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Delmasso apoia Projeto do SindSaúde de cuidados com a saúde mental do servidor

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Segundo dados da Diretoria de Epidemiologia em Saúde do Servidor, 90% das licenças por transtornos mentais, em 2017, foram emitidas a servidores da SES e Educação. Cerca de 80% dos servidores afastados são mulheres.

Para mudar essa grave situação, o SindSaúde criou o espaço Nova Mente, dedicado a estudos, prevenção e tratamento alternativo para os servidores que estão com depressão, stress e transtornos de ansiedade. A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, convidou o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (PRB), para conhecer o espaço na  quinta-feira (7).

Delmasso falou da sua proposta para a implantação do hospital do servidor no Guará. Com a implantação do novo Hospital do Guará, a ideia é que o Hospital do Servidor fique provisoriamente no atual Hospital do Guará até que o Governo do DF construa o Hospital do Servidor, onde tratamentos como esses estariam disponíveis para a reabilitação dos servidores.

De acordo com a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, o deputado Delmasso se mostrou sensível às pautas do sindicato. “Foi uma conversa muito proveitosa. A saúde mental do servidor, a construção do Hospital do Servidor Público e um programa de habitação específico para eles são temas importantíssimos e agora contamos com esse apoio do deputado. No que depender do SindSaúde, teremos um ano de muito sucesso para a nossa categoria”, afirmou.

Delmasso assumiu o compromisso de destinar uma emenda parlamentar para sustentar o projeto no valor de R$ 500 mil por ano. “Enquanto eu for parlamentar vou destinar recursos para financiar este projeto, para mudar esta triste realidade de tantos servidores.”

O projeto propõe um tratamento que previna transtornos psiquiátricos, e que passa por etapas que vai desde ao diagnóstico situacional até o acompanhamento de atividades ocupacionais, visando melhorar a qualidade de vida e o bem-estar no ambiente de trabalho.

Atualmente, o Centro de Atendimento e Estudos da Saúde do Servidor Público do Distrito Federal está localizado no Setor de Mansões IAPI, Chácara 17C, Guará II.

Opinião | A recuperação da Caesb na gestão de Fernando Leite

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Nos últimos dias, o MP, um dos principais parceiros do governo Rollemberg, resolveu pegar no pé do presidente da companhia e pedir que sua posse seja anulada. Alguns movimentos de grupos políticos que perderam as eleições de 18 estão agindo para desestabilizar o governo Ibaneis Rocha. Esse jogo sujo da política brasiliense agoniza, mas ainda se vê pequenos berros pontuais.

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal, a Caesb, vem num caminho de recuperação, depois de dois governos desastrosos, com administrações que sucatearam uma das principais empresas públicas do Distrito Federal. Não a toa que Brasília viveu momentos tensos de desabastecimento de água, levando transtornos à população e abalando a econômica da Capital Federal.

Depois de anos de incompetência, a Caesb tem a oportunidade de se reerguer. A recuperação, tanto financeira quanto de credibilidade, passa pelo trabalho do seu novo presidente, o engenheiro elétrico Fernando Leite. Ele é a pessoa que mais conhece a companhia, já tendo trabalhado na empresa entre 2000 e 2011 — entre as gestão do ex-governador Joaquim Roriz, Maria de Lourdes Abadia, José Roberto Arruda, Wilson Lima e Rogério Rosso. Leite foi, inclusive, quem deu iniciou as obras do sistema de Corumbá IV. O fim da escassez hídrica é um das duas metas.

Nos últimos dias, o Ministério Público do Distrito Federal, um dos principais parceiros do governo Rollemberg, resolveu pegar no pé de Fernando Leite e pedir que sua posse na companhia seja anulada. Alguns movimentos de grupos políticos que perderam as eleições de 18 estão agindo para desestabilizar o governo Ibaneis Rocha. Esse jogo sujo da política brasiliense agoniza, mas ainda se vê pequenos berros pontuais.

A Caesb informou que não tem conhecimento deste processo e que, ainda em 2018, a Casa Civil fez análise de todos os documentos exigidos para os indicados assumirem as funções.

“Posteriormente, o nome de Fernando Leite foi aprovado pelo Comitê de Ilegibilidade da Caesb que também analisou todos os documentos e validou a indicação”, informou a estatal.

O caso será julgado pela 5ª Vara da Fazenda Pública. A juíza Acácia Soares deu um prazo de três dias, contados a partir desta segunda-feira (11), para que a Caesb dê explicações sobre a nomeação de Fernando Leite.

Segundo o jornalista Toni Duarte, do portal Radar DF, o advogado Herman Barbosa disse que nas próximas 72 horas estará apresentando a sua manifestação contrária a uma medida cautelar da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep).

Fernando Leite foi acusado de ter celebrado um contrato sem licitação, considerado irregular pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal no ano de 2003, quando esteve à frente da Caesb.

Por causa disso ele foi condenado por três anos com a suspensão de seus direitos políticos e impedido de firmar contratos com o Governo do Distrito Federal (GDF).

No entanto, o advogado Herman Barbosa, ouvido pelo Radar, classificou como “um equívoco “ a manifestação da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público ao demandar uma ação julgada em abril de 2011, cuja pena de suspensão dos direitos políticos, do atual presidente da Caesb, começou a ser paga e que foi extinta em 11 de abril de 2014.

“No nosso entendimento Fernando Leite não deve mais nada a justiça. Estamos esperando sermos intimados para apresentar a nossa manifestação de defesa”, disse Herman Barbosa.

Texto da reforma da Previdência está pronto e aguarda Bolsonaro

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Secretário Rogério Marinho diz que presidente dará palavra final

Por Kelly Oliveira

O texto-base da reforma da Previdência foi concluído pela equipe de governo e agora aguarda a análise do presidente Jair Bolsonaro, ainda internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Segundo o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que esteve hoje (12) reunido com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em Brasília, o presidente dará a palavra final sobre o projeto que será enviado à Câmara dos Deputados.
“Evidente que existem pontos que serão levados à presença do presidente para que ele possa tomar sua posição, possa definir de que forma isso possa chegar à Câmara Federal”, disse Marinho.

O secretário não adiantou como ficou o texto da reforma e disse que foi construído com avaliação das diversas áreas do governo, além da contribuição de economistas e observação ao projeto enviado pelo ex-presidente Michel Temer ao Congresso.

Marinho disse que o texto final é “bem diferente” da minuta do projeto que vazou para a imprensa na semana passada. Nessa minuta, o governo proporia idade mínima única de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem no Brasil. Além disso, a minuta de projeto ainda previa um mínimo de 20 anos de contribuição para o trabalhador receber 60% da aposentadoria chegando, de forma escalonada, até o limite de 40 anos, para o recebimento de 100%.

Perguntado sobre quando o projeto será apresentado à sociedade, Marinho respondeu que isso vai ocorrer o mais rapidamente possível. “Vamos aguardar que o presidente convalesça, que ele esteja em plena condição de exercício do seu mandato, que eu espero que seja amanhã ou quinta-feira, e, apresentado [o texto] ao presidente, ele vai definir o prazo”, disse o secretário.

Militares

Sobre a inclusão de militares na reforma, mais cedo o senador Major Olímpio, líder do PSL, disse, ao deixar o Ministério da Economia, que os próprios militares apresentaram uma proposta para a Previdência.

“Os próprios comandantes militares, o ministro da Defesa [general Fernando Azevedo] têm se debruçado sobre isso. Os militares que estão fazendo propostas. Tudo vai cair aqui dentro da área técnica, da área econômica. Os militares, que são sempre solução para o nosso país, não são problema, também estão fazendo suas propostas. Vamos ver a viabilidade dessas propostas”, disse.

O senador também esteve reunido com Guedes, no ministério.

Prefeitura de Valparaíso está proibida de realizar concurso público para área educacional

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Um candidato aprovado em cadastro reserva ganhou na justiça o direito a convocação e nomeação para o cargo de orientador educacional no município de Valparaíso de Goiás. A decisão cautelar inédita, proferida pelo poder judiciário da comarca do município, deferiu ainda medida cautelar proibindo a abertura de novo edital até que todos os candidatos aprovados no último concurso sejam convocados.

O advogado Max Kolbe, responsável pela ação, explica que a abertura de novo edital prejudicaria os profissionais aprovados no concurso anterior, já que das 50 vagas disponibilizadas, 82 pessoas foram convocadas, mas apenas 20 tomaram posse. “Todo candidato aprovado tem o direito à nomeação, quando dentro do prazo de validade, antes que novo concurso seja realizado. É dever da administração nomear os aprovados dentro do número de vagas estabelecido e de acordo com a classificação do candidato, não podendo ser preterido por terceirizados ou temporários. Não é justo que quem tanto se dedicou, estudou e conseguiu a aprovação tenha o seu direito cerceado”, diz.

Diante da medida, o município de Valparaíso de Goiás está impedido de realizar concurso público para a área, até que todos os aprovados no concurso 01/2014 tomem posse. O requerente da ação foi aprovado em 95º lugar e agora aguarda que as 30 vagas em aberto sejam preenchidas conforme a ordem classificatória do concurso.

“O resultado desta ação é importante por abrir precedentes para que outros na mesma situação sejam atendidos e tenham seu direito garantido, o que consequentemente tornam  as seleções mais transparentes e órgãos compostos realmente por servidores concursados”, explica.

Com fiscalização deficiente, Adasa desconhece volume de água efetivamente retirado dos reservatórios do DF

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A auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal para fiscalizar a gestão de recursos hídricos no DF mostra que as falhas vão além do desconhecimento da Adasa sobre o total de usuários que captam água diretamente dos reservatórios e da defasagem dos dados usados como referência para o cálculo das outorgas. Também há deficiência na fiscalização exercida pela Agência em relação à quantidade de água efetivamente retirada dos reservatórios e às captações irregulares.

A norma que regula as outorgas para captação de água no DF prevê a obrigatoriedade de que todos os usuários detentores das autorizações instalem sistema de medição de vazão em cada ponto de captação e enviem periodicamente à Adasa os dados sobre a quantidade de água efetivamente retirada dos aquíferos. Entretanto, a Agência não detém controle gerencial e sistemático de quantos outorgados realmente instalaram hidrômetros ou medidores de vazão, nem do encaminhamento dos respectivos dados periódicos de leitura. Com isso, além de não saber se os usuários cumprem os limites estabelecidos na permissão, a Agência desconhece qual o volume de água efetivamente captado nos aquíferos do DF.

Nem mesmo para os grandes usuários, como a Caesb, são exigidas leituras periódicas de seus instrumentos de medição. Há apenas a análise pontual das leituras encaminhadas espontaneamente pelos usuários, que são comparadas aos dados da outorga. Quando é identificada alguma discrepância, o caso é encaminhado para a área de fiscalização. Além disso, a Adasa realiza fiscalizações in loco apenas nas bacias consideradas críticas, ou seja, que sofrem com baixa disponibilidade hídrica.

Ao ser questionada sobre o motivo de não cobrar dos usuários as medições periódicas, a Adasa informou que não existe sistema que torne automático o cadastro dessa informação, e que teria de registrar manualmente mais de 87 mil leituras de vazão ao ano, razão pela qual não exige dos usuários o fornecimento das leituras. No entendimento do TCDF, entretanto, as dificuldades administrativas não podem ser utilizadas como desculpa para abdicar de sua competência fiscalizadora e que a Agência deve buscar outras formas de fiscalizar o cumprimento das outorgas.

Outorgas vencidas –
 Além de não verificar de maneira eficiente o cumprimento dos limites de captação estabelecidos nas outorgas, a auditoria também constatou a ineficiência das ações de fiscalização sobre as captações irregulares de água no DF. Essa incapacidade está relacionada tanto ao controle de outorgas vencidas quanto à identificação de captações feitas sem qualquer autorização. Em geral, a Adasa adora uma postura reativa em sua atividade fiscalizatória, atuando essencialmente sob demanda, sendo essas internas – decorrentes do planejamento da própria agência – ou externas – por exemplo, denúncias. E, ainda assim, os resultados estão muito aquém do que deveriam.

Segundo a própria Adasa, das 7.404 outorgas concedidas, 2.092 estavam vencidas em abril de 2018, o que corresponde a quase 30%. No entanto, não houve qualquer fiscalização da Agência para tratar desses casos em 2015, 2016 e 2017. Em 2016, o Plano Anual de Fiscalização da Adasa previa notificar 700 usuários com autorizações expiradas, mas nenhum deles foi notificado. Em 2018, quando a auditoria estava em curso, a meta era notificar 500 usuários com outorgas vencidas, ou seja, menos de 25% do total de usuários em situação irregular.

Captações irregulares – Ao analisar o Plano Anual de Fiscalização (PAF) de 2018 da Adasa, o corpo técnico do TCDF também não identificou quantas ações foram realizadas especificamente para identificar e coibir as captações feitas sem autorização do órgão. No eixo “Fiscalização Programada”, a ação que mais se aproxima do propósito de identificação de captações irregulares são as campanhas de regularização, que consistem em facilitar o acesso à Agência para os usuários interessados em regularizar a utilização de recursos hídricos. Porém, essa ação tem viés educativo e, além disso, estava restrita, em 2018, à Bacia do Rio Maranhão.

O corpo técnico do TCDF destaca que as cooperações da Adasa com outros órgãos ainda precisam ser reforçadas. Por exemplo, a Caesb poderia fornecer a localização dos hidrômetros das regiões atendidas pela concessionária, nome dos usuários, endereço e CPF, além dos dados de sua rede de monitoramento. Esses dados são necessários para identificação dos locais onde há fornecimento de água pela Caesb, uma vez que há proibição de outorga para consumo humano nas regiões com atendimento pela concessionária. Os dados de monitoramento são úteis para compor a rede da Agência de modo a aumentar a segurança no cálculo da disponibilidade hídrica.

A auditoria aponta ainda que a Adasa poderia firmar parceria com os Correios, para obter o endereçamento urbano e rural atualizado para auxílio na localização do local de captação, já que há dificuldade de identificação de alguns pontos exclusivamente por meio de coordenadas. A Agência também deveria buscar junto ao Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) o compartilhamento de dados pluviométricos, estendendo a rede de monitoramento. O TCDF aponta ainda outras informações da Caesb, do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e da Empresa de Assistência Técnica e extensão Rural (Emater) que deveriam ser utilizadas pela Adasa para reforçar sua fiscalização.

Determinações – Como resultado da auditoria, o Plenário do TCDF determinou à Adasa que implemente mecanismos que garantam o monitoramento da medição de vazão de água efetivamente captada; defina sistemática de identificação de captações irregulares; estabeleça uma rotina para tratamento de outorgas vencidas, de modo a evitar o acúmulo de atos em situação irregular, bem como adote medidas para regularizar as situações já identificadas; e estabeleça convênios ou termos de cooperação com órgãos e entidades visando ao compartilhamento de informações estratégicas para a fiscalização e a gestão das outorgas.

O Tribunal também determinou à Caesb que compartilhe com a Adasa dados de sua rede de monitoramento de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, e, ao Ibram, que compartilhe com a Adasa seu banco de dados de licenciamento ambiental e Cadastro Ambiental Rural, bem como outras informações que se fizerem necessárias, de modo a contribuir para a segurança do processo de concessão de novas outorgas. À Emater, o TCDF determinou o compartilhamento sistemático do cadastro das propriedades rurais do Distrito Federal e de áreas irrigadas para auxiliar na identificação de possíveis usuários irregulares de recursos hídricos.

Organização e planejamento: a fórmula do sucesso do SOS DF

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Programa do GDF de prestação de serviços ultrapassa a marca de 30 mil ações

O SOS DF, que já está em sua segunda fase com mais de 30 mil ações e intervenções realizadas em menos de 40 dias, vem melhorando a vida dos brasilienses em todas as cidades. Sob o comando do governador Ibaneis Rocha, vários órgãos do GDF trabalham de forma conjunta e coordenada, com resultados expressivos.

O sucesso da iniciativa tem como ingrediente a capacidade de organização e planejamento. Para isso, representantes da Novacap, DER, Detran, Secretaria de Obras, Secretaria das Cidades, SLU, CEB e Caesb visitam as cidades, vistoriando as obras realizadas na primeira fase do Programa SOS-DF e ouvindo a população sobre novas demandas para a etapa II.

“Antes de enviar as equipes de trabalho, vamos até as cidades para ouvir as lideranças locais e pedir à população para que encaminhe à administração regional as necessidades mais urgentes”, explica o secretário-geral de Gestão Governamental, José Humberto Pires.

30.210é o número atual de ações do SOS DF

Para o diretor-presidente da Novacap, Daclimar Castro, tal estratégia permite a todos os órgãos envolvidos ter uma visão mais nítida dos serviços a serem realizados, “dimensionando as equipes, materiais e equipamentos necessários para atender cada cidade do Distrito Federal”.

Cidades visitadas

No dia 5, os técnicos estiveram em Planaltina e, acompanhados pelo administrador, Gilson Amorim Sobrinho, visitaram vários locais da cidade, como a Escola Classe 06.

No Itapoã, a equipe vistoriou os serviços realizados na primeira etapa do SOS DF. A Novacap atuou com reparos em bocas de lobo e desobstrução da rede de drenagem pluvial, podas de árvores, roçagem do mato alto e na manutenção de vias com serviços de tapa-buracos. (Com informações da Agência Brasília)

Bolsonaro defende patrocínio no esporte para portadores de deficiência

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Por Fernanda Cruz

O presidente Jair Bolsonaro defendeu hoje (12), no Twitter, o investimento, por meio de patrocínio da Caixa Econômica Federal, em atletas portadores de deficiência.
“A inserção social de deficientes por meio do esporte é mais uma das frentes de investimento do novo Brasil que almejamos”, diz a mensagem.

O vídeo compartilhado junto com a mensagem mostra que o projeto Caixa Mais Brasil visitou Rio Branco, no Acre, onde os atletas com deficiência treinam num Centro de Iniciação ao Esporte financiado pelo banco.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que a instituição pretende mudar a política de investimentos, dando prioridade ao esporte de base e de grupos comunitários, em vez de grandes clubes.

BRB INICIA ATENDIMENTO DE FINANCIAMENTO DE LOTES E CONSULTORIA FINANCEIRA

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Ações anunciadas na sexta-feira (08/02) entraram em vigor a partir de hoje
 
O Banco de Brasília iniciou segunda-feira (11/02) a oferta de seus dois novos produtos, lançados pelo banco na semana passada: o Financiamento de Lote Urbano e a Consultoria Financeira BRB.
O Programa de Consultoria Financeira teve o primeiro dia de funcionamento. Os clientes do banco que possuem alto grau de comprometimento de renda e são vinculados ao GDF começaram a receber os Serviços de Mensagem de Texto (SMS), alertas por meio do BRB Mobile, além da ligação dos gerentes para agendamento do primeiro atendimento. Ao todo, 8,9 mil clientes serão contatados.
Para o Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, o início do atendimento ao cliente desses dois novos produtos marca uma nova fase do banco. “Lançamos produtos que, de fato, mudam a vida dos nossos clientes. Vamos ajudá-los a planejar suas finanças de forma sustentável com condições especiais de negociação”, explica.
As taxas de juros e as condições diferenciadas estão adequadas a cada grupo de clientes, com prazo máximo para pagamento de até 120 meses. Além disso, o banco criou uma agência específica para realizar esse atendimento. Um ambiente físico exclusivo com profissionais treinados e capacitados para auxiliar nossos clientes no seu planejamento financeiro.
FINANCIAMENTO DE LOTE URBANO
Simultaneamente, os clientes interessados no financiamento de lotes procuraram as agências do BRB para receber orientações sobre a nova modalidade de crédito, disponível aos moradores do DF e da RIDE.
Quanto ao financiamento de lotes, Costa ressalta que o banco lançou uma linha inédita e que tem grande impacto social. “Passamos, a partir de hoje, a financiar de forma inédita a aquisição de lote urbano no DF e na RIDE. Acreditamos que essa modalidade irá estimular a economia e ajudar as famílias na realização dos seus sonhos”, reforçou Costa.
Os acordos com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e a TERRACAP visam alienar bens imóveis da União e promover regularização fundiária. Com isso, os imóveis que se enquadram nesses acordos também podem ser objeto de financiamento pelo Banco de Brasília.
Para Pessoa Física (PF), a nova modalidade tem taxas de juros a partir de 0,85% a.m (+TR) com prazo para pagamento em até 240 meses (20 anos). O percentual de financiamento pode chegar a 90% do valor do lote em fase de regularização. Para lotes já regularizados, o percentual de financiamento máximo é 70%. Já para Pessoa Jurídica (PJ), a taxa é 0,92 a.m (+TR) com prazo de até 120 meses para pagar, limitado a 50% do valor do lote.

GM terá de indenizar cliente por falhas mecânicas não resolvidas em carro zero km

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A General Motors (GM) foi condenada a indenizar uma consumidora do Distrito Federal que comprou um carro 0km da marca. Por vezes o carro foi para a concessionária efetuar os reparos, mas nunca ficou bom. Entre idas e vindas, o veículo Chevrolet Onix 1.4 LT FlexPower ficou 55 dias em oficinas entre os dias 16/04/2015 a 28/01/2016, causando transtornos à consumidora.

Na sentença (processo nº 2015.07.1.031668-8), o juiz José Rodrigues Chaveiro Filho da 5ª Vara Cível de Taguatinga (DF), condenou a GM e a Concessionária Jorlan S.A., solidariamente, a ressarcir todos os valores despendidos pela consumidora com a aquisição do automóvel, e ainda, ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil.

Para o advogado Felipe Borba, especialista em direito do consumidor do escritório Borba & Santos Advogados e que atuou no caso, a Justiça agiu em total conformidade com as regras do Código de Defesa do Consumidor, preocupando-se não só com as questões financeiras, mas principalmente com os riscos, aos quais a consumidora estava exposta. “O laudo pericial realizado após análise do veículo demonstrou que as falhas apresentavam risco moderado, pois envolviam componentes relacionados à estabilidade do veículo. Uma falha mecânica poderia causar ainda mais transtornos e põe a integridade física da motorista, dos passageiros e até mesmo de terceiros que estiverem no trânsito”, destaca.

Durante o processo, as rés questionaram a medida de suas responsabilidades, contudo o magistrado sentenciante condenou tanto a montadora quanto a concessionária autorizada a comercializar o veículo, com quem a cliente negociou diretamente, com base no art. 7º, parágrafo único e 18 do Código de Defesa do Consumidor.

“É muito importante para o cidadão quando seu direito se faz valer. Ele, a parte mais frágil nas relações comerciais, sofre com a falta do bem no seu dia-a-dia, prejudicando suas atividades diárias”, ressalta Borba.

Primeira-dama Mayara Noronha visita creche no Varjão

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Mayara vai buscar parcerias com embaixadas e setor privado para ampliar vagas na rede

A primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha, visitou na tarde desta segunda-feira (11) a creche do Centro Social Comunitário Tia Angelina, no Varjão.

No primeiro dia de aulas na rede pública de ensino, Mayara foi conhecer o trabalho realizado pela instituição e anunciou que vai se empenhar pessoalmente na busca por parcerias com embaixadas e com o setor privado. O objetivo é ampliar o número de vagas na rede e oferecer um apoio ainda maior a projetos sociais como o do Varjão.

O Centro Social Comunitário Tia Angelina atende a 250 crianças, entre 1 e 3 anos de idade, e recebe subsídio do GDF para o seu funcionamento, por meio de convênio com a Secretaria de Educação. A unidade conta com 61 colaboradores.

“Este tipo de trabalho merece ser apoiado e ampliado, para que cada vez mais crianças possam ter acesso a um local seguro e confortável, enquanto as mães e pais trabalham”, afirmou Mayara.

Hoje, o DF atende a 15.025 crianças de 0 a 3 anos, mas possui uma lista de espera de mais de 23 mil crianças.

“É compromisso do Governo dar oportunidade a todas as crianças do DF, com oferta de um espaço em que elas possam ser cuidadas e educadas. É por isto que vou em busca de parcerias, junto com a Secretaria de Educação, para pedir mais apoio de entidades interessadas nesta ação do bem”, concluiu.