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Cirurgia inédita é realizada no Hospital de Base

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Equipe da Ortopedia aplicou técnica alemã para procedimento que foi executado com sucesso
Nessa segunda-feira (8) aconteceu no Hospital de Base, uma cirurgia inédita no Brasil: tratamento de infecção protética em um estágio cirúrgico. O ortopedista, Mário Soares, realizou o procedimento após ter permanecido nos últimos três meses treinando a técnica e o tratamento em Hamburgo, na Alemanha. Segundo o especialista, a paciente de 47 anos, que havia passado por uma cirurgia para colocação de prótese há seis meses, teve uma infecção e foi preciso fazer a reabordagem cirúrgica.

“Essa paciente precisou fazer o procedimento por ter um desgaste precoce de quadril e foi acometida dessa complicação que atinge de 1,5% a 2% dos pacientes e costuma ser devastadora”, explica. O médico conta que, usualmente, é feita uma cirurgia em dois tempos: o paciente é levado para o centro cirúrgico, tem a prótese retirada, o material é colhido para exames que estabelecerão o tipo de infecção, o paciente tem a indicação do antibiótico por, no mínimo, dois meses, e se depois, tiver condições, faz uma nova cirurgia para colocação de prótese.

“Nesse tempo, o paciente fica sem prótese ou com um espaçador, e isso, o deixa acamado e com outras complicações. Por isso, essa técnica, que foi aplicada de forma inédita aqui no Hospital de Base e também no país, foi considerada como melhor opção”, destaca o cirurgião. De acordo com Mário Soares, o novo método possibilita que em apenas uma intervenção, todo o procedimento seja realizado.

“Em uma cirurgia de quatro horas, retiramos a prótese, fizemos a limpeza da área infectada e necrosada e, em seguida, inserimos a nova prótese definitiva, sendo que, o tratamento segue agora com antibiótico e será feito por, no máximo, 14 dias”. O especialista acentua que a cirurgia inovadora reduz o sofrimento do paciente, pois será submetido a somente um procedimento e não terá limitações de movimentos entre outros benefícios. Para as instituições que financiam esse tratamento também é um ganho devido à economia de recursos.

“A partir dessa técnica, estamos escrevendo um novo capítulo na história da ortopedia. Pois, além de beneficiar o paciente, que já pode andar no dia seguinte, terá menos efeitos adversos devido ao uso reduzido de antibióticos, e, inclusive, pode ser desospitalizado de forma mais célere, também, traz menos gastos para a instituição e a taxa de erradicação da infecção é maior que 90%, sendo até melhor que a cirurgia em dois estágios”, complementa.

Segundo o profissional, a partir de agora, os pacientes que aguardam por cirurgias para a troca das próteses passarão a contar com essa técnica menos traumática. “Nossa ideia é realizar essas cirurgias de forma rotineira para reabilitar e melhorar a vida dos pacientes. Sem dúvida os ganhos são muitos e é esse nosso foco”, destaca.

Para o diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF) responsável pelo gerenciamento do HB, Francisco Araújo, a cirurgia de vanguarda só foi possível porque a unidade de saúde conta com boa infraestrutura e apoio da gestão que preza pela qualidade do atendimento e incentiva os profissionais a implementarem tratamentos modernos e eficazes.

“O primordial, dentro do IGESDF, é que a população possa contar com atendimento o mais qualificado possível, tanto do ponto de vista de recursos humanos, como de insumos. Essa cirurgia é um exemplo perfeito dessa nossa busca. Conseguimos aliar o profissionalismo de um especialista dedicado e pró-ativo, com a disponibilidade de insumos de qualidade obtidos através de contrato de compras transparente e que abastece de forma satisfatória o HB. Certamente, não há diferença do que foi feito aqui para o que poderia ser feito em qualquer outro hospital privado. E isso é motivo de muito orgulho para nós”, comemora o presidente Francisco.

Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF)*

Valdetário Monteiro é o novo chefe da Casa Civil do DF

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Governador Ibaneis ressaltou a vasta experiência de Valdetário, conselheiro do CNJ, nas administrações pública e privada | Foto: Pedro França / Agência Senado
Bacharel em Direito e especialista em Direito Empresarial, Valdetário Andrade Monteiro chega ao órgão em um contexto de mudanças de gestão com vistas à excelência

No dia 26 de junho o advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Valdetário Andrade Monteiro, tomou posse como secretário de Estado-Chefe da Casa Civil do Governo do Distrito Federal (GDF). O cargo estava temporariamente ocupado pelo Secretário de Justiça, Gustavo Rocha.

Valdetário foi presidente da seccional cearense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Ceará) por dois mandatos consecutivos, nas gestões 2010/2012 e 2013/2015, e conselheiro federal no ano de 2016, quando foi escolhido como Representante Institucional da OAB no CNJ. Em 2017 foi eleito conselheiro no Conselho com mandato de 2 anos. Bacharel em Direito e especialista em Direito Empresarial, o novo chefe da Casa Civil possui ampla experiência nas administrações pública e privada.

O governador Ibaneis Rocha descreveu o novo secretário como uma pessoa leal e competente. Segundo ele, o novo chefe da Casa Civil possui “vasta experiência em administração, adquirido tanto na iniciativa privada como na Ordem dos Advogados, sendo seis anos presidente da OAB Ceará e três anos da Caixa de Assistência dos Advogados cearenses. Devendo ser ressaltado que Valdetário compôs a Comissão Nacional de Gestão de Pessoas do CNJ, coordenando inclusive o Seminário Nacional de Gestão de Pessoas do Poder Judiciário”.

Mudanças na Secretaria

Sob nova direção, a Casa Civil pode passar por algumas transformações. O novo secretário pretende implementar mudanças administrativas para tornar mais ágil a comunicação e o inter-relacionamento entre as várias Secretarias do DF. Essas alterações prometem um diálogo efetivo entre as pastas e uma melhoria nas demandas de trabalho, favorecendo o cumprimento de prazos.

A Casa Civil remodelou, inclusive, sua composição. Por meio dessa reestruturação, a Secretaria passará a funcionar em conjunto com a Secretaria de Governo, esta sob comando do secretário José Humberto Pires.

*Com informações da Secretaria da Casa Civil do Distrito Federal

Cursinho promove aulões beneficentes para quem for prestar concurso da Polícia Civil

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Os cursos acontecerão nos dias 13, 22 e 29 de julho, no IMP Concursos, e para participar basta levar um pacote de fralda infantil

Para quem está de olho no concurso da Polícia Civil do Distrito Federal, está na hora de intensificar os estudos. Para contribuir com a preparação, o IMP Concursos programou diversos aulões beneficentes, para os candidatos que irão prestar o certame. Para participar dos cursos basta levar um pacote de fraldas infantil nos tamanhos P, M e G.

Para iniciar a leva, o aulão de Direito Constitucional acontecerá no próximo dia 13 de julho, das 14h15 às 17h50, no IMP de Águas Claras. O curso será ministrado por Elias Batista que é Bacharel em Direito e Pós-graduado em Direito Público, Especialista em Direito Constitucional e Servidor Público. Além disso tem Pós Graduação em cursos preparatórios para concursos.

Redação Discursiva para PCDF

Para finalizar o intensivão, o aulão de Redação Discursiva acontece em dois encontros, sendo nos dias 22, na unidade de Águas Claras, e 29 na Asa Sul, com mais de 3h de aula, cada encontro. A professora Grazy Souza é a responsável pela preparação que será de 19h15 às 22h50, em ambos os dias. A especialista é Pós-graduada em Língua Portuguesa e graduada em Letras pela UEMG – Centro Universitário de Patos Minas – UNIPAM. Foi professora de português jurídico em diversas faculdades do Distrito Federal e instrutora de cursos de Redação Oficial em órgãos públicos do DF.

Vale lembrar que as inscrições serão feitas somente pelo site www.impconcursos.com.br e o evento é sujeito a lotação. As vagas são limitadas.

Serviço
Data: 13, 22 e 29 de julho
Entrada: 01 pacote de fralda descartável infantil, que deverá ser entregue no dia do aulão.
Mais informações:www.impconcursos.com.br

A importância das relações governamentais e institucionais

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Neide Montesano*

As relações governamentais e institucionais têm sido um instrumento de alta relevância para qualquer organização no atual momento político brasileiro. Com o fortalecimento da democracia, mesmo diante de intempéries econômicas ou conflitos de forças ideológicas antagônicas, esse sistema de governo demonstrou que está resistindo bravamente e está à espera de mais atores nesse processo. A democracia mais interativa só se fortalece com a participação e influência de todos nas relações com o poder, principalmente com o Legislativo. Portanto, espera-se cada vez mais que empresas, ONGs, sindicatos, fundações, organismos e outras instituições e entidades classistas elevem o uso dessa solução.

Também chamado de lobby, lobbying ou lobismo, as relações governamentais e institucionais sofreram grandes problemas de imagem no passado em virtude de uso inapropriado por alguns dos seus usuários, muitas vezes enfrentando graves problemas legais por desvios de conduta. Mas na essência é uma atividade muito séria e regulamentada nos Estados Unidos há mais de 70 anos, onde também foi reformulada em 2007. No Brasil essa prática ainda aguarda a regulamentação e há alguns projetos de lei, que estão em tramitação há vários anos no Congresso Nacional.

O professor da USP, Paulo Nassar, explica que a palavra lobby é de origem inglesa e significa saguão, antessala ou vestíbulo. Era, portanto, o ambiente onde, no século 17, os agricultores ingleses esperavam educadamente, ou aos gritos, os políticos para informá-los, influenciá-los e assim passou a identificar o profissional que atua nesse relacionamento entre uma organização e os políticos. O intuito essencial é conseguir a aprovação de emendas constitucionais, leis, e portarias, porém, o lobismo age com base nas negociações e na persuasão, e tem de aceitar o contraditório ou a contraposição.

Segundo o site http://www.integritywatch.eu, os maiores usuários das relações governamentais e institucionais na União Europeia,  em 2016, foram a Confederação das Empresas Europeias, seguida pelo Google, Organização Europeia do Consumidor, Agro-Cooperativas Europeias, Grupo Airbus, e  a Digitaleurope, a principal associação comercial representante das indústrias digitalmente transformadoras na Europa. Na lista também aparecem o Greenpeace europeu na nona colocação e a Microsoft Corporation na décima posição. Como se nota, há uma certa diversidade de usuários nesse serviço, o que sugere a multiplicidade de interesses corporativos.

A regulamentação das relações governamentais e institucionais nos EUA é muito rígida. Ela abrange basicamente três áreas diferentes: A transparência e controle; o combate à corrupção e conflito de interesses; e aplicação e responsabilização. O controlador geral dos EUA anualmente fiscaliza aleatoriamente lobistas registrados, enviando relatório ao congresso. Há, por exemplo, obrigatoriedade de relatórios trimestrais e outros relatórios para governos estaduais e municipais. Os profissionais de relações governamentais são proibidos de patrocinar eventos em homenagem a deputados e senadores ou convenções partidárias para a escolha de candidatos à presidência. É obrigatória uma quarentena de dois anos para os senadores atuarem como lobistas no congresso, da mesma forma um prazo de um ano para deputados e funcionários do senado.

Nos Estados Unidos, de acordo com o Instituto de Relações Governamentais – IRELGOV – existem ao redor de 10 mil profissionais que atuam nesse setor e em 2016 o negócio registrou um movimento de US$ 3,15 bilhões. No Brasil, ao que consta, não há estatísticas precisas a respeito, mas essa receita deve estar em ascensão pela importância e resultados que têm gerado aos clientes de todos os segmentos. Especificamente no Brasil, quanto a Montesano, atuamos em RelGov seguindo o que sabemos fazer: defesa técnico científica junto ao Governo, com sustentabilidade regulatória de temas.Importantíssimos para a sociedade e a economia do país.

*Neide Montesano, é CEO do Grupo Montesano e é expert em sustentabilidade regulatória e boas práticas de desenvolvimento de negócios

Ceilândia terá cerca de 100 km de estradas rurais patroladas

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Com o patrolamento, estradas passam a oferecer condições bem melhores de circulação / Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília
Melhorias já são notadas pela população, que ganhou mais segurança no acesso às áreas urbanas e destaca a eficiência das ações realizadas no local

Por Emanuelle Coelho

O Governo do Distrito Federal (GDF) está melhorando a infraestrutura das estradas rurais de Ceilândia. Ao todo, serão cerca de 100 km de vias patroladas.  Nesta semana, os trabalhos estão concentrados na área rural do P Sul, onde as equipes atuam na restauração de aproximadamente 30 km de estradas. Os serviços são feitos pela Administração Regional de Ceilândia, em parceria com a Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (Seagri-DF) e o  Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF).

Em alguns locais os trabalhos duram mais de uma semana. A ação já percorreu o Núcleo Rural Boa Esperança, onde foram patrolados cerca de 15 Km de vias. As próximas regiões a serem atendidas serão Laje da Jiboia, Córrego da Coruja, Alexandre Gusmão e a região rural do condomínio Privê.

O administrador interino de Ceilândia, Cláudio Ferreira Domingues, ressalta que o trabalho é importante porque a área rural ajuda a manter a economia da região. “Além disso, damos mais tranquilidade e segurança aos moradores no acesso à área urbana e mais segurança, também, para o transporte escolar, que vai trafegar por vias melhores”.

José Torres, 68 anos, é morador do Setor Rural do P-Sul há 35 anos e se diz muito satisfeito com a ação. “O trabalho está bem-feito”, elogia. “Está ficando muito bom. Estávamos precisando, porque o movimento de carros aqui é muito grande.”

Câmara: líderes se reúnem para articular votação da reforma ainda hoje

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Objetivo é alcançar um acordo para dar início à votação em Plenário

Por Ana Cristina Campos

Líderes partidários voltam a se reunir na tarde de hoje (9) para tentar chegar a um acordo de procedimento para o processo de votação em plenário da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, marcado para começar ainda nesta terça-feira.

Mais cedo, líderes da base governista propuseram à oposição que retirasse a obstrução (recursos regimentais para atrasar os trabalhos) em plenário para que os deputados debatessem a proposta. A ideia seria votar a matéria amanhã (10), com apenas dois requerimentos de obstrução. A oposição não concordou com essa sugestão.

Foi marcada uma segunda reunião de líderes para esta tarde para que seja definido o rito de votação da proposta de emenda à Constituição (PEC 6/19): se houver acordo com a oposição, a votação dever ficar para esta quarta-feira, se não houver acordo, governo e os partidos do Centro vão tentar vencer a obstrução e colocar em votação ainda hoje o texto-base da reforma.

Tramitação

Mais cedo, ao chegar para a reunião de líderes para discutir a votação da reforma da Previdência no plenário, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que vai trabalhar para que o texto-base da proposta seja aprovado entre hoje e amanhã (10).

“Vamos trabalhar para isso. Não é uma votação simples: 308 votos é um número enorme de parlamentares. Ainda tem algumas conversas sendo feitas, mas a nossa intenção é que a gente possa fazer um bom debate durante o dia e, a partir do início da noite, tentar começar a construir o processo de votação. Tem que esperar para garantir quórum. Temos que chegar a 490 deputados [em plenário] para não ter risco de perder a votação”, afirmou.

Maia disse estar otimista em votar o texto-base e os destaques com sugestões de mudanças na proposta em primeiro e segundo turno até o fim desta semana. Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, a matéria precisa do voto favorável de pelo menos 308 deputados em dois turnos de votação para, então, seguir para análise do Senado.

Ordem do dia

O plenário da Câmara iniciou a Ordem do Dia destinada à discussão e votação de projetos. O primeiro item da pauta, o projeto de Lei  2999/19, do Poder Executivo, que permite ao governo antecipar o pagamento dos peritos contratados pela Justiça para realizar exames em segurados que entram com ação contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), foi aprovado simbolicamente e segue para o Senado.

A lei determina que os juizados especiais cíveis e criminais devem custear as perícias necessárias à causa de pessoas carentes. Até 2016, antes do estabelecimento do teto de gastos (Emenda Constitucional 95/16), os juizados não tinham dificuldades para pagar as despesas devido às suplementações aprovadas pelo Congresso.

A política do INSS de revisão em massa dos benefícios concedidos, iniciada em 2016, aumentou o número de causas sobre o tema nos juizados especiais, especializados em ações de pequeno valor.

Segundo a proposta, o pagamento será antecipado pelo governo ao Tribunal Regional Federal ao qual o processo está vinculado, ou à Justiça estadual, que julga estes processos nos locais sem vara federal. Os valores dos honorários e os procedimentos para o pagamento serão estabelecidos em ato conjunto do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Ministério da Economia.

Em seis meses, Fundo de Saúde do DF pagou R$ 3,8 bilhões em despesas

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Os gastos, referentes a serviços, equipamentos e pagamento de pessoal, como pecúnias, são resultados de 27 mil processos. Trabalhos terceirizados também estão em dia
O Fundo de Saúde do Distrito Federal (FSDF) conseguiu pagar R$ 3.817.226.285,74 em despesas totais, que vão desde serviços a pagamento de pessoal – e que deveriam ter sido quitadas em gestões anteriores. Um total de 27.073 processos tramitou na unidade, nesse período, dos quais 23.253 estão concluídos, com 5.120 notas de empenho geradas.

“Esses quase R$ 4 bilhões são tudo o que foi pago até agora com pessoal, serviços, materiais, equipamentos e despesas de exercícios anteriores não quitadas”, explicou a diretora do Fundo de Saúde do DF, Beatris Gautério.

Por exemplo: R$ 40,8 milhões foram pagos, este ano, em Trabalho por Período Definido (TPD), realizado pelos servidores desde junho de 2018. O serviço extraordinário é uma das formas encontradas pela Secretaria de Saúde para garantir a assistência ao cidadão.

“De junho a dezembro de 2018, corresponde a R$ 20 milhões: metade do que foi pago era do exercício anterior e deixaram para que fosse pago em 2019”, avaliou a diretora.

Prêmio em pecúnia

Até junho deste ano, também foram quitados mais R$ 27,2 milhões de licença prêmio em pecúnia, incluindo débitos que remontam desde 2002. “A proposta que fizemos à Secretaria de Fazenda foi dividir o valor total devido, de R$ 150 milhões, em 36 parcelas, com previsão de quitação até 2021”, informou.

De acordo com Beatris, a pecúnia, em especial, é um assunto que afeta diretamente os servidores já aposentados da Secretaria de Saúde. “Eles não tinham sequer previsão de quando iriam receber isso, mas mudamos esse quadro como forma de valorizar o trabalho deles”, completou.

Terceirizados em dia

Os serviços terceirizados da pasta também estão com todos os pagamentos em dia, especialmente os de assistência complementar à saúde, destacou Gautério. “O fundo tem trabalhado para que os recursos sejam executados dentro do exercício.

Mas cabe ressaltar que isso só pode ser feito com a atuação de todas as subsecretarias da saúde”, lembrou.

A diretoria do Fundo de Saúde atuou, ainda, na busca de novos recursos junto ao governo federal, que totalizaram mais de R$ 100 milhões. “São recursos de fundo a fundo, para custeio. É uma tratativa com o governo federal, com expectativa de uso até o final de dezembro”, destacou.

Servidores

Com a nomeação de 81 novos servidores, em maio deste ano na Secretaria de Saúde, em várias especialidades, o Fundo de Saúde foi um dos contemplados com mais técnicos em contabilidade e contadores. A área estava, há anos, sem novos profissionais.

“Quando assumimos a gestão, não tinha contadores no quadro. Com a convocação deles para a atuarem na Diretoria de Contabilidade, conseguimos fazer o levantamento dos recursos que estavam aplicados dentro do Fundo de Saúde, sem execução; bem como fazer as devoluções dos recursos que já deveriam ter sido feitas para o Ministério da Saúde”, informou a diretora.

Além disso, os servidores do Fundo de Saúde, que trabalhavam por 20 horas na semana, tiveram a opção de ampliar sua carga horária para 40 horas: “Mais de dez optaram por essa escolha, o que contribuiu para reforçar o atendimento”.

Ainda sobre a estruturação, a equipe do Fundo de Saúde conseguiu, junto a outras secretarias do GDF, novos mobiliários e equipamentos que estavam em déficit, principalmente em relação à tecnologia da informação (TI). Como se trataram de doações e articulações, não tiveram custos para a Secretaria de Saúde.

Pagamento célere

Um dos benefícios trazidos com as melhorias na gestão foi o processo de pagamento – que ocorre de forma mais célere na pasta. Antes, o Fundo de Saúde demorava em torno de 20 dias até concluir seus processos. Agora, eles são finalizados em até quatro dias.

As melhorias já trouxeram elogios por parte das associações de fornecedores da Secretaria de Saúde, principalmente com relação à celeridade dos pagamentos, bem como à quitação dos débitos.

“O que a diretoria busca é que a Secretaria de Saúde tenha credibilidade no mercado para que os fornecedores voltem a ter interesse de participar dos processos de contratação e abastecimento de insumos. Esse é um preceito do governador, do secretário de Fazenda e do secretário da Saúde”, ressaltou.

Com informações da Secretaria de Saúde-DF

Pequenos negócios têm até segunda para retornar ao Simples Nacional

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Data vale para empresas excluídas do programa em 1º de janeiro de 2018
As micro e pequenas empresas (MPE) excluídas do Simples Nacional têm até a próxima segunda-feira (15) para requerer o retorno ao sistema. O Comitê Gestor do Simples Nacional (SGSN) editou, no último dia 3, resolução que permite a volta ao Simples. Esse regime tributário diferenciado reúne, em um único documento de arrecadação (DAS) os principais tributos federais, estaduais, municipais e previdenciários.
Podem retornar ao programa negócios que tenham sido excluídos no primeiro dia do ano de 2018, que tenham aderido ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN) e não tenham cometido nenhuma das vedações previstas na Lei Complementar nº 123.

Dentre outras atividades proibidas, a lei complementar prevê que não podem optar pelo Simples empresas que trabalham com gestão de crédito, operações de empréstimo, financiamento de crédito, que tenha sócio domiciliado no exterior ou que tenha dentre os sócios entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal ou que possua débito com o INSS, ou com as fazendas públicas Federal, Estadual ou Municipal.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o Simples Nacional tem impacto direto na sobrevivência da micro e pequena empresa. “Estudos realizados pelo Sebrae mostram que, se o modelo de tributação acabasse, 67% das empresas optantes fechariam as portas, seriam empurradas para a informalidade ou reduziriam suas atividades. Por isso, esta Resolução é tão importante, representa uma oportunidade para as micro e pequenas empresas”, destaca.

A opção de retornar ao Simples Nacional poderá ser feita até o dia 15 de julho por meio de um formulário na página do programa na internet. O requerimento deve ter a assinatura do contribuinte ou de um representante legal.

Fintech abre 100 novas vagas de emprego no PR, SP e Brasília

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A ROIT Consultoria e Contabilidade abriu 100 novas vagas de emprego em suas unidades no país. As vagas são para diferentes áreas e para as cidades de Curitiba, Brasília e São Paulo.

A empresa, fundada em Curitiba em 2016, passou por mudanças nos últimos meses, e baseada em Inteligência Artificial transformou-se em Fintech, ofertando uma tecnologia inédita que automatiza todo o fluxo contábil, fiscal e financeiro das empresas.

Segundo o sócio-diretor da ROIT, Lucas Ribeiro, as contratações respondem à demanda do mercado por soluções que diminuem operações manuais e facilitam a integração entre os setores financeiro e fiscal.

As oportunidades são para cargos nas áreas de tecnologia, contábil e fiscal.

A ROIT oferece ainda benefícios como plano de saúde, odontológico, programas de incentivo à educação e planos de carreiras escalonáveis. Além disso, disponibiliza um ambiente de trabalho diferenciado, que prioriza o bem estar do colaborador, com aulas de ioga e sessões de massagens.

Os interessados devem enviar currículo para recrutamento@roit.com.br

Vivendo de brisa, uma comédia musical circula pelo Distrito Federal

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Após sucesso de público no CCBB Brasília e Samambaia, espetáculo encerra circulação no Gama, no dia 10 de julho 

O espetáculo Vivendo de brisa, uma comédia musicalcom concepção, texto e canções de Fernando Marques, direção de André Amaro e direção musical de José Cabrera, encerra temporada neste quarta, 10 de julho, às 20h, com entrada franca no SESC Gama.

O musical – que conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultural do Distrito Federal (FAC/DF) – apresenta, em treze canções, a trajetória de um compositor de origem humilde que busca se lançar como artista profissional e ascender socialmente no Rio de Janeiro. As músicas passeiam pelos mais diversos estilos: samba-canção, samba sincopado, foxe, frevo, baião e bossa.

No plano sentimental, o boêmio Geraldo de Matos se vê dividido entre duas paixões: a cândida Jandira e a independente Sueli. A trama inspira-se na vida de compositores como Wilson Baptista (1913-1968) e Geraldo Pereira (1918-1955) mas não é biográfica.

O enredo se desenrola na capital carioca, entre o final dos anos 1930 e meados dos anos 1940, fase em que o rádio se consolida como principal veículo na difusão da música popular. As comédias musicais nos palcos da Praça Tiradentes, no entanto, continuam a atrair o público.

Os episódios reais foram apenas referências para a criação da trama. “O fluminense Wilson Baptista e o mineiro Geraldo Pereira criaram canções que ainda hoje se escutam com prazer”, comenta Fernando Marques, autor dos textos e canções do espetáculo.

Vivendo de brisa colabora na construção do musical brasileiro, com artistas e repertório brasilienses. “As convenções do musical têm sido reinventadas a cada geração, ou a cada fase em que o  gênero reconquista  o  interesse  do  público. Praticar  o  espetáculo de teatro musical  ligando-o  ao  que  fizeram  outras  gerações foi o que me moveu na criação da peça”, explica Marques.

Sobre o autor

FERNANDO MARQUES

José Fernando Marques de Freitas Filho é professor do Departamento de Artes Cênicas da UnB, jornalista, escritor e compositor. Publicou, entre outros, os livros Últimos: comédia musical em dois atos (livro-CD); Contos canhotosZé: peça em um atoCom os séculos nos olhos: teatro musical e político no Brasil dos anos 1960 e 1970; e A província dos diamantes: ensaios sobre teatro. Autor da comédia A quatro, encenada em Brasília, e das canções do CD De cor, da cantora Wilzy Carioca. Colaborações em jornais como Correio Braziliense e Folha de S.Paulo, revistas como Folhetim e sites como Teatrojornal.

 

Sobre o diretor

ANDRÉ AMARO 

Ator e diretor formado pela Fundação Brasileira de Teatro, onde estudou com a atriz Dulcina de Moraes, e Mestre em Arte pela UnB, André Amaro dedica-se à atividade teatral há mais três décadas, com passagens pelo Theatre du Soleil (França), Odin Teatret (Dinamarca) e Teatro Tribueñe (Espanha). Nesse período, interpretou, dirigiu e produziu dezenas de peças teatrais; escreveu textos de gêneros diversos; elaborou e executou projetos de cenografia, figurino e iluminação; lecionou em escolas de artes cênicas; integrou elencos de curtas e longas-metragens e participou de festivais e eventos nacionais e internacionais de teatro, com vários prêmios recebidos. É criador do Teatro Caleidoscópio, projeto de pesquisa da linguagem teatral com metodologia e pedagogia singular e diferenciada. Cineasta, fotógrafo e poeta, foi também um dos criadores e o primeiro coordenador do Bacharelado em Artes Cênicas do Centro Universitário Iesb.www.andreamaro.com.br

 

FICHA TÉCNICA

Texto e canções – Fernando Marques

Direção geral – André Amaro

Assistente de direção – Élia Cavalcante

Preparação vocal – Janette Dornellas

Direção musical e arranjos – José Cabrera

Cenografia e figurino – Maria Carmen de Souza

Desenho de luz – André Amaro

Assessoria de imprensa – Tato Comunicação

Fotografias – Victor Mendonça

Arte gráfica – Cacá Soares

Sonorização e montagem de luz – AUDIOVIC LTDA

Produção executiva – George Durand / Durand Estúdio – Produção & Música LTDA

 

ELENCO

Roger Vieira – Geraldo de Matos

Edu Moraes – Moreira

Makena – Sueli

Vanessa Di Farias – Jandira

Adeilton Lima – Apresentador e Robertinho

Élia Cavalcante – Mulher

André Reis – Jeremias

Matheus Trindade – Geraldo de Matos menino

Rafael Soul – Badu

Lino Ribeiro – Pai de Jandira

 

MÚSICOS

José Cabrera – Piano

Carlos Cárdenas – Saxofones tenor, alto e soprano

Paulo Dantas – Contrabaixo

Amaro Vaz – Bateria

Serviço:

 “VIVENDO DE BRISA, UMA COMÉDIA MUSICAL

SESC Gama

Teatro SESC Paulo Gracindo

Quarta, 10 de julho, às 20h

Entrada franca

 

Duração do espetáculo – 120 minutos

CI – 16 anos