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UnDF ganha novo campus, em Ceilândia

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Unidade tem capacidade para até 3 mil estudantes por turno e reforça expansão da universidade distrital

Brasília, 16 de março de 2026 – O Governo do Distrito Federal inaugurou, nesta segunda-feira (16), o novo campus da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) em Ceilândia. A unidade foi entregue pelo governador Ibaneis Rocha e amplia a oferta de ensino superior público na região mais populosa do Distrito Federal.

Com capacidade para receber até 3 mil estudantes por turno, o novo espaço integra a estratégia de expansão da universidade distrital, criada em 2021 com o objetivo de ampliar o acesso à educação superior pública na capital do país.

Durante a cerimônia, o governador destacou que a criação e expansão da UnDF completam um ciclo de investimentos na educação no DF, desde a educação infantil até o ensino superior. Segundo ele, as políticas públicas têm buscado garantir melhores condições de formação para os estudantes e ampliar as oportunidades de ingresso no mercado de trabalho.

A nova unidade conta com salas de aula, biblioteca, laboratórios especializados, auditório, áreas administrativas e estacionamento, estrutura voltada ao desenvolvimento das atividades acadêmicas.

Para estudantes da região, o campus representa também a possibilidade de cursar uma graduação mais perto de casa, reduzindo deslocamentos para outras regiões administrativas do DF. A Região Oeste concentra uma das maiores populações do Distrito Federal e reúne milhares de jovens que concluem o ensino médio todos os anos.

De acordo com a reitora pro tempore da universidade, Simone Benck, cerca de 20 mil a 25 mil estudantes concluem o terceiro ano do ensino médio anualmente no DF, mas uma parcela significativa não consegue vaga em universidades públicas ou inserção imediata no mercado de trabalho. A nova unidade, segundo ela, contribui para ampliar o acesso às políticas educacionais de graduação e pós-graduação.

Expansão da universidade

O campus de Ceilândia faz parte do processo de crescimento institucional da UnDF. A ocupação da estrutura ocorrerá de forma gradual ao longo dos próximos anos. A previsão é que os primeiros cursos comecem a funcionar ainda neste semestre.

Entre as graduações previstas estão enfermagem, letras-português, letras-inglês, atuação cênica, gestão ambiental, dança, psicologia, nutrição, gestão da tecnologia da informação, ciências econômicas e serviço social.

Na fase inicial, a expectativa é receber entre 500 e 600 estudantes, com ampliação prevista nos próximos processos seletivos. Segundo o vice-reitor Sergio Carreira, a escolha de Ceilândia considera a localização estratégica e a forte demanda por vagas no ensino superior público na região.

Estruturação da UnDF

Desde 2021, a universidade ampliou sua oferta acadêmica, passando de dois para 19 cursos de graduação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Desde sua criação, em 2021, a universidade passou por um processo de estruturação institucional, que incluiu a criação da carreira de magistério superior, a realização de concursos para docentes e a organização administrativa e pedagógica da instituição.

Atualmente, a UnDF conta com 1.631 estudantes matriculados em 19 cursos de graduação e recebe, em média, 900 novos ingressantes por ano. Os espaços utilizados atualmente — como o Campus Norte, a unidade da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) e o campus da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) — já operam próximos do limite de capacidade.

Segundo a reitora, a expansão da universidade responde a uma demanda histórica por mais vagas no ensino superior público no DF e busca fortalecer a identidade acadêmica da instituição.

Parada após inauguração

Após a cerimônia de inauguração, o governador Ibaneis Rocha, acompanhado do secretário de Governo José Humberto Pires de Araújo, fez uma breve parada no quiosque Lanches da Naná, localizado próximo ao Palácio do Buriti.

O estabelecimento pertence à comerciante Nazaré Oliveira, de 71 anos, moradora da Cidade Ocidental, no Entorno do DF. O espaço integra um conjunto de 20 boxes de alimentação que foram reformados e entregues pelo governo distrital em 2024, com investimento de R$ 2,3 milhões em uma área de aproximadamente 1,6 mil metros quadrados.

T21: Inclusão escolar exige mais do que presença em sala de aula

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Embora seja mais conhecida como Síndrome de Down, o termo mais adequado é Trissomia do Cromossomo 21 ou T21, pois descreve a condição genética real ao invés do nome do médico

Luciana Brites*, Mestre e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento

O Dia Internacional da Trissomia do Cromossomo 21 (T21) é celebrado em 21 de março, data que representa a presença de três cromossomos no par 21. Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), a data tem como objetivo combater o preconceito, promover a conscientização e ampliar oportunidades de inclusão, assegurando direitos fundamentais como acesso à educação, saúde e trabalho.

Embora seja mais conhecida como Síndrome de Down, o termo mais adequado é Trissomia do Cromossomo 21 ou T21, pois descreve a condição genética real ao invés do nome médico. A condição não é uma doença, mas pode estar associada a algumas particularidades físicas, cognitivas e de saúde.

O diagnóstico pode ser realizado durante a gestação, por meio de exames de pré-natal. Entre as características físicas mais comuns estão baixa estatura, olhos amendoados, face achatada, dedos curtos e língua proeminente.

As condições de saúde mais frequentes são atraso no desenvolvimento, cardiopatias congênitas, problemas auditivos, visuais e na coluna, alterações na tireoide e distúrbios neurológicos. O acompanhamento médico multidisciplinar é fundamental para a qualidade de vida.

Na inclusão escolar, pessoas com T21 podem apresentar Deficiência Intelectual, que pode gerar dificuldades na aprendizagem relacionadas à linguagem, raciocínio lógico e memória. Esses aspectos influenciam no processo de escolarização e tornam essencial a adaptação de estratégias pedagógicas às necessidades individuais.

No processo de alfabetização, existe o mito de que métodos baseados no reconhecimento visual de palavras inteiras sejam mais eficazes. Pesquisas recentes indicam que a instrução fônica, com ensino sistemático e explícito das relações entre letras e sons, apresenta melhores resultados a longo prazo, mesmo que seja mais lento e precise de mais repetição.

Outras orientações pedagógicas incluem o uso de lápis mais grossos ou adaptadores, devido à hipotonia muscular, dificuldade na coordenação motora fina. Na matemática use materiais concretos, pois ela exige capacidade de abstração e raciocínio lógico. Esses recursos ajudam a contextualizar e compreender.

Incluir não é garantir a presença na sala de aula, mas oferecer condições necessárias para que todos aprendam, participem e se desenvolvam. Conviver com pessoas com a Trissomia do Cromossomo 21 reforça que a diversidade é parte essencial de uma educação mais justa e que todas as crianças possuem necessidades educacionais que devem ser respeitadas e atendidas.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber, psicopedagoga, psicomotricista, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento pelo Mackenzie, palestrante e autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem. Instituto NeuroSaber https://institutoneurosaber.com.br

Capital Federal é palco da Etapa Outono do maior circuito de corridas de rua do mundo

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Prova será realizada dia 22 de março, na Esplanada dos Ministérios, com largada às 7h

Brasília será o palco de mais uma etapa do Circuito das Estações 2026, o maior circuito de corridas de rua do mundo, que este ano celebra 20 anos de história. A etapa Outono acontece dia 22 de março, a partir das 7h, na Esplanada dos Ministérios, no coração do Plano Piloto, reunindo corredores de todo o Distrito Federal e de diversas regiões do país nos percursos de 5 km, 10 km e 13 km. As inscrições para a Etapa Outono já estão abertas e podem ser feitas pelo site: www.circuitodasestacoes.com.br/brasilia/outono.

Com o mote “Escreva Sua História”, a prova convida cada participante a dar o primeiro passo de uma nova jornada. O Outono, estação que simboliza transformação e recomeço, inspira a deixar para trás o medo e abraçar o desafio, transformando cada quilômetro em um capítulo de superação e conquista. “Brasília tem uma energia única. Correr na Esplanada, cercado por monumentos que representam a história do nosso país, torna essa etapa ainda mais especial. É o cenário perfeito para celebrar os 20 anos do Circuito e convidar o público da capital a escrever novas histórias na corrida”, afirma Matheus Falconi, Head de Comunicação e Marketing, da Norte Marketing Esportivo.

Desde 2006, o Circuito das Estações se consolidou como uma experiência esportiva completa, com presença em 5 países, 32 cidades e mais de 10 milhões de atletas ao longo de duas décadas. Em 2026, o evento amplia sua presença no Brasil, chegando a novas cidades e reforçando o compromisso de tornar a corrida de rua mais acessível e próxima das comunidades que respiram esporte, saúde e bem-estar.

Para os próximos anos, o objetivo é seguir inovando. “Se nesses primeiros 20 anos conseguimos transformar vidas por meio da corrida, nosso próximo passo é expandir, investir em tecnologia, acessibilidade e sustentabilidade, e continuar mostrando que a corrida é muito mais que esporte: é um estilo de vida capaz de inspirar gerações”, completa Falconi.

Sobre o Circuito das Estações – Cada uma das quatro etapas:  Outono, Inverno, Primavera e Verão, representa um momento simbólico dentro da jornada do corredor. O Outono é o ponto de partida; o Inverno, o período de força e disciplina; a Primavera, a renovação; e o Verão, a celebração. Quem completa as quatro provas conquista a tradicional mandala, formada pela união das medalhas sazonais, um dos símbolos mais reconhecidos do evento, que consagra constância, foco e dedicação.

Norte Marketing Esportivo, comercializadora do evento, é referência na criação e realização de experiências esportivas de grande porte. Com foco em promover o bem-estar e a saúde por meio do esporte, a empresa é responsável por alguns dos principais eventos de corrida de rua do Brasil.

Serviço: 
Circuito das Estações Outono – Basília
Data: 22/03/2026
Local: Esplanada dos Ministérios – Plano Piloto – Brasília

Distâncias: 5k, 10km e 13km
Horário da largada: 10km e 13Km, às 7h e 5km, às 7h20
Valor do Kit: consulte as opções de kits no site do evento
Retirada do Kit: Decathlon Venâncio Shopping (Asa Sul, Brasília – DF), dia 20 de março das 10h às 20h e no dia 21, das 10h às 18h

Patrocinador: Caixa, SulAmérica
Apoio: Peta, Decathlon
Organizador: IESGE – Instituto de Estudos Superiores em Gestão do Esporte
Comercializadora: Norte Marketing Esportivo
Site oficial: https://www.circuitodasestacoes.com.br/brasilia/outono

Detran-DF: Fim de semana registra mais de 200 infrações de trânsito

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Operação do Detran-DF foi feita em Águas Claras, Ceilândia, Planaltina, São Sebastião e Taguatinga

Entre sexta-feira (13) e domingo (15), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar (PMDF), promoveu ações de fiscalização em Águas Claras, Ceilândia, Planaltina, São Sebastião e Taguatinga. Durante as operações, foram abordados 609 condutores e registradas 213 infrações.

As equipes autuaram 27 motoristas por direção sob efeito de bebida alcoólica, 35 por falta da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 47 por direção de veículo com escapamento irregular e 104 por infrações diversas.

Publicação lança luz sobre jogo jurídico que pode redefinir o futuro do futebol brasileiro

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Enquanto o mundo se prepara para a Copa do Mundo, os clubes brasileiros travam uma batalha jurídica que não aparece no placar. Uma publicação inédita analisa, de maneira aprofundada, a aplicação da recuperação judicial aos clubes de futebol brasileiros. Escrito pelo advogado e professor Luciano Ramos, o livro “A recuperação judicial do clube-empresa no Brasil”, da Editora Thoth, será lançado no dia 17 de março, em Brasília.

Na medida em que a Copa do Mundo FIFA de 2026 se aproxima, o esporte volta ao centro das atenções globais. No Brasil, país que construiu parte de sua identidade em torno do futebol, o entusiasmo dentro de campo contrasta com um desafio fora dele: a crise financeira histórica de clubes que acumulam dívidas milionárias e recorrem ao Judiciário para reorganizar suas contas.

Casos recentes, como o do Vasco da Gama, tornaram mais visível uma discussão que antes se restringia ao ambiente jurídico: afinal, clubes de futebol podem pedir recuperação judicial? E, se podem, em que condições? Essas são algumas das perguntas respondidas pelo autor, que é pós-doutorando em Direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha, e doutor em Direito Empresarial pela Universidade de Brasília.
A obra investiga os limites e as possibilidades da aplicação da recuperação judicial às entidades desportivas de futebol, tradicionalmente constituídas como associações civis sem fins lucrativos. Na publicação, Luciano Ramos revela se um instituto criado para empresas pode ser utilizado por clubes cuja natureza jurídica, em princípio, não é empresarial.

E, em ano de Copa do Mundo, a discussão ganha ainda mais relevância. O desempenho das seleções mobiliza emoções, mas a sustentabilidade financeira dos clubes é o que garante formação de atletas, investimentos em infraestrutura, geração de empregos e credibilidade institucional.

O autor parte de um diagnóstico claro: o sistema jurídico brasileiro ainda não possui uma legislação própria para o setor esportivo. Diante dessa ausência de disciplina específica, o Poder Judiciário tem sido levado a adaptar mecanismos previstos na Lei nº 11.101/2005 (que foram originalmente concebidos para sociedades empresárias) a uma realidade institucional tão peculiar e marcada por função social relevante, forte vínculo comunitário e impactos diretos nas competições esportivas.

O livro também aborda a transformação recente provocada pela criação das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), que impulsionou um movimento de profissionalização e reorganização societária no esporte. A obra debate questões relevantes sobre a segurança jurídica dessas operações e o alcance da recuperação judicial nesse novo modelo.

Ao reunir análise da legislação vigente e das decisões judiciais, e fazer uma comparação com outros países, “A recuperação judicial do clube-empresa no Brasil” oferece uma contribuição essencial para advogados, magistrados, dirigentes, investidores e formuladores de políticas públicas.

No país do futebol, discutir a recuperação judicial dos clubes é discutir a própria sobrevivência do jogo como instituição econômica e social. E, neste ano em que o mundo volta seus olhos para a bola, compreender o que acontece nos bastidores pode ser tão decisivo quanto o resultado no campo.

DF inicia semana com mais de 800 vagas de emprego disponíveis

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Maiores salários são para mecânico de manutenção de máquinas e de motores automotivos. Interessados devem cadastrar o currículo em aplicativo ou ir a uma agência, das 8h às 17h, durante a semana

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 831 oportunidades profissionais disponíveis nesta segunda-feira (16). Os maiores salários são encontrados em uma vaga para mecânico de motor a diesel (R$ 3,8 mil) em Vicente Pires e uma para mecânico de manutenção de máquina industrial (R$ 3.285,80) no Guará. Para pessoas com deficiência, são reservadas três chances para pedreiro (R$ 2.424) no Guará.

Além disso, estão abertas 150 postos para repositor de mercadorias, 80 para operador de caixa, 61 para auxiliar de limpeza, 60 para atendente de padaria, 108 para ajudante de açougueiro e açougueiro, 70 para padeiro e auxiliar de padeiro, 36 para pizzaiolo, entre outras. Os salários partem de R$ 1.621.

Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

Coluna do Fluminense | Vitória, ufa

POR RAIMUNDO RIBEIRO

Recebemos o Atlhetico e começamos muito mal, desatentos na partida, surpreendidos pela postura ofensiva adversária.

Logo aos 4 minutos o adversário fez 1×0, após retomar a bola no nosso campo defensivo.

O sofrimento durou pouco e aos 8 minutos, numa falha da defesa adversária Hércules empatou.

O Fluminense passou a controlar a partida ocupando mais o nosso campo ofensivo, mas não conseguia virar o placar.

Aos 27 minutos um lance capital a nosso favor: o jogador adversário fez uma falta desclassificante em Samuel Xavier, o VAR acionou o árbitro que expulsou o jogador do Atlhetico.

Com 1 a mais em campo, o Fluminense aumentou a pressão, e aos 36 minutos Canobio desempatou.
Voltamos para o segundo tempo e o Fluminense continuou dominando a partida.

Aos 10 minutos Acosta faz grande jogada e Savarino desperdiça.

O Fluminense tem a posse de bola, desperdiça as poucas oportunidades que aparecem e com isso coloca em risco os 3 pontos.

Aos 22 minutos entram Soteldo, Serna e Cantilo, saindo Savarino, Canobio e JK.

A falta de ambição do Fluminense em ampliar o marcador castiga, e aos 30 minutos o Atlhetico empata num cruzamento na nossa área.

Aos 38 minutos entra Ganso, saindo Hércules.

Aos 48 minutos Acosta tenta driblar, sobra para Arana que faz 3×2.

Sai Samuel Xavier para entrada de Jemes.

Aos 54 minutos Acosta perde grande oportunidade.

Boa vitória que não esconde os erros que se repetem a cada partida:

Marcação a distância, o que retarda a retomada da bola;

A má pontaria dos nossos atacantes;

A péssima marcação nos cruzamentos na nossa área; e principalmente a falta de ambição em ampliar o placar, quando é óbvio que quanto mais elástico o placar a nosso favor, o adversário desanima mais rapidamente, além do saldo de gols servir como critério de desempate.

Zubeldia precisa corrigir estes erros urgentemente.

A pedido de minha amiga Gláucia, a próxima contratação do Fluminense tem que ser de uma equipe de cardiologistas.

Melhor em campo: Acosta.

Na próxima quarta feira as 21:30 horas enfrentaremos o Vasco em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Divas no Digital capacita mulheres em vulnerabilidade como empreendedoras

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Projeto oferece formação gratuita em marketing digital, gestão de redes sociais e inteligência artificial, no Riacho Fundo II

No mês dedicado às mulheres, uma iniciativa voltada à inclusão digital e ao empreendedorismo feminino transforma o acesso à tecnologia em ferramenta de autonomia. No Riacho Fundo II, o projeto Divas no Digital, desenvolvido por meio de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Stefano Fumasoli, oferece capacitação gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade social.”

“Nossa missão é conectar o talento dessas mulheres às oportunidades reais da economia digital”

Samara Araújo, subsecretária de Inovação, Capacitação e Inclusão Digital 

Atualmente, 50 mulheres entre 14 e 60 anos participam das aulas, divididas em duas turmas: uma no período vespertino, das 14h às 18h, e outra no noturno, das 19h às 21h.

Durante o curso, as participantes têm acesso a conteúdos de marketing digital, gestão de redes sociais e inteligência artificial, com foco na aplicação prática para impulsionar pequenos negócios e iniciativas empreendedoras.

Capacitação

Para a subsecretária de Inovação, Capacitação e Inclusão Digital da Secti-DF, Samara Araújo, iniciativas como essa contribuem para ampliar a participação feminina na economia digital e fortalecer o empreendedorismo local.

“Nossa missão é conectar o talento dessas mulheres às oportunidades reais da economia digital”, afirma. “Ao oferecer formação gratuita em marketing, branding e gestão de redes sociais, estamos injetando mão de obra qualificada no mercado e fomentando o empreendedorismo feminino local. Com 240 vagas totais, o projeto fortalece o ecossistema de inovação do DF, garantindo que o desenvolvimento econômico da nossa região seja inclusivo e chegue a quem mais precisa.”

Janaína Braga, presidente do Instituto Fumasoli, mantém o foco nas condições das mulheres atendidas: “No projeto de marketing digital, vemos a importância de utilizar as redes sociais, porque a maioria das alunas tem dificuldade de sair para trabalhar fora de casa”

Há 16 anos, o projeto desenvolve capacitação profissional e apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Segundo a presidente do Instituto Fumasoli, Janaína Bezerra Amaral Braga, a proposta é oferecer ferramentas que permitam às mulheres ampliar a renda e conquistar maior autonomia financeira, principalmente no caso daquelas que já empreendem ou têm dificuldade de trabalhar fora de casa. Ela afirma que, desde a criação do projeto, mais de 20 mil pessoas já passaram pelas atividades promovidas pela instituição.

“Nós capacitamos mulheres que sofrem violência doméstica com vulnerabilidade social”, aponta. “No projeto de marketing digital, por exemplo, vemos a importância de utilizar as redes sociais, porque a maioria das alunas tem dificuldade de sair para trabalhar fora de casa. E são vendedoras, empreendedoras individuais, então é uma maneira de elas conseguirem ter um alcance maior para vender o seu produto.”

Crescimento profissional

A cantora de forró Cília Rezende procurou o curso para aprimorar as formas de divulgar seu trabalho: “Agora eu posto um vídeo e as pessoas já estão me procurando com mais facilidade”

Nas aulas, as participantes aprendem desde conceitos básicos e até estratégias para divulgar produtos e serviços na internet. O curso inclui orientações sobre público-alvo, criação de conteúdo, produção de vídeos e edição para redes sociais.

A professora Jully Teixeira explica que muitas alunas chegam com ideias de negócios, mas sem saber como utilizar as plataformas digitais para divulgar o trabalho.

“Aqui temos muitas mulheres empreendedoras que não têm conta no Instagram, não sabem fazer uma vitrine do negócio online, então nas aulas a gente ensina um pouco sobre encontrar o público-alvo, montar roteiro de vídeo, o que postar e o que não postar”, explica. “A gente montou o Instagram das meninas e agora estamos aprendendo a editar os vídeos que elas mesmas filmaram”.

De acordo com a professora, ao longo das aulas também é possível perceber mudanças na confiança e na motivação das participantes, que passam a enxergar novas possibilidades de crescimento para seus empreendimentos: “Elas chegam bem perdidas, mas com o passar do tempo já começaram a ficar mais animadas, ter ideias de conteúdos e tudo, porque a gente vai trabalhando a criatividade também. Elas vão começando a confiar mais no negócio próprio delas”.

Entre essas alunas está a aposentada Cília Rezende, de 65 anos. Cantora de forró, ela buscou o curso para aprender a divulgar melhor o próprio trabalho nas redes sociais. “Eu tenho Instagram, mas não sou muito boa em tecnologia”, afirma.

“Quando surgiu o curso, foi minha oportunidade”, comemora. “Já é a segunda semana de aula e eu já estou sabendo puxar no vídeo, editar e jogar nas redes sociais. Agora eu posto um vídeo e as pessoas já estão me procurando com mais facilidade.” A autoestima, complementa ela, também aumentou com o curso, com um ambiente feminino e acolhedor.

Ceilândia avança na mobilidade com mais de 110 km de calçadas construídas

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Obras seguem em diferentes frentes na cidade, com construção de 2,5 km de ciclovia e calçadas entre a Via M1 (Avenida Elmo Serejo) e a Avenida Hélio Prates, além de 1.300 metros de recuperação de calçadas na lateral da QNO 16, próximo à Praça da Bíblia

Ceilândia segue recebendo investimentos importantes em mobilidade urbana e acessibilidade. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), tem ampliado a rede de calçadas em diversos pontos da cidade, garantindo mais segurança para pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência.

Desde 2019, a cidade atingiu um marco histórico: 110 quilômetros de calçadas entregues até março de 2026, consolidando um dos maiores avanços em infraestrutura urbana da maior região administrativa do Distrito Federal.

Para o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, os investimentos representam um avanço direto na qualidade de vida da população. “Ceilândia é uma cidade construída pelo esforço da sua população e investir em calçadas, ciclovias e acessibilidade é investir diretamente na qualidade de vida das pessoas. Estamos falando de mais segurança para quem caminha, para quem pedala e também para idosos e pessoas com deficiência. Esse avanço de mais de 110 quilômetros de calçadas mostra o compromisso do Governo do Distrito Federal com a mobilidade urbana e com o desenvolvimento da nossa cidade”, destacou.

Novas intervenções continuam sendo executadas na cidade | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia

 

Novas frentes de obras

Novas intervenções continuam sendo executadas na cidade. Entre elas está a construção de 2,5 quilômetros de ciclovia e calçadas, ligando o início da Via M1 (Avenida Elmo Serejo) até a Avenida Hélio Prates, importante eixo de mobilidade da região.

Outra frente de trabalho ocorre na lateral da QNO 16, nas proximidades da Praça da Bíblia, onde sao realizados 1.300 metros de recuperação e construção de calçadas, além da restauração de bocas de lobo. A ação melhora o escoamento da água da chuva e reforça a segurança de quem circula pela região.

Também já foram concluídas as obras de implantação de calçadas na EQNP 8/12, no Setor P Sul, que integram a rota acessível da Via P5. O trecho faz parte da ligação estratégica entre o Setor P Sul e a Via N2 Sul. A intervenção integra um projeto maior que contempla 19,6 quilômetros de extensão de calçadas, ampliando significativamente a acessibilidade e a segurança para pedestres na região.

Investimento

Considerando as obras já concluídas, as que estão em execução e aquelas em fase de contratação e licitação, os investimentos destinados a Ceilândia já ultrapassam R$ 423 milhões. Os recursos têm sido aplicados em diversas frentes de melhorias urbanas, com destaque para obras de infraestrutura, mobilidade e acessibilidade, incluindo a construção de calçadas, ciclovias e requalificação de vias, fortalecendo a qualidade de vida e a circulação na cidade.

Obras entregues

Somente em janeiro de 2026, foram entregues 4 quilômetros de novas calçadas na QNN 27, em Ceilândia Norte, nas proximidades do Sesc Ceilândia, um dos pontos mais movimentados da cidade. Ao longo de 2025, diversos trechos também receberam novas estruturas para pedestres. Entre os locais contemplados estão:

• EQNM 02/04;
• QNM 13 (CILC);
• EQNP 1/5, 11 e 28/32;
• EQNN 4/6, 18/20, 22/24 e QNN 27;
• Praça dos Eucaliptos;
• QNO 01/03 e QNO 6 (Setor O);
• EQNO 18/19 (em frente à Escola Classe 56);
• EQNO 17/18 (em frente ao Centro de Ensino Fundamental 31);
• Parque Recreativo do Setor O;
• Setor de Indústrias de Ceilândia;
• Universidade de Brasília (UnB) e Instituto Federal de Brasília (IFB);
• Área de Desenvolvimento do P Sul;
• Ligação da Via P5 até a Avenida N2 Sul, na altura da Escola Técnica de Ceilândia;
• Calçadas ao longo da Via N1 Sul e ligação entre as vias N1 e N2 Sul;
• Canteiro central da N2 Sul;
• Calçada de ligação da passarela da BR-070, ao lado do terminal do Setor O, com acesso ao Centro de Ensino Especial 02, à Feira Permanente, ao Centro de Saúde nº 7 e à 24ª Delegacia de Polícia.

Plataforma ADM 24h facilita comunicação de demandas da população

Cidadão pode demandar serviços de zeladoria por meio do aplicativo, site, telefone ou presencialmente nas administrações regionais; Ceilândia, Samambaia, Taguatinga e Plano Piloto concentram maior número de registros

De maio de 2024 a fevereiro deste ano, foram feitos mais de 78,4 mil registros na plataforma Administração Regional Digital 24h (ADM 24h). O canal de comunicação foi criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Governo (Segov), com o objetivo de ampliar o diálogo com a população, que pode solicitar serviços de zeladoria sem sair de casa.

As cidades com maior volume de manifestações são Ceilândia, Samambaia, Taguatinga e Plano Piloto, com mais de 200 mil registros cada uma. Em relação à efetividade das solicitações, destacam-se Arapoanga, Lago Sul, Águas Claras, Itapoã e Varjão, com resolução de mais de 96% dos pedidos. A taxa geral de efetividade, considerando as 35 regiões administrativas, é de 76,54%.

A plataforma ADM 24h amplia o diálogo com a população, que pode solicitar serviços de zeladoria de forma remota | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília

Segundo o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, a plataforma ampliou o diálogo com o cidadão. “Em apenas um dia, tivemos mais de mil chamadas. É um espaço onde as pessoas conseguem falar com o governo sem sair de casa. Isso é participação de verdade”, salienta. Os serviços são executados pelos órgãos competentes, administrações regionais e pelo programa GDF Presente, que agregam as informações ao planejamento de ações diárias e contínuas de manutenção das cidades.

Cada demanda recebida segue um processo técnico de resolução, para que as informações não sejam perdidas e o problema seja efetivamente solucionado. São mais de 250 serviços que podem ser solicitados. Os temas mais recorrentes são poda de árvores, recuperação asfáltica e iluminação pública, seguidos por pedidos relacionados à limpeza de áreas públicas e à saúde. Os prazos de execução variam conforme cada ação, de acordo com estimativa dos órgãos responsáveis.

As cidades que mais usam a plataforma são Ceilândia, Samambaia, Taguatinga e Plano Piloto, com mais de 200 mil registros cada

O chefe da Assessoria de Acompanhamento de Projetos Estratégicos da Segov, Vilton Gonzaga, explica que a plataforma surgiu para integrar a parte administrativa e gerar mais agilidade ao trabalho. “Anteriormente, tínhamos muitos problemas de relacionamento e integração para ver de quem era a competência da realização dos serviços”, comenta ele, acrescentando que a dificuldade impactava diretamente na resposta ao cidadão.

Agora, as manifestações recebidas pelo ADM 24h passam por um processo ágil de resolução, para que cada uma seja concluída no prazo específico do serviço. “Remodelamos toda a estrutura, fizemos várias adequações administrativas para que essa resposta ao pedido pudesse ser mais rápida. Saímos de pedidos que demoravam cerca de 21 dias para chegar ao estágio de solução para algo em torno de 20 minutos. É mais agilidade, rapidez, maior transparência e resposta com segurança”, exemplifica Gonzaga.

“Essa demanda chega a uma equipe específica nas regionais, que foi capacitada pelo Governo do Distrito Federal para avaliar a plausibilidade do pedido”, detalha o gestor. “Os servidores verificam a viabilidade da ação e a necessidade de vistoria prévia pela administração, que já conta com uma equipe regional preparada para isso. Após essa etapa, o pedido é encaminhado ao órgão executor.”

Segundo Gonzaga, o modelo gera economicidade e assertividade, uma vez que o serviço é direcionado à área responsável sem obstáculos.

José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo: “É um espaço onde as pessoas conseguem falar com o governo sem sair de casa. Isso é participação de verdade”

Sistema rastreável e auditável

Tanto as respostas positivas quanto as negativas aos pedidos — quando a execução não é possível devido a um motivo específico — são registradas na plataforma, contribuindo para a transparência do trabalho. Cada fase do atendimento é registrada em um histórico. “Quando o pedido chega, fica em aberto e logo passa para o status de atendimento, que é quando um servidor começa o tratamento da demanda. Isso não acontecia anteriormente. O sistema, hoje, é integralmente auditável e rastreável, sem que os pedidos se percam no bojo da administração pública”, afirma Gonzaga.

Atualmente, todos os órgãos do GDF fazem parte da plataforma e há integração completa com a Companhia Energética de Brasília (CEB IPes), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), nos serviços de poda de árvores, manutenção de asfalto e iluminação pública.

“Tudo relativo à iluminação pública está totalmente integrado à Administração 24 Horas, em que o cidadão pode fazer a solicitação de vários serviços, que já segue para o sistema de controle da CEB”, esclarece Gonzaga. “O SLU, inclusive, abandonou um projeto para utilizar a nossa ferramenta de gestão do ADM 24h, sem qualquer gasto com informação ou treinamento, trazendo uma economia de R$ 6,5 milhões aos cofres públicos. Algo muito interessante que mostra o potencial da plataforma.”

A dona de casa Joyce dos Santos, 25 anos, teve um pedido registrado no portal Administração 24 Horas concluído. Moradora de Sobradinho dos Melos, área rural do Paranoá, ela solicitou o patrolamento das vias que conectam a rodovia às residências. O trecho estava desgastado e, por isso, impedia a passagem de ônibus escolares, prejudicando diretamente o bem-estar das crianças e adolescentes da comunidade. O problema foi solucionado pela administração regional em pouco tempo, garantindo conforto e segurança aos estudantes.

“A estrada estava com muitos buracos, e os ônibus não conseguiam mais passar por aqui. Tínhamos que levar as crianças até o ponto de encontro na BR, que dá uns 40 minutos de caminhada. Fui atrás várias vezes até que fiquei sabendo do portal e fiz o pedido. Dois dias depois já estavam aqui com caminhão, colocando terra e cascalho na pista”, conta a dona de casa. “No mesmo dia, os ônibus já voltaram a buscar e trazer os meninos.”

Como utilizar

A plataforma pode ser acessada por cinco canais diferentes: o Portal do Cidadão, o aplicativo e-GDF, o WhatsApp (61) 3410-9000, o telefone 156 e o contato presencial, nas administrações regionais. Em breve, o Portal do Cidadão ganhará um novo painel, pelo qual será possível acompanhar os números de registros, os temas recorrentes e os índices de efetividade.

Ao entrar no site ou no aplicativo, o cidadão escolhe se deseja se identificar ou não. A identificação — feita por meio do login no portal Gov.br — permite acompanhar a situação das demandas e receber contato por e-mail.

Depois, basta clicar em Administração Regional 24h, na aba “Cidadão”, e selecionar o serviço que deseja solicitar. É necessário informar a região administrativa, o endereço e a descrição do que precisa ser feito. Também há espaço para envio de fotos. Todos os registros recebem um número de protocolo. Os pedidos via internet, assim como por telefone e WhatsApp, podem ser registrados a qualquer momento do dia, com atendimento 24 horas.