Início Site Página 2502

Saiba por que carros da Uber com aparelhos no teto estão andando em Brasília

0

Empresa realiza projeto de mapeamento de ruas e estradas brasileiras com o objetivo de oferecer mais precisão em sua plataforma

Veículo de mapeamento da Uber em frente à Catedral de Brasília

No final do ano passado, foi iniciado o mapeamento da Uber no Brasil, começando pela cidade de São Paulo. No total, já foram mapeados cerca de 200 mil km de vias em mais de 18 cidades do país, incluindo agora Brasília.

O trabalho de mapeamento na cidade está sendo realizado ao longo das últimas semanas por cerca de vinte veículos equipados com dispositivos de alta tecnologia, como receptores, radares a laser e câmeras de alta precisão conduzidos por uma equipe específica da Uber.

O trabalho consiste em uma combinação de tecnologias de mapeamento (incluindo o seu próprio mapeamento) para fornecer a infraestrutura adequada para os aplicativos da Uber. “Mapas precisos são o coração do nosso serviço e a espinha dorsal do nosso negócio. Na verdade, a Uber não existiria se os mapas digitais não tivessem sido criados primeiro”, afirma Ruddy Wang, gerente geral da Uber no Centro-Oeste.

Essa iniciativa é fundamental para a Uber porque a experiência do usuário com o aplicativo baseia-se principalmente em informações fornecidas pelos mapas: quando ele insere o local em que quer esperar pelo carro e qual será seu destino, por exemplo. Da mesma forma, é com base nas informações dos mapas e GPS que o algoritmo da Uber calcula o horário estimado de chegada e o local e horário exatos onde os usuários devem esperar pelo motorista.

Os mapas já existentes são um bom ponto de partida, mas algumas informações não são relevantes para a Uber, como a topografia oceânica, por exemplo. Segundo Ruddy, “há dados sobre os quais precisamos saber muito mais, como padrões de tráfego e locais precisos para embarque e desembarque. Precisamos também ser capazes de proporcionar uma experiência perfeita aos usuários em partes do mundo onde não há mapas detalhados ou nem mesmo sinais de rua”.

Com isso, Brasília soma-se a outras cidades do mundo em que o projeto de mapeamento já foi concluído ou está em vigor, como nos Estados Unidos, México, Reino Unido, África do Sul e Austrália, por exemplo. Para acompanhar as próximas cidades do projeto, visite uber.com/mapping.

Confira aqui o vídeo do carro nas ruas de Brasília.

Hplus Hotelaria lança campanha cultural no Instagram em homenagem ao Centenário de Athos Bulcão

0

A promoção presenteará os ganhadores com diárias no hotel da rede

Para celebrar o centenário do artista Athos Bulcão, a Hplus Hotelaria lança campanha cultural na rede social Instagram para divulgar as obras do artista brasileiro espalhadas por Brasília. O participante da promoção deve tirar uma foto junto a uma das diversas obras disponíveis na capital federal e usar a hashtag #HplusEstouNoAthos #AthosBulcao na publicação.

A foto vencedora será aquela que obter o maior número de curtidas entre os concorrentes no bimestre: julho e agosto, setembro e outubro, novembro e dezembro. Como premiação, o ganhador e um acompanhante poderão curtir um final de semana no hotel Athos Bulcão Hplus Executive. O prêmio também inclui um jantar no restaurante do hotel durante a estada. Até o final do ano serão três vencedores.

Quer participar? Baixe agora o mapa das obras do Athos Bulcão no site Hplus, visite um dos pontos turísticos e faça uma foto bem legal ao lado de uma obra do artista. Depois é só postar a foto no seu Instagram e convidar os amigos para curtir. Fique na torcida para que sua publicação seja a mais curtida! Os ganhadores da promoção serão divulgados nas redes sociais da Hplus Hotelaria no início de cada novo bimestre.

 

O prêmio:
– 2 diárias de final de semana, com direito a um acompanhante no hotel Athos Bulcão Hplus Executive.
– Café da manhã servido no restaurante.
– 1 jantar no restaurante do hotel para o vencedor e o acompanhante durante a hospedagem.

– Estacionamento

– Internet Free

Bimestres:

– Julho e agosto – anúncio do 1º ganhador no 1º dia útil de setembro

– Setembro e outubro – anúncio do 2º ganhador no 1º dia útil de novembro

– Novembro e dezembro – anúncio do 3º ganhador no 1º dia útil de janeiro

Sobre a Hplus Hotelaria – Fundada em 2002 em Brasília, a Hplus Hotelaria é a maior rede de hotéis do Centro-Oeste e conta com 16 unidades, sendo cinco hotéis em Brasília e dois no Nordeste (João Pessoa e Natal) e nove apart hotéis no Distrito Federal. Estão previstas também novas inaugurações em São Paulo, Rio de Janeiro, Palmas e Manaus.

Sobre Athos Bulcão  Nascido na cidade do Rio de Janeiro, Athos Bulcão (1918-2008) explorou diversas técnicas, sendo um artista múltiplo. Durante os 70 anos de sua carreira, criou pinturas, desenhos, gravuras, esculturas e sua monumental obra de integração entre arte e arquitetura. Em 1958, mudou-se para Brasília, onde viveu até sua morte, em 2008. Um dos artistas brasileiros mais conhecidos do século XX, Athos encontrou na azulejaria sua expressão artística mais significativa. Trabalhou com vários arquitetos brasileiros, mas seus projetos com Oscar Niemeyer e João Filgueiras Lima, o Lelé, tornaram-se um marco na arquitetura brasileira.

 Sobre a Fundação Athos Bulcão – Foi criada em 1992 e atua na promoção, documentação, preservação, pesquisa e difusão da obra de Athos Bulcão, além de comercializar múltiplos de seus trabalhos. A instituição, com sede em Brasília, também desenvolve importantes projetos na área de arte-educação, comunicação e mobilização juvenil. Visite www.fundathos.org.br e conheça mais sobre a obra de Athos, os projetos da Fundação e seus produtos.

Participe: https://www.hplus.com.br/promocao-100-anos

Adotar hábitos saudáveis previne doenças renais

0

Semelhantes ao formato de grãos de feijão, os rins desempenham funções vitais para o nosso organismo. A cada minuto os órgãos recebem cerca de 1,2 litros de sangue, o que corresponde a aproximadamente 1/4 do volume total de um adulto. Calcula-se que a cada hora todo o sangue de uma pessoa é filtrado aproximadamente 12 vezes pelos rins. As toxinas são eliminadas em forma de urina e o sangue retorna ao nosso organismo filtrado. Além disso, os rins atuam na regulação da formação do sangue e dos ossos, produzem hormônios que impedem a anemia e a descalcificação óssea, eliminam alguns medicamentos e outras substâncias ingeridas, regulam a pressão sanguínea e controlam o balanço químico e de líquidos do corpo.

Apesar da importância da saúde renal para o bom funcionamento do organismo, as pessoas não dão muita atenção para os rins. Estimativas apontam que existem atualmente cerca de 641 milhões de pessoas com doenças renais crônicas no Brasil. A previsão é que, até o ano de 2025, 13% da população mundial adulta sofra desse problema. A cada ano, aproximadamente, 21 mil brasileiros iniciam tratamento de terapia renal substitutiva, mais conhecida como diálise.

Adotar desde cedo um estilo de vida saudável é o principal aliado para prevenção de problemas nos rins. De acordo com a Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), um dos principais fatores de risco é a obesidade. Comparados a indivíduos com um Índice de Massa Corporal (IMC) nos parâmetros saudáveis (entre 18,5 e 24,9), pessoas obesas possuem um risco 83% maior de desenvolver doença renal crônica. “A obesidade é uma epidemia mundial e o excesso de peso pode levar à hipertensão e à diabete, os dois maiores causadores de problemas renais”, completa Marcos Alexandre Vieira.

Para Marcos, presidente da ABCDT, ajustes simples no estilo de vida, como praticar exercícios físicos regularmente, não fumar e evitar o consumo excessivo de sal, carne vermelha, bebidas alcoólicas e gorduras são importantes aliados da saúde renal. “É importante controlar o peso corporal, a pressão arterial, o colesterol e a glicose. Além de conhecer os fatores de risco, recomenda-se que todas as pessoas realizem uma vez por ano exames laboratoriais para avaliar a saúde dos rins, como dosagem de creatinina no sangue e análise de urina”, explica o presidente da ABCDT.

Preço da gasolina sobe em refinarias, mas baixa nos postos, diz ANP

0

Apesar de terem subido nas últimas semanas nas refinarias, nos postos, os preços da gasolina, em valores médios, vêm caindo nos estados, revela pesquisa feita semanalmente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O litro da gasolina nas refinarias da Petrobras era de R$ 1,94 em 30 de junho e subiu, gradativamente, para R$ 2,02, valor do combustível partir deste sábado (7). Porém, de acordo com a ANP, era de R$ 4,57 na semana de 10 a 16 do mês passado, passou para R$ 4,53 entre os dias 17 e 23, caiu para R$ 4,498 entre 24 e 30 e ficou em R$ 4,49 de 1º a 7 de julho.

Da mesma forma, o diesel mantém-se em R$ 3,03 nas refinarias da Petrobras desde o dia 1º de junho, mas vem caindo nos postos: de R$ 3,43 na semana de 10 a 16 de junho caiu para R$ 3,38 entre 1º e 7 de julho, diz o levantamento da ANP.

O etanol, que não é refinado pela Petrobras, mas por dezenas de refinarias em várias regiões do país, também vem passando por uma curva descendente nos postos. De acordo com a ANP, o preço do litro caiu de R$ 2,94, na semana entre 10 e 16 de junho, para R$ 2,83 entre 1º e 7 de julho.

Além da lei de livre mercado, da oferta e da procura, incidem sobre os preços dos combustíveis fatores como impostos estaduais e o câmbio internacional, principalmente o valor do dólar frente ao real.

Lei Eleitoral restringe atos do poder público a partir de hoje

0

Entre as condutas vedadas está a transferência voluntária de recursos

A transferência voluntária de recursos da União para os estados e municípios, bem como dos governos estaduais aos municipais, está proibida a partir de hoje (7), devido às eleições de outubro. Essa é uma das condutas vedadas pela Lei Eleitoral três meses antes do pleito, visando evitar que atos do poder público afetem a igualdade de oportunidades entre os diversos candidatos. O descumprimento das proibições pode levar desde a anulação do ato, passando por multa para o agente público responsável pela iniciativa até a cassação do registro ou do diploma do candidato beneficiado.

Segundo o assessor da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Sérgio Ricardo dos Santos, a legislação proíbe atos que possam influenciar o pleito, desequilibrando a disputa eleitoral. “Essa previsão visa trazer equilíbrio à eleição, ainda mais no cenário em vivemos em que é possível a reeleição. Quem tem a caneta na mão, no caso o governante, poderia eventualmente explorar aquele ato de uma forma não ortodoxa, incluindo aspectos que possam favorecer possíveis candidatos”, argumentou. “A promoção do equilíbrio da disputa é fundamental para a garantia da democracia”, completou.

Conforme dados do Portal da Transparência, neste ano, a União transferiu R$ 157,7 bilhões, o que representa 11,5% dos gastos públicos. Desse total, R$ 107,3 bilhões são repasses obrigatórios (constitucionais e royalties). Os demais R$ 50,5 bilhões são transferências voluntárias.

A Lei Eleitoral abre exceção para o repasse voluntário de recursos decorrentes de convênios assinados anteriormente, para a realização de obras ou serviços em andamento e com cronograma pré-fixado, além da liberação de verbas para atender situações de emergência e calamidade pública.

Condutas proibidas

Uma das ações vedadas mais recorrentes na Justiça Eleitoral é a propaganda institucional. Neste período é proibida a veiculação da propaganda institucional de órgãos públicos. Ou seja, a publicidade dos atos do governo terá caráter exclusivamente educativo, informativo ou de orientação social, sem nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção de autoridades. Pode ser veiculada também publicidade de produtos e serviços que disputem mercado. Por exemplo, do Banco do Brasil.

As campanhas de utilidade pública, como os anúncios de vacinação, são permitidas desde que submetidas à deliberação da Justiça Eleitoral. “É avaliado se existe gravidade de fato e urgência que indique a necessidade de o poder público fazer uso da mídia”, explicou Santos. Neste período também não pode haver pronunciamentos em rede de rádio e televisão, exceto em casos de urgência autorizados pela Justiça Eleitoral.

A Lei Eleitoral proíbe ainda nomear, contratar, admitir, demitir sem justa causa, tirar vantagens funcionais, impedir o exercício profissional, transferir, remover ou exonerar servidor público até a posse dos eleitos. Nesse caso também há exceções: são permitidas nomeações e exonerações de cargos de confiança, nomeações para cargos do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos tribunais ou conselhos de contas e dos órgãos da Presidência da República, bem como de aprovados em concurso públicos homologados até este sábado.

A partir de hoje, o poder público não pode contratar shows pagos com dinheiro público para inaugurações de obras, bem como os candidatos não devem participar desses eventos. Em ano eleitoral é proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios pela administração pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior. Os programas sociais não poderão ser executados por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por ele mantida.

Jofran Frejat pretende governar com fiscalização regionalizada e sem o “toma-lá-dá-cá”

0

Em entrevista ao JBr. o ex-secretário de Saúde e pré-candidato ao GDF, prometeu valorizar os servidores públicos e garantiu portas fechadas para o “toma-lá-dá-cá.

Por Eric Zambon, Francisco Dutra, Jorge Eduardo Antunes e Valdir Borges 

A reforma da previdência feita pelo Governo do Distrito Federal (GDF), no final de 2017, é uma bomba armada contra os futuros aposentados, segundo Jofran Frejat (PR), pré-candidato ao Palácio do Buriti. O ex-secretário e ex-deputado tentou a eleição para governador em 2014, chegando ao segundo turno no embalo da promessa da passagem de ônibus a R$ 1. Desta vez, a princípio, a proposta vai ficar na gaveta. Prometendo valorizar os servidores públicos, Frejat garante portas fechadas para o “toma-lá-dá-cá.

Onde está a passagem a R$ 1 da campanha passada? Foi promessa eleitoreira?

Quem me conhece sabe que eu não faço esse tipo de coisa. Nós tínhamos toda a responsabilidade de apresentar uma proposta. Hoje eu não posso dizer porque não tenho o orçamento na mão. Vou estudar o orçamento e ver o que se pode fazer. O que posso dizer é que quando a gente propôs R$ 1 o atual governo entendeu US$ 1. É por isso que a passagem está praticamente correspondente a US$ 1. Acontece que naquela época o GDF gastava com o transporte público de ônibus R$ 90 milhões mensais. Desses, R$ 40 milhões pagava diretamente para deficientes, estudantes e idosos. Ficavam R$ 50 milhões. Deles iam R$ 25 milhões para vale-transporte, pago pelas empresas. E o restante era para a catraca. A passagem custava R$ 2. Se reduzisse para R$ 1, o GDF teria que bancar mais R$ 12,5 milhões. O que era perfeitamente possível. Basta ver as multas no trânsito e o IPVA que você cobria tranquilamente isso. Foi um trabalho feito pelo pessoal do antigo Geipot e da universidade. Há três meses atrás, na Alemanha, cinco grandes cidades começaram a cobrar tarifa zero. Você não mede um indivíduo pela posse de um carro. Você mede uma sociedade inteira pela capacidade do transporte público, ônibus e metrô.

O sistema de ônibus é questionado pela Justiça e a Câmara Legislativa. O senhor vai revê-lo?

Vou ter que esperar a decisão da Justiça, Tribunal de Contas e da Câmara Legislativa. Se foi uma tomada de decisão legal, correta e beneficiando a população, muito bem. Agora, fizeram uma divisão em bacias. Como eu sou do interior do Piauí, bacia na minha cidade é para lavar a mão, não era para fazer transporte público. Precisa saber se essa bacia não está lavando a mão de muita gente.

Reduzirá as passagens?

Hoje não estou mostrando compromisso. Vou estudar. Ainda não sei. Mas naquela época eu tinha informações do orçamento. Eu não era o candidato à governador. Era o Arruda. Eu era a vice. Eu fiquei um mês na campanha. Esse estudo vinha sendo feito por um grupo que tinha esses elementos na mão. Sem eles, seria uma irresponsabilidade minha dizer que ia baixar a passagem. Vamos analisar e faremos a proposta.

Transporte para a periferia?

Qual é a dificuldade para você fazer uma proposta em que o governo se responsabilize pelo pagamento para que os ônibus ou outro tipo de transporte façam isso, sendo que o governo vai arcar com a responsabilidade de pagar? Não vejo. Ele não roda para lá porque o governo não está interessado. Não definiu em bacias? Porque não pode definir onde vai passar? As antigas cooperativas já tiveram essa função. E estão hoje tendo uma função dentro de condomínios. É alguma coisa que tem que ser analisada. E temos um grupo para isso.

O senhor pretende acabar com a Agefis e transferir a fiscalização para as administrações regionais? Mas há casos recentes de corrupção nelas.

Porque é praticamente impossível para um órgão centralizado verificar invasões lá na ponta. Se o juiz viu que botaram um barraco em Brazlândia, Ceilândia? Quem é que primeiro identifica isso? É a administração. Depois de construir a casa, em que o indivíduo coloca o seu barraco inicial, momento em que ninguém diz nada, constrói sua casa, gasta seu dinheiro comprando tijolo, você vai lá e derruba? Porque não fez antes? Isso é igual medicina, você tem que fazer a prevenção, impedir que aconteça. Centralizado, isso não vai acontecer. Essa questão de corrupção existe em qualquer canto. Se houver alguma corrupção, rua, cadeia. Eu não tenho mais idade para errar. Tenho um nome respeitado. Não vou jogar isso fora. Não vou entregar minha alma ao Diabo. Meu governo não será balcão de negócio.

Mas essa regionalização não dificulta a fiscalização?

Se for assim, não se coloca hospital regional, não se bota escola em região, porque também pode haver corrupção. Ou a gente escolhe pessoas com compromisso ou com corrupção. Isso há em qualquer setor.

Como o senhor avalia a reforma da previdência do GDF?

Isso vai dar um estouro lá na frente. Até 2080 nós estamos com um problema. Estou com um pessoal trabalhando em cima disso, para ver como é que resolve. Da maneira como está, na hora que esse pessoal começar a se aposentar, esse pessoal do qual foi retirado recurso, esse pessoal está na mão, está liquidado. Agora, tem um reforma da previdência nacional em andamento. Nós temos que ver qual é o caminho, qual é o resultado dessa previdência nacional, para tomarmos providência também. Agora, que tem encontrar saída, tem. Tem que conversar com o Governo Federal, com a Previdência Social para encontrar uma saída.

Tomará alguma medida?

Eu não posso deixar que isso continue da maneira como está. Porque isso vai estourar na mão de alguém. Não vai no governo atual, nem no próximo, mas lá na frente sabemos que vai. Então temos que fazer um planejamento. Vamos deixar isso acontecer? Precisamos ter responsabilidade. Tem que encontrar um mecanismo para repor isso aí. Dar a garantia para que as pessoas se aposentem adequadamente. É uma coisa curiosa. Só se procura bater no pobre do aposentado. É o indivíduo que participou da construção da cidade, do País e quando vem a chibatada vem em cima do pobre do aposentado. Ele não pode mais reagir. Não faz mais greve. E acaba levando a pancada grande.

Segurança Pública? E a paridade entre Polícia Civil e Federal?

Nós já fomos a melhor segurança pública da América Latina. Olha onde chegamos. Banalizou o crime. Nós já tivemos uma polícia muito eficiente. Há hoje uma briga permanente. A Polícia Civil quer a paridade com a Polícia Federal. E a Polícia Federal surgiu daqui, foi uma criação a partir da Polícia Civil do DF. Na época estabelecemos a paridade. Participamos disso como constituinte, na Câmara Federal. Foi reduzido. E hoje o policial está desmotivado, insatisfeito, não tem assistência médica e há uma permanente discordância entre a Polícia Civil e a Polícia Militar. O Civil quer a paridade e é justo que tenha. Como fazer? Temos que estudar o orçamento, conversar com eles. Se for possível, eu darei. Agora será parcelado? Será de imediato? Depende de termos recursos para fazer isso. Em qualquer lugar o policial civil e militar é prestigiado pelo governo, pela população. Aqui não. O bandido virou vítima.

Hoje grande parte do orçamento está comprometido com a folha de pagamento. Como resolver este nó?

O servidor é uma grande figura, importantíssima. Você vai a um hospital e a população está se queixando do servidor como se ele fosse o culpado. Ele não é o culpado. Por isso, ele vai trabalhar desmotivado. Existe o Fundo Constitucional para a polícia, saúde e educação. Fica em torno de quase R$ 15 bilhões, de um orçamento do DF de R$ 40 bilhões. Pois bem. O que aconteceu com o restante dos recursos? Comissionado? Isso você tem que diminuir. Comissionado não é uma preocupação nossa. O servidor concursado é que é. Agora, nós perdemos arrecadação. Aqueles que geram emprego e renda em Brasília estão indo embora. Estão indo para Goiás. É claro, o governador de lá reduziu imposto. Não estão saindo só empresários. Nossos filhos e netos também indo embora de Brasília e do Brasil. O DF deixou de gerar renda e emprego. Nós estamos hoje com mais de 300 mil desempregados. Você vai ter que chamar esse pessoal de volta. Temos que encontrar uma saída, porque gera recurso, imposto, renda e emprego. Com isso você aumenta a arrecadação e aumenta a possibilidade de aumentar o número de servidores, independentemente do Fundo Constitucional. Comissionado, meu amigo, é um grupinho de confiança e acabou-se.

Como fazer isso?

Dá para conversar com os governadores e estabelecer um planejamento. E conversar com os empresários e dizer que o percentual de imposto será esse. Discutir com eles. Hoje não estão ouvindo o setor, os empresários. E eles estão insatisfeitos. Brasília tem um mau hábito. Brasília tem as melhores cabeças deste Pais. Entra governo e se busca o secretário lá de não sei de aonde, outro de não sei das quantas. Podem ser inteligentíssimos, só que vão demorar no mínimo dois anos para entender a rede e o funcionamento.

Quem vai ser o secretário de Fazenda?

Estás brincando. Estamos analisando nomes do DF.

Como reduzir os comissionados e manter um bom trânsito com a Câmara Legislativa, que costuma fazer indicações nos governos?

Já disseram que eu sou incontrolável. Só tem uma pessoa que me controla. É minha mulher. Fora disso não há possibilidade. Gosto de contar uma história. Em uma das vezes que fui secretário de Saúde, me chega um chefe de gabinete do governador e disse: “Frejat você conhece fulano de tal?”. Eu disse: “É um excelente profissional”. E ele falou: “O governador quer que você coloque de diretor do Hospital de Base”. Digo: “Não posso”. E ele falou: “Você não está entendendo. O governador quer que você coloque fulano de tal”. E respondi: “Não posso colocar alguém no Hospital de Base que eu não possa demitir. Vai ficar muito difícil”. Ele respirou fundo e disse: “Mas você não está entendendo. O governador quer que você bote o fulano de tal como diretor do Hospital de Base”. Eu digo: “Eu tenho a solução, fala para o governador que tem um cargo de secretário de Saúde vago”. Acabou o problema. E alguém tentou me tirar? Todos os governadores, quando alguém queria falar alguma coisa da Saúde, diziam: vai falar com o Frejat, que não mexo na área da saúde. Funcionava. Porque na hora em que você coloca um diretor que foi deputado distrital porque alguém indicou, você vai fazer política. Não funciona. Tem que botar gente que possa responder.

Você vai extinguir a indicação política?

Se for uma pessoa competente, séria? Sim, posso botar. Agora, não vou fazer balcão de negócio. Ou faz um trabalho sério ou não faz.

Só vai aceitar indicação técnica?
Esquece. Não tenho esse compromisso. Meu compromisso é com a população. Se me quiserem do jeito que eu sou.

Isso não vai dificultar a relação com a Câmara?
Meu compromisso é com a população. Se me quiserem do jeito que eu sou. Pode até dificultar. Mas não estou preocupado com isso. Quem tiver preocupação que faça os seus acordos.

O atual governo foi eleito com o mesmo discurso contra o “toma-lá-dá-cá”. Sofreu na mão da Câmara. Hoje adota outra postura. O que o senhor fará para não repetir essa história?

Você está confundindo as coisas. Meu nome é Jofran Frejat.

Os discursos são parecidos.

Meu nome é Jofran Frejat. Não me chame por outro nome. Os acordos que fizeram por lá, cada um responda por seu acordo. Se eu não fazia isso na saúde, porque vou fazer agora?

Porque talvez fique difícil governar com uma Câmara Legislativa contra.
Vocês gostariam que não existisse a Câmara Legislativa?

Não. Gostaríamos de ouvir uma proposta concreta para o GDF de uma relação com a Câmara, livre do “toma-lá-dá-cá”. Que fosse factível. Que não ficasse apenas no discurso antes da eleição.
Não aceito essa crítica antecipadamente. Façam depois. São jornalistas para isso. Quando houver, se houver. Aí você fala: “Governador, você falou que não iria fazer isso”.

Iremos. O senhor criticou a reforma local da previdência. Mas ela teve o apoio do deputado distrital Agaciel Maia, que é o do PR, líder do governo na Câmara e é do seu partido. Indiretamente, o seu partido ajudou a construir uma coisa, que senhor diz que não pretende continuar.

Você tem que perguntar para o Agaciel Maia. Não para mim. Não fui eu que fiz.

O governo nunca é uma pessoa só. São grupos, entes. Governos bem sucedidos têm sintonia entre liderança e os satélites. Sempre vai ficar cada um respondendo por si?

Eu não quero mudar nada (resposta com tom irônico).

Qual vai ser sua relação com a Câmara Legislativa? Vai aceitar indicação de deputado? Vai ser absolutamente republicana?

Com certeza, como sempre fui. Não adianta vocês tentarem me empurrar. Parece que vocês querem me empurrar.

O que a gente não aguenta mais é ver a população sofrendo por conta desse “toma-lá-dá-cá”. Neste sentido, eleitores querem fugir da política, justamente, por conta das ações deste sistema. Como batalhar contra isso?

É um erro. Se você não escolhe um candidato, alguém escolhe por você, seguramente. Alguém que vai escolher por uma cesta básica, um tijolo, cimento, etc. O voto é uma coisa importante. Você daria uma procuração para alguém que você não conhece para representar você? Um parlamentar, um governador vai falar por você, discursar por você, tomar decisão por você, votar por você. Você daria uma procuração para qualquer um? Então é o que a população tem que ver. No momento em que você abre mão desse direito, dessa responsabilidade, você está dando chance para a eleição de um bandido, de um safado qualquer, um cara sem nenhum compromisso com a população. Depois não vai poder reclamar. Reclamar do quê? E se não votou, reclamar menos ainda. É imperioso que a população vote, escolha. É insatisfeito? Tem problema com a política? Todo lugar tem problema. Mas tem problema exatamente porque colocaram gente que não responde positivamente.

Já escolheu seu vice?

Já. É o Vasco da Gama. Por enquanto é. Eu posso falar do meu time. O que posso fazer? Dói na alma. Por enquanto, estamos conversando com muitas pessoas.

Ibaneis Rocha?

É um bom candidato. Existe um série de questões. A questão partidária. Eu tenho que ter um vice que, primeiro, não seja o meu opositor, como acontece hoje no GDF. E, segundo, que seja uma pessoa que não vai sujar a chapa. Porque com isso podemos ter problemas até de ordem jurídica. Não há razão nenhuma para sair correndo atrás disso.

Rôney Nemer?

É uma pessoa muito boa. Mas ele mesmo diz que ainda tem um problema na justiça pendente.

Flávia Arruda?

Ela foi candidata da outra vez. Houve uma exposição muito grande na outra campanha. Diziam que eu ia ser marionete do Arruda. Que ia ganhar a eleição e renunciar. A Flávia é uma excelente pessoa. Mas é candidata a deputada federal. Então o Arruda está fazendo a campanha dela. É muito justo.

Como anda a relação com Arruda?

Muito boa. Conheço o Arruda há 40 anos. As pessoas dizem: Ah! Mas e o Arruda! E daí? Tudo o que ele fez de bom a gente aprova, bate palma. Se ele fez, se ele fez, se, ele que responda. Não tenho que responder pelos outros.

O senhor responde a processos de improbidade?

Desde a época en que criei a Faculdade de Medicina que já entraram na Justiça contra mim. Estão errados. Tem o caso do Hospital do Paranoá e da compra sem licitação do quimioterápico para câncer de mama. Ganho todas. Não dou a menor confiança. Como administrador você tem responsabilidades. Imagina se eu não fizesse o Hospital do Paranoá? Disseram que estaria superfaturado. Depois não. Estaria é superestimado. Hoje, não dá mais conta dos pacientes.

Como diminuir o índice glicêmico das suas comidas favoritas?

0

De acordo com especialista, itens que prejudicariam os resultados da dieta podem ser “neutralizados” por outros com um valor baixo da taxa

Com o advento dos digital influencers fitness e uma crescente conscientização em torno da saúde e da boa forma, as pessoas passaram a se informar mais sobre alimentação. De uns tempos para cá, muito tem se falado sobre o índice glicêmico dos alimentos e o quanto isso interfere na perda de peso. O IG mede a velocidade com que os níveis de insulina do organismo aumentam de acordo com a rapidez com que a glicose entra na corrente sanguínea.

Com isso, quanto maior o valor do IG, maior a velocidade que os carboidratos são transformados em glicose no organismo e maior o estoque de gordura que não será usada como energia, ou seja, aumento de peso na certa. O grande problema é que muitos alimentos “queridinhos” das dietas das pessoas têm este índice muito elevado. “A tapioca, por exemplo, tem um IG bem alto, maior até que o do açúcar e do pão”, explica o nutricionista Daniel Novais.

A notícia boa é que se estes alimentos forem combinados com itens de índice glicêmico baixo, menor ou igual a 55, ou médio, entre 56 e 69, eles não precisam ser cortados. “Muitos ingredientes podem ser incluídos no cardápio e até mesmo nas receitas preferidas das pessoas. Neles são encontradas grandes quantidades de fibras solúveis, que formam uma espécie de camada no estômago. Esta camada retarda a absorção de glicose e aumenta a sensação de saciedade”, diz Daniel.

 

Aveia

Muito utilizada no dia a dia, pouca gente sabe das propriedades da aveia. Com 58 de índice glicêmico, o farelo pode ser adicionado em massas de tapioca, sopas e frutas, evitando picos de glicose e ajudando no emagrecimento.

 

Farinhas funcionais

De uns tempos para cá, o acesso a ingredientes funcionais tem sido mais fácil e as farinhas são um exemplo disso. Existe uma infinidade de opções além da branca e da integral. Farinhas de maracujá, de feijão branco, de banana verde e até mesmo de aveia podem substituir a tradicional em receitas e fazer com que, mesmo na dieta, a pessoa não precise abrir mão de um pãozinho de vez em quando.

 

Biomassa de banana verde

Por ser feita da fruta ainda verde, a biomassa possui o que se chama de amido resistente, que é uma espécie de carboidrato que não libera glicose. O produto é muito usado em receitas de doces funcionais, como o queridinho brigadeiro. Já pensou em poder matar a vontade de sobremesa sem prejudicar a dieta?

 

Grãos de chia e linhaça

Já tão famosas nos planos alimentares, a chia e a linhaça são ricas em fibras solúveis, além de serem uma ótima fonte de ômega 3, fazendo bem para a saúde como um todo. Com um sabor neutro, elas podem ser adicionada tanto em receitas salgadas, como massas de pão e de tapioca, quanto em doces, como sucos, shakes, doces e saladas de frutas.

Moments: My House realiza segundo episódio da trilogia de aniversário da marca

0

Segunda parte da comemoração de 10 anos da label promete agitar cena eletrônica da cidade no dia 13 de julho

Os brasilienses que curtem música eletrônica de qualidade podem comemorar: vem aí a segunda parte da trilogia de 10 anos da My House. Após o sucesso da primeira festa no dia 10 de março, a edição, batizada de Episódio 2 – Moments, promete surpreender ainda mais seu público. Com data e local marcados, o evento será no dia 13 de julho no Estádio Nacional, com mood totalmente open air. “Nós apreciamos muito quando podemos oferecer esse tipo de experiência ao público, principalmente por causa das diferentes sensações que o amanhecer em um local aberto traz”, explica a produção.

Como de costume, a festa, que vem quebrando recordes de público a cada edição, vai trazer o melhor da cena para solo brasiliense no que diz respeito às atrações. Encabeçando o line-up, um duo com Lee Foss, dono do selo Hot Creations e renomado na cena underground de techno e house, com a cantora americana Anabel Englund. Além deles, também marcarão presença os “brazucas” Gabe, indicado como um dos DJ Mag Top 50; Barja, com seu timbre vocal grave e influência tech house; Clubbers, duo de mineiros que fizeram recentemente uma parceria de sucesso com o projeto Vintage Culture; e os brasilienses do Simple Jack, que são residentes da My House.

De acordo com Henrique Ferreira, produtor e sócio da My House, as três partes da comemoração estão conectadas, cada uma formando um capítulo desta primeira década de história. “As três festas submergirão o público em um mar de experiências únicas, que vão brincar com a noção de espaço e tempo. Vale ressaltar que, para compreender e aproveitar 100% dessa experiência, é importante estar presente nos três episódios”, diz.

Parte da experiência serão os drinks My House. Os presentes terão à disposição cinco opções de bebidas para curtir ainda mais o evento: o Tropical Gin, com Gin Tanqueray, Laranja e Red Bull Tropical; o Muv de Uva, com espumante Mumm e suco de uva MUV com pedaços da fruta; o My House Drink, com Gin Tanqueray, cajá, hortelã e gotas de limão, e a tradicional Gin com Tônica. A produção também pensou em quem segue uma alimentação balanceada e quer curtir sem sair da dieta. O drink 67 Calorias é feito com vodka, Red Bull Sugar Free e limão. Todas estas delícias custarão R$ 26.

 

Imersão visual

Nesta edição do evento, o público poderá desfrutar de dois momentos diferentes. No nível inferior, uma pista alongada e um palco grandioso, com 12 metros de altura e linguagem hexagonal. “A proposta é uma desconstrução do palco do primeiro episódio, que fará a transição para o grand finale no terceiro, que será em Dezembro”, entrega a produção do evento. Para complementar a experiência visual, um mapping 3D com conteúdo exclusivo, elaborado pelos VJs Reyzek e Artur Pessoa.

Já no piso superior, os my housers encontrarão uma grande novidade: a Varanda My House. Com vista panorâmica de todo o evento, o local contará com praça de alimentação, bar com drinks exclusivos, área de descanso com mobiliário sustentável de pallets e, pela primeira vez, um loja oficial da My House, na qual os presentes poderão encontrar chaveiros, copos, bonés, entre outros artigos da label.

 

Serviço

My House 10 Anos – EP.2

Data: 13 de julho, sexta-feira

Horário: a partir das 22h

Local: Estádio Nacional

Facebook:  /myhousebsb

Instagram: @myhousebsb

Ingressos: https://www.sympla.com.br/my-house–lee-foss–anabel–gabe__255656?afid=4268&d=rafaelsilvabsb

Classificação: 18 anos

Eleições 2018: Indefinição na disputa pelo governo do Distrito Federal

0

Por Delmo Menezes

O cenário político no Distrito Federal continua ainda totalmente indefinido. Muitas especulações e blefes de todos os lados, na tentativa de cacifar este ou aquele candidato, principalmente na disputa majoritária deste ano. Como o tempo urge, alguns pré-candidatos que se lançaram antecipadamente pleiteando uma vaga ao Senado, como é o caso do deputado Rogério Rosso (PSD), começam a recuar dentro de um cenário mais realista, onde de acordo com pesquisas, mais de 40% do eleitorado ainda continua indeciso na sua escolha.

Entre os pré-candidatos ao Palácio do Buriti, o cenário continua nublado. Ao que tudo indica o jogo vai mesmo para o segundo turno. Nomes que até então estavam fora do páreo, começam a ganhar corpo, como é o caso da ex-deputada distrital Eliana Pedrosa (PROS), que tem se saído bem nos últimos levantamentos.

O líder em todas as pesquisas Jofran Frejat (PR), segue com a indefinição do seu vice e dos dois nomes para o Senado. Nos bastidores comenta-se que Paulo Octávio (PP) e o deputado federal Alberto Fraga (DEM), não abrem mão de participar da chapa majoritária. Um dos principais entraves que atinge a futura composição do ex-secretário de saúde, é explicar à população e aos seus opositores, as alianças feitas com aliados que respondem a processos na justiça. Frejat tem uma oportunidade única, e caso não atue como líder nesse processo, poderá jogar tudo por água abaixo.

O atual Chefe do Executivo, Rodrigo Rollemberg (PSB), apesar da alta rejeição do seu governo, não é carta fora do baralho como muita gente pensa. Rollemberg tem a máquina nas mãos, e nos últimos dias tem se esforçado para passar à população uma imagem de gestor eficiente, com a inauguração de pequenas obras em todo o DF. Carrega sobre seus ombros a imagem de ter desconstruído tudo de bom que seu antecessor fez, principalmente na área da Saúde, na qual tem a pior avaliação, seguido pela segurança pública. Outro grande problema de Rollemberg foi a falta de habilidade política no trato com a Câmara Legislativa e a escolha do seu secretariado que deixa muito a desejar.

O deputado federal Izalci Lucas (PSDB), tem a seu favor um partido grande, mas ao mesmo tempo a legenda passa por uma grande rejeição no cenário nacional. Izalci que é considerado um bom executivo, tem se desgastado muito em disputas judiciais para se consolidar na presidência do partido no DF. O parlamentar tem visitado todas a cidades do DF, colhendo informações e necessidades, para montar o seu plano de governo. Seu vice ainda não está definido e nem os nomes para o Senado. O senador Cristovam Buarque (PPS), aparentemente será um reforço importante na chapa majoritária de Izalci, porém  Cristovam costuma trocar de lado conforme as suas conveniências políticas.

No caso do PT, segue a indefinição sobre a escolha do candidato ao GDF. De acordo com interlocutores da legenda, aguarda-se a definição do nome que disputará a Presidência da República, para só então o partido se posicionar em relação ao Buriti. Para o Senado, a escolha do deputado Wasny de Roure é dada como certa.

Apesar de o prazo estar se esgotando, o certo mesmo é que o cenário ainda está muito incerto e muita água vai rolar por debaixo desta ponte.

Como dizia Magalhães Pinto: “Política é igual uma nuvem. Você olha, está de um jeito. Olha de novo, e já mudou”.

Enquanto isso, o senador Reguffe fica só observando!!!

Da Redação do Agenda Capital

Alimentos levam inflação oficial à maior alta para junho desde 1995

0

Impulsionada pela variação dos preços dos alimentos, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês de junho com alta de 1,26%, a maior taxa para o mês desde os 2,26% de junho de 1995.

Os dados relativos ao IPCA, a inflação oficial do país, foram divulgados hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os 1,26% relativos ao IPCA de julho significam uma variação de preços 0,86 ponto percentual acima do 0,40% registrado em maio e é, segundo o IBGE, a primeira vez desde os 1,27% de janeiro de 2016 que o índice fica acima de 1,0%.

Com o resultado de julho, o IPCA acumulado no ano passou a 2,60%, ficando acima dos 1,18% registrado em igual período do ano passado. Já a taxa acumulada nos últimos 12 meses subiu para 4,39%, contra os 2,86% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho do ano passado, a taxa fechou com deflação (inflação negativa) de 0,23%.