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Bolsonaro grava programa eleitoral e intensifica campanha nas redes

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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, deve sair de casa hoje (20) apenas para gravar participação no programa do horário eleitoral. Nos últimos dias, ele tem permanecido no condomínio onde mora na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ali, cuja segurança foi reforçada entre quinta e sexta-feira.

Porém, nas redes sociais, Bolsonaro e os filhos Flávio, senador eleito pelo Rio de Janeiro, e Carlos, recém-eleito por São Paulo para a Câmara dos Deputados, intensificam a campanha eleitoral. O presidenciável optou falar em educação, enquanto os filhos fizeram críticas ao PT.

Em um post fixo, o candidato do PSL ressalta que 40% dos universitários são “analfabetos funcionais”. Segundo ele, a alternativa para resolver o problema é fortalecer a educação de base, sem “doutrinação” ou orientação para a militância.

“Ninguém quer saber de aluno sendo doutrinado em sala de aula para se tornar militante. Queremos bons profissionais, isso que dará retorno à sociedade”, disse.

Flávio Bolsonaro destacou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que negou pedido do PT para quebrar os sigilos bancário e fiscal dos supostos envolvidos no esquema suspeito de disseminar notícias falsas anti-PT via WhatsApp. Mas aceitou abrir ação para investigar as denúncias.

O senador eleito postou um trecho da decisão: “lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para (…) demonstrar a plausibilidade da tese”.

Brasília sediará duas capacitações do Enem 2018 neste fim de semana

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Neste fim de semana, 20 e 21 de outubro, Brasília (DF) sediará duas capacitações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. No sábado, 20, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) promove o 1º Encontro Nacional dos Supervisores da Correção da Redação. E no sábado e domingo, realiza a capacitação dos 403 coordenadores municipais e coordenadores de local de aplicação e assistentes que atuarão na aplicação do Exame no Distrito Federal. As duas capacitações serão realizadas no San Marco Hotel, na capital federal, a partir das 8h. Na mesma data o Inep estará em Goiânia, para treinar os 501 colaboradores de Goiás.

As capacitações de coordenadores municipais e de local de prova encerram a série de treinamentos que o Instituto está realizando em todo o Brasil para garantir a aplicação padronizada do Exame. Nesta edição, a capacitação presencial tornou-se regionalizada e os colaboradores receberam as instruções sobre como aplicar o exame diretamente dos instrutores do consórcio aplicador, formado pela Fundação Cesgranrio e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A capacitação presencial é uma das etapas de preparação dos mais de 500 mil envolvidos com a aplicação das provas do Enem. Todos ainda precisam passar por um treinamento a distância. No dia do Exame os coordenadores de local de aplicação ainda capacitam os chefes de sala, aplicadores e fiscais.

Redação

Já o Encontro de Supervisores tem como objetivo apresentar o programa de treinamento e alinhar a equipe de 288 supervisores para as próximas etapas do processo: as capacitações presenciais e a própria correção. O Encontro, coordenado pela FGV, ocorrerá simultaneamente em 14 cidades-polo, entre elas Brasília. Os supervisores serão capacitados pelos 32 subcoordenadores que se dividem entre São Paulo e 16 polos de correção em todo o país. O Enem 2018 será realizado em 4 e 11 de novembro em 1.725 municípios brasileiros. O Inep se prepara para aplicar o Exame para 5,5 milhões de participantes.

Perfil do participante Brasil

Dos 5.513.684 inscritos em todo o Brasil, 59% são mulheres. A faixa etária mais representativa é a dos participantes que têm de 21 a 30 anos (27,8%), 17 anos (17%) e 18 anos (15,9%). A maioria dos inscritos, 58,7%, já concluiu o ensino médio e 29,7% está cursando a última série em 2018. Os chamados treineiros, participantes que fazem o Enem para autoavaliação, representam 10,6% dos inscritos. Ao todo, 63,8% dos participantes estão fazendo o Enem com todos os custos pagos pelo governo federal.

Perfil do Participante Distrito Federal

Dos 106.308 inscritos do Distrito Federal, 62.611 são do sexo feminino e 43.697, do sexo masculino. A faixa etária mais representativa é de 21 a 30 anos, com 31.406 participantes. Os inscritos com 18 anos somam 16.503 e aqueles com idade entre 31 e 59 anos, 15.973. A maioria dos participantes, 66.526, já concluiu o ensino médio. Outros 30.200 estão cursando a última série em 2018. Os treineiros são 7.931 dos inscritos. Outros 1.651 não estão cursando e não concluíram o ensino médio.

Perfil do Participante Goiás

Dos 190.591 de inscritos de Goiás, 112.262 são do sexo feminino e 78.329, do sexo masculino. A faixa etária mais representativa é de 21 a 30 anos, com 46.246 participante. Os inscritos com 17 anos somam 36.824, enquanto os com 18 anos são 33.087 do total. A maioria dos participantes, 94.487, já concluiu o ensino médio. Outros 65.010 estão cursando a última série em 2018. Os chamados treineiros são 28.988 dos inscritos. Outros 2.106 não estão cursando e não concluíram o ensino médio.

Desespero

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Consciente de que será difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL), o PT decidiu fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta

O Estado de S.Paulo | Editorial

Consciente de que será muito difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, o PT decidiu partir para seu “plano B”: fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta. É uma especialidade lulopetista.

A ofensiva da tigrada está assentada na acusação segundo a qual a candidatura de Bolsonaro está sendo impulsionada nas redes sociais por organizações que atuam no “subterrâneo da internet”, segundo denúncia feita anteontem na tribuna do Senado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que lançou o seu J’accuse de fancaria.

“Eu acuso o senhor (Bolsonaro) de patrocinar fraude nas eleições brasileiras. O senhor é responsável por fraudar esse processo eleitoral manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de WhatsApp pagos de fora deste país”, afirmou Gleisi, que acrescentou: “O senhor está recebendo recursos ilegais, patrocínio estrangeiro ilegal, e terá que responder por isso. (…) Quer ser presidente do Brasil através desse tipo de prática, senhor deputado Jair Bolsonaro?”

Como tudo o que vem do PT, nada disso é casual. A narrativa da “fraude eleitoral” se junta ao esforço petista para que o partido se apresente ao eleitorado – e, mais do que isso, à História – como o único que defendeu a democracia e resistiu à escalada autoritária supostamente representada pela possível eleição de Bolsonaro.

Esse “plano B” foi lançado a partir do momento em que ficou claro que a patranha lulopetista da tal “frente democrática” contra Bolsonaro não enganou ninguém. Afinal, como é que uma frente política pode ser democrática tendo à testa o PT, partido que pretendia eternizar-se no poder por meio da corrupção e da demagogia? Como é que os petistas imaginavam ser possível atrair apoio de outros partidos uma vez que o PT jamais aceitou alianças nas quais Lula da Silva não ditasse os termos, submetendo os parceiros às pretensões hegemônicas do demiurgo que hoje cumpre pena em Curitiba por corrupção?

Assim, a própria ideia de formação de uma “frente democrática” é, em si, uma farsa lulopetista, destinada a dar ao partido a imagem de vanguarda da luta pela liberdade contra a “ditadura” – nada mais, nada menos – de Jair Bolsonaro. Tudo isso para tentar fazer os eleitores esquecerem que o PT foi o principal responsável pela brutal crise política, econômica e moral que o País ora atravessa – e da qual, nunca é demais dizer, a candidatura Bolsonaro é um dos frutos. Como os eleitores não esqueceram, conforme atestam as pesquisas de intenção de voto que expressam o profundo antipetismo por trás do apoio a Bolsonaro, o PT deflagrou as denúncias de fraude contra o adversário.

O preposto de Lula da Silva na campanha, o candidato Fernando Haddad, chegou até mesmo a mencionar a hipótese de “impugnação” da chapa de Bolsonaro por, segundo ele, promover “essa campanha de difamação tentando fraudar a eleição”.

Mais uma vez, o PT pretende manter o País refém de suas manobras ao lançar dúvidas sobre o processo eleitoral, assim como já havia feito quando testou os limites legais e a paciência do eleitorado ao sustentar a candidatura de Lula da Silva. É bom lembrar que, até bem pouco tempo atrás, o partido denunciava, inclusive no exterior, que “eleição sem Lula é fraude”.

Tudo isso reafirma, como se ainda fosse necessário, a natureza profundamente autoritária de um partido que não admite oposição, pois se julga dono da verdade e exclusivo intérprete das demandas populares. O clima eleitoral já não é dos melhores, e o PT ainda quer aprofundar essa atmosfera de rancor e medo ao lançar dúvidas sobre a lisura do pleito e da possível vitória de seu oponente.

Nenhuma surpresa: afinal, o PT sempre se fortaleceu na discórdia, sem jamais reconhecer a legitimidade dos oponentes – prepotência que se manifesta agora na presunção de que milhões de eleitores incautos só votaram no adversário do PT porque, ora vejam, foram manipulados fraudulentamente pelo “subterrâneo da internet”.

Presidente do PSL refuta envolvimento em fake news

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Bebianno pediu calma à militância na reta final das eleições

Por Vladimir Platonow

O presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno, refutou o envolvimento da campanha de Jair Bolsonaro com a divulgação de fake news por mídias sociais e pediu calma à militância e apoiadores na reta final das eleições. Bebianno falou à imprensa na noite desta sexta-feira (19) e comentou a abertura de medida judicial junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para investigar suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL).
“Esse tipo de atitude mostra o pouco ou nenhum apreço que esses partidos de esquerda têm pela democracia. No dia 5 de junho deste ano, o TSE promoveu encontro com todos os partidos, a fim de que fosse assinado um termo de compromisso contra fake news. Todos os partidos assinaram, à exceção do PT. Nós estamos esperando a citação, para que apresentemos a nossa defesa, que será muito simples e objetiva: quem não deve, não teme”, disse Bebianno.

Advogado de formação, ele considerou não haver qualquer possibilidade da ação afetar a realização e o resultado das eleições. “Perigo zero. É risível essa tentativa, que certamente será frustrada, esse novo ataque à democracia. Nosso temor é nenhum quanto a essas ações”.

Provocações

Bebianno aproveitou a coletiva de imprensa para pedir calma à militância do PSL e aos apoiadores de Bolsonaro na reta final das eleições, evitando qualquer tipo de ato violento e provocações dos adversários. Neste final de semana, estão marcadas manifestações pelo país, tanto contra quanto à favor de Bolsonaro.

“Qualquer eleitor ou simpatizante de Jair Bolsonaro que tenha ideias radicais, que carregue no peito sentimentos de violência, de revanche, de vingança, nós não precisamos nem queremos o seu voto. Não podemos entrar na atmosfera criada pelo PT de instabilidade à democracia, de nenhum respeito pelas instituições. Essa não é a nossa bandeira. Chegamos até aqui de forma democrática, então pedimos a colaboração de todos os simpatizantes, que tenham calma e não entrem em provocações”, pediu o presidente do PSL.

Um terço do lixo tem destinação inadequada na América Latina e Caribe

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Por Camila Boehm

Foto: Myke Sena/Jornal de Brasília

Um terço do lixo produzido nos países da América Latina e Caribe, o que representa 145 mil toneladas de resíduos, é descartado em locais inadequados diariamente, segundo relatório do setor de Meio Ambiente da Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil responde por 25% do volume destinado de forma inadequada na região.

Além disso, a geração diária de resíduos sólidos urbanos nesses países vai aumentar 25% até 2050, segundo o estudo. Os dados fazem parte do relatório Perspectivas sobre a Gestão de Resíduos na América Latina e no Caribe, documento lançado na semana passada em evento de sustentabilidade na cidade de Buenos Aires, na Argentina.

“Mesmo com algumas melhorias alcançadas em um período mais recente, cerca de 170 milhões de pessoas ainda estão expostas às consequências desse problema em decorrência dos graves impactos causados ao meio ambiente (solo, ar e água) e à saúde da população”, disse Carlos Silva Filho, diretor presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e membro do comitê diretivo da pesquisa divulgada pela ONU Meio Ambiente.

O relatório conclui que a região latino-americana enfrenta ainda o desafio de chegar a uma economia circular, já que apenas 10% dos resíduos são reaproveitados por meio da reciclagem ou de outras técnicas de recuperação de materiais.

“Além de práticas mais avançadas de valorização e recuperação dos materiais descartados e de regras de governança, o relatório também aponta que a carência de recursos para investimentos e custeio das operações é em grande parte a causa dos problemas verificados, com impactos diretos na poluição ambiental, que é crescente, e na saúde das pessoas”, avaliou Silva Filho.

Brasil

Dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, produzido pela Abrelpe, mostram que a geração total de resíduos sólidos urbanos no Brasil foi de 78,4 milhões de toneladas em 2017, crescimento de 1% em relação a 2016. Cada brasileiro também produziu mais lixo em 2017, 378 quilos por ano, volume que daria para cobrir 1,5 campo de futebol.

De acordo com a publicação, a destinação irregular de resíduos aumentou 1%, com um volume total que seria suficiente para cobrir uma área equivalente a 600 Parques do Ibirapuera, em São Paulo.

Pelo segundo ano consecutivo, houve aumento na quantidade de resíduos direcionados para lixões, que é a pior forma de destinação de resíduos, segundo a associação. Foram quase 13 milhões de toneladas destinadas a lixões no país.

“Ao compararmos os dados do panorama com os do relatório da ONU, verificamos que a quantidade de lixo enviada para lixões no Brasil corresponde a quase 25% do total de resíduos que tiveram essa destinação inadequada em toda América Latina e Caribe, ou seja, um quarto da destinação inadequada da região”, disse Carlos Silva Filho.

Ele avalia que os números apresentados são bastante preocupantes e mostram que, caso não sejam adotadas medidas urgentes para reverter esse quadro, há o risco de o problema tomar proporções irreversíveis, seja porque os custos de recuperação serão astronômicos ou porque as alternativas de recuperação não surtirão mais efeito, tamanho o grau de degradação.

Plano de resíduos

Um levantamento do Ministério do Meio Ambiente, divulgado essa semana, aponta que pouco mais da metade dos municípios brasileiros (54,8%) tem um Plano Integrado de Resíduos Sólidos. De acordo com os dados, a gestão de resíduos sólidos tende a ser maior em municípios mais populosos, variando de 49% em cidades de 5 mil a 10 mil habitantes até 83% em cidades com mais de 500 mil habitantes.

A Lei nº 12.305 de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelece que cada município brasileiro precisa elaborar um plano de gestão integrada de resíduos sólidos como condição para acessar recursos da União para projetos na área.

JK Shopping completa 5 anos de sucesso

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Data marca a consolidação do empreendimento, que finaliza o ano abrindo 13 novas operações.

JK Shopping completa seu quinto ano de funcionamento em novembro de 2018, o empreendimento foi o primeiro centro comercial totalmente pensado para atender as regiões de Ceilândia e Taguatinga. Um projeto audacioso, inaugurado em novembro de 2013, que trouxe em seu DNA uma importante contribuição para a valorização da cultura local e para o crescimento da região, gerando 2500 empregos diretos e oferecendo aos moradores e visitantes diversas opções de compras, lazer, entretenimento e serviços. A resposta da população foi imediata, por lá circulam todo o mês 800 mil pessoas, que abraçaram o centro comercial e todos os diferenciais de conforto e segurança de um empreendimento do seu porte.

“Nós somos um marco na cidade e avançamos muito durante esse período. Inauguramos as torres comercias, ampliamos o número de lojas, atualmente são 163 operações. E tão importante quanto tudo isso é que nos tornamos um polo diversificado de atrações artístico-culturais gratuitas, como teatro, exposições, música, shows de mágica, entre outros. Além de concentrar em um só local vários serviços, que vão de bancos a lotérica, tudo no mesmo lugar”, explica o superintendente, Marcos Atayde.

E os investimentos não param. Serão 13 novas operações até o final do ano, atendendo as demandas dos clientes, que foramdetectadas por meio de uma pesquisa. São elas: Santander, Oven, Ane Kids, Shopping dos Cosméticos,Container Kids,Piticas ,Closet,Zinzane,Colcci,YK Semi joias, Novo Spoleto, Estrela Gaúcha e Monkey.

Segundo Marcos Atayde, as novas operações irão fortalecer e qualificar ainda mais o centro comercial. ” O JK Shopping tem um valor enorme para a comunidade, acertamos em ter trazido esse empreendimento para a região que não tinha entretenimento e precisava se deslocar até o centro para ir ao shopping. Essas novas operações fazem parte do movimento constante do JK em ter um mix variado e completo para os nossos clientes, finaliza Atayde.

A expectativa é que o centro comercial cresça, em 2018, 10% em volume de vendas, em relação ao ano passado. Para o Natal, essa expectativa é ainda melhor, em torno de 15%.

Legislativo distrital lança o projeto “Câmara Mais Barata”

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Presidente da Câmara Legislativa, deputado Joe Valle (PDT)

A Câmara Legislativa realizou nesta quinta-feira (18), às 19h,  sessão solene para discutir o PL 2.151/2018, intitulado “Câmara mais Barata”, que propõe limitar verbas de gabinete e extinguir verbas indenizatórias.

O projeto foi apresentado pelas organizações da sociedade civil: Observatório Social de Brasília (OSBrasília) e Instituto de Fiscalização e Controle (IFC).

A iniciativa pretende gerar uma economia anual de R$ 75 milhões no Legislativo local. A proposta promove normas de contenção e cria ferramentas de controle e acompanhamento dos gastos da CLDF.

Estão previstas medidas como a redução das verbas de gabinete, dos gastos publicitários e extinção da verba indenizatória. O projeto contém quatro capítulos e 25 artigos.

Oito deputados distritais assinaram declaração de apoio ao projeto: Chico Leite (REDE), Joe Valle (PDT), Liliane Roriz (PROS), Professor Israel (PV), Professor Reginaldo Veras (PDT), Raimundo Ribeiro (PPS), Ricardo Vale (PT) e Rodrigo Delmasso (PRB). O presidente da casa deputado Joe Valle (PDT) foi o primeiro signatário.

“É o terceiro projeto de lei de iniciativa popular na história dessa Casa. Agora ele passa a tramitar dentro das comissões e espero que gere debates produtivos”, afirmou Valle. O projeto foi lido na sessão plenária de terça-feira (16).

Assinaturas – Ao longo do ano, foram coletadas mais de 22 mil assinaturas por meio de voluntários e pelo aplicativo Mudamos+, que usa tecnologia para conferir a identidade dos eleitores que apoiam iniciativas populares.

PDT pede anulação das eleições e Ciro disputando o segundo turno

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Partido entrou com ação nesta sexta-feira no TSE

Por Jonas Valente

O PDT entrou hoje (19) com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral pedindo a anulação da votação do primeiro turno, realizada no dia 7 deste mês, e de cassação da candidatura de Jair Bolsonaro, do PSL, à Presidência da República. A base do pedido é a denúncia feita pelo jornal Folha de S.Paulo em reportagem publicada ontem (18), segundo a qual empresários apoiadores de Bolsonaro teriam custeado serviços de envio de mensagens em massa pela plataforma WhatsApp.
Segundo o PDT, o episódio corresponde à conduta de abuso de poder econômico, vedada pelo Código Eleitoral. Para os advogados do partido, o emprego de sistemas de disparo em massa ocasionou desequilíbrio na disputa, com gastos e estrutura maiores beneficiando a candidatura de Jair Bolsonaro, violando o princípio da “paridade de armas”.

O partido também pede que se apure se houve recurso não contabilizado (caixa 2) para a campanha do PSL. “O financiamento da propaganda eleitoral foi constituído de forma ilícita, na medida em que a doação empresarial é vedada de forma direta ou indireta, logo, seja por disponibilização de dinheiro ou por realização de gastos de campanha, como a mencionada contratação. O uso de recursos empresariais é terminantemente vedado”, afirma a ação.

De acordo com o PDT, o abuso de poder econômico e a ilegalidade dos repasses justificam a anulação das eleições. Diz o Artigo 222 do Código Eleitoral: “É também anulável a votação, quando viciada de falsidade, fraude, coação ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei”. “As fake news[notícias falsas] foram responsáveis, sim, pelo resultado das eleições, e isso é crime previsto no Código Eleitoral. Não há outra via senão o pedido de cancelamento das eleições”, afirmou o presidente da legenda, Carlos Lupi.

A ação pede, além da anulação, a inelegibilidade do candidato Jair Boslonaro e seu vice, General Mourão, bem como a investigação da participação destes e das empresas supostamente contratadas para o disparo em massa e de empresários que financiaram o serviço. Entre os atos solicitados estão a quebra de registro bancário e telefônico e disponibilização de relatórios contábeis e fiscais das empresas apontadas.

Denúncia

A reportagem da Folha de S.Paulo diz que empresas contrataram firmas de marketing digital que comercializam serviços de disparo de centenas de milhões de mensagens no WhatsApp em contratos de até R$ 12 milhões.Segundo o texto, um dos apoiadores é Luciano Hang, da rede de varejo catarinense Havan e apoiador público de Boslsonaro.

Foram citadas entre as companhias de assessoria digital contratadas para efetuar os disparos em massa as firmas Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMS Market. Conforme o texto, Jair Bolsonaro declarou ter gasto apenas R$ 115 mil com a empresa AM4 Brasil Inteligência Digital para serviços relacionados a mídias digitais.

Bolsonaro e filhos reagem às denúncias de fake news nas redes sociais

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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, deixou hoje (19) para os filhos Flávio, senador eleito pelo Rio de Janeiro, e Carlos, deputado federal eleito por São Paulo, as reações às denúncias de disseminação de fake news anti-PT nas redes sociais e aplicativo. Somente no começo da tarde de hoje (19) o candidato respondeu às suspeitas com acusações.

“Apoio às ditaduras venezuelana e cubana; ex-presidente, tesoureiros, ministros, parlamentares, marqueteiros, presos e investigados por corrupção… quem precisa de fake news quando se tem esses fatos?.”‬

O candidato passou mais um dia em casa com correligionários. A novidade é que o condomínio onde Bolsonaro mora, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, amanheceu hoje com grades cercando a portaria principal. Não houve explicações. Suspeita-se que a medida foi tomada em decorrência da presença constante de jornalistas e simpatizantes no local.

O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cujo nome aparece como futuro ministro da Casa Civil, visitou Bolsonaro. Ao chegar, ele não concedeu entrevistas. Apoiadores e cabos eleitorais do candidato ao governo do Rio Wilsoin Witzel (PSC) também estão em frente ao condomínio.

Notícias falsas

No final da manhã, Flávio Bolsonaro movimentou as redes sociais ao informar que sua conta no WhatsApp tinha sido bloqueada. Ele postou mensagens de alerta e queixas, afirmando que havia sido banido sem explicações, inclusive afetando sua participação em “milhares de grupos”.

No começo da tarde, o senador eleito informou que o seu aplicativo havia sido desbloqueado. Não detalhou o que ocorreu. “Agora já foi desbloqueado, mas ainda sem explicação clara sobre o por quê da censura.”

Ontem (18) durante transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que ele e seus correlegionários não precisavam “fazer fake news para combater o Haddad” e desafiou para que apresentassem provas.

Advogados de Bolsonaro prometem notificar empresas e processar o adversário petista Fernando Haddad. Em contrapartida, o PT ingressou nesta quinta-feira (18) com pedidos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que a candidatura de Jair Bolsonaro seja investigada em razão das suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato.

Turismo

No dia em que ativistas fizeram um protesto em Brasília com críticas às suas propostas sobre meio ambiente, o candidato optou por destacar que as nações “subdesenvolvidas crescem sua economia com a exploração turística”.

“A falta de infraestrutura, a visão geral que o Brasil tem devido à violência e o desinteresse pela especialização da língua inglesa são outros problemas”, lamentou Bolsonaro nas redes sociais.

O candidato criticou ainda os valores cobrados para o turismo no Brasil. “Você sabia que atracar um navio, como os de cruzeiro, num porto brasileiro custa cerca de 20 vezes mais que em qualquer lugar do mundo, fora o problema da violência que desencadeia todo um processo de desconfiança e esvaziamento turístico?”

Para Bolsonaro, as soluções estão ligadas à desburocratização, ao combate ao crime e às indicações técnicas sem o viés meramente político. “Não há mágicas. Precisamos principalmente de um governo sério e comprometido com quem realmente interessa.”

Qual o tratamento facial correto para a minha idade?

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De acordo com especialistas, cada fase da vida exige cuidados específicos para a manutenção da pele do rosto

Não é novidade que os brasileiros têm procurado se cuidar cada vez mais cedo. Produtos e procedimentos com objetivo de prevenção e rejuvenescimento estão em alta até mesmo entre o público mais jovem. “As pessoas perceberam que o melhor a fazer é começar a investir na prevenção, para que, a longo prazo, a necessidade dos tratamentos seja menor”, explica a dermatologista Mayanna Maia. Além dos cuidados específicos, existe uma outra forma de evitar, ou pelo menos adiar, maiores problemas com a pele: se al imentando corretamente.

De acordo com o nutricionista Hugo Campos, diversos alimentos têm propriedades que agregam na saúde da pele. “Os antioxidantes encontrados nas frutas vermelhas ajudam no combate dos radicais livres e estimulam a produção de novas fibras. Já alimentos como mamão, cenoura e abóbora, são ricos em betacarotenos, que protegem a pele contra os raios solares e evitam o envelhecimento”, indica. Outra regra geral é beber bastante água. “A hidratação é importantíssima na manutenção de uma pel e saudável. Não só de fora para dentro, mas também de dentro para fora”, complementa.

Existem também alguns cuidados e tratamentos específicos para cada fase da vida que podem ajudar a ter uma pele sempre jovem, saudável e bonita. Segundo a cirurgiã plástica Wanessa Sigiane, o ideal é aliar de forma inteligente os métodos invasivos com os não invasivos. “Claro que cada caso é um caso e nem sempre a cirurgia plástica é necessária, mas quando os dois métodos são feitos em conjunto, os resultados são mais satisfatórios”, garante.

20 e poucos anos

Segundo Mayanna, esta é a fase da prevenção. “A não ser que o paciente tenha algum problema específico de pele, como acne, basta seguir os cuidados diários recomendados para a pele, lavar duas vezes ao dia com sabonete próprio para o rosto e abusar da proteção solar”, diz. Para quem quer investir um pouco mais, existem também as aplicações preventivas de toxina botulínica. “Pacientes com cerca de 25 anos já têm procurado o método como uma forma das linhas de expressão e ruga s nem terem chance de aparecer”, explica Wanessa.

30 e poucos anos

A partir dos 30 anos, o aparecimento de pequenas rugas, flacidez e algumas manchas passa a ser mais comum. Este é o momento de apostar em cremes ricos em colágeno, que estimulam a regeneração da pele. “Também podemos lançar mão de peelings faciais, que promovem renovação celular e resultam em uma pele lisinha”, explica a dermato. “Preenchedores também podem começar a ser usados aos 30 anos. Eles podem ser usados para dar sustentação na região malar e preencher as olheiras, dando um aspecto mais jovem”, completa.

Para a flacidez, uma ótima opção é a radiofrequência com infravermelho. “Este tratamento estimula a produção do colágeno, garantindo mais firmeza e elasticidade para a face”, detalha Dra. Wanessa.

40 e poucos anos

Nesta fase, ocorre uma queda na produção natural de hormônios no organismo feminino. Logo, é hora de investir ainda mais na saúde da pele. E vale lembrar que não é somente do rosto, já que a partir dos 40 anos a pele do pescoço e do colo também merecem atenção especial. Uma técnica muito procurada a partir desta idade é a aplicação de bioestimuladores de colágeno. “Com um efeito natural e prolongado, os bioestimuladores aumentam em até 433% a produção de colá geno no organismo”, indica Dra. Mayanna.

Como uma opção um pouco mais invasiva, Dra. Wanessa indica os fios de sustentação. “Os fios ajudam muito na flacidez, proporcionando o levantamento de tecidos e a produção de colágeno. Eles são feitos de ácido polilático, material que é absorvido pelo nosso organismo, evitando problemas com corpo estranho”, diz. Os resultados duram cerca de um ano e meio.

50 e poucos anos

A partir dos 50 anos, nem é preciso dizer que os cuidados com a pele deve ser redobrados. Não só pela estética, mas também pela saúde, já que o órgão fica mais fino e sensível. “É necessário o uso de hidratantes mais potentes e filtros solares com fator acima de 50. Além de usar produtos específicos para esta idade e que sejam ricos em colágeno”, recomenda a dermatologista.

Na área da cirurgia plástica, Wanessa indica o lifting facial, procedimento que proporciona um rejuvenescimento completo da face. “Lançamos mão de enxertos de gordura, e reposicionamento de tecidos para dar um ar mais jovial ao rosto do paciente. Isso tudo com muita naturalidade e respeitando a harmonia facial de cada um, claro”, explica.