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Presidente da Argentina vem a Brasília para se reunir com Bolsonaro

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Presidente da Argentina, Mauricio Macri  (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, e uma comitiva de cinco ministros devem chegar hoje (15) ao Brasil. Macri se reúne pela primeira vez com o presidente Jair Bolsonaro, desde que ele tomou posse em 1º de janeiro.  O encontro está agendado para amanhã (16).

A reunião deve incluir uma pauta que se estende de temas bilaterais e Mercosul (bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, uma vez que Venezuela está temporariamente suspensa) às preocupações regionais com a Venezuela e Nicarágua.

A delegação oficial da Argentina reúne cinco ministros Nicolás Dujovne (Fazenda), Patricia Bullrich (Segurança), Dante Sica (Produção), Oscar Aguad (Defesa) e Jorge Faurie (Relações Exteriores).

De acordo com a Casa Rosada, a Presidência da República da Argentina, Macri e comitiva saem de Puerto Madryn (Chubut) hoje à tarde em direção a Brasília, sem escala na capital Buenos Aires.

Após o resultado das eleições, Macri foi um dos primeiros líderes estrangeiros a parabenizar Bolsonaro pela vitória nas urnas. Na ocasião, o presidente brasileiro agradeceu e retribuiu mencionando a parceria entre Argentina e Brasil.

*Com informações da Télam, agência pública de notícias da Argentina

Fique por dentro da nova Reforma na Previdência Social

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Saiba o que muda com a nova reforma previdenciária projetada pelo atual governo 

É de entendimento de todos que os benefícios previdenciários tais como; auxílio-doença, auxílio-acidente, aposentadorias e etc, são devidos apenas para aqueles que contribuem, ou seja, custeiam a previdência social. O financiamento da previdência social hoje, antes da reforma projetada pelo atual governo, ocorre de forma solidária, que é caracterizada pelo custeio de gerações, ou seja, o trabalhador ativo contribui para financiar o trabalhador inativo, passadas algumas décadas, será a vez desse trabalhador ativo ir para inativa (aposentadoria), e um novo trabalhador ativo irá financiar o seu benefício previdenciário.

No entanto, a sustentabilidade desse sistema tem sido questionada constantemente devido ao envelhecimento da população –  pois o número de gente a ser sustentada cresce cada vez mais, por outro lado o número de contribuintes sofre grande redução para pagar a previdência social.

A reforma da previdência buscada pelo atual governo tem por finalidade aplicar o oposto do que é hoje na forma do financiamento da previdência.  O novo modelo tem como objetivo que o próprio trabalhador financie sua aposentadoria contribuindo para uma conta individual, e o valor do benefício será calculado em cima das suas contribuições, como uma espécie de poupança. Ao chegar na época de aposentar, o idoso terá o montante   que contribuiu na sua conta individual para custear a sua aposentadoria.

No entanto, a nova reforma   não deixou esclarecido ainda se o trabalhador passa a ser o único responsável pela própria aposentadoria, proporcional ao montante acumulado, ou se haverá contribuição complementar de empregadores e do próprio governo.

O novo sistema, caso seja implantado, não muda apenas as regras para aposentadoria, mas todo sistema de financiamento dos benefícios previdenciários.

Idade mínima

A implementação do requisito de idade mínima para concessão de aposentadoria tende a ser um dos pilares da mudança, vez que a atual gestão sinalizou idades de 57 anos para mulheres e 62 anos para homens, sendo mais um ano a partir da promulgação e outro em 2022, com aplicação da regra de transição. No entanto, as idades mínimas e o tempo de contribuição, que ainda não foi definido, podem variar de acordo com a categoria profissional e a expectativa de vida do contribuinte.

Atualmente a idade mínima para se aposentar são de 65 anos + 15 anos de contribuição para homens e 60 anos + 15 anos de contribuição para mulheres, na forma do financiamento solidário, ou seja,o trabalhador ativo contribui para financiar o trabalhador inativo.

Regra de transição

A regra de transição funciona como uma ponte entre a lei previdenciária atual e a nova lei, caso seja aprovada, em outras palavras, entre o sistema antigo e o novo sistema previdenciário.

O objetivo da regra de transição é não prejudicar aquelas pessoas que estejam perto de se aposentar com regras mais duras implantadas pelo novo sistema previdenciário. Na prática a regra elevaria gradativamente o tempo para que os contribuintes, trabalhadores, possam se aposentar.

A regra de transição pode variar entre trabalhadores do setor privado, do setor público e dos professores, conquanto, o que se pode adiantar, é que há cada dois anos serão aumentado um ano no requisito de idade mínima mais  a aplicação do “pedágio” que será de 30% sobre o tempo que falta para se aposentar.

O atual governo objetiva que a regra de transição dure de 10 à 12 anos até que o novo sistema seja implementado em sua integralidade.

Possíveis alterações

O novo modelo de reforma, caso seja aprovado, irá trazer inúmeras alterações, a primeira delas é a possível alteração no valor do auxílio-reclusão paga aos dependentes do preso, que não ultrapassará ao valor do salário mínimo.

A segunda, possível, alteração inova o sistema previdenciário, vez que o atual governo pretende acabar com a aposentadoria por tempo de contribuição, ou seja, só será possível se aposentar depois que o contribuinte cumprir o requisito de idade mínima mais tempo de contribuição exigido pela lei.

Por último, a provável inclusão ou não de trabalhadores de regimes especiais, militares, agentes penitenciários e etc. na reforma previdenciária, já que estes possuem regimes próprios com requisitos diferenciados para concessão de aposentadorias.

FONTE: Galvão & Silva Advocacia.

Cantora gospel Ana Ferreira lança EP

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A musicista Ana Ferreira lança o EP Volto meu olhar pra Ti, com três faixas, uma realização de junho de 2018, com temáticas de reflexões ao mundo cristão.

O intuito do EP é ter uma intimidade com o público para louvar e levar a palavra de Deus por meio de composições próprias.  No trabalho, as faixas Volto meu olhar para Ti, Fale mais do amor de Deus e Eternidade de Amor falam do amor de Deus ao próximo, que é a mensagem maior do evangelho, que diz que Deus é amor.

Mais sobre Ana Ferreira

A primeira vez que tocou piano na igreja foi aos sete anos de idade, e desde então sempre participou da equipe de música das igrejas. Foi orientada por grandes pianistas como Patrícia Vanzella, Vitor Duarte, André Von Frasunkiewicz e Renato Vasconcellos. Participou também de diversas masterclasses com renomados pianistas, entre eles Nadezhda Eismont (Rússia), André Pikul (Polônia), Pascal Gallet (França), Phil DeGreg (EUA), Fábio Torres e André Mehmari.

Integra o quadro efetivo de professores do CEP/Escola de Música de Brasília, onde exerce as atividades de professora de piano erudito e cantora (soprano) do coral profissional Madrigal de Brasília.

Atualmente cursa o mestrado em performance musical do Programa de Pós-Graduação Música em Contexto da Universidade de Brasília (UnB), sob a orientação do professor Dr. Daniel Tarquínio.   Possui projeto artístico de piano e voz, com repertório voltado para o mundo gospel.

 

Ficha técnica EP Volto meu olhar pra Ti

Ana Ferreira: Piano, Voz e Arranjos

Jhoninha Medeiros: Contrabaixo

Diogo Vanelli: Percussão

Amaro Vaz: Bateria

 

Serviço

EP Volto meu olhar pra Ti

Ana Ferreira

3 faixas

Música Gospel

https://open.spotify.com/album/5STPRifY9X12OoEULRxD0

Bolsonaro vai a Davos mostrar um Brasil livre de amarras ideológicas

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O presidente Jair Bolsonaro – Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

Por Andreia Verdélio

“Na próxima semana embarco rumo a Davos, Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial. Estou confiante e feliz com essa grande oportunidade de apresentar a líderes do mundo todo um Brasil diferente, livre das amarras ideológicas e corrupção generalizada.”Será a estreia internacional de Bolsonaro e a primeira vez que o vice-presidente, general Hamilton Mourão, assumirá a Presidência da República em exercício.

Bolsonaro disse que o desejo é de “fazer comércio com o mundo todo”.

“Mostrarei nosso desejo de fazer comércio com o mundo todo, prezando pela liberdade econômica, acordos bilaterais e saúde fiscal. Com esses pilares, o Brasil caminhará na direção do pleno emprego e da prosperidade. Espero trazer boas experiências e avanços ao nosso país.”

Ao retornar ao Brasil, Bolsonaro pretende fazer a cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia, em São Paulo, prevista para o dia 28.

O tema do fórum este ano é “Globalização 4.0: Moldando uma arquitetura global na era da quarta revolução industrial”. Na ocasião, os líderes mundiais devem discutir o esforço conjunto para a elaboração de uma agenda econômica global, regional e setorial.

Além dos líderes mundiais, devem comparecer ao fórum representantes de mais mil empresas internacionais, além de organizações não-governamentais e entidades estrangeiras. Serão quatro dias de reuniões destinadas a discutir questões relativas a economia, segurança na internet, geopolítica, cultura e indústria.

Mesmo necessária, reforma trabalhista precisa ser fiscalizada para garantir direitos

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Especialista aponta os pontos negativos da mudança e como ela pode ser fiscalizada para melhorar a situação dos empregados

Passado o primeiro ano de aprovação da reforma trabalhista, já é possível avaliar seus resultados e suas possibilidades de melhorias. As mudanças na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) – principal normatização das relações de trabalho, datada de 1940, anterior à Constituição Federal (1988) – têm sido elogiadas por especialistas, mas também merecem ponderações.

Na visão destes, a medida foi necessária uma vez que, em muitos aspectos, o Tribunal Superior do Trabalho e os Tribunais Regionais do Trabalho ultrapassavam a competência jurisdicional que lhes é própria, para regulamentar os direitos do trabalho, chegando até a criar diversos direitos e obrigações não previstos em Lei. Para o advogado Leandro Carvalho, especialista em Direito Tributário e Empresarial (do Trabalho) e controlador da área contenciosa do escritório Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial, essa atuação “legislativa” dos Tribunais cresceu pela falta de resposta na própria CLT a muitas situações vivenciadas atualmente na justiça laboral (e nas relações de trabalho).

Diante desse hiato, o empresariado nacional passou a clamar por uma legislação trabalhista mais liberal e condizente com as novas realidades do mercado de trabalho.  A reforma, portanto, refletiu e atendeu esse movimento. Entretanto, Carvalho pondera que “a representatividade das classes profissionais foi bem escassa na atualização normativa, toda a reforma revela uma tendência de flexibilização e até extinção de direitos”.

A reforma trabalhista tratou, assim, de matérias de grande interesse nacional, como a terceirização. Além disso, priorizou a negociação entre as partes envolvidas na relação de trabalho e estabeleceu limites ao poder normativo que a Justiça do Trabalho vinha exercendo.

Trouxe ainda novas figuras, como o trabalho intermitente, que permite que o empregado atue para determinado empregador alternando entre períodos de prestação de serviço e inatividade, com direitos trabalhistas pagos proporcionalmente as horas, dias ou meses trabalhados. Jornada de trabalho, equiparação salarial e trabalho temporário também sofreram modificações, a maior parte delas seguindo a tendência de flexibilização.

Fiscalização necessária – Um dos pontos mais questionados da reforma é a terceirização, que, para Carvalho, merece atenção e cautela. O advogado explica que, em relação a este aspecto, a lei agora admite terceirizar a execução de quaisquer atividades da contratante, inclusive sua atividade principal. Também foi admitido que a empresa prestadora de mão-de-obra “quarteirize” sua atividade, contratando outras empresas para realização desses serviços.

“Dessa maneira, as contratações diretas de funcionários tendem a ficar cada vez mais escassas e o histórico de terceirização mostrou, na prática, uma desvalorização do trabalho, que se tornou mal remunerado e tratado como mera mercadoria”, ressalta o advogado. Já no caso do trabalho intermitente, o especialista ressalta que o empregado fica sem uma colocação segura no mercado, sem qualquer previsibilidade sobre a prestação do serviço e, consequentemente, sobre a renda que será auferida.

Para Leandro Carvalho, uma possível solução para o resultado negativo no trabalho terceirizado – onde a subordinação dos funcionários terceirizados não se desloca para a empresa contratante, e permaneça com a empregadora (prestadora de serviço) – é a fiscalização. Se houver irregularidade, a Justiça do Trabalho pode desfazer o vínculo da terceirização e reconhecer formação de vínculo direto com a empresa contratante, normalmente mais robusta financeiramente e com possibilidade de sustentar eventuais condenações.

A intenção da reforma é clara, afirma o especialista em (Direito do Trabalho) Direito Tributário e Empresarial: flexibilizar e desburocratizar o contrato de trabalho, tornando-o menos oneroso e, consequentemente, aumentando postos de trabalho. “Entretanto, a geração de empregos também depende de outros fatores, como estabilidade econômica nacional, momento dos setores produtivos e diversos outros”, finaliza. Além disso, é preciso garantir direitos e deveres de ambos os lados.

Sobre o escritório Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial – Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial é um escritório que pratica a advocacia com visão de negócios e foco em resultados. Seus serviços englobam desde a assessoria jurídica, consultoria e auditoria interna, a palestras e cursos voltados para os mais diversos setores. O escritório é sediado em Brasília, com filiais em Goiânia, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo, além do apoio de uma rede de parceiros e relacionamentos valiosos, que permite a representação de clientes em todo Brasil.

 

SERVIÇO:

Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial

End.: SIG Qd. 4 Lote 83, Bloco A Sala 207 Ed. Capital Financial Center Brasília-DF

Telefones: (61) 3253-6931

Site: brunojunqueiraconsultoria.com.br

 

Praças em que o escritório está presente:

·         DISTRITO FEDERAL

Brasília – DF

·         GOIÁS

Goiânia – GO

·         MINAS GERAIS

Belo Horizonte – MG

·         RIO GRANDE DO SUL

Porto Alegre – RS

·         SÃO PAULO

São Paulo – SP

Battisti chega a Roma após quase 40 anos foragido da Justiça

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Battisti chegou a Roma e foi levado para um presídio onde cumprirá pena de prisão perpétua (Max Rossi)

Por Paula Laboissière

Logo depois, Battisti foi levado para a prisão de Rebibbia, na capital italiana, onde será colocado na ala de segurança máxima para cumprir pena de prisão perpétua.

Battisti foi capturado no último sábado (12) nas ruas de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, por agentes bolivianos em parceria com italianos. Segundo um vídeo feito no momento da prisão, ele usava barba, óculos de sol, jeans e camiseta azul. Não mostrou resistência, não apresentou documentos e respondeu a algumas perguntas em português.

Condenado à prisão perpétua na Itália, Battisti foi sentenciado pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo, um braço das Brigadas Vermelhas. Ele se diz inocente. Para as autoridades brasileiras, é considerado terrorista.

No Brasil desde 2004, o italiano foi preso três anos depois. O governo da Itália pediu sua extradição, aceita pelo Supremo Tribunal Federal. Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que Battisti deveria ficar no Brasil.

Com informações da RAI (emissora pública/estatal de televisão da Itália)

Defesa Civil irá vistoriar boates e casas de show a partir desta segunda

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A Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF), irá vistoriar boates e casas de show do Distrito Federal, entre os dias 14 de janeiro e 1º de fevereiro. Durante a operação, 31 estabelecimentos receberão a visita dos técnicos da pasta, que irão verificar as condições de segurança dos locais e realizarão medidas preventivas para reduzir possíveis riscos ou ameaças para frequentadores e funcionários dos estabelecimentos.
“Serão observadas a segurança estrutural, como identificar rachaduras ou trincas nas paredes, instalações elétricas, saídas de emergência obstruídas, centrais de gás com problemas, além do projeto do Corpo de Bombeiros que considera a localização de hidrantes, extintores de incêndio”, detalhou o subsecretário da Defesa Civil, coronel Sérgio Bezerra.
A operação é realizada anualmente. Este é o quarto ano que ela ocorre. A medida pretende evitar acidentes, como o da boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O incidente matou 242 pessoas e feriu outras 680, na noite do dia 27 de janeiro de 2013. A tragédia teria sido motivada por um sinalizador disparado em direção ao teto da boate que era revestido por material altamente inflamável.
“Desde que a operação passou a ser realizada, notamos que os empresários investiram em segurança. Há uma mudança bastante positiva”, avaliou Bezerra.
As visitas serão realizadas, preferencialmente, no período da tarde e à noite. O estabelecimento poderá ser notificado para reparo imediato ou têm o prazo de até trinta dias para as devidas providências.
“O objetivo não é interditar nenhum local, mas manter a segurança das edificações”, finalizou o subsecretário.

Ibaneis dá chance para devedores pagarem impostos devidos ao governo

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O governador Ibaneis Rocha assinou convênio com o TJDFT, para criar um programa específico de conciliação de dívidas de pessoas físicas e empresas com o tesouro local. A medida visa recuperar pelo menos R$ 5 bilhões ainda neste ano. As dívidas são referentes a IPVA, IPTU, TLP e outros impostos não pagos

RADAR-DF//Com informações Agência Brasília

“Nossa expectativa é que a partir do dia 15 de fevereiro, a gente já esteja expedindo as cartas aos devedores para que eles possam vir ao tribunal firmar esse acordo”, afirmou o governador.

Ibaneis disse que o Governo tem mais de R$32 bilhões para receber em dívidas diversas como IPVA, IPTU, TLP e outros impostos. Deste total, R$ 19 bilhões são de grandes empresas, que também serão atendidas no programa de conciliação.

“Vamos fazer algo que contemple de pessoas físicas a grandes empresas, porque nosso objetivo é garantir o recebimento desses valores com a oferta de melhores condições de pagamento”, avaliou.

Ibaneis explicou ainda que será encaminhado à Câmara Legislativa nos próximos dias um projeto de lei com todo o regramento e normas das negociações.

“Vamos fazer isto para que não haja nenhum tipo de dúvida ou tratamento diferenciado em relação aos devedores. Tudo será feito com toda transparência e apoio do Tribunal de Justiça”, afirmou.

Segundo ele, 40 servidores serão capacitados para atender a população no processo de conciliação de dívidas.

“Todos passarão por treinamento na Secretaria de Fazenda e Procuradoria do DF e, depois por um treinamento específico aqui no tribunal”, destacou.

Novacap trabalha em Vicente Pires no domingo

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Governador Ibaneis Rocha vistoriou os trabalhos no sábado. A ordem é trabalhar até nos finais de semana

As obras de drenagem, recuperação de base e recapeamento asfáltico em Vicente Pires não param. Hoje, trabalhadores da Novacap estavam na Rua 8, avançando na conclusão do trabalho.

A urgência, como o governador Ibaneis Rocha já afirmou, é para acabar com os transtornos provocados pela chuva aos moradores e comerciantes da cidade.

A Rua 8 era uma das mais atingidos quando chovia. O local se transformava em um rio de lama, impedindo inclusive o trânsito de veículos.

“Aqui tínhamos um problema crítico e a orientação é para a Novacap trabalhar até no domingo e entregar o trabalho pronto aos moradores e comerciantes o quanto antes”, disse o governador durante visita às obras ontem.

De acordo com balanço da Novacap, as ruas 4A e 2 da Colônia Agrícola Samambaia receberam equipes da Novacap neste fim de semana.

Foram aplicadas aproximadamente 100 toneladas de massa asfáltica na recuperação documentação nesses locais.

(Com informações da Agência Brasília)

STF vai julgar casos polêmicos a partir do próximo mês

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Por André Richter

O Supremo Tribunal Federal (STF) pretende retomar o julgamento de casos polêmicos em 2019. Foram pautados para as sessões do primeiro semestre os processos que tratam da prisão após o fim dos recursos em segunda instância da Justiça, a criminalização da homofobia e a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal.
A decisão de voltar a julgar processos polêmicos foi tomada pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, no fim do ano passado, após o período eleitoral. Toffoli tomou posse em setembro de 2018 e sucedeu a ministra Cármen Lúcia, que deixou os assuntos polêmicos fora da pauta.

Os trabalhos na Corte serão retomados no dia 1º de fevereiro, após o período de recesso, com uma sessão solene.

O ano no Judiciário também será marcado pela decisão do presidente Jair Bolsonaro de reconduzir ou não a atual procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao cargo. Em setembro, Dodge terminará o mandato depois de anos no cargo.

Votação secreta

A primeira pauta polêmica que a Corte terá de enfrentar será a decisão definitiva, no dia 7 de fevereiro, sobre o sigilo das votações dos parlamentares na eleição para as mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

No dia 9 de janeiro, Toffoli derrubou liminar proferida pelo ministro Marco Aurélio Mello. No dia 19 de dezembro, antes do início do recesso, Mello aceitou um mandado de segurança do senador Lasier Martins (PSD-RS) para determinar que a votação fosse feita de forma aberta.

Homofobia

Entre os processos que tiveram julgamento marcado, dessa vez para 13 de fevereiro, está também a ação direta de inconstitucionalidade por omissão (ADO) na qual o PPS pede ao Supremo que declare o Congresso omisso por ainda não ter votado o projeto que criminaliza a homofobia.

Numa outra ação que será analisada em conjunto, um mandado de injunção, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), busca que o STF reconheça ser um crime específico de homofobia.

Segunda instância

Para 10 de abril, foi marcada a análise das três ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) que tratam do cumprimento imediato de pena após a confirmação de condenação em julgamento pela segunda instância da Justiça. O relator é o ministro Marco Aurélio, que já cobrou diversas vezes o debate em plenário.

O tema pode ter impacto sobre a situação de milhares de presos pelo país, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde 7 de abril do ano passado, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá (SP).

O entendimento atual do Supremo permite a prisão após condenação em segunda instância, mesmo que ainda seja possível recorrer a instâncias superiores, mas essa compreensão foi estabelecida em 2016 de modo liminar (provisório), com apertado placar de 6 a 5. Na ocasião, foi modificada jurisprudência em contrário que vinha desde 2009.

É possível que o quadro mude, uma vez que houve a substituição de um integrante do STF – Alexandre de Moraes entrou no lugar de Teori Zavascki (morto em 2017) – e porque alguns ministros já declararam ter mudado de posição, como Gilmar Mendes.

O plenário do STF não chegou a decidir em definitivo, numa ação de controle constitucional, sobre o mérito da questão. O assunto é polêmico no meio jurídico, sendo alvo de questionamento, por exemplo, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Porte de drogas

No dia 5 de junho está marcado o julgamento da descriminalização de usuário de drogas. O processo, um recurso especial com repercussão geral para todos os casos correlatos em tramitação na Justiça, coloca em discussão a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas (11.343/2006), que prevê penas para quem “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo” drogas ilegais para consumo pessoal.

O assunto chegou a ser discutido em plenário, mas o julgamento encontra-se interrompido há mais de dois anos devido a um pedido de vista de Zavascki, antecessor de Alexandre de Moraes, que acabou herdando o processo.

O placar atual é 3 votos a 0 a favor da descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal. Votaram até agora pela descriminalização o relator, Gilmar Mendes, e os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, único a propor uma quantidade máxima de 25 gramas para o porte de maconha, especificamente.

* Colaborou Felipe Pontes