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Bolsonaro retira sigilo bancário de operações com recursos públicos

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Por Pedro Rafael Vilela

O governo vai retirar o sigilo bancário das operações de crédito envolvendo recursos públicos federais, inclusive em transações com estados, municípios, além de autarquias e fundações da administração pública. É o que define um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) ratificado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quinta (25) durante transmissão ao vivo em sua página no Facebook. Participaram da transmissão o advogado-geral da União, André Luiz Mendonça, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, o líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), e o secretário da Aquicultura e Pesca, Jorge Seif.
“Nós temos que ser transparentes. Quantas vezes eu falei de caixa preta do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]? Tem melhorado o BNDES? Tem melhorado sim, mas nós queremos algo que seja aberto a toda administração pública. Não pode mais ter aquela história de que esse ministério, esse banco ofical ou essa estatal não pode [abrir os dados]”, disse Bolsonaro, ao assinar o parecer.

Segundo o advogado-geral da União, o parecer cria efeito vinculante sobre toda a administração pública e deverá ser observado pelos gestores.

“Todos os órgãos de controle, Polícia Federal, tribunais de Conta, eles vão ter acesso livre ao dinheiro público, ou seja, tem um dinheiro da União que foi repassado ao BNDES , lá para o município ou para o estado, esses órgãos de controle vão ter acesso livre. Não vai poder ser defendido que não pode ter acesso por causa do sigilo bancário. Não tem sigilo bancário, a partir dessa assinatura, em relação ao dinheiro público federal”, disse André Luiz Mendonça.

Divulgação

O parecer estabelece que as instituições financeiras da administração pública deverão divulgar os contratos de empréstimos contraídos por empresas nas hipóteses em que os créditos se originarem dos orçamentos da União, dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios, ou se tratarem de recursos privados administrados pelo poder público, como é o caso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Nesses casos, no entanto, os titulares de contas individualizadas continuarão resguardados pelo sigilo bancário.

A AGU cita no parecer as manifestações feitas pelo BNDES e pela Caixa Econômica Federal, segundo as quais o sigilo bancário é inexistente em contratos celebrados com entidades integrantes da Administração Pública.

“Convém lembrar que a Lei Complementar nº 105, de 2001 [que trata do sigilo bancário], teve sua constitucionalidade reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento conjunto de diversas ações diretas de inconstitucionalidade. Completando este julgamento, o STF, no já citado Mandado de Segurança nº 33340/DF, reconheceu que o sigilo bancário incide de modo diferenciado se estiverem presentes recursos públicos e que o Tribunal de Contas da União pode fiscalizar a atuação de instituições financeiras públicas”, informa o parecer.

Sigilo

Nas situações em que houver sigilo bancário, o parecer prevê que o Ministério Público, os tribunais de contas da União, dos estados e municípios, além do Ministério Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) poderão celebrar convênios com o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários com o objetivo de promover fiscalizações conjuntas por meio do compartilhamento das informações sob segredo.

A AGU informou também que o parecer continua a garantir o sigilo bancário a partir do momento em que os valores forem depositados na conta-corrente dos tomadores do empréstimo. Isso significa, segundo o órgão, que as operações financeiras privadas e as contas dos particulares destinatários dos recursos seguem protegidas.

“O entendimento não ocasiona a supressão de outros sigilos previstos em lei ou em norma editada pelo Banco Central, impedindo a divulgação de informações relativas ao chamado dossiê de crédito, no qual as empresas repassam aos bancos informações sobre balanços contábeis, onde pode haver dados privilegiados sobre sociedades anônimas, protegidos por segredo industrial, dentre outros”, informou a AGU, em nota.

App de transportes brasiliense DESU está em atividade no DF

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Criadores do App Desu Bruno Camargo e Thiago Rocha – Fotos Nayane Fernandes

Para usuários do sistema Android o aplicativo já está disponível no Google Play

Após a fase de recrutamento de mil motoristas, o aplicativo de transportes Desu, que nasceu em Brasília e foi idealizado pelos empresários brasilienses Bruno Camargo e Thiago Rocha, inicia as operações no Distrito Federal. O app é gratuito e está disponível para download para os usuários do sistema Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.desu.passenger).

A plataforma apresenta grandes diferenciais e os usuários já podem conferir os benefícios ao utilizar o serviço. O público feminino ganhou a opção de atendimento exclusivo. Isso quer dizer que uma passageira que busca uma corrida pode optar por ser atendida somente por outra mulher. A iniciativa traz mais conforto e segurança para as clientes e motoristas e promove a inclusão de mais mulheres no mercado de mobilidade urbana. “Acreditamos que a Desu vai oferecer mais oportunidades aliada a segurança e faturamento’, destaca o idealizador Thiago Rocha.

Além disso, atualmente as tarifas da Desu são as mais baratas do mercado e outra novidade que a empresa apresenta é o pagamento pré-pago. Além da opção com cartão, o cliente pode optar por pagar as corridas com boleto bancário. Para utilizar o recurso é bem simples: o cliente cadastrado na plataforma acessa o MENU, em seguida clica em OPÇÕES DE PAGAMENTO e acessa a área SALDO DESU. Nesta seção o usuário estipula um valor que deseja colocar como crédito no app e realiza o pagamento do boleto.

A empresa tem a expectativa de lançar em breve a versão para IOS. Segundo o empresário Bruno, o APP para Iphone será disponível para download em julho.

 

Como posso me cadastrar para utilizar o serviço?

Para se cadastrar é bem simples: encontre o app DESU na Google Play (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.desu.passenger), faça o download e ao realizar o cadastro insira e-mail, nome, sobrenome, gênero e telefone.

 

Quer ser um motorista?

Para torna-se um parceiro da DESU, é simples e rápido. Acesse o site https://desu.mobi/novo-motorista, forneça nome, e-mail, CPF, telefone, gênero e crie uma senha para acessar seu perfil sempre que necessário.

Em relação ao automóvel, serão aceitos apenas aqueles com data de fabricação a partir de 2010/11, com ar-condicionado e quatro portas.

A política de tolerância da empresa são de veículos com até 8 anos de uso a partir do ano de fabricação.

Vale destacar ainda que os candidatos precisam ter carteira de motorista definitiva e estejam regulamentados pela Lei nº 5.691/2016, que trata da prestação de Serviço de Transporte Individual Privado de Passageiros Baseado em Tecnologia de Comunicação em Rede no Distrito Federal.

 

Dia das Mães: brasiliense conta como enfrentou câncer de mama durante gestação

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Conheça o relato inspirador de uma mãe que enfrentou o câncer de mama durante a gravidez e como funciona o tratamento em pacientes gestantes

Receber o diagnóstico de câncer de mama não é fácil, especialmente se o diagnóstico for dado durante a gestação. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres brasileiras depois do câncer de pele não melanoma. A estimativa para este ano de 2019, é de cerca de 60 mil novos casos da doença no país. E, para cada 3000 mulheres grávidas, uma é diagnosticada com câncer de mama. Seja durante a gestão, amamentação ou no primeiro ano após o parto.

A ideia de tratamento do câncer de mama no período gestacional parece perigosa. Mas no mês em que é comemorado do Dia das Mães (12/05), a oncologista Ludmila Thommen faz um alerta para a importância do diagnóstico precoce da doença. “As campanhas de modo geral, alertam as mulheres para que os exames sejam feitos a partir dos 40 anos. Isso faz com que muitas mulheres mais novas não saibam que a doença pode acometê-las, até mesmo na gravidez” diz a médica.

Em 2018, a estudante e dona de casa, Jaqueline Oliveira, de 39 anos de idade, foi diagnosticada com câncer de mama no terceiro mês gestacional. “No início, quando recebi o diagnóstico, fiquei muito apreensiva. Parece que a palavra câncer está atrelada ao estima de morte. Mas sempre fui muito positiva e tenho muita fé em Deus.  E depois que colocamos em prática o tratamento contra a doença, fiquei mais tranquila. Mas o que realmente me deixou em paz, foi ver minha filha nascer saudável”, diz.

Jaqueline conta que apesar do medo, os médicos que a diagnosticaram com a doença, a deixaram muito segura com relação ao tratamento, que consistiu em quatro sessões de quimioterapia durante a gestação, e mais dezesseis após o parto. “Hoje minha filha Giovanna está com cinco meses de vida. Encerramos as sessões de quimioterapia e estamos aguardando marcarem a data para que eu me submeta a mastectómica”, conta Jaqueline.

Diagnóstico e tratamento
Segundo a oncologista, alterações hormonais durante a gestação deixam as mamas maiores, com a parte interna granulada e mais sensível. E isso pode afetar o diagnóstico, já é mais difícil que a própria paciente ou o médico notem um nódulo causado pelo câncer até que esteja grande o suficiente para ser notado.
“Infelizmente muitas mulheres deixam para fazer a prevenção do câncer de mama, por meio da mamografia, só depois do parto. Isso retarda o processo de tratamento, já que seria possível um diagnóstico em estágio inicial na gravidez. E como a gravidez e a amamentação podem tornar o tecido mamário mais denso, pode ser mais difícil visualizar o câncer precocemente na mamografia”, alerta Ludmila.

De acordo com Ludmila Thommen, o tratamento aplicado ao câncer de mama não difere em pacientes gestantes. Ou seja, pacientes grávidas com indicação podem realizar a mamografia desde que seja usada a proteção abdominal com um colete de chumbo, pois a quantidade de radiação necessária para a realização do exame é pequena e focada nas mamas. Fora isso, outro procedimento aplicado para a conclusão do diagnóstico, é a biópsia mamária. E elas frequentemente são feitas com agulha, com anestesia local e provoca pouco risco ao feto.

Com relação a radioterapia, a oncologista conta que os efeitos do tratamento podem ser altamente prejudiciais ao bebê já que os tecidos fetais são altamente sensíveis à radiação. Portanto, o tratamento só é indicado após o parto. Já no processo de quimioterapia, vários estudos médicos afirmam que a aplicação de determinados medicamentos durante o segundo e terceiro trimestre de gestação são bastante seguros.

“Mesmo mulheres grávidas que têm câncer de mama e recebem o tratamento, concebem bebês saudáveis e continuam vivendo a vida de forma saudável”, explica. Entretendo, a médica alerta que tudo depende da rapidez do diagnóstico e seu prognóstico.

Sancionada Lei de Delmasso que combate violência contra a mulher

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Foram registradas em 2018 quase 15 mil ocorrências de violência doméstica

Foi sancionada a Lei 6.292/2019, de autoria do vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (PRB), que institui a Política Distrital para o Sistema Integrado de Informações de Violência Contra a Mulher (Observa Mulher-DF). Os objetivos são: organizar e analisar dados sobre atos de violência e promover a integração entre os órgãos que atendem a vítima.

Dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social revelam uma realidade preocupante sobre a violência contra a mulher no Distrito Federal. Em 2018, foram registradas 14.985 ocorrências de violência doméstica, 1.386 autores aparecem em mais de um registro, o que representa uma reincidência de 9,6%. 

A política distrital fará o diálogo e a integração entre as ações dos órgãos públicos da sociedade civil e dos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo, incluindo a Defensoria Pública e o Ministério Público. A Lei também terá meios de acesso rápido às informações sobre as situações de violência, divulgação de dados, estatísticas e mapas que revelem a situação e a evolução no combate à violência contra a mulher.

A estudante Nara Souza contou que já foi agredida tanto psicologicamente quanto fisicamente. “A gente fica pensando: O que adianta denunciar, se sempre acham que a culpa é nossa? Essa Lei é muito importante, porque a Justiça sempre demora a agir em casos de violência contra a mulher”, disse.

Ataques a alvos cristãos foram coincidência?

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Por Ricardo Gennari

O Estado Islâmico (ISIS) reivindicou a autoria dos atentados realizados no último domingo, 21 de abril, em igrejas católicas e hotéis de luxo no Sri Lanka. No entanto, o governo do país atribuiu os ataques a outro grupo extremista, o National Thowheeth Jama´ath, NTJ, em conjunto com outra organização terrorista menos conhecida, aJMI (Jamaat-ul-Mujahideen India).

De acordo com as últimas informações, o número de mortos chegou a 359. Segundo o que foi apurado, a motivação aponta para uma retaliação dos ataques em mesquitas na Nova Zelândia, realizados em março deste ano, e que deixaram 50 mortos.

O domingo de páscoa foi a data ideal escolhida a dedo pelos extremistas para promover um massacre cristão no Sri Lanka, mesmo que os católicos sejam em menor número no país.

Todavia, uma curiosidade macabra foi apontada pelo especialista em segurança, inteligência e estratégia Prof. Ricardo Gennari: o incêndio da Catedral de Notre-Dame, em Paris.  “Teria sido mesmo um acidente? As duas tragédias foram motivo de comemoração pelo o Estado Islâmico. Duas coincidências?”, inquiriu Gennari.

Na opinião dele, mesmo tendo ciência da probabilidade de um ataque terrorista em um feriado cristão, nenhuma providência foi tomada por parte das autoridades. “Situações como essas continuam se alastrando pelo mundo e matando centenas de inocentes. As autoridades precisam começar a agir antes, para que a sociedade consiga dormir sem ter medo de acordar com outra notícia trágica”, afirmou o especialista.

No caso das ações terroristas no Sri Lanka, os serviços de inteligência internacionais como Interpol e FBI vão ajudar ao país asiático nas investigações.

Ricardo Ferreira Gennari – Graduado em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Econômica de São Paulo, Ricardo Gennari é especialista em Inteligência Estratégica e Segurança. Pós com MBA em Inteligência Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Política e Estratégia pela Universidade de São Paulo (USP). E ainda, Gerência de Sistemas e Serviços de Informação; Logistics and Transportation for the Executive Manager pela School of Business Administration – University of Miami. Mestrando em Gestão de Políticas Públicas pela FGV.

Tem cursos de Especialização na Brookings Executive Education – Washington D.C. – USA; na Academy of Competitive Intelligence; no Internacional Police Executive – New York; na Escola Superior de Guerra e na Escola de Governo, conveniada à Universidade de São Paulo; no Institute of Terrorism Research and Response de Israel; na Defense Academy of the United Kingdom (Inglaterra); na Academy for Advanced Security & Anti-Terror Training (Israel) e na National Intelligence Academy (Estados Unidos).

CGDF promove capacitação sobre projeto de controle social “De Olho na Saúde”

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Os auditores cívicos farão inspeções no Hospital Regional do Leste, no Paranoá (DF), para solucionar problemas

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) promoveu, nessa sexta-feira (26/04), uma capacitação para o grupo de auditores cívicos do projeto “De Olho na Saúde”, para que eles possam realizar inspeções no Hospital Regional do Leste, no Paranoá (DF).

O projeto piloto de controle social “De Olho na Saúde” busca estimular a participação ativa da comunidade em auditorias cívicas para aprimorar os serviços públicos prestados pelas unidades de saúde do DF. Nesta capacitação participaram servidores do HRL, membros das comunidades das cidades do Itapoã, Jardim Botânico, Paranoá, e São Sebastião, e dos Conselhos de Gestão da Saúde.

Na abertura, o controlador-geral do Distrito Federal, Aldemario Araújo Castro, afirmou que a área da saúde é umas das mais complicadas e sensíveis da administração pública no DF. Por isso, é preciso aumentar o controle por parte da própria CGDF e também da sociedade.

“Esse é um desafio que nós Controladoria temos enquanto governo que realiza uma série de atividade fiscalizatórias de controle. É um desafio, também, da sociedade, que de alguma maneira deve participar disso. Tem que cobrar e olhar para essa atividade”, ressaltou.

O grupo teve noções introdutórias de auditoria, correição e processos administrativos disciplinares e conheceu os instrumentos que a CGDF disponibiliza para o cidadão fazer o controle social, por meio de denúncias e fiscalização do dinheiro aplicado na área da saúde, como a Ouvidoria e o Portal da Transparência.

Para dar mais efetividade a capacitação, foi realizada uma simulação de auditoria cívica na sala em que estava sendo realizada a capacitação, onde os servidores levantaram, por exemplo, que as cadeiras não eram confortáveis e um dos aparelhos de ar condicionado não estava funcionando. O objetivo foi fazer com que servidores, membros das comunidades e representantes dos conselhos de saúde se sentissem habilitados para a terceira fase do projeto, que consiste na realização de uma auditoria no próprio HRL, para levantar os problemas do hospital e apontar soluções.

BRB PARTICIPA DA 6ª SEMANA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA

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Ação será realizada de 20 a 26 de maio
 
O Banco Central do Brasil (BC) promove, em maio, a 6ª Semana Nacional de Educação Financeira. A ação, que ocorre no período de 20 a 26/05, em todo o Brasil, conta com a participação de diversas instituições, entre elas o Banco de Brasília (BRB).
Toda empresa que adere ao projeto deve promover ações gratuitas, destinadas ao público externo. No caso do BRB, serão oferecidas três palestras entre os dias 21 e 23 de maio.
No dia 21, o tema é “O que fazer para ter uma vida financeira equilibrada?”. Um dia depois (22), a palestra terá como mote “Como fazer o Planejamento Pessoal?”. Já no dia 23, será possível saber mais sobre “quais as opções de investimentos disponíveis para potencializar seus ganhos?”.
“Este é o quarto ano que o BRB participa do projeto. Nas edições anteriores, disponibilizamos conteúdo nesse mesmo formato. Notamos que a população responde ao convite de forma muito positiva e a busca por conhecimento ligado às questões financeiras é cada vez mais frequente”, afirma a gerente de desenvolvimento de pessoas da Instituição, Karolina Cunha.
 
Para participar, não é necessária inscrição prévia. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo email educafinan@brb.com.br.
Outras informações sobre o projeto podem ser consultadas no site www.cidadaniafinanceira.bcb.gov.br (Portal Cidadania Financeira do Banco Central) e no www.vidaedinheiro.gov.br (página oficial da Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF).
Serviço:
6ª Semana Nacional de Educação Financeira
Data: 21 a 23/05
Horário: 19h às 21h
Local: Centro de Treinamento do BRB (EQS 410/411, Lote 01, Sobreloja Ag. L2 Sul)

Bluefields remodela programa de aceleração

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As inscrições para o The Big BaM!, programa para negócios de impacto socioambiental e tecnologia, estão disponíveis até o dia 10 de maio

O programa The Big BaM! da Bluefields Aceleradora chega a sua quinta edição com novidades e a soma de mais de 40 startups aceleradas. A aceleração tem duração de cinco meses e é semi-presencial, o que inclui empreendedores que moram longe da capital paulista.

A estrutura do programa compreende:

  • Sprints de Aceleração: encontros presenciais de um final de semana uma vez ao mês com facilitadores, experts e mentores;

  • Escola de CEOs: 5 sessões exclusivas da Bluefields sobre desenvolvimento de lideranças que prepara líderes empreendedores das grandes empresas do futuro;

  • Acesso ao Capital: conecta startups à rede de fundos e investidores, com exposição das startups e pitch para investidores reais;

  • Business Partner: algumas das startups selecionadas também podem contar com uma espécie de sócio minoritário que acompanha a evolução do negócio durante o período do programa e conecta com a Rede de Mentores;

  • Rede de Mentores: acesso a rede da Bluefields com 70 profissionais experientes do ramo.

A metodologia Bluefields é baseada no conteúdo de alto nível da Sinapis Group, uma rede global de aceleradoras, fruto da ideia de ex-estudantes de Harvard. Hoje, com mais de mil empreendedores acelerados, o método é aplicado em países em desenvolvimento como o Quênia, Uganda, Libéria e Gana, e agora expandindo também para Egito e China.

A Bluefields é uma aceleradora que entende que transformar vidas e influenciar pessoas é uma missão. Já acelerou quarenta e cinco empreendedores em apenas três anos e possui parceiros nacionais e internacionais como a Universidade Mackenzie, a Sinapis Group e a GALI (Global Accelerator Learning Initiative). Além disso, é a pioneira do ecossistema de Kingdom Business no Brasil.

“Ao longo do programa de aceleração aplicamos o framework de Kingdom Business, o qual compreende engajar os empreendedores na luta contra a corrupção, que começa nas pequenas brechas do dia a dia”, diz Paulo Humaitá, CEO e founder da Bluefields. Desta forma, construímos negócios sólidos não apenas nos números, como também nos valores.

“O The Big BaM” revolucionou, de forma positiva, nossa maneira de pensar nos negócios”, diz Henrique Ramos, founder e CEO da Isobloco, startup que participou da edição anterior do The Big BaM!. A empresa, que fica no estado de Alagoas, possui como principal produto uma solução patenteada para construções sustentáveis com excelentes propriedades termo-acústicas, alto desempenho de vedação, economia de água e outros benefícios sustentáveis como reduzir resíduos da construção em 50%. A Isobloco está atualmente concorrendo ao Prêmio Nacional de Inovação do SEBRAE.

O total de investimento captado pelas empresas aceleradas pela Bluefields foi de 5 milhões de reais e as inscrições para o programa estão disponíveis até o dia 10 de maio no site.

Sobre a Bluefields

A Bluefields Development é uma aceleradora de negócios com foco no impacto e em tecnologia, que atua no ‘chão de fábrica’, acelerando negócios e conectando grandes empresas com o ecossistema de inovação. Tudo permeado pela missão de transformar vidas e influenciar pessoas para um mundo melhor.  http://www.bluefieldsdev.com/

SEMA realiza em Brazlândia Blitz Educativa de Prevenção dos Incêndios Florestais

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Com o objetivo de conscientizar e alertar a população sobre a proibição e os perigos da queima de lixo e resto de poda, que são as principais causas de incêndio florestal no Distrito Federal, a Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) realizará a segunda blitz educativa do ano, nesta sexta-feira (26). A Ação será das 8h às 12h, em Brazlândia, no km 13 da BR 080, em frente à Escola Classe INCRA 06, e vai contar com a participação 30 crianças da instituição.

A iniciativa é uma realização do Grupo Executivo do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do DF, que é coordenado pela SEMA, em parceria com o ICMBio, IBAMA, PRF, CAESB, Aeronáutica, Marinha, CBMDF, JBB, IBGE, IBRAM, Secretaria de Saúde e Administração de Brazlândia.

Até outubro, serão realizadas mais seis blitzs, envolvendo outras unidades de conservação do DF.

Blitz Educativa de Prevenção dos Incêndios Florestais no DF

Data: Sexta-feira (26)

Local: km 13 da BR 080, em frente à Escola Classe INCRA 06

            Brazlândia

Horário: Das 8h às 12h

Ex-advogado-geral da União desmente fake news contra governador do DF: “mentira grosseira”

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O jornalista Ana Maria Campos, do Correio Braziliense, publicou desmentido do ex-advogado-geral da União Luís Inácio Adams, sobre fake contra o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Desde a quarta-feira (23), circula em grupos de WhatsApp uma matéria sobre a viagem do governador na classe executiva do voo da TAP para Lisboa, onde esteve até ontem participando do VII Fórum Jurídico, promovido pelo IDP.

A versão é de que Ibaneis bebeu além da conta e provocou constrangimentos entre os passageiros. Adams, que viajou de Brasília a Portugal no assento logo atrás do governador, disse que tudo é mentira. “Isso é uma mentira grosseira. Não gosto de ser envolvido em mentiras”, afirmou Adams ao Correio.

Adams é citado na matéria como uma testemunha do ocorrido. Mas o advogado conta que viu Ibaneis tomando vinho como vários passageiros na sala vip e depois no jantar servido durante o voo, sem qualquer problema. “Faço questão de reparar a verdade. Ele também não estava com um séquito de assessores, como foi dito. Estava acompanhado apenas da chefe de gabinete, Kaline Gonzaga Costa.

Advogado-geral da União nos governos de Lula e de Dilma Rousseff, entre 2009 e 2016, Adams afirma que não tem nenhum interesse no caso além de esclarecer o que houve. Ele recebeu várias mensagens pelo celular de pessoas que queriam saber o que, de fato, aconteceu no voo.

“Não sou o melhor amigo do governador. Não tenho ações contra o governo e nem contratos com o GDF”, acrescentou. “Mas não vi nada de inapropriado. Foi tudo absolutamente normal. Nem vi crise com o comissariado”, acrescentou.

O que houve com o governador Ibaneis Rocha no voo de Brasília a Portugal no último domingo?

Não vi nada inapropriado. Foi tudo normal. Nada, absolutamente nada que chamasse a atenção. No avião, nós, passageiros, jantamos, vimos filmes e dormimos. Nada de mais também que provocasse a atenção do comissariado. Foi uma mentira grosseira.

O governador bebeu além da conta?

Eu vi que ele tomou vinho na sala VIP (do aeroporto), como todo quase todo mundo. Depois tomou um pouco durante a refeição, como é natural num voo como esse. Também não estava acompanhado de um séquito de servidores. Estava apenas com a chefe de gabinete.

Vocês estiveram juntos no VII Fórum Jurídico de Lisboa?

Estávamos lá. Eu tinha a minha agenda e ele, a dele. Faço questão de desmentir a história (de que o governador bebeu muito) porque fui citado (na matéria) como testemunha.

Uma matéria com esse teor repercutiu muito…

Recebi umas 15 mensagens de WhatsApp. Resolvi registrar no site (onde saiu publicada a matéria) a minha discordância, mas ao fazer isso, precisava publicar a matéria no meu Facebook. Por isso, desisti.

Você e o governador são advogados. São amigos?

Não sou amigo do governador Ibaneis. Ele até já fez uma representação contra mim à Comissão de Ética Pública da Presidência. Era uma coisa sem importância, que não avançou e foi arquivada. Mas não somos os melhores amigos. Não tenho ações contra o governo e nem contratos com o GDF. Mas não gosto de ser envolvido em mentiras. Pode-se concordar ou discordar das pessoas, desde que ocorra de maneira ética. Por isso, tive necessidade de reparar a verdade.

(Com informações do CB Poder)