhar à Câmara Legislativa projetos de lei revisando os fundos especiais com execução orçamentária abaixo de 50%, em cumprimento ao artigo 3º da Lei Complementar nº 894/15.

O TCDF também determinou que o GDF adote as providências necessárias para efetivar o registro em cartório dos imóveis transferidos ao patrimônio do Fundo Garantidor do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev/DF), em decorrência das Leis Complementares nº 899/15, 920/16 e 932/17.

As duas primeiras leis autorizaram transferências de recursos do Fundo Previdenciário para o Fundo Financeiro em 2015 e 2016, o que resultou na diminuição do superávit do Fundo Previdenciário em 2017 (R$ 1 bilhão, contra R$ 1,3 bilhão em 2016).

Já a LC 932/17 reestruturou o Regime Próprio de Previdência Social do DF. Entre as principais modificações promovidas, estão a criação de regime de previdência complementar para servidores públicos efetivos que ingressarem após sua implantação, a junção dos contribuintes e beneficiários do DFPREV e do Fundo Financeiro em novo fundo financeiro e a instituição do Fundo Solidário Garantidor. A LC nº 932/17 incorporou ativos imobiliários e ações do BRB definitivamente ao patrimônio do Fundo Solidário Garantidor, administrado pelo Iprev/DF, decorrentes da compensação determinada pelas LCs nº 899/15 e 920/16. No entanto, ainda resta pendente o registro em cartório dos diversos imóveis transferidos.

A Corte recomendou, ainda, que o governo dê continuidade às medidas para solucionar a não inclusão, no orçamento e no sistema contábil do DF, dos valores provenientes da União integrantes do Fundo Constitucional do DF.

Sobre o RAPP 2017 – As contas do GDF relativas ao exercício de 2017 foram analisadas no Processo 39623/2017. A Secretaria de Macroavaliação de Gestão Pública do TCDF elaborou o Relatório Analítico e Projeto de Parecer Prévio (RAPP/2017), sob supervisão do Conselheiro-Relator Márcio Michel.

O material é baseado nas informações enviadas pelo Poder Executivo à Câmara Legislativa na prestação de contas anual e em documentos encaminhados pelas unidades que compõem o GDF. A equipe técnica utiliza, ainda, dados obtidos diretamente no Sistema Integrado de Gestão Governamental (SIGGO) e no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).

O Relatório Analítico e Parecer Prévio relativo às Contas de 2017 também apresenta a avaliação do patrimônio do GDF, das demonstrações contábeis e das gestões fiscal, orçamentária e financeira, a exemplo das despesas com pessoal e com licitações, dos gastos com publicidade e propaganda, além dos resultados por área de governo.

Delmasso entrega Plano Emergencial de Recuperação da Economia do DF ao governador eleito

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O deputado distrital Delmasso (PRB) entregou, nesta quarta-feira (21) uma carta aberta ao governador eleito, Ibaneis Rocha, contendo um Plano Emergencial para tirar o Distrito Federal da crise financeira. Ibaneis convidou os distritais para uma conversa e Delmasso aproveitou a oportunidade para apresentar o Plano como sugestão a ser votado na Câmara Legislativa, ainda em janeiro.

O Plano Emergencial de Recuperação da Economia do DF contém dez medidas, entre elas, o retorno das alíquotas internas do ICMS e dos tributos diretos, aos níveis vigentes em 31/12/2015.

“Algumas medidas não precisam esperar o início oficial dos trabalhos legislativos, pois a população aguarda de nós uma resposta rápida. Por isso, sugiro a convocação de uma sessão extraordinária em janeiro para votarmos o Plano”, afirma Delmasso.

Reeleito para a segunda legislatura, Delmasso é defensor de pautas em prol da economia familiar e empresarial da população e uma de suas principais bandeiras no próximo mandato será a Reforma Tributária Distrital.

 

Ex-presidente do MDB-DF vai coordenar administrações regionais

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Por Ana Maria Campos (CB Poder) – Ex-presidente do MDB-DF Gustavo Aires será o coordenador das cidades na Casa Civil.

Filho do ex-deputado Odilon Aires, ele esteve à frente do partido de Ibaneis Rocha quando Tadeu Filippelli esteve licenciado da função.

Aires ficará encarregado de articular as ações das administrações regionais. Terá uma função estratégica.

A escolha prestigia o partido do governador eleito.

 

Wellington Luiz será o presidente do Metrô-DF no governo de Ibaneis

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O governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), anunciou nesta quinta-feira (22) que o vice-presidente da Câmara Legislativa (CLDF), Wellington Luiz (MDB), será o presidente da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) em sua gestão.

O distrital tentou se reeleger nas eleições de 2018, mas obteve 11.663 votos e não garantiu uma vaga na CLDF para a próxima legislatura. Wellington é secretário-geral do MDB-DF, cargo estratégico na regional do partido.

Agente aposentado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), ele presidiu o Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF) por 12 anos. Fonte: Metrópoles

Rollemberg faz vistoria em obras do Residencial Crixá, em São Sebastião

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Empreendimento terá 3.120 apartamentos para classificados na faixa 1 da lista da Codhab. Governador de Brasília percorreu prédio e Centro de Educação Infantil em construção na área

Por Maryna Lacerda
As obras da primeira fase do Residencial Crixá, em São Sebastião, estão 60% concluídas. No atual estágio, são finalizados 528 apartamentos, como verificou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, em vistoria nesta quinta-feira (22).

O Residencial Crixá terá 3.120 apartamentos, com 52 metros quadrados cada — com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. O empreendimento será ocupado por candidatos da faixa 1 na lista da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), que têm renda mensal de até R$ 1,8 mil.

O investimento soma R$ 134.161,622,40, com R$ 52 milhões oriundos do programa Minha Casa Minha Vida.

O interesse social é o foco do residencial. “Os moradores serão a população que mais precisa [da política habitacional]. Eles pagarão parcelas de cerca de R$ 100 por cada apartamento desse”, destacou Rollemberg.

Para atender a estudantes, está em construção  — na fase da obra de fundação — um Centro de Educação Infantil (CEI), também com recursos do governo federal. O espaço, previsto para 2019, deve ser erguido pela construtora responsável pelas obras do empreendimento habitacional.

O Residencial Crixá integra o programa Habita Brasília, no eixo Morar Legal. Nessa modalidade, há a entrega de moradias com infraestrutura e equipamentos públicos. O objetivo é combater o déficit habitacional.

Moradores serão orientados sobre regras do condomínio

Ao receberem as chaves, os contemplados vão ter orientação sobre convivência em condomínio. A ideia é auxiliar os moradores no cumprimento de regras que, se seguidas, mantêm benefícios.

Com supervisão da Codhab, a empreiteira distribuirá um encarte com informações. O material vai tratar de planejamento financeiro para cumprir com o pagamento das parcelas e da taxa mensal e normas para uso das áreas comuns e de manutenção das unidades.

“É um trabalho técnico-social importante, porque, em muitos casos, os beneficiários não tiveram vivência anterior com esse tipo de moradia, que exige cumprimento de deveres e respeito aos direitos”, explicou a diretora de Produção Habitacional da Codhab, Junia Federman.

Concurso público para área de assistência social no DF vai contratar 314 servidores

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Cadastro de reserva prevê 1,5 mil vagas. Contrato com a banca examinadora foi assinado nesta quarta (21), e a estimativa é que o edital seja publicado em até 30 dias

Foi assinado na tarde desta quarta-feira (21) o contrato para concurso da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

Segundo a secretária Ilda Peliz, a banca examinadora será o Instituto Brasil de Educação (Ibrae).

O regimento prevê a publicação do edital até 30 dias após a assinatura. No entanto, Ilda contou que pediu a antecipação desse prazo ao presidente do Ibrae, João Costa.

O concurso vai contemplar a contratação de 314 servidores para contratação imediata para os quadros da secretaria, além da formação de cadastro de reserva que prevê 1,5 mil vagas.

Serão selecionados servidores para especialista e técnico em assistência social, com formação de cadastro de reserva correspondente a cinco vezes o número de vagas ofertadas para os cargos.

As inscrições custarão R$ 115 para especialista e R$ 85 para técnico. O edital trará todos os requisitos, as categorias contempladas e o cronograma do concurso.

O contrato foi assinado durante encontro de servidores de assistência social na Casa de Ismael. “Foi um compromisso desta gestão”, comemorou a secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Marta Sales.

A decisão final para a escolha do Ibrae como banca examinadora — que venceu outros seis concorrentes — ocorreu após avaliação dos técnicos da secretaria e cumpridas todas as etapas sobre informações, competências e recomendações e com a validação jurídica da Procuradoria-Geral do Distrito Federal.

Dilema: Ibaneis não pode errar na escolha do futuro secretário de Saúde

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Núbia Vieira, Carlos Fernando ou Adriano Ibiapina?
Entre os três postulantes ao cargo de secretário de Saúde do Distrito Federal, o governador eleito Ibaneis Rocha tem apenas um nome a escolher: o do médico Adriano Guimarães Ibiapina, um profissional com dez anos de carreira da Secretaria de Saúde e ex-gestor por quatro anos do (Hospital Regional da Asa Norte). Pelo menos essa é a avaliação confessada ao Radar nesta quarta-feira (21/11), por um assessor próximo ao governador eleito

Por Toni Duarte//RADAR-DF

Faltando 41 dias para tomar posse no comando do governo do Distrito Federal, o advogado Ibaneis Rocha encontra-se no meio de um dilema para definir quem será o seu secretário de saúde, decisão que deverá tomar até o fim desta semana, segundo informações obtidas pelo Radar.

Pelo menos três nomes estão postos a mesa do governador eleito. O primeiro deles, que em um dado momento figurou com certo para ocupar a pasta, foi o da superintendente do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, Núbia Welerson Vieira. Ela faz parte do governo de Transição.

No entanto, uma “corrente ibaneisista” avalia que a indicação será descartada por ser a cardiologista uma pessoa da extrema confiança do ex-secretário de Saúde de São Paulo, David Uip; que por sua vez é da extrema confiança do atual governador paulista Márcio França (PSB); que por sua vez é carne e unha com o governador Rodrigo Rollemberg que é do seu partido.

Já o sindicalista Carlos Fernando, vice-presidente do Sindicato dos Médicos do DF, pesa contra a indicação o perigo da politização sindical da pasta que carrega 36 mil servidores e com um orçamento de R$ 3,3 bilhões, previstos no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).

Fernando tem o apoio do médico sindicalista Gutemberg Fialho (PR), que não conseguiu se eleger deputado distrital na eleição de outubro deste ano.

“Se botar um sindicalista no comando da Secretaria de Saúde, o governador eleito irá enfrentar dificuldades para conter reações contrárias que provavelmente surgirá no meio do caminho”, avalia um membro da transição.

Outro nome apontado é do cirurgião bariátrico Adriano Guimarães Ibiapina. Este fez parte da equipe de Jofran Frejat quando o prestigiado médico e político era candidato a governador do Distrito Federal, corrida que desistiu antes mesmo do inicio da campanha eleitoral.

Por ter contribuído com o programa de governo, voltado para a saúde de Frejat, o cirurgião foi perseguido por Rodrigo Rollemberg que o transferiu do HRAN para um hospital de Santa Maria. O Dr. Ibiapina teve que entrar na justiça para retornar a origem.

“Não que Jofran Frejat tenha feito qualquer pedido a Ibaneis para que Adriano Ipiabina seja o secretário de saúde. No entanto, há uma tendência do governador escolhê-lo como forma de prestigiar o conterrâneo e ex-secretário de saúde Jofran Frejat”, disse uma fonte.

Apesar das conversas e dos mistérios que surgem nos bastidores da transição do novo governo, a decisão errada ou acertada será de responsabilidade do governador eleito Ibaneis Rocha. A “fumaça branca” é esperada por todos.

Bolsonaro nega que o filho Carlos terá cargo no governo federal

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Carlos Bolsonaro retoma mandato de vereador na próxima semana

Por Carolina Gonçalves

Na sua conta no Twitter, Carlos Bolsonaro reiterou que já contribuiu o possível durante a campanha do pai. Ele foi o responsável pelas redes sociais e também fazia papel de assessor de imprensa no Rio de Janeiro.Carlos Bolsonaro destacou que o “ciclo fechou” e que retornará à Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro na próxima semana.

“O meu ciclo de tentar ajudar diretamente chegou ao fim. São 18 anos de vida pública dedicados ao que acredito. Estes últimos três meses de licença não remunerada para acompanhar o que sempre acreditei se encerram. Semana que vem volto às atividades na Câmara de Vereadores do Rio.”

O nome de Carlos Bolsonaro foi citado como possível postulante para a Secretaria de Comunicação da Presidência da República durante entrevista coletiva concedida por Gustavo Bebianno, que deverá assumir a Secretaria Geral da Presidência. Na ocasião, Bebianno disse que Carlos era peça importante para a equipe.

Economia brasileira cresce 1% no terceiro trimestre, diz FGV

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Comércio foi um dos principais responsáveis pela expansão do PIB. Setor cresceu 1,3% (Marcelo Camargo/Agência Brasil/EBC)

Por Vitor Abdala

De acordo com a pesquisa, divulgada hoje no Rio de Janeiro, o PIB se expandiu 1,7% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, e acumula alta de 1,6% em 12 meses.

Considerando-se apenas setembro, houve avanços de 0,4% na comparação com agosto deste ano e de 1,1% em relação a setembro de 2017.

O crescimento de 1% do segundo para o terceiro trimestre foi seguido pelos três grandes setores produtivos: serviços (0,7%), indústria (0,7%) e agropecuária (2,4%). Entre os segmentos da indústria, a maior alta foi anotada na construção (1,5%).

Também teve crescimento a indústria da transformação (0,7%).

No entanto, tiveram queda a indústria extrativa mineral (-0,7%) e a geração de eletricidade (-0,4%).

Entre os serviços, as maiores altas foram observadas nos segmentos de transportes (2,5%) e comércio (1,3%). Apenas o setor de outros serviços teve queda, de 0,1%.

Demanda

Sob a ótica da demanda, a alta foi puxada principalmente pela formação bruta de capital fixo, que são os investimentos.

O setor cresceu 7% de um trimestre para outro. O consumo das famílias também aumentou, mas de forma mais moderada: 0,7%. O consumo do governo, por outro lado, caiu 0,1%.

No setor externo, observou-se um avanço de 8,6% nas exportações entre o segundo e o terceiro trimestre. As importações, no entanto, tiveram um crescimento mais expressivo no período: 11%.